Duas semanas se passaram até eu ver Vicente de novo… duas longas semanas. Geralmente, não fico com vontade de rever alguém depois de transar. Eu curto sexo casual e anônimo, sem amarras, sem compromisso. São raras as exceções em que senti uma necessidade louca de repetir a dose: Jorgito, Bruno, o policial, são alguns deles, e agora… Vicente. Só de olhar pra ele, me dá uma vontade doida de ir pra cama com ele, mas não de foder como dois desesperados, e sim de fazer amor, igual a gente fez naquela tarde, depois daquela putaria inicial, já mais relaxados e confiando um no outro. O estranho desse sentimento é que ele não é um cara terrivelmente gostoso, nem mediano ele é, e pra algumas mulheres pode até ser feio. Algumas das minhas colegas até acham ele um chato, e tenho certeza de que duvidariam da minha sanidade se soubessem que eu fiquei com ele. Mas pra mim é o oposto total, não sei explicar, não é só uma putaria passageira. Putaria é quando eu fico com vontade de pegar um cara, fuder com ele e pronto, acabou, se te vi não me lembro. Mas com Vicente é diferente. Começou como qualquer outra putaria, mas foi além. Pra vocês terem uma ideia, depois de ficar com ele, não tive vontade de ficar com mais ninguém, só pensava nele e no momento em que a gente pudesse se encontrar de novo. Também não acho que estou me apaixonando, conheço ele pouco pra chegar a esse ponto. O que eu acho é que nossa química sexual se encaixa perfeitamente. Os seres humanos são, antes de matéria, energia, e tanto a dele quanto a minha estão predestinadas a se fundir.
Essa tarde, quando ele chegou no escritório e cumprimentou todo mundo no geral, meu coração acelerou. Sei que fui eu mesma quem pediu pra ele ser discreto, mas fiquei com ciúmes vendo ele falar com as outras enquanto me ignorava. Essa atitude dele me fazia desejar ele ainda mais. Mesmo eu estando livre, ele escolheu uma das minhas colegas para fazer o seguro do novo táxi que ele tinha comprado. Quando já estava indo embora, peguei uns panfletos das prateleiras que tenho atrás de mim, anotei algo no verso de um deles e entreguei a ele.
— Toma, pode te fazer falta, recomendo que leia com atenção e parabéns pelo novo carro — falei.
— Obrigado — respondeu com um sorriso e foi embora.
Pouco depois, recebo uma mensagem dele no celular, só uma palavra: Ok! No verso do panfleto eu tinha escrito: “Me espera na esquina da Potosí com Acuña Figueroa, saio às seis”. O encontro já estava marcado. Saí do trabalho e peguei um táxi.
— Rápido, por favor — falei pro motorista ao dar o endereço. Não aguentava mais de tanta excitação. Desci do táxi e entrei no de Vicente, praticamente sem escalas, e antes mesmo que ele pudesse me cumprimentar, me pendurei no pescoço dele e beijei a boca dele de um jeito super apaixonado.
— Tava com vontade de te ver — falo ao me soltar dos lábios dele.
— Eu também — ele diz.
— Não parece — reclamo fazendo biquinho — Nem uma mensagem, nada, e hoje você me ignorou completamente.
— Foi o que combinamos, né? Discrição total, não quero te trazer problemas — ele lembrou.
— Tem razão, melhor assim — concordo — Mas agora estamos sozinhos e quero que você me faça amor.
— Haha! — ele riu — Então a senhora quer fazer amor.
— Sim — concordei.
— Então vamos fazer amor, mas antes queria me dar um gostinho — ele fala.
— Que gostinho? — pergunto.
— Nunca fizeram sexo oral em mim num carro — confessa.
Achei graça da expressão “sexo oral”, então corrijo:
— Nunca te chuparam num carro? Mas senhor, isso se resolve bem fácil, o serviço personalizado da sua Companhia de Seguros cuida de tudo — falei, beijando ele de novo enquanto deslizava uma mão por cima da virilha dele.
Já tava começando a endurecer, pelo visto meus beijos e a perspectiva de um boquete na rua estavam excitando ele. Ele avança pra uma viela mais adiante, parando a metade do mesmo. Abaixei o zíper da calça dele e coloquei a mão pra dentro, apalpando por cima da cueca a dureza que já estava se formando.
- Você vai chupar ela? - ele me pergunta entre suspiros.
Sabe que vou fazer isso, que vou chupar o pau dele, mas quer ouvir dos meus lábios.
- Vou comer ela toda - garanto.
- Fala... fala que você vai chupar ela - insiste.
- Vou chupar seu pau, meu amor, vou chupar ele pra caralho - ao ouvir isso, ele jogou a cabeça pra trás e soltou um gemido.
O pau dele ficou muito mais duro então. Tirei ele pra fora e me inclinei sobre ele, feliz e ansiosa por esse reencontro tão desejado. Comecei beijando e lambendo a cabeça, saboreando as gotinhas peroladas que já tinham começado a escorrer pra caramba. Até a parte de dentro da cueca que abriga esse atributo tão precioso estava manchada com essa mesma umidade, mancha que também chupei e saboreei, como se fosse o banquete mais luxuoso. Lembrando que o Vicente é taxista e fica quase o dia todo dirigindo o táxi, então o cheiro de saco que exalava era intenso pra cacete. Não quero parecer nojenta, mas adoro esse cheiro, cheiro de homem, de virilidade, de luxúria... se vão transar comigo, não tomem banho antes, por favor, me comam assim, com o cheiro de ovo explodindo na minha cara e me embriagando com suas sensações perfumadas.
Depois de lamber ele todo, e pintar com saliva os ovos e todo o entorno, coloquei ele na boca, começando na hora uma sucção intensa e vigorosa. O pau do Vicente não é comprido, nem muito grosso, mas tem uma cabeçona, mesmo assim eu comia ele todo, chegando a roçar os pelinhos do púbis com os lábios.
- Ahhhh... que boquinha... o que você faz comigo não tem nome! - exclama satisfeito.
- Tem sim - falo tirando o pau da boca por um instante - Chama blow job, tô te fazendo um blow job - e volto a comer ele com mais voracidade do que antes.
Vicente ri das minhas palavras, mas continua suspirando, me entregando o atributo mais importante dele. que eu goze à vontade com ele. Com as mãos dele, começa a me acariciar primeiro a cabeça, depois as costas, até chegar finalmente nos meus peitos, que ele amassa e aperta com um frenesi ardente. Como ele não tem ela muito grande, não consigo segurar pela base e bater uma punheta pra ele enquanto chupo, então seguro ele pelas bolas, que sinto pulsar e esquentar daquele jeito que mostra uma excitação furiosa. Por já termos ficado juntos antes, sei que ele consegue ficar duro de novo depois de gozar, então decido ir até o fim. Queria que a primeira mamada dele dentro de um carro fosse realmente inesquecível. E foi… quando senti os primeiros tremores do orgasmo se aproximando, acelerei o chupão. Não sei se ele achava que eu ia até o final, ele já tinha gozado dentro de mim, então engolir o esperma dele não seria muito diferente. A única coisa que eu ouvia eram as exclamações de prazer dele, cada vez mais intensas conforme o momento chegava. Mais umas chupadas e… os primeiros jatos de leite batem na minha garganta, parece uma mangueira descontrolada, mas apesar da descarga generosa, não solto ele, fico bem agarrada naquele chafariz pulsante de prazer, segurando na boca tudo que extraio das bolas dele. Quando parece que já soltou toda a carga, solto a rola dele, levanto o rosto pra ele, e abrindo a boca mostro o esperma dele formando uma poça grossa no meu céu da boca. Engulo tudo e sorrio pra ele, me lambendo tranquilamente. Me sinto uma verdadeira estrela pornô naquele momento.
- Gostou? - ele consegue balbuciar.
- Mmm… adoro seu leite! - falo pra ele.
Depois do boquete, me levanto e como um doce de menta, enquanto ele guarda a rola, abotoa a calça e dá partida. Em poucos minutos chegamos na pensão dele, tão excitados quanto no começo. Transamos nas posições mais variadas, todas de frente, nos olhando nos olhos, nos beijando com paixão enquanto nossos sexos voltam a nos complementamos de um jeito que me parece tão pleno e satisfatório. Cada estocada é uma flechada no coração, a consumação plena e absoluta de algo que vai além do meramente sexual. Vicente não é um superdotado nem um garanhão na cama, mas eu sinto ele de um jeito como poucas vezes senti antes. Não é mais uma transa de outra traição, a infidelidade já virou um hábito pra mim, por isso percebo que minha relação com Vicente é muito mais que isso. Foder, dar pra qualquer um, com ele eu faço amor… e fazer amor virou meu hobby favorito ultimamente, com Vicente, claro.
O coitado tenta me acompanhar, e consegue, hein, mas às vezes o ritmo é demais e ele cai exausto, antes mesmo de gozar. E eu sempre pedindo mais, mais e mais… sou uma sem coração… haha. Então é aí que eu assumo o controle, e fodo ele. Agachada sobre o corpo dele, me empurro pra cima e pra baixo, enfiando uma e outra vez aquela porra linda que em tão pouco tempo virou parte do meu próprio corpo. Meus peitos balançam na frente do rosto dele, no ritmo da cavalgada animada com que vou arrancar até a última gota de porra dele. Meus olhos estão abertos, adoro ver ele gozar, curtir meu corpo, minha buceta, meu tudo. Naquele momento me sinto tão dele como nunca fui de ninguém, nem do meu tio nem do meu marido. Queria ficar pra sempre sentada ali, no meu trono natural, ligada a ele e só a ele, do jeito mais pleno e íntimo que um homem e uma mulher podem estar. Adivinho pelos gestos dele a iminência do orgasmo, eu já gozei antes mas quero gozar de novo com ele pra nos fundirmos nesse prazer supremo que supera de longe qualquer expectativa que eu já tenha tido. Sempre agachada, as mãos no peito dele pra me firmar melhor, acelero meus movimentos em busca desse prazer prometido, os gemidos dele, assim como os meus, se intensificam, as palpitações aceleram, a pele fica Ela fica vermelha, os olhos se injetam de adrenalina... sobe e desce, sobe e desce, não consigo parar, deslizo com toda minha vontade sobre essa rola que me deixa louca, que me tem à mercê dela, enfio até onde cabe e me esfrego contra o colchão macio e fofinho de pelos (sobre o qual escorre meu fluxo) que recebe cada uma das minhas investidas, bato uma e outra vez contra essas bolas cheias e dormentes de prazer até que explodo num grito potente e agonizante:
- Ahhhh...!!! Vicente...!!!
Ele explode comigo, enchendo minha buceta com gozada após gozada, me acabando em lugares que até então eu nem conhecia. Em êxtase, caio sobre o peito dele, desarmada, sensível, volúvel... não sou uma mulher exageradamente religiosa, mas é nesse momento que me sinto mais perto de Deus.
Vicente acaricia meu cabelo com doçura, como se estivesse penteando, me segurando entre os braços, e eu fecho minhas pernas em volta do corpo dele, apertando, para não deixá-lo escapar. Me sinto cheia, completa, transbordando de alegria e felicidade. E mesmo já tendo minha dose necessária de prazer, imploro ao Céu (ou a quem for) que esse momento nunca acabe. Ainda sonolenta pelo orgasmo recente, levanto o rosto, olho pra ele e, com toda a sinceridade do mundo, digo:
- Não me canso de transar com você.
- Eu também não me canso de te comer - ele diz, mas logo esclarece: - Bom, um pouco sim, é que nunca transei tanto na minha vida, nem quando era cara, hein.
- Adoro ser eu quem te faz transar tanto - falo.
A gente se beija, ainda abraçados, já que eu não queria desperdiçar nem uma gota do líquido precioso que continuava escorrendo dentro de mim. Quando não teve mais, muito a contragosto, me levantei, fazendo com que minha buceta soltasse um barulhinho como quando se destampa alguma coisa, claro que mais suave e abafado.
- Viu? Ela também reclama por ter que sair - falo pro Vicente.
E ali, de novo de cócoras sobre ele, sinto que vem um torrente misturado fluxo de porra que molha os ovos dele, a pica e parte da barriga e do púbis. Nesse momento meu celular toca, pelo tom percebo que é minha sogra. Olho a hora e quase tenho um treco, já fazia um tempão que eu deveria estar em casa amamentando o Rodrigo. A magia do romance finalmente se desfaz. Com a pussy escorrendo essa espécie de caldo sexual, me levanto e atendo. Peço desculpas, inventando alguma falsa emergência no trabalho. Me enxáguo no banheiro, coloco um absorvente íntimo, me visto, me arrumo na pressa, e jogando um beijo da porta prometo voltar no dia seguinte. É então que ele me diz:
– Gostaria de passar uma noite inteira com você, sem que tivesse que sair correndo–
Fico olhando pra ele. Ele quer isso de verdade. E então percebo que eu também.
– Depois a gente conversa– falo e vou embora, sabendo muito bem que longe de acabar, nossa história tá só começando.
Essa tarde, quando ele chegou no escritório e cumprimentou todo mundo no geral, meu coração acelerou. Sei que fui eu mesma quem pediu pra ele ser discreto, mas fiquei com ciúmes vendo ele falar com as outras enquanto me ignorava. Essa atitude dele me fazia desejar ele ainda mais. Mesmo eu estando livre, ele escolheu uma das minhas colegas para fazer o seguro do novo táxi que ele tinha comprado. Quando já estava indo embora, peguei uns panfletos das prateleiras que tenho atrás de mim, anotei algo no verso de um deles e entreguei a ele.
— Toma, pode te fazer falta, recomendo que leia com atenção e parabéns pelo novo carro — falei.
— Obrigado — respondeu com um sorriso e foi embora.
Pouco depois, recebo uma mensagem dele no celular, só uma palavra: Ok! No verso do panfleto eu tinha escrito: “Me espera na esquina da Potosí com Acuña Figueroa, saio às seis”. O encontro já estava marcado. Saí do trabalho e peguei um táxi.
— Rápido, por favor — falei pro motorista ao dar o endereço. Não aguentava mais de tanta excitação. Desci do táxi e entrei no de Vicente, praticamente sem escalas, e antes mesmo que ele pudesse me cumprimentar, me pendurei no pescoço dele e beijei a boca dele de um jeito super apaixonado.
— Tava com vontade de te ver — falo ao me soltar dos lábios dele.
— Eu também — ele diz.
— Não parece — reclamo fazendo biquinho — Nem uma mensagem, nada, e hoje você me ignorou completamente.
— Foi o que combinamos, né? Discrição total, não quero te trazer problemas — ele lembrou.
— Tem razão, melhor assim — concordo — Mas agora estamos sozinhos e quero que você me faça amor.
— Haha! — ele riu — Então a senhora quer fazer amor.
— Sim — concordei.
— Então vamos fazer amor, mas antes queria me dar um gostinho — ele fala.
— Que gostinho? — pergunto.
— Nunca fizeram sexo oral em mim num carro — confessa.
Achei graça da expressão “sexo oral”, então corrijo:
— Nunca te chuparam num carro? Mas senhor, isso se resolve bem fácil, o serviço personalizado da sua Companhia de Seguros cuida de tudo — falei, beijando ele de novo enquanto deslizava uma mão por cima da virilha dele.
Já tava começando a endurecer, pelo visto meus beijos e a perspectiva de um boquete na rua estavam excitando ele. Ele avança pra uma viela mais adiante, parando a metade do mesmo. Abaixei o zíper da calça dele e coloquei a mão pra dentro, apalpando por cima da cueca a dureza que já estava se formando.
- Você vai chupar ela? - ele me pergunta entre suspiros.
Sabe que vou fazer isso, que vou chupar o pau dele, mas quer ouvir dos meus lábios.
- Vou comer ela toda - garanto.
- Fala... fala que você vai chupar ela - insiste.
- Vou chupar seu pau, meu amor, vou chupar ele pra caralho - ao ouvir isso, ele jogou a cabeça pra trás e soltou um gemido.
O pau dele ficou muito mais duro então. Tirei ele pra fora e me inclinei sobre ele, feliz e ansiosa por esse reencontro tão desejado. Comecei beijando e lambendo a cabeça, saboreando as gotinhas peroladas que já tinham começado a escorrer pra caramba. Até a parte de dentro da cueca que abriga esse atributo tão precioso estava manchada com essa mesma umidade, mancha que também chupei e saboreei, como se fosse o banquete mais luxuoso. Lembrando que o Vicente é taxista e fica quase o dia todo dirigindo o táxi, então o cheiro de saco que exalava era intenso pra cacete. Não quero parecer nojenta, mas adoro esse cheiro, cheiro de homem, de virilidade, de luxúria... se vão transar comigo, não tomem banho antes, por favor, me comam assim, com o cheiro de ovo explodindo na minha cara e me embriagando com suas sensações perfumadas.
Depois de lamber ele todo, e pintar com saliva os ovos e todo o entorno, coloquei ele na boca, começando na hora uma sucção intensa e vigorosa. O pau do Vicente não é comprido, nem muito grosso, mas tem uma cabeçona, mesmo assim eu comia ele todo, chegando a roçar os pelinhos do púbis com os lábios.
- Ahhhh... que boquinha... o que você faz comigo não tem nome! - exclama satisfeito.
- Tem sim - falo tirando o pau da boca por um instante - Chama blow job, tô te fazendo um blow job - e volto a comer ele com mais voracidade do que antes.
Vicente ri das minhas palavras, mas continua suspirando, me entregando o atributo mais importante dele. que eu goze à vontade com ele. Com as mãos dele, começa a me acariciar primeiro a cabeça, depois as costas, até chegar finalmente nos meus peitos, que ele amassa e aperta com um frenesi ardente. Como ele não tem ela muito grande, não consigo segurar pela base e bater uma punheta pra ele enquanto chupo, então seguro ele pelas bolas, que sinto pulsar e esquentar daquele jeito que mostra uma excitação furiosa. Por já termos ficado juntos antes, sei que ele consegue ficar duro de novo depois de gozar, então decido ir até o fim. Queria que a primeira mamada dele dentro de um carro fosse realmente inesquecível. E foi… quando senti os primeiros tremores do orgasmo se aproximando, acelerei o chupão. Não sei se ele achava que eu ia até o final, ele já tinha gozado dentro de mim, então engolir o esperma dele não seria muito diferente. A única coisa que eu ouvia eram as exclamações de prazer dele, cada vez mais intensas conforme o momento chegava. Mais umas chupadas e… os primeiros jatos de leite batem na minha garganta, parece uma mangueira descontrolada, mas apesar da descarga generosa, não solto ele, fico bem agarrada naquele chafariz pulsante de prazer, segurando na boca tudo que extraio das bolas dele. Quando parece que já soltou toda a carga, solto a rola dele, levanto o rosto pra ele, e abrindo a boca mostro o esperma dele formando uma poça grossa no meu céu da boca. Engulo tudo e sorrio pra ele, me lambendo tranquilamente. Me sinto uma verdadeira estrela pornô naquele momento.
- Gostou? - ele consegue balbuciar.
- Mmm… adoro seu leite! - falo pra ele.
Depois do boquete, me levanto e como um doce de menta, enquanto ele guarda a rola, abotoa a calça e dá partida. Em poucos minutos chegamos na pensão dele, tão excitados quanto no começo. Transamos nas posições mais variadas, todas de frente, nos olhando nos olhos, nos beijando com paixão enquanto nossos sexos voltam a nos complementamos de um jeito que me parece tão pleno e satisfatório. Cada estocada é uma flechada no coração, a consumação plena e absoluta de algo que vai além do meramente sexual. Vicente não é um superdotado nem um garanhão na cama, mas eu sinto ele de um jeito como poucas vezes senti antes. Não é mais uma transa de outra traição, a infidelidade já virou um hábito pra mim, por isso percebo que minha relação com Vicente é muito mais que isso. Foder, dar pra qualquer um, com ele eu faço amor… e fazer amor virou meu hobby favorito ultimamente, com Vicente, claro.
O coitado tenta me acompanhar, e consegue, hein, mas às vezes o ritmo é demais e ele cai exausto, antes mesmo de gozar. E eu sempre pedindo mais, mais e mais… sou uma sem coração… haha. Então é aí que eu assumo o controle, e fodo ele. Agachada sobre o corpo dele, me empurro pra cima e pra baixo, enfiando uma e outra vez aquela porra linda que em tão pouco tempo virou parte do meu próprio corpo. Meus peitos balançam na frente do rosto dele, no ritmo da cavalgada animada com que vou arrancar até a última gota de porra dele. Meus olhos estão abertos, adoro ver ele gozar, curtir meu corpo, minha buceta, meu tudo. Naquele momento me sinto tão dele como nunca fui de ninguém, nem do meu tio nem do meu marido. Queria ficar pra sempre sentada ali, no meu trono natural, ligada a ele e só a ele, do jeito mais pleno e íntimo que um homem e uma mulher podem estar. Adivinho pelos gestos dele a iminência do orgasmo, eu já gozei antes mas quero gozar de novo com ele pra nos fundirmos nesse prazer supremo que supera de longe qualquer expectativa que eu já tenha tido. Sempre agachada, as mãos no peito dele pra me firmar melhor, acelero meus movimentos em busca desse prazer prometido, os gemidos dele, assim como os meus, se intensificam, as palpitações aceleram, a pele fica Ela fica vermelha, os olhos se injetam de adrenalina... sobe e desce, sobe e desce, não consigo parar, deslizo com toda minha vontade sobre essa rola que me deixa louca, que me tem à mercê dela, enfio até onde cabe e me esfrego contra o colchão macio e fofinho de pelos (sobre o qual escorre meu fluxo) que recebe cada uma das minhas investidas, bato uma e outra vez contra essas bolas cheias e dormentes de prazer até que explodo num grito potente e agonizante:
- Ahhhh...!!! Vicente...!!!
Ele explode comigo, enchendo minha buceta com gozada após gozada, me acabando em lugares que até então eu nem conhecia. Em êxtase, caio sobre o peito dele, desarmada, sensível, volúvel... não sou uma mulher exageradamente religiosa, mas é nesse momento que me sinto mais perto de Deus.
Vicente acaricia meu cabelo com doçura, como se estivesse penteando, me segurando entre os braços, e eu fecho minhas pernas em volta do corpo dele, apertando, para não deixá-lo escapar. Me sinto cheia, completa, transbordando de alegria e felicidade. E mesmo já tendo minha dose necessária de prazer, imploro ao Céu (ou a quem for) que esse momento nunca acabe. Ainda sonolenta pelo orgasmo recente, levanto o rosto, olho pra ele e, com toda a sinceridade do mundo, digo:
- Não me canso de transar com você.
- Eu também não me canso de te comer - ele diz, mas logo esclarece: - Bom, um pouco sim, é que nunca transei tanto na minha vida, nem quando era cara, hein.
- Adoro ser eu quem te faz transar tanto - falo.
A gente se beija, ainda abraçados, já que eu não queria desperdiçar nem uma gota do líquido precioso que continuava escorrendo dentro de mim. Quando não teve mais, muito a contragosto, me levantei, fazendo com que minha buceta soltasse um barulhinho como quando se destampa alguma coisa, claro que mais suave e abafado.
- Viu? Ela também reclama por ter que sair - falo pro Vicente.
E ali, de novo de cócoras sobre ele, sinto que vem um torrente misturado fluxo de porra que molha os ovos dele, a pica e parte da barriga e do púbis. Nesse momento meu celular toca, pelo tom percebo que é minha sogra. Olho a hora e quase tenho um treco, já fazia um tempão que eu deveria estar em casa amamentando o Rodrigo. A magia do romance finalmente se desfaz. Com a pussy escorrendo essa espécie de caldo sexual, me levanto e atendo. Peço desculpas, inventando alguma falsa emergência no trabalho. Me enxáguo no banheiro, coloco um absorvente íntimo, me visto, me arrumo na pressa, e jogando um beijo da porta prometo voltar no dia seguinte. É então que ele me diz:
– Gostaria de passar uma noite inteira com você, sem que tivesse que sair correndo–
Fico olhando pra ele. Ele quer isso de verdade. E então percebo que eu também.
– Depois a gente conversa– falo e vou embora, sabendo muito bem que longe de acabar, nossa história tá só começando.
8 comentários - Vicente (2º Parte)
ahhhh a mi nunca me la chuparon en el laburo , digo por las dudas 😉 😝 😝
besos para la atorranta mas hermosa de poringa 😘 😘
Qué interesante esta situación, estás jugando con fuego y eso es lo que te enloquece, sabés que te garchás a cualquier descartable entonces aparece un viejito que te enternece y te da vuelta, pero amor ni ahí.
Genia, lo único que te faltaba era provocar debates. Te amo ❤️
La mejor forma de agradecer es comentando a quien te comenta.
Me encanto!
Muy caliente!
Gracias por compartir
No te me vayas a enamorar Marita eh...jajaja
Mira q hay muchos hombres por probar todavia...
Te dejo puntitos y besitos...