Beleza. Essa é minha primeira postagem, espero que vocês gostem. É sobre o primeiro conto erótico que li, me marcou pra caralho, então resolvi compartilhar nessa comunidade que tanto me fascina. Tô ansioso pelos comentários de vocês.😉
Foi um dia bem corrido: umas idas ao banco, supermercado, loja de departamento… Muita coisa que eu não ia dar conta. A primeira parada foi no super pra comprar vinho e umas outras coisas que tinha esquecido. Tava olhando uns pratos prontos quando passou na minha frente, separada por uns freezers, uma negra linda. Ela era preta, pretinha, carvão mesmo, mas linda demais. O branco dos olhos, no contraste com a pele escura, brilhava igual duas águas-marinhas; os lábios eram grossos, daqueles que fazem você sonhar com um beijo apaixonado; o rosto, sem ser bonito, era muito atraente. Eu tava afim pra caralho! E o corpo dela era uma delícia de curvas suaves, sem exagero. E os peitos, pequenos, de adolescente, podiam enlouquecer qualquer um.
A gente se olhou umas duas vezes, com insistência, nossos olhares se enganchando. Eu, apesar da minha idade e da pouca idade dela, uns dezenove, tava desejando ela com o corpo todo e não resisti: mandei um beijo com os lábios. Ela percebeu, sentiu, porque me olhou demorado e devolveu o beijo. Depois sorriu pra mim e continuou andando entre as prateleiras. Eu fui atrás. Nossos olhares se encontraram de novo e os beijos à distância e os sorrisos se repetiram.
A cena, deliciosa, apaixonante, que fazia a gente se apaixonar, se repetiu várias vezes. Ela me olhou intensamente e fez um gesto com a cabeça, me chamando pra segui-la. Foi o que eu fiz. Pagamos em caixas diferentes e ela foi em direção à saída. Eu me adiantei rápido e fiquei perto da escada que levava pro estacionamento.
Ela passou por mim e nossas mãos se roçaram devagar, se apertando por uns segundos. Já no estacionamento, ela me pegou pelo braço. A gente se afastou pra um lado, entre os carros, e parou. Nos olhamos demorado. Meu braço esquerdo, livre da sacola, envolveu a cintura dela. Ela se apertou contra mim e eu senti, queimando, abrasador, o calor da barriga dela se juntando à minha. Nossas bocas se uniram ansiosas e nossas línguas se procuraram com vontade. A língua dela... A negra era meio áspera, mas tinha gosto de glória. Larguei a bolsa no chão e, pegando ela pela bunda, apertei a barriga dela contra a minha. Nossos corpos se arquearam pra se juntar mais. Fiquei de pau duro. Ela sentiu e esfregou o corpo contra meu pau. Caminhamos até meu carro. Não paramos de nos beijar, loucos de tesão. Abri as portas, peguei as bolsas e coloquei no porta-malas. Entramos, tranquei as portas e nos beijamos com gana. Enquanto saboreávamos o gosto das nossas línguas, minhas mãos tentaram desabotoar a calça dela. Ela me ajudou. Puxei pra baixo, ela levantou a bunda me ajudando, e deixei na altura dos joelhos. O corpo dela me enlouqueceu. Era uma maravilha: coxas cheias e, como também tinha puxado a calcinha pra baixo, a buceta dela me pareceu a mais linda do mundo. Me inclinei pra selva crespa dela e beijei longamente. Ela gemeu e terminou de tirar a calça e a calcinha. Enquanto nos beijávamos de novo, reclamei o banco e ela se ajeitou pra me receber dentro do corpo dela. Ela sussurrou:
— Cuidado, não me machuca… Sou virgem.
— Aqui… vai ser… muito desconfortável… É fácil você sentir dor. Tá com pressa, tão te esperando em casa?
— Não, não tem ninguém me esperando, não tô com pressa.
— Quer vir pra minha casa?
— Sim.
Nos beijamos de novo. Eu sentia fome do corpo dela, da língua, da saliva, da buceta. A buceta dela cheirava a algo… como eu diria? — Selvagem?… Sim, sim, cheirava a algo… mato? Eu gostava, embora, recém-lavada, eu curtiria muito mais aquela deliciosa selva negra, de pelo abundantíssimo, crespo… Sim, como em casa, em nenhum lugar.
— Veste de novo, amor.
— O que você mandar, meu amor.
Ela começou a vestir a calcinha e a calça. Parei ela com um gesto e aproximei minha boca de novo da buceta crespa dela. E como cheirava a coisa bravia, de mato! Pelo visto, nossos beijos e minha lambida rápida na buceta dela tinham ativado os sucos dela e o cheiro tava mais forte. Ela também devia sentir e, levantando minha cabeça da virilha dela e me dando um beijo apaixonado na boca, ela me disse:
Desde que saí de casa hoje cedo, não me lavei. Preferia que esperássemos até estar na sua casa, meu amor. Tudo bem pra você?
Sim, querida, do jeito que você preferir. E além disso, você tem razão: essas coisas devem ser feitas depois de um bom banho. Se eu beijei sua... sua coisinha...
Ela riu de leve e me beijou, enfiando a língua na minha boca. Foi um beijo interminável, cheio de paixão e de... carinho? Eu diria que sim, que tinha carinho em tudo que a gente fazia. Mais ainda, afirmaria que desde os nossos primeiros olhares já tinha carinho. Quando nos separamos, eu disse pra ela:
Eu tava dizendo que... se eu beijo sua coisinha é porque sinto muita empolgação por você... Me dá um pouco de medo, sabe?
Por que, querida? Do que você tem medo?
De me apaixonar por você.
É isso que eu quero. Eu... já tô me apaixonando por você, meu amor.
A gente se beijou de novo e, enquanto ela terminava de subir a calcinha e a calça, acariciei a buceta dela com uma suavidade infinita. Ela me beijou de novo com vontade.
Juro pra você que, mesmo me vendo tão... apaixonada, sou virgem, não conheci homem nenhum, juro. Acontece que eu já tava com muita vontade de ser... possuída por um homem e... hoje, a gente se encontrou. E eu senti, dentro de mim, que tinha que ser com você. Juro que é verdade.
Acredito em você, meu amor.
De novo a gente se beijou e minha mão, abrindo a braguilha dele, acariciou de novo a deliciosa buceta dele. Ele respondeu na hora: abriu as pernas e, me beijando com mais força, a mão dele acariciou meu pau por cima da calça. Sentiu minha ereção e as mãos dele abriram minha braguilha e puxaram meu pau pra fora. Parou de me beijar e ficou olhando pra ele. Se inclinou e me deu um beijo nele com muita ternura. Fez isso várias vezes, dizendo:
Eu gosto, é bem branquinho. Mas... gosto muito.
Beijou de novo e a língua dele lambeu de leve. A língua dele era áspera, mas me deixava louca.
Você tem que me dizer como fazer. Nunca fiz isso.
Sim, minha vida. Qual é o seu nome? Meu bem?
Susi, Susana. E você?
Juancho.
Gosto do seu nome, Juancho.
E eu do seu, Susi. Sinto que…
O quê, amor? Me fala, não esconde nada. Por favor.
Bom… o que já te falei, Susi: que vou me apaixonar por você.
Nós dois vamos nos apaixonar. Já estamos, né, meu love?
Da minha parte, sim.
Da minha também. Vamos pra sua casa?
Sim, querido.
Liguei o carro e saímos do estacionamento. Enquanto dirigia, fomos conversando. Ela era de etnia zulu, criada e educada na antiga Guiné Espanhola, nas ilhas. Tinha nacionalidade espanhola, tinha estudado aqui e agora, com os pais divorciados e cada um seguindo seu rumo, estava sozinha em Madri, morando num quarto de uma casa bem modesta. Passava aperto financeiro e até tinha lavado louça por hora em algumas casas.
Essa é a minha vida. Meio complicada, né?
Normal. Eu, e vou te contar um pouco de mim, sou xxxxx e trabalho em xxxxx. Sou viúvo, meus filhos são casados, moram fora de Madri e… não tenho compromisso com nenhuma mulher, nem namorada… Nada. Nenhuma me quer.
Eu quero, amor. E você tá comprometido. Eu sou sua namorada. Quer ser meu namorado, meu love?
Encostei o carro na calçada e nos beijamos rapidamente. Seguimos pra casa.
Quer que a gente almoce junto?
Adoraria. E também jantar, ir ao cinema… Ficar com você. Tá afim de ir ao cinema com sua namorada?
Claro que sim. O ruim é que não vou deixar você ver o filme.
Sim, meu love. Para nossas carícias, nosso carinho, temos sua casa, não acha?
Sim, amor. Olha, gata, podemos almoçar e jantar sem precisar trabalhar. Tenho muita comida pronta.
Te aviso que nós, que somos metade zulus, metade guineenses ilhéus, cozinhamos muito bem.
Bom, vamos ver.
Chegamos na minha casa, colocamos o carro na garagem, subimos no elevador e comecei a abrir a porta.
Ela ficou elogiando a urbanização sem parar, com entusiasmo genuíno, coisa que agradeci. Depois de abrir, fiz menção de pegá-la no colo e, me dando um beijo, ela me abraçou pelo pescoço e tentou fazer o corpo dela pesar o mínimo possível. Entramos, nos beijamos de novo e ela foi pro banheiro. Quase na mesma hora só se ouvia o barulho do chuveiro e ela cantarolando. Decidi imitá-la. Afinal, a gente tinha dois banheiros completos. Terminei antes dela e, logo em seguida, como esperava, ouvi a voz dela, aquela voz deliciosa.
Querido, não tenho toalha.
É o banheiro de hóspedes. Tenho uma toalha aqui. Posso abrir?
Com a voz meio rouca pela emoção do momento, ela falou num tom mimoso, bem mimoso:
Você, meu amor, não precisa pedir permissão pra entrar quando eu tiver tomando banho, sabe, meu amor?
Abri a porta. Na minha frente, vi o corpo mais maravilhoso do mundo. Nós dois estávamos pelados. Comecei a ter uma ereção e, enquanto entregava a toalha pra ela, me ajoelhei na frente dela e comecei a lamber a buceta dela.
Que delícia! Não cheirava mais nem tinha gosto de algo selvagem. Tinha um cheiro leve, diferente das mulheres brancas, mas que eu gostei muito mais, gostei pra caralho. As mãos dela apertaram minha cabeça contra a entreperna dela. Me levantei, ela me beijou na boca, lambeu rapidinho minha pica e fomos pra cama.
Eu me coloquei na posição sessenta e nove e comecei a lamber a buceta dela. Susi, super excitada, tremendo de emoção, com as pernas bem abertas, gemia, suspirava e me dizia:
Me fala, amor, me fala. Como é que eu faço em você?
Expliquei pra ela e a gente voltou a se chupar e lamber com uma paixão que eu nunca tinha sentido. A buceta dela tava cada vez mais molhada. Eu tava pegando fogo de tesão, não aguentei mais e montei nela. Ela abriu as pernas e falou, com muita emoção:
Entra em mim, amor da minha vida! Minha virgindade eu guardei pra você, meu coração. Te amo.
E eu amo você, Susi da minha vida. Como eu tô me apaixonando por você, querida!
E eu por você.
Nós Corremos com ansiedade, com desespero, nos dando todo o love que guardamos por anos. Foi um puta prazer, como nunca senti com mulher alguma. Ela, minha Sussi, me disse entre gemidos que nunca imaginou que pudesse ser tão maravilhoso. Levantamos pra nos lavar. Depois, depois de olhar o conteúdo da geladeira, minha mina começou a preparar o almoço. Eu ajudei colocando a mesa e abrindo uma garrafa de espumante que guardava desde o Natal. Às duas horas tava tudo pronto. Como tava calor, sugeri descermos pra piscina.
Vocês têm piscina, meu love?
Sim. E tênis, se você gostar.
Vamos pra piscina, mesmo que seja só um pouquinho… Que pena, amor, não tenho biquíni!
Bem pertinho tem uma loja de esportes, então, se quiser…
Claro que sim, vamos.
Em menos de dez minutos entramos na piscina. Todos os vizinhos nos olharam. A Sussi tava linda demais enfiada no biquíni azul claro. Que corpaço! Notei os olhares admirados dos meus vizinhos. Depois de um leve banho, entramos na água. A Sussi nadava como uma campeã e fez vários lados. Eu, antes de um minuto, saí. Depois de me lavar, sentei perto de uma vizinha.
Que mina tão gostosa, Juancho! É uma colega de trabalho?
Não, Lucy, é minha namorada.
Pois é linda. Você teve muito bom gosto. Ela vai ficar com você, morar com você? Sou uma perguntadeira, né?
A gente tem intimidade, não? Então… olha… não sei. Não pensei em nada.
Você se sente bem com ela?
Hoje começamos o relacionamento. Foi tudo como… como um flechada, o raio que tanto falam e nunca terminam os sicilianos… Enfim… Não sei o que vai rolar. Você sabe que essas coisas de homem e mulher terminam quando menos se espera. Bom, o que vou te contar que você já não saiba de primeira mão?
A Sussi saiu da água. Apresentei minha vizinha. A Sussi fez uma observação que me agradou: disse "sou a namorada dele". Nos despedimos. Subimos pra casa e sem muita vontade de fazer A comida, a gente chegou num burger e encheu o cu de comida "porcaria". Quando voltamos pra casa, dei pra Sussi uma escova de dente e pasta. Ela me surpreendeu de novo: entrou no meu banheiro e, soltando um sorriso safado, disse:
Não vamos sujar dois banheiros, né? Vamos usar esse se... você me deixar ficar com você.
Adoraria, Sussi, mas acontece que... Olha... eu tenho cinquenta e cinco anos, você é vintenária. Você tem uma força e uma vontade sexual que eu... não perdi, mas diminuiu com o passar dos anos. Entende? Você não deve morar comigo.
Vai ter que me expulsar, meu amor, porque eu só quero fazer amor com você.
Bom... hoje à noite sim, amanhã... a gente vê. Acabei de pensar numa coisa. Se der sorte...
Liguei pra um amigo. O esquema deu certo: ele me venderia duas entradas pra ópera. Falei pra ela. Ela deu um pulo de alegria, mas logo ficou séria, com cara de choro.
Não tenho um vestido adequado pra ir ao Teatro Real, Juancho.
Vamos na sua casa e...
Em casa também não, querido.
Então vamos no Corte Inglés e resolvemos rápido. Com esse corpinão, qualquer coisa que você experimentar fica bom.
É um abuso, Juancho, não posso aceitar.
Que besteira! Vamos logo.
Fizemos isso. E depois de experimentar vários vestidos, a gente gostou de um verde claro. Ficou nela que parecia uma modelo. Não foi barato, não, mas valeu a pena. Voltamos pra casa, nos vestimos e saímos de carro pro Real. Quando chegamos, faltavam trinta minutos pro começo. Sugeri entrar pra ela ver o interior daquele teatro-joia. Ela era uma mulher culta, com estudo, e não parou de elogiar com discrição. Nem preciso dizer que a presença dela chamou atenção. Ela estava linda e o vestido realçava a beleza dela. Eu também não tava feio: terno preto, gravata listrada... Enfim, um casal de luxo. Sussi não soltava meu braço nem um minuto. Anunciaram o começo e... Entramos. Logo que sentamos, começaram os acordes da abertura de "O Barbeiro de Sevilha". Ela me apertou com mais força e sussurrou:
"É o dia mais feliz da minha vida. Nunca vou esquecer. Te amo, meu amor. Pra sempre."
Voltamos pra casa e tivemos um começo de noite incrível, melhor que ao meio-dia. Dormimos de um sono só. Depois do café, Sussi disse que não queria se separar de mim, que fôssemos na casa dela pegar suas poucas coisas, acertar com a dona da casa e voltar pra que, desde hoje, ia ser o novo lar dela.
Fiquei olhando pra ela sem saber o que dizer. Ela, me dando um beijo apaixonado, disse:
"Te amo muito. E não tenha medo da minha juventude. Não sou nenhuma louca por sexo. Já experimentei, gosto com você e fico satisfeita até... bem, até depois de amanhã ou mais tarde. Juro."
Nos beijamos, fomos pegar as coisas dela e começamos a morar juntos. Depois de um mês (que raça tão prolífica!), ela me mostrou um teste de gravidez. Deu positivo. Fomos muito felizes. Nunca me arrependi de termos morado juntos. Tivemos duas meninas. Mais clarinhas que a mãe, mas tão gostosas quanto ela. Imaginem o quanto me exibi no condomínio pela minha dupla paternidade. Ah! Era verdade o que ela disse: não era nenhuma mulher fogosa, louca por sexo, sempre se mostrou mais tranquila. Como a criação das meninas a deixava muito ocupada, ela começou a dar aulas de inglês, que dominava perfeitamente, na nossa própria casa. Um monte de garotos do nosso condomínio e dos vizinhos se inscreveram. Como Sussi se sentiu feliz! E eu com ela.
Foi um dia bem corrido: umas idas ao banco, supermercado, loja de departamento… Muita coisa que eu não ia dar conta. A primeira parada foi no super pra comprar vinho e umas outras coisas que tinha esquecido. Tava olhando uns pratos prontos quando passou na minha frente, separada por uns freezers, uma negra linda. Ela era preta, pretinha, carvão mesmo, mas linda demais. O branco dos olhos, no contraste com a pele escura, brilhava igual duas águas-marinhas; os lábios eram grossos, daqueles que fazem você sonhar com um beijo apaixonado; o rosto, sem ser bonito, era muito atraente. Eu tava afim pra caralho! E o corpo dela era uma delícia de curvas suaves, sem exagero. E os peitos, pequenos, de adolescente, podiam enlouquecer qualquer um.
A gente se olhou umas duas vezes, com insistência, nossos olhares se enganchando. Eu, apesar da minha idade e da pouca idade dela, uns dezenove, tava desejando ela com o corpo todo e não resisti: mandei um beijo com os lábios. Ela percebeu, sentiu, porque me olhou demorado e devolveu o beijo. Depois sorriu pra mim e continuou andando entre as prateleiras. Eu fui atrás. Nossos olhares se encontraram de novo e os beijos à distância e os sorrisos se repetiram.
A cena, deliciosa, apaixonante, que fazia a gente se apaixonar, se repetiu várias vezes. Ela me olhou intensamente e fez um gesto com a cabeça, me chamando pra segui-la. Foi o que eu fiz. Pagamos em caixas diferentes e ela foi em direção à saída. Eu me adiantei rápido e fiquei perto da escada que levava pro estacionamento.
Ela passou por mim e nossas mãos se roçaram devagar, se apertando por uns segundos. Já no estacionamento, ela me pegou pelo braço. A gente se afastou pra um lado, entre os carros, e parou. Nos olhamos demorado. Meu braço esquerdo, livre da sacola, envolveu a cintura dela. Ela se apertou contra mim e eu senti, queimando, abrasador, o calor da barriga dela se juntando à minha. Nossas bocas se uniram ansiosas e nossas línguas se procuraram com vontade. A língua dela... A negra era meio áspera, mas tinha gosto de glória. Larguei a bolsa no chão e, pegando ela pela bunda, apertei a barriga dela contra a minha. Nossos corpos se arquearam pra se juntar mais. Fiquei de pau duro. Ela sentiu e esfregou o corpo contra meu pau. Caminhamos até meu carro. Não paramos de nos beijar, loucos de tesão. Abri as portas, peguei as bolsas e coloquei no porta-malas. Entramos, tranquei as portas e nos beijamos com gana. Enquanto saboreávamos o gosto das nossas línguas, minhas mãos tentaram desabotoar a calça dela. Ela me ajudou. Puxei pra baixo, ela levantou a bunda me ajudando, e deixei na altura dos joelhos. O corpo dela me enlouqueceu. Era uma maravilha: coxas cheias e, como também tinha puxado a calcinha pra baixo, a buceta dela me pareceu a mais linda do mundo. Me inclinei pra selva crespa dela e beijei longamente. Ela gemeu e terminou de tirar a calça e a calcinha. Enquanto nos beijávamos de novo, reclamei o banco e ela se ajeitou pra me receber dentro do corpo dela. Ela sussurrou:
— Cuidado, não me machuca… Sou virgem.
— Aqui… vai ser… muito desconfortável… É fácil você sentir dor. Tá com pressa, tão te esperando em casa?
— Não, não tem ninguém me esperando, não tô com pressa.
— Quer vir pra minha casa?
— Sim.
Nos beijamos de novo. Eu sentia fome do corpo dela, da língua, da saliva, da buceta. A buceta dela cheirava a algo… como eu diria? — Selvagem?… Sim, sim, cheirava a algo… mato? Eu gostava, embora, recém-lavada, eu curtiria muito mais aquela deliciosa selva negra, de pelo abundantíssimo, crespo… Sim, como em casa, em nenhum lugar.
— Veste de novo, amor.
— O que você mandar, meu amor.
Ela começou a vestir a calcinha e a calça. Parei ela com um gesto e aproximei minha boca de novo da buceta crespa dela. E como cheirava a coisa bravia, de mato! Pelo visto, nossos beijos e minha lambida rápida na buceta dela tinham ativado os sucos dela e o cheiro tava mais forte. Ela também devia sentir e, levantando minha cabeça da virilha dela e me dando um beijo apaixonado na boca, ela me disse:
Desde que saí de casa hoje cedo, não me lavei. Preferia que esperássemos até estar na sua casa, meu amor. Tudo bem pra você?
Sim, querida, do jeito que você preferir. E além disso, você tem razão: essas coisas devem ser feitas depois de um bom banho. Se eu beijei sua... sua coisinha...
Ela riu de leve e me beijou, enfiando a língua na minha boca. Foi um beijo interminável, cheio de paixão e de... carinho? Eu diria que sim, que tinha carinho em tudo que a gente fazia. Mais ainda, afirmaria que desde os nossos primeiros olhares já tinha carinho. Quando nos separamos, eu disse pra ela:
Eu tava dizendo que... se eu beijo sua coisinha é porque sinto muita empolgação por você... Me dá um pouco de medo, sabe?
Por que, querida? Do que você tem medo?
De me apaixonar por você.
É isso que eu quero. Eu... já tô me apaixonando por você, meu amor.
A gente se beijou de novo e, enquanto ela terminava de subir a calcinha e a calça, acariciei a buceta dela com uma suavidade infinita. Ela me beijou de novo com vontade.
Juro pra você que, mesmo me vendo tão... apaixonada, sou virgem, não conheci homem nenhum, juro. Acontece que eu já tava com muita vontade de ser... possuída por um homem e... hoje, a gente se encontrou. E eu senti, dentro de mim, que tinha que ser com você. Juro que é verdade.
Acredito em você, meu amor.
De novo a gente se beijou e minha mão, abrindo a braguilha dele, acariciou de novo a deliciosa buceta dele. Ele respondeu na hora: abriu as pernas e, me beijando com mais força, a mão dele acariciou meu pau por cima da calça. Sentiu minha ereção e as mãos dele abriram minha braguilha e puxaram meu pau pra fora. Parou de me beijar e ficou olhando pra ele. Se inclinou e me deu um beijo nele com muita ternura. Fez isso várias vezes, dizendo:
Eu gosto, é bem branquinho. Mas... gosto muito.
Beijou de novo e a língua dele lambeu de leve. A língua dele era áspera, mas me deixava louca.
Você tem que me dizer como fazer. Nunca fiz isso.
Sim, minha vida. Qual é o seu nome? Meu bem?
Susi, Susana. E você?
Juancho.
Gosto do seu nome, Juancho.
E eu do seu, Susi. Sinto que…
O quê, amor? Me fala, não esconde nada. Por favor.
Bom… o que já te falei, Susi: que vou me apaixonar por você.
Nós dois vamos nos apaixonar. Já estamos, né, meu love?
Da minha parte, sim.
Da minha também. Vamos pra sua casa?
Sim, querido.
Liguei o carro e saímos do estacionamento. Enquanto dirigia, fomos conversando. Ela era de etnia zulu, criada e educada na antiga Guiné Espanhola, nas ilhas. Tinha nacionalidade espanhola, tinha estudado aqui e agora, com os pais divorciados e cada um seguindo seu rumo, estava sozinha em Madri, morando num quarto de uma casa bem modesta. Passava aperto financeiro e até tinha lavado louça por hora em algumas casas.
Essa é a minha vida. Meio complicada, né?
Normal. Eu, e vou te contar um pouco de mim, sou xxxxx e trabalho em xxxxx. Sou viúvo, meus filhos são casados, moram fora de Madri e… não tenho compromisso com nenhuma mulher, nem namorada… Nada. Nenhuma me quer.
Eu quero, amor. E você tá comprometido. Eu sou sua namorada. Quer ser meu namorado, meu love?
Encostei o carro na calçada e nos beijamos rapidamente. Seguimos pra casa.
Quer que a gente almoce junto?
Adoraria. E também jantar, ir ao cinema… Ficar com você. Tá afim de ir ao cinema com sua namorada?
Claro que sim. O ruim é que não vou deixar você ver o filme.
Sim, meu love. Para nossas carícias, nosso carinho, temos sua casa, não acha?
Sim, amor. Olha, gata, podemos almoçar e jantar sem precisar trabalhar. Tenho muita comida pronta.
Te aviso que nós, que somos metade zulus, metade guineenses ilhéus, cozinhamos muito bem.
Bom, vamos ver.
Chegamos na minha casa, colocamos o carro na garagem, subimos no elevador e comecei a abrir a porta.
Ela ficou elogiando a urbanização sem parar, com entusiasmo genuíno, coisa que agradeci. Depois de abrir, fiz menção de pegá-la no colo e, me dando um beijo, ela me abraçou pelo pescoço e tentou fazer o corpo dela pesar o mínimo possível. Entramos, nos beijamos de novo e ela foi pro banheiro. Quase na mesma hora só se ouvia o barulho do chuveiro e ela cantarolando. Decidi imitá-la. Afinal, a gente tinha dois banheiros completos. Terminei antes dela e, logo em seguida, como esperava, ouvi a voz dela, aquela voz deliciosa.
Querido, não tenho toalha.
É o banheiro de hóspedes. Tenho uma toalha aqui. Posso abrir?
Com a voz meio rouca pela emoção do momento, ela falou num tom mimoso, bem mimoso:
Você, meu amor, não precisa pedir permissão pra entrar quando eu tiver tomando banho, sabe, meu amor?
Abri a porta. Na minha frente, vi o corpo mais maravilhoso do mundo. Nós dois estávamos pelados. Comecei a ter uma ereção e, enquanto entregava a toalha pra ela, me ajoelhei na frente dela e comecei a lamber a buceta dela.
Que delícia! Não cheirava mais nem tinha gosto de algo selvagem. Tinha um cheiro leve, diferente das mulheres brancas, mas que eu gostei muito mais, gostei pra caralho. As mãos dela apertaram minha cabeça contra a entreperna dela. Me levantei, ela me beijou na boca, lambeu rapidinho minha pica e fomos pra cama.
Eu me coloquei na posição sessenta e nove e comecei a lamber a buceta dela. Susi, super excitada, tremendo de emoção, com as pernas bem abertas, gemia, suspirava e me dizia:
Me fala, amor, me fala. Como é que eu faço em você?
Expliquei pra ela e a gente voltou a se chupar e lamber com uma paixão que eu nunca tinha sentido. A buceta dela tava cada vez mais molhada. Eu tava pegando fogo de tesão, não aguentei mais e montei nela. Ela abriu as pernas e falou, com muita emoção:
Entra em mim, amor da minha vida! Minha virgindade eu guardei pra você, meu coração. Te amo.
E eu amo você, Susi da minha vida. Como eu tô me apaixonando por você, querida!
E eu por você.
Nós Corremos com ansiedade, com desespero, nos dando todo o love que guardamos por anos. Foi um puta prazer, como nunca senti com mulher alguma. Ela, minha Sussi, me disse entre gemidos que nunca imaginou que pudesse ser tão maravilhoso. Levantamos pra nos lavar. Depois, depois de olhar o conteúdo da geladeira, minha mina começou a preparar o almoço. Eu ajudei colocando a mesa e abrindo uma garrafa de espumante que guardava desde o Natal. Às duas horas tava tudo pronto. Como tava calor, sugeri descermos pra piscina.
Vocês têm piscina, meu love?
Sim. E tênis, se você gostar.
Vamos pra piscina, mesmo que seja só um pouquinho… Que pena, amor, não tenho biquíni!
Bem pertinho tem uma loja de esportes, então, se quiser…
Claro que sim, vamos.
Em menos de dez minutos entramos na piscina. Todos os vizinhos nos olharam. A Sussi tava linda demais enfiada no biquíni azul claro. Que corpaço! Notei os olhares admirados dos meus vizinhos. Depois de um leve banho, entramos na água. A Sussi nadava como uma campeã e fez vários lados. Eu, antes de um minuto, saí. Depois de me lavar, sentei perto de uma vizinha.
Que mina tão gostosa, Juancho! É uma colega de trabalho?
Não, Lucy, é minha namorada.
Pois é linda. Você teve muito bom gosto. Ela vai ficar com você, morar com você? Sou uma perguntadeira, né?
A gente tem intimidade, não? Então… olha… não sei. Não pensei em nada.
Você se sente bem com ela?
Hoje começamos o relacionamento. Foi tudo como… como um flechada, o raio que tanto falam e nunca terminam os sicilianos… Enfim… Não sei o que vai rolar. Você sabe que essas coisas de homem e mulher terminam quando menos se espera. Bom, o que vou te contar que você já não saiba de primeira mão?
A Sussi saiu da água. Apresentei minha vizinha. A Sussi fez uma observação que me agradou: disse "sou a namorada dele". Nos despedimos. Subimos pra casa e sem muita vontade de fazer A comida, a gente chegou num burger e encheu o cu de comida "porcaria". Quando voltamos pra casa, dei pra Sussi uma escova de dente e pasta. Ela me surpreendeu de novo: entrou no meu banheiro e, soltando um sorriso safado, disse:
Não vamos sujar dois banheiros, né? Vamos usar esse se... você me deixar ficar com você.
Adoraria, Sussi, mas acontece que... Olha... eu tenho cinquenta e cinco anos, você é vintenária. Você tem uma força e uma vontade sexual que eu... não perdi, mas diminuiu com o passar dos anos. Entende? Você não deve morar comigo.
Vai ter que me expulsar, meu amor, porque eu só quero fazer amor com você.
Bom... hoje à noite sim, amanhã... a gente vê. Acabei de pensar numa coisa. Se der sorte...
Liguei pra um amigo. O esquema deu certo: ele me venderia duas entradas pra ópera. Falei pra ela. Ela deu um pulo de alegria, mas logo ficou séria, com cara de choro.
Não tenho um vestido adequado pra ir ao Teatro Real, Juancho.
Vamos na sua casa e...
Em casa também não, querido.
Então vamos no Corte Inglés e resolvemos rápido. Com esse corpinão, qualquer coisa que você experimentar fica bom.
É um abuso, Juancho, não posso aceitar.
Que besteira! Vamos logo.
Fizemos isso. E depois de experimentar vários vestidos, a gente gostou de um verde claro. Ficou nela que parecia uma modelo. Não foi barato, não, mas valeu a pena. Voltamos pra casa, nos vestimos e saímos de carro pro Real. Quando chegamos, faltavam trinta minutos pro começo. Sugeri entrar pra ela ver o interior daquele teatro-joia. Ela era uma mulher culta, com estudo, e não parou de elogiar com discrição. Nem preciso dizer que a presença dela chamou atenção. Ela estava linda e o vestido realçava a beleza dela. Eu também não tava feio: terno preto, gravata listrada... Enfim, um casal de luxo. Sussi não soltava meu braço nem um minuto. Anunciaram o começo e... Entramos. Logo que sentamos, começaram os acordes da abertura de "O Barbeiro de Sevilha". Ela me apertou com mais força e sussurrou:
"É o dia mais feliz da minha vida. Nunca vou esquecer. Te amo, meu amor. Pra sempre."
Voltamos pra casa e tivemos um começo de noite incrível, melhor que ao meio-dia. Dormimos de um sono só. Depois do café, Sussi disse que não queria se separar de mim, que fôssemos na casa dela pegar suas poucas coisas, acertar com a dona da casa e voltar pra que, desde hoje, ia ser o novo lar dela.
Fiquei olhando pra ela sem saber o que dizer. Ela, me dando um beijo apaixonado, disse:
"Te amo muito. E não tenha medo da minha juventude. Não sou nenhuma louca por sexo. Já experimentei, gosto com você e fico satisfeita até... bem, até depois de amanhã ou mais tarde. Juro."
Nos beijamos, fomos pegar as coisas dela e começamos a morar juntos. Depois de um mês (que raça tão prolífica!), ela me mostrou um teste de gravidez. Deu positivo. Fomos muito felizes. Nunca me arrependi de termos morado juntos. Tivemos duas meninas. Mais clarinhas que a mãe, mas tão gostosas quanto ela. Imaginem o quanto me exibi no condomínio pela minha dupla paternidade. Ah! Era verdade o que ela disse: não era nenhuma mulher fogosa, louca por sexo, sempre se mostrou mais tranquila. Como a criação das meninas a deixava muito ocupada, ela começou a dar aulas de inglês, que dominava perfeitamente, na nossa própria casa. Um monte de garotos do nosso condomínio e dos vizinhos se inscreveram. Como Sussi se sentiu feliz! E eu com ela.
0 comentários - Negra maravilhosa e gostosa