Eu sabia que seria fácil realizar essa fantasia, oferecendo um dinheiro, mas o problema era como abordá-las, em algum lugar onde ninguém me visse colocando ela no carro ou entrando num motel.
Mas o destino foi generoso comigo e uma tarde, estando em casa, a campainha toca. Espio pela janela e vejo uma dessas mulheres, que vinha com uma sacola, catando garrafas.
Saí para atendê-la, observando se alguém estava olhando e, felizmente, não havia ninguém.
Não era mentira que na minha casa (depois de muitas festas), tinha uma quantidade enorme de garrafas, então mandei ela entrar, para que ela mesma as pegasse no quarto.
Passamos pelo quintal, e dentro de um quarto velho, no fundo, eu tinha essas garrafas armazenadas.
Era uma mulher muito magra, cabelo preto e grisalho, uns 45 anos, muito conversadeira. Enquanto catava as garrafas, elogiava a casa, o quintal, me perguntava se eu era casado, se morava sozinho, etc. Eu, por minha vez, respondia às perguntas e olhava para o corpo magro dela, imaginando como seria vê-la pelada.
Ela, que não parava de falar, comentava como a vida estava difícil, como custava a ganhar o sustento do dia a dia, etc. Perguntei se ela era casada, e ela riu, disse que não, que tinha se juntado com um velho de 65 anos, que tinha um barraco à beira do rio, e que morava lá. Entre brincadeiras, perguntei se o velho fazia algum carinho nela, e morrendo de rir, ela disse que o velho se esforçava, mas mal subia e só ficava em cima uns minutos, e nada mais. Mas que quando surgia a oportunidade, ela não perdia, pra dar uma boa trepada, como Deus manda.
Essa resposta era tudo que eu precisava pra partir pra cima e realizar minha fantasia. Falei que eu também nunca perdia a chance de dar uma boa trepada, não importava com quem, porque a vida é uma só e tinha que aproveitar.
Mas você, tão novo e bonitão, e com essa casa e Esse carro, tu deve ter um monte de mulher pra meter ele.
Não reclamo, mas nunca são suficientes… então…
Minha cara de desejo deve ter deixado claro quais eram minhas intenções, e me olhando, ela disse:
Não me diga que você daria uma comigo
Claro que sim!
Sério?
Sim… meteria inteira
E a gente fecha como? Encantada, te passo a buceta! Se aproximando de mim e pegando no meu pacote por cima da calça.
Desabotoei a calça e baixei tudo de uma vez, ficando com a pica apontando pro céu. A vagabunda, se tocando na buceta por cima da saia, me olhava enquanto eu baixava e mordia os lábios, pensando na tremenda e limpa pica que ia comer.
Ela se ajoelhou, pegou na minha pica com as mãos ásperas e grossas, e imediatamente começou a me masturbar bem forte.
Ah, que gostosa você tem…
Mais dura que a do velhinho
Puuuuuuu muito mais dura e grande!
Chupa ela
A mulher magra, de cócoras na minha frente, enfiou até o fundo da boca sem soltar da mão, enquanto com a outra se tocava na buceta por cima da saia.
Ela chupava muito forte, metendo até a garganta, sem parar de se tocar.
Levantei ela e mandei tirar a saia. Enquanto se despia, eu, de pé, terminei de tirar a calça que estava nos meus tornozelos. Ela tirou a saia e deixou no banco de ferramentas, e rapidamente tirou umas calcinhas bem gastas que mal cobriam a buceta peluda e descuidada. Enfiei a mão por trás, passando da buceta suculenta até o cu, e depois levei até o rosto pra cheirar. Aquele cheiro era algo que nunca tinha sentido, mistura de urina e merda, que me excitou pra caralho, agarrando ela pela cintura por trás e forçando ela a se curvar, apoiando os braços na bancada.
De um só golpe, meti até o fundo, arrancando uns gemidos enormes de prazer. Ela queria Deixar ela completamente nua, então tirei a camiseta gasta e depois o sutiã, revelando uns peitos finos e caídos, que eu apertava do meu jeito.
Sentei numa cadeira velha e montei ela em cima de mim. Ela, por ser tão magra, pequena e leve, me deixava mexer com ela como se fosse um brinquedo. Comecei a chupar aquelas tetas longas e murchas, coroadas com dois mamilos pretos, compridos e bem duros, que naquele momento eram um manjar. A mulher magra se mexia como uma louca, enfiando meu pau até o fundo naquela buceta melada, fazendo movimentos circulares, subindo e descendo. Em poucos minutos, desesperada e fervendo de tesão, a mulher pequena começou a gozar. Senti um jato de sucos saindo disparado da buceta dela, molhando todas as minhas pernas. Fiquei doente de tesão e me levantei da cadeira. As pernas dela me envolviam forte na cintura, e continuei metendo de pé.
Com uma mão segurando a bunda magra e ossuda dela, com a outra joguei no chão um colchonete velho que tava pra ser descartado. Deitei ela nele e, abrindo as pernas finas dela, comecei a lamber a buceta dela. O cheiro grudou no meu nariz, mas minha língua, sem nojo, percorria tudo e se enfiava naquela buceta peluda e molhada. Ela gemia como uma louca e puxava meu cabelo, levando minha cara pra entreperna dela. Um dos meus dedos brincava na entrada do cuzinho dela, até que, achando a posição certa, começou a entrar devagar.
Depois de um tempo chupando aquela buceta suja, molhada pelos sucos dela, ela grita que vai gozar de novo. Me afasto só uns centímetros e, com as mãos, abro ao máximo a buceta dela, brincando com um dos meus dedos no clitóris comprido dela. Com um grito de prazer e arqueando as costas, ela solta um jato longo que cai na minha cara, enquanto os próximos jatos já iam direto pra minha boca, que bebia como se fosse água. desesperado, até que pararam de jorrar. Minha tesão já não aguentava mais e, montando no peito dela, enfiei meu pau na boca dela e comecei a gozar.
A mendiga engolia toda minha porra sem nojo, se alimentando daquele pau que entrava e saía da boca dela, chupando por um bom tempo até deixar ele completamente limpo.
Já descarregado, me levantei e vi aquela mulher magra e suja, com as pernas totalmente abertas, me mostrando a buceta que tinha me dado de beber, brincando com os dedos e me olhando com um sorriso.
Recuperei um pouco a sanidade e deu vontade de mandar ela embora. Pedi que se vestisse, que uns amigos estavam chegando. Ela se levantou, começou a se vestir com as roupas velhas, agradecendo pela boa foda e segurando meu pau, que ainda estava meio duro.
Já vestidos, eu e ela, saímos do quarto e começamos a andar até o portão do jardim que dava pra rua. Antes de sair, com o saco cheio de garrafas, ela se virou e, me dando um último e forte aperto no meu pau, disse que se rolasse de novo, me entregaria o cu de boa.
Falei pra ela voltar na próxima terça, no mesmo horário.
Mas o destino foi generoso comigo e uma tarde, estando em casa, a campainha toca. Espio pela janela e vejo uma dessas mulheres, que vinha com uma sacola, catando garrafas.
Saí para atendê-la, observando se alguém estava olhando e, felizmente, não havia ninguém.
Não era mentira que na minha casa (depois de muitas festas), tinha uma quantidade enorme de garrafas, então mandei ela entrar, para que ela mesma as pegasse no quarto.
Passamos pelo quintal, e dentro de um quarto velho, no fundo, eu tinha essas garrafas armazenadas.
Era uma mulher muito magra, cabelo preto e grisalho, uns 45 anos, muito conversadeira. Enquanto catava as garrafas, elogiava a casa, o quintal, me perguntava se eu era casado, se morava sozinho, etc. Eu, por minha vez, respondia às perguntas e olhava para o corpo magro dela, imaginando como seria vê-la pelada.
Ela, que não parava de falar, comentava como a vida estava difícil, como custava a ganhar o sustento do dia a dia, etc. Perguntei se ela era casada, e ela riu, disse que não, que tinha se juntado com um velho de 65 anos, que tinha um barraco à beira do rio, e que morava lá. Entre brincadeiras, perguntei se o velho fazia algum carinho nela, e morrendo de rir, ela disse que o velho se esforçava, mas mal subia e só ficava em cima uns minutos, e nada mais. Mas que quando surgia a oportunidade, ela não perdia, pra dar uma boa trepada, como Deus manda.
Essa resposta era tudo que eu precisava pra partir pra cima e realizar minha fantasia. Falei que eu também nunca perdia a chance de dar uma boa trepada, não importava com quem, porque a vida é uma só e tinha que aproveitar.
Mas você, tão novo e bonitão, e com essa casa e Esse carro, tu deve ter um monte de mulher pra meter ele.
Não reclamo, mas nunca são suficientes… então…
Minha cara de desejo deve ter deixado claro quais eram minhas intenções, e me olhando, ela disse:
Não me diga que você daria uma comigo
Claro que sim!
Sério?
Sim… meteria inteira
E a gente fecha como? Encantada, te passo a buceta! Se aproximando de mim e pegando no meu pacote por cima da calça.
Desabotoei a calça e baixei tudo de uma vez, ficando com a pica apontando pro céu. A vagabunda, se tocando na buceta por cima da saia, me olhava enquanto eu baixava e mordia os lábios, pensando na tremenda e limpa pica que ia comer.
Ela se ajoelhou, pegou na minha pica com as mãos ásperas e grossas, e imediatamente começou a me masturbar bem forte.
Ah, que gostosa você tem…
Mais dura que a do velhinho
Puuuuuuu muito mais dura e grande!
Chupa ela
A mulher magra, de cócoras na minha frente, enfiou até o fundo da boca sem soltar da mão, enquanto com a outra se tocava na buceta por cima da saia.
Ela chupava muito forte, metendo até a garganta, sem parar de se tocar.
Levantei ela e mandei tirar a saia. Enquanto se despia, eu, de pé, terminei de tirar a calça que estava nos meus tornozelos. Ela tirou a saia e deixou no banco de ferramentas, e rapidamente tirou umas calcinhas bem gastas que mal cobriam a buceta peluda e descuidada. Enfiei a mão por trás, passando da buceta suculenta até o cu, e depois levei até o rosto pra cheirar. Aquele cheiro era algo que nunca tinha sentido, mistura de urina e merda, que me excitou pra caralho, agarrando ela pela cintura por trás e forçando ela a se curvar, apoiando os braços na bancada.
De um só golpe, meti até o fundo, arrancando uns gemidos enormes de prazer. Ela queria Deixar ela completamente nua, então tirei a camiseta gasta e depois o sutiã, revelando uns peitos finos e caídos, que eu apertava do meu jeito.
Sentei numa cadeira velha e montei ela em cima de mim. Ela, por ser tão magra, pequena e leve, me deixava mexer com ela como se fosse um brinquedo. Comecei a chupar aquelas tetas longas e murchas, coroadas com dois mamilos pretos, compridos e bem duros, que naquele momento eram um manjar. A mulher magra se mexia como uma louca, enfiando meu pau até o fundo naquela buceta melada, fazendo movimentos circulares, subindo e descendo. Em poucos minutos, desesperada e fervendo de tesão, a mulher pequena começou a gozar. Senti um jato de sucos saindo disparado da buceta dela, molhando todas as minhas pernas. Fiquei doente de tesão e me levantei da cadeira. As pernas dela me envolviam forte na cintura, e continuei metendo de pé.
Com uma mão segurando a bunda magra e ossuda dela, com a outra joguei no chão um colchonete velho que tava pra ser descartado. Deitei ela nele e, abrindo as pernas finas dela, comecei a lamber a buceta dela. O cheiro grudou no meu nariz, mas minha língua, sem nojo, percorria tudo e se enfiava naquela buceta peluda e molhada. Ela gemia como uma louca e puxava meu cabelo, levando minha cara pra entreperna dela. Um dos meus dedos brincava na entrada do cuzinho dela, até que, achando a posição certa, começou a entrar devagar.
Depois de um tempo chupando aquela buceta suja, molhada pelos sucos dela, ela grita que vai gozar de novo. Me afasto só uns centímetros e, com as mãos, abro ao máximo a buceta dela, brincando com um dos meus dedos no clitóris comprido dela. Com um grito de prazer e arqueando as costas, ela solta um jato longo que cai na minha cara, enquanto os próximos jatos já iam direto pra minha boca, que bebia como se fosse água. desesperado, até que pararam de jorrar. Minha tesão já não aguentava mais e, montando no peito dela, enfiei meu pau na boca dela e comecei a gozar.
A mendiga engolia toda minha porra sem nojo, se alimentando daquele pau que entrava e saía da boca dela, chupando por um bom tempo até deixar ele completamente limpo.
Já descarregado, me levantei e vi aquela mulher magra e suja, com as pernas totalmente abertas, me mostrando a buceta que tinha me dado de beber, brincando com os dedos e me olhando com um sorriso.
Recuperei um pouco a sanidade e deu vontade de mandar ela embora. Pedi que se vestisse, que uns amigos estavam chegando. Ela se levantou, começou a se vestir com as roupas velhas, agradecendo pela boa foda e segurando meu pau, que ainda estava meio duro.
Já vestidos, eu e ela, saímos do quarto e começamos a andar até o portão do jardim que dava pra rua. Antes de sair, com o saco cheio de garrafas, ela se virou e, me dando um último e forte aperto no meu pau, disse que se rolasse de novo, me entregaria o cu de boa.
Falei pra ela voltar na próxima terça, no mesmo horário.
1 comentários - Comendo uma mendiga gostosa