A Garçonete do Café
"Uma jovem esposa consegue um emprego num café da cidade, onde será tanto a que atende quanto a que é atendida"
Meu nome é Pame, tenho 31 anos e estou casada há cinco. Sou uma garota magra, tenho 1,60m, pele branca. Não sou uma mulher linda, mas dá pra dizer que sou uma garota bonita, de corpo bom, com lábios largos e carnudos, seios normais ou até pequenos pro meu gosto, e uma bunda grande, empinada e firme que eu adoro manter.
Casei muito nova pro meu gosto, com o tempo fui percebendo. Meu marido trabalhava o dia todo porque as contas da casa não fechavam, tanto que a gente tinha uns atritos porque ele estava sempre muito cansado.
O problema foi que as coisas pioraram. Meu marido perdeu um dos dois empregos e tudo desandou rápido. A gente só falava de problemas financeiros, sexo então, nem se fala, uma vez por mês no máximo, e compras só o mínimo necessário. Aí decidi procurar um trabalho, mesmo que ele não tenha gostado da ideia, era essencial naquele momento.
O tempo foi passando e a situação não melhorava. Os empregos estavam escassos e as coisas entre meu marido e eu continuavam piorando, até que um dia, conversando com uma vizinha, ela me disse para ir ver um amigo do filho dela que precisava de garçonetes para um café. No começo não me convenceu muito a ideia, mas fui mesmo assim.
Como era uma entrevista e eu queria causar uma boa impressão, pintei minha boca com uma cor forte, coloquei uma blusinha justa meio florida e uma calça branca bem apertada que marcava minha bunda linda, uns saltos médios e me apresentei.
Quando cheguei no café, bem central e cheio, tinha pouco pessoal. O homem que me entrevistou era o dono, se chamava Mario, um cara de uns 40 anos, de óculos, muito simpático e atencioso. Desde que cheguei ele ficou me olhando de cima a baixo, era incrível como ele me encarava. Depois de conversar, ele me disse o salário e os horários e me pareceu muito bom. Quando eu estava indo embora, ele me disse: - Por favor, não vá embora. Não pode começar hoje? Tem muita gente e eu preciso de você.
Fiquei surpresa, não tinha ido com a ideia de começar tão cedo, e a roupa... pensei em tudo em dois segundos, mas acabei aceitando. No fim, só faltava metade da manhã mesmo.
Comecei da melhor forma que pude, já que não tinha experiência, e aos poucos fui pegando confiança para levar mais coisas na bandeja. O local encheu e eu ia e vinha com café. Depois de um tempo, quando pude parar um pouco, percebi que estava lotado e quase todos os clientes eram homens sentados, de idade avançada e gente de negócios, bancos, etc.
O dono do café, Mario, me chamou e disse que estava muito feliz com meu trabalho, que notou algo estranho – o lugar tinha enchido muito rápido hoje – e me esperava no dia seguinte. Quando cheguei em casa, muito cansada de ficar em pé o dia todo, relaxei e à noite contei ao meu marido, que quase não se mexeu, me parabenizou e dormiu. Aí fiquei olhando para o teto um bom tempo até adormecer.
No outro dia, levantei, troquei de roupa, coloquei um jeans azul justo e uma camisetinha e fui trabalhar. Esse dia foi bem parecido com o anterior, cheio de gente e mais homens do que qualquer coisa. De repente, depois de cobrar uma mesa onde estavam quatro sujeitos, quando iam embora ouvi um deles, o mais gordo com cara de tarado, dizer: "Vamos continuar vindo a esse café, já viram a bunda da nova garçonete?"
Fiquei desconfortável e nervosa, fingi que não ouvi. Quando fui limpar a mesa deles, tinham deixado muita gorjeta. Já um pouco mais tranquila porque aqueles senhores tinham saído, tive um minuto para descansar apoiada no balcão. Foi quando, na minha cabeça, voltou aquela frase que tinha ouvido e me deu vontade de me virar e olhar algumas mesas. Além de serem em sua maioria homens, a maioria estava me olhando, e não exatamente na cara, já que eu estava de costas.
Quando voltei para casa, me senti mais aliviada, pelo menos até meu marido chegar, que sempre vinha... com aquela cara de poucos amigos e quase não conversávamos. Era insuportável ficar naquele ambiente, e aos poucos o trabalho foi ficando mais suportável e eu comecei a gostar.
Um dia acordei um pouco tarde, tinha dormido demais, peguei a primeira coisa que encontrei à mão, me vesti com uma das minhas calças brancas que ficavam bem justas. E saí rapidão pro trabalho.
Cheguei atrasada, mas o Mario sorriu e não falou nada, só me olhou de cima a baixo, como sempre o café cheio, fui atendendo e percebi que as gorjetas estavam generosas naquele dia, isso me deixou muito bem, cada vez eu tirava mais grana de gorjeta, e quando me tocou atender uma mesa percebi que eram os caras que eu tinha ouvido o que tinham dito e fiquei desconfortável por um lado mas desafiante por outro e fui atendê-los com firmeza, o gordo que tinha falado aquilo, foi ele que fez o pedido e não tirava os olhos de mim, o olhar dele era muito penetrante, me intimidou um pouco, quando peguei o pedido e me virei andei o mais exagerado possível, rebolando minha bunda e ouvi só um suspiro, isso me fez sentir muito bem, quando saíram deixaram uma gorjeta suculenta, sem dúvida foi um dia de sucesso e entendi o que eu tinha que fazer pra conseguir um pouco mais de dinheiro.
Com o bom salário e as gorjetas comecei a comprar todo tipo de calça justa que desenhava meu corpo, obviamente meu marido nem sabia como eu ia trabalhar, eu sempre chegava antes e trocava de roupa.
Cada dia que passava eu percebia que já era algo cotidiano falarem coisas da minha bunda, me despiram com o olhar, deixavam números de celular anotados com as gorjetas, coisas que eu só ria, porque por mais ruim que estivesse com meu marido, tinha esperança que tudo mudaria.
Mas eu estava muito enganada, por mais que eu comecei a ajudar em casa, as coisas continuavam ruins, a gente discutia por tudo e as relações já começaram a levar meses, e isso foi me pesando, cada vez eu tinha mais vontade dele, mas ele como se nada.
Outro dia no trabalho, eu estava no balcão, já acostumada porque tinha que ficar lá por conveniência pro café, já tinha aceitado assim, chegou um velho alto meio gordo e sentou na mesa do fundo. Quando eu ia atender, meu chefe falou:
- Pame, chegou aquele velho insuportável, tem um caráter podre, sempre reclama de tudo e se algo não agrada ele faz escândalo, é um deslocado.
Fiquei um pouco surpresa porque ele nunca tinha me avisado pra tomar cuidado com nenhum cliente, mas obviamente devia conhecer esse.
Mesmo assim fui com meu melhor sorriso atendê-lo. Quando cheguei, ele me olhou com um olhar furioso e disse:
- Bom, até que enfim botam algo bom nesse café.
O comentário seco me chocou bastante. Anotei o pedido dele e fui embora. Na verdade, o velho era muito pedante. Trouxe tudo que ele tinha pedido e voltei pro balcão.
De lá ficava olhando pra onde o velho estava, pra evitar, se ele me chamasse, não ver. E percebi que ele não tirava os olhos de mim. Era intimidante vê-lo. Ele tomava o café bem devagar. De repente levantou a mão me chamando.
- Sim, o que precisa? - falei quando parei na frente dele.
Ele me olhou nos olhos e disse:
- Finalmente tomo um café bom nesse buraco. Não preciso de mais nada, só chamei pra vê-la quando se retirar, obrigado.
Fiquei gelada. Era um velho tarado, deslocado. Mas não sei por que me percorreu uma sensação de ódio contra ele e vontade de provocá-lo. Então me virei e empinei o máximo que pude minha bunda e andei exageradamente de novo até o balcão.
Depois, quando ele pediu a conta, fui cobrar. Ele pagou com uma nota de 50, e quando trouxe o troco ele falou:
- Obrigado, mas se você for até o balcão andando como fez antes, te deixo todo o troco de gorjeta.
Fiquei anonadada. Não era uma puta que me exibia por dinheiro, mas a proposta foi tão direta. O velho era um raposa esperta. Instintivamente me virei e empinei minha bunda, andei até a... Fui até o bar, mas antes de chegar, me virei para olhar e ele estava com aquele olhar lascivo fixo na minha bunda. Não pude negar o prazer de provocar aquele velho. A situação era estranha. Quando cheguei ao balcão, ele se levantou e saiu caminhando rápido. Voltei à mesa e estava tudo virado como ele tinha dito que deixaria.
Me senti um pouco confusa, embora excitada também. Foi estranho. Voltei para casa, mas naquele dia não troquei de roupa. Queria que meu marido me olhasse, me desejasse ou fizesse alguma coisa. Já fazia quase dois meses que não acontecia nada. Ele chegou e me olhou — era óbvio que aquela calça chamava atenção — mas sentou para comer em silêncio. Pelo menos não discutimos.
Até que na cama pedi um pouco de carinho e ele já estava dormindo. Isso me deixou muito irritada, mas deitei pensando em ir trabalhar da melhor maneira possível.
No dia seguinte, ainda brava pela noite ruim, decidi usar a calça branca, que era a que mais mostrava o formato da minha bunda. Coloquei uns saltos um pouco mais altos e fui trabalhar.
Como sempre, bem cheio. Rapidamente chamei atenção com aquela calça tão justa. Mario me cumprimentou com um sorriso e me deu uma pulseira, dizendo:
— É o mínimo que você merece. O negócio tem mais vida desde que você chegou…
Fiquei vermelha, um pouco sem graça, mas Mario era muito bom comigo.
Os olhares eram indiscretos, mas já não me incomodavam. Tinha aprendido a viver com aquilo e, por outro lado, tinha feito de propósito, então não me sentia constrangida. Enquanto estava no balcão descansando, senti alguém passar muito perto de mim em direção ao fundo. Ao me virar, vi que era o velho que, como sempre, foi para o seu lugar no fundo do local.
Quando fui atendê-lo, como sempre, com um sorriso, cumprimentei-o e ele me olhou como sempre, com aquele olhar frio que parecia me despir com os olhos. Então ele disse:
— Hoje você veio incrível. Vai ganhar uma boa gorjeta. Aliás, qual o seu nome?
Me senti muito lisonjeada e respondi: — Pame. E o seu, senhor?
Ele sorri e ele disse –Carlos, bom Pame, o de sempre. Levei rapidamente e, ao me retirar, fui me mexendo bastante, sabendo que isso renderia uma gorjeta suculenta. Quando voltei para o balcão, Mario me pediu: "Por favor, você pode levar alguns pedidos a um banco e alguns escritórios? Normalmente a outra garota faz isso." Não tive problema e fui. Não eram muito longe, então sem problemas. O que esqueci é que naquele dia estava de calça branca. Era incrível como me olhavam na rua, mas não me incomodou, pelo contrário. Quando voltei, percebi que o velho não estava mais lá. Infelizmente, perdi aquela gorjeta. Mario me perguntou: – Como foi, Pame? – Bem, muito bem – respondi. – Não te incomoda começar a sair para fazer esses pedidos? – ele perguntou. Hesitei por um minuto, mas devo admitir que sair um pouco do estabelecimento, por um lado, me fazia tomar ar e ver outras pessoas, então respondi: – Não, não me incomoda nada, Mario. Ele sorriu, muito satisfeito, e me deixou ir mais cedo naquele dia. Mario sempre tão atencioso comigo, era muito gente boa, então fui para casa contente. Em casa, as coisas sempre estavam iguais: quase não conversávamos mais, era insuportável, mas eu me distraía com o trabalho do dia a dia. Passou cerca de uma semana. Fui conhecendo mais gente, já que saía para os bancos e escritórios. Todos já me conheciam, um ou outro me dizia alguma coisa legal que me fazia sentir bem, mas nada além disso. Quando cheguei ao bar naquele dia, depois da entrega diária, estava sentado no lugar preferido do velho aquele cara gordo que tinha me dito aquilo há um tempo. Fui atendê-lo confiante e firme. Ele me despiu com o olhar, como sempre, e disse: – Um cortado, por favor, linda. Me virei e trouxe. Quando estava colocando na mesa, ele me agarrou o braço com força e disse: – Posso saber como você se chama? – Pame – respondi secamente. – Bom, me chamo Roberto… Pame, venho a este café por você. Posso te convidar para jantar no fim de semana? Eu me... Fiquei gelada, como ele podia me dizer tudo de forma tão direta, e ainda continuava me segurando pelo pulso com sua mão enorme e gorda.
- Desculpe, Roberto, sou uma mulher casada... - me soltei dele e saí assustada.
Quando me afastei, ouvi ele rindo um pouco, certamente ao ver minha cara de susto. Quando fui cobrar, ele continuava me encarando daquele jeito babão de sempre, e ao me pagar, disse:
- Fica com o troco, e junto com a nota está meu cartão, com meu celular, caso mude de ideia ou seu marido não te dê o que você merece.
Fiquei furiosa com seu comentário e respondi:
- Não se preocupe, Roberto, meu marido cuida muito bem de mim. Obrigada por nada.
Me virei e fui até o balcão mais brava do que estava há muito tempo. O gordo Roberto saiu rapidamente, certamente viu minha expressão de fúria.
O pior de tudo é que, no balcão, fiquei pensando... e não era verdade o que eu tinha dito. Meu marido era justamente o contrário, e eu estava cada vez mais carente de carinho - obviamente não para traí-lo, e muito menos com aquele sujeito.
Mesmo assim, aquilo me deixou perturbada pelo resto da semana, que foi bem tranquila.
Chegou segunda-feira, e para começar bem a semana, fui com a calça branca que tanto gosto. Mal cheguei, Mario, como sempre, me olhou de forma simpática, sem perder nenhum detalhe, e me deu os endereços das entregas que tinha que fazer. Geralmente eram sempre os mesmos, mas dessa vez havia dois endereços novos: um no mesmo prédio do café e outro a uma quadra de distância.
Decidi fazer todo o circuito e, na volta, passar pelo lugar no prédio do café. Quando subi, era o primeiro andar. Toquei a campainha e, ao contrário do habitual, era um apartamento residencial, não um escritório. Achei bem estranho. Quando a porta se abriu, apareceu o velho Carlos, que há tempos não aparecia no café.
Ele me fez entrar. Me senti um pouco pressionada e com medo, mas entrei. O apartamento era enorme e muito luxuoso. Deixei as coisas na mesinha de centro. e ele me pagou como sempre com uma gorjeta suculenta, sem tirar os olhos de mim. Mas não disse uma palavra.
Saí rapidamente e voltei para o café. O dia voou e aconteceu algo que eu não esperava: quando eu estava prestes a ir embora, o Mario me pediu se eu podia ficar um pouco para ajudá-lo até a tarde, porque a outra garota tinha passado mal e ido embora.
Como o Mario era muito bom e compreensivo comigo, não pude recusar. Então liguei pro meu marido pra dizer que não ia pra casa, e pra ele foi praticamente a mesma coisa.
O dia estava acabando, fomos arrumando tudo com o Mario. Ele sorria toda vez que me olhava, era um doce. Tudo estava em ordem, então ele me disse:
— Pame, você poderia ir recolher umas xícaras dos pedidos da manhã, por favor?
— Sim, sem problema, Mario — respondi, sorrindo pra ele.
Faltavam só 20 minutos pra gente ir embora, então me apressei e recolhi tudo o mais rápido possível. Quando voltei, o Mario já estava pra fechar: tinha baixado as persianas e estava fazendo o caixa. Entreguei todas as xícaras pra ele, feliz e com vontade de ir embora.
Nesse momento, lembrei que não tinha passado no apartamento do velho do Mario, e fiquei na dúvida se ia ou não. Então comentei com o Mario:
— Desculpa, Mario, esqueci uma xícara lá no apartamento do senhor do prédio.
Achei que ele com certeza ia entender e me deixaria buscar amanhã.
Mas ele me olhou de um jeito estranho e me disse, sério:
— Não, Pame, por favor. Pode subir, te espero, mas não quero problemas com aquele velho.
Não tinha mais opção. O Mario era muito bom comigo, então subi pro apartamento o mais rápido possível pra voltar. Bati na porta e nada — o velho não devia estar, pensei.
Quando me virei pra ir embora, de repente a porta se abriu.
— Que bom te encontrar assim! — disse o desbocado.
Me virei e ele, como sempre, me despia com o olhar. Eu disse:
— Vim buscar as coisas desta manhã.
Ele sorriu e falou:
— Pode entrar, estão ali — e apontou com o dedo. Eu passei com um pouco de medo, e quando entrei, olhei para onde o velho estava apontando, e era uma mesinha de centro de não mais que 30 centímetros que estava quase bem na frente dele.
O velho parecia que já sabia que eu ia voltar pra ver ele de novo. A mesa era minúscula, mas sem pensar muito, me agachei pra pegar as coisas, deixando pra ele um primeiro plano imbatível da minha bunda enorme e empinada.
Quando me virei, o velho estava com os olhos arregalados, abertos ao máximo e com uma mão no bolso. Ele parecia hipnotizado. Eu sorri, gostei de dar esse prazer ao velho, que há muito tempo certamente não tinha uma alegria. Fui embora balançando bastante os quadris até o elevador, e ele continuou na porta me olhando, sem perder nenhum detalhe da minha bunda.
Não sei por que essa situação que vivi me agradou tanto. Subi no elevador pensando que o velho provavelmente ia se tocar com o primeiro plano que eu tinha acabado de dar pra ele, e senti um calor que há muito tempo não sentia. Me senti desejada de novo e muito bem.
Quando cheguei em casa, preparei o prato preferido do meu marido e não troquei de roupa. Queria agradá-lo, pra ver se aquela noite a gente podia ter nosso momento de intimidade. Ele chegou com uma cara terrível, me cumprimentou e foi se deitar. Por mais que eu insistisse pra ele comer, ele disse que estava muito cansado.
Não tive outra escolha senão comer sozinha, morrendo de raiva, e enquanto comia, me veio à cabeça a imagem do velho me olhando e me senti bem de novo. Fui me deitar, pensando que no dia seguinte eu me vestiria com a calça mais justa que tivesse.
Acordei disposta a me produzir. Coloquei sapatos de salto alto, uma calça azul bem justa e uma camiseta leve meio decotada. Mal cheguei, o Mario me olhou admirado e, como sempre, me disse algum elogio ou cantada que sempre me fazia bem pra me sentir melhor.
A manhã começou a todo vapor, um dia muito movimentado como sempre às sextas-feiras, já que é o último dia útil do banco, tem muito movimento. Quando estava na metade da... No dia seguinte, quando não aguentávamos mais de tanta gente, o Mario me ligou.
- Pame, tenho um monte de pedidos para bancos e escritórios. Você faz as entregas e eu continuo te cobrindo aqui, me disse.
- Bom, muito obrigada, Mario, respondi.
Sem dúvida, ele era um ótimo chefe e não tinha problema em atender as mesas. Preparei os pedidos e saí para fazer todas as entregas. Eram quase sempre os mesmos. No final da lista, vi que tinha o do velho, e mais abaixo um novo no mesmo prédio.
Fui entregando tudo, até que chegou a hora de ir de novo no do velho Carlos. Quando estava no elevador, lembrei do dia anterior e tinha planejado me mostrar de novo pra ele hoje, esquentar um pouco o velho, dar pelo menos uma alegria visual pra ele.
Bati na porta dele e ele demorou um pouco para abrir. Quando abriu, estava com um pijama típico de velho: um short azul, uma regata branca e umas meias azuis. Parecia que tinha acabado de acordar. Me olhou um pouco surpreso e me fez entrar. Eu entrei balançando meus quadris, sabendo que ele estava me olhando por trás. Me abaixei um pouco na mesinha de centro onde ele tinha pego a bandeja no outro dia, me virei para olhar pra ele e ele estava de novo com aquela cara hipnotizada. A cara de tesão dele era terrível.
De repente, ele fechou a porta e eu me assustei um pouco. Me virei como se fosse sair, e ele continuou encostado na porta. Quando parei na frente dele, ele disse:
- Pame, não consigo parar de olhar pra você. Quer vir jantar hoje à noite?
Fiquei surpresa. Velho tarado e direto. Respondi:
- Desculpe, mas não. Sou uma mulher casada.
Ele sorriu e disse:
- Que sorte a do seu marido, ter uma mulherão desses em casa. Ele deve mimá-la muito, não é?
Eu fiquei corada e respondi:
- Desculpe, Carlos, não me chame assim e minha intimidade não é da sua conta. Vou indo, por favor.
O velho ficou me olhando com aquele olhar fulminante e dominador que ele tinha e replicou:
- Vamos, Pame, não fique brava! E me permita fazer só uma pergunta...
- Você usa essa calça pra dar uma alegria pra caras como eu?
Fiquei gelada com a pergunta dele. Fiquei me perguntando e hesitando bastante sobre por que estava fazendo aquilo e o que poderia responder, a situação estava me excitando um pouco, o velho ali na minha frente, e respondi em um momento de lucidez:
- Deixe de me perturbar, tenho que continuar trabalhando.
Saí correndo, mas ainda tinha que fazer a última entrega, e era no mesmo andar, bem em frente ao elevador ficava o outro apartamento, sem dúvida, o velho tinha me deixado um pouco perturbada, irritada e um pouco excitada ao mesmo tempo.
Bati insistentemente e ninguém atendeu, continuei me irritando por ele não estar, até que de repente a porta se abriu. Quando olhei quem era, fiquei muito surpresa, era o gordo Roberto que sempre me dizia coisas.
Ele estava meio vestido, com um short amarelo e uma camiseta azul horrível, todo desgrenhado, me olhou com aquele rosto de babaca insuportável que ele tinha e me disse:
- Pode entrar, pode deixar o café ali.
Ele apontou para onde estavam os sofás e uma mesinha pequena.
Quando cheguei, estava tudo muito bagunçado, então não tinha lugar para deixar o café, me virei e perguntei:
- Não tem lugar aqui... Onde deixo?
- Sei lá... Olha ali? - ele apontou para um canto.
Eu me dirigi para o lugar que ele indicou e me abaixei, colocando minha bunda à vista e então perguntei:
- Aqui está bom? - enquanto virava o rosto para ver como ele certamente estava me olhando por trás.
- Sim, ali está bom. - ele respondeu com uma cara de libido terrível.
Eu fui deixando as coisas até que de repente o gordo se colocou atrás de mim e encostou o volume dele na minha bunda, eu me assustei e me virei na hora, dizendo:
- O que você está fazendo, deslocado!
Mas ele me agarrou com suas mãos grandes na minha cintura com força e eu fiquei imóvel, vendo em seu rosto o desenho de um sorriso zombeteiro e mórbido, meu coração começou a bater forte, suas mãos desceram e apertaram com força minha bunda.
Eu caí na realidade novamente e assustada, mas firme, disse:
- Me solte, sou uma mulher casada, por favor não me machuque!!
Eu disse, mas permaneci... imóvel, não sei por quê, mas minhas palavras pareceram só incentivá-lo ainda mais, pois ao me ouvir ele se grudou mais em mim e sua mão esquerda agarrou minha cintura, enquanto a mão direita continuava apalpando minha bunda com muita força. Eu automaticamente parei meu quadril ao sentir sua mão, sua boca se posicionou no meu pescoço, ele pôs a língua para fora e me lambeu, depois sussurrou no meu ouvido:
— Sabia que você era uma putinha, olha a calça que você usa, dá pra ver a calcinha fio-dental marcando!
— Nããão, não, eu sou uma mulher recatada, por favor, nãããão!! — respondi firme, embora o jeito como ele me tratava tivesse acabado de me excitar como nunca antes.
Essa excitação era indescritível, nunca um homem tinha me feito sentir assim, então sem pensar levei uma mão para trás e desci até conseguir acariciar o volume na calça dele.
Ele estava como um louco e continuava me apalpando por todos os lados enquanto dizia:
— Que gostosa você é!! Que rabão delicioso!!
Eu estava cada vez mais excitada, mas de repente ele parou e tudo cessou. Me virei, ficamos nos olhando nos olhos e ele sorriu. Os dois estávamos respirando ofegantes, ele continuava me encarando excitado.
Eu dei dois passos para trás, me virei e fui até a porta rebolando minha bunda. Antes de chegar lá, parei, me virei de novo, olhei para o Mario e disse com voz melosa:
— Gostou do que vai comer à tarde?
Ele agarrou o membro por cima da calça e falou:
— Tô adorando!! Você é muito gostosa!!
Eu sorri e o observei por um momento, vendo aquele sorriso de triunfo e deboche que eu tanto detestava, porque o gordo devia se sentir vitorioso — tinha me apalpado à vontade e aquela tarde certamente me teria em suas mãos, para saciar todos os seus caprichos sexuais comigo, e eu não podia fazer nada para evitar, porque a excitação era maior que a razão.
Quando saí do apartamento dele, o elevador estava chegando. Vinha o velho do outro apartamento. Ele me olhou de cima a baixo rapidamente e seu rosto mostrou um sorriso malicioso. Quando entrei no elevador, percebi por que sua cara estava desgrenhada e minha roupa um pouco amassada. Me arrumei o mais rápido que pude e voltei ao trabalho.
Não conseguia me concentrar, estava nervosa. Meu chefe perguntou se algo estava errado, e eu não sabia o que responder. Era uma mistura de ansiedade, excitação e culpa.
Não sabia o que fazer, mas meu corpo exigia ação. Como sabia que meu marido não voltaria, não precisava avisá-lo. E quando fechamos, como uma autômata, subi para o apartamento do gordo.
Já na porta, meu corpo tremia. Não sabia o que estava fazendo ali, quase me arrependi, mas juntei coragem e bati. De dentro só se ouviu:
— Pode entrar!
Abri a porta timidamente, entrei rápido e fechei. Meu coração batia forte, uma adrenalina percorria meu corpo.
Quando olhei, o gordo estava sentado na poltrona com uma regata branca e um short azul surrado. Ele disse:
— Vamos, vem pra cá!
Foi quase um grito, e eu obedeci.
Já na frente dele, ele me olhava de cima a baixo com cara de degenerado, me fazendo sentir indefesa — e isso me excitava.
— Dá uma voltinha! — ele disse, seco.
Comecei a girar lentamente, enquanto empinava mais minha bunda. Quando terminei de girar, ele estava tocando seu volume por cima da calça e disse:
— Com esse rabinho empinado, as coisas que devem te dizer na rua!
— É, sim — respondi.
— E seu marido não se incomoda que te olhem? — continuou.
— Acho que ele nem pensa nisso — respondi secamente, embora aquelas palavras me mortificassem. Lembrei dele, senti muitos sentimentos opostos, mas estava pegando fogo.
Empinei minha bunda o máximo que pude na frente dele e perguntei:
— Gosta do que vê?
— Muito — respondeu, enquanto apalpava seu volume por cima da calça.
Fechei os olhos e mordi o lábio para não dizer mais nada. Estava muito excitada, nunca tinha sentido algo assim, e menos ainda por um desconhecido. Quando me virei...
Fiquei gelada olhando para ele. Ele tinha tirado seu membro e... Eu o masturbava energicamente, fiquei muito surpresa, era realmente impressionante, o mais surpreendente era a grossura dele.
- Gosta do que vê? - ele me perguntou enquanto sorria maliciosamente com ares de grandeza
Não consegui dizer uma palavra, continuei olhando pra ela, então ele me disse:
- Vamos, gata, abaixa a calça e para bem esse rabinho!
Sem dizer uma palavra, soltei a calça e a abaixei, deixando no chão, ficando só de camiseta, meu fio-dental e meus sapatos.
De repente senti as mãos dele e ele começou a me acariciar suavemente, cada vez mais rápido, até que ele disse:
- Agacha um pouquinho!
Aí senti como as mãos dele começaram a me explorar e quase chegando no meu buraquinho fechado, ele percebendo me disse:
- Não acredito, que lindo e fechadinho que você tem o bumbum! Nunca meteram aí?
- Não. - respondi secamente, com um pouco de medo e saí daquela posição.
Novamente fiquei olhando pra aquele cara gordo e nojento e o pau dele na mão, não conseguia acreditar no que estava fazendo ali, então ele interrompeu meu pensamento dizendo:
- Tem vontade de tocar nesse pedaço?
Não disse nada, só me ajoelhei entre as pernas dele, como um autômato, peguei o membro dele e comecei a masturbá-lo.
O membro dele começou a crescer um pouco mais, e cada vez estava mais grosso, eu continuava no meu trabalho até que ele sorrindo me disse:
- Se gosta tanto, por que não leva pra boquinha?
Eu fiquei perplexa, mas aceitei, primeiro dei uns beijos e sentir o calor, o suor do gordo e a situação me deixaram mais excitada, então abri como pude minha boca ao máximo e comecei a chupá-lo.
- AAAahhh siim!! Siim, se seu marido visse como você gosta de chupar paus grandes!!
Eu ouvia suas palavras vulgares e gemidos e ficava mais excitada, acelerando o ritmo, estava completamente fora de mim, não conseguia parar meu trabalho sujo.
Não sei quanto tempo passou, até que ele me agarrou pelo cabelo, me colocou de pé e me deitou no sofá dizendo:
- Abre bem as pernas e Segura firme, putinha, que você vai gozar!!
Não podia fazer outra coisa senão aceitar, embora estivesse muito nervosa e eu disse:
- Por favor, devagar, te peço pelo que mais quiseres…
Ele sorriu vilmente e me respondeu:
- Calma que você vai gozar muito, não se preocupa, não tem volta, tô quase explodindo de tesão por você!!
Agarrei firme no sofá e fechei os olhos com força.
Ele abriu bem minhas pernas, e assim que a cabeça do seu membro grosso tocou a entrada da minha buceta, começou a empurrar.
Seu pau entrou todo no final, me fazendo soltar um grito de dor, fazia tempo que não sentia algo assim, e menos ainda tão grande.
- Ahhyyy!! - Ahhyyy!!
Pela primeira vez senti que me enchia por dentro.
- Já tá todinha dentro, meu amor!! Agora vou te bombear muito!!
Começou primeiro devagar a tirar e pôr, e depois de um tempo num ritmo desesperado.
Me bombava com tudo, sem contemplações, enquanto gemía e me dizia:
- Assim, assim, assim!! Toma, toma!!
Já fora de mim, soltei o sofá, passei minhas mãos para suas costas e comecei a gemer a cada empurrão.
Ele, ao perceber, me disse no ouvido:
- Assim, putinha, sabia que você ia gostar, goza bem!!
E acelerou um pouco mais suas investidas até que de repente deu as últimas bombadas fortes, enterrando até o fundo, deixou lá, soltou um gemido forte e me inundou de sua porra.
Ficou um tempo deitado em cima de mim, e começou a tirar seu pedaço de dentro, provocando outro grito quando a enorme cabeça saiu, se pôs quase ao meu lado e suas mãos continuavam me apalpando.
Eu não podia acreditar, estava ali naquele sofá de um desconocido, jogada de costas, suada e com as pernas abertas escorrendo porra.
Ele me olhava com cara de prazer, mas eu por dentro sentia culpa, me sentia suja por ter me entregado àquele gordo, olhei o relógio e já era tarde, como pude tentei me levantar, e comecei a pegar minha roupa, ele não disse nada só continuou me olhando enquanto me vestia.
Queria sair rápido dali, então Terminei de me vestir e saí quase correndo, chamei o elevador, e quando chegou, meu chefe estava subindo. Eu não sabia o que fazer. Então ele me disse:
— Pame, que surpresa! O que você ainda está fazendo por aqui?!
Eu murmurei uma resposta e entrei no elevador rapidamente, desci, me olhei e estava toda desarrumada, era óbvio que meu chefe deve ter deduzido, não sabia o que pensar, fui para casa o mais rápido possível.
Continua…
Espero avaliações e comentários, principalmente porque são eles que me motivam a continuar escrevendo.
Saudações cordiais
Xmur1
"Uma jovem esposa consegue um emprego num café da cidade, onde será tanto a que atende quanto a que é atendida"
Meu nome é Pame, tenho 31 anos e estou casada há cinco. Sou uma garota magra, tenho 1,60m, pele branca. Não sou uma mulher linda, mas dá pra dizer que sou uma garota bonita, de corpo bom, com lábios largos e carnudos, seios normais ou até pequenos pro meu gosto, e uma bunda grande, empinada e firme que eu adoro manter.
Casei muito nova pro meu gosto, com o tempo fui percebendo. Meu marido trabalhava o dia todo porque as contas da casa não fechavam, tanto que a gente tinha uns atritos porque ele estava sempre muito cansado.
O problema foi que as coisas pioraram. Meu marido perdeu um dos dois empregos e tudo desandou rápido. A gente só falava de problemas financeiros, sexo então, nem se fala, uma vez por mês no máximo, e compras só o mínimo necessário. Aí decidi procurar um trabalho, mesmo que ele não tenha gostado da ideia, era essencial naquele momento.
O tempo foi passando e a situação não melhorava. Os empregos estavam escassos e as coisas entre meu marido e eu continuavam piorando, até que um dia, conversando com uma vizinha, ela me disse para ir ver um amigo do filho dela que precisava de garçonetes para um café. No começo não me convenceu muito a ideia, mas fui mesmo assim.
Como era uma entrevista e eu queria causar uma boa impressão, pintei minha boca com uma cor forte, coloquei uma blusinha justa meio florida e uma calça branca bem apertada que marcava minha bunda linda, uns saltos médios e me apresentei.
Quando cheguei no café, bem central e cheio, tinha pouco pessoal. O homem que me entrevistou era o dono, se chamava Mario, um cara de uns 40 anos, de óculos, muito simpático e atencioso. Desde que cheguei ele ficou me olhando de cima a baixo, era incrível como ele me encarava. Depois de conversar, ele me disse o salário e os horários e me pareceu muito bom. Quando eu estava indo embora, ele me disse: - Por favor, não vá embora. Não pode começar hoje? Tem muita gente e eu preciso de você.
Fiquei surpresa, não tinha ido com a ideia de começar tão cedo, e a roupa... pensei em tudo em dois segundos, mas acabei aceitando. No fim, só faltava metade da manhã mesmo.
Comecei da melhor forma que pude, já que não tinha experiência, e aos poucos fui pegando confiança para levar mais coisas na bandeja. O local encheu e eu ia e vinha com café. Depois de um tempo, quando pude parar um pouco, percebi que estava lotado e quase todos os clientes eram homens sentados, de idade avançada e gente de negócios, bancos, etc.
O dono do café, Mario, me chamou e disse que estava muito feliz com meu trabalho, que notou algo estranho – o lugar tinha enchido muito rápido hoje – e me esperava no dia seguinte. Quando cheguei em casa, muito cansada de ficar em pé o dia todo, relaxei e à noite contei ao meu marido, que quase não se mexeu, me parabenizou e dormiu. Aí fiquei olhando para o teto um bom tempo até adormecer.
No outro dia, levantei, troquei de roupa, coloquei um jeans azul justo e uma camisetinha e fui trabalhar. Esse dia foi bem parecido com o anterior, cheio de gente e mais homens do que qualquer coisa. De repente, depois de cobrar uma mesa onde estavam quatro sujeitos, quando iam embora ouvi um deles, o mais gordo com cara de tarado, dizer: "Vamos continuar vindo a esse café, já viram a bunda da nova garçonete?"
Fiquei desconfortável e nervosa, fingi que não ouvi. Quando fui limpar a mesa deles, tinham deixado muita gorjeta. Já um pouco mais tranquila porque aqueles senhores tinham saído, tive um minuto para descansar apoiada no balcão. Foi quando, na minha cabeça, voltou aquela frase que tinha ouvido e me deu vontade de me virar e olhar algumas mesas. Além de serem em sua maioria homens, a maioria estava me olhando, e não exatamente na cara, já que eu estava de costas.
Quando voltei para casa, me senti mais aliviada, pelo menos até meu marido chegar, que sempre vinha... com aquela cara de poucos amigos e quase não conversávamos. Era insuportável ficar naquele ambiente, e aos poucos o trabalho foi ficando mais suportável e eu comecei a gostar.
Um dia acordei um pouco tarde, tinha dormido demais, peguei a primeira coisa que encontrei à mão, me vesti com uma das minhas calças brancas que ficavam bem justas. E saí rapidão pro trabalho.
Cheguei atrasada, mas o Mario sorriu e não falou nada, só me olhou de cima a baixo, como sempre o café cheio, fui atendendo e percebi que as gorjetas estavam generosas naquele dia, isso me deixou muito bem, cada vez eu tirava mais grana de gorjeta, e quando me tocou atender uma mesa percebi que eram os caras que eu tinha ouvido o que tinham dito e fiquei desconfortável por um lado mas desafiante por outro e fui atendê-los com firmeza, o gordo que tinha falado aquilo, foi ele que fez o pedido e não tirava os olhos de mim, o olhar dele era muito penetrante, me intimidou um pouco, quando peguei o pedido e me virei andei o mais exagerado possível, rebolando minha bunda e ouvi só um suspiro, isso me fez sentir muito bem, quando saíram deixaram uma gorjeta suculenta, sem dúvida foi um dia de sucesso e entendi o que eu tinha que fazer pra conseguir um pouco mais de dinheiro.
Com o bom salário e as gorjetas comecei a comprar todo tipo de calça justa que desenhava meu corpo, obviamente meu marido nem sabia como eu ia trabalhar, eu sempre chegava antes e trocava de roupa.
Cada dia que passava eu percebia que já era algo cotidiano falarem coisas da minha bunda, me despiram com o olhar, deixavam números de celular anotados com as gorjetas, coisas que eu só ria, porque por mais ruim que estivesse com meu marido, tinha esperança que tudo mudaria.
Mas eu estava muito enganada, por mais que eu comecei a ajudar em casa, as coisas continuavam ruins, a gente discutia por tudo e as relações já começaram a levar meses, e isso foi me pesando, cada vez eu tinha mais vontade dele, mas ele como se nada.
Outro dia no trabalho, eu estava no balcão, já acostumada porque tinha que ficar lá por conveniência pro café, já tinha aceitado assim, chegou um velho alto meio gordo e sentou na mesa do fundo. Quando eu ia atender, meu chefe falou:
- Pame, chegou aquele velho insuportável, tem um caráter podre, sempre reclama de tudo e se algo não agrada ele faz escândalo, é um deslocado.
Fiquei um pouco surpresa porque ele nunca tinha me avisado pra tomar cuidado com nenhum cliente, mas obviamente devia conhecer esse.
Mesmo assim fui com meu melhor sorriso atendê-lo. Quando cheguei, ele me olhou com um olhar furioso e disse:
- Bom, até que enfim botam algo bom nesse café.
O comentário seco me chocou bastante. Anotei o pedido dele e fui embora. Na verdade, o velho era muito pedante. Trouxe tudo que ele tinha pedido e voltei pro balcão.
De lá ficava olhando pra onde o velho estava, pra evitar, se ele me chamasse, não ver. E percebi que ele não tirava os olhos de mim. Era intimidante vê-lo. Ele tomava o café bem devagar. De repente levantou a mão me chamando.
- Sim, o que precisa? - falei quando parei na frente dele.
Ele me olhou nos olhos e disse:
- Finalmente tomo um café bom nesse buraco. Não preciso de mais nada, só chamei pra vê-la quando se retirar, obrigado.
Fiquei gelada. Era um velho tarado, deslocado. Mas não sei por que me percorreu uma sensação de ódio contra ele e vontade de provocá-lo. Então me virei e empinei o máximo que pude minha bunda e andei exageradamente de novo até o balcão.
Depois, quando ele pediu a conta, fui cobrar. Ele pagou com uma nota de 50, e quando trouxe o troco ele falou:
- Obrigado, mas se você for até o balcão andando como fez antes, te deixo todo o troco de gorjeta.
Fiquei anonadada. Não era uma puta que me exibia por dinheiro, mas a proposta foi tão direta. O velho era um raposa esperta. Instintivamente me virei e empinei minha bunda, andei até a... Fui até o bar, mas antes de chegar, me virei para olhar e ele estava com aquele olhar lascivo fixo na minha bunda. Não pude negar o prazer de provocar aquele velho. A situação era estranha. Quando cheguei ao balcão, ele se levantou e saiu caminhando rápido. Voltei à mesa e estava tudo virado como ele tinha dito que deixaria.
Me senti um pouco confusa, embora excitada também. Foi estranho. Voltei para casa, mas naquele dia não troquei de roupa. Queria que meu marido me olhasse, me desejasse ou fizesse alguma coisa. Já fazia quase dois meses que não acontecia nada. Ele chegou e me olhou — era óbvio que aquela calça chamava atenção — mas sentou para comer em silêncio. Pelo menos não discutimos.
Até que na cama pedi um pouco de carinho e ele já estava dormindo. Isso me deixou muito irritada, mas deitei pensando em ir trabalhar da melhor maneira possível.
No dia seguinte, ainda brava pela noite ruim, decidi usar a calça branca, que era a que mais mostrava o formato da minha bunda. Coloquei uns saltos um pouco mais altos e fui trabalhar.
Como sempre, bem cheio. Rapidamente chamei atenção com aquela calça tão justa. Mario me cumprimentou com um sorriso e me deu uma pulseira, dizendo:
— É o mínimo que você merece. O negócio tem mais vida desde que você chegou…
Fiquei vermelha, um pouco sem graça, mas Mario era muito bom comigo.
Os olhares eram indiscretos, mas já não me incomodavam. Tinha aprendido a viver com aquilo e, por outro lado, tinha feito de propósito, então não me sentia constrangida. Enquanto estava no balcão descansando, senti alguém passar muito perto de mim em direção ao fundo. Ao me virar, vi que era o velho que, como sempre, foi para o seu lugar no fundo do local.
Quando fui atendê-lo, como sempre, com um sorriso, cumprimentei-o e ele me olhou como sempre, com aquele olhar frio que parecia me despir com os olhos. Então ele disse:
— Hoje você veio incrível. Vai ganhar uma boa gorjeta. Aliás, qual o seu nome?
Me senti muito lisonjeada e respondi: — Pame. E o seu, senhor?
Ele sorri e ele disse –Carlos, bom Pame, o de sempre. Levei rapidamente e, ao me retirar, fui me mexendo bastante, sabendo que isso renderia uma gorjeta suculenta. Quando voltei para o balcão, Mario me pediu: "Por favor, você pode levar alguns pedidos a um banco e alguns escritórios? Normalmente a outra garota faz isso." Não tive problema e fui. Não eram muito longe, então sem problemas. O que esqueci é que naquele dia estava de calça branca. Era incrível como me olhavam na rua, mas não me incomodou, pelo contrário. Quando voltei, percebi que o velho não estava mais lá. Infelizmente, perdi aquela gorjeta. Mario me perguntou: – Como foi, Pame? – Bem, muito bem – respondi. – Não te incomoda começar a sair para fazer esses pedidos? – ele perguntou. Hesitei por um minuto, mas devo admitir que sair um pouco do estabelecimento, por um lado, me fazia tomar ar e ver outras pessoas, então respondi: – Não, não me incomoda nada, Mario. Ele sorriu, muito satisfeito, e me deixou ir mais cedo naquele dia. Mario sempre tão atencioso comigo, era muito gente boa, então fui para casa contente. Em casa, as coisas sempre estavam iguais: quase não conversávamos mais, era insuportável, mas eu me distraía com o trabalho do dia a dia. Passou cerca de uma semana. Fui conhecendo mais gente, já que saía para os bancos e escritórios. Todos já me conheciam, um ou outro me dizia alguma coisa legal que me fazia sentir bem, mas nada além disso. Quando cheguei ao bar naquele dia, depois da entrega diária, estava sentado no lugar preferido do velho aquele cara gordo que tinha me dito aquilo há um tempo. Fui atendê-lo confiante e firme. Ele me despiu com o olhar, como sempre, e disse: – Um cortado, por favor, linda. Me virei e trouxe. Quando estava colocando na mesa, ele me agarrou o braço com força e disse: – Posso saber como você se chama? – Pame – respondi secamente. – Bom, me chamo Roberto… Pame, venho a este café por você. Posso te convidar para jantar no fim de semana? Eu me... Fiquei gelada, como ele podia me dizer tudo de forma tão direta, e ainda continuava me segurando pelo pulso com sua mão enorme e gorda.
- Desculpe, Roberto, sou uma mulher casada... - me soltei dele e saí assustada.
Quando me afastei, ouvi ele rindo um pouco, certamente ao ver minha cara de susto. Quando fui cobrar, ele continuava me encarando daquele jeito babão de sempre, e ao me pagar, disse:
- Fica com o troco, e junto com a nota está meu cartão, com meu celular, caso mude de ideia ou seu marido não te dê o que você merece.
Fiquei furiosa com seu comentário e respondi:
- Não se preocupe, Roberto, meu marido cuida muito bem de mim. Obrigada por nada.
Me virei e fui até o balcão mais brava do que estava há muito tempo. O gordo Roberto saiu rapidamente, certamente viu minha expressão de fúria.
O pior de tudo é que, no balcão, fiquei pensando... e não era verdade o que eu tinha dito. Meu marido era justamente o contrário, e eu estava cada vez mais carente de carinho - obviamente não para traí-lo, e muito menos com aquele sujeito.
Mesmo assim, aquilo me deixou perturbada pelo resto da semana, que foi bem tranquila.
Chegou segunda-feira, e para começar bem a semana, fui com a calça branca que tanto gosto. Mal cheguei, Mario, como sempre, me olhou de forma simpática, sem perder nenhum detalhe, e me deu os endereços das entregas que tinha que fazer. Geralmente eram sempre os mesmos, mas dessa vez havia dois endereços novos: um no mesmo prédio do café e outro a uma quadra de distância.
Decidi fazer todo o circuito e, na volta, passar pelo lugar no prédio do café. Quando subi, era o primeiro andar. Toquei a campainha e, ao contrário do habitual, era um apartamento residencial, não um escritório. Achei bem estranho. Quando a porta se abriu, apareceu o velho Carlos, que há tempos não aparecia no café.
Ele me fez entrar. Me senti um pouco pressionada e com medo, mas entrei. O apartamento era enorme e muito luxuoso. Deixei as coisas na mesinha de centro. e ele me pagou como sempre com uma gorjeta suculenta, sem tirar os olhos de mim. Mas não disse uma palavra.
Saí rapidamente e voltei para o café. O dia voou e aconteceu algo que eu não esperava: quando eu estava prestes a ir embora, o Mario me pediu se eu podia ficar um pouco para ajudá-lo até a tarde, porque a outra garota tinha passado mal e ido embora.
Como o Mario era muito bom e compreensivo comigo, não pude recusar. Então liguei pro meu marido pra dizer que não ia pra casa, e pra ele foi praticamente a mesma coisa.
O dia estava acabando, fomos arrumando tudo com o Mario. Ele sorria toda vez que me olhava, era um doce. Tudo estava em ordem, então ele me disse:
— Pame, você poderia ir recolher umas xícaras dos pedidos da manhã, por favor?
— Sim, sem problema, Mario — respondi, sorrindo pra ele.
Faltavam só 20 minutos pra gente ir embora, então me apressei e recolhi tudo o mais rápido possível. Quando voltei, o Mario já estava pra fechar: tinha baixado as persianas e estava fazendo o caixa. Entreguei todas as xícaras pra ele, feliz e com vontade de ir embora.
Nesse momento, lembrei que não tinha passado no apartamento do velho do Mario, e fiquei na dúvida se ia ou não. Então comentei com o Mario:
— Desculpa, Mario, esqueci uma xícara lá no apartamento do senhor do prédio.
Achei que ele com certeza ia entender e me deixaria buscar amanhã.
Mas ele me olhou de um jeito estranho e me disse, sério:
— Não, Pame, por favor. Pode subir, te espero, mas não quero problemas com aquele velho.
Não tinha mais opção. O Mario era muito bom comigo, então subi pro apartamento o mais rápido possível pra voltar. Bati na porta e nada — o velho não devia estar, pensei.
Quando me virei pra ir embora, de repente a porta se abriu.
— Que bom te encontrar assim! — disse o desbocado.
Me virei e ele, como sempre, me despia com o olhar. Eu disse:
— Vim buscar as coisas desta manhã.
Ele sorriu e falou:
— Pode entrar, estão ali — e apontou com o dedo. Eu passei com um pouco de medo, e quando entrei, olhei para onde o velho estava apontando, e era uma mesinha de centro de não mais que 30 centímetros que estava quase bem na frente dele.
O velho parecia que já sabia que eu ia voltar pra ver ele de novo. A mesa era minúscula, mas sem pensar muito, me agachei pra pegar as coisas, deixando pra ele um primeiro plano imbatível da minha bunda enorme e empinada.
Quando me virei, o velho estava com os olhos arregalados, abertos ao máximo e com uma mão no bolso. Ele parecia hipnotizado. Eu sorri, gostei de dar esse prazer ao velho, que há muito tempo certamente não tinha uma alegria. Fui embora balançando bastante os quadris até o elevador, e ele continuou na porta me olhando, sem perder nenhum detalhe da minha bunda.
Não sei por que essa situação que vivi me agradou tanto. Subi no elevador pensando que o velho provavelmente ia se tocar com o primeiro plano que eu tinha acabado de dar pra ele, e senti um calor que há muito tempo não sentia. Me senti desejada de novo e muito bem.
Quando cheguei em casa, preparei o prato preferido do meu marido e não troquei de roupa. Queria agradá-lo, pra ver se aquela noite a gente podia ter nosso momento de intimidade. Ele chegou com uma cara terrível, me cumprimentou e foi se deitar. Por mais que eu insistisse pra ele comer, ele disse que estava muito cansado.
Não tive outra escolha senão comer sozinha, morrendo de raiva, e enquanto comia, me veio à cabeça a imagem do velho me olhando e me senti bem de novo. Fui me deitar, pensando que no dia seguinte eu me vestiria com a calça mais justa que tivesse.
Acordei disposta a me produzir. Coloquei sapatos de salto alto, uma calça azul bem justa e uma camiseta leve meio decotada. Mal cheguei, o Mario me olhou admirado e, como sempre, me disse algum elogio ou cantada que sempre me fazia bem pra me sentir melhor.
A manhã começou a todo vapor, um dia muito movimentado como sempre às sextas-feiras, já que é o último dia útil do banco, tem muito movimento. Quando estava na metade da... No dia seguinte, quando não aguentávamos mais de tanta gente, o Mario me ligou.
- Pame, tenho um monte de pedidos para bancos e escritórios. Você faz as entregas e eu continuo te cobrindo aqui, me disse.
- Bom, muito obrigada, Mario, respondi.
Sem dúvida, ele era um ótimo chefe e não tinha problema em atender as mesas. Preparei os pedidos e saí para fazer todas as entregas. Eram quase sempre os mesmos. No final da lista, vi que tinha o do velho, e mais abaixo um novo no mesmo prédio.
Fui entregando tudo, até que chegou a hora de ir de novo no do velho Carlos. Quando estava no elevador, lembrei do dia anterior e tinha planejado me mostrar de novo pra ele hoje, esquentar um pouco o velho, dar pelo menos uma alegria visual pra ele.
Bati na porta dele e ele demorou um pouco para abrir. Quando abriu, estava com um pijama típico de velho: um short azul, uma regata branca e umas meias azuis. Parecia que tinha acabado de acordar. Me olhou um pouco surpreso e me fez entrar. Eu entrei balançando meus quadris, sabendo que ele estava me olhando por trás. Me abaixei um pouco na mesinha de centro onde ele tinha pego a bandeja no outro dia, me virei para olhar pra ele e ele estava de novo com aquela cara hipnotizada. A cara de tesão dele era terrível.
De repente, ele fechou a porta e eu me assustei um pouco. Me virei como se fosse sair, e ele continuou encostado na porta. Quando parei na frente dele, ele disse:
- Pame, não consigo parar de olhar pra você. Quer vir jantar hoje à noite?
Fiquei surpresa. Velho tarado e direto. Respondi:
- Desculpe, mas não. Sou uma mulher casada.
Ele sorriu e disse:
- Que sorte a do seu marido, ter uma mulherão desses em casa. Ele deve mimá-la muito, não é?
Eu fiquei corada e respondi:
- Desculpe, Carlos, não me chame assim e minha intimidade não é da sua conta. Vou indo, por favor.
O velho ficou me olhando com aquele olhar fulminante e dominador que ele tinha e replicou:
- Vamos, Pame, não fique brava! E me permita fazer só uma pergunta...
- Você usa essa calça pra dar uma alegria pra caras como eu?
Fiquei gelada com a pergunta dele. Fiquei me perguntando e hesitando bastante sobre por que estava fazendo aquilo e o que poderia responder, a situação estava me excitando um pouco, o velho ali na minha frente, e respondi em um momento de lucidez:
- Deixe de me perturbar, tenho que continuar trabalhando.
Saí correndo, mas ainda tinha que fazer a última entrega, e era no mesmo andar, bem em frente ao elevador ficava o outro apartamento, sem dúvida, o velho tinha me deixado um pouco perturbada, irritada e um pouco excitada ao mesmo tempo.
Bati insistentemente e ninguém atendeu, continuei me irritando por ele não estar, até que de repente a porta se abriu. Quando olhei quem era, fiquei muito surpresa, era o gordo Roberto que sempre me dizia coisas.
Ele estava meio vestido, com um short amarelo e uma camiseta azul horrível, todo desgrenhado, me olhou com aquele rosto de babaca insuportável que ele tinha e me disse:
- Pode entrar, pode deixar o café ali.
Ele apontou para onde estavam os sofás e uma mesinha pequena.
Quando cheguei, estava tudo muito bagunçado, então não tinha lugar para deixar o café, me virei e perguntei:
- Não tem lugar aqui... Onde deixo?
- Sei lá... Olha ali? - ele apontou para um canto.
Eu me dirigi para o lugar que ele indicou e me abaixei, colocando minha bunda à vista e então perguntei:
- Aqui está bom? - enquanto virava o rosto para ver como ele certamente estava me olhando por trás.
- Sim, ali está bom. - ele respondeu com uma cara de libido terrível.
Eu fui deixando as coisas até que de repente o gordo se colocou atrás de mim e encostou o volume dele na minha bunda, eu me assustei e me virei na hora, dizendo:
- O que você está fazendo, deslocado!
Mas ele me agarrou com suas mãos grandes na minha cintura com força e eu fiquei imóvel, vendo em seu rosto o desenho de um sorriso zombeteiro e mórbido, meu coração começou a bater forte, suas mãos desceram e apertaram com força minha bunda.
Eu caí na realidade novamente e assustada, mas firme, disse:
- Me solte, sou uma mulher casada, por favor não me machuque!!
Eu disse, mas permaneci... imóvel, não sei por quê, mas minhas palavras pareceram só incentivá-lo ainda mais, pois ao me ouvir ele se grudou mais em mim e sua mão esquerda agarrou minha cintura, enquanto a mão direita continuava apalpando minha bunda com muita força. Eu automaticamente parei meu quadril ao sentir sua mão, sua boca se posicionou no meu pescoço, ele pôs a língua para fora e me lambeu, depois sussurrou no meu ouvido:
— Sabia que você era uma putinha, olha a calça que você usa, dá pra ver a calcinha fio-dental marcando!
— Nããão, não, eu sou uma mulher recatada, por favor, nãããão!! — respondi firme, embora o jeito como ele me tratava tivesse acabado de me excitar como nunca antes.
Essa excitação era indescritível, nunca um homem tinha me feito sentir assim, então sem pensar levei uma mão para trás e desci até conseguir acariciar o volume na calça dele.
Ele estava como um louco e continuava me apalpando por todos os lados enquanto dizia:
— Que gostosa você é!! Que rabão delicioso!!
Eu estava cada vez mais excitada, mas de repente ele parou e tudo cessou. Me virei, ficamos nos olhando nos olhos e ele sorriu. Os dois estávamos respirando ofegantes, ele continuava me encarando excitado.
Eu dei dois passos para trás, me virei e fui até a porta rebolando minha bunda. Antes de chegar lá, parei, me virei de novo, olhei para o Mario e disse com voz melosa:
— Gostou do que vai comer à tarde?
Ele agarrou o membro por cima da calça e falou:
— Tô adorando!! Você é muito gostosa!!
Eu sorri e o observei por um momento, vendo aquele sorriso de triunfo e deboche que eu tanto detestava, porque o gordo devia se sentir vitorioso — tinha me apalpado à vontade e aquela tarde certamente me teria em suas mãos, para saciar todos os seus caprichos sexuais comigo, e eu não podia fazer nada para evitar, porque a excitação era maior que a razão.
Quando saí do apartamento dele, o elevador estava chegando. Vinha o velho do outro apartamento. Ele me olhou de cima a baixo rapidamente e seu rosto mostrou um sorriso malicioso. Quando entrei no elevador, percebi por que sua cara estava desgrenhada e minha roupa um pouco amassada. Me arrumei o mais rápido que pude e voltei ao trabalho.
Não conseguia me concentrar, estava nervosa. Meu chefe perguntou se algo estava errado, e eu não sabia o que responder. Era uma mistura de ansiedade, excitação e culpa.
Não sabia o que fazer, mas meu corpo exigia ação. Como sabia que meu marido não voltaria, não precisava avisá-lo. E quando fechamos, como uma autômata, subi para o apartamento do gordo.
Já na porta, meu corpo tremia. Não sabia o que estava fazendo ali, quase me arrependi, mas juntei coragem e bati. De dentro só se ouviu:
— Pode entrar!
Abri a porta timidamente, entrei rápido e fechei. Meu coração batia forte, uma adrenalina percorria meu corpo.
Quando olhei, o gordo estava sentado na poltrona com uma regata branca e um short azul surrado. Ele disse:
— Vamos, vem pra cá!
Foi quase um grito, e eu obedeci.
Já na frente dele, ele me olhava de cima a baixo com cara de degenerado, me fazendo sentir indefesa — e isso me excitava.
— Dá uma voltinha! — ele disse, seco.
Comecei a girar lentamente, enquanto empinava mais minha bunda. Quando terminei de girar, ele estava tocando seu volume por cima da calça e disse:
— Com esse rabinho empinado, as coisas que devem te dizer na rua!
— É, sim — respondi.
— E seu marido não se incomoda que te olhem? — continuou.
— Acho que ele nem pensa nisso — respondi secamente, embora aquelas palavras me mortificassem. Lembrei dele, senti muitos sentimentos opostos, mas estava pegando fogo.
Empinei minha bunda o máximo que pude na frente dele e perguntei:
— Gosta do que vê?
— Muito — respondeu, enquanto apalpava seu volume por cima da calça.
Fechei os olhos e mordi o lábio para não dizer mais nada. Estava muito excitada, nunca tinha sentido algo assim, e menos ainda por um desconhecido. Quando me virei...
Fiquei gelada olhando para ele. Ele tinha tirado seu membro e... Eu o masturbava energicamente, fiquei muito surpresa, era realmente impressionante, o mais surpreendente era a grossura dele.
- Gosta do que vê? - ele me perguntou enquanto sorria maliciosamente com ares de grandeza
Não consegui dizer uma palavra, continuei olhando pra ela, então ele me disse:
- Vamos, gata, abaixa a calça e para bem esse rabinho!
Sem dizer uma palavra, soltei a calça e a abaixei, deixando no chão, ficando só de camiseta, meu fio-dental e meus sapatos.
De repente senti as mãos dele e ele começou a me acariciar suavemente, cada vez mais rápido, até que ele disse:
- Agacha um pouquinho!
Aí senti como as mãos dele começaram a me explorar e quase chegando no meu buraquinho fechado, ele percebendo me disse:
- Não acredito, que lindo e fechadinho que você tem o bumbum! Nunca meteram aí?
- Não. - respondi secamente, com um pouco de medo e saí daquela posição.
Novamente fiquei olhando pra aquele cara gordo e nojento e o pau dele na mão, não conseguia acreditar no que estava fazendo ali, então ele interrompeu meu pensamento dizendo:
- Tem vontade de tocar nesse pedaço?
Não disse nada, só me ajoelhei entre as pernas dele, como um autômato, peguei o membro dele e comecei a masturbá-lo.
O membro dele começou a crescer um pouco mais, e cada vez estava mais grosso, eu continuava no meu trabalho até que ele sorrindo me disse:
- Se gosta tanto, por que não leva pra boquinha?
Eu fiquei perplexa, mas aceitei, primeiro dei uns beijos e sentir o calor, o suor do gordo e a situação me deixaram mais excitada, então abri como pude minha boca ao máximo e comecei a chupá-lo.
- AAAahhh siim!! Siim, se seu marido visse como você gosta de chupar paus grandes!!
Eu ouvia suas palavras vulgares e gemidos e ficava mais excitada, acelerando o ritmo, estava completamente fora de mim, não conseguia parar meu trabalho sujo.
Não sei quanto tempo passou, até que ele me agarrou pelo cabelo, me colocou de pé e me deitou no sofá dizendo:
- Abre bem as pernas e Segura firme, putinha, que você vai gozar!!
Não podia fazer outra coisa senão aceitar, embora estivesse muito nervosa e eu disse:
- Por favor, devagar, te peço pelo que mais quiseres…
Ele sorriu vilmente e me respondeu:
- Calma que você vai gozar muito, não se preocupa, não tem volta, tô quase explodindo de tesão por você!!
Agarrei firme no sofá e fechei os olhos com força.
Ele abriu bem minhas pernas, e assim que a cabeça do seu membro grosso tocou a entrada da minha buceta, começou a empurrar.
Seu pau entrou todo no final, me fazendo soltar um grito de dor, fazia tempo que não sentia algo assim, e menos ainda tão grande.
- Ahhyyy!! - Ahhyyy!!
Pela primeira vez senti que me enchia por dentro.
- Já tá todinha dentro, meu amor!! Agora vou te bombear muito!!
Começou primeiro devagar a tirar e pôr, e depois de um tempo num ritmo desesperado.
Me bombava com tudo, sem contemplações, enquanto gemía e me dizia:
- Assim, assim, assim!! Toma, toma!!
Já fora de mim, soltei o sofá, passei minhas mãos para suas costas e comecei a gemer a cada empurrão.
Ele, ao perceber, me disse no ouvido:
- Assim, putinha, sabia que você ia gostar, goza bem!!
E acelerou um pouco mais suas investidas até que de repente deu as últimas bombadas fortes, enterrando até o fundo, deixou lá, soltou um gemido forte e me inundou de sua porra.
Ficou um tempo deitado em cima de mim, e começou a tirar seu pedaço de dentro, provocando outro grito quando a enorme cabeça saiu, se pôs quase ao meu lado e suas mãos continuavam me apalpando.
Eu não podia acreditar, estava ali naquele sofá de um desconocido, jogada de costas, suada e com as pernas abertas escorrendo porra.
Ele me olhava com cara de prazer, mas eu por dentro sentia culpa, me sentia suja por ter me entregado àquele gordo, olhei o relógio e já era tarde, como pude tentei me levantar, e comecei a pegar minha roupa, ele não disse nada só continuou me olhando enquanto me vestia.
Queria sair rápido dali, então Terminei de me vestir e saí quase correndo, chamei o elevador, e quando chegou, meu chefe estava subindo. Eu não sabia o que fazer. Então ele me disse:
— Pame, que surpresa! O que você ainda está fazendo por aqui?!
Eu murmurei uma resposta e entrei no elevador rapidamente, desci, me olhei e estava toda desarrumada, era óbvio que meu chefe deve ter deduzido, não sabia o que pensar, fui para casa o mais rápido possível.
Continua…
Espero avaliações e comentários, principalmente porque são eles que me motivam a continuar escrevendo.
Saudações cordiais
Xmur1
4 comentários - Garçonete gostosa do café