Trago pra vocês a segunda parte da história da Ginella. Espero que curtam.
Sexy e infiel Ginella 2.Como vocês devem lembrar, sou uma colombiana que mora em Morelia, México. Adoro me vestir bem sexy e exibir meus atributos para esquentar todos os homens em qualquer lugar que eu vá, mas só realizo as fantasias daqueles que eu considero que nunca teriam chance de pegar uma gata como eu. Normalmente são senhores de uns 50 anos, gordos, carecas ou policiais, operários, pedreiros, motoristas, etc…
Dessa vez fui visitar meu namorado no escritório dele e já fazia tempo que eu tinha notado que o guarda de segurança do andar onde fica o escritório do meu namorado me devorava com os olhos toda vez que me via. Ele é um rapaz de uns 30 anos chamado Pablo, alto e moreno, mas era bem gordo e dava pra ver que tinha tido muitos problemas com acne.
Eu sorria bem provocante pra ele e o máximo que tinha permitido era mostrar minhas tetas quando me aproximava dele e me abaixava na mesa dele com qualquer pretexto. Também tinha feito algumas vezes de fingir que não percebia que o elevador tinha aberto as portas, e que ele me pegou de surpresa enquanto eu arrumava a liga das minhas meias, claro que com minha minissaia levantada até logo abaixo da cintura e mostrando todas as minhas pernas.
Naquele dia meu namorado me comentou que amanhã seria o último dia de trabalho do Pablo porque no prédio tinham decidido colocar câmeras de segurança e por isso iam demitir todos os guardas de cada andar.
No dia seguinte, aproveitando que era meu dia livre no hotel onde trabalho e que meu namorado não ia chegar no escritório dele até depois do almoço, me preparei pra dar uma boa "despedida" pro Pablito.
Me levantei bem cedo e depois de tomar banho decidi colocar uma calcinha fio-dental preta e um sutiã branco transparente, por cima coloquei uma camiseta de alcinhas branca que marcava perfeitamente meus mamilos e uma minissaia preta curtíssima que mal cobria minha bunda, mas como tem volume tenho que andar com muito cuidado pra não levantar. Coloquei uns saltos de 12cm, deixei o cabelo solto que chega pouco abaixo dos ombros e saí decidida a me entregar ao jovem Pablito.
No caminho para o escritório do meu namorado começaram minhas dificuldades, já que não tenho carro, tive que sair pra conseguir um táxi. Como podem imaginar, enquanto esperava um táxi na esquina de casa, sentia que cada homem que passava por mim me despia com o olhar (embora na verdade não tivesse muita roupa pra tirar), até alguns simplesmente pararam me encarando e não faltaram os que se aproximavam pra me dizer coisas como "gostosa, você é uma puta deliciosa" ou "vestida assim dá pra ver que adora uma pica". Depois de uns 10 minutos passou um táxi vazio e no momento de entrar, um senhor que estava parado do meu lado me observando, esticou a mão e conseguiu pegar minha bunda e disse "você é uma puta esquisita..." e saiu correndo.
O táxi era dirigido por um rapazinho de uns 20 anos e assim que me viu ficou impressionado com como eu estava vestida. Durante todo o trajeto não tirou o olho das minhas pernas enquanto eu fingia distração e como estava sentada no banco de trás, ele conseguia ver perfeitamente minha calcinha fio-dental. Em cada semáforo ele agarrava a pica por cima da calça e simplesmente balançava a cabeça sem acreditar no que estava vendo.
Quando finalmente chegamos ao prédio onde fica o escritório do meu namorado, ele estacionou o táxi e ajoelhando-se no banco, virou de frente pra mim e tirando a pica pra fora da calça começou a se masturbar enquanto me dizia: "por favor moça, não desça... por favor ainda não..." ele estava extasiado e dava pra ver que logo ia gozar. Eu sorri e me aproximei pra dar só uma lambida com minha língua naquela pica que já estava pra explodir e, de fato, assim que eu estava descendo do táxi consegui ouvir ele gritar de prazer ao derramar a porra "aaaaaaahhhh!!!!!!......"
Eu já estava muito... Com toda a tesão acumulada desde que peguei o táxi, assim que cheguei no andar onde o Pablo estava, decidi botar a mão na massa.
Assim que a porta do elevador abriu, o coitado do Pablo ficou com uma cara de espanto, sem acreditar no que estava vendo: a mulher que ele mais desejou na vida estava parada na frente dele vestida como uma verdadeira puta. Imediatamente, eu fui até ele andando bem sexy, perguntando pelo meu namorado, que obviamente não estava, e quando o Pablo comentou que ele ia demorar pra chegar, eu disse que ia sentar um pouco pra ver se por acaso ele aparecia.
O Pablo se sentou na escrivaninha sem parar de me olhar nem por um segundo, e pelo movimento do braço dava pra ver claramente que ele estava segurando o pau por cima da calça, o que me deixou a mil.
Eu me levantei e pedi pra ele me emprestar o celular porque eu precisava fazer uma ligação urgente. O normal teria sido ele me passar o telefone e eu atender na frente da escrivaninha, mas o que eu fiz foi me enfiar lá dentro, junto da cadeira dele, e pegar o telefone ali. Eu tinha pedido pra ele discar o número da minha casa sem ele saber, só pra eu fingir que estava falando ao telefone, porque na verdade o que eu queria era ficar pertinho dele.
Quando eu estava de pé do lado dele fingindo a conversa telefônica, percebi a tremenda ereção que dava pra ver através da calça, parecia que o pau dele ia furar o tecido, quando na verdade era em mim que eu queria que ele furasse.
Eu estava de pé de um jeito que minha bunda ficava a uns 10 centímetros do rosto dele, e foi aí que o Pablo não aguentou mais e começou a acariciar minhas nádegas de forma brusca. Ele se levantou, desligou o telefone e veio pra cima de mim, esfregando o pau na minha bunda e apertando meus peitos de um jeito selvagem. Eu fingia surpresa enquanto dizia "Pablo... o que você está fazendo... me solta..." mas na verdade minha boceta estava toda molhada e eu queria que ele me comesse na hora. "O que você está Fazendo........ se controle, por favor……" E ao mesmo tempo, eu movia minha bunda para dar mais prazer a ele.
]Ele, por sua vez, estava louco de desejo e não entendia razão, só se dedicava a beijar meu pescoço e já tinha metido as mãos por dentro da minha blusinha e me agarrava forte nos peitos enquanto esfregava o pau dele na minha bunda toda, me dizendo: "Faz tempo que eu te desejo, sua puta safada, você sempre se veste com essas minissaias pra me provocar, mas hoje você vai ser minha".
Imediatamente, ele me virou, ficamos frente a frente e agora as mãos dele se apossaram das minhas nádegas enquanto procurava minha boca para me beijar. Eu não permitia, porque queria continuar fingindo que não queria nada com ele e dizia: "Não, Pablo… você está enganado, eu não sou assim… me solta, por favor", enquanto com minha mão direita esfregava o pau enorme que dava pra sentir. Pablo se afastou um momento de mim só para me dizer: "Cala a boca, puta. Imediatamente dá pra ver que você adora ser desejada e que adora que enfiem pau em você, mas agora você vai engolir o meu…". Ele me pegou pelos ombros, me fazendo ajoelhar até ficar de frente para o volume enorme que fazia dentro da calça, e sem que ele dissesse nada, eu o liberei e comecei a dar uns beijinhos e umas lambidas na cabeça do pau dele, que já estava prestes a explodir, enquanto dizia: "Eu não sei fazer isso… me solta, por favor… eu não gosto disso… eu não sou assim…" e comecei a chupar como uma desesperada.
Eu estava tão excitada que, enquanto chupava aquele belo cacete, comecei a ter um orgasmo delicioso e só se ouviam meus gemidos, que eram abafados pelo pau que estava chupando. Pablo se sentou na cadeira da escrivaninha, eu me levantei e, puxando a calcinha de lado, sozinha me enfiei no pau dele, começando a cavalgar como uma verdadeira puta faminta e desejosa de ser comida. Ele tirou minha blusa e meu sutiã, me deixando só com a minissaia, que já estava totalmente enrolada na minha cintura, e eu me recostei nele, dizendo no ouvido, entre um gemido e outro: "Você gosta da minha buceta??… Mostra que eu te deixo louco… Ensina as vontade que sempre despertei em você... me fode... sou sua... sou sua puta..." isso acabou de enlouquecer o Pablo, que no meio de um grito começou a descarregar a porra dentro de mim, o que me fez ter outro orgasmo.
Depois que ele tinha acabado de se esvaziar, ficamos um momento deitados na cadeira dele respirando ofegantes, mas eu percebi que o pau dele ainda estava duro como pedra, então comecei a me mover em círculos lentamente de novo. Sem tirar o pau de dentro de mim, ele me levantou, eu envolvi minhas pernas na cintura dele e ele me levou até o sofá em frente à escrivaninha, me colocou de quatro e começou a me foder desesperado de novo. Eu me sentia no paraíso, nunca tinha sido tocada por alguém que, logo depois de ter me fodido, começasse a me comer de novo sem tirar o pau.
Para esquentar mais, eu dizia entre meus múltiplos gemidos: "para, Pablo, por favor... não continua mais... isso não tá certo... já, Pablito... tira seu pau..." Ele puxava meu cabelo com uma mão e com a outra estava agarrado nos meus peitos, me dizendo: "toma, puta... engole meu pau... você adora, né?... vou te foder até me saciar e vou gozar nos seus peitos lindos..." Depois de uns 10 minutos me fodendo nessa posição, ele me virou de barriga para cima para meter assim enquanto mordia meus mamilos. Eu estava louca de prazer quando veio meu próximo orgasmo, justo no momento em que Pablo tirava o pau da minha buceta e colocava no meio dos meus peitos para me dizer aos gritos: "vou gozar, puta... toma minha porra... esfrega meu pau com seus peitões... tô gozando!!!!!!" Imediatamente começou a soltar uma grande quantidade de porra que caiu por todos os meus peitões, chegando até no meu rosto e cabelo.
Eu, como uma puta profissional, com minha boca comecei a limpar o pau dele, que agora estava flácido, mas ainda pulsava e soltava porra, então engoli todinha sem derramar uma gota.
Logo percebi que, surpreendentemente, o pau dele começou a levantar de novo (se Percebi que fazia muito tempo que o Pablo não tinha transado com ninguém, ou melhor, ele mal conseguia acreditar que era eu a putinha que ele estava comendo. Eu fiquei apavorada porque meu namorado logo chegaria no escritório dele (caso contrário, eu teria continuado fodendo o dia inteiro com ele). Então, aproveitando que o Pablo estava de olhos semiabertos, peguei minha blusa, meu sutiã e minha bolsa e corri para o elevador, que felizmente abriu na hora. O Pablo se levantou meio grogue, mas confuso por não sentir minha língua no pau dele, que já estava totalmente duro de novo, e me viu entrar no elevador. Instantes antes da porta fechar, tirei meu fio-dental, dei um beijo nele e joguei pra ele, pra que tivesse uma lembrança minha.
Já dentro do elevador, comecei a me limpar com a própria blusinha, tirando os restos de porra que tinham ficado espalhados pelos meus peitos e pelo meu rosto. Enquanto isso, rezava para não encontrar meu namorado no elevador e pensava em como chegaria em casa, já que vestida daquela maneira, teria que encarar de novo a situação que vivi quando cheguei. De repente, tive uma ideia e liguei pro meu namorado, dizendo que ia sair pra fazer umas compras e que precisava do carro dele. Pedi que, pra me poupar de subir até o escritório, ele deixasse as chaves com o segurança do térreo. Ele respondeu e disse que justamente naquele momento estava chegando no prédio, que não tinha problema e que deixaria as chaves com o seu Manuel, um senhor de uns 60 anos.
Assim que desci do elevador, esbarrei no seu Manuel, que me disse: "Seu namorado acabou de deixar as chaves do carro aqui, e não se preocupe… não comentei que você tinha estado aqui". Eu perguntei como era possível ele se lembrar que eu tinha subido umas 2 horas atrás, e ele me respondeu, me entregando as chaves: "Moça, é impossível não reparar numa mulher tão gostosa como você, ainda mais quando está vestida como uma verdadeira puta…" e peguei. (me disse, me dando um lenço) para terminar de limpar o que você tem no cabelo e a mancha na sua blusa…" Eu não consegui dizer nada, ele tinha notado que eu ainda tinha sêmen no meu cabelo e que a blusinha estava transparente por estar molhada do mesmo sêmen que o Pablo tinha derramado em mim, então também não disse nada quando ele começou a tocar nos meus peitos com uma mão enquanto com a outra agarrava minha bunda e me dizia "por enquanto pode ir, parece que já teve uma boa dose de pau, outro dia você me paga o favor…..
Pronto a terceira parte...
Sexy e infiel Ginella 2.Como vocês devem lembrar, sou uma colombiana que mora em Morelia, México. Adoro me vestir bem sexy e exibir meus atributos para esquentar todos os homens em qualquer lugar que eu vá, mas só realizo as fantasias daqueles que eu considero que nunca teriam chance de pegar uma gata como eu. Normalmente são senhores de uns 50 anos, gordos, carecas ou policiais, operários, pedreiros, motoristas, etc…
Dessa vez fui visitar meu namorado no escritório dele e já fazia tempo que eu tinha notado que o guarda de segurança do andar onde fica o escritório do meu namorado me devorava com os olhos toda vez que me via. Ele é um rapaz de uns 30 anos chamado Pablo, alto e moreno, mas era bem gordo e dava pra ver que tinha tido muitos problemas com acne.
Eu sorria bem provocante pra ele e o máximo que tinha permitido era mostrar minhas tetas quando me aproximava dele e me abaixava na mesa dele com qualquer pretexto. Também tinha feito algumas vezes de fingir que não percebia que o elevador tinha aberto as portas, e que ele me pegou de surpresa enquanto eu arrumava a liga das minhas meias, claro que com minha minissaia levantada até logo abaixo da cintura e mostrando todas as minhas pernas.
Naquele dia meu namorado me comentou que amanhã seria o último dia de trabalho do Pablo porque no prédio tinham decidido colocar câmeras de segurança e por isso iam demitir todos os guardas de cada andar.
No dia seguinte, aproveitando que era meu dia livre no hotel onde trabalho e que meu namorado não ia chegar no escritório dele até depois do almoço, me preparei pra dar uma boa "despedida" pro Pablito.
Me levantei bem cedo e depois de tomar banho decidi colocar uma calcinha fio-dental preta e um sutiã branco transparente, por cima coloquei uma camiseta de alcinhas branca que marcava perfeitamente meus mamilos e uma minissaia preta curtíssima que mal cobria minha bunda, mas como tem volume tenho que andar com muito cuidado pra não levantar. Coloquei uns saltos de 12cm, deixei o cabelo solto que chega pouco abaixo dos ombros e saí decidida a me entregar ao jovem Pablito.
No caminho para o escritório do meu namorado começaram minhas dificuldades, já que não tenho carro, tive que sair pra conseguir um táxi. Como podem imaginar, enquanto esperava um táxi na esquina de casa, sentia que cada homem que passava por mim me despia com o olhar (embora na verdade não tivesse muita roupa pra tirar), até alguns simplesmente pararam me encarando e não faltaram os que se aproximavam pra me dizer coisas como "gostosa, você é uma puta deliciosa" ou "vestida assim dá pra ver que adora uma pica". Depois de uns 10 minutos passou um táxi vazio e no momento de entrar, um senhor que estava parado do meu lado me observando, esticou a mão e conseguiu pegar minha bunda e disse "você é uma puta esquisita..." e saiu correndo.
O táxi era dirigido por um rapazinho de uns 20 anos e assim que me viu ficou impressionado com como eu estava vestida. Durante todo o trajeto não tirou o olho das minhas pernas enquanto eu fingia distração e como estava sentada no banco de trás, ele conseguia ver perfeitamente minha calcinha fio-dental. Em cada semáforo ele agarrava a pica por cima da calça e simplesmente balançava a cabeça sem acreditar no que estava vendo.
Quando finalmente chegamos ao prédio onde fica o escritório do meu namorado, ele estacionou o táxi e ajoelhando-se no banco, virou de frente pra mim e tirando a pica pra fora da calça começou a se masturbar enquanto me dizia: "por favor moça, não desça... por favor ainda não..." ele estava extasiado e dava pra ver que logo ia gozar. Eu sorri e me aproximei pra dar só uma lambida com minha língua naquela pica que já estava pra explodir e, de fato, assim que eu estava descendo do táxi consegui ouvir ele gritar de prazer ao derramar a porra "aaaaaaahhhh!!!!!!......"
Eu já estava muito... Com toda a tesão acumulada desde que peguei o táxi, assim que cheguei no andar onde o Pablo estava, decidi botar a mão na massa.
Assim que a porta do elevador abriu, o coitado do Pablo ficou com uma cara de espanto, sem acreditar no que estava vendo: a mulher que ele mais desejou na vida estava parada na frente dele vestida como uma verdadeira puta. Imediatamente, eu fui até ele andando bem sexy, perguntando pelo meu namorado, que obviamente não estava, e quando o Pablo comentou que ele ia demorar pra chegar, eu disse que ia sentar um pouco pra ver se por acaso ele aparecia.
O Pablo se sentou na escrivaninha sem parar de me olhar nem por um segundo, e pelo movimento do braço dava pra ver claramente que ele estava segurando o pau por cima da calça, o que me deixou a mil.
Eu me levantei e pedi pra ele me emprestar o celular porque eu precisava fazer uma ligação urgente. O normal teria sido ele me passar o telefone e eu atender na frente da escrivaninha, mas o que eu fiz foi me enfiar lá dentro, junto da cadeira dele, e pegar o telefone ali. Eu tinha pedido pra ele discar o número da minha casa sem ele saber, só pra eu fingir que estava falando ao telefone, porque na verdade o que eu queria era ficar pertinho dele.
Quando eu estava de pé do lado dele fingindo a conversa telefônica, percebi a tremenda ereção que dava pra ver através da calça, parecia que o pau dele ia furar o tecido, quando na verdade era em mim que eu queria que ele furasse.
Eu estava de pé de um jeito que minha bunda ficava a uns 10 centímetros do rosto dele, e foi aí que o Pablo não aguentou mais e começou a acariciar minhas nádegas de forma brusca. Ele se levantou, desligou o telefone e veio pra cima de mim, esfregando o pau na minha bunda e apertando meus peitos de um jeito selvagem. Eu fingia surpresa enquanto dizia "Pablo... o que você está fazendo... me solta..." mas na verdade minha boceta estava toda molhada e eu queria que ele me comesse na hora. "O que você está Fazendo........ se controle, por favor……" E ao mesmo tempo, eu movia minha bunda para dar mais prazer a ele.

]Ele, por sua vez, estava louco de desejo e não entendia razão, só se dedicava a beijar meu pescoço e já tinha metido as mãos por dentro da minha blusinha e me agarrava forte nos peitos enquanto esfregava o pau dele na minha bunda toda, me dizendo: "Faz tempo que eu te desejo, sua puta safada, você sempre se veste com essas minissaias pra me provocar, mas hoje você vai ser minha".Imediatamente, ele me virou, ficamos frente a frente e agora as mãos dele se apossaram das minhas nádegas enquanto procurava minha boca para me beijar. Eu não permitia, porque queria continuar fingindo que não queria nada com ele e dizia: "Não, Pablo… você está enganado, eu não sou assim… me solta, por favor", enquanto com minha mão direita esfregava o pau enorme que dava pra sentir. Pablo se afastou um momento de mim só para me dizer: "Cala a boca, puta. Imediatamente dá pra ver que você adora ser desejada e que adora que enfiem pau em você, mas agora você vai engolir o meu…". Ele me pegou pelos ombros, me fazendo ajoelhar até ficar de frente para o volume enorme que fazia dentro da calça, e sem que ele dissesse nada, eu o liberei e comecei a dar uns beijinhos e umas lambidas na cabeça do pau dele, que já estava prestes a explodir, enquanto dizia: "Eu não sei fazer isso… me solta, por favor… eu não gosto disso… eu não sou assim…" e comecei a chupar como uma desesperada.
Eu estava tão excitada que, enquanto chupava aquele belo cacete, comecei a ter um orgasmo delicioso e só se ouviam meus gemidos, que eram abafados pelo pau que estava chupando. Pablo se sentou na cadeira da escrivaninha, eu me levantei e, puxando a calcinha de lado, sozinha me enfiei no pau dele, começando a cavalgar como uma verdadeira puta faminta e desejosa de ser comida. Ele tirou minha blusa e meu sutiã, me deixando só com a minissaia, que já estava totalmente enrolada na minha cintura, e eu me recostei nele, dizendo no ouvido, entre um gemido e outro: "Você gosta da minha buceta??… Mostra que eu te deixo louco… Ensina as vontade que sempre despertei em você... me fode... sou sua... sou sua puta..." isso acabou de enlouquecer o Pablo, que no meio de um grito começou a descarregar a porra dentro de mim, o que me fez ter outro orgasmo.
Depois que ele tinha acabado de se esvaziar, ficamos um momento deitados na cadeira dele respirando ofegantes, mas eu percebi que o pau dele ainda estava duro como pedra, então comecei a me mover em círculos lentamente de novo. Sem tirar o pau de dentro de mim, ele me levantou, eu envolvi minhas pernas na cintura dele e ele me levou até o sofá em frente à escrivaninha, me colocou de quatro e começou a me foder desesperado de novo. Eu me sentia no paraíso, nunca tinha sido tocada por alguém que, logo depois de ter me fodido, começasse a me comer de novo sem tirar o pau.
Para esquentar mais, eu dizia entre meus múltiplos gemidos: "para, Pablo, por favor... não continua mais... isso não tá certo... já, Pablito... tira seu pau..." Ele puxava meu cabelo com uma mão e com a outra estava agarrado nos meus peitos, me dizendo: "toma, puta... engole meu pau... você adora, né?... vou te foder até me saciar e vou gozar nos seus peitos lindos..." Depois de uns 10 minutos me fodendo nessa posição, ele me virou de barriga para cima para meter assim enquanto mordia meus mamilos. Eu estava louca de prazer quando veio meu próximo orgasmo, justo no momento em que Pablo tirava o pau da minha buceta e colocava no meio dos meus peitos para me dizer aos gritos: "vou gozar, puta... toma minha porra... esfrega meu pau com seus peitões... tô gozando!!!!!!" Imediatamente começou a soltar uma grande quantidade de porra que caiu por todos os meus peitões, chegando até no meu rosto e cabelo.
Eu, como uma puta profissional, com minha boca comecei a limpar o pau dele, que agora estava flácido, mas ainda pulsava e soltava porra, então engoli todinha sem derramar uma gota.
Logo percebi que, surpreendentemente, o pau dele começou a levantar de novo (se Percebi que fazia muito tempo que o Pablo não tinha transado com ninguém, ou melhor, ele mal conseguia acreditar que era eu a putinha que ele estava comendo. Eu fiquei apavorada porque meu namorado logo chegaria no escritório dele (caso contrário, eu teria continuado fodendo o dia inteiro com ele). Então, aproveitando que o Pablo estava de olhos semiabertos, peguei minha blusa, meu sutiã e minha bolsa e corri para o elevador, que felizmente abriu na hora. O Pablo se levantou meio grogue, mas confuso por não sentir minha língua no pau dele, que já estava totalmente duro de novo, e me viu entrar no elevador. Instantes antes da porta fechar, tirei meu fio-dental, dei um beijo nele e joguei pra ele, pra que tivesse uma lembrança minha.
Já dentro do elevador, comecei a me limpar com a própria blusinha, tirando os restos de porra que tinham ficado espalhados pelos meus peitos e pelo meu rosto. Enquanto isso, rezava para não encontrar meu namorado no elevador e pensava em como chegaria em casa, já que vestida daquela maneira, teria que encarar de novo a situação que vivi quando cheguei. De repente, tive uma ideia e liguei pro meu namorado, dizendo que ia sair pra fazer umas compras e que precisava do carro dele. Pedi que, pra me poupar de subir até o escritório, ele deixasse as chaves com o segurança do térreo. Ele respondeu e disse que justamente naquele momento estava chegando no prédio, que não tinha problema e que deixaria as chaves com o seu Manuel, um senhor de uns 60 anos.
Assim que desci do elevador, esbarrei no seu Manuel, que me disse: "Seu namorado acabou de deixar as chaves do carro aqui, e não se preocupe… não comentei que você tinha estado aqui". Eu perguntei como era possível ele se lembrar que eu tinha subido umas 2 horas atrás, e ele me respondeu, me entregando as chaves: "Moça, é impossível não reparar numa mulher tão gostosa como você, ainda mais quando está vestida como uma verdadeira puta…" e peguei. (me disse, me dando um lenço) para terminar de limpar o que você tem no cabelo e a mancha na sua blusa…" Eu não consegui dizer nada, ele tinha notado que eu ainda tinha sêmen no meu cabelo e que a blusinha estava transparente por estar molhada do mesmo sêmen que o Pablo tinha derramado em mim, então também não disse nada quando ele começou a tocar nos meus peitos com uma mão enquanto com a outra agarrava minha bunda e me dizia "por enquanto pode ir, parece que já teve uma boa dose de pau, outro dia você me paga o favor…..
Pronto a terceira parte...
3 comentários - Sexy e infiel Ginella 2
lastima que me quede sin puntos pero los mereces
gracias por compartir