Férias com minha sogra (2)

O dia passou sem novidades, fui fazer compras (obviamente um par de garrafas de pisco e outras coisas), descemos pra praia, me estiquei na areia, dormi um pouco. Quando acordei, minha sogra estava se banhando com minha filha.

Uma morena gostosa estava deitada na minha frente. Fiquei olhando pra ela um tempo até que ela se levantou e me sorriu.

— Me empresta teu jornal?

— Claro, pega.

— Valeu.

Na hora que eu tava passando o jornal, chegou minha filha com a avó.

Ela me beliscou na perna e falou baixinho: — Cuidado hein, viu que me deixaram de olho em você.

Eu só ri.

Voltamos pra casa, minha sogra deu banho na minha filha e depois entrou no chuveiro. Fiquei brincando com a menina na sala até ouvir minha sogra sair do banho. Quando ela fechou a porta do quarto dela, larguei a menina sozinha e me enfiei no closet do meu quarto. Minha sogra, com uma toalha, secava o cabelo, enquanto com a outra se cobria o corpo. De repente, largou a toalha de lado e, de costas pra mim, tirou a outra. O corpo dela, completamente pelado, se mostrou na minha frente. As costas com uns gominhos terminavam numa bunda enorme. Como se soubesse o que eu queria, ela se virou, mostrando como secava os peitões poderosos, descendo pela barriga até terminar secando uma moita bem peluda na virilha.

Entrei no banho, preparamos algo pra comer e nos deitamos os três na minha cama pra ver TV (era a única TV da casa).

Minha filha logo ficou entediada e foi brincar no quarto dela, acabando dormindo na cama.

Anunciaram o filme da noite. Era um de ação e, com o tédio que a gente tava, nos preparamos pra ver. Eu saí pra cozinha, enquanto minha sogra foi pro outro quarto deitar a menina.

Preparei um tira-gosto e dois drinks (um mais forte que o outro).

— Vai me fazer beber de novo?

— Qual o problema?

— Olha que ontem a gente quase passou do ponto, hein.

— Era só uma brincadeira (eu ri).

Começamos a ver o filme. O filme e a gente beber. Quando minha sogra tomou o primeiro, já levantei na hora pra preparar outro, e depois mais um. Já com três no corpo, a língua começou a enrolar um pouco.

— Esse filme é uma merda.
— É, pensei que fosse melhor.
— Me acompanha lá fora pra fumar um cigarro?
— Beleza.

Sentamos num sofá que tava lá fora, tudo escuro, a lua e as estrelas perfeitas. Acendi um cigarro e ofereci um pra ela.

— Faz tempo que não fumo, mas já que tamo de férias, vamos abrir uma exceção. Mas antes vou preparar um drink e já volto.

Me deixando sozinho, ela entrou em casa e pouco depois saiu com dois drinks. Acendi o cigarro dela. Conversamos sobre um monte de coisa: da minha filha, da filha dela, como era nossa relação, das brigas, etc. Até que perguntei sobre o ex-marido dela.

— Sogra, depois que se separou, não teve mais ninguém?
— Na verdade, só teve um, mas foi por bem pouco tempo. Além disso, as meninas eram muito pequenas e ele não gostava delas, então não durou muito.
— Que idade a senhora tinha?
— Quando me separei, tinha 25 anos. Casei e aguentei três anos, mas não deu mais.
— Por que se separou?
— Seu sogro hoje você vê como um santo, mas na época era muito mulherengo e bom de copo. Às vezes chegava bêbado e me obrigava a fazer amor mesmo eu não querendo. Me maltratava, gastava o dinheiro, enfim.
— E aquele cara que veio depois do meu sogro, quanto tempo durou com ele?
— Uuuuu, coisa de um mês, e desde então nunca mais, e já vai fazer uns 30 anos... Tô sentindo um pouco de frio, que tal a gente entrar?
— Ok.

Ela entrou no banheiro, tava bem bebida.

— Começou o outro filme! Esse parece bom mesmo.
— Prefiro ir deitar, tô com um pouco de sono.
— Como assim, vai me deixar sozinho? Lembra que tem que cuidar de mim.
— Tá bom, só mais um pouco, mas vou me agasalhar porque tô com frio.
— Então se enfia debaixo da coberta.

A gente foi ver o outro filme. Eu também me deitei debaixo da coberta. Minha sogra, depois de um tempinho, se entregou. Ela se virou e dormiu. Passou umas meia hora. Eu tava muito excitado vendo as costas da minha sogra. Sabia que ela tava bem chapada de bebida e que o sono dela era bem pesado. Me virei e encostei meu corpo nas costas dela. Fingi que tava dormindo um pouco e, numa virada, fiquei com toda a minha pica encostada na bunda dela. Ela não se mexeu, continuava dormindo. Comecei a acariciar bem devagar, até que aos poucos fui descendo até a perna nua dela e comecei a acariciar, subindo a saia. Pensei que, de qualquer forma, ela ia achar que eu tava dormindo e confundindo ela com minha mulher. Ela continuava roncando. Minha mão já tava na virilha dela, dava pra sentir os pelos grossos saindo pelo contorno da calcinha. Comecei a me esfregar na bunda dela enquanto continuava acariciando a buceta dela por cima do tecido fino.

Ela não se mexia. A respiração dela, mesmo dormindo, parecia acelerar um pouco. Continuei com minha tarefa, a ideia era tentar puxar um pouco a calcinha dela, na esperança de tocar direto. Não foi fácil, devagar, sem ela acordar, consegui enfiar só um dedo que mal chegou no lugar. Encontrei os lábios carnudos e a buceta dela bem molhada. Sabia que a mulher tava ficando excitada. Um movimento dela me fez tirar o dedo e deixar a mão só apoiada. Mas ela não acordou. De novo voltei pra minha tarefa, de novo tive que percorrer todo aquele caminho que tinha me custado tanto. Outro movimento, ainda mais perceptível, me fez me afastar. Mas ela se virou e ficou de costas. Esperei uns minutos até sentir que ela tinha pegado no sono de novo.

Minha mão aventureira pousou rápido na calcinha dela. Puxando um pouco, comecei a enfiar a mão, mas dessa vez por cima. Dessa vez não teve resistência, minha mão avançou sem nenhuma dificuldade pela mata espessa de pelos. Devagar, fui até chegar com meu dedo bem no meio da buceta dela. Fiquei surpreso com o quanto ela estava molhada, devagar fui acariciando ela, era uma sensação muito gostosa, a situação me deixou tão excitado que eu ia gozar sem nem esfregar meu pau. O clitóris dela ficou ao meu alcance, devagar comecei a estimular, e ele foi crescendo. A respiração dela foi aumentando. De repente, sinto as duas mãos da minha sogra sobre as minhas, fiquei paralisado. Ela apertou elas com força e começou a esfregar rapidamente até que um jato molhou minha mão. Naquele momento, eu não aguentei mais e também gozei. Os movimentos começaram a parar, ela soltou minha mão, minha mão completamente molhada ainda se mexia entre as pernas dela. Sem dizer uma palavra, ela se levantou, sem me olhar, e saiu do quarto.

Na escuridão do meu quarto, sentia o cheiro que tinha ficado na minha mão, aquele cheiro de mulher satisfeita. Não sabia o que ia acontecer no dia seguinte, então só me restava aproveitar o momento e estar preparado para qualquer coisa no outro dia.

Amanheceu, levantei e minha sogra não estava. Pouco depois, minha filha se levantou, tomamos café e saímos para dar uma volta. Quando voltamos, ela estava cozinhando, cumprimentei ela como se nada tivesse acontecido, ela não respondeu. Tentei conversar normalmente durante o jantar, mas nada.

Comentei que ontem eu tinha dormido profundamente e nem tinha percebido a hora que ela tinha ido embora, tentando fazer ela pensar que, dormindo, confundi ela com a Andrea... Só aí o semblante dela mudou um pouco.
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