Meu genro me deixa louca

Olá a todos, confesso que tenho um pouco de vergonha de contar isso, ainda mais sendo uma mulher de 66 anos. Sou peruana, moro com minha filha, que é casada com um argentino com quem nos damos super bem — a ponto de sermos amantes. Sim, amantes. Eu me deito com meu genro. Não sei como tenho coragem de olhar na cara da minha filha, mas meu genro é uma pessoa que te prende com sua simpatia e sempre consegue o que quer.

Na minha vida, nunca imaginei que fosse chupar, muito menos engolir porra ou deixar alguém me arrombar o cu. Essas coisas eram impensáveis quando eu era casada, e depois do meu divórcio, foram alguns ejaculados, sem que minhas filhas soubessem. Não conheci muitos homens — alguns casados, outros solteiros, quase sempre mais jovens que eu. Quando me divorciei, tinha 42 anos; faz 24 anos que sou divorciada.

Quando me mudei para a Argentina com meus filhos, mais precisamente para a casa da minha filha, nunca imaginei que teria um romance assim com meu genro. Desde o primeiro momento em que o vi, soube que acabaria na cama com ele. O que nunca imaginei é que ele seria o primeiro e único a quem eu chuparia até gozar e deixaria me arrombar o cu. Ele é 26 anos mais novo que eu — esse é meu calvário. Não é o primeiro homem com essa diferença de idade: já cheguei a me deitar com um garoto de 19 anos quando eu tinha 50. Dei uns beijos e logo o tinha entre minhas pernas.

Com meu genro foi diferente. Eu era a sogra dele. Mesmo querendo me deitar com ele, tinha que fazer de um jeito que não parecesse que eu era uma mulher muito fácil. No começo, me comportei como uma senhora. Depois que criamos intimidade, quando minha filha não estava, eu ficava andando na frente dele só de calcinha. Até que um dia, na piscina que tem no fundo da casa, ele me propôs tomarmos banho nus. "Ai, Sebastián, como você me propõe uma coisa dessas? Não se esqueça de que sou sua sogra", eu disse, me fazendo de difícil. Mas, por dentro, não queria estar na água com ele — queria estar na cama. "Tudo bem, desculpe, China (me chamam de China), não quis te desrespeitar, mas como temos intimidade... Além de ser uma boa sogra", ele me disse com toda a cara de pau, "como assim 'estou boa'?", falo, fazendo-me de desentendida. Ele simplesmente se limitou a me mostrar a ereção que tinha através da bermuda de banho. Eu vi aquele pauzão e fiquei de boca aberta, sentindo um formigamento entre as pernas. Queria chupar aquela coisa com urgência, queria senti-la até o fundo da minha buceta. "Olha, o que é isso, não me mostra essas coisas que sou sua sogra", fingia estar ofendida, até que ele se sentou na borda da piscina e tirou o pau para fora, mostrando toda aquela beleza. Era enorme, nunca tinha visto um igual, grosso, a verdade é que o pau do meu genro impressionava. "Acaricia ele, Chini", ele disse, pegando minha mão e aproximando aquele lindo pau. Eu agarrei como se estivesse com medo, senti ele duro, duríssimo entre meus dedos. Comecei a acariciar bem devagar, até que ele pegou minha cabeça e, fazendo força para baixo, foi aproximando minha boca do pau dele. Eu olhei para ele como quem diz "o que você está fazendo?". "Abre a boca, Chini, e chupa meu pau", ele disse com os olhos fechados, já antecipando o prazer que ia sentir com minha boca. Eu abri a boca e deixei aquele pauzão entrar, começando a chupar como se fosse um picolé. Ele me disse para passar a língua por todo o pau dele, e eu fazia tudo que ele pedia. Fiquei assim por pelo menos 20 minutos, até que ele agarrou minha cabeça com força e começou a meter e tirar da minha boca, como se estivesse comendo minha buceta, até que enfiou o mais fundo que pude e começou a gozar. Senti a porra dele enchendo minha boca – era a primeira vez que tomava porra humana. Engoli por puro instinto, e porque não conseguia respirar com a boca cheia daquela porra grossa, quente, com um gosto entre ácido e salgado, que realmente não me desagradava. Se eu soubesse disso antes, quantos não teria engolido a porra? Mas o primeiro foi meu genro. Engoli tudo, depois comecei a passar minha língua por todo o contorno do pau dele, tirando toda a porra que ele ficou dizendo, "que mamada gostosa você me deu, sogra, como você engoliu toda a porra", ele disse com um suspiro rouco, "sabe de uma coisa, genro, o único que chupa o pau e engole porra é você", eu respondi, "então quer dizer que eu desvirginhei sua boca, sogrinha?", ele disse acariciando um dos meus peitos, "o que mais você tem de virgem, não me diga que esse cuzão lindo ainda é virgem pra mim", ele falou enfiando a mão por dentro da minha maiô e acariciando minha bunda nua, eu pedi pra ele esperar quando percebi que ele tava procurando o buraco do meu cu pra enfiar um dedo, "sim, você vai me arrombar, mas do jeito certo, numa cama", eu disse, "vai ser a primeira vez que vou levar no cu, e quero que seja bem feito, não uma rapidinha qualquer, tipo puta ocasional", eu continuei falando. Sebastian saiu da água ainda com o pau pra fora, já mole, mas mostrando um tamanho impressionante, me ajudou a sair da piscina e fomos juntos pro quarto dele, eu sabia que ele ia arrombar meu cu, ele tirou toda minha roupa de banho, me deitou na cama e se posicionou entre minhas pernas começando a chupar minha buceta, meu Deus, que prazer, nunca tinham feito isso em mim, sentir a língua dele pressionando meu clitóris, senti ele enfiando um dedo na minha buceta, depois dois, eu tava delirando de prazer, "Sebas, enfia um pouco na buceta", eu pedia de olhos fechados, vai, me come um pouco antes de arrombar meu cu, sinto ele subindo me beijando minha barriga inchada, até chegar nos meus peitos, sinto a cabeça do pau dele na entrada da minha buceta que estava encharcada, e ele começa a enfiar, sinto o pau dele entrando na minha buceta, "você não sabe quanto tempo faz que não sou comida", eu falava enquanto o pau dele entrava todo, ele começou a se mover e quase imediatamente tive um orgasmo tremendo, ele me virou deixando minha bunda enorme à vista, abriu minhas nádegas e começou a lamber meu cu, gritei de prazer, era a primeira vez que lambiam meu cu, fiquei com De bunda pra cima e eu abri minhas nádegas pra deixar ele aproveitar e me fazer gozar, "arromba, vai Sebas não demora mais, arromba de uma vez", eu pedia com minhas nádegas abertas ao máximo, oferecendo minha bunda virgem, sinto como ele se posiciona atrás de mim e como apoia aquela cabeça enorme que a rola dele tem na entrada do meu cu, sinto como ele faz força e sinto minha bunda ceder deixando passar aquela rola enorme que já estava arrombando meu cu, gritei de dor, mas ele continuou enfiando a rola dele no meu cu apertado, ele continuou arrombando o cu da sogra dele como tinha arrombado o cu da mulher dele ou seja minha filha, doía, minha bunda ardia enquanto aquela rola enorme me arrombava por dentro, sentia como meu cu ia se rompendo, como minha bunda se abria toda e meus intestinos iam se enchendo com a rola do meu genro, até que sinto minhas nádegas baterem na pelve dele ele tinha enfiado tudo, tinha arrombado meu cu, Sebas ficou parado um momento até minha bunda se acostumar com a visita, eu sempre com minhas nádegas abertas, ele tirou toda e soltei um peido, ele me fez virar de barriga pra cima e levantar minhas pernas, enfiou de novo no meu cu assim nessa posição, quando enfiou tudo de novo, começou a acariciar meu clitóris, devagar, bem devagar, enquanto ele comia meu cu, como eu gozava, nunca imaginei que iam comer meu cu e muito menos gozar desse jeito, sentia a rola dele entrando e saindo do meu cu, sentia como minha bunda estava aberta e como eu gozava, até que sinto o Sebastian enfiar o mais fundo que pode e começar a descarregar toda a porra nos meus intestinos, sentia os jatos de porra enchendo meu cu, sentia o buraco do meu cu pulsar, sentia uma vontade enorme de ir ao banheiro, tava me cagando, e o Sebastian continuava jorrando porra, parecia um enema que ele tava fazendo, até que termina de encher meu cu com a porra dele, e deita na minha barriga, esmagando meu abdômen, e quando a rola dele saiu da minha bunda, sofri um efeito tubo de pasta de dente, já que com o peso do corpo dele sobre mim, e com minha bunda recém arrombada, e tão aberta que estava, não consegui evitar de cagar, foi um nojo, mas depois virou uma história engraçada, e desde então meu genro e eu somos amantes, claro que não cago mais, mesmo tendo a bunda tão dilatada que nunca imaginei que ficaria assim.

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2 comentários - Meu genro me deixa louca

pc_juan +1
QUE VIEJA CALENTONA¡¡ COMO LE GUSTA LA PIJA¡¡. NO PODRA ENVIAR FOTOS??