Ganhou um boquete no Pte. Pacífico

Pagaram ela com um boquete no Pte. Pacífico.
Juan é taxista, mora no bairro de Flores e é um típico notívago de Buenos Aires. Conhece os lugares escuros como a palma da mão, tem todos os vícios e nunca esconde nada. O que sempre é crível do Juan quando perguntam se é verdade a fama do taxista que sempre pega todas no táxi, ele diz que é mentira, que nunca acontece nada até que uma vez aconteceu e com vinho tinto no meio me contou a história.

Vou tentar contar do jeito que lembro, mas a parada era mais ou menos assim..

"Eram umas três e meia, a verdade é que já tava bem de grana porque às doze já tinha feito o suficiente, mas tava a fim de continuar rodando. Dei uma passada no Bar do Coco e com o Adrián cheiramos uma carreira pra seguir viagem. Bom, evitando a Juan B. Justo por causa da porra do Metrobús, fui pela Rivadavia descendo devagar e curtindo a noite com um cigarro na mão.

Devo ter feito umas dez quadras e cheguei na Rivadavia com Gascón, parei no sinal e tava sozinho. Quando fica verde, vou arrancar e vejo uma gostosa lá atrás fazendo sinal, olho melhor e paro pra ela entrar. Ela veio meio correndo.

Abro a porta e ela diz 'Ahhh pelo amor de Deus, que susto, que susto. Pensei que iam me roubar, desculpa ter te parado assim, moço, mas senti que tavam me seguindo'

A gostosa devia ter uns quarenta e cinco anos, de rosto era normal e o corpo era bem bonito. Tava com um casaco preto e o que me chamou a atenção é que tava de saia. Falei pra ela ficar tranquila e arranquei devagar.

_ Pra onde a gente vai? (Falei olhando pra fora pela janela)
_ Mmm vou até... me deixa na Juan B. Justo com Cabildo

Foram umas quadras de silêncio, a gostosa parecia que tava saindo de um jantar ou algo assim porque tava bem arrumada, aí percebi que o casaco tava meio aberto e a saia tinha subido por causa da corrida que ela deu até o táxi. Devagar e na maciota, baixei o retrovisor e comecei a olhar ela com mais calma, ela se sentou mais no meio e enquanto me perguntava se podia fumar, começou devagar a abrir as pernas.

Eu aproveitei e acendi um com ela também, na verdade a gente falou um monte de besteira, mas eu fui olhando como aos poucos a gatinha ia se soltando e abrindo um pouquinho mais e mais as pernas.

Tenho certeza que ela sabia que eu tava olhando, mas a onda era que eu espiava até onde a gatinha queria.

Seguimos umas quadras e viramos à esquerda pra descer pela Juan. B, bem até a Av. Cabildo. Paramos num semáforo e vejo ela abrir as pernas de vez, a putinha tava com uma fio dental branca bem fininha e enquanto eu olhava, ela ajeitava. Eu tava louco, ainda por cima tinha uma carreira de pó no cérebro, então tava desorbitado.

Acho que pela hora devem ter passado uns dois semáforos e eu fiquei imóvel olhando a buceta dela se descolar daquela fio dental, a gatinha puxou de lado e ria, e eu devagar comecei a apertar a cabeça da piroca com a mão.

Perguntei se ela queria que a gente seguisse pro destino e a gatinha disse que sim, meio sem vontade eu arranquei.

Minha pica tava mais inchada do que nunca, a cabeça explodia e queria sair da calça, de vez em quando eu me esfregava e olhava pra gatinha que me mostrava aquela fio dental cravada na rachinha.

Passaram uns dez minutos mais e chegamos na Juan. B, bem na Cabildo, ponho pisca-alerta e por dentro pensava que depois de deixar a gatinha ia me mandar uma punheta braba do tesão que ela me deixou, mas NÃO… Aconteceu tudo ao contrário.

— Falo pra ela, são $52. —
— Bom, acho que tenho trocado…

A gatinha revirava a bolsa, olhava nos bolsos mas nunca fechava as pernas. Eu virei a cabeça e esperando a gatinha agora conseguia ver um pouco melhor, foquei na fio dental que tava enfiada entre os lábios da buceta. Tava muito molhada. Pra mim a gatinha tinha transado antes e saiu na correria ou algo assim.

— Uhhh, não… não… (A gatinha me olhava e se lamentava)
— Aconteceu algo? — perguntei
— Saí rápido, ou perdi a grana porque não tenho nada… nem trocado

Por dentro pensei que A gostosa já tinha me feito a cabeça pra pagar o táxi de graça, mas como eu não ia deixar barato, falei pra ela não fazer drama, que a gente passava na delegacia pra deixar nossos dados e no outro dia eu passava pra cobrar.
A gostosa falou na hora que não, que não queria isso. Perguntei por quê e na maior cara de pau ela disse: “Tô com pó em cima de mim, nem ferrando vou pra cana”

Hahahaha não parava de rir, falei pra ela que beleza, sem drama, se a gente dividisse uma carreira e deixasse pra lá.

Liguei o Táxi, apaguei as luzes e mandei pra trás da ponte pra ficar no escuro e sossegado.
Com uma malandragem foda, a gostosa fez duas carreiras num cartão e na hora cheirou uma, me passou uma “nota” usada pra eu cheirar também.

Uhhhh, me quebrou a cabeça, me deixou grogue, mas o que mais me chamou atenção foi como subiu mais a pica.
A gostosa olhou pra ela e falou:

_ Tá durasso pra caralho!!!
_ Óbvio, fiquei te olhando a viagem toda, quero te comer desde que você entrou (perdi todos os filtros)
_ Uhhh não, eu gosto de provocar os caras, mas não transar de primeira

Não sei por que, mas sabia que não ia comer ela, então sem muita conversa, desabotoei a calça e abri o zíper.
Tirei a pica na hora, acho que tava mais inchada do que nunca. Bem morena e grossa. As veias apareciam bem e as bolas tavam cheias de porra, bem redondinhas.
Agitei um pouco e puxava a pele pra trás e pra frente.

_ Pai, que tesão hein, como você tá com essa pica
_ Uhhhh, nem me fala, vem, toca um pouco

Falei assim, mas a gostosa meteu na boca de uma vez, mordiscava minhas bolas e passava a língua por todo o tronco da pica. Eu apertava o volante e com a outra mão batia na bunda dela, que tava apertada.

_ Uhhhhhh, como eu gosto de chupar pica assim, puxa a pele com os lábios
_ Mmmm, que cheiro gostoso de pica você tem

(A gostosa enfiava a pele entre os lábios e puxava pra trás, com uma mão) apertava minhas bolas e com a outra ela se tocava na buceta dela)

A gente tava sentado na frente, tudo embaçado, era algo que nunca tinha acontecido comigo, mas me senti mais completo do que nunca.

Eu tirava a pica da boca dela e enfiava à força, ela toda feliz da vida. Chupava e beijava ela… dizia “mmmmm que gostoso, adoro a pica do taxista” Mmmmm

Eu em êxtase, quando dava, abria a boca dela com a mão e apertava a pica contra a bochecha, passava ela toda pela boca e ela mesma procurava com a língua.

-Uhhhh como você tem esses ovos, tão cheios de porra. Quero que você goze aí e me mostre toda a porra, sabe? (com o olhar apontou pro chão do passageiro)

Quando ela falou isso, pensei em mandar ela engolir tudo, mas a verdade é que a situação me deixou com muito tesão, a gostosa me ver gozar.

Eu batia uma com a mão e fazia um joguinho com a boca, a cabeça da pica tava mais inchada do que nunca.

Eu chupei meu dedo, passei na buceta dela que tava molhada e com aquela umidade enfiei bem no cu dela.

No começo ela fazia força, mas depois de insistir entrou e a gostosa… mmMmmmmmm gemia baixinho, mas adorava

Ela brincava com minha pica, passava no rosto dela, curtia enquanto enfiava os dedos na buceta, eu com uma mão baixava a cabeça dela e com a outra tava comendo ela. Não acreditava.

_Mmmmmmm mmm vai, vai vvai, enfia mais o dedinho que eu gozo toda
_Assim, assim que você gosta (Tirava e enfiava o dedo com mais e mais força)
_Mmmmssssi sssi assim, vai vagabundo me faz gozar, forte enfia outro
_Abre mais a bunda, vai

Forte e rápido enfiei o dedo até que depois de uma boa cuspida mandei os dois…. Mmmmmm gemeu mais… “Vai, Vaaaiiii” ela falava e eu enfiava dedo e dava tapão, forte e rápido batia punheta e fazia ela comer minha pica que tava dura

Com as duas mãos abri bem o cu dela, cuspi e falei. “Vou com três, goza”

Nunca fui sutil, dessa vez também não. Coloquei ela sentada pra trás e com a buceta aberta enfiei três dedos. Forte, mais forte. Rápido e com os dedos molhados…. Forte

_jjjjjj JDDddddaellllllll dalllle mmmás mmássss (ela se tocava a buceta)
_Assi asisis dale goza
-SSsiiia asi aaaaaaaaahhhhhhhhh aaahahahaha AAAAAAAhhhh (gritinho gostoso que ela deu)

A gostosa gozou toda, quase desabou de tanto orgasmo que teve. A mão dela saiu toda molhadinha, ela fez eu cheirar e tinha um perfume delicioso. Eu tava mais duro que nunca, então antes que a gostosa se arrependesse, coloquei a pica na mão dela e falei pra ela me fazer gozar…

_Dale, bate uma, bate uma que eu vou gozar aí pra você olhar
_Sii, me mostra a porra que você guardou, dale que eu gosto de porra de taxista
_Ahhh dale bate uma, mais forte, mais forte (Ela arrebentava minha pica de tão forte, mas eu já tava além de tudo)
_Dale goza tudo aí no chão pra eu te ver
_Ahhh asi sssssasiiiii asiii dale dallá AHHAHHAhggggggggaagggaGgggg GGAaaaa
_Dale vagabundo, goza
-AAAahGGGGAAAHAHAHHhahaahaha !!!!!!

Gozei tudo que tinha, a gostosa abriu os olhos e não acreditava como os jatos de porra ficaram grudados no chão do carro, a pica não parava de tremer e brotavam gotas brancas da cabeça.

A gostosa tirou a última gota com o dedo e provou, “Mmmmmm que gostoso, queria provar” ela disse.
Ela me deu mais uma chupadinha pra me limpar.

Nós nos olhamos, acendemos outro cigarro e depois dessa boa descarregada, deixei ela onde ela pediu. Não sei se ela entrou em outro taxi pra fazer a mesma coisa ou se continuou na noitada, o que sei é que ela me deixou uma linha de presente. Desde aquela noite eu procuro ela toda noite, mas até agora nunca mais a encontrei.

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