isso é absolutamente real e aconteceu comigo há 6 meses. trabalho numa fábrica e cuido da parte de produção, por isso passo muito tempo entre o chão de fábrica e o escritório, procurando ordens de produção e organizando os pedidos de produção nas máquinas. sempre foram 3 funcionárias, há muito tempo, mas cerca de 1 ano atrás uma colega saiu pra trabalhar como contadora de casa, e aí entrou a colega que vou contar minha história. ela se chama romina, 40 anos recém-completados, morena, peitão bonito, 1,65 mais ou menos e extremamente simpática, separada há 4 anos, com um filho de 14 e uma filha de 12. a simpatia dela mudou o escritório num dia, poucos dias depois de entrar, eu dei uma carona até o negócio do pai perto da fábrica e aí começamos um papo mais íntimo. sempre falávamos muito sobre a situação do país, os filhos dela, meus gostos por futebol, mas era ótimo porque ela manjava do assunto. o tempo dela era muito apertado por causa dos filhos, então nunca tinha aceitado sair, até que um dia ela me convida pro cinema, fomos ver "brigada anti-gângster", foi muito bom, mas não trocamos nem um beijo, o que rolou foi que a gente falou de sexo, coisa que nunca tinha acontecido. eu sou separado, tenho 2 filhos de 20 e uma filha de 16, tenho 41, percebi que falar de sexo mudava o humor dela, ela ficava mais solta, mais tarada, adorava. nisso passou um mês e meio e continuávamos assim, até que um dia falo na cara que adoraria transar com ela, pra minha surpresa ela levou na boa, riu e respondeu que tava morrendo de vontade, fiquei louco. resumindo, organizei tudo como se fosse um casamento kkk, convidei ela pro meu apê, cozinhei pra ela, conversamos muito e na hora certa dei o primeiro beijo, foi foda, começamos a pegar fogo como dois adolescentes. fomos pro quarto e tirei a roupa dela, ela se deixou levar, tinha o corpo de uma gostosa de 30, peitos não muito caídos e usei a palavra: Buceta com uns pelinhos, do jeito que eu gosto. Beijei ela toda e, quando cheguei na buceta, abri os lábios dela. Ela tremeu, segurou minha cabeça e me empurrou pra dentro da buceta. Chupei o clitóris dela e ela ficava louca, louca. Não vou mentir, mas nunca tinha tido a experiência de uma mulher gozar tanto na minha boca. Lindo demais. Me senti um deus depois de tirar aquela gozada dela. Continuei beijando o corpo todo dela e me virei de barriga pra cima, esperando que ela percebesse que eu precisava de um boquete.
Levei a mão dela pro meu pau. Ela pegou e começou a me punhetar, mas não me chupava. Ficava louco. Depois de um tempão, ela colocou meu pau na boca dela. Foda demais. Passava a língua na cabeça com o pau dentro da boca. Não aguentei mais e pedi pra ela virar de barriga pra cima. Ia colocar a camisinha, mas ela disse que não, que eu gozasse dentro, que se cuidava há anos. Foi só encostar a cabeça e começar a loucura. Empurrei e entrei quase com o pau todo. Fiquei parado, contemplando ela. Tava de olhos fechados, se acostumando com meu pau. Bem devagar, começamos a foder e trocar beijinhos. Ficamos assim por um bom tempo e, de repente, ela começou a apertar meus braços cada vez mais forte. Entendi que ela tava perto de gozar. Abracei ela e continuei bombando, sempre suave, mas entrando e saindo com o pau todo. Notei que ela ia gozar porque começou um gemido que me deixou doido. Ela gozou, arqueou o corpo todo, gemeu, suspirou, e eu fiquei contemplando e acariciando o rosto dela. Beijei ela, batendo as línguas por um bom tempo. Ajeitei a bunda e as pernas dela entre as minhas e, sem dizer nada, comecei a bombar num ritmo mais rápido e forte que o anterior, sempre entrando e saindo com o pau todo. Assim por um bom tempo, sempre sem falar nada, até que ela ajeitou meus braços, apertando meus pulsos. A gente se entendia pelos olhares e gemidos. Parecia que ela tinha entendido que eu tava perto de gozar, e eu entendi que ela queria isso. Apertei bem as coxas dela com os Mios, coloquei minhas mãos na lateral dos ombros dela, ela segurou meus pulsos, ajustou a bunda dela pra ficarmos confortáveis e aí sim, comecei a bombar bem rápido, mas curto, de modo que a cabeça ficasse sempre dentro. Ela tava bem lubrificada e era um prazer sentir meu pau entrando e saindo daquela pussy. No instante final, quando eu já não aguentava mais e tava prestes a gozar, abracei ela passando meus braços por baixo das axilas dela, de modo que o rosto dela ficou de frente pro meu. Olhei pra ela, ela me beijou, fechou os olhos e eu terminei com uma bombada impressionante. Gozei e gemi que nem um moleque, ela apertou minhas costas com força e gemeu igual uma louca. Ficamos assim por um bom tempo. Me levantei, olhei nos olhos dela e, desde aquele momento, soubemos que nosso sexo tava só começando. O começo tinha sido maravilhoso e só melhorou. Nos meus próximos relatos, vou continuar contando tudo de bom que veio depois. Valeu por ler.
Levei a mão dela pro meu pau. Ela pegou e começou a me punhetar, mas não me chupava. Ficava louco. Depois de um tempão, ela colocou meu pau na boca dela. Foda demais. Passava a língua na cabeça com o pau dentro da boca. Não aguentei mais e pedi pra ela virar de barriga pra cima. Ia colocar a camisinha, mas ela disse que não, que eu gozasse dentro, que se cuidava há anos. Foi só encostar a cabeça e começar a loucura. Empurrei e entrei quase com o pau todo. Fiquei parado, contemplando ela. Tava de olhos fechados, se acostumando com meu pau. Bem devagar, começamos a foder e trocar beijinhos. Ficamos assim por um bom tempo e, de repente, ela começou a apertar meus braços cada vez mais forte. Entendi que ela tava perto de gozar. Abracei ela e continuei bombando, sempre suave, mas entrando e saindo com o pau todo. Notei que ela ia gozar porque começou um gemido que me deixou doido. Ela gozou, arqueou o corpo todo, gemeu, suspirou, e eu fiquei contemplando e acariciando o rosto dela. Beijei ela, batendo as línguas por um bom tempo. Ajeitei a bunda e as pernas dela entre as minhas e, sem dizer nada, comecei a bombar num ritmo mais rápido e forte que o anterior, sempre entrando e saindo com o pau todo. Assim por um bom tempo, sempre sem falar nada, até que ela ajeitou meus braços, apertando meus pulsos. A gente se entendia pelos olhares e gemidos. Parecia que ela tinha entendido que eu tava perto de gozar, e eu entendi que ela queria isso. Apertei bem as coxas dela com os Mios, coloquei minhas mãos na lateral dos ombros dela, ela segurou meus pulsos, ajustou a bunda dela pra ficarmos confortáveis e aí sim, comecei a bombar bem rápido, mas curto, de modo que a cabeça ficasse sempre dentro. Ela tava bem lubrificada e era um prazer sentir meu pau entrando e saindo daquela pussy. No instante final, quando eu já não aguentava mais e tava prestes a gozar, abracei ela passando meus braços por baixo das axilas dela, de modo que o rosto dela ficou de frente pro meu. Olhei pra ela, ela me beijou, fechou os olhos e eu terminei com uma bombada impressionante. Gozei e gemi que nem um moleque, ela apertou minhas costas com força e gemeu igual uma louca. Ficamos assim por um bom tempo. Me levantei, olhei nos olhos dela e, desde aquele momento, soubemos que nosso sexo tava só começando. O começo tinha sido maravilhoso e só melhorou. Nos meus próximos relatos, vou continuar contando tudo de bom que veio depois. Valeu por ler.
1 comentários - A nova colega gostosa