La Profe de MiniBasquet

A Professora de Mini Basquete

Essa é mais uma daquelas histórias reais, daquelas que dão mais tesão e excitação. Dessa vez não aconteceu comigo, mas com alguém muito, muito próximo.

Ariel era professor de basquete, trabalhava há quase 3 anos num clube treinando os veteranos e ainda jogava com eles nos torneios abertos. Jogavam uma vez por mês um torneio de gente acima de 35 anos e ainda viajava duas vezes por ano, pra MDP e pra Junin, pra competir.

Mara também era professora, mas dos pequenos em outro clube, na cidade de Paraná. Tinha uma bunda prodigiosa, daquelas que muitos queriam possuir um dia. Ariel já tinha dado em cima dela mais de uma vez, nada sério, talvez só uma diversão, e ela nunca negava, mas nunca tinham concretizado nada.

Depois de um churrasco de fim de ano, organizado pela associação de técnicos, Ariel e Mara se juntaram pra continuar bebendo algo com os técnicos mais novos, enquanto a galera mais velha ia pra casa, como todo mundo casado faz.

Mara tava com umas leggings pretas bem apertadas, mostrando o que tinha e parecendo se exibir. Ariel, como sempre, não tirava os olhos dela, mesmo sabendo que nunca ia rolar nada.

Mara levantou e foi ao banheiro, o excesso tinha feito efeito. Matias, outro professor, um pouco mais novo, percebeu a situação e, tentando se aproveitar, também falou que ia ao banheiro e, uns metros atrás dela, levantou e seguiu. Ariel não gostou do que viu e, meio por ciúmes, meio por raiva, começou a olhar Matias indo embora.

Já tinham se passado uns minutos e nem Mara nem Matias voltavam, então Ariel começou a ficar meio inquieto, até que não aguentou mais e levantou com destino ao banheiro.

Ninguém desconfiava de nada, não tinha motivo.

Chegando lá, Ariel conseguiu ver Matias tentando se aproveitar de uma Mara meio bêbada, mas consciente. Ele tava abraçado com ela contra uma das portas, beijando ela apaixonadamente igual um adolescente. Mara não parecia estar resistindo muito, até que Ariel passou. pedindo desculpas por se intrometer.
Isso pareceu irritar Mara, que reagiu e se livrou de Matias. Ariel sabia que era um perdedor.
Depois da reunião, os mais jovens decidiram ir embora. Ariel caminhou sozinho em direção ao seu Fiat Uno, e antes de entrar, Mara perguntou se ele podia dar uma carona.

- Claro, disse Ariel, surpreso por ela não ir com Matias.
- O que houve com Matias? Ele não vai te levar?
- Não, ele é um chato, além disso tem namorada e acho que não aguenta duas mulheres, disse Mara rindo.

Já dentro do carro, Ariel não conseguia disfarçar a excitação que Mara provocava nele.
Ela estava quase dormindo no carro, o álcool estava fazendo efeito.
Ariel, acostumado a colocar a mão no outro banco, roçou o rosto dela sem querer e sem que ela percebesse.

Ao perceber isso, e quase testando, colocou um dos dedos sobre os lábios de Mara, como se estivesse acariciando.
Grande foi a surpresa quando ela, sem nem abrir os olhos, começou a lamber, como se estivesse sonhando.
Ariel não sabia o que fazer, ainda mais quando viu que ela tinha uma das mãos entre as pernas, só apoiada, mas isso fazia ele imaginar mais.

Ele parou o carro e perguntou:
- Mara, você tá bem? Quer que eu te ajude a descer?
Ela, quase de brincadeira, mas com certeza muito séria, e rindo, disse:
- Quer que eu te ajude a descer a sua? Enquanto olhava para a ereção que Ariel tinha.

Ela desceu sozinha do carro, agradeceu sem precisar de ajuda e entrou em casa.

Ariel foi embora, peladão de tesão. A ponto de andar duas quadras e voltar, estacionou o carro, desceu e tocou a campainha.
Ela, já sem a jaqueta e com as leggings que tanto o excitavam, saiu não tão surpresa, e Ariel a puxou para dentro com um beijo fogoso.
- Me ajuda com isso, disse Ariel enquanto pegava a mão direita dela e levava até o pau dele.
Depois virou ela contra a parede, ela não oferecia resistência nenhuma, ele se abaixou e começou a morder a bunda dela por cima, já começavam a se ouvir alguns sons de aprovação dela.
Ariel desceu... Ela tirou a legging e encontrou uma calcinha fio dental minúscula que não impediu que a língua dele deslizasse pela bunda dela e pela buceta completamente depilada. Ela agarrou a cabeça dele e mostrava qual caminho a língua devia seguir.
Ariel parecia estar no controle, se levantou e, olhando nos olhos dela, começou a desabotoar a calça, até deixar à mostra o tronco do pau dele, totalmente duro.
Ele "obrigou" a Mara a se ajoelhar, e ela deu um boquete que ele jamais esqueceria. Sem dúvida, ela tinha experiência no que fazia.
— Tá gostando? — ele perguntava.
Ela só olhava, sem tirar o pau do Ariel da boca.
— Continua, chupa, chupa que me mata — ele dizia.
Mara se levantou e levou Ariel para a cozinha, parecia que o lugar a excitava mais. Ela tirou a legging e se apoiou na bancada, abrindo as pernas de costas, puxou a calcinha fio dental com uma mão só e só olhou para Ariel, que a penetrou sem nenhuma resistência.
As batidas da bunda dela contra a pélvis dele deixavam os dois ainda mais excitados.
— Gosta de ser comida? Fala, fala — ele perguntava.
— ME COME FORTE, VIADO, FORTE.
Essa resposta gerou ódio, a ponto de os movimentos serem tão brutos que só de imaginar já dava pra sentir dor.
— Quero sua bunda.
— Não! — ela disse, mas ele nem ouviu direito, já tinha metido violentamente.
— Aiiiiii, isso não é prazer!!! — foi tudo o que ela disse.
Ariel meteu tão forte que, em só cinco movimentos, encheu o lugar inteiro de porra.
Os dois ficaram exaustos no chão da cozinha.
Pouco depois, ele se levantou, deu um selinho nela e disse:
— Amanhã volto, a gente continua.
Ela só sorriu e respondeu:
— Adoro te comer e adoro que você finalmente me comeu, seu filho da puta.

3 comentários - La Profe de MiniBasquet

Mara....jejejej...putitaaaaaa...ufff, me hiciste acordar a i época del basquet...jejeje