Nós passamos por várias coisas com a minha melhor amiga ao longo desses 21 anos de amizade, esse era o título da conversa naquela noite lá em casa. A gente tinha passado a tarde inteira tomando cerveja e, pra baixar um pouco o álcool, sentamos na minha cama pra fumar uma florzinha gostosa no meu narguilé. Na hora que as risadas começaram a rolar, a gente foi lembrando das histórias engraçadas. Isso era super normal entre a gente até aquele momento, mas naquela noite, depois de também chorar, cortar as risadas e lembrar das ruins, a gente chegou a uma conclusão...
- Juli: "Por que será que a gente nunca transou???"
- Eu: "Ué, sei lá? Uma vez eu te ofereci, mas você me mandou tomar no cu."
- Juli: "Não, mano, sério, fala... Quando???"
- Eu: "No seu aniversário do ano passado, seu namorado foi embora porque tava com dor de dente, e eu falei 'se quiser, eu te consolo'. Você me olhou e disse 'haha, idiota, para!'"
- Juli: "É que eu achei que você queria me dar mais um baseado e eu já não queria mais, como é que eu ia imaginar que você queria me comer? Você é meu amigo de infância, já me viu vomitar um monte de vezes, que nojo..."
- Eu: "Hahahaha é verdade, que nojo, mentira, eu queria mesmo te meter... Com mais razão você devia deixar eu te comer, quem cuida de você como eu, que sou seu melhor amigo?? Você não confia em mim?..."
Nessa hora, Juli levantou e subiu de novo na cama, mas de joelhos, me olhou e falou "vem".
Eu fico na frente imitando a posição dela, olho fixo nos olhos dela e fico mudo. Ela, sem tirar os olhos de mim, levanta o braço direito, procurando apagar a luz com um tapa violento. As mãos dela seguraram com força meu rosto e meu cabelo, a boca dela me beijava como ninguém nunca tinha beijado. Depois disso, minhas mãos começaram a acariciar devagar as costas dela e aquela bunda linda. Segurei a cintura dela com uma mão, enquanto com a outra acariciava o clitóris dela por cima da calça. Desabotoei com força e puxei pra baixo, ela se levantou na hora e tirou de vez junto com a calcinha. incluída, quando ela se ajoelha de novo na minha frente, tiro a camiseta dela e ela solta o sutiã e tira, comecei a beijar o pescoço dela, enquanto ela tirava minha camiseta, desci devagar até os peitos dela e lambi os bicos com minha língua até que os gemidos dela me mandaram seguir em frente, me endireitei e virei de costas, mas me deitei encaixando minha cabeça entre as pernas dela e comecei a lamber a pussy dela com minha língua, Juli só gemia e colocava minhas mãos nos peitos dela, de repente sinto ela descer com as mãos pra acariciar meu peito, descendo até meu cock, que naquela hora tava prestes a explodir, ela abaixa minha calça e começa a chupar, acariciando minhas bolas com os dedos cheios de saliva, minhas mãos seguravam aquele cuzão gostoso com força, como protegendo ele igual o Diego protegia a bola contra a Inglaterra em 86...
Tava mais que claro que ali tinha love além de luxúria.
Juli tira a boceta dela da minha boca bruscamente e fala "chega, me fode!"
Ela sobe em cima de mim, termina de tirar minha calça, e começa a me masturbar, olhando nos meus olhos, "isso não vai entrar em mim, amigo" ela fala, e enfia de novo na boca, levanta, cuspi e senta, entrou sem problema, porque a gente tava muito quente, e ela começou a cavalgar e gritar que nem uma louca, "me fode sempre, amigo" ela falava entre gemidos, depois de uns minutos ela goza e fala, "nunca tinha chegado a três vezes, goza na minha barriga, vai...", nessa hora eu baixo ela e apoio as costas dela na cama, abro as pernas dela e começo a chupar a pussy dela de novo, ela fervia e gritava, quando ela goza pela quarta vez, levanto a cabeça e com a língua começo a subir pela barriga dela até os peitos, que tavam com os bicos duros que nem bornes de bateria de caminhão, eu mordiscava eles e ela chorava de prazer, nisso meu cock ia entrando na pussy dela e minha língua subia até o pescoço dela, quando consigo enfiar tudo ela goza pela quinta vez, me agarra forte pelos cabelos e sussurra no meu ouvido "jura pelo BOCA que você vai me comer sempre..." enfiando pela segunda vez, eu digo "juro", na terceira estocada, começo a sentir que vou gozar meio litro de porra, tiro rapidinho e espalho todo o esperma na barriga dela, ela molha os dedos no leite e chupa como uma viciada em pica...
Ela levanta, vai pro banheiro, no caminho pega a roupa, sai, me dá um beijo na bochecha e fala "vou embora, valeu, mas nunca mais, ouviu?"
-eu _ agora sim, somos amigos, né???
-juli _ otário... (porta bate)
- Juli: "Por que será que a gente nunca transou???"
- Eu: "Ué, sei lá? Uma vez eu te ofereci, mas você me mandou tomar no cu."
- Juli: "Não, mano, sério, fala... Quando???"
- Eu: "No seu aniversário do ano passado, seu namorado foi embora porque tava com dor de dente, e eu falei 'se quiser, eu te consolo'. Você me olhou e disse 'haha, idiota, para!'"
- Juli: "É que eu achei que você queria me dar mais um baseado e eu já não queria mais, como é que eu ia imaginar que você queria me comer? Você é meu amigo de infância, já me viu vomitar um monte de vezes, que nojo..."
- Eu: "Hahahaha é verdade, que nojo, mentira, eu queria mesmo te meter... Com mais razão você devia deixar eu te comer, quem cuida de você como eu, que sou seu melhor amigo?? Você não confia em mim?..."
Nessa hora, Juli levantou e subiu de novo na cama, mas de joelhos, me olhou e falou "vem".
Eu fico na frente imitando a posição dela, olho fixo nos olhos dela e fico mudo. Ela, sem tirar os olhos de mim, levanta o braço direito, procurando apagar a luz com um tapa violento. As mãos dela seguraram com força meu rosto e meu cabelo, a boca dela me beijava como ninguém nunca tinha beijado. Depois disso, minhas mãos começaram a acariciar devagar as costas dela e aquela bunda linda. Segurei a cintura dela com uma mão, enquanto com a outra acariciava o clitóris dela por cima da calça. Desabotoei com força e puxei pra baixo, ela se levantou na hora e tirou de vez junto com a calcinha. incluída, quando ela se ajoelha de novo na minha frente, tiro a camiseta dela e ela solta o sutiã e tira, comecei a beijar o pescoço dela, enquanto ela tirava minha camiseta, desci devagar até os peitos dela e lambi os bicos com minha língua até que os gemidos dela me mandaram seguir em frente, me endireitei e virei de costas, mas me deitei encaixando minha cabeça entre as pernas dela e comecei a lamber a pussy dela com minha língua, Juli só gemia e colocava minhas mãos nos peitos dela, de repente sinto ela descer com as mãos pra acariciar meu peito, descendo até meu cock, que naquela hora tava prestes a explodir, ela abaixa minha calça e começa a chupar, acariciando minhas bolas com os dedos cheios de saliva, minhas mãos seguravam aquele cuzão gostoso com força, como protegendo ele igual o Diego protegia a bola contra a Inglaterra em 86...
Tava mais que claro que ali tinha love além de luxúria.
Juli tira a boceta dela da minha boca bruscamente e fala "chega, me fode!"
Ela sobe em cima de mim, termina de tirar minha calça, e começa a me masturbar, olhando nos meus olhos, "isso não vai entrar em mim, amigo" ela fala, e enfia de novo na boca, levanta, cuspi e senta, entrou sem problema, porque a gente tava muito quente, e ela começou a cavalgar e gritar que nem uma louca, "me fode sempre, amigo" ela falava entre gemidos, depois de uns minutos ela goza e fala, "nunca tinha chegado a três vezes, goza na minha barriga, vai...", nessa hora eu baixo ela e apoio as costas dela na cama, abro as pernas dela e começo a chupar a pussy dela de novo, ela fervia e gritava, quando ela goza pela quarta vez, levanto a cabeça e com a língua começo a subir pela barriga dela até os peitos, que tavam com os bicos duros que nem bornes de bateria de caminhão, eu mordiscava eles e ela chorava de prazer, nisso meu cock ia entrando na pussy dela e minha língua subia até o pescoço dela, quando consigo enfiar tudo ela goza pela quinta vez, me agarra forte pelos cabelos e sussurra no meu ouvido "jura pelo BOCA que você vai me comer sempre..." enfiando pela segunda vez, eu digo "juro", na terceira estocada, começo a sentir que vou gozar meio litro de porra, tiro rapidinho e espalho todo o esperma na barriga dela, ela molha os dedos no leite e chupa como uma viciada em pica...
Ela levanta, vai pro banheiro, no caminho pega a roupa, sai, me dá um beijo na bochecha e fala "vou embora, valeu, mas nunca mais, ouviu?"
-eu _ agora sim, somos amigos, né???
-juli _ otário... (porta bate)
2 comentários - Agora sim, somos amigos de verdade, né?