Punk gostosa

Quando eu tinha dezenove anos, cantava numa banda punk. Eu era a que tocava pior qualquer instrumento, então me mandaram pro microfone. Me vestia toda de preto, até o cabelo, meia arrastão preta, saia curtinha, coletinho justo.
Foi uma época de excessos. Bebia muito álcool porque achava que isso era legal. E meus colegas de banda se aproveitavam disso.
Uma vez, antes de um show, no camarim antes de subir pra tocar, o baixista e o guitarrista saíram correndo pra buscar mais bebida, eu já tava tonta, e o baterista me chamou pra ficar. Eu aceitei.
A boca dele tinha gosto de cerveja, e os lábios estavam frios, mas com o vai e vem do atrito dos nossos beijos foram esquentando, até ficarem úmidos e quentes. A língua dele, e a minha, no começo estavam secas, e se raspavam uma na outra, carne com carne, e conforme a paixão avançava, as línguas pegaram temperatura e ficaram molhadas. Em só uns minutos a paixão transbordou e a gente tava se abraçando, ele me segurava pela cintura e eu me pendurava no pescoço dele. Ele passou a mão na minha bunda, primeiro por cima da roupa, depois enfiou a mão por baixo da saia e apertou minhas nádegas, e depois as acariciou, eu fiquei tão excitada que me molhei toda entre as pernas. Eu fazia carinhos nos pelinhos da nuca dele. Com uma mão apertando minha bunda, e a outra procurando minha buceta, comecei a beijar o pescoço dele e consegui arrancar um gemido. Ele enfiou dois dedos no meu buraquinho molhado e me masturbou por uns minutos. Eu quis ver o tamanho do pau dele e acariciei por cima da calça, a vara dele tava enorme, e bem dura, pulsava na minha mão. Saber que eu era capaz de excitar um cara daquele jeito, e ainda mais sendo meu amigo, me deixou louquinha, me inclinei sobre a mão que tava me masturbando pra que o movimento ficasse mais forte. Me mexi como se tivesse dando pra dentro dos dedos dele, e depois de uns instantes gozei, me agarrei no corpo dele e gemei no ouvido dele.
O resto da banda não demorou pra chegar. Subimos no palco pra cantar. Tocamos mal, éramos punks, o que esperavam?
No dia seguinte, o baterista me ligou querendo terminar o que a gente tinha começado. Eu tava sóbria na hora e, mesmo ele não sendo feio e até ter me dado um orgasmo, preferia deixar as coisas como estavam. Pedi pra ele manter segredo sobre o que rolou. Ele aceitou.

No ensaio seguinte, na casa do guitarrista, eu cheguei primeiro. Naquele dia tava bem esportiva, um moletom que me deixava enorme e uma calça de yoga que também era grande, assim minhas curvas não dava pra ver, e até parecia que eu era muito magra, anoréxica.

Fomos ouvir música no quarto dele enquanto esperávamos os outros. Eu tava meio deprê, naquela época ou tava deprimida ou bêbada. Deitei na cama dele de barriga pra cima e fiquei ouvindo Sex Pistols. Ele se ajoelhou do lado da cama e falou no meu ouvido que queria ficar comigo. Olhei pra ele, ri e falei que não, que não fosse besta, que éramos amigos.

— Com o baterista você ficou — ele disse.

Fiquei puta da vida. Com o baterista e com ele. Falei não de novo, mas ele insistiu. De má vontade aceitei e comecei a beijar ele.

Ele subiu em cima de mim, e eu, por questão de conforto, tive que abrir as pernas. Quando ele encostou o pau em mim, minha raiva sumiu. Fiquei muito excitada, ele já tava de pau duro, com só uns beijinhos sem língua já tava todo ereto. Abracei ele pela nuca. Ele se apertava contra mim com força, encostando cada centímetro do pau. Eu subia a bunda pra aumentar a fricção. A gente se mexeu assim uns minutos, os mesmos movimentos que amantes fazem quando tão transando. Num certo momento, tive que separar a boca dele da minha pra poder ofegar sossegada.

Quando ele me ouviu soltar aquele gemido no ar, não hesitou em tentar tirar minha calça. Como ela tava grande, conseguiu puxar até os joelhos antes que eu falasse alguma coisa. Não, ali acabava. Ele insistiu pra gente tirar a roupa, ficar só de calcinha e sutiã eu e ele de cueca, de novo encheu tanto o saco que tive que aceitar. O pau dele escapava da cueca, era uma samba-canção e o tamanho do bagulho era demais pro pano, a cabeça aparecia por cima do elástico.

— Tá olhando o quê? — ele falou.
— Nada…
— Gostou?

Mordi o lábio inferior e balancei a cabeça. Começamos a nos beijar de novo, dessa vez eu por cima dele. As mãos dele, cada uma numa das minhas nádegas, me provocavam. Apertava meus glúteos, depois acariciava, dava uns tapinhas, apertava de novo, massageava, nunca até aquele momento tinham mexido tanto na minha bunda como naquela tarde. Eu me mexia em cima do pau dele, minha calcinha preta (era punk, usava tudo preto) começou a ficar molhada, e o tecido escureceu por causa dos fluidos que saíam de mim.

Ele enfiou a mão por baixo do elástico da calcinha e acariciou a rachinha da minha bunda, me dando um monte de cócegas. Fez isso umas duas vezes, até que o dedo dele parou na porta do meu cu. De forma circular, começou a estimular aquele buraco, eu suspirava e mordia uma das orelhas dele. Quando o dedo dele entrou no meu cu, eu gemi, e mesmo sabendo que tava indo longe demais, deixei ele continuar com a punheta anal por mais uns instantes, tava gostando pra caralho.

— Bom, chega, para, por favor, para…

Me afastei dele, sentei numa das cadeiras que tinha no quarto e cobri o rosto com as duas mãos, me senti muito envergonhada. O guitarrista ficou de pé na minha frente, pelado, já tinha tirado a cueca. Colocou a mão na minha nuca, e antes que eu pudesse fazer alguma coisa, o pau dele já tava dentro da minha boca.

O pau dele era quentinho. Pulsava dentro da minha boca. Naquela época eu não era a chupadora profissional que sou hoje, mas naquela tarde fiz o melhor que pude. Pra ficar mais confortável, me ajoelhei. Ele controlava o ritmo me movendo com as mãos que agarravam minha cabeça, quando o pau dele entrava na minha boca, eu lambia a ponta com a língua, e depois o tronco, enquanto os lábios engoliam o resto, deixava a rola dentro por uns segundos e tirava. Comecei a masturbar o pau fazendo movimentos circulares com a mão, sempre acompanhado de um boquete, mexia minha cabeça também de forma circular. Ele gemia muito, gritava, às vezes tirava o pau completamente e dizia que não aguentava tanta cócega. Eu lambia a cabeça dele e as pernas tremiam, isso me excitava, dar prazer a um homem me excita.
A porta do quarto se abriu. O baixista entrou, a hora do ensaio estava chegando. A vergonha que senti naquele momento foi imensa. Eu estava de calcinha, ajoelhada chupando uma rola.
- Ah, beleza... - foi a expressão do baixista.
Eu me levantei, peguei minha roupa e corri para o banheiro. Fiquei trancada lá por vários minutos, até baterem na porta. Era o baixista me chamando.
- Ale, sai, mina, tá tudo bem...
Eu saí. Estava ele sozinho. Me disse que o guitarrista tinha ido buscar maconha na casa do dealer.
- Agora é minha vez... - ele disse.
Me abraçou pela cintura e me encurralou contra a parede.
- Não, para... - tentei me defender.
- Vai, só falta eu...
- Isso é loucura, chega... - murmurei.
Mas minha voz foi abafada pelo beijo dele. Começou a me pegar contra a parede, encostando todo o pau duro em mim. Baixou minha calça e depois baixou a dele. Me disse para chupar ele, e como eu já estava entregue, sem reflexos e sem defesa, me ajoelhei de novo e comecei a mamar a rola dele.
Era a maior rola dos três, embora não tivesse chupado a do baterista, tinha tocado e sentido ela encostada em mim. A rola dele pulsava dentro da minha boca, era grossa e bem peluda. O instinto levou minhas mãos às bolas dele, grandes, redondas, cheias de pelo, acariciei elas, apertei, e fiz cócegas por baixo. Depois segurei ele pela parte de trás das coxas para mamar melhor, a A calentura me levou a cravar minhas unhas nos glúteos dele e pegar com minha boca aquela pica linda.
Finalmente gozou nos meus lábios. O primeiro jato de porra caiu dentro da minha boca, o segundo, menos intenso, nos meus lábios, e o terceiro, já quase sem força, na minha bochecha, as últimas gotinhas de sêmen caíram no chão. Levantei e me tranquei de novo no banheiro.

Quando a banda estava completa, ensaiamos. Eu cantei pior do que nunca. Me senti pela primeira vez na vida uma puta. Era uma sensação ambígua. Por um lado, me dava vergonha, mas, por outro, estava num quarto com três caras que eu tinha chupado, excitava eles, sabia que os aquecia e isso me aquecia, eu sozinha, uma mulher indefesa no meio de um trio de caras loucos por sexo. Terminamos de ensaiar. No fim de semana, tínhamos um show importante no teatro municipal da cidade.

Dia do show. A galera lá fora tava doida por punk. Era um festival organizado por um partido político, e a gente vinha pra ser o grupo antipolítico, tinha muita gente esperando a gente subir pra tocar e falar merda do governo.

Mas a gente tava em outra. O camarim que nos deram era pequeno. Um sofá, um banheiro e uma mesinha. Todo mundo bêbado, e eu com mais vontade de trepar do que nunca.

Sentei no colo do baterista e beijei ele sem aviso. Ele não recusou. Acariciava minhas pernas, minhas coxas, a parte dos meus glúteos que pendia, porque eu apoiei minhas pernas nas dele pra sentar, não minha bunda.

Enquanto a gente se pegava, minha temperatura subia, e o tamanho da pica dele também. Não demorei pra ficar molhada. O estranho foi que os lábios e a língua dele estavam concentrados na minha boca, mas ao mesmo tempo sentia outra boca no meu pescoço, que me dava muito prazer. Olhei pra ver quem era. Era o baixista, o único que eu tinha engolido a porra, que beijava meu pescoço. Ri, sabendo que a coisa ia acabar mal. Levantei e fui pegar ele. O baterista se Colocou atrás de mim, apoiou o pau na minha bunda, balançando de um lado pro outro. Primeiro encostava na minha nádega direita, deslizava suave pra esquerda, parava um instante na rachinha entre os dois glúteos, e depois apoiava na nádega esquerda.

O guitarrista, sentado agora na cadeira, já tava se masturbando. Quando vi um pau, larguei tudo que tava fazendo, me agachei na frente dele e comecei a chupar.

Já não sentia mais aquela vergonhinha da tarde do ensaio; dessa vez, enquanto chupava o pau dele e batia uma com uma mão, com a outra eu me masturbava. Tava gozando oralmente por ter aquele membro dentro da minha boca e estimulava meu clitóris, uma estimulação que me dava pequenos espasmos de prazer.

Quando me toquei, os outros dois já estavam de pé, um de cada lado, com os paus de fora, esperando pela cavidade molhada da minha boca. Enquanto chupava, olhava de canto pros lados e pra cima; a cara de pervertidos daqueles caras me deixou louca, me esquentou de vez. Imaginei que eu também devia estar com cara de puta pervertida naquele momento. Que mulher não fica com cara de puta com um pau na boca?

Comecei a brincar com os três paus. Primeiro chupei o do guitarrista, depois o do baterista, e por fim o do baixista. Depois de umas voltas, chegou a hora das gozadas. Me banharam de porra; eu, toda excitada, espalhava a gozo pelo meu rosto como se fosse creme hidratante. A porra tava no meu cabelo, na minha testa, nos meus olhos, na minha boca, nas bochechas, nos buracos do meu nariz, escorrendo como babaca do meu queixo.

Eles propuseram me foder. Eles, assim como eu, queriam transar; eu queria ser penetrada, e eles queriam meter. Não tinha mais nada pra negociar.

— Os três juntos não — falei enquanto limpava os restos de porra do meu rosto.

Fizeram um sorteio pra ver a ordem em que iam me comer. Me senti uma puta tremenda, era um prêmio, eles estavam Sorteando minha buceta. E isso me deixou muito excitada. Eu era a puta do grupo. Uma putinha que daria prazer pros membros da banda.
O primeiro foi o baterista. Eu tirei a calcinha, deixando o resto da roupa. Ele baixou a calça até os joelhos. A ponta do pau dele apontava direto pro meu buraquinho, que brilhava de tão molhado que tava. Ele encostou a ponta na entrada da minha pussy, pressionou um pouco até entrar tudo, de uma vez, sem piedade, eu gemi. Ele se mexia com força e velocidade, tava me doendo, machucando, mas ao mesmo tempo eu sentia prazer, tive vontade de pedir pra ele ir mais devagar, mas não ia mostrar fraqueza, tripliquei a aposta.
- Vai, papai, me come mais forte, mete forte, isso, assim…
As bolas dele batiam na minha bunda, fazendo um barulho muito erótico. Plap, plap, plap, plap…
Ele ofegou. Minhas pernas tremeram de tanto gozar. Ele espalhou o leite dele dentro da minha pussy, que começou a escorrer. Ele deitou um pouco em cima de mim, levantou a calça e saiu pro corredor, onde os colegas dele esperavam.
O segundo a entrar foi o guitarrista. Eu tava deitada no sofá, de pernas abertas, pelo meu coxa ainda sentia o gozo escorrendo, derramando, me acariciando como uma lágrima que acaricia a bochecha até chegar na boca. O cara, mais tarado que uma piranha, se ajoelhou e começou a chupar minha pussy. Quase soltei uma risada, se ele soubesse que tinham gozado dentro de mim e que a língua dele tava em contato com o leite do amigo, não teria chupado, mas como eu adoro que chupem minha buceta, não falei nada. A língua dele raspava meu clitóris, fazendo minha buceta tremer de prazer, os lábios dele beijavam meus lábios vaginais, macios, como se fossem duas bocas se unindo. Senti que tava perto do ápice, que o orgasmo tava chegando, pedi pra ele não parar.
- Assim, ahh, assim, ahh, não para, não para que eu vou gozar, ahhh….
Meu fluxo terminou espalhado na cara dela. Eu, tonta de prazer, nem percebi que ele tinha metido, antes que eu voltasse a mim, ele já estava me comendo. Foi o primeiro ejaculador precoce com quem transei. Não foram mais que oito ou nove bombadas que ele me deu pra eu gemer e gozar, também dentro da minha pussy. Ele se deitou em cima de mim, eu tive que tampar a boca pra não rir, tinha sido uma foda muito curta. Me deu um beijinho e foi embora.

Entrou o baixista. O que tinha a cock maior. Foi o único que teve a delicadeza de chupar meus peitos. Naquele momento eu soube que ele era o mais experiente dos três. Chupou meus seios, mordeu eles, parou um bom tempo nos meus mamilos, até deixar eles bem durinhos. Quando chupam meus peitos, eu tremo, arqueio minhas costas e não consigo evitar de gemer, me excita muito sentir uma língua nos meus mamilos.

Depois ele fez eu me virar, ficar com as pernas no chão e as mãos apoiadas no sofá, quase de quatro, com as coxas dele separou minhas pernas. Introduziu a cock dele devagar na minha buceta. Meteu até a metade, tirou, voltou a meter um pouco mais, tirou, e finalmente meteu até o fundo.

Os movimentos dele eram suaves, dava pra ver que ele adorava me ouvir gemer. Metia devagar até o fundo, e tirava também devagar. Cada vez que metia, eu soltava um gemido longo e erótico. Ali descobri que os gemidos dependem da velocidade da penetração: se o homem se move rápido, os gemidos são curtos; se faz devagar, os gemidos são longos. Mas a paixão fez ele aumentar a velocidade das bombadas. As coxas dele batiam na minha bunda, e os testíbooties voavam pra frente cada vez que ele investia em mim, e eu sentia como batiam na parte alta da minha buceta, e podia sentir como batiam no Booty dele quando ele fazia o movimento pra trás.

Claro que meus gemidos se intensificaram, e não só ficaram mais fortes, mas também mais curtos. Ele ofegou como um gorila, tirou o pênis, o apoiou na junção dos meus glúteos, e sem nem tocar no próprio pau começou a se espalhar por toda a minha costa, senti um calorzinho e soube que tinha acabado, manchando com o esperma dele parte da minha camiseta, e algumas gotas, as primeiras a sair do pau dele, chegaram até a minha cabeça, caindo no meu cabelo lindo, coisa que odeio, mas quando a gente tá transando tem que aguentar.
Nós nos vestimos e saímos pra tocar.
Isso se repetiu mais algumas vezes antes de cada show. Tipo um ritual, antes de subir no palco, eu me deixava curtir por todos. Sempre separado. Até que começaram as brigas internas entre eles, porque tinham se apaixonado por mim e queriam exclusividade.
Tivemos que fazer um show de despedida. Como eu tava puta naquele dia, não transei com nenhum. Eles ficaram putos e não quiseram tocar. O show foi cancelado.

12 comentários - Punk gostosa

BUENISIMO!!!! bien punk!!! jajaja
pero al final trendia que haber sido con los tres!!!! siiii bien punk!!!
exelente post!!
jajajaja claro total... entregate vos a tres a la vez jeje
jajaja!!! bueno no te enojes!!! jajaj!!
igual esta muy bueno!!! chica punk!!!
Por que estas resubiendo los post de Alejandra?
Muy bueno!
Pone la fuente de los relatos!
Gracias por compartir
mnr14 +1
😃 que lindo. .bien punk me encanta
Cuando sea el recital del "regreso", voy a ir a apoyarte...
Subaa38 +1
Este relato me vació la verga. Dicen que no es original?