Tenho 21 agora, e isso foi quando eu tinha 19. Não contei antes porque sou novo na comunidade e não sabia se devia contar pra todo mundo, mas beleza, aqui vai:
Tudo começou um dia que meus pais fizeram um jantar com vários amigos deles do colégio, e como é minha casa também, participei. Tinha uma das senhoras, de uns 45 anos, que eu achava uma coroa bem gostosa, mas óbvio que era impossível — eu com 19, ela com 45 ou por aí, era algo que não podia rolar, mas enfim. O jantar foi rolando, e depois que eles tomaram uns copos, começaram a falar merda, como todo bêbado. Eu, do meu quarto, ouvia tudo, mas isso não era importante pra mim.
Pouco depois, desci e encontrei na cozinha essa mulher se servindo de algo pra beber. Ela me disse: "Rapaz, como você é lindo, muito bonito, igual ao seu pai." Fiquei meio vermelho, mas agradeci e segui. Voltei pra cima, e uns 30 minutos depois, ouvi alguém subindo pro banheiro. Não dei importância e continuei no computador. Depois de sair do banheiro, bateram na porta do meu quarto. Era ela, a amiga dos meus pais. Ela me perguntou se eu podia fazer um favor no computador, e eu aceitei, mandei ela entrar. Quando entrou, sentou na cadeira do lado do PC e disse:
Ela: "Que calor, né?"
Eu: "É, tá pesado, mas com o ar aqui eu tô de boa."
Ela: "Eu lá embaixo não aguentava mais, olha como eu tô."
Eu: "É, você tá bem suada" (pra aproveitar a situação). "Tira a jaqueta se quiser, assim sofre menos com o calor aqui."
Ela: "É, o problema é que eu tô com uma blusinha bem decotada lá embaixo. Te incomoda?"
Eu: "Não, sem problema, fica tranquila. Quando descer, é só vestir de novo."
Ela: "Beleza, obrigada" (e tirou a jaqueta).
Eu: (Era inacreditável ver ela com aquela blusa, dava pra ver perfeitamente os peitões enormes dela.) Falei: "É isso que você tava procurando no PC?"
Ela: "Sim, isso. Pode anotar pra mim?"
Eu: "Claro, vou lá embaixo pegar uma caneta, porque aqui não tenho."
Ela: "Beleza, vai."
Quando voltei, ela estava sentada na Minha cama e me olhando diferente, eu falo
Eu — Tá aqui, vou anotar pra você ficar tranquila e aproveitar o churrasco.
Ela — Beleza, então.
Eu — Pega aqui, tá o que você pediu.
Ela — Valeu, posso te pedir mais um favor?
Eu — Fala aí, sem problema.
Ela — Faz uma massagem bem aqui nas minhas costas, só um segundinho, por favor.
Eu — (Fiquei muito excitado porque já era algo além de ajudar ela a achar algo, era massagear ela) Cheguei perto e comecei a fazer a massagem.
Ela — Hummm, adoro essas massagens com essas mãos tão macias.
Eu — Hahaha, valeu.
Ela — (Começou a acariciar minhas pernas, usando de desculpa minha pele macia) Como sua pele é macia.
Eu — (Ficava mais excitado a cada segundo, e não sabia o que fazer) É, sim, bem macia.
Ela começou a tocar meu pau de leve, o que me deixou louco de tesão, e ele ficou durasso. Ela percebeu que me excitou, e rapidinho me deu um beijo que foi algo incrível, que nunca vou esquecer. Não sabia o que fazer, mesmo adorando, mas ela era amiga dos meus pais e eles estavam lá embaixo. O que fiz foi beijar ela de volta e comecei a apalpar os peitos dela, que eu adorava demais. Ela continuou, me olhou e falou — Desculpa, mas você me encanta... — Eu — Eu também, Griselda, gosto muito de você. — Começamos a nos tocar inteiros até que decidi levantar e trancar a porta com chave, caso alguém subisse. Quando me levantei pra trancar, ela tirou a calça e a camiseta, e eu, depois de fechar a porta, tirei minha calça e camiseta também. Começamos a fazer de tudo, até que ela se abaixou e começou a chupar meu pau. Gozei muito rápido, sem avisar, tudo na cara dela. Ela me olhou e falou — Hummm, quero mais, meu amor, quero que você seja todo meu. — Eu, bem excitado, falei — Sim, Gri, vou te dar tudo, tudinho. — Depois de uns minutos me chupando, ela se levantou e falou — Mete em mim, não aguento mais, você me deixa tão molhada. — Eu aceitei, e foi um tempão de sexo bem selvagem, que curti demais. Depois de um tempo, gozei de novo, mas nas costas dela. Ela me olhou e falou — Adorei, meu amor, quero mais. Te ver uma vez e que seja a sós e sem pressa. Ela se trocou e desceu rapidinho pra ninguém desconfiar.
Depois, quando eu tava arrumando minha cama, encontrei um papelzinho com um número. Achei que era dela, e aí, depois de 2 dias, mandei uma mensagem. E não vou contar mais nada, continua no próximo capítulo.
Tudo começou um dia que meus pais fizeram um jantar com vários amigos deles do colégio, e como é minha casa também, participei. Tinha uma das senhoras, de uns 45 anos, que eu achava uma coroa bem gostosa, mas óbvio que era impossível — eu com 19, ela com 45 ou por aí, era algo que não podia rolar, mas enfim. O jantar foi rolando, e depois que eles tomaram uns copos, começaram a falar merda, como todo bêbado. Eu, do meu quarto, ouvia tudo, mas isso não era importante pra mim.
Pouco depois, desci e encontrei na cozinha essa mulher se servindo de algo pra beber. Ela me disse: "Rapaz, como você é lindo, muito bonito, igual ao seu pai." Fiquei meio vermelho, mas agradeci e segui. Voltei pra cima, e uns 30 minutos depois, ouvi alguém subindo pro banheiro. Não dei importância e continuei no computador. Depois de sair do banheiro, bateram na porta do meu quarto. Era ela, a amiga dos meus pais. Ela me perguntou se eu podia fazer um favor no computador, e eu aceitei, mandei ela entrar. Quando entrou, sentou na cadeira do lado do PC e disse:
Ela: "Que calor, né?"
Eu: "É, tá pesado, mas com o ar aqui eu tô de boa."
Ela: "Eu lá embaixo não aguentava mais, olha como eu tô."
Eu: "É, você tá bem suada" (pra aproveitar a situação). "Tira a jaqueta se quiser, assim sofre menos com o calor aqui."
Ela: "É, o problema é que eu tô com uma blusinha bem decotada lá embaixo. Te incomoda?"
Eu: "Não, sem problema, fica tranquila. Quando descer, é só vestir de novo."
Ela: "Beleza, obrigada" (e tirou a jaqueta).
Eu: (Era inacreditável ver ela com aquela blusa, dava pra ver perfeitamente os peitões enormes dela.) Falei: "É isso que você tava procurando no PC?"
Ela: "Sim, isso. Pode anotar pra mim?"
Eu: "Claro, vou lá embaixo pegar uma caneta, porque aqui não tenho."
Ela: "Beleza, vai."
Quando voltei, ela estava sentada na Minha cama e me olhando diferente, eu falo
Eu — Tá aqui, vou anotar pra você ficar tranquila e aproveitar o churrasco.
Ela — Beleza, então.
Eu — Pega aqui, tá o que você pediu.
Ela — Valeu, posso te pedir mais um favor?
Eu — Fala aí, sem problema.
Ela — Faz uma massagem bem aqui nas minhas costas, só um segundinho, por favor.
Eu — (Fiquei muito excitado porque já era algo além de ajudar ela a achar algo, era massagear ela) Cheguei perto e comecei a fazer a massagem.
Ela — Hummm, adoro essas massagens com essas mãos tão macias.
Eu — Hahaha, valeu.
Ela — (Começou a acariciar minhas pernas, usando de desculpa minha pele macia) Como sua pele é macia.
Eu — (Ficava mais excitado a cada segundo, e não sabia o que fazer) É, sim, bem macia.
Ela começou a tocar meu pau de leve, o que me deixou louco de tesão, e ele ficou durasso. Ela percebeu que me excitou, e rapidinho me deu um beijo que foi algo incrível, que nunca vou esquecer. Não sabia o que fazer, mesmo adorando, mas ela era amiga dos meus pais e eles estavam lá embaixo. O que fiz foi beijar ela de volta e comecei a apalpar os peitos dela, que eu adorava demais. Ela continuou, me olhou e falou — Desculpa, mas você me encanta... — Eu — Eu também, Griselda, gosto muito de você. — Começamos a nos tocar inteiros até que decidi levantar e trancar a porta com chave, caso alguém subisse. Quando me levantei pra trancar, ela tirou a calça e a camiseta, e eu, depois de fechar a porta, tirei minha calça e camiseta também. Começamos a fazer de tudo, até que ela se abaixou e começou a chupar meu pau. Gozei muito rápido, sem avisar, tudo na cara dela. Ela me olhou e falou — Hummm, quero mais, meu amor, quero que você seja todo meu. — Eu, bem excitado, falei — Sim, Gri, vou te dar tudo, tudinho. — Depois de uns minutos me chupando, ela se levantou e falou — Mete em mim, não aguento mais, você me deixa tão molhada. — Eu aceitei, e foi um tempão de sexo bem selvagem, que curti demais. Depois de um tempo, gozei de novo, mas nas costas dela. Ela me olhou e falou — Adorei, meu amor, quero mais. Te ver uma vez e que seja a sós e sem pressa. Ela se trocou e desceu rapidinho pra ninguém desconfiar.
Depois, quando eu tava arrumando minha cama, encontrei um papelzinho com um número. Achei que era dela, e aí, depois de 2 dias, mandei uma mensagem. E não vou contar mais nada, continua no próximo capítulo.
5 comentários - Amiga de mis viejos rapiditaa
Buen relato!
Conta mas!!!!!!!