Meus Desejos de Ser a Mulher Dele VIII

Vem, conta da sua vida, Mica... Foram as palavras de quem toda noite eu sonhava, que fosse minha sogra... Fui lá, com muito medo, um ato errado, uma mancada, e tudo desabaria, minha verdadeira identidade viria à tona, e acho que nunca mais pisaria naquela casa... Sentei, cruzei as pernas, e comecei a inventar uma grande história... Que estudava veterinária, porque amo os animais, que morava sozinha, já que meus pais, grandes médicos com casa no exterior, me mandavam dinheiro toda semana, e que não trabalhava no momento. Os pais dela me olhavam fascinados, ou pelo menos era o que eu sentia, estava sozinha, nem Joaquim, nem as irmãs dele estavam lá, só eu e quem seriam meus futuros sogros... Numa interrupção, Raul começou a cozinhar o jantar, seguido pela esposa, eu sem hesitar, saí na hora indo pro quarto do Joaquim, ao passar pela sala eles falam: "Ei, você!" Era a Agustina, a irmã do Joaquim... "Sim, Agus, fala", eu disse. "Não, nada, queria que você me lembrasse seu nome..." ela disse. "Ah, Micaela, Mica, Miky, como você quiser, Agus", eu disse... "Micaela tá perfeito", ela falou num tom bem distante e seco... Pensativa, fui pro quarto do Joaquim, quando entro, ele tava vendo TV totalmente bobão... "Finalmente!" ele fala... "Tava doido pra você me chupar..." "Joaquim, vou te pedir pra me respeitar um pouco mais, entende que agora as coisas mudaram, já sou sua namoradinha pros seus pais, me trata um pouco melhor..." "Fala sério, porquinha horrorosa, para de se fazer de vítima que você não tá em posição de pedir favor, agora abre essa boquinha e engole tudo isso..." Baixando a cabeça e mais submissa do que nunca, comecei a beijar de ponta a ponta todo o pedaço enorme dele, ele enquanto isso... bobão, sem dar importância... a única coisa que fazia, de vez em quando, era me agarrar pela nuca, igual uma putinha, e subir e descer minha cabeça com violência... "Assim, porquinha! Assim, putinha minha! Vou encher sua garganta! de puta de porra!
Quando a pica do Joaquin começou a bombar uma quantidade imensa de porra, a porta se abriu...
Por sorte, a única luz era da televisão. Na hora, o Joaquin tampou minha cabeça,
mas era óbvio que tinha algo estranho... A mãe dele, enquanto enfiava meio corpo, gritou:
"Gurizada, a comida já tá pronta!", e se recolheu, pedindo desculpas...
Ela percebeu que eu tava mamando o filho dela, percebeu que a nora dela era uma puta
sem escrúpulos...

Depois desse susto e de ter engolido toda a porra, fui pro banheiro, dei uma ajeitada
na minha periquita, e esperei o Joaquin pra gente ir jantar junto com a família toda dele...

No jantar, por sorte, senti que a Jessi, a outra irmã dele, sempre me tirava das enrascadas, quando
alguma coisa era realmente desconfortável. Ela sempre acabava comentando algo ou deixando o clima mais leve.

Durante o jantar, o Joaquin não teve ideia melhor do que sugerir que eu ficasse pra dormir, e perguntar se os pais dele não se importariam com a minha presença. Eles disseram
que não tinha problema nenhum, e então eu já tava obrigada a ficar pra dormir lá...

Terminado o jantar, fomos pro quarto do Joaquin, deitamos, e ele já queria que eu enfiasse a vara dele na boca... Aí eu perguntei se
ele não tava a fim de me perguntar como eu tava me sentindo, ou o que eu achava de tudo que tava rolando...

Ele não teve escolha, parece que alguma coisa do que eu falei mexeu com ele, e ele perguntou: "Qual é a boa?"...
Eu respondi que era tudo muito novo, que eu adorava a ideia de ser a namoradinha dele e, mais ainda, queria, um dia, casar com ele...

A conversa durou pouco. Na hora ele pegou minha mão e colocou na pica dele... Me pediu de novo pra enfiar na boca...
Devo dizer que eu adorava, ele tinha um tronco lindo e bem grande...

Não consegui chupar o quanto eu queria, porque num piscar de olhos, ele me obrigou a ficar de quatro como uma porquinha engole porra,
rasgou meu legging azul na parte da minha cavidade anal e Através daquele buraco, deslizou minha calcinha fio dental e começou a chupar minha bundinha...
Eu falava baixinho: — Joaquim! Você rasgou a legging da sua irmã, ela vai me matar quando descobrir...
Ele nem ligava pra mim... Continuava chupando meu buraquinho, era uma delícia, meu pintinho aos poucos começava a endurecer e, pela primeira vez, dava pra ver
que escondia uma coisinha pequena debaixo da legging. Antes nunca...
De uma só vez, ele enfiou a pica enorme na minha bunda, batendo as bolas enormes dele nas minhas bolinhas pequenininhas, não aguentei e soltei um gemidinho...
Parece que ele se irritou, porque com o punho fechado me deu um tapa na bunda e disse: — Cala a boca, puta...
Peguei um travesseiro e coloquei na boca, era impossível evitar de gritar, ele metia forte, cada vez mais forte, e me batia na bunda com a mão fechada, começou a beliscar meus peitinhos,
era um verdadeiro prazer, me sentia uma porquinha totalmente ultrajada, minha respiração estava muito pesada, dava pra ouvir. O quarto do Joaquim é do lado do da Jéssica,
então ouvimos uma batida na parede, era ela pedindo silêncio... Joaquim, pelo contrário, meteu cada vez mais forte até que banhou minha bundinha de porra...
Quis ir ao banheiro na hora, pra tirar toda a porra que tinha, pedir emprestada uma roupa confortável pra Jéssica e ir descansar...
Quando estou no banheiro e depois de me higienizar completamente, olho a hora, já eram 3 da manhã, tarde demais pra incomodar a Jéssica, ainda mais depois que ela pediu pra gente baixar o volume...
Olho pros dois lados e encontro um cesto com roupa pra lavar... Mexo lá dentro, tinha uma calcinha de algodão, cheirei, não parecia muito suja, então
decidi vestir ela, continuo fuçando e eureca! um shortinho e uma camisetinha de algodão também... Era o pijama de alguma das irmãs com certeza... Caiu como uma luva...
Termino de me vestir e a porta do banheiro se abre...
Era o Raul...
— Raul, desculpa, já tava indo, vou deixar o banheiro. Eu disse...
1º me trata de "você" e 2º você não vai a lugar nenhum...
De repente, ele me virou bruscamente, fiquei de costas pra ele e de frente pro espelho. Ele se abaixou, puxou meu shortinho e minha calcinha de algodão, abriu minhas pernas e começou a chupar toda, toda a minha tiny ass...
Enfiava a língua inteira, depois o nariz, fazia um jogo incrível entre língua e nariz, se abaixou ainda mais e chupou minhas bolinhas, aquele homem me satisfazia como se eu realmente fosse uma mulher, me deixava louca, ele tinha uma língua mágica...
Parou, se levantou e me disse: Agora você vai me chupar, seu gordo viadinho...
Sem dizer uma palavra, me abaixei e comecei a mamar toda, toda a porra da pica, era grande, grande igual a do filho dele, os ovos lindos, dava pra brincar com os pequenos penduricalhos que ele tinha.
Enfiava os ovos inteiros na boca e olhava nos olhos dele, ele puxou minha peruquinha e começou a acariciar meu cabelo de verdade...
Você é promíscuo, hein, gordo, ele dizia, você adora uma cock. Que bom, meu filho deve se divertir pra caralho com você, porquinho...
Ele tirou a cock da minha boca de um puxão e começou a me bater na cara toda, posso até dizer que doía como ele batia... Me fascinava, me sentia totalmente humilhada...
Primeiro pelo filho da puta do filho, depois pelo pai desgraçado...
Ele me fez levantar puxando meu cabelo, me apoiou contra a pia do banheiro e começou a me penetrar a Booty. A gente se via no espelho... eu de cara limpa, com uma regatinha feminina e ele atrás de mim, bombando, com cara de cínico... Pegou o celular dele e começou a gravar tudo...
Nós dois com o rosto descoberto... Não conseguia segurar o prazer, Raul metendo bem forte em mim no banheiro dele, o dono da casa estava me fodendo com todo aquele pacote lindo e gigante, enquanto a esposa e os filhos dele dormiam...
Ele largou o celular na pia, puxou minhas duas tetezinhas de porquinha pra fora da regata e começou a apalpar elas, Raul, pelo visto, nunca, ou fazia um bom tempo, não transava com outra pessoa que não fosse a mulher dele... Ele estava adorando transar desenfreado comigo, percorria meu corpo inteiro e cada bombada dele era uma lágrima
a mais escorrendo pela minha bochecha...
Apertava uma e outra vez meus mamilos, até que finalmente gozou dentro do meu cuzinho...
Me pegou pelo braço, me fez sentar no bidê, abriu a torneira no máximo
e enquanto o bidê limpava toda minha cavidade anal, ele enfiou o canhão dele na minha boca...
— Limpa pra mim, porca — ele disse...
Tirei a boca dele e falei: — Me trata como mulher, por favor — e enfiei de novo na boca, dessa vez olhando nos olhos dele...
O pauzão dele começou a inchar de novo, meus desejos mais femininos tomaram minha alma toda, finalmente realizava meus sonhos de mocinha...
Pai e filho me comiam como uma putinha...
— Vem, levanta — ele disse. Fechou o bidê, eu me levantei, ele pegou minha mão e juntos fomos pra algum lugar...
Esse lugar era o quarto dele...
— Paula, Paula, acorda — Raúl balançava a mulher dele, que tava dormindo...
— O que foi, meu amor? É tarde pra caralho — disse Paula, toda sonolenta...
— Tenho algo pra te mostrar, bom, temos algo pra te mostrar, né, Mica?
O que mais podia acontecer ali? Não sabia se tinha me metido numa puta enrascada ou se o melhor ainda tava por vir, mesmo assim, lá no fundo, meus desejos mais profundos
eram os de ser a mulher dele...

CONTINUA...Meus desejos de ser a mulher dele
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Meus desejos de ser a mulher dele II
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Meus desejos de ser sua mulher III
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Meus desejos de ser sua mulher IV
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Meus desejos de ser a mulher dele
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Meus desejos de ser a mulher dele VI
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Meus desejos de ser sua mulher VII
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Meus desejos de ser sua mulher IX
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4 comentários - Meus Desejos de Ser a Mulher Dele VIII

Barish3 +1
me mato el relato, me fascino. Absolutamente caliente 🤤
ya mismo me pongo a leer el resto