Espero que vocês gostem do relato, não esqueçam de comentar e dar pontos.
A relação com o cunhado foi se deteriorando com o passar dos dias. As mensagens carinhosas no celular pararam, as ligações cessaram, ele deixou de aparecer no escritório pra convidar ela pra tomar café e, quando se reuniam os quatro ou em família, mal trocava uma palavra com ela, nem sequer olhava, só o necessário, o mínimo pra não levantar suspeitas. Era o melhor, mas Laura sentia falta dele, sentia falta dos carinhos, dos elogios, da dominação safada dele. Às vezes, não tinha jeito, tinha que se masturbar pra acalmar a vontade. Sempre que o namorado fazia amor com ela, mentalmente, ela trocava ele pelo Paco. Mas o cunhado desprezava a presença dela e nem reparava mais, por mais gostosa que ela estivesse. Ele tinha ficado mais carinhoso com a irmã dela, como um jeito de consertar o erro daquela noite, e Laura sentia o ciúme queimando as entranhas. Tava ficando louca e o tempo não ajudava. Passou um mês. A relação era nula. Ela nem conseguia se concentrar no trabalho, o cunhado ocupava a maior parte dos pensamentos dela. Uma manhã, decidiu mandar uma mensagem no celular dele, um simples "o que cê tá fazendo?", mas não teve resposta. No dia seguinte, ligou pro escritório dele.
- Paco? Oi, sou a Laura, lembra de mim? - brincou.
- Oi, Laura. Tudo bem?
- Sim, sim.
- Aconteceu alguma coisa? - perguntou ele, sério. - Tô muito ocupado, Laura.
- Bom, tá, sem problema, era só pra te cumprimentar...
- Até mais - cortou ele.
Deixou ela falando sozinha. Não dava mais a menor bola pra ela, ela não significava mais nada pra ele. Precisava reviver a experiência daquela noite. Tava enlouquecendo, com os sentimentos transbordando de fantasias com o cunhado, incapaz de se concentrar, incapaz de pegar no sono. Não sabia o que fazer, se pedia diretamente outro encontro como o daquela noite ou tentava com a mesma inocência. Precisava dele. O segredo tinha sido bem guardado, ninguém ficou sabendo nem tinha por que saber, e ela precisava de mais uma experiência, só mais uma ou ia enlouquecer. A irmã dela, Carmen, não tinha desconfiado de nada o tempo todo, apesar dos desaforos do Paco.
Desesperada, no dia seguinte, no começo da tarde, ela se vestiu com um vestido estampado de flores, bem justinho, e apareceu no escritório onde ele trabalhava. Encontrou ele na sala dele, todo ocupado com o computador, de terno e cabelo bem penteado. Ela deu uns tapinhas na porta e ele levantou a cabeça, passando os olhos pelo corpo dela, mas logo voltou a mexer no computador.
— Posso entrar?
— Entra, senta. O que foi, Laura?
— Bom, tive que dar uma passada por aqui, e... sei lá, se você me convidasse pra um café.
— Tô muito ocupado.
— Sábado é o aniversário da minha irmã. O que você vai dar de presente? Pra não coincidir.
— Não sei, lingerie.
— Ah! Legal — Desconfortável, ela engoliu seco e se jogou numa pergunta decisiva. — Você ainda tá puto?
— Desculpa, Laura, passei dos limites, tava bêbado e me excedi. Esquece, tá?
— Claro, Paco, da minha parte tá tudo bem. Também peço desculpas. A gente passou dos dois lados. Foi só uma brincadeira, né?
O telefone tocou e Paco atendeu. Depois de uma pausa, tapou o fone e falou com ela.
— Desculpa, Laura, tô cheio de serviço. A gente se vê.
— Sim, sim, desculpa, já vou.
Decepcionada, ela saiu do escritório e foi pra casa se masturbar, que era a única coisa que podia fazer pra acalmar a safadeza dela. Ele tinha virado a página, não queria mais saber de nada, não tinha mais chance nenhuma de reviver uma experiência daquelas com o cunhado dela. Sabia que era o melhor pra todo mundo, mas ia ser foda fugir daquela ninfomania. Talvez ela estivesse doente e precisasse da ajuda de um profissional. Naquela noite, o namorado dela pediu ela em casamento e ela disse sim. Eles transaram, mas durante o ato, ela tivesse o Paco na cabeça.
Na sexta à tarde, a Laura estava na casa dos pais dela. Vestia esporte, com uma jeans apertada, salto alto e uma camiseta branca colada de gola redonda que destacava o volume dos peitos dela. Ela tinha feito um rabo de cavalo e as unhas pintadas de vermelho. Pra surpresa dela, a mãe avisou que tava esperando o Paco, que precisava passar ali pra pegar umas cadeiras e levar pro sítio, onde no dia seguinte iam comemorar o aniversário da Carmen. Apareceu uma oportunidade única de ficar a sós com ele. Não podia desperdiçar. No banheiro, arrumou o rabo de cavalo e passou perfume. Ia adorar ter um vestido mais provocante, mas a calça valorizava a bunda que o Paco tanto admirava e a camiseta deixava ver o volume dos peitos. Empolgada, esperou a chegada do amante. Teve medo que a irmã Carmen viesse junto e estragasse o plano, mas o Paco chegou meia hora depois sem a companhia da mulher. Se cumprimentaram com um beijo no rosto, ele reparou na figura dela por uns segundos, mas tentou não ser cara de pau. Tava uma gostosura. Vestia uma jeans e uma camisa xadrez desabotoada. Ela reparou nos peitorais dele, fortes e peludos, no abdômen atlético e no volume, mas não deu pra ver nada marcado. Trocaram uns olhares cúmplices. A Laura se comportava como se o que rolou entre eles não tivesse tido importância. A sogra serviu café e eles conversaram mais animados que da última vez que se viram.
- E aí, cê vai aonde? - ela perguntou.
- Levar as cadeiras pra festa. Quer vir?
- Valeu.
Ele tinha tomado a iniciativa, que era o que a Laura queria. Ela queria manter o papel de sonsa e deixar ele continuar no papel de dominador. Carregaram as cadeiras na caminhonete do Paco e foram pro sítio. No caminho, falaram de trabalho, a Laura contou do noivado com o Pablo e ele... Ele riu friamente. De vez em quando, dava uma olhada de lado pra ela, principalmente quando ela abria as pernas, mas em momento algum chegou a tocar nela.
Já no chalé, começaram a descarregar as cadeiras. Quando ela andava na frente, Paco queimava aquele rabo onde ele tinha gozado. Graças aos saltos, ela rebolava com estilo. Ele se excitou ao lembrar daquele momento em que gozou nas nádegas dela. Os peitos também balançavam por baixo da camiseta. Ela tava de dar água na boca e ele sabia que era uma provocadora, apesar do que tinha acontecido, que adorava o risco, que gostava de jogar perigoso. Que vontade de foder ela, sem perigo de ninguém descobrir. Numa das vezes, Paco coçou a região da braguilha pra conferir a própria dureza, mas ela nem se mexeu, assim como não se mexeu quando ele deu um tapinha na bunda dela e disse que ela continuava muito gostosa. Ela só sorriu, agradecendo o elogio. Quando foram ao porta-malas pegar as últimas cadeiras, Paco tirou a camisa e ficou pelado da cintura pra cima. Ela olhou praquelas costas fortes e suadas. Só a presença dele, com aquele visual, já deixava ela com tesão. Pegou as duas últimas cadeiras e Laura reparou numa sacola.
- E essa sacola? É o presente da Carmen?
- Sim.
- O que você comprou pra ela?
- Roupa íntima, como te falei. Pela internet.
- Posso ver?
- Claro.
Paco pegou as cadeiras e ela a sacola, e juntos entraram no chalé. Ele abriu uma lata de cerveja e se apoiou no balcão, sem tirar os olhos dela. Laura sentou no sofá e tirou as peças. Primeiro, desdobrou a tanga preta, com a frente de musselina, bem transparente, com tiras finas nas laterais que se prendiam atrás a uma argola grossa prateada, de onde saía o fiozinho que ia enfiado no cu. Depois, tirou o sutiã, de rendas ovais, minúsculas, só o suficiente pra tampar os bicos dos peitos.
- Gostou? - ele perguntou.
- Tá muito bom. Bem erótico - ela sorriu.
- Quer experimentar?
- Vai ficar pequeno em mim, minha irmã é bem mais magra.
- Vamos, experimenta, e a gente vê como fica.
- Tá bom, então...
A situação tava esquentando. Ele tinha conseguido levar ela pro lado dele. Laura, toda excitada, foi pro banheiro. Fechou os olhos e suspirou antes de se despir, tava com muito tesão. Vestiu a tanga e o sutiã e se olhou no espelho. Parecia uma puta. As peças ficaram pequenas e insinuantes demais, mas depois de outro suspiro, calçou os saltos e saiu pra sala só de tanga e sutiã. Paco viu ela chegando, reclinado no sofá, enquanto dava um gole na cerveja. Ficou perplexo ao ver ela. Examinou ela de boca aberta. As rendas do sutiã cobriam só a área do mamilo e deixavam quase todo o peito à mostra, que se projetava por baixo, por cima e pelos lados. Os dois peitos balançavam a cada passo e ela teve que ajustar as alças amarradas no pescoço pra não deixar as taças se mexerem. Ela baixou o olhar, se deliciou com a barriga lisa e branca, e parou na frente da tanga, apertada na carne dela, com as tiras laterais afundadas na pele. As transparências do tecido deixavam ver a buceta enorme dela, bem peluda, com muitos pelinhos escapando pela virilha e pela tira de cima, como se a frente de gaze não conseguisse cobrir a área toda.
- Você tá linda pra caralho.
- Gostou de como ficou?
- Dá uma voltinha.
Ele teve que se coçar na braguilha quando viu a nudez dela, as costas e a bunda enorme e macia, com o anel brilhante na cintura e o fiozinho enfiado no fundo da racha, dando a sensação de que ela tava com o cu de fora.
- Ficou bom?
- Perfeito. Pega uma cerveja.
Ela andou até a geladeira, de costas pra ele, exibindo os encantos traseiros, se exibindo pro cunhado como uma puta vulgar. Paco reparava em como aquela bunda linda, onde ele gozou, se requebrava, em como as nádegas flácidas balançavam. Entre as pernas, ele conseguia ver mais pelo vaginal. Ela voltou. a se mexer na braguilha sem se importar que ela percebesse quando se virou pra entregar a cerveja. Paco abriu a lata pra dar um gole enquanto ela ficou de pé, como esperando uma nova ordem.
- Senta, quer um gole?
- Não, obrigada.
Meio sem graça, ela sentou na ponta do sofá, ereta, e cruzou as pernas virando-se levemente pro cunhado, que ainda estava deitado, com as pernas esticadas. Laura reparou como ele suava pra caralho e nos peitorais enormes e peludos. Paco olhou pra ela e começou a acariciar de leve a perna dela, do joelho até a coxa.
- Você é linda. - Beliscou o queixo dela com carinho e segurou pela nuca pra puxar a cabeça dela e dar um beijo na bochecha. - Você é minha menina, né?
Ela sorriu feito uma idiota.
- Claro.
Ele soltou o prendedor que segurava o rabo de cavalo dela e alisou o cabelo dela.
- Assim você fica melhor. - Segurou ela pela nuca de novo e puxou a cabeça dela bruscamente, dessa vez pra beijar a testa. - Como você é gostosa.
Laura se endireitou de novo. Os peitos dela balançaram com o movimento.
- Como você é? - ela brincou, ainda com aquele sorriso bobo.
Paco apontou pra ela com o dedo.
- Você me deve uma massagem.
A cunhada respondeu com um tapinha suave.
- Não seja mau, tá?
Ele começou a desabotoar o cinto devagar.
- Vai ser só uma massagem, nas bolas. - Foi abrindo os botões da braguilha. - Me relaxa muito e você sabe fazer. - Ele tirou a calça até tirar ela e se recostou de novo com as pernas abertas. Laura sentiu a buceta queimar ao ver aquelas coxas fortes e peludas, bronzeadas, e aquele volume que empurrava a frente da sunga preta apertada que ele usava. O contorno do pau, deitado de lado, dava pra ver claramente. - Vai, não seja boba, você me deve.
- Como você é, Paco.
Fascinada pelo momento, ela esticou o braço direito e passou a palma da mão devagar a região dos testíbulos. Passou várias vezes antes de apertá-los timidamente. Paco relaxou. Enquanto ela massageava os testíbulos dele, ele bagunçava o cabelo dela e acariciava o rosto dela. Laura ficava vidrada no movimento da própria mão e em como a pica ia inchando cada vez mais.
- Como você faz bem.
Ele pegou a mão esquerda dela e a levou até o peito peludo. Agora com a esquerda ela acariciava os peitorais e a barriga, e com a direita a região dos testíbulos. Ele, totalmente reclinado, roçando as costas dela com a ponta dos dedos, soltava gemidos profundos de olhos fechados. Enquanto isso, ela gozava na calcinha, sentindo os fluidos encharcando a virilha. Ainda apertava os testíbulos dele com suavidade quando ele segurou o queixo dela e a obrigou a olhar pra ele.
- Coloca a mão...
Com a mesma obediência, ela enfiou a mão pela lateral da cueca e agarrou os ovos dele, balançando-os com vontade. Estavam duros e ásperos, cheios de pelo. Ela reparou em como os nós dos dedos se moviam por baixo do tecido, em como a mão agia dentro da cueca. A energia com que apertava os ovos fez parte do pau escapar por cima da tira. Era uma glande carnuda e afiada. A mão que acariciava a barriga quase roçou nela. Paco abaixou a mão esquerda, agarrou a própria pica e começou a bater uma devagar enquanto ela massageava os ovos dele. Era uma pica não muito grossa, mas bem comprida. Laura decidiu puxar a cueca dele pra baixo pra fazer melhor e deslizou até tirar. Paco abriu mais as pernas. Logo ela retomou a tarefa de apalpar os ovos enquanto ele se masturbava lentamente. Apertava como se estivesse espremendo uma esponja, sem perder nenhum detalhe da punheta, sem parar a massagem nos peitorais e na barriga.
- Você gosta assim? - ela perguntou.
- Sim... - ele gemeu - Continua...
- Você vai conseguir me deixar com tesão - ela se atreveu, como uma puta perdida.
Paco olhou pra ela.
- Quer continuar você?
- O que você quiser. Paco soltou a pica e ela a pegou com a mão esquerda. Começou a bater uma pra ele, segurando pela base enquanto continuava batendo nos ovos dele com as pontas dos dedos. Ele relaxou os braços e as pernas enquanto ela sacudia com um movimento leve e incessante. Ela tava fazendo uma punheta pro cunhado dela, o marido da irmã. O medo bateu, mas a ninfomania dela afastava qualquer tentação de arrependimento. Com a vibração do braço, a alça direita do sutiã foi escorregando pra baixo e deixou um peito à mostra, balançando no ritmo das sacudidas. Ela nem percebeu, continuou focada naquela pica tão gostosa. Paco esticou o braço, segurou ela pelo mamilo e sacudiu bruscamente. Laura reclamou franzindo a testa. Em seguida, ele puxou a outra alça e deixou ela com os peitos de fora. Ela batia cada vez mais forte e apertava os ovos dele com mais raiva. Ele acariciava os peitos dela dando tapinhas com as pontas dos dedos. Uns instantes depois, segurou ela pela nuca e puxou pra perto pra beijar ela com raiva, babando com a língua dentro da boca dela. Os peitos se espremeram contra o lado suado dele. Agora ela soltou os ovos e pegou a pica dele com a direita pra masturbar mais rápido. Eles se beijavam com a baba escorrendo dos lábios. Ela sacudia com agilidade, com os peitos molhados do suor do lado dele. Ali estava ela, deitada em cima do cunhado, batendo uma pra ele. Pararam de se beijar. Paco jogou a cabeça pra trás sem parar de ofegar. Laura se sentou de novo, segurou a pica dele com a esquerda pra poder apertar os ovos com a direita e acelerou as sacudidas, tentando espremer a cabeça da pica, curtindo o prazer que aquele toque dava. O cunhado dela olhou pra ela.
- Como você é boa nisso, cunhada.
- Tá gostando?
- Adoraria ver como você faz com seu namorado -. Laura sorriu, atenta a como ela tava batendo uma pra ele -. Vocês não têm nenhum Vídeo?
- Não, Pablo, essas coisas...
- Você podia gravar um...
- Ah, cala a boca...
Paco relaxou de novo, apoiando a cabeça na borda do encosto e se reclinando ainda mais. Enquanto a cunhada dele sacudia a pica e os ovos, ele se deliciava apertando os peitos dela. Às vezes, a mão que tocava os ovos dele passava para as coxas para acariciá-las, até esfregava parte da racha do cu que aparecia na beirada. A cunhada parecia fora de si, concentrada em fazer direito. Em poucos segundos, as respirações ficaram mais intensas, então Laura acelerou as sacudidas, segurando de novo com a direita. Um minuto depois, a pica espirrou porra em abundância na barriga de Paco. Ela continuou sacudindo até escorrer, enquanto com a palma da mão esquerda espalhava as gotas de sêmen por todo o ventre, como se fosse um creme pra besuntar a pele. Depois, Laura ficou apalpando a pica dele com carícias suaves enquanto ela ia amolecendo. Dominada pela luxúria, não aguentou e tirou a mão da pica pra enfiar dentro da calcinha. Precisava se tocar, precisava aliviar aquele tesão que fervia no sangue dela. Paco sorriu ao ver como ela se masturbava, enlevada no pinto mole dele. Reparou como a mão agia por trás da transparência da peça, esfregando a buceta com vontade. Ela quase não piscava e ficava de boca aberta.
- Tá com tesão, hein?
Desesperada, usou a mão esquerda pra tocar o pau dele enquanto tentava acalmar a própria boceta com esfregões raivosos. Queria chupar ele, mas não tinha coragem. Tirou a mão esquerda do torso do cunhado e enfiou também dentro da calcinha pra esfregar a xota com as duas mãos. A sensação gostosa era insuportável. Paco, sorrindo, observava as duas mãos por trás da calcinha enquanto, inevitavelmente, a pica ia endurecendo. A cunhada agia como uma puta, abrindo a buceta e enfiando os dedos.
- Você me deixou muito... Tá quente, Paco", ela gemeu. "Quer que você mesmo me masturbe?"
"Porra, sua gostosa. Levanta", ordenou o cunhado dela.
Laura obedeceu e se levantou, tirando as mãos da calcinha. Paco se ergueu no sofá, segurou a mão dela e a conduziu até parar entre os joelhos dele. Forçou ela a virar de costas.
"Abaixa a calcinha." Ele deslizou a peça até a metade da coxa e deixou a bunda dela a poucos centímetros do rosto do cunhado. "Se inclina."
Ela acatou a ordem e se inclinou pra frente, apoiando as mãos nos joelhos. Naquele momento, o cunhado dela abriu a racha da bunda com as duas mãos e enfiou a cara até o fundo pra lamber o cu dela e parte da buceta. Ela sentia o cócegas da ponta da língua tentando furar o cu dela. Outras vezes, ele deslizava a língua por toda a rabadilha. De vez em quando, cuspia na buceta dela e depois espalhava a saliva entre os lábios e os pelos. Sentia a pressão dos polegares apertando as nádegas pra separar a racha. Ele passou mais de cinco minutos lambendo o cu dela. Ela rebolava bem devagar. Sentiu que gozava na boca do cunhado. Na hora, Paco se recostou no sofá com as pernas abertas.
"Me masturba com essa sua bunda, vai, sua puta..."
Laura, com as pernas juntas e a calcinha na altura dos joelhos, abaixou a bunda o suficiente pra roçar a pica enorme e dura. E com as mãos nos joelhos, começou a rebolá-la ao longo de toda a pica, com o tronco enfiado na racha. Paco sorria observando a cunhada de costas, quase sentada no pau dele, fazendo uma punheta com aquela bunda macia.
"Você vai fazer eu gozar de novo", ele ofegou, balançando a cabeça. "Porra... Ahhhh..."
Laura não se segurou, deu meia-volta e se ajoelhou entre as pernas dele pra bater uma com a mão direita, rapidinho, enquanto usava a esquerda pra acariciar os ovos dele. Eles se olhavam nos olhos. Ela cada vez batia mais rápido, e o cunhado dela ia... Franzindo a testa. Quisera ter chupado ela, mas desistiu de mais iniciativas lascivas. Em poucos segundos, o cum espirrou na cara dela toda, ela até teve que olhar pro lado porque algumas gotas caíram nas pálpebras e nas sobrancelhas. Sujou as maçãs do rosto e a testa, parte do cabelo e um gotão caiu na orelha dela. Depois de escorrer, soltou a rola e ficou ajoelhada entre as pernas do cunhado, só acariciando os colhões dele.
- A gente passou dos limites, né, Paco? - perguntou ela, cobrindo os peitos com as rendas do sutiã.
Paco se ergueu e segurou a cabeça dela com as duas mãos.
- Calma, mulher, só batemos umas punhetas, não tem problema, ninguém vai ficar sabendo -. Com a ponta do dedo indicador, tirou um grude de porra da pálpebra dela e outro das sobrancelhas e levou até a boca da cunhada - Você não provou meu cum -. Laura esticou a língua e lambeu o dedo melado - Engole -. Ele limpou de novo as maçãs do rosto e ofereceu o dedo pra ela chupar de novo, também da testa e de uma gota que pendia do cabelo. Laura teve que provar aquele gosto amargo e quente e teve que engolir. Depois Paco se reclinou de novo e foi aí que ela se levantou, subiu a calcinha e foi pro banheiro se vestir. Na frente do espelho, refletiu sobre o tremendo erro que acabara de cometer. Mas o frenesi tinha desgovernado a dignidade dela. Ela acabara de botar chifre na própria irmã. Quando saiu do banheiro, bem pálida por causa do peso do remorso, o cunhado deu um tapa na bunda dela.
- Anima essa cara, cunhada, que não tem problema, buceta...
- Não tô bem, Paco, me sinto suja com o que a gente acabou de fazer. Vamos embora, por favor...
Fim da segunda parte. CONTINUA.
A relação com o cunhado foi se deteriorando com o passar dos dias. As mensagens carinhosas no celular pararam, as ligações cessaram, ele deixou de aparecer no escritório pra convidar ela pra tomar café e, quando se reuniam os quatro ou em família, mal trocava uma palavra com ela, nem sequer olhava, só o necessário, o mínimo pra não levantar suspeitas. Era o melhor, mas Laura sentia falta dele, sentia falta dos carinhos, dos elogios, da dominação safada dele. Às vezes, não tinha jeito, tinha que se masturbar pra acalmar a vontade. Sempre que o namorado fazia amor com ela, mentalmente, ela trocava ele pelo Paco. Mas o cunhado desprezava a presença dela e nem reparava mais, por mais gostosa que ela estivesse. Ele tinha ficado mais carinhoso com a irmã dela, como um jeito de consertar o erro daquela noite, e Laura sentia o ciúme queimando as entranhas. Tava ficando louca e o tempo não ajudava. Passou um mês. A relação era nula. Ela nem conseguia se concentrar no trabalho, o cunhado ocupava a maior parte dos pensamentos dela. Uma manhã, decidiu mandar uma mensagem no celular dele, um simples "o que cê tá fazendo?", mas não teve resposta. No dia seguinte, ligou pro escritório dele.
- Paco? Oi, sou a Laura, lembra de mim? - brincou.
- Oi, Laura. Tudo bem?
- Sim, sim.
- Aconteceu alguma coisa? - perguntou ele, sério. - Tô muito ocupado, Laura.
- Bom, tá, sem problema, era só pra te cumprimentar...
- Até mais - cortou ele.
Deixou ela falando sozinha. Não dava mais a menor bola pra ela, ela não significava mais nada pra ele. Precisava reviver a experiência daquela noite. Tava enlouquecendo, com os sentimentos transbordando de fantasias com o cunhado, incapaz de se concentrar, incapaz de pegar no sono. Não sabia o que fazer, se pedia diretamente outro encontro como o daquela noite ou tentava com a mesma inocência. Precisava dele. O segredo tinha sido bem guardado, ninguém ficou sabendo nem tinha por que saber, e ela precisava de mais uma experiência, só mais uma ou ia enlouquecer. A irmã dela, Carmen, não tinha desconfiado de nada o tempo todo, apesar dos desaforos do Paco.
Desesperada, no dia seguinte, no começo da tarde, ela se vestiu com um vestido estampado de flores, bem justinho, e apareceu no escritório onde ele trabalhava. Encontrou ele na sala dele, todo ocupado com o computador, de terno e cabelo bem penteado. Ela deu uns tapinhas na porta e ele levantou a cabeça, passando os olhos pelo corpo dela, mas logo voltou a mexer no computador.
— Posso entrar?
— Entra, senta. O que foi, Laura?
— Bom, tive que dar uma passada por aqui, e... sei lá, se você me convidasse pra um café.
— Tô muito ocupado.
— Sábado é o aniversário da minha irmã. O que você vai dar de presente? Pra não coincidir.
— Não sei, lingerie.
— Ah! Legal — Desconfortável, ela engoliu seco e se jogou numa pergunta decisiva. — Você ainda tá puto?
— Desculpa, Laura, passei dos limites, tava bêbado e me excedi. Esquece, tá?
— Claro, Paco, da minha parte tá tudo bem. Também peço desculpas. A gente passou dos dois lados. Foi só uma brincadeira, né?
O telefone tocou e Paco atendeu. Depois de uma pausa, tapou o fone e falou com ela.
— Desculpa, Laura, tô cheio de serviço. A gente se vê.
— Sim, sim, desculpa, já vou.
Decepcionada, ela saiu do escritório e foi pra casa se masturbar, que era a única coisa que podia fazer pra acalmar a safadeza dela. Ele tinha virado a página, não queria mais saber de nada, não tinha mais chance nenhuma de reviver uma experiência daquelas com o cunhado dela. Sabia que era o melhor pra todo mundo, mas ia ser foda fugir daquela ninfomania. Talvez ela estivesse doente e precisasse da ajuda de um profissional. Naquela noite, o namorado dela pediu ela em casamento e ela disse sim. Eles transaram, mas durante o ato, ela tivesse o Paco na cabeça.
Na sexta à tarde, a Laura estava na casa dos pais dela. Vestia esporte, com uma jeans apertada, salto alto e uma camiseta branca colada de gola redonda que destacava o volume dos peitos dela. Ela tinha feito um rabo de cavalo e as unhas pintadas de vermelho. Pra surpresa dela, a mãe avisou que tava esperando o Paco, que precisava passar ali pra pegar umas cadeiras e levar pro sítio, onde no dia seguinte iam comemorar o aniversário da Carmen. Apareceu uma oportunidade única de ficar a sós com ele. Não podia desperdiçar. No banheiro, arrumou o rabo de cavalo e passou perfume. Ia adorar ter um vestido mais provocante, mas a calça valorizava a bunda que o Paco tanto admirava e a camiseta deixava ver o volume dos peitos. Empolgada, esperou a chegada do amante. Teve medo que a irmã Carmen viesse junto e estragasse o plano, mas o Paco chegou meia hora depois sem a companhia da mulher. Se cumprimentaram com um beijo no rosto, ele reparou na figura dela por uns segundos, mas tentou não ser cara de pau. Tava uma gostosura. Vestia uma jeans e uma camisa xadrez desabotoada. Ela reparou nos peitorais dele, fortes e peludos, no abdômen atlético e no volume, mas não deu pra ver nada marcado. Trocaram uns olhares cúmplices. A Laura se comportava como se o que rolou entre eles não tivesse tido importância. A sogra serviu café e eles conversaram mais animados que da última vez que se viram.
- E aí, cê vai aonde? - ela perguntou.
- Levar as cadeiras pra festa. Quer vir?
- Valeu.
Ele tinha tomado a iniciativa, que era o que a Laura queria. Ela queria manter o papel de sonsa e deixar ele continuar no papel de dominador. Carregaram as cadeiras na caminhonete do Paco e foram pro sítio. No caminho, falaram de trabalho, a Laura contou do noivado com o Pablo e ele... Ele riu friamente. De vez em quando, dava uma olhada de lado pra ela, principalmente quando ela abria as pernas, mas em momento algum chegou a tocar nela.
Já no chalé, começaram a descarregar as cadeiras. Quando ela andava na frente, Paco queimava aquele rabo onde ele tinha gozado. Graças aos saltos, ela rebolava com estilo. Ele se excitou ao lembrar daquele momento em que gozou nas nádegas dela. Os peitos também balançavam por baixo da camiseta. Ela tava de dar água na boca e ele sabia que era uma provocadora, apesar do que tinha acontecido, que adorava o risco, que gostava de jogar perigoso. Que vontade de foder ela, sem perigo de ninguém descobrir. Numa das vezes, Paco coçou a região da braguilha pra conferir a própria dureza, mas ela nem se mexeu, assim como não se mexeu quando ele deu um tapinha na bunda dela e disse que ela continuava muito gostosa. Ela só sorriu, agradecendo o elogio. Quando foram ao porta-malas pegar as últimas cadeiras, Paco tirou a camisa e ficou pelado da cintura pra cima. Ela olhou praquelas costas fortes e suadas. Só a presença dele, com aquele visual, já deixava ela com tesão. Pegou as duas últimas cadeiras e Laura reparou numa sacola.
- E essa sacola? É o presente da Carmen?
- Sim.
- O que você comprou pra ela?
- Roupa íntima, como te falei. Pela internet.
- Posso ver?
- Claro.
Paco pegou as cadeiras e ela a sacola, e juntos entraram no chalé. Ele abriu uma lata de cerveja e se apoiou no balcão, sem tirar os olhos dela. Laura sentou no sofá e tirou as peças. Primeiro, desdobrou a tanga preta, com a frente de musselina, bem transparente, com tiras finas nas laterais que se prendiam atrás a uma argola grossa prateada, de onde saía o fiozinho que ia enfiado no cu. Depois, tirou o sutiã, de rendas ovais, minúsculas, só o suficiente pra tampar os bicos dos peitos.
- Gostou? - ele perguntou.
- Tá muito bom. Bem erótico - ela sorriu.
- Quer experimentar?
- Vai ficar pequeno em mim, minha irmã é bem mais magra.
- Vamos, experimenta, e a gente vê como fica.
- Tá bom, então...
A situação tava esquentando. Ele tinha conseguido levar ela pro lado dele. Laura, toda excitada, foi pro banheiro. Fechou os olhos e suspirou antes de se despir, tava com muito tesão. Vestiu a tanga e o sutiã e se olhou no espelho. Parecia uma puta. As peças ficaram pequenas e insinuantes demais, mas depois de outro suspiro, calçou os saltos e saiu pra sala só de tanga e sutiã. Paco viu ela chegando, reclinado no sofá, enquanto dava um gole na cerveja. Ficou perplexo ao ver ela. Examinou ela de boca aberta. As rendas do sutiã cobriam só a área do mamilo e deixavam quase todo o peito à mostra, que se projetava por baixo, por cima e pelos lados. Os dois peitos balançavam a cada passo e ela teve que ajustar as alças amarradas no pescoço pra não deixar as taças se mexerem. Ela baixou o olhar, se deliciou com a barriga lisa e branca, e parou na frente da tanga, apertada na carne dela, com as tiras laterais afundadas na pele. As transparências do tecido deixavam ver a buceta enorme dela, bem peluda, com muitos pelinhos escapando pela virilha e pela tira de cima, como se a frente de gaze não conseguisse cobrir a área toda.
- Você tá linda pra caralho.
- Gostou de como ficou?
- Dá uma voltinha.
Ele teve que se coçar na braguilha quando viu a nudez dela, as costas e a bunda enorme e macia, com o anel brilhante na cintura e o fiozinho enfiado no fundo da racha, dando a sensação de que ela tava com o cu de fora.
- Ficou bom?
- Perfeito. Pega uma cerveja.
Ela andou até a geladeira, de costas pra ele, exibindo os encantos traseiros, se exibindo pro cunhado como uma puta vulgar. Paco reparava em como aquela bunda linda, onde ele gozou, se requebrava, em como as nádegas flácidas balançavam. Entre as pernas, ele conseguia ver mais pelo vaginal. Ela voltou. a se mexer na braguilha sem se importar que ela percebesse quando se virou pra entregar a cerveja. Paco abriu a lata pra dar um gole enquanto ela ficou de pé, como esperando uma nova ordem.
- Senta, quer um gole?
- Não, obrigada.
Meio sem graça, ela sentou na ponta do sofá, ereta, e cruzou as pernas virando-se levemente pro cunhado, que ainda estava deitado, com as pernas esticadas. Laura reparou como ele suava pra caralho e nos peitorais enormes e peludos. Paco olhou pra ela e começou a acariciar de leve a perna dela, do joelho até a coxa.
- Você é linda. - Beliscou o queixo dela com carinho e segurou pela nuca pra puxar a cabeça dela e dar um beijo na bochecha. - Você é minha menina, né?
Ela sorriu feito uma idiota.
- Claro.
Ele soltou o prendedor que segurava o rabo de cavalo dela e alisou o cabelo dela.
- Assim você fica melhor. - Segurou ela pela nuca de novo e puxou a cabeça dela bruscamente, dessa vez pra beijar a testa. - Como você é gostosa.
Laura se endireitou de novo. Os peitos dela balançaram com o movimento.
- Como você é? - ela brincou, ainda com aquele sorriso bobo.
Paco apontou pra ela com o dedo.
- Você me deve uma massagem.
A cunhada respondeu com um tapinha suave.
- Não seja mau, tá?
Ele começou a desabotoar o cinto devagar.
- Vai ser só uma massagem, nas bolas. - Foi abrindo os botões da braguilha. - Me relaxa muito e você sabe fazer. - Ele tirou a calça até tirar ela e se recostou de novo com as pernas abertas. Laura sentiu a buceta queimar ao ver aquelas coxas fortes e peludas, bronzeadas, e aquele volume que empurrava a frente da sunga preta apertada que ele usava. O contorno do pau, deitado de lado, dava pra ver claramente. - Vai, não seja boba, você me deve.
- Como você é, Paco.
Fascinada pelo momento, ela esticou o braço direito e passou a palma da mão devagar a região dos testíbulos. Passou várias vezes antes de apertá-los timidamente. Paco relaxou. Enquanto ela massageava os testíbulos dele, ele bagunçava o cabelo dela e acariciava o rosto dela. Laura ficava vidrada no movimento da própria mão e em como a pica ia inchando cada vez mais.
- Como você faz bem.
Ele pegou a mão esquerda dela e a levou até o peito peludo. Agora com a esquerda ela acariciava os peitorais e a barriga, e com a direita a região dos testíbulos. Ele, totalmente reclinado, roçando as costas dela com a ponta dos dedos, soltava gemidos profundos de olhos fechados. Enquanto isso, ela gozava na calcinha, sentindo os fluidos encharcando a virilha. Ainda apertava os testíbulos dele com suavidade quando ele segurou o queixo dela e a obrigou a olhar pra ele.
- Coloca a mão...
Com a mesma obediência, ela enfiou a mão pela lateral da cueca e agarrou os ovos dele, balançando-os com vontade. Estavam duros e ásperos, cheios de pelo. Ela reparou em como os nós dos dedos se moviam por baixo do tecido, em como a mão agia dentro da cueca. A energia com que apertava os ovos fez parte do pau escapar por cima da tira. Era uma glande carnuda e afiada. A mão que acariciava a barriga quase roçou nela. Paco abaixou a mão esquerda, agarrou a própria pica e começou a bater uma devagar enquanto ela massageava os ovos dele. Era uma pica não muito grossa, mas bem comprida. Laura decidiu puxar a cueca dele pra baixo pra fazer melhor e deslizou até tirar. Paco abriu mais as pernas. Logo ela retomou a tarefa de apalpar os ovos enquanto ele se masturbava lentamente. Apertava como se estivesse espremendo uma esponja, sem perder nenhum detalhe da punheta, sem parar a massagem nos peitorais e na barriga.
- Você gosta assim? - ela perguntou.
- Sim... - ele gemeu - Continua...
- Você vai conseguir me deixar com tesão - ela se atreveu, como uma puta perdida.
Paco olhou pra ela.
- Quer continuar você?
- O que você quiser. Paco soltou a pica e ela a pegou com a mão esquerda. Começou a bater uma pra ele, segurando pela base enquanto continuava batendo nos ovos dele com as pontas dos dedos. Ele relaxou os braços e as pernas enquanto ela sacudia com um movimento leve e incessante. Ela tava fazendo uma punheta pro cunhado dela, o marido da irmã. O medo bateu, mas a ninfomania dela afastava qualquer tentação de arrependimento. Com a vibração do braço, a alça direita do sutiã foi escorregando pra baixo e deixou um peito à mostra, balançando no ritmo das sacudidas. Ela nem percebeu, continuou focada naquela pica tão gostosa. Paco esticou o braço, segurou ela pelo mamilo e sacudiu bruscamente. Laura reclamou franzindo a testa. Em seguida, ele puxou a outra alça e deixou ela com os peitos de fora. Ela batia cada vez mais forte e apertava os ovos dele com mais raiva. Ele acariciava os peitos dela dando tapinhas com as pontas dos dedos. Uns instantes depois, segurou ela pela nuca e puxou pra perto pra beijar ela com raiva, babando com a língua dentro da boca dela. Os peitos se espremeram contra o lado suado dele. Agora ela soltou os ovos e pegou a pica dele com a direita pra masturbar mais rápido. Eles se beijavam com a baba escorrendo dos lábios. Ela sacudia com agilidade, com os peitos molhados do suor do lado dele. Ali estava ela, deitada em cima do cunhado, batendo uma pra ele. Pararam de se beijar. Paco jogou a cabeça pra trás sem parar de ofegar. Laura se sentou de novo, segurou a pica dele com a esquerda pra poder apertar os ovos com a direita e acelerou as sacudidas, tentando espremer a cabeça da pica, curtindo o prazer que aquele toque dava. O cunhado dela olhou pra ela.
- Como você é boa nisso, cunhada.
- Tá gostando?
- Adoraria ver como você faz com seu namorado -. Laura sorriu, atenta a como ela tava batendo uma pra ele -. Vocês não têm nenhum Vídeo?
- Não, Pablo, essas coisas...
- Você podia gravar um...
- Ah, cala a boca...
Paco relaxou de novo, apoiando a cabeça na borda do encosto e se reclinando ainda mais. Enquanto a cunhada dele sacudia a pica e os ovos, ele se deliciava apertando os peitos dela. Às vezes, a mão que tocava os ovos dele passava para as coxas para acariciá-las, até esfregava parte da racha do cu que aparecia na beirada. A cunhada parecia fora de si, concentrada em fazer direito. Em poucos segundos, as respirações ficaram mais intensas, então Laura acelerou as sacudidas, segurando de novo com a direita. Um minuto depois, a pica espirrou porra em abundância na barriga de Paco. Ela continuou sacudindo até escorrer, enquanto com a palma da mão esquerda espalhava as gotas de sêmen por todo o ventre, como se fosse um creme pra besuntar a pele. Depois, Laura ficou apalpando a pica dele com carícias suaves enquanto ela ia amolecendo. Dominada pela luxúria, não aguentou e tirou a mão da pica pra enfiar dentro da calcinha. Precisava se tocar, precisava aliviar aquele tesão que fervia no sangue dela. Paco sorriu ao ver como ela se masturbava, enlevada no pinto mole dele. Reparou como a mão agia por trás da transparência da peça, esfregando a buceta com vontade. Ela quase não piscava e ficava de boca aberta.
- Tá com tesão, hein?
Desesperada, usou a mão esquerda pra tocar o pau dele enquanto tentava acalmar a própria boceta com esfregões raivosos. Queria chupar ele, mas não tinha coragem. Tirou a mão esquerda do torso do cunhado e enfiou também dentro da calcinha pra esfregar a xota com as duas mãos. A sensação gostosa era insuportável. Paco, sorrindo, observava as duas mãos por trás da calcinha enquanto, inevitavelmente, a pica ia endurecendo. A cunhada agia como uma puta, abrindo a buceta e enfiando os dedos.
- Você me deixou muito... Tá quente, Paco", ela gemeu. "Quer que você mesmo me masturbe?"
"Porra, sua gostosa. Levanta", ordenou o cunhado dela.
Laura obedeceu e se levantou, tirando as mãos da calcinha. Paco se ergueu no sofá, segurou a mão dela e a conduziu até parar entre os joelhos dele. Forçou ela a virar de costas.
"Abaixa a calcinha." Ele deslizou a peça até a metade da coxa e deixou a bunda dela a poucos centímetros do rosto do cunhado. "Se inclina."
Ela acatou a ordem e se inclinou pra frente, apoiando as mãos nos joelhos. Naquele momento, o cunhado dela abriu a racha da bunda com as duas mãos e enfiou a cara até o fundo pra lamber o cu dela e parte da buceta. Ela sentia o cócegas da ponta da língua tentando furar o cu dela. Outras vezes, ele deslizava a língua por toda a rabadilha. De vez em quando, cuspia na buceta dela e depois espalhava a saliva entre os lábios e os pelos. Sentia a pressão dos polegares apertando as nádegas pra separar a racha. Ele passou mais de cinco minutos lambendo o cu dela. Ela rebolava bem devagar. Sentiu que gozava na boca do cunhado. Na hora, Paco se recostou no sofá com as pernas abertas.
"Me masturba com essa sua bunda, vai, sua puta..."
Laura, com as pernas juntas e a calcinha na altura dos joelhos, abaixou a bunda o suficiente pra roçar a pica enorme e dura. E com as mãos nos joelhos, começou a rebolá-la ao longo de toda a pica, com o tronco enfiado na racha. Paco sorria observando a cunhada de costas, quase sentada no pau dele, fazendo uma punheta com aquela bunda macia.
"Você vai fazer eu gozar de novo", ele ofegou, balançando a cabeça. "Porra... Ahhhh..."
Laura não se segurou, deu meia-volta e se ajoelhou entre as pernas dele pra bater uma com a mão direita, rapidinho, enquanto usava a esquerda pra acariciar os ovos dele. Eles se olhavam nos olhos. Ela cada vez batia mais rápido, e o cunhado dela ia... Franzindo a testa. Quisera ter chupado ela, mas desistiu de mais iniciativas lascivas. Em poucos segundos, o cum espirrou na cara dela toda, ela até teve que olhar pro lado porque algumas gotas caíram nas pálpebras e nas sobrancelhas. Sujou as maçãs do rosto e a testa, parte do cabelo e um gotão caiu na orelha dela. Depois de escorrer, soltou a rola e ficou ajoelhada entre as pernas do cunhado, só acariciando os colhões dele.
- A gente passou dos limites, né, Paco? - perguntou ela, cobrindo os peitos com as rendas do sutiã.
Paco se ergueu e segurou a cabeça dela com as duas mãos.
- Calma, mulher, só batemos umas punhetas, não tem problema, ninguém vai ficar sabendo -. Com a ponta do dedo indicador, tirou um grude de porra da pálpebra dela e outro das sobrancelhas e levou até a boca da cunhada - Você não provou meu cum -. Laura esticou a língua e lambeu o dedo melado - Engole -. Ele limpou de novo as maçãs do rosto e ofereceu o dedo pra ela chupar de novo, também da testa e de uma gota que pendia do cabelo. Laura teve que provar aquele gosto amargo e quente e teve que engolir. Depois Paco se reclinou de novo e foi aí que ela se levantou, subiu a calcinha e foi pro banheiro se vestir. Na frente do espelho, refletiu sobre o tremendo erro que acabara de cometer. Mas o frenesi tinha desgovernado a dignidade dela. Ela acabara de botar chifre na própria irmã. Quando saiu do banheiro, bem pálida por causa do peso do remorso, o cunhado deu um tapa na bunda dela.
- Anima essa cara, cunhada, que não tem problema, buceta...
- Não tô bem, Paco, me sinto suja com o que a gente acabou de fazer. Vamos embora, por favor...
Fim da segunda parte. CONTINUA.
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