Ana: Minha primeira experiência com Bere (Dominação de um

Estando no carro, eu era invadido por uma aura de emoções e desejos, esperava ansiosamente sua chegada. Lia com atenção as instruções fornecidas, não sabia o que faria mas sabia que a desejava tanto desde faz tempo, que não aguentava mais as ganas de por fim consumar tudo aquilo que havia passado pela minha mente.

Recordava por um momento as conversas, os acordos, os correios onde fantasiávamos sobre o momento, onde planeávamos nos mojávamos e voltávamos à nossa rotineira realidade. Recordava meu viagem, onde a desejando eu me corri na banheira enquanto lia a série de perversões e desejos profundos que reprimidos viviam dentro das duas.

Lia os relatos enquanto pouco a pouco sentia minha use the word: pussy mojarse sem estimulação aparente, mas palpitando de emoção como se preparava para o que vinha.

De repente, a luz das escadas rumo ao garaje da sala se acendeu, justo nesse momento, uma gota descia por meus lábios e me provocou um arrepios de pés a cabeça.

Pensei ¡Por fin! enquanto meus mamilos se eretavam de uma maneira que nunca haviam feito sem estimulação previa.

De repente, vi uns sexys saltos vermelhos descendo das escadas, seguidos de meias vermelhas que abrigavam as pernas mais torneadas que jamais imaginei tocar. Um vestido vermelho aceso, marcava sua silhueta refletida em meus pupilas.

Nesse momento, a vi, com essa sensualidade bem escondida mas que me provocava um desejo que nunca experimentei por outra. Aproximou-se de minha janela e me olhou de cima a baixo como quem revisa o prato mais exquisito, tocou sua cintura até chegar às suas bem torneadas nádegas, as apertei e em seguida dei-lhe uma nalgada que ressoou no vazio do lugar. Desceu do carro e subimos para a sala.

Já acima pude apreciá-la por completo, e essa gota que corria por meus lábios havia se convertido em uma inundação absoluta nos meus calções. A tomei da cintura e comecei a beijá-la, a saboreá-la como esses vinhos de caves velhas, a sentir O sabor do lábio em minha língua e a umidade da sua boca na minha. Olhei-a nos olhos e atirei-a sobre a cama, notei na sua mirada a submissão, aquele desejo de que a fizesse minha como ninguém jamais a fizera.

Comecei a beijá-la, acariciar suas lindas pernas de cima para baixo, notando cada uma das curvas, desde esses tacones afiados vermelhos até chegar àquela thong negra com detalhes fuccia que delimitavam seu pacote deliciosamente. Toquei sua deliciosa nádegas e notei que começava a ficar dura.

Ordenei-lhe: “¡Em quatro!” E como uma menina obediente, colocou seu redondo traseiro em frente à minha, deixando-me ver seu ânus esperando pelo que queria lhe dar; o lamí com intensidade enquanto escutava uns leves gemidos que rapidamente calaram pedindo minha mão na sua boca.

Quando ouvi um grito de aparente prazer, ordenei-lhe que se sentasse, empurrei-a contra a cómoda da sala, enquanto tocava suas nádegas, pus-a de costas para poder nalgear-la ao meu prazer; de um puxão o vestido saiu do seu lugar, deixando-a num liguero com cordas que me incitavam a amarrá-la para dar-me prazer. Comecei a dar-lhe por trás enquanto gritava pelo dolor provocado pelos golpes que lhe propinava no seu puto traseiro.

Nesse momento decidi que fosse minha puta, que ao meu prazer sofresse tudo o que queria fazer com ela.

Eu sou Ana, sua senhora, e ela é Bere, minha escrava.

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