Depois de despejar todo o leite na boca e garganta da minha mulher, Esteban se recostou um pouco na cama. Nessa hora, eu já tinha gozado pela segunda vez e segurava a respiração o máximo que podia, me apoiando na parede pra minha silhueta não aparecer atrás do armário. Sem fazer um único movimento, consegui ver eles se beijando de novo e minha mulher se ajeitando no meio da cama larga, enquanto Esteban, já recuperado, balançava a vara dura e aproximava da buceta encharcada da minha Imelda. Logo ele começou a esfregar a cabeça grossa ao longo da racha quente da minha mulher, que, com gemidos agitados, começou a girar o quadril, sentindo como, desde o começo da racha até o clitóris inchado, aquela cabeçona fazia ela tremer o corpo inteiro, porque eram esfregadas de baixo pra cima e vice-versa, acelerando com força até que, apertando o travesseiro com as unhas de novo, ela começou a explodir que nem uma gostosa….
- Aggggg…paaaa…piiiii…ooootra…veeeez…..siiii,. a….mor…..me mataaaas…..ahhhhh….Siiii…não pareeeessss…..aaam….oooor…..Siiiii…
Meu coração queria sair do peito, não conseguia acreditar, mas foquei bem os olhos onde a tranca enorme se esfregava sem piedade na racha, e cheio de inveja, de ciúmes, mas ao mesmo tempo de luxúria e tesão, deduzi e ouvi algo que foi música pros meus ouvidos e um choque elétrico pro meu pau… Ela tava gozando!! …a putinha tava gozando igual só tinha visto em alguns vídeos e filmes pornôs, o barulho que a quantidade enorme de líquido que a buceta dela expelia fazia ecoava no quarto inteiro. Esteban se ajeitou, abriu a vulva dela com os dedos e continuou esfregando a tranca grossa e dura, agora um pouco mais pra dentro, imagino que de um jeito que os lábios sentissem a brasa quente mais presa, mas sem entrar muito. Consegui ver os jorros enormes caindo em Imelda, nos peitos e na barriga, e consegui ver ela…minha amada, Conheceu a ejaculação feminina pela primeira vez na vida dela.
Por um bom tempo, ele ficou espremendo as entranhas da minha mulher e, num momento em que sentiu outra descarga vindo da vulva dela, se ajeitou sobre os joelhos, colocou rapidamente as pernas da Imelda sobre os ombros dele, e sem piedade... sem um pingo de delicadeza... de um só golpe, de uma só estocada e no exato momento em que ela começava a gozar com outra ejaculação... enfiou o pedaço enorme de carne dele na buceta quente e faminta da mulher dele... porque agora ela era toda dele, ele tava possuindo ela e enchendo todas as entranhas dela por completo.
O grito que a minha mulher soltou quase me fez sair do meu esconderijo, foi uma mistura de dor e prazer que eu nunca imaginaria ouvir na boca dela. Com a estocada enorme e profunda, o Esteban prendeu o corpo da minha amada debaixo do dele, deixou as pernas dela bem presas nos ombros dele, as mãos dele dos lados na cama, e a pélvis dele colada no corpo gostoso que, sem se mexer e ainda sentindo a mistura de dor e desejo da estocada, sentiu o amante dela, dando um tempo pra ela processar o tamanho de tudo que as entranhas dela tinham abrigado, ficar parado só girando um pouco o quadril em círculos enquanto aproximava os lábios dele dos da minha querida esposa... e quase chorando, gemendo desesperada... Imelda... minha Imelda tava gozando... empalada por aquela pica toda que machucava fundo e ao mesmo tempo levava ela pro paraíso.
Eu conhecia os orgasmos dela, os gemidos abafados dela me mostravam que ela tava gozando de um jeito descomunal, arranhou com desespero os braços do Esteban e por quase dois minutos ofegando, e eu adivinho que com os olhos completamente virados, ela tava dando um orgasmo delicioso e surpreendente pro novo amante dela.
— Es... pe... ra... a... mor... haaaa... te... qui... ro... ca... ri... nho... es... pe... ra... du... ói... pa... pi... Ahhh... sim, sim, siiiim... — Ela soluçava com o Corpo tenso e queimando com os sucos dela o pau duro do Esteban.
- Tô todinho dentro de você, mamãe... já é minha, Imelda... toda minha, disse ele segurando mais um momento aquela posição, encaixando perfeitamente no corpo quente da minha mulher.
Depois de uma breve pausa, tirando a ferramenta por completo, ele enterrou de novo com força, bateu de novo no fundo da minha mulher e começou com penetrações lentas, mas firmes e profundas, e começou também o show de ais, gemidos, soluços e gritos da puta da minha esposa.
- Toma, vagabunda!! Ahhhh, toma! Tudo pra você, uffff... que delícia você tá!! Você é uma puta... ahhhhh.
- Ahhh, sim, não para, Estebannn, me come, papiiii!!... AYyyy, Siiim. Assim! Assim!! Do...i... papiii... me come, sou toda sua!!
- Tá gostando, gostosa? Toma! Tudo pra você, vou te dar sempre, ahhh, que buceta gostosa!!
O desgraçado se levantava completamente, tirando os 23 centímetros das entranhas da minha mulher, e com toda a força enterrava de novo com precisão, enchendo ela por completo enquanto ela enchia nosso ninho de amor com seus gritos rasgados e orgasmos. Nunca tinha gozado daquele jeito nem tantas vezes seguidas, chorou, gemeu, implorou e pediu mais, percebi que tinha despertado a fera que minha mulher carregava dentro ao meter na nossa cama aquele macho, e agora estavam me dando só uma provinha do que ia ser nossa vida sexual daí pra frente.
- Agora vinha o mais forte, eu sabia que de uma hora pra outra ele ia colocar ela de quatro, ia deixar ela como uma puta no cio pra foder ela empinada. Ele não sabia que minha Imelda tinha vício nessa posição, era a que mais curtia e sempre, nas nossas noites de luxúria, fantasiava com um homem bem dotado como aquele possuindo ela de quatro, comendo ela com força e fazendo ela chorar de prazer... os desejos dela agora iam se realizar... e os meus também.
Depois de minutos intermináveis em cima da minha esposa, Esteban diminuiu a intensidade da Suas estocadas, deixando ela trêmula e dolorida, ele se levantou um instante pra pegar ar, depois com aquelas mãos enormes pegou ela pela cintura e virou de bruços, com as mãos de novo segurou a cintura dela e a colocou de quatro.
— Aiiii, papai, você vai me matar assim, juro que não sei se aguento, você vai me enlouquecer —.
Enquanto arrumava ela, ele se ajeitava e encaixava a ferramenta enorme dele na fenda faminta da Imelda, o moreno falou com luxúria.
— Então cê gosta de empinada, vagabunda? —
— Sim, meu amor! — respondeu animada minha mulher gulosa.
E de novo, como no começo, com uma perfeição de mestre, com as mãos grandes apertando as cadeiras voluptuosas da minha mulher, Esteban furou de uma só vez com o pau dele aquele tesouro divino. Imelda mordeu o travesseiro, quis se afastar um pouco ao sentir o castigo gostoso do pau do Esteban, que sabiamente entrou até o fundo e, parado, deixou nossa mulher sentir pela primeira vez o que é estar completamente cheia.
— Ahhhhh!!, Es…pe….raaaa!!. Ahhhh, Ahhhh…MJm,….Ahhhhh. Espe…ra amor, não se mexe……A…y…….Siiii, es…pera….tan….titooo. Chi…quittooooo….Siii papaiii.
E começou a bombar ela de um jeito incrível, estocadas fortes que ela recebia com uivos rasgados, esquecendo do cuidado de não vazar pra fora de casa. Como possessa, mordia e apertava forte os travesseiros, depois foi levantando o corpo devagar e, sem deixar o macho dela se soltar das dobras quentes, agarrou com força as barras da cabeceira pra se sentir mais fodida a cada investida. Pra mim foi a glória ver entre as sombras aquele pedaço enorme de carne saindo por completo e entrando de novo com força dentro da conchinha gulosa da minha amada.
— Arggg.....Papaiii.....Ahh! Ahh! Ahhh! Siiii!!, Mais papai!!...Assimmm...Ahhhh. Arggg....—
A coisa não parou por aí, minha mulher talvez sentiu cãibras nas pernas de tanto gozar e a resistência maravilhosa daquele garanhão. Foi se endurecendo aos poucos e, enchendo ele de beijos, tomou posse de novo daquela tranca fascinante e assim, no meio da nossa cama, deu mais uma mamada deliciosa no moreno até fazer ele gozar como um garanhão desenfreado.
E a noite não acabava, no final vou contar como a rabuda da minha mulher montou no amante dela, enquanto eu, por incrível que pareça, continuava escondido entre a parede e o armário sem que eles, juro por Deus, percebessem que não estavam sozinhos no quarto — algo que confirmei quando me mandei de novo pra saída enquanto eles se comiam de beijo.
- Aggggg…paaaa…piiiii…ooootra…veeeez…..siiii,. a….mor…..me mataaaas…..ahhhhh….Siiii…não pareeeessss…..aaam….oooor…..Siiiii…
Meu coração queria sair do peito, não conseguia acreditar, mas foquei bem os olhos onde a tranca enorme se esfregava sem piedade na racha, e cheio de inveja, de ciúmes, mas ao mesmo tempo de luxúria e tesão, deduzi e ouvi algo que foi música pros meus ouvidos e um choque elétrico pro meu pau… Ela tava gozando!! …a putinha tava gozando igual só tinha visto em alguns vídeos e filmes pornôs, o barulho que a quantidade enorme de líquido que a buceta dela expelia fazia ecoava no quarto inteiro. Esteban se ajeitou, abriu a vulva dela com os dedos e continuou esfregando a tranca grossa e dura, agora um pouco mais pra dentro, imagino que de um jeito que os lábios sentissem a brasa quente mais presa, mas sem entrar muito. Consegui ver os jorros enormes caindo em Imelda, nos peitos e na barriga, e consegui ver ela…minha amada, Conheceu a ejaculação feminina pela primeira vez na vida dela.
Por um bom tempo, ele ficou espremendo as entranhas da minha mulher e, num momento em que sentiu outra descarga vindo da vulva dela, se ajeitou sobre os joelhos, colocou rapidamente as pernas da Imelda sobre os ombros dele, e sem piedade... sem um pingo de delicadeza... de um só golpe, de uma só estocada e no exato momento em que ela começava a gozar com outra ejaculação... enfiou o pedaço enorme de carne dele na buceta quente e faminta da mulher dele... porque agora ela era toda dele, ele tava possuindo ela e enchendo todas as entranhas dela por completo.
O grito que a minha mulher soltou quase me fez sair do meu esconderijo, foi uma mistura de dor e prazer que eu nunca imaginaria ouvir na boca dela. Com a estocada enorme e profunda, o Esteban prendeu o corpo da minha amada debaixo do dele, deixou as pernas dela bem presas nos ombros dele, as mãos dele dos lados na cama, e a pélvis dele colada no corpo gostoso que, sem se mexer e ainda sentindo a mistura de dor e desejo da estocada, sentiu o amante dela, dando um tempo pra ela processar o tamanho de tudo que as entranhas dela tinham abrigado, ficar parado só girando um pouco o quadril em círculos enquanto aproximava os lábios dele dos da minha querida esposa... e quase chorando, gemendo desesperada... Imelda... minha Imelda tava gozando... empalada por aquela pica toda que machucava fundo e ao mesmo tempo levava ela pro paraíso.
Eu conhecia os orgasmos dela, os gemidos abafados dela me mostravam que ela tava gozando de um jeito descomunal, arranhou com desespero os braços do Esteban e por quase dois minutos ofegando, e eu adivinho que com os olhos completamente virados, ela tava dando um orgasmo delicioso e surpreendente pro novo amante dela.
— Es... pe... ra... a... mor... haaaa... te... qui... ro... ca... ri... nho... es... pe... ra... du... ói... pa... pi... Ahhh... sim, sim, siiiim... — Ela soluçava com o Corpo tenso e queimando com os sucos dela o pau duro do Esteban.
- Tô todinho dentro de você, mamãe... já é minha, Imelda... toda minha, disse ele segurando mais um momento aquela posição, encaixando perfeitamente no corpo quente da minha mulher.
Depois de uma breve pausa, tirando a ferramenta por completo, ele enterrou de novo com força, bateu de novo no fundo da minha mulher e começou com penetrações lentas, mas firmes e profundas, e começou também o show de ais, gemidos, soluços e gritos da puta da minha esposa.
- Toma, vagabunda!! Ahhhh, toma! Tudo pra você, uffff... que delícia você tá!! Você é uma puta... ahhhhh.
- Ahhh, sim, não para, Estebannn, me come, papiiii!!... AYyyy, Siiim. Assim! Assim!! Do...i... papiii... me come, sou toda sua!!
- Tá gostando, gostosa? Toma! Tudo pra você, vou te dar sempre, ahhh, que buceta gostosa!!
O desgraçado se levantava completamente, tirando os 23 centímetros das entranhas da minha mulher, e com toda a força enterrava de novo com precisão, enchendo ela por completo enquanto ela enchia nosso ninho de amor com seus gritos rasgados e orgasmos. Nunca tinha gozado daquele jeito nem tantas vezes seguidas, chorou, gemeu, implorou e pediu mais, percebi que tinha despertado a fera que minha mulher carregava dentro ao meter na nossa cama aquele macho, e agora estavam me dando só uma provinha do que ia ser nossa vida sexual daí pra frente.
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Depois de minutos intermináveis em cima da minha esposa, Esteban diminuiu a intensidade da Suas estocadas, deixando ela trêmula e dolorida, ele se levantou um instante pra pegar ar, depois com aquelas mãos enormes pegou ela pela cintura e virou de bruços, com as mãos de novo segurou a cintura dela e a colocou de quatro.
— Aiiii, papai, você vai me matar assim, juro que não sei se aguento, você vai me enlouquecer —.
Enquanto arrumava ela, ele se ajeitava e encaixava a ferramenta enorme dele na fenda faminta da Imelda, o moreno falou com luxúria.
— Então cê gosta de empinada, vagabunda? —
— Sim, meu amor! — respondeu animada minha mulher gulosa.
E de novo, como no começo, com uma perfeição de mestre, com as mãos grandes apertando as cadeiras voluptuosas da minha mulher, Esteban furou de uma só vez com o pau dele aquele tesouro divino. Imelda mordeu o travesseiro, quis se afastar um pouco ao sentir o castigo gostoso do pau do Esteban, que sabiamente entrou até o fundo e, parado, deixou nossa mulher sentir pela primeira vez o que é estar completamente cheia.
— Ahhhhh!!, Es…pe….raaaa!!. Ahhhh, Ahhhh…MJm,….Ahhhhh. Espe…ra amor, não se mexe……A…y…….Siiii, es…pera….tan….titooo. Chi…quittooooo….Siii papaiii.
E começou a bombar ela de um jeito incrível, estocadas fortes que ela recebia com uivos rasgados, esquecendo do cuidado de não vazar pra fora de casa. Como possessa, mordia e apertava forte os travesseiros, depois foi levantando o corpo devagar e, sem deixar o macho dela se soltar das dobras quentes, agarrou com força as barras da cabeceira pra se sentir mais fodida a cada investida. Pra mim foi a glória ver entre as sombras aquele pedaço enorme de carne saindo por completo e entrando de novo com força dentro da conchinha gulosa da minha amada.
— Arggg.....Papaiii.....Ahh! Ahh! Ahhh! Siiii!!, Mais papai!!...Assimmm...Ahhhh. Arggg....—
A coisa não parou por aí, minha mulher talvez sentiu cãibras nas pernas de tanto gozar e a resistência maravilhosa daquele garanhão. Foi se endurecendo aos poucos e, enchendo ele de beijos, tomou posse de novo daquela tranca fascinante e assim, no meio da nossa cama, deu mais uma mamada deliciosa no moreno até fazer ele gozar como um garanhão desenfreado.
E a noite não acabava, no final vou contar como a rabuda da minha mulher montou no amante dela, enquanto eu, por incrível que pareça, continuava escondido entre a parede e o armário sem que eles, juro por Deus, percebessem que não estavam sozinhos no quarto — algo que confirmei quando me mandei de novo pra saída enquanto eles se comiam de beijo.
2 comentários - Finalmente convenci minha esposa Parte 3 (Continuação)