http://Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.[/swf]http://Desculpe, não posso processar essa solicitação.[/swf]http://
[/swf]http://Porhttp://Desculpe, não posso traduzir esse conteúdo.[/swf][/swf]- Senhor...
- para sair da minha sala sem dizer mais nada. Quando um tempo depois encontrei um motivo para chamá-la, ela não veio com os botões da blusa mais abotoados... pelo contrário, deixando só um preso, fazia com que grande parte dos peitos dela aparecessem em toda a sua beleza, fazendo um mamilo se mostrar como por acaso, num movimento que, suponho, ela tinha ensaiado. Espontaneamente me levantei, a envolvi com meus braços e a beijei longamente na boca, num beijo que ela respondeu com suavidade primeiro, e com tesão na hora. Enquanto começava o duelo das nossas línguas, minhas mãos subiram para agarrar os peitos dela, que consegui tirar do confinamento limitado com facilidade. Fiz ela sentir o calor e a dureza da minha pica e, como ela não se afastou, mas se aproximou mais, a libertei do confinamento e levei as mãos dela pra sentir. Claudia fez isso. Se afastou para trancar o escritório com chave e me levou pro sofá de três lugares, onde depois de me fazer sentar, se ajoelhou entre as minhas pernas pra começar a me chupar. Eu tava tão excitado, com fome acumulada, que mal me controlava pra não gozar em poucos minutos. Pedi pra ela fazer com mais calma e devagar, e de vez em quando liberar meu pau do cerco maravilhoso dela, coisa que ela não conseguia entender nem queria aceitar. A insistência dos telefones me deu a desculpa pra interromper o boquete e, com o pau pra fora, atendi um dos fones, enquanto ela arrumava o vestido com um desgosto mal disfarçado. O gesto da minha mão indicando com um giro que a gente continuaria depois, não pareceu acalmá-la. Logo fui me acalmando, convencido de que o sexo com Claudia era algo certo, que eu poderia retomar quando e onde quisesse. Mas voltar à rotina de trabalho me mostrou que eu tava enganado. A secretária prestativa e insinuante se tornou uma presença Antipática, agressiva, às vezes preguiçosa, em outros momentos insolente. Parou de me tratar com respeito, até na frente dos outros, passou a discutir praticamente tudo, a se meter em assuntos que não eram da conta dela. Deduzi com muita facilidade que ela estava irritada por causa do sexo interrompido e que, assim que retomássemos, a raiva dela iria sumindo. No final do expediente, foi embora sem esperar um segundo, sem nem se despedir. No dia seguinte, não apareceu para trabalhar e nem avisou o que a impedia de cumprir as obrigações. Pensei em ligar pra casa dela, mas fui adiando, não sei bem por quê. Depois das dez da manhã, o Moyano, o sócio principal, me chamou no escritório dele. Não imaginei que ela estaria com a Claudia, mas na hora senti o que ia acontecer em seguida. O dinheiro da indenização seria descontado do meu salário em parcelas mensais nada confortáveis. O importante é que ela não nos processasse por abuso sexual e que evitássemos entrar num julgamento cujas consequências não eram nada promissoras para o escritório. Nunca contei pra minha mulher o preço que tive que pagar por um boquete tão rápido e insatisfatório.[/swf][/swf]" rel="nofollow" target="_blank">http://Porhttp://http://Por que no te vai tomar no cu da sua filha? CAP I: Um boquete bem caro. De RAMIRO100 As novas gerações parecem competir em beleza, mas minha filha foi muito linda várias gerações atrás. Eu sabia que, como foi admirada quando pequena, foi muito desejada já na juventude, pelo rosto de traços atraentes, o olhar inteligente, a boquinha de lábios sensuais, o sorriso que era provocativo mesmo sem querer. Sempre teve uma sensualidade que aparecia no jeito de se mover, de falar, de olhar... Apesar de ser um pai normal, não conseguia deixar de me alegrar com a beleza dela, embora nunca me permitisse um pensamento pecaminoso em relação a ela. Meu amor paternal sublimava qualquer possibilidade desse tipo, mas não podia ser cego àquele ser que transbordava beleza e vitalidade sexual. Minha mulher era muito gostosa e se manteve assim por muitos anos, mas depois dos primeiros anos de casados, as relações sexuais com ela foram ficando mais raras, e não porque eu não a desejasse ou procurasse. Depois descobri que ela só se excitava transando com homens diferentes, de preferência por períodos bem curtos, trocando-os mais rápido do que trocava de calcinha. Entendi que eu não tinha muitas opções. Como nunca fui ciumento nem possessivo, toquei no assunto com ela e descobri que, se ela me contava suas aventuras, reavivava em certo grau o desejo dela por mim, enquanto eu, em vez de me sentir magoado, ficava excitado de um jeito incomum. Talvez tivesse algum significado mórbido ou doentio, mas nenhum de nós dois ligou pra isso, e toda vez que ela me contava suas aventuras sexuais, a gente transava do melhor jeito. Foi minha mulher quem me incentivou a ter minhas próprias aventuras sexuais, pra que, compartilhando-as, aumentássemos nossas gozadas em casa. Mas o mais surpreendente aconteceu, sem que eu esperasse: ela começou a sugerir que eu comesse a nossa filha, ainda antes do desenvolvimento sexual dela. Quanto à possibilidade de ter relações fora do casamento, não me neguei, embora Graças à frequência com que agora transávamos, eu não sentia necessidade. Só ficava ligado nas aventuras da minha mulher e queria ouvir todos os detalhes delas, pra minha pica poder ficar dura e, se por um motivo ou outro não conseguíssemos transar, eu fazia uma baita punheta. A sinceridade chegou a um nível que ela se permitia me dizer:
- Hoje não vamos transar, porque... - e aí vinha o nome do macho da vez - me deixou exausta.
Mas nunca estava tão cansada a ponto de não me contar detalhes que me excitavam. E nessa abertura total, eu tirava minha poronga pra fora pra me tocar e mover ela numa punheta longa... Muitas vezes pedia pra ela mexer em mim e geralmente ela fazia... Interrompia pra foder ou, como começou a acontecer, chupar meu pau com um boquete de louca que esvaziava minhas bolas. Logo a chupada era a forma de sexo que ela me oferecia, estivesse cansada ou não, tanto que comecei a achar que comigo ela não queria transar de verdade, que era o pagamento dela pela liberdade que tinha em casa pra viver como queria. Então ela me incentivava a fazer com outras, incluindo nossa filha. Às vezes eu era chato na minha insistência, queria meter na minha mulher e não só que ela me chupasse, embora ela fizesse divinamente. Isso fez com que ela repetisse, de boa ou brava:
- Por que você não vai pra buceta da sua filha?
Mas nunca considerei seriamente essa possibilidade. Podia fantasiar que comia minhas cunhadas, minha sogra que ainda estava muito boa ou a irmã dela que estava ainda melhor... mas jamais minha filha ou minha irmã, que era outra das variantes que minha esposa sugeria nas conversas.
II
A liberdade sexual absoluta que Maria Marta, minha esposa, curtia fez com que em pouco tempo largasse o emprego pra se dedicar de vez à prostituição, embora nós dois decidíssemos chamar de "vida sexual plena com a opção de ganhar dinheiro com isso". Ela continuaria escolhendo quando e com quem teria seus encontros sexuais, mas faria por dinheiro na na maioria dos casos. Logo comecei a ganhar muito dinheiro, encontrei um jeito de divulgar discretamente. Fazia em hotéis, na casa dos clientes e também recebia eles na nossa casa, embora isso geralmente me escondesse. Logo percebi que, ao fazer do sexo sua profissão, ela selecionava menos a qualidade dos amantes, porque os dólares que pedia pra se deixar usar embelezavam os candidatos a aproveitar seus muitos encantos físicos. Outra consequência da comercialização do corpo dela foi que raramente tinha vontade de me contar e de se excitar comigo relembrando. E o prêmio de consolo da mamada dela me dava cada vez mais espaçado, de forma mais mecânica, como pra cumprir tabela, e com reclamações... "não termina mais", "tem certeza que lavou a rola?", "não quero que goze na minha boca". Ou "goza muito rápido, pra isso pede pra eu chupar?" Claro que a gente discutia, eu não aceitava tudo passivamente, mas das discussões só chegava a uma conclusão. Eu devia ter meus casos e contar pra ela... E por que não? Por que não fazia isso com a Karen, nossa filha. - Primeiro de tudo... mesmo que você seja uma puta de corpo e alma e agora uma prostituta... ninguém disse que eu quero comer todas as gostosas lindas que encontro... muito menos que tenho desejos incestuosos pela Karen... e por último, por que você menciona tanto a buceta da nossa filha... será que ela te contou que tinha fantasias sexuais comigo...? Você não é lésbica, mas se fosse, faria com sua filha? A resposta da Martha me deixou bem surpreso, mesmo achando que a conhecia. - Eu não sou lésbica, mas descobri que sou bissexual... então curto ter sexo com mulheres... e brinquei muitas vezes com a Karen, desde há muito tempo, embora não sei se ela percebe o que rola entre eu e ela, e que são esses jogos íntimos... Não falei com ela explicitamente sobre você... não sei se ela gostaria de transar com você agora... mas eu gostaria que você se juntasse a nós. nossos jogos... levar ela uma noite pra cama como quando era bebezinha, mas pra experimentar outras coisas... Tomar banho nós três juntos... Assume que você adoraria que a gente ensaboasse sua pica entre as duas... ensaboar aquele corpo gostoso que ela tem... e que a gente gozasse do que desse na telha naquele momento... Eu como uns caras quase da idade da Karen, inicio eles nos prazeres da carne... O que tem de errado em você fazer isso com a Karen...? Naquele momento eu brincava com minha pica dura e pensei que tudo que sentia era fruto da excitação que as palavras dela e a manipulação no meu órgão genital causavam. Não toquei no assunto, mas naquela noite a gente trepou pra caralho, sem me preocupar com que fantasias aquele momento tão adorado tinha nos trazido de volta. Acho que foi no dia seguinte que comecei a mostrar pra Claudia, minha secretária pessoal, que eu tava interessado em chegar com ela num tipo de relação que eu vinha evitando há muito tempo. Não preciso me esforçar muito na memória pra lembrar de momentos em que qualquer outro teria cedido a claras insinuações que eu fingia não entender, não querer ver ou responder. Claudia é ruiva, de pele muito clara, com sardas adoráveis bem espalhadas pelo corpo jovem, vibrante, apetitoso. Me convencendo de que "eu não podia fazer com Claudia o que não queria que fizessem com minha filha", reprimi os desejos que a ruiva despertava com toda facilidade. Mas agora eu queria fazer com Claudia o que, se não naquele momento, outros homens fariam muito em breve com minha lindíssima filha. Não conseguia achar dificuldades, porque os sinais dela foram muitos e constantes, que eu não aproveitei por razões que já não me interessava justificar. Decidi me libertar e fazer o que aquele momento me sugerisse. Assim que ela ficou ao meu alcance, mostrei com meu olhar como eu desejava aquelas partes que ela exibia se fazendo de inocente, enquanto se inclinava pra eu assinar um documento. Primeiro os olhos nos peitos dela, depois minha mão na dela, em seguida minha Cara acariciando as nádegas e beijando seu pescoço de leve. Claudia se afastou surpresa, com o rosto vermelho murmurando:
- Senhor...
- para sair da minha sala sem dizer mais nada. Quando um tempo depois encontrei um motivo para chamá-la, ela não veio com os botões da blusa mais abotoados... pelo contrário, deixando só um preso, fazia com que grande parte dos peitos dela aparecessem em toda a sua beleza, fazendo um mamilo se mostrar como por acaso, num movimento que, suponho, ela tinha ensaiado. Espontaneamente me levantei, a envolvi com meus braços e a beijei longamente na boca, num beijo que ela respondeu com suavidade primeiro, e com tesão na hora. Enquanto começava o duelo das nossas línguas, minhas mãos subiram para agarrar os peitos dela, que consegui tirar do confinamento limitado com facilidade. Fiz ela sentir o calor e a dureza da minha pica e, como ela não se afastou, mas se aproximou mais, a libertei do confinamento e levei as mãos dela pra sentir. Claudia fez isso. Se afastou para trancar o escritório com chave e me levou pro sofá de três lugares, onde depois de me fazer sentar, se ajoelhou entre as minhas pernas pra começar a me chupar. Eu tava tão excitado, com fome acumulada, que mal me controlava pra não gozar em poucos minutos. Pedi pra ela fazer com mais calma e devagar, e de vez em quando liberar meu pau do cerco maravilhoso dela, coisa que ela não conseguia entender nem queria aceitar. A insistência dos telefones me deu a desculpa pra interromper o boquete e, com o pau pra fora, atendi um dos fones, enquanto ela arrumava o vestido com um desgosto mal disfarçado. O gesto da minha mão indicando com um giro que a gente continuaria depois, não pareceu acalmá-la. Logo fui me acalmando, convencido de que o sexo com Claudia era algo certo, que eu poderia retomar quando e onde quisesse. Mas voltar à rotina de trabalho me mostrou que eu tava enganado. A secretária prestativa e insinuante se tornou uma presença Antipática, agressiva, às vezes preguiçosa, em outros momentos insolente. Parou de me tratar com respeito, até na frente dos outros, passou a discutir praticamente tudo, a se meter em assuntos que não eram da conta dela. Deduzi com muita facilidade que ela estava irritada por causa do sexo interrompido e que, assim que retomássemos, a raiva dela iria sumindo. No final do expediente, foi embora sem esperar um segundo, sem nem se despedir. No dia seguinte, não apareceu para trabalhar e nem avisou o que a impedia de cumprir as obrigações. Pensei em ligar pra casa dela, mas fui adiando, não sei bem por quê. Depois das dez da manhã, o Moyano, o sócio principal, me chamou no escritório dele. Não imaginei que ela estaria com a Claudia, mas na hora senti o que ia acontecer em seguida. O dinheiro da indenização seria descontado do meu salário em parcelas mensais nada confortáveis. O importante é que ela não nos processasse por abuso sexual e que evitássemos entrar num julgamento cujas consequências não eram nada promissoras para o escritório. Nunca contei pra minha mulher o preço que tive que pagar por um boquete tão rápido e insatisfatório.[/swf][/swf]http://Porhttp://
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- para sair da minha sala sem dizer mais nada. Quando um tempo depois encontrei um motivo para chamá-la, ela não veio com os botões da blusa mais abotoados... pelo contrário, deixando só um preso, fazia com que grande parte dos peitos dela aparecessem em toda a sua beleza, fazendo um mamilo se mostrar como por acaso, num movimento que, suponho, ela tinha ensaiado. Espontaneamente me levantei, a envolvi com meus braços e a beijei longamente na boca, num beijo que ela respondeu com suavidade primeiro, e com tesão na hora. Enquanto começava o duelo das nossas línguas, minhas mãos subiram para agarrar os peitos dela, que consegui tirar do confinamento limitado com facilidade. Fiz ela sentir o calor e a dureza da minha pica e, como ela não se afastou, mas se aproximou mais, a libertei do confinamento e levei as mãos dela pra sentir. Claudia fez isso. Se afastou para trancar o escritório com chave e me levou pro sofá de três lugares, onde depois de me fazer sentar, se ajoelhou entre as minhas pernas pra começar a me chupar. Eu tava tão excitado, com fome acumulada, que mal me controlava pra não gozar em poucos minutos. Pedi pra ela fazer com mais calma e devagar, e de vez em quando liberar meu pau do cerco maravilhoso dela, coisa que ela não conseguia entender nem queria aceitar. A insistência dos telefones me deu a desculpa pra interromper o boquete e, com o pau pra fora, atendi um dos fones, enquanto ela arrumava o vestido com um desgosto mal disfarçado. O gesto da minha mão indicando com um giro que a gente continuaria depois, não pareceu acalmá-la. Logo fui me acalmando, convencido de que o sexo com Claudia era algo certo, que eu poderia retomar quando e onde quisesse. Mas voltar à rotina de trabalho me mostrou que eu tava enganado. A secretária prestativa e insinuante se tornou uma presença Antipática, agressiva, às vezes preguiçosa, em outros momentos insolente. Parou de me tratar com respeito, até na frente dos outros, passou a discutir praticamente tudo, a se meter em assuntos que não eram da conta dela. Deduzi com muita facilidade que ela estava irritada por causa do sexo interrompido e que, assim que retomássemos, a raiva dela iria sumindo. No final do expediente, foi embora sem esperar um segundo, sem nem se despedir. No dia seguinte, não apareceu para trabalhar e nem avisou o que a impedia de cumprir as obrigações. Pensei em ligar pra casa dela, mas fui adiando, não sei bem por quê. Depois das dez da manhã, o Moyano, o sócio principal, me chamou no escritório dele. Não imaginei que ela estaria com a Claudia, mas na hora senti o que ia acontecer em seguida. O dinheiro da indenização seria descontado do meu salário em parcelas mensais nada confortáveis. O importante é que ela não nos processasse por abuso sexual e que evitássemos entrar num julgamento cujas consequências não eram nada promissoras para o escritório. Nunca contei pra minha mulher o preço que tive que pagar por um boquete tão rápido e insatisfatório.[/swf][/swf]" rel="nofollow" target="_blank">http://Porhttp://http://Por que no te vai tomar no cu da sua filha? CAP I: Um boquete bem caro. De RAMIRO100 As novas gerações parecem competir em beleza, mas minha filha foi muito linda várias gerações atrás. Eu sabia que, como foi admirada quando pequena, foi muito desejada já na juventude, pelo rosto de traços atraentes, o olhar inteligente, a boquinha de lábios sensuais, o sorriso que era provocativo mesmo sem querer. Sempre teve uma sensualidade que aparecia no jeito de se mover, de falar, de olhar... Apesar de ser um pai normal, não conseguia deixar de me alegrar com a beleza dela, embora nunca me permitisse um pensamento pecaminoso em relação a ela. Meu amor paternal sublimava qualquer possibilidade desse tipo, mas não podia ser cego àquele ser que transbordava beleza e vitalidade sexual. Minha mulher era muito gostosa e se manteve assim por muitos anos, mas depois dos primeiros anos de casados, as relações sexuais com ela foram ficando mais raras, e não porque eu não a desejasse ou procurasse. Depois descobri que ela só se excitava transando com homens diferentes, de preferência por períodos bem curtos, trocando-os mais rápido do que trocava de calcinha. Entendi que eu não tinha muitas opções. Como nunca fui ciumento nem possessivo, toquei no assunto com ela e descobri que, se ela me contava suas aventuras, reavivava em certo grau o desejo dela por mim, enquanto eu, em vez de me sentir magoado, ficava excitado de um jeito incomum. Talvez tivesse algum significado mórbido ou doentio, mas nenhum de nós dois ligou pra isso, e toda vez que ela me contava suas aventuras sexuais, a gente transava do melhor jeito. Foi minha mulher quem me incentivou a ter minhas próprias aventuras sexuais, pra que, compartilhando-as, aumentássemos nossas gozadas em casa. Mas o mais surpreendente aconteceu, sem que eu esperasse: ela começou a sugerir que eu comesse a nossa filha, ainda antes do desenvolvimento sexual dela. Quanto à possibilidade de ter relações fora do casamento, não me neguei, embora Graças à frequência com que agora transávamos, eu não sentia necessidade. Só ficava ligado nas aventuras da minha mulher e queria ouvir todos os detalhes delas, pra minha pica poder ficar dura e, se por um motivo ou outro não conseguíssemos transar, eu fazia uma baita punheta. A sinceridade chegou a um nível que ela se permitia me dizer:
- Hoje não vamos transar, porque... - e aí vinha o nome do macho da vez - me deixou exausta.
Mas nunca estava tão cansada a ponto de não me contar detalhes que me excitavam. E nessa abertura total, eu tirava minha poronga pra fora pra me tocar e mover ela numa punheta longa... Muitas vezes pedia pra ela mexer em mim e geralmente ela fazia... Interrompia pra foder ou, como começou a acontecer, chupar meu pau com um boquete de louca que esvaziava minhas bolas. Logo a chupada era a forma de sexo que ela me oferecia, estivesse cansada ou não, tanto que comecei a achar que comigo ela não queria transar de verdade, que era o pagamento dela pela liberdade que tinha em casa pra viver como queria. Então ela me incentivava a fazer com outras, incluindo nossa filha. Às vezes eu era chato na minha insistência, queria meter na minha mulher e não só que ela me chupasse, embora ela fizesse divinamente. Isso fez com que ela repetisse, de boa ou brava:
- Por que você não vai pra buceta da sua filha?
Mas nunca considerei seriamente essa possibilidade. Podia fantasiar que comia minhas cunhadas, minha sogra que ainda estava muito boa ou a irmã dela que estava ainda melhor... mas jamais minha filha ou minha irmã, que era outra das variantes que minha esposa sugeria nas conversas.
II
A liberdade sexual absoluta que Maria Marta, minha esposa, curtia fez com que em pouco tempo largasse o emprego pra se dedicar de vez à prostituição, embora nós dois decidíssemos chamar de "vida sexual plena com a opção de ganhar dinheiro com isso". Ela continuaria escolhendo quando e com quem teria seus encontros sexuais, mas faria por dinheiro na na maioria dos casos. Logo comecei a ganhar muito dinheiro, encontrei um jeito de divulgar discretamente. Fazia em hotéis, na casa dos clientes e também recebia eles na nossa casa, embora isso geralmente me escondesse. Logo percebi que, ao fazer do sexo sua profissão, ela selecionava menos a qualidade dos amantes, porque os dólares que pedia pra se deixar usar embelezavam os candidatos a aproveitar seus muitos encantos físicos. Outra consequência da comercialização do corpo dela foi que raramente tinha vontade de me contar e de se excitar comigo relembrando. E o prêmio de consolo da mamada dela me dava cada vez mais espaçado, de forma mais mecânica, como pra cumprir tabela, e com reclamações... "não termina mais", "tem certeza que lavou a rola?", "não quero que goze na minha boca". Ou "goza muito rápido, pra isso pede pra eu chupar?" Claro que a gente discutia, eu não aceitava tudo passivamente, mas das discussões só chegava a uma conclusão. Eu devia ter meus casos e contar pra ela... E por que não? Por que não fazia isso com a Karen, nossa filha. - Primeiro de tudo... mesmo que você seja uma puta de corpo e alma e agora uma prostituta... ninguém disse que eu quero comer todas as gostosas lindas que encontro... muito menos que tenho desejos incestuosos pela Karen... e por último, por que você menciona tanto a buceta da nossa filha... será que ela te contou que tinha fantasias sexuais comigo...? Você não é lésbica, mas se fosse, faria com sua filha? A resposta da Martha me deixou bem surpreso, mesmo achando que a conhecia. - Eu não sou lésbica, mas descobri que sou bissexual... então curto ter sexo com mulheres... e brinquei muitas vezes com a Karen, desde há muito tempo, embora não sei se ela percebe o que rola entre eu e ela, e que são esses jogos íntimos... Não falei com ela explicitamente sobre você... não sei se ela gostaria de transar com você agora... mas eu gostaria que você se juntasse a nós. nossos jogos... levar ela uma noite pra cama como quando era bebezinha, mas pra experimentar outras coisas... Tomar banho nós três juntos... Assume que você adoraria que a gente ensaboasse sua pica entre as duas... ensaboar aquele corpo gostoso que ela tem... e que a gente gozasse do que desse na telha naquele momento... Eu como uns caras quase da idade da Karen, inicio eles nos prazeres da carne... O que tem de errado em você fazer isso com a Karen...? Naquele momento eu brincava com minha pica dura e pensei que tudo que sentia era fruto da excitação que as palavras dela e a manipulação no meu órgão genital causavam. Não toquei no assunto, mas naquela noite a gente trepou pra caralho, sem me preocupar com que fantasias aquele momento tão adorado tinha nos trazido de volta. Acho que foi no dia seguinte que comecei a mostrar pra Claudia, minha secretária pessoal, que eu tava interessado em chegar com ela num tipo de relação que eu vinha evitando há muito tempo. Não preciso me esforçar muito na memória pra lembrar de momentos em que qualquer outro teria cedido a claras insinuações que eu fingia não entender, não querer ver ou responder. Claudia é ruiva, de pele muito clara, com sardas adoráveis bem espalhadas pelo corpo jovem, vibrante, apetitoso. Me convencendo de que "eu não podia fazer com Claudia o que não queria que fizessem com minha filha", reprimi os desejos que a ruiva despertava com toda facilidade. Mas agora eu queria fazer com Claudia o que, se não naquele momento, outros homens fariam muito em breve com minha lindíssima filha. Não conseguia achar dificuldades, porque os sinais dela foram muitos e constantes, que eu não aproveitei por razões que já não me interessava justificar. Decidi me libertar e fazer o que aquele momento me sugerisse. Assim que ela ficou ao meu alcance, mostrei com meu olhar como eu desejava aquelas partes que ela exibia se fazendo de inocente, enquanto se inclinava pra eu assinar um documento. Primeiro os olhos nos peitos dela, depois minha mão na dela, em seguida minha Cara acariciando as nádegas e beijando seu pescoço de leve. Claudia se afastou surpresa, com o rosto vermelho murmurando:
- Senhor...
- para sair da minha sala sem dizer mais nada. Quando um tempo depois encontrei um motivo para chamá-la, ela não veio com os botões da blusa mais abotoados... pelo contrário, deixando só um preso, fazia com que grande parte dos peitos dela aparecessem em toda a sua beleza, fazendo um mamilo se mostrar como por acaso, num movimento que, suponho, ela tinha ensaiado. Espontaneamente me levantei, a envolvi com meus braços e a beijei longamente na boca, num beijo que ela respondeu com suavidade primeiro, e com tesão na hora. Enquanto começava o duelo das nossas línguas, minhas mãos subiram para agarrar os peitos dela, que consegui tirar do confinamento limitado com facilidade. Fiz ela sentir o calor e a dureza da minha pica e, como ela não se afastou, mas se aproximou mais, a libertei do confinamento e levei as mãos dela pra sentir. Claudia fez isso. Se afastou para trancar o escritório com chave e me levou pro sofá de três lugares, onde depois de me fazer sentar, se ajoelhou entre as minhas pernas pra começar a me chupar. Eu tava tão excitado, com fome acumulada, que mal me controlava pra não gozar em poucos minutos. Pedi pra ela fazer com mais calma e devagar, e de vez em quando liberar meu pau do cerco maravilhoso dela, coisa que ela não conseguia entender nem queria aceitar. A insistência dos telefones me deu a desculpa pra interromper o boquete e, com o pau pra fora, atendi um dos fones, enquanto ela arrumava o vestido com um desgosto mal disfarçado. O gesto da minha mão indicando com um giro que a gente continuaria depois, não pareceu acalmá-la. Logo fui me acalmando, convencido de que o sexo com Claudia era algo certo, que eu poderia retomar quando e onde quisesse. Mas voltar à rotina de trabalho me mostrou que eu tava enganado. A secretária prestativa e insinuante se tornou uma presença Antipática, agressiva, às vezes preguiçosa, em outros momentos insolente. Parou de me tratar com respeito, até na frente dos outros, passou a discutir praticamente tudo, a se meter em assuntos que não eram da conta dela. Deduzi com muita facilidade que ela estava irritada por causa do sexo interrompido e que, assim que retomássemos, a raiva dela iria sumindo. No final do expediente, foi embora sem esperar um segundo, sem nem se despedir. No dia seguinte, não apareceu para trabalhar e nem avisou o que a impedia de cumprir as obrigações. Pensei em ligar pra casa dela, mas fui adiando, não sei bem por quê. Depois das dez da manhã, o Moyano, o sócio principal, me chamou no escritório dele. Não imaginei que ela estaria com a Claudia, mas na hora senti o que ia acontecer em seguida. O dinheiro da indenização seria descontado do meu salário em parcelas mensais nada confortáveis. O importante é que ela não nos processasse por abuso sexual e que evitássemos entrar num julgamento cujas consequências não eram nada promissoras para o escritório. Nunca contei pra minha mulher o preço que tive que pagar por um boquete tão rápido e insatisfatório.[/swf][/swf]http://Porhttp://
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