nuestro amigo el quinesiologo.

Um tempo atrás, jogando futebol, bati a perna e acabei num hospital, encaminhado pra um fisioterapeuta. Esse profissional não era da cidade onde eu moro, então vinha duas vezes por semana atender no sanatório. Durante um tempão fiquei em tratamento por causa da pancada, e nesse tempo viramos grandes parceiros, quase amigos. Trocamos número de celular, contamos histórias, enfim, papo vai, papo vem. Um dia eu falei: "Quando quiser vir qualquer outro dia em casa, vem, já tem onde ficar", e ele aceitou numa boa. Chamamos ele pros aniversários, ele virou amigo dos nossos amigos, e assim, toda vez que queria vir, me ligava e perguntava se podia parar em casa, e eu, numa boa, aceitava.

Ao mesmo tempo, eu e minha mina estávamos conversando sobre a possibilidade de incluir outra pessoa na relação, ou seja, fazer um ménage. Que à primeira vista parece fácil, mas não é: tem que achar alguém que tope, que seja de confiança e sem frescura. Mas o assunto já tava mais que conversado e decidido, só faltava ver quem seria o sortudo.

No verão passado, nosso amigo pediu se podia vir passar umas semanas em casa, e a gente, numa boa, disse que sim. Pouco tempo depois de estar com a gente, falamos pra ele se sentir em casa, sem medo de nada, e se visse algo estranho, não saísse correndo. Aí ele perguntou o que seria esse "algo estranho". Eu, me fazendo de besta, respondi: "Eu e minha mulher, quando estamos em casa sozinhos, trancamos a porta, vamos pro quintal dos fundos, ela quase pelada e eu de cueca na piscina, e ela tomando sol de topless." Ele deu um sorriso e aceitou numa boa.

Nessas idas pra piscina, eu percebia que ele olhava de canto pra minha mina. Não só eu: numa ida ao banheiro, minha mulher me chama e fala: "Acho que já temos o candidato pra nossa farra." Só faltava ver como incluir ele e se ele toparia. Minha mulher disse: "Deixa tudo comigo e vai na minha onda."

Passaram-se vários dias, até que uma noite, minha mulher planejou tudo pra realizar o ménage.
preciso deixar claro que ela já tava de olho no amigo (que, pra ser sincero, tinha mais presença que eu, corpo atlético, tudo definido e uma boa aparência).—
uma noite, senti minha mulher levantar quase pelada e ir pro banheiro, eu fingi que tava dormindo. depois de um tempo, vi nosso amigo passando pra cozinha (o banheiro fica em frente ao nosso quarto, e os dois cômodos estão num corredor). aí vejo que minha mulher, depois de um tempo, sai do banheiro e segue o mesmo caminho.
depois de um tempo, levantei sem fazer barulho e fui devagarinho ver se tava rolando alguma coisa. chegando na cozinha, ouvi gemidos vindo de lá. me inclinei devagar e lá estavam os dois: ela deitada na bancada com as pernas abertas, ele de joelhos chupando o néctar gostoso da buceta da minha mulher. deixei eles se aqueçarem por um bom tempo. quando ela se levanta e puxa a cueca dele pra baixo, notei com grande surpresa que caía uma coisa parecida com uma anaconda entre as pernas dele. minha mulher já tava mais que extasiada, e eu mais que tesudo, decidi entrar em ação. quando entrei, ele pulou e tentou se esconder, mas rapidamente falei pra ele se acalmar, que tava tudo bem, que isso era uma das coisas que podia rolar em casa, mas não quisemos explicar antes com medo de ele se assustar. aí minha mulher se ajoelhou, pegou as duas picas com as mãos e começou a chupar nós dois. foi um momento único. depois de alguns minutos ali, levantamos e fomos pra cama. no meu quarto, com a luz apagada, a gente fazia de tudo. até que num momento, resolvi pegar na pica dele e acariciar as bolas, e recebi como resposta um aperto de mão e um empurrão pra eu continuar, sem que minha mulher percebesse. num momento, decidimos fazer um 69 enquanto fazíamos aquilo. nosso amigo metia na buceta da minha mulher, e sempre que dava, eu passava minha língua na pica dele ou ele enfiava em mim. a parte mais Foi espetacular quando fizemos dupla penetração na minha mulher, porque ela chegou ao clímax, gozou com nós dois por inteiro e pedia mais, mais. Fizemos o que deu, até ela tirar até a última gota de porra.
Agora nosso amigo vem sem pedir permissão em casa, e de vez em quando a gente repete a mesma coisa. Agora dormimos os três pelados na mesma cama... mas tem mais, nosso amigo, o doutor, está namorando e aos poucos está conversando com a namoradinha dele pra incluir ela na putaria e fazer um quarteto.

7 comentários - nuestro amigo el quinesiologo.

Hermoso relato! lastima que te me fuiste para el otro lado! pero gustos son gustos!
buen relato, felicitacions, me quede sin puntos mañana vuelvo con mas...
siempre tuve la fantasia de estar con una pareja... cojerme a la esposa mientras me garcha el marido. O sino cuando la mina vaya al baño mamarnos a fullcon el flaco. FANTASIAS
Me re calente!
miii viidaaaaaa, vos me vivis calentando con tus post... para mi es un honor que un capo como vos haya pasado y me hayas dejado un comentario, sos un capo..
@elgarchudo Gracias por la onda! Saludos!
las fantasías en ese rubro son muy grandes pero se dice y escribe KINESIOLOGO