Por fim, o final da história do vendedor ambulante, dedicada a jhon_hatcher, quem com sua insistência fez que eu sentasse para completar a história. Espero que gostem.
III parte e final
A manhã seguinte Roberto despertou tarde. O sol já entrava pela janela a todo dar. Tenteou a cama e Celia não estava mais lá. O barulho na cozinha indicava que estava preparando o café da manhã. Nesse momento, adormecido, recordou a noite anterior. As carícias, os beijos e o sexo. Um sexo selvagem, como nunca haviam tido e que culminou com a enculada de Celia. Ela se ofereceu e ele, ainda sabendo as intenções da sua puta esposa, não pôde resistir. A lubrificou bem e lentamente foi penetrando-a pelo cu até o final. Ela gemia e chorava, mas não fez qualquer esforço para que parasse. E ele pensou, acertadamente, que tudo fazia para sentir essa poronga negra em suas entranhas, aquela cock que a sodomizaria de uma vez e para sempre. Apesar de saber isso, ou talvez por saber, a perforou sem miramentos e uma vez dentro a bombou salvajemente, até que finalmente lhe encheu as entranhas com seu cúm quente, quedando os dois exaustos.
Se levantou e foi ao banheiro. De passagem, encontrou o celular da sua mulher sobre a mesa e o tomou como um descuido. Encerrou-se no banheiro e revisou as ligações. Ali estava. Havia uma hora se comunicado com um número com a característica de ali. Um minuto de duração. De imediato voltou a ligar para o mesmo número.
Tocou duas vezes e uma voz grave atendeu.
- E agora que você deseja, puta?
- Não sou Celia, sou seu esposo, disse em voz baixa.
Um silêncio de alguns segundos.
- Vai, vai, você roubou o celular da sua esposa. Se você me pedir para não encular a sua mulher, não é comigo que você deve pedir. Desde que ela não saia de casa, basta, disse com tranquilidade.
- Não se trata disso. Queria falar com você.
- Olhe, não tenho muito tempo, mas às 11 estarei no bar da praia. Busque-me ali e corteu. Buscou o registro de chamadas e apagou a que havia feito. Saiu do banheiro e voltou a deixar o celular onde o havia encontrado. - Olá, meu amor, disse sua esposa quando entrou na cozinha, como foi essa noite não?, você é um verdadeiro animal. - Olá, meu amor, mas não exagere. O que me parece é que você está muito puta essas férias, disse tentando sorrir. - Ayy, que me ofendes, minha vida, só o faço por ti, mentiu descaradamente. - O que planeaste para hoje?, perguntou Roberto mudando de assunto. - Em um tempo podemos ir à praia, então almoçamos e pensei sair para caminhar um pouco após comer, disse ela com inocência. - Não tenho vontade de sair após comer, disse ele, o que provocou uma sensação de alívio em Celia. - Não há problemas. Fique descansar e eu volto a tempo e vamos à praia, disse ela já organizando o tempo para o que tinha planejado. - Me parece bem, disse sentando-se para desjejum em silêncio. Já na praia se sentaram sob a sombrinha e desfrutaram de uma manhã esplêndida. A essa hora, Roberto disse à sua mulherita que ia caminhar um pouco e ela disse que ficava para tomar sol. Roberto compreendeu que ela ficava para ver se encontrava com Maulón. O que não sabia é que ele iria vê-lo primeiro. Chegou ao bar da praia, e lá estava o negro esperando. Maulón o ouviu atentamente, se surpreendeu, riu e quando saiu, ficou ali rindo às gargalhadas. Roberto voltou junto à sua esposa. Depois do almoço, Roberto tentou ter sexo, mas ela o rejeitou dizendo que estava cansada ainda da noite anterior e mudando-se saiu para olhar vitrines. Apenas se afastou, Roberto saiu e tomou outro caminho. Sabia onde ia ela e como chegar primeiro. Celia caminhou um pouco pela zona comercial para disfarçar e temendo que seu esposo a seguisse. Depois de uns 10 minutos, quando se assegurou de que ninguém a observava, tomou o caminho da casa de Maulón que também conhecia. Bateu na porta de entrada, sem Saber que seu marido havia ingressado pela janela traseira, alguns minutos antes. Maulón abriu a porta e a olhou. - Nunca duvidei de você ser uma puta, disse sorrindo. Celia sorriu também. - Eu também me alegra de ver você, disse enquanto o beijava na boca. Seus línguas se misturaram, e Maulón a levantou da cintura e a meteu em casa. Com o pé fechou a porta e a levou em volandas até o quarto, jogando-a sobre a cama. Celia caiu despatarrada e rapidamente se recompôs. - Para começar você vai me fazer uma das mamadas deliciosas que faz, puta, disse o negro começando a se despir. Ele tinha apenas um shortue assim que não demorou muito tempo. Seu pau grande ficou ao descoberto. Aproximou-se da cama e Celia sentindo-se no bordo a tomou com ambas as mãos e a meteu na boca. No fundo do armário, Roberto não perdia detalhe, enquanto filmava com seu celular. Isso o excitava e sua calentura era superada apenas por sua fúria. Tantos anos de respeitá-la e essa puta da rua jogando negros à esquerda e à direita. - Enquanto Celia lambia, Maulón a despirava. Ele tirou a blusa e seus seios rebateram livres, sem sosteń, começando imediatamente a magrear sensualmente. De imediato os peitos se levantaram e endureceram. Depois de um tempo a fez levantar-se e, com um puxão, lhe baixou os shorts, ficando ao descoberto todos seus encantos. Não usava calcinha. - Eu me alegro que você faça caso. Odio destroçar roupa interior de marca, disse enquanto começava a sugá-la a boca como uma ventosa. Uma das suas mãos, atrás, jogava com seu bumbum enquanto parecia querer tirar-lhe a vida pela boca. Quando se despegou Celia precisou respirar agitada para recuperar o ar. Quase a havia afogado. Um de seus dedos grossos estava dentro do seu cu até os nós dos dedos. - Te fizeste o bum, então? Perguntou Maulón. - Sssii, respondeu Celia com os olhos fechados. - Te gustou? - Ssssiiii - E por que você fez isso?, perguntou enquanto Um segundo dedo se metia em seu traseiro.
- Por que queria sentir-te, respondeu Celia quase num susurro.
- Mas alto que não te escuto, insistiu Maulón enquanto o segundo dedo alcançava ao primeiro.
- ¡¡Porque queria sentir-te!!, gritou ao se sentir completamente penetrada.
Maulón a deitou sobre a cama, se instalou entre suas pernas e dirigindo seu pau a penetrou rapidamente, começando um lento pistoneio que a conquistou por completo. Em coisa de minutos conseguiu que ela se corresse. Deixou-a cum e em seguida fez-lhe dar volta, pondo-la em quatro patas. O momento havia chegado.
Sus líquidos haviam corrido por sua entreperna e empapavam seu cu. Habilmente Maulón esparceu esses jugos e dois dedos entraram no cu de Celia.
Depois se acomodou atrás dela, pelou seu pau, escupiu-lhe um par de vezes e lentamente a apoiou na porta do cu de Celia.
Roberto desde o armário, não perdia detalhe. Nunca havia estado tão excitado em sua vida.
- Agora é quando vais-te receber de puta, disse empurrando e logrando que a cabeça de seu pau se afastasse no traseiro de Celia, que gritou de dor. Um novo escupitajo voltou a lubrificar a vara negra, e outro envio alojou um bom pedaço de carne dentro do corpo da mulher.
- ¡Ayyyy! ¡Me partes, me partes!, sollozava Celia aferrando-se às sábanas e baixando a cabeça sobre a almofada.
- Por suposto que te parto, puta de merda. Vou-te partir em quatro. Não vais-te esquecer jamais deste dia, te-lo asseguro eu, disse Maulón enquanto continuava empurrando suavemente. Seu pau ia entrando centímetro a centímetro.
Cinco minutos levou para que a penetração fosse total e por fim, a serpente negra quedou completamente alojada nas entranhas de Celia, que sollozava e gemia continuamente. Chegou ao fundo e ali se quedou.
Nesse momento, como se esperasse uma ordem, Abdul totalmente nu e empalmado entrou na habitação. Foi à cabeceira e tomando os pelos de Celia, obrigou-a a levantar a cabeça e sem mirar-lhe no rosto lhe hundiu Sua cock na boca. A mulher nem sequer abriu os olhos. Estava completamente entregue. Começou a chupar essa cock desesperadamente, sem nem sequer mirar quem era o dono. Nesse momento Maulón começou com o mete e saca. No início parecia que ao sair arrastaria o cu para fora do apertado que estava, mas após vários vaivenes, se adaptou e as sensações começaram a ser placenteras. Os gritos e gemidos haviam cessado ao ter a boca ocupada, mas o corpo de Celia mostrava que estava desfrutando à toa da enculada.
Depois de alguns minutos, Maulón girou acostando-se de costas na cama, e obrigando Celia a quedar sobre ele, boca para cima. Esse foi o momento que aproveitou Abdul para se posicionar entre suas pernas e meter seu pênis até o fundo, abrindo sua vagina como uma flor.
- Não, por favor, por favor, gemeu Celia. Ninguém a escutou. O mete e saca de Abdul fazia com que em cada empurrão se cravasse mais a fundo a cock de Maulón. E Celia começou a gozar uma e outra vez. Seus orgasmos se enlaçavam um ao outro. Mas a festa apenas começava.
A porta se abriu e outro negro nu, alto como 2 mts, entrou na habitação. Aproximou-se da cama e tomando-a pelos cabelos fez girar sua cabeça e meteu seu cock na boca até o fundo.
Seus três orifícios estavam ocupados por enormes morcillas, como nunca havia sonhado.
Maulón foi o primeiro a se esvair no seu cu. Essa gozação quente apenas avivou os orgasmos que já a haviam agotado e dos que havia perdido a conta. Abdul a girou de lado, e Maulón pôde sair de baixo. Nesse momento, entre os dois negros, a puseram novamente em quatro patas, e Abdul que se havia retirado, a cravou pelo cu até o fundo sem nenhuma compaixão. Começou um pistoneamento selvagem até que se corresse largamente. E nesse momento, o outro negro ocupou seu lugar e a voltou a encular. Celia já estava semiinconsciente. Haviam sido demais. Mas o que passou em seguida a paralizou.
Enquanto o terceiro negro que nem seu... nome sabia que estava martelando como uma máquina pelo cu, viu sair seu esposo dos seus sonhos. Subiu para a cama e meteu seu pau na boca. Celia pensou que estava sonhando, mas não, era verdade. Ali estava o pau do seu esposo em sua boca.
- Eres muito puta, Celia, muito puta, negra de merda, puta barata, estás recebendo o que mereces por me meter os bocados, disse ele em voz baixa enquanto metia seu pau até a garganta. Quando o negro que a estava enculando se correu, sentiu como seu esposo se vazava na sua boca, com uma quantidade de sêmen que nunca havia soltado. Quando se lhe baixou, a sacou e sentou-se em uma cadeira.
Durante uma hora mais, os três negros se turnaram para cogerla. Deram-lhe por todos os buracos e de todas as maneiras possíveis, e Roberto não perdeu detalhe com seu celular. Em um momento, se vestiu e saiu, enquanto sua mulher estava muito entreterida atendendo a seus novos amigos.
Quando Celia regressou ao hotel, Roberto já não estava. Só uma nota.
Querida, eu regressei para casa. Para quando voltarás, eu já não estarei. Em alguns dias receberás a visita do meu advogado para iniciar o trâmite de divórcio. Espero que arreglemos sem problemas e que não tenha que acrescentar o vídeo que filmei hoje da tua conduta demonstrativa com seus amigos vendedores.
Um ano após, Roberto havia reorganizado sua vida com uma nova parceira, uma bela mulher que trabalhava com ele na mesma empresa. Uma mulher que detestava as coisas artesanais e não perdia tempo nos postos dos vendedores ambulantes.
Mas para Roberto as coisas haviam mudado. As cenas que havia visto tinham despertado seu interesse pelo sexo e o voyeurismo, e um amigo lhe propôs a ideia de montar um negócio de filmes pornô por internet. Naturalmente, participava com o capital, presenciava as filmagens, mas não figurava na sociedade fantasma para evitar publicidade.
O primeiro sucesso da nova empresa foi o filme sobre uma mulher casada que levava adiante uma orgia. com três negros muito bem dotados. A qualidade do vídeo não era muito boa, mas dava toda a sensação de ser completamente amador e roubado, o que fez furor na web.
III parte e final
A manhã seguinte Roberto despertou tarde. O sol já entrava pela janela a todo dar. Tenteou a cama e Celia não estava mais lá. O barulho na cozinha indicava que estava preparando o café da manhã. Nesse momento, adormecido, recordou a noite anterior. As carícias, os beijos e o sexo. Um sexo selvagem, como nunca haviam tido e que culminou com a enculada de Celia. Ela se ofereceu e ele, ainda sabendo as intenções da sua puta esposa, não pôde resistir. A lubrificou bem e lentamente foi penetrando-a pelo cu até o final. Ela gemia e chorava, mas não fez qualquer esforço para que parasse. E ele pensou, acertadamente, que tudo fazia para sentir essa poronga negra em suas entranhas, aquela cock que a sodomizaria de uma vez e para sempre. Apesar de saber isso, ou talvez por saber, a perforou sem miramentos e uma vez dentro a bombou salvajemente, até que finalmente lhe encheu as entranhas com seu cúm quente, quedando os dois exaustos.
Se levantou e foi ao banheiro. De passagem, encontrou o celular da sua mulher sobre a mesa e o tomou como um descuido. Encerrou-se no banheiro e revisou as ligações. Ali estava. Havia uma hora se comunicado com um número com a característica de ali. Um minuto de duração. De imediato voltou a ligar para o mesmo número.
Tocou duas vezes e uma voz grave atendeu.
- E agora que você deseja, puta?
- Não sou Celia, sou seu esposo, disse em voz baixa.
Um silêncio de alguns segundos.
- Vai, vai, você roubou o celular da sua esposa. Se você me pedir para não encular a sua mulher, não é comigo que você deve pedir. Desde que ela não saia de casa, basta, disse com tranquilidade.
- Não se trata disso. Queria falar com você.
- Olhe, não tenho muito tempo, mas às 11 estarei no bar da praia. Busque-me ali e corteu. Buscou o registro de chamadas e apagou a que havia feito. Saiu do banheiro e voltou a deixar o celular onde o havia encontrado. - Olá, meu amor, disse sua esposa quando entrou na cozinha, como foi essa noite não?, você é um verdadeiro animal. - Olá, meu amor, mas não exagere. O que me parece é que você está muito puta essas férias, disse tentando sorrir. - Ayy, que me ofendes, minha vida, só o faço por ti, mentiu descaradamente. - O que planeaste para hoje?, perguntou Roberto mudando de assunto. - Em um tempo podemos ir à praia, então almoçamos e pensei sair para caminhar um pouco após comer, disse ela com inocência. - Não tenho vontade de sair após comer, disse ele, o que provocou uma sensação de alívio em Celia. - Não há problemas. Fique descansar e eu volto a tempo e vamos à praia, disse ela já organizando o tempo para o que tinha planejado. - Me parece bem, disse sentando-se para desjejum em silêncio. Já na praia se sentaram sob a sombrinha e desfrutaram de uma manhã esplêndida. A essa hora, Roberto disse à sua mulherita que ia caminhar um pouco e ela disse que ficava para tomar sol. Roberto compreendeu que ela ficava para ver se encontrava com Maulón. O que não sabia é que ele iria vê-lo primeiro. Chegou ao bar da praia, e lá estava o negro esperando. Maulón o ouviu atentamente, se surpreendeu, riu e quando saiu, ficou ali rindo às gargalhadas. Roberto voltou junto à sua esposa. Depois do almoço, Roberto tentou ter sexo, mas ela o rejeitou dizendo que estava cansada ainda da noite anterior e mudando-se saiu para olhar vitrines. Apenas se afastou, Roberto saiu e tomou outro caminho. Sabia onde ia ela e como chegar primeiro. Celia caminhou um pouco pela zona comercial para disfarçar e temendo que seu esposo a seguisse. Depois de uns 10 minutos, quando se assegurou de que ninguém a observava, tomou o caminho da casa de Maulón que também conhecia. Bateu na porta de entrada, sem Saber que seu marido havia ingressado pela janela traseira, alguns minutos antes. Maulón abriu a porta e a olhou. - Nunca duvidei de você ser uma puta, disse sorrindo. Celia sorriu também. - Eu também me alegra de ver você, disse enquanto o beijava na boca. Seus línguas se misturaram, e Maulón a levantou da cintura e a meteu em casa. Com o pé fechou a porta e a levou em volandas até o quarto, jogando-a sobre a cama. Celia caiu despatarrada e rapidamente se recompôs. - Para começar você vai me fazer uma das mamadas deliciosas que faz, puta, disse o negro começando a se despir. Ele tinha apenas um shortue assim que não demorou muito tempo. Seu pau grande ficou ao descoberto. Aproximou-se da cama e Celia sentindo-se no bordo a tomou com ambas as mãos e a meteu na boca. No fundo do armário, Roberto não perdia detalhe, enquanto filmava com seu celular. Isso o excitava e sua calentura era superada apenas por sua fúria. Tantos anos de respeitá-la e essa puta da rua jogando negros à esquerda e à direita. - Enquanto Celia lambia, Maulón a despirava. Ele tirou a blusa e seus seios rebateram livres, sem sosteń, começando imediatamente a magrear sensualmente. De imediato os peitos se levantaram e endureceram. Depois de um tempo a fez levantar-se e, com um puxão, lhe baixou os shorts, ficando ao descoberto todos seus encantos. Não usava calcinha. - Eu me alegro que você faça caso. Odio destroçar roupa interior de marca, disse enquanto começava a sugá-la a boca como uma ventosa. Uma das suas mãos, atrás, jogava com seu bumbum enquanto parecia querer tirar-lhe a vida pela boca. Quando se despegou Celia precisou respirar agitada para recuperar o ar. Quase a havia afogado. Um de seus dedos grossos estava dentro do seu cu até os nós dos dedos. - Te fizeste o bum, então? Perguntou Maulón. - Sssii, respondeu Celia com os olhos fechados. - Te gustou? - Ssssiiii - E por que você fez isso?, perguntou enquanto Um segundo dedo se metia em seu traseiro.
- Por que queria sentir-te, respondeu Celia quase num susurro.
- Mas alto que não te escuto, insistiu Maulón enquanto o segundo dedo alcançava ao primeiro.
- ¡¡Porque queria sentir-te!!, gritou ao se sentir completamente penetrada.
Maulón a deitou sobre a cama, se instalou entre suas pernas e dirigindo seu pau a penetrou rapidamente, começando um lento pistoneio que a conquistou por completo. Em coisa de minutos conseguiu que ela se corresse. Deixou-a cum e em seguida fez-lhe dar volta, pondo-la em quatro patas. O momento havia chegado.
Sus líquidos haviam corrido por sua entreperna e empapavam seu cu. Habilmente Maulón esparceu esses jugos e dois dedos entraram no cu de Celia.
Depois se acomodou atrás dela, pelou seu pau, escupiu-lhe um par de vezes e lentamente a apoiou na porta do cu de Celia.
Roberto desde o armário, não perdia detalhe. Nunca havia estado tão excitado em sua vida.
- Agora é quando vais-te receber de puta, disse empurrando e logrando que a cabeça de seu pau se afastasse no traseiro de Celia, que gritou de dor. Um novo escupitajo voltou a lubrificar a vara negra, e outro envio alojou um bom pedaço de carne dentro do corpo da mulher.
- ¡Ayyyy! ¡Me partes, me partes!, sollozava Celia aferrando-se às sábanas e baixando a cabeça sobre a almofada.
- Por suposto que te parto, puta de merda. Vou-te partir em quatro. Não vais-te esquecer jamais deste dia, te-lo asseguro eu, disse Maulón enquanto continuava empurrando suavemente. Seu pau ia entrando centímetro a centímetro.
Cinco minutos levou para que a penetração fosse total e por fim, a serpente negra quedou completamente alojada nas entranhas de Celia, que sollozava e gemia continuamente. Chegou ao fundo e ali se quedou.
Nesse momento, como se esperasse uma ordem, Abdul totalmente nu e empalmado entrou na habitação. Foi à cabeceira e tomando os pelos de Celia, obrigou-a a levantar a cabeça e sem mirar-lhe no rosto lhe hundiu Sua cock na boca. A mulher nem sequer abriu os olhos. Estava completamente entregue. Começou a chupar essa cock desesperadamente, sem nem sequer mirar quem era o dono. Nesse momento Maulón começou com o mete e saca. No início parecia que ao sair arrastaria o cu para fora do apertado que estava, mas após vários vaivenes, se adaptou e as sensações começaram a ser placenteras. Os gritos e gemidos haviam cessado ao ter a boca ocupada, mas o corpo de Celia mostrava que estava desfrutando à toa da enculada.
Depois de alguns minutos, Maulón girou acostando-se de costas na cama, e obrigando Celia a quedar sobre ele, boca para cima. Esse foi o momento que aproveitou Abdul para se posicionar entre suas pernas e meter seu pênis até o fundo, abrindo sua vagina como uma flor.
- Não, por favor, por favor, gemeu Celia. Ninguém a escutou. O mete e saca de Abdul fazia com que em cada empurrão se cravasse mais a fundo a cock de Maulón. E Celia começou a gozar uma e outra vez. Seus orgasmos se enlaçavam um ao outro. Mas a festa apenas começava.
A porta se abriu e outro negro nu, alto como 2 mts, entrou na habitação. Aproximou-se da cama e tomando-a pelos cabelos fez girar sua cabeça e meteu seu cock na boca até o fundo.
Seus três orifícios estavam ocupados por enormes morcillas, como nunca havia sonhado.
Maulón foi o primeiro a se esvair no seu cu. Essa gozação quente apenas avivou os orgasmos que já a haviam agotado e dos que havia perdido a conta. Abdul a girou de lado, e Maulón pôde sair de baixo. Nesse momento, entre os dois negros, a puseram novamente em quatro patas, e Abdul que se havia retirado, a cravou pelo cu até o fundo sem nenhuma compaixão. Começou um pistoneamento selvagem até que se corresse largamente. E nesse momento, o outro negro ocupou seu lugar e a voltou a encular. Celia já estava semiinconsciente. Haviam sido demais. Mas o que passou em seguida a paralizou.
Enquanto o terceiro negro que nem seu... nome sabia que estava martelando como uma máquina pelo cu, viu sair seu esposo dos seus sonhos. Subiu para a cama e meteu seu pau na boca. Celia pensou que estava sonhando, mas não, era verdade. Ali estava o pau do seu esposo em sua boca.
- Eres muito puta, Celia, muito puta, negra de merda, puta barata, estás recebendo o que mereces por me meter os bocados, disse ele em voz baixa enquanto metia seu pau até a garganta. Quando o negro que a estava enculando se correu, sentiu como seu esposo se vazava na sua boca, com uma quantidade de sêmen que nunca havia soltado. Quando se lhe baixou, a sacou e sentou-se em uma cadeira.
Durante uma hora mais, os três negros se turnaram para cogerla. Deram-lhe por todos os buracos e de todas as maneiras possíveis, e Roberto não perdeu detalhe com seu celular. Em um momento, se vestiu e saiu, enquanto sua mulher estava muito entreterida atendendo a seus novos amigos.
Quando Celia regressou ao hotel, Roberto já não estava. Só uma nota.
Querida, eu regressei para casa. Para quando voltarás, eu já não estarei. Em alguns dias receberás a visita do meu advogado para iniciar o trâmite de divórcio. Espero que arreglemos sem problemas e que não tenha que acrescentar o vídeo que filmei hoje da tua conduta demonstrativa com seus amigos vendedores.
Um ano após, Roberto havia reorganizado sua vida com uma nova parceira, uma bela mulher que trabalhava com ele na mesma empresa. Uma mulher que detestava as coisas artesanais e não perdia tempo nos postos dos vendedores ambulantes.
Mas para Roberto as coisas haviam mudado. As cenas que havia visto tinham despertado seu interesse pelo sexo e o voyeurismo, e um amigo lhe propôs a ideia de montar um negócio de filmes pornô por internet. Naturalmente, participava com o capital, presenciava as filmagens, mas não figurava na sociedade fantasma para evitar publicidade.
O primeiro sucesso da nova empresa foi o filme sobre uma mulher casada que levava adiante uma orgia. com três negros muito bem dotados. A qualidade do vídeo não era muito boa, mas dava toda a sensação de ser completamente amador e roubado, o que fez furor na web.
2 comentários - O vendedor de rua (final)