Beleza, essa é a minha primeira história de uma série que tô afim de escrever.
A única ressalva que faço é que tudo que vou escreverÉ REALPor sorte eu tive (e ainda tenho) uma vida sexual muuuuuuito ativa. Então vou aproveitar isso pra contar umas histórias pra vocês.
EDITO:
Deixo aqui meu novo conto pra vocês continuarem se divertindo!http://www.poringa.net/posts/relatos/2801937/Ciudad-de-la-furia-orgia-y-swing-de-casualidad---Parte-1.html
Recém-chegadoEu moro no litoral. E uma boa parte da minha família tá espalhada pela Grande Buenos Aires e outros lugares do interior do país. Essa história em particular é de uma dessas viagens. Meus primos têm a minha idade, então era super normal a gente sair pra tomar umas, dançar e até pegar uma boa onda com o grupo deles desde moleque. Isso sem contar as minas e amigas.
Tinha tido uma semana bem agitada em dezembro, provas finais do colégio e os vestibulares pra faculdade. Passei em tudo numa semana só porque queria viajar. O ônibus saiu 1 hora depois da última prova. A viagem foi uma merda. Sentei na frente de duas coroas que não paravam de falar gritando. Cheguei umas 20h mais ou menos. Minha família tava me esperando. E meu primo, depois dos cumprimentos, me convida pra jantar na casa da Romina. Uma das minas que não me dava muita bola, mas a gente trocava ideia. Tomei um banho e fomos.
Quando chegamos, quem abriu a porta foi o irmão dela, parte do grupo de amigos, 2 anos mais velho. A gente se dava super bem. Entre saudações e abraços, ele conta que vai pra casa da namorada, e que os pais tinham viajado de férias, então era pra gente cuidar da irmãzinha dele. Quando a Romina desceu, eu fiquei mudo. No último ano, eu tinha crescido quase 20cm e ganhado um shape legal, digamos que ela demorou um pouco pra me reconhecer, mas ela tava incrível. Passou de menina pra mulherão. Daquelas minas que você vê na rua e, em vez de pensar "eu macetava", você pensa "eu casava". Uma carinha de anjo combinada com um corpo de diaba. Era verão, então ela desceu de short e top, mal dava pra ver o piercing no umbigo (coisa que me deixa louco). Uns 1,75 de altura. Peitos e raba em perfeita harmonia com a altura e o corpo dela. Tinha um namorado há muito tempo, quase 2 anos. E tinha terminado fazia um mês.
A gente era o primeiro a chegar. Nos cumprimentamos com um abraço forte e ela encostou os peitos no meu peito, na maior cara de pau. Digamos que o sono foi pro caralho. Daí a pouco, chegou outro primo e mais 3 amigas. No total, éramos 7. A cena foi tranquila, pizzas caseiras que, como eles não tinham jeito, eu cozinhei (minhas pizzas na pedra são minha especialidade), muitas risadas, muito duplo sentido, uma ou outra indireta. Num momento, fui pra cozinha, ela se aproximou. E ficamos sozinhos.
Romina: "Tá bem? Te achei estranho."
Eu: "Tô sim, bem. Mas cansado" – Conto toda a odisseia dos estudos.
R: "Se quiser, eu continuo" – Ela fala. E como bom cavalheiro, digo que não, que tá de boa. Não tinha problema.
Parece que ela levou como uma rejeição, porque daí em diante, ficou distante.
Com o álcool no meio, rolou um joguinho de mímica mais pesado e um verdade-consequência bem curto.
Já eram 4h da manhã. Eu não aguentava mais. Romina, já como amiga, me fala: "Quer ir pro quarto do Fran e dar uma descansada?" Não pensei duas vezes, pedi desculpas, falei pros meus primos me avisarem quando fossem embora, e fui dormir um pouco, que tava precisando muito.
Subi sozinho, já conhecia a casa. Me joguei em cima da cama de casal, quando atrás de mim vem meu primo e fala:
Primo: "É burro? Não percebe que a Romi tá afim de você?"
Eu: "Sim, ou pelo menos achei. No começo foi tudo jóia, mas depois ficou longe a noite toda. Você viu."
P: "Vi, mas ela acha que você não tá interessado."
Eu: "É piada? É impossível não estar interessado nela. Ela é uma gostosa. Faz o seguinte, porque se eu descer vou cair dormindo no sofá. Pede desculpas pra ela. Explica de novo porque tô assim, que é cansaço, não que não tô a fim. Amanhã convido ela pra passar o dia. Ela escolhe tudo."
P: "Beleza, vou falar."
Ele foi embora. Parece que ela tava atrás da porta ouvindo e eu não percebi. Sinto só um cochicho depois que meu primo saiu, e a porta se fecha. Já tranquilo, mesmo com a Romi na cabeça, tiro a camiseta pra dormir mais leve, e quando termino de tirar, vejo ela, parada na frente da porta, olhando, com os olhos meio vidrados. Me assustei um pouco por ela, capaz que tinha Aconteceu algo. Abracei ela e perguntei se tava tudo bem. Ela respondeu:
R: "Você realmente pensa isso de mim?"
Y: "O quê? Que você é gostosa?"
R: "Sim"
Y: Não hesitei muito em responder, sou bem direto pra isso e não me tremem as palavras — "Sim, e vou te falar de novo, você é gostosa, muito linda. Não entendo como seu ex não brigou por você" (ela tinha me contado da separação, mas a história é longa e não vem ao caso).
R: "Em quase 2 anos, Juan (ex) nunca me disse isso com tanta convicção, que eu era gostosa."
Depois disso, ela se aproximou pra um beijo, devagar. Eu ainda segurava ela pelos ombros. Assim que vi aquele movimento, correspondi. Um beijo tão terno que parecia não ter fim. Aqueles lábios me deixavam louco, e ela tava percebendo isso. Assim que soltei os ombros dela, ela se agarrou no meu pescoço e nas minhas costas, e eu na cintura dela. Não tinha reparado como a cintura dela era fina, e o corpo de mulher com aquelas curvas que me fazem pirar. Quase sem perceber, já tava tirando o top dela, deixando um sutiã super erótico, que combinava com a bunda dela, ainda não descoberta. Devagar, fomos nos aproximando da cama e deitamos nela. Romi ficou debaixo de mim, eu me apoiava num braço e, com o outro, comecei a acariciar toda aquela pele tão delicada. Cada vez que beijava perto ou me aproximava de um ponto íntimo, perto do umbigo dela, na área do decote, no pescoço, nas orelhas, ela se arrepiava. A pele arrepiada denunciava. Ela tava curtindo o que tava rolando. Aos poucos, foi se soltando. Passei a mão naquelas pernas longas antes de tirar o shortinho dela, que custou por causa da curva da bunda. Parecia uma modelo de lingerie. Exalava sensualidade por todo o corpo. Ela fez o mesmo, tirando minha bermuda, meio sem jeito, nervosa. Tomei as rédeas pra ela se acalmar. Numa das idas pros lábios e pescoço dela, falei: "Relaxa, te prometo que você vai curtir." Eu sabia que ela já tinha transado, mas nunca com alguém experiente. E, embora naquela época eu não fosse um expert, também não era nenhum novato.
Parece que aquele Teria sido o clique. Naquele momento, ela começou a ficar muito mais ativa. Me abraçava mais forte, brincando com as unhas nas minhas costas. Desabotoei o sutiã dela e, quase no mesmo movimento, a calcinha também sumiu. Fiquei maravilhado observando aquele corpo de boneca. A buceta dela não tinha um único pelo. Totalmente depilada. A única coisa que ela ainda vestia era o piercing no umbigo. Ela se ajeitou pra eu poder ficar por cima, mas recusei. A gente não pode simplesmente transar e pronto. Tinha que aproveitar cada momento. Ensinar o que pudesse, e fazer ela gozar. E deixei isso claro.
Y: "Ninguém tá com pressa, e quero que você curta"
R: "Mas eu quase não tenho experiência, não quero te decepcionar" — Eu não podia acreditar. Eu é que devia agradecer por estar com uma mulher assim, e ela preocupada em me decepcionar.
Y: "Se você quiser, posso te guiar, com a condição de você também me dizer o que quer que eu faça"
Ela hesitou um pouco, acho que por vergonha, mas eu já tinha descoberto que quando uma mina se solta no prazer, começa a pedir coisas que nem ela imaginava. Tinha funcionado antes, e ia funcionar de novo.
R: "Isso eu gosto" — Eu tinha minhas mãos num dos peitos dela, brincando devagar com um mamilo que já tinha endurecido. Me ajeitei pra beijar o pescoço dela e descer até o outro peito. Mal beijei, ela soltou um gemido. Tirou os braços do lado e já começou a torcer um travesseiro. Tava no caminho certo. Quando o gemido ficou mais intenso, ela se afastou, ficando eu de barriga pra cima, e tomou as rédeas. Começou a beijar minha orelha, meu pescoço. Passou a mão no meu peito, descendo até a cueca. Acariciou um pouco meu pau por cima do pano, e arregalou os olhos. Já tava duro. Querendo sair da prisão. Me beijando o pescoço e a barriga, desceu e com as duas mãos arrancou minha cueca. Aí pude ver bem que ela se empolgou um pouco.
Meu amigo, tá na faixa do "Epaaa, o cara veio carregado". Não é um membro descomunal, mas com seus 19 por 6,5, consegui arrancar todo o benefício possível.
R: "É grande" — Meu ego foi pras nuvens.
Y: "É? Nunca viu um assim?"
R: "Não, parecido, mas não tão grosso."
Y: "Você se anima a..." Não me deixou terminar a frase, parecia que tinha me entendido. Desceu e, beijando a cabeça, começou a chupar meu pau. Primeiro devagar, focada na cabeça, depois começou a descer mais e, com a ajuda da mão, tava me dando um boquete de antologia. De vez em quando me olhava, e aquela imagem tava me matando. Cresceu ainda mais.
R: "Você gosta? Gosta que eu chupe?" — Que porra é essa? Essa mina não era a mesma que tinha entrado no quarto.
Y: "Adoro, continua"
R: "mmm... nunca tinha feito isso... mas tô gostando" — Não acreditei. Parece que tinha visto uns filmes, porque realmente mandava muito bem. Depois de alguns minutos, senti que não aguentava mais. Avisei que se continuasse assim, ia gozar. Ela não hesitou em aumentar o ritmo. Chupou mais forte, com mais vigor. Me arrancou um orgasmo enorme. Gozei na boca dela. A imagem era incrível. Não deixou escapar nem uma gota. E pra minha surpresa, depois de "saborear" meu leite, engoliu tudo, enquanto dizia: "amo seu gozo". Fiquei paralisado. O que tinha acontecido? Ela tava se soltando?
Era a vez dela, depois de um carinho desses, tinha que retribuir o favor. Deitei ela na cama. Voltei com meus beijos e carícias. Pescoço, peitos, umbigo, a parte de baixo dos peitos, púbis, pernas, não deixei um lugar sem lamber. Dava pra ver a excitação dela, se mexia, gemia. Cheguei na pussy, totalmente depilada, depois de ir e vir por um tempo, pra prolongar o prazer dela. Mal encostei, e ela gozou com um grito baixinho. Como se o próprio prazer tivesse sugado as forças dela. Mas não parei. Continuei na minha missão de fazer ela passar uma noite inesquecível. Não freiei, fiquei brincando com minha língua por toda a pussy dela, tava molhadíssima. Era deliciosa, ela toda. Quando ela começou a gemer forte Novamente, fiz um movimento com a língua que já ganhou muitos elogios das mulheres. Ela teve outro orgasmo. Mas esse foi mais intenso. Ela apertou minha cabeça contra a púbis dela, como se não quisesse que eu parasse nunca. Quando recuperou o fôlego, continuamos trocando beijos, mãos, carícias. A gente tinha que continuar.
Estávamos os dois nus, nossa excitação transbordando. Ela se levantou e ficou por cima de mim. Nessa altura, eu já tava de novo a todo vapor. Ela se moveu pra trás pra me dar uma pequena sessão de sexo oral, como se quisesse deixar meu pau ainda mais duro. Depois percebi que ela mesma tava se tocando ao mesmo tempo. O que me deixou duríssimo foi ver como, com cara de gata no cio, ela lambia os dedos que tinham acabado de enfiar na buceta dela. Peguei ela pela cintura e puxei pra perto de mim, quando ia penetrar ela, voltei à realidade: não tinha camisinha. Ela me perguntou se eu já tinha feito sem proteção, e não, sempre usei camisinha. Perguntei a mesma coisa pra ela, e não só sempre usou, como também tomava pílula anticoncepcional.
R: "Mete devagar" — ela disse.
Encostei a cabeça do meu pau, que tava inchadíssimo, nos lábios da buceta dela. E sem parar de brincar com os peitos dela na minha boca, foi entrando. Tava lubrificadíssima. Entre os fluidos dela, a saliva e o tesão, entrou sem dificuldade. Na metade do caminho, ela já tava ofegante de novo. E num dos gritos, ela se deixou cair pra entrar tudo, até o fundo. Esse grito se transformou numa torção de prazer. Eu tava dentro dela. Sentindo cada contração dos músculos dela. Não era virgem, mas dava pra sentir que era apertada. O que aumentou ainda mais minha luxúria. E dava pra ver que ela tava gozando como nunca. Nós dois suando. Não queríamos parar. Ela começou a se mover meio sem jeito no começo. Comecei a me ajustar aos poucos, segurando aquela coisa incrível. Dominando o movimento. Devagar no início, forte de vez em quando. Eu tava prestes a explodir, mas tinha que aguentar. Não podia deixar. sem gozar uma mulher, muito menos ela. Notei que ela começou a se mexer sozinha. Seguindo os movimentos que eu marcava. Tirei as mãos da bunda dela pra colocar naquele par de peitos que balançavam na minha frente, hipnotizantes. Ficamos assim uns minutos. Não demorou muito pra Romi explodir de prazer de novo. Depois do primeiro grito, beijei ela como nunca pra calar a boca. Meus primos e as amigas deles ainda estavam lá embaixo. Senti bem claro como ela se dobrava de tesão, os espasmos da buceta dela, e os sucos no meu pau.
Faltava mais. Ela se recuperou como pôde, por excitação, por beijos, por carícias. Dessa vez, eu falei:
Y: "Fica assim, de quatro, feito uma putinha."
R: "Assim?"
Ela se ajeitou na cama com a bunda apontada pra mim e eu não demorei pra me posicionar e brincar de novo com minha língua na rachinha depilada dela. Tava me deixando louco. Umas lambidas depois, já tava gozando de novo. Me ajeitei, coloquei meu amigão de novo nos lábios dela, subi e desci, pra deixar o momento mais lento e gostoso. E dessa vez entrou sem problemas. Cada vez mais molhada. De novo, ela se mexia meio sem jeito no começo, mas aprendeu rápido. Se encaixou bem, o que me deixou entrar e sair tranquilo.
Y: "Cê gosta assim?"
R: "mmmmmm" — Acho que foi uma boa resposta.
Comecei a bombar mais forte, aos poucos. Alternava entradas longas e lentas, até o fundo, com movimentos rápidos. As mudanças deixavam ela louca. Quando não aguentava mais, se ajeitou com a cabeça no travesseiro. Me deu um show melhor ainda daquela bunda maravilhosa. Tava bem apertadinha. Não ia tentar entrar e estragar a noite, mas me dediquei a brincar com os dedinhos. Só encostei o dedo indicador, ela soltou um gemido longo. Não aguentava mais, e eu também tava perto de gozar. Com o último resto de força que me sobrava, consegui fazer ela chegar a outra explosão no corpo dela. Dessa vez, foi mais longa. As contrações foram muito mais fortes e demoradas. Num dos últimos suspiros dela, eu já tava prestes a explodir. Tirei pra gozar naquela raba que me deu um show. maravilhoso, mas ele virou rápido e disse:
R: "Não, eu quero ela. É minha."
Não terminei de processar o pedido quando ele aproximou a boca do meu pau, que tava duríssimo, e na terceira chupada eu gozei como nunca tinha gozado antes. E de novo, ele não deixou escapar uma gota sequer.
A gente relaxou depois de tudo que rolou. Arrumamos o quarto do irmão. Nos cobrimos um pouco. E fomos pro quarto dele. Onde a gente dormiu junto.
Sem dúvida, uma das melhores noites que eu tinha tido até então. E não ia ser a única.
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Espero que tenham gostado. Pode ter ficado longo, mas cada detalhe conta. Aproveitem lendo, assim como eu aproveitei fazendo naquela noite.
Javo.-
A única ressalva que faço é que tudo que vou escreverÉ REALPor sorte eu tive (e ainda tenho) uma vida sexual muuuuuuito ativa. Então vou aproveitar isso pra contar umas histórias pra vocês.
EDITO:
Deixo aqui meu novo conto pra vocês continuarem se divertindo!http://www.poringa.net/posts/relatos/2801937/Ciudad-de-la-furia-orgia-y-swing-de-casualidad---Parte-1.html
Recém-chegadoEu moro no litoral. E uma boa parte da minha família tá espalhada pela Grande Buenos Aires e outros lugares do interior do país. Essa história em particular é de uma dessas viagens. Meus primos têm a minha idade, então era super normal a gente sair pra tomar umas, dançar e até pegar uma boa onda com o grupo deles desde moleque. Isso sem contar as minas e amigas.
Tinha tido uma semana bem agitada em dezembro, provas finais do colégio e os vestibulares pra faculdade. Passei em tudo numa semana só porque queria viajar. O ônibus saiu 1 hora depois da última prova. A viagem foi uma merda. Sentei na frente de duas coroas que não paravam de falar gritando. Cheguei umas 20h mais ou menos. Minha família tava me esperando. E meu primo, depois dos cumprimentos, me convida pra jantar na casa da Romina. Uma das minas que não me dava muita bola, mas a gente trocava ideia. Tomei um banho e fomos.
Quando chegamos, quem abriu a porta foi o irmão dela, parte do grupo de amigos, 2 anos mais velho. A gente se dava super bem. Entre saudações e abraços, ele conta que vai pra casa da namorada, e que os pais tinham viajado de férias, então era pra gente cuidar da irmãzinha dele. Quando a Romina desceu, eu fiquei mudo. No último ano, eu tinha crescido quase 20cm e ganhado um shape legal, digamos que ela demorou um pouco pra me reconhecer, mas ela tava incrível. Passou de menina pra mulherão. Daquelas minas que você vê na rua e, em vez de pensar "eu macetava", você pensa "eu casava". Uma carinha de anjo combinada com um corpo de diaba. Era verão, então ela desceu de short e top, mal dava pra ver o piercing no umbigo (coisa que me deixa louco). Uns 1,75 de altura. Peitos e raba em perfeita harmonia com a altura e o corpo dela. Tinha um namorado há muito tempo, quase 2 anos. E tinha terminado fazia um mês.
A gente era o primeiro a chegar. Nos cumprimentamos com um abraço forte e ela encostou os peitos no meu peito, na maior cara de pau. Digamos que o sono foi pro caralho. Daí a pouco, chegou outro primo e mais 3 amigas. No total, éramos 7. A cena foi tranquila, pizzas caseiras que, como eles não tinham jeito, eu cozinhei (minhas pizzas na pedra são minha especialidade), muitas risadas, muito duplo sentido, uma ou outra indireta. Num momento, fui pra cozinha, ela se aproximou. E ficamos sozinhos.
Romina: "Tá bem? Te achei estranho."
Eu: "Tô sim, bem. Mas cansado" – Conto toda a odisseia dos estudos.
R: "Se quiser, eu continuo" – Ela fala. E como bom cavalheiro, digo que não, que tá de boa. Não tinha problema.
Parece que ela levou como uma rejeição, porque daí em diante, ficou distante.
Com o álcool no meio, rolou um joguinho de mímica mais pesado e um verdade-consequência bem curto.
Já eram 4h da manhã. Eu não aguentava mais. Romina, já como amiga, me fala: "Quer ir pro quarto do Fran e dar uma descansada?" Não pensei duas vezes, pedi desculpas, falei pros meus primos me avisarem quando fossem embora, e fui dormir um pouco, que tava precisando muito.
Subi sozinho, já conhecia a casa. Me joguei em cima da cama de casal, quando atrás de mim vem meu primo e fala:
Primo: "É burro? Não percebe que a Romi tá afim de você?"
Eu: "Sim, ou pelo menos achei. No começo foi tudo jóia, mas depois ficou longe a noite toda. Você viu."
P: "Vi, mas ela acha que você não tá interessado."
Eu: "É piada? É impossível não estar interessado nela. Ela é uma gostosa. Faz o seguinte, porque se eu descer vou cair dormindo no sofá. Pede desculpas pra ela. Explica de novo porque tô assim, que é cansaço, não que não tô a fim. Amanhã convido ela pra passar o dia. Ela escolhe tudo."
P: "Beleza, vou falar."
Ele foi embora. Parece que ela tava atrás da porta ouvindo e eu não percebi. Sinto só um cochicho depois que meu primo saiu, e a porta se fecha. Já tranquilo, mesmo com a Romi na cabeça, tiro a camiseta pra dormir mais leve, e quando termino de tirar, vejo ela, parada na frente da porta, olhando, com os olhos meio vidrados. Me assustei um pouco por ela, capaz que tinha Aconteceu algo. Abracei ela e perguntei se tava tudo bem. Ela respondeu:
R: "Você realmente pensa isso de mim?"
Y: "O quê? Que você é gostosa?"
R: "Sim"
Y: Não hesitei muito em responder, sou bem direto pra isso e não me tremem as palavras — "Sim, e vou te falar de novo, você é gostosa, muito linda. Não entendo como seu ex não brigou por você" (ela tinha me contado da separação, mas a história é longa e não vem ao caso).
R: "Em quase 2 anos, Juan (ex) nunca me disse isso com tanta convicção, que eu era gostosa."
Depois disso, ela se aproximou pra um beijo, devagar. Eu ainda segurava ela pelos ombros. Assim que vi aquele movimento, correspondi. Um beijo tão terno que parecia não ter fim. Aqueles lábios me deixavam louco, e ela tava percebendo isso. Assim que soltei os ombros dela, ela se agarrou no meu pescoço e nas minhas costas, e eu na cintura dela. Não tinha reparado como a cintura dela era fina, e o corpo de mulher com aquelas curvas que me fazem pirar. Quase sem perceber, já tava tirando o top dela, deixando um sutiã super erótico, que combinava com a bunda dela, ainda não descoberta. Devagar, fomos nos aproximando da cama e deitamos nela. Romi ficou debaixo de mim, eu me apoiava num braço e, com o outro, comecei a acariciar toda aquela pele tão delicada. Cada vez que beijava perto ou me aproximava de um ponto íntimo, perto do umbigo dela, na área do decote, no pescoço, nas orelhas, ela se arrepiava. A pele arrepiada denunciava. Ela tava curtindo o que tava rolando. Aos poucos, foi se soltando. Passei a mão naquelas pernas longas antes de tirar o shortinho dela, que custou por causa da curva da bunda. Parecia uma modelo de lingerie. Exalava sensualidade por todo o corpo. Ela fez o mesmo, tirando minha bermuda, meio sem jeito, nervosa. Tomei as rédeas pra ela se acalmar. Numa das idas pros lábios e pescoço dela, falei: "Relaxa, te prometo que você vai curtir." Eu sabia que ela já tinha transado, mas nunca com alguém experiente. E, embora naquela época eu não fosse um expert, também não era nenhum novato.
Parece que aquele Teria sido o clique. Naquele momento, ela começou a ficar muito mais ativa. Me abraçava mais forte, brincando com as unhas nas minhas costas. Desabotoei o sutiã dela e, quase no mesmo movimento, a calcinha também sumiu. Fiquei maravilhado observando aquele corpo de boneca. A buceta dela não tinha um único pelo. Totalmente depilada. A única coisa que ela ainda vestia era o piercing no umbigo. Ela se ajeitou pra eu poder ficar por cima, mas recusei. A gente não pode simplesmente transar e pronto. Tinha que aproveitar cada momento. Ensinar o que pudesse, e fazer ela gozar. E deixei isso claro.
Y: "Ninguém tá com pressa, e quero que você curta"
R: "Mas eu quase não tenho experiência, não quero te decepcionar" — Eu não podia acreditar. Eu é que devia agradecer por estar com uma mulher assim, e ela preocupada em me decepcionar.
Y: "Se você quiser, posso te guiar, com a condição de você também me dizer o que quer que eu faça"
Ela hesitou um pouco, acho que por vergonha, mas eu já tinha descoberto que quando uma mina se solta no prazer, começa a pedir coisas que nem ela imaginava. Tinha funcionado antes, e ia funcionar de novo.
R: "Isso eu gosto" — Eu tinha minhas mãos num dos peitos dela, brincando devagar com um mamilo que já tinha endurecido. Me ajeitei pra beijar o pescoço dela e descer até o outro peito. Mal beijei, ela soltou um gemido. Tirou os braços do lado e já começou a torcer um travesseiro. Tava no caminho certo. Quando o gemido ficou mais intenso, ela se afastou, ficando eu de barriga pra cima, e tomou as rédeas. Começou a beijar minha orelha, meu pescoço. Passou a mão no meu peito, descendo até a cueca. Acariciou um pouco meu pau por cima do pano, e arregalou os olhos. Já tava duro. Querendo sair da prisão. Me beijando o pescoço e a barriga, desceu e com as duas mãos arrancou minha cueca. Aí pude ver bem que ela se empolgou um pouco.
Meu amigo, tá na faixa do "Epaaa, o cara veio carregado". Não é um membro descomunal, mas com seus 19 por 6,5, consegui arrancar todo o benefício possível.
R: "É grande" — Meu ego foi pras nuvens.
Y: "É? Nunca viu um assim?"
R: "Não, parecido, mas não tão grosso."
Y: "Você se anima a..." Não me deixou terminar a frase, parecia que tinha me entendido. Desceu e, beijando a cabeça, começou a chupar meu pau. Primeiro devagar, focada na cabeça, depois começou a descer mais e, com a ajuda da mão, tava me dando um boquete de antologia. De vez em quando me olhava, e aquela imagem tava me matando. Cresceu ainda mais.
R: "Você gosta? Gosta que eu chupe?" — Que porra é essa? Essa mina não era a mesma que tinha entrado no quarto.
Y: "Adoro, continua"
R: "mmm... nunca tinha feito isso... mas tô gostando" — Não acreditei. Parece que tinha visto uns filmes, porque realmente mandava muito bem. Depois de alguns minutos, senti que não aguentava mais. Avisei que se continuasse assim, ia gozar. Ela não hesitou em aumentar o ritmo. Chupou mais forte, com mais vigor. Me arrancou um orgasmo enorme. Gozei na boca dela. A imagem era incrível. Não deixou escapar nem uma gota. E pra minha surpresa, depois de "saborear" meu leite, engoliu tudo, enquanto dizia: "amo seu gozo". Fiquei paralisado. O que tinha acontecido? Ela tava se soltando?
Era a vez dela, depois de um carinho desses, tinha que retribuir o favor. Deitei ela na cama. Voltei com meus beijos e carícias. Pescoço, peitos, umbigo, a parte de baixo dos peitos, púbis, pernas, não deixei um lugar sem lamber. Dava pra ver a excitação dela, se mexia, gemia. Cheguei na pussy, totalmente depilada, depois de ir e vir por um tempo, pra prolongar o prazer dela. Mal encostei, e ela gozou com um grito baixinho. Como se o próprio prazer tivesse sugado as forças dela. Mas não parei. Continuei na minha missão de fazer ela passar uma noite inesquecível. Não freiei, fiquei brincando com minha língua por toda a pussy dela, tava molhadíssima. Era deliciosa, ela toda. Quando ela começou a gemer forte Novamente, fiz um movimento com a língua que já ganhou muitos elogios das mulheres. Ela teve outro orgasmo. Mas esse foi mais intenso. Ela apertou minha cabeça contra a púbis dela, como se não quisesse que eu parasse nunca. Quando recuperou o fôlego, continuamos trocando beijos, mãos, carícias. A gente tinha que continuar.
Estávamos os dois nus, nossa excitação transbordando. Ela se levantou e ficou por cima de mim. Nessa altura, eu já tava de novo a todo vapor. Ela se moveu pra trás pra me dar uma pequena sessão de sexo oral, como se quisesse deixar meu pau ainda mais duro. Depois percebi que ela mesma tava se tocando ao mesmo tempo. O que me deixou duríssimo foi ver como, com cara de gata no cio, ela lambia os dedos que tinham acabado de enfiar na buceta dela. Peguei ela pela cintura e puxei pra perto de mim, quando ia penetrar ela, voltei à realidade: não tinha camisinha. Ela me perguntou se eu já tinha feito sem proteção, e não, sempre usei camisinha. Perguntei a mesma coisa pra ela, e não só sempre usou, como também tomava pílula anticoncepcional.
R: "Mete devagar" — ela disse.
Encostei a cabeça do meu pau, que tava inchadíssimo, nos lábios da buceta dela. E sem parar de brincar com os peitos dela na minha boca, foi entrando. Tava lubrificadíssima. Entre os fluidos dela, a saliva e o tesão, entrou sem dificuldade. Na metade do caminho, ela já tava ofegante de novo. E num dos gritos, ela se deixou cair pra entrar tudo, até o fundo. Esse grito se transformou numa torção de prazer. Eu tava dentro dela. Sentindo cada contração dos músculos dela. Não era virgem, mas dava pra sentir que era apertada. O que aumentou ainda mais minha luxúria. E dava pra ver que ela tava gozando como nunca. Nós dois suando. Não queríamos parar. Ela começou a se mover meio sem jeito no começo. Comecei a me ajustar aos poucos, segurando aquela coisa incrível. Dominando o movimento. Devagar no início, forte de vez em quando. Eu tava prestes a explodir, mas tinha que aguentar. Não podia deixar. sem gozar uma mulher, muito menos ela. Notei que ela começou a se mexer sozinha. Seguindo os movimentos que eu marcava. Tirei as mãos da bunda dela pra colocar naquele par de peitos que balançavam na minha frente, hipnotizantes. Ficamos assim uns minutos. Não demorou muito pra Romi explodir de prazer de novo. Depois do primeiro grito, beijei ela como nunca pra calar a boca. Meus primos e as amigas deles ainda estavam lá embaixo. Senti bem claro como ela se dobrava de tesão, os espasmos da buceta dela, e os sucos no meu pau.
Faltava mais. Ela se recuperou como pôde, por excitação, por beijos, por carícias. Dessa vez, eu falei:
Y: "Fica assim, de quatro, feito uma putinha."
R: "Assim?"
Ela se ajeitou na cama com a bunda apontada pra mim e eu não demorei pra me posicionar e brincar de novo com minha língua na rachinha depilada dela. Tava me deixando louco. Umas lambidas depois, já tava gozando de novo. Me ajeitei, coloquei meu amigão de novo nos lábios dela, subi e desci, pra deixar o momento mais lento e gostoso. E dessa vez entrou sem problemas. Cada vez mais molhada. De novo, ela se mexia meio sem jeito no começo, mas aprendeu rápido. Se encaixou bem, o que me deixou entrar e sair tranquilo.
Y: "Cê gosta assim?"
R: "mmmmmm" — Acho que foi uma boa resposta.
Comecei a bombar mais forte, aos poucos. Alternava entradas longas e lentas, até o fundo, com movimentos rápidos. As mudanças deixavam ela louca. Quando não aguentava mais, se ajeitou com a cabeça no travesseiro. Me deu um show melhor ainda daquela bunda maravilhosa. Tava bem apertadinha. Não ia tentar entrar e estragar a noite, mas me dediquei a brincar com os dedinhos. Só encostei o dedo indicador, ela soltou um gemido longo. Não aguentava mais, e eu também tava perto de gozar. Com o último resto de força que me sobrava, consegui fazer ela chegar a outra explosão no corpo dela. Dessa vez, foi mais longa. As contrações foram muito mais fortes e demoradas. Num dos últimos suspiros dela, eu já tava prestes a explodir. Tirei pra gozar naquela raba que me deu um show. maravilhoso, mas ele virou rápido e disse:
R: "Não, eu quero ela. É minha."
Não terminei de processar o pedido quando ele aproximou a boca do meu pau, que tava duríssimo, e na terceira chupada eu gozei como nunca tinha gozado antes. E de novo, ele não deixou escapar uma gota sequer.
A gente relaxou depois de tudo que rolou. Arrumamos o quarto do irmão. Nos cobrimos um pouco. E fomos pro quarto dele. Onde a gente dormiu junto.
Sem dúvida, uma das melhores noites que eu tinha tido até então. E não ia ser a única.
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Espero que tenham gostado. Pode ter ficado longo, mas cada detalhe conta. Aproveitem lendo, assim como eu aproveitei fazendo naquela noite.
Javo.-
5 comentários - Recém-chegada gostosa
Muy bueno.