E01 tá aquihttp://www.poringa.net/posts/relatos/2272896/Caminos-que-llevan-a-otros-caminos.htmlQuando saio com minha namorada, as mulheres me olham. E não é pela aparência. É porque estou com ela. Essa situação não me incomoda, aliás, é por causa disso que minha vizinha Naty vem ao meu apartamento todas as manhãs: vem transar com o "namorado da Agustina".
Agustina parece uma tenista russa, e ainda tem um sorriso que é sua marca registrada. Alta e atlética, é jornalista e tem um programa de rádio pela manhã. E é a repórter de entretenimento de um dos telejornais.
Uma sexta-feira à noite tive que acompanhá-la na inauguração de uma loja. Estavam seus colegas da TV e os do rádio. Na gala que precedia o desfile de modelos, fiquei observando ao nosso redor e notei que as colegas mulheres não conversavam muito com a Agus. Mas os colegas homens não paravam de conversar e olhar para a bunda da minha namorada, que estava emoldurada por uma calça social branca.
Antes de ficar irritado, fui buscar um drink e vi Roxana olhando de longe para minha namorada. Ela corou por ser pega de surpresa, me cumprimentou à distância e voltou para o marido.
Roxana é uma das apresentadoras do telejornal onde minha namorada faz as reportagens externas. Com cerca de 1,65m, rosto moreno emoldurado por cabelos castanhos e lisos, essa quase cinquentona é muito mais elegante do que sexy. Quadris largos, cintura boa, mas poucos peitos e mau humor (segundo minha namorada). É a colega mais invejosa que ela tem no estúdio, e talvez seja por ciúmes.
"Por que não?" - pensei, surpreso comigo mesmo. Nossa, ter a Naty como amante estava me dando uma confiança desconhecida para mim...
Durante o desfile de modelos, me posicionei do outro lado da passarela onde estavam Roxana e seu marido, e tentei estabelecer contato visual com ela. A Agus era a apresentadora, então não havia chance de ela me pegar. E sim, ela olhou uma vez, duas vezes, e depois manteve o olhar por alguns instantes. Sorriu nervosa e seguimos o jogo, divertidos. Eu já estava de pau duro, era a mulher dos telejornais, desde que eu era adolescente que ela ela já estava na tv.
E foi aí que eu percebi, a Roxana que apertava com força as coxas olhando para o outro lado. Ela estava ficando excitada? Alguns minutos depois, ela sussurrou algo para o marido e se levantou em direção ao corredor dos banheiros. Não hesitei em ir para o mesmo lugar, esperei que ela saísse do banheiro feminino para abordá-la. Já nos conhecíamos de antes, mas quando ela estava prestes a me dar o beijo de cumprimento na bochecha, me mexi rápido e beijei o canto dos lábios dela. Ela não disse nada, mas olhou para todos os lados, apressada me deu um papel e seguiu em frente. Era o número do celular dela.
Nossa, foi mais fácil do que eu esperava.
Sabendo que ela acorda muito cedo por costume, naquele mesmo sábado mandei um SMS às 6h da manhã.
- Sou "o namorado da Agustina", você está acordada?
- Claro, como você está? Estou no computador, a família ainda está dormindo.
- Bom, então não te ligo agora, como foi o desfile ontem à noite?
- Chato, só me distraí com a paisagem... e os olhares, haha.
- Haha, eu também encontrei uma olhadora por aí. Como estão seus horários para um café entre a gente?
Eu estava com tesão, só queria transar com alguém mais... Demorou alguns minutos para responder, eu rezando para não ter estragado tudo.
- Hoje meu marido vai para o estádio ver o jogo, nos encontramos às 15h na garagem que fica na XXX? Vai com seu carro.
- Ok.
Ela era inteligente, ela é um rosto muito conhecido e não podia se arriscar a ser vista em público.
Cheguei às 14:55 no estacionamento em questão, entrei com meu carro e notei que outro carro ligou e entrou atrás de mim, com os vidros escurecidos. Era ela, que estacionou e desceu, estava arrumada como se fosse sair no ar, e entrou no meu carro. Beijo na bochecha, sorriso nervoso e saímos no meu carro.
- Que plano você tem para mim? - disse nervosa. Ela cheirava a flores frescas, a veterana tinha se produzido para a ocasião.
- Quer tomar alguma coisa antes? Ou vamos conversar no meu apartamento... - disse enquanto dirigia. Ela riu e cobriu o rosto com as mãos. Inspirou fundo - pro seu apto - e sorriu de novo. -Nunca fiz algo assim. -Eu também não- menti pegando na mão dela. -você tá divina, o cabelo liso te favorece muito (é vdd). Já no estacionamento do subsolo do meu prédio, peguei na mão dela e assim ficamos até entrarmos no meu apto. Eu apertava forte às vezes, de nervoso, apesar de ter sido ela mesma quem abriu o jogo pra tudo isso que ia rolar. Ofereci um uísque e ela aceitou feliz, talvez pra se encorajar, nos sentamos e conversamos sobre coisas triviais no meu "sofá da morte". Ela olhava a decoração do apto, saímos pro varandão e eu peguei na mão dela, dando um beijo suave nos lábios. Ela me abraçou forte e já meteu língua, me empurrou pra dentro e me jogou no sofá. -Onde vocês transam?- perguntou exigente. -Bem aqui- e ela pulou em cima de mim. Acariciei sua cintura, seu abdômen um pouco flácido, chegando aos peitos por cima do vestido leve. Peguei suas bundas macias mas bem proporcionadas. Nada a ver com a Naty, toda durinha e sequinha, mas tinha seu charme. Ela me beijava ansiosa como se estivesse me devorando, e subi minhas mãos por baixo do vestido. Seus glúteos cediam fácil pros meus apertões e isso me encantou. Ela se esfregava no meu corpo como se estivesse montando em mim sem parar de me beijar. Acariciei sua buceta por cima da roupa, e isso começou a provocar suspiros e beijos entrecortados. Ela se levantou e pediu pra eu fechar a porta do varandão. Quando voltei pro sofá ela estava sentada sem o vestido, mas com um body marrom muito bem escolhido pra uma morena. Ela me pegou pela calça e me puxou, acariciou o volume que já estava empinado desde meia hora atrás quando eu estava esperando no carro. -Que cacete!- e abaixou minha calça e cueca. O trouxa já estava brilhante e úmido, o que provocou um sorriso nela, e ela o meteu na boca de forma generosa. -gostoso e salgado... A Agustina te mima bem? -Não é a fuerte- menti
Então encheu a boca de saliva e, sem usar as mãos para me masturbar, chupou devagar, forte, suave, cravando os dedos nas minhas nádegas. Me olhou algumas vezes, mas estava muito concentrada no seu trabalho. Depois, baixou uma das mãos até a virilha, por cima do body, pressionando a buceta e se rebolando. Eu, em pé, acariciava suavemente seu lindo cabelo, e adorava a situação de que a rival da Agustina estava me chupando enquanto ela dormia sua soneca de sábado.
– Quer transar? – quase exigi, depois de longos minutos. – Quer foder o "namorado da Agustina"?
– Sim, papi...
Tirei ela do sofá e me deitei de costas nele. Ela nem hesitou, queria montar no macho da rival. Queria foder ele melhor que ninguém. Soltou as alças do body e, deixando os peitos à mostra, deitou sobre mim, afastou parte do body e guiou meu pau até sua buceta bem molhada. Semicerrando os olhos, foi se enfiando suavemente em mim. A buceta era mais generosa que a da Naty e da Agus, talvez por ter parido duas meninas que hoje são universitárias. Mas mesmo assim abraçava muito bem meu pau venoso. Ficou alguns instantes imóvel e eu comecei a acariciar seus peitos, fazendo círculos em volta desses mamilos rosados e esticados. A cara da apresentadora do jornal era de puro prazer.
– Ah! Que delícia, como enche minha buceta – enquanto se rebolava lentamente. Percebi que ela gostava de falar enquanto transava.
– Adoro sua carinha de putinha – enquanto comecei a apertar uma das minhas mãos na sua bunda.
– Ai, neném, vou te deixar seco – com voz rouca, colocou as mãos nos meus ombros e começou a acelerar o vai e vem.
Realmente, a maturidade dava um gás. Com minhas mãos nos seus peitos, comecei a fazer aquele joguinho de apertar os dedos desde os peitorais e deslizar até o mamilo, beliscando-os. Ela alternava a penetração com movimentos curtos, longos e profundos. Depois eu a segurei, levantei um pouco o quadril dela e comecei a perfurá-la bem rápido por baixo. A putinha adorou, com gemidos roucos mas altos. Chegou até a babar por ter a boca entreaberta no vai e vem cada vez mais descontrolado.
- Que filha da puta, que delícia...
- Seu marido não te dá assim? - falei com ironia enquanto a enfiava
- Não aguenta nem dois minutos aquele bosta...
Ela me parou, colocou uma mão no encosto do sofá, outra no apoio de braço, e começou a chupar meu pau com a buceta. Foi uma delícia, mas durou só cinco enfiadas lentas e ela começou a se sacudir num orgasmo enorme e incrível. Me agarrou pelo cabelo, me puxou contra o peito e gritou o último gemido no meu ouvido. Foi intenso pra caralho, mas ela desmaiou por uns segundos.
Ficou jogada em cima de mim, totalmente destruída. Estava choramingando um pouco, me disse que nunca tinha chorado de tanto gozar. Deixei ela curtir só um minuto e subi por cima, ela já não tinha vontade nem força. Então fiz uma posição missionária de boa, mas ao vê-la toda desmontada decidi ir até o fundo em cada enfiada... vi que as pernas dela balançavam e se sacudiam no ritmo do meu vai e vem... Virei um touro e entrava e saía tanto que ela começou a reclamar, até que me apertou com a última força, tendo outro orgasmo impressionante... Automaticamente senti meu pau explodir e jorrei tudo dentro dela.
Ficamos assim um tempo até que ela me empurrou pra sair e correu pro banheiro. Ouvi o chuveiro ligar e quis entrar com ela, mas ela gritou pra eu não ir. Hesitei, mas entrei no banho mesmo com ela gritando. A abracei e a calei com um beijo longo até ela parar de resistir. Vi ela sem o body, o corpo dela mostrava a idade que tinha, mas pra mim era gostoso.
- Que... intenso, você não parecia assim antes.
- E como eu parecia antes?
- Não sei, um cara alto e bonito, mas quieto, misterioso...
- E por que me deixou avançar?
- ...
- Porque eu sou o namorado da Agustina?
- Talvez - ela riu condescendente e me deu um beijo
Fiquei duro de novo, então virei, abracei ela por trás e me encaixei entre suas nádegas enquanto a água escorria pelos seus peitos.
- Não, nenê... Nem pense nisso - disse séria, mas não muito convencida
- Shsh... Se quer ter o "namorado da Agustina", tem que levar o pacote completo.
Fechei o chuveiro e a prendi nos meus braços. Ela ria como se fosse uma brincadeira, e eu também, nos secamos. Disse que ela estava linda assim, nua. Mas quando quis se vestir, a abracei e levei pro quarto. Deitei ela na cama e desci com beijos por todo seu corpo, acariciando de vez em quando aquele pubis tão bem cuidado, até começar a brincar com meus dedos enquanto beijava sua barriga. Em poucos instantes já estava chupando aquela buceta veterana, ela ficou excitada rápido demais pro meu gosto.
Deitei ela de bruços e abri suas pernas. Estava bem mais passiva que antes, e mais relaxada, então me deitei sobre ela e comecei a penetrar por aquela buceta molhada, entrava sem esforço e saía. Decidi colocá-la de quatro e comecei o vai e vem devagar enquanto ela se tocava de novo. Adorava ver como aquela bunda tremia a cada investida, e ela me pedindo mais rápido. Cuspi no anel marrom e comecei a brincar com meu polegar enquanto ela reclamava. Insisti alguns minutos e enfiei dentro. Não teve muita resistência pra ser um cu virgem, e as reclamações tinham sumido. Brinquei bem pouco antes de atacar com meu pau. Peguei seu pescoço e puxei ela pra mim, de modo que só ficou apoiada nos joelhos. Empurrei a cabeça até a resistência ceder, e ela tentando sair e me xingando dizia que não, que já bastava, que tinha que ir pra casa.
Aliviei um pouco a tensão, mas mantive ela agarrada pelos ombros, empurrando com vai e vens naquele cu não tão apertado. Comecei a massagear os peitos por trás, e ela voltou a se tocar... Percebi que já estava resignada a que a bunda não ia usar só pra cagar.
Entrava e saía cada vez uns cm mais, quase sem reclamações, e em poucos minutos já tinha a cabeça dentro.
- viu que não era tão grave?
- boludo, é como ter um piano na bunda.
- e?
- é estranho
Começamos a balançar juntos, sem tanta fricção, mas apertando cada vez um pouco mais. Teve um momento que os gemidos eram constantes, os barulhos das minhas bolas contra ela eram rítmicos, e ela mesma botava ritmo. Comecei a brincar forte com os mamilos dela por trás. Em poucos minutos soltei um dos peitos dela e enfiei os dedos na buceta. Peguei ela novamente pelo pescoço e penetrei forte na bunda e dedos fundo na ppk. Senti o gozo vindo de novo e belisquei o clitóris. Ela pulou de dor e gozou automaticamente comigo.
Caímos na cama de lado, enfiados, até dormi uns segundos. Ela me acordou quando saiu de mim, ainda tinha os olhos lacrimejantes.
A bunda dela tinha ficado vermelha e babando de merda e porra
- Tá bem? - perguntei inocente.
Ela riu um pouco e enxugou uma lágrima.
- Puto... mas tá tudo bem, escaparam lágrimas mas foi da emoção haha. Fica na cama, dessa vez eu tomo banho sozinha
- Depois do sexo você fica radiante - soltei como cantada
Ela sorriu e foi pro banheiro.
Liguei a tv, um jogo estava terminando.
- Grosso, bem na hora.
E me ligou a Agustina, recém acordada da soneca de sábado. Tava falando com ela e coloquei no viva-voz quando a Roxana saía do chuveiro. Ela ouviu a Agus e sorriu quase diabolicamente enquanto se vestia. Se aproximou e comeu minha boca num beijo, de fundo dava pra ouvir a Agus falando dos planos dela pra noite.
Levei ela ao estacionamento, e ela se despediu dizendo:
- tchau "namorado da Agustina", me manda sms de manhã...
E assim viraram meus dias... De manhã comprava pão e pegava minha vizinha NAty, ia trabalhar e de tarde-noite via e pegava a Agustina, minha namorada.
E aos sábados Eu comia a Roxana. Ou cada vez que tinha partida.
Mas isso não é tudo, foram surgindo mais caminhos que se abriram...
Agustina parece uma tenista russa, e ainda tem um sorriso que é sua marca registrada. Alta e atlética, é jornalista e tem um programa de rádio pela manhã. E é a repórter de entretenimento de um dos telejornais.
Uma sexta-feira à noite tive que acompanhá-la na inauguração de uma loja. Estavam seus colegas da TV e os do rádio. Na gala que precedia o desfile de modelos, fiquei observando ao nosso redor e notei que as colegas mulheres não conversavam muito com a Agus. Mas os colegas homens não paravam de conversar e olhar para a bunda da minha namorada, que estava emoldurada por uma calça social branca.
Antes de ficar irritado, fui buscar um drink e vi Roxana olhando de longe para minha namorada. Ela corou por ser pega de surpresa, me cumprimentou à distância e voltou para o marido.
Roxana é uma das apresentadoras do telejornal onde minha namorada faz as reportagens externas. Com cerca de 1,65m, rosto moreno emoldurado por cabelos castanhos e lisos, essa quase cinquentona é muito mais elegante do que sexy. Quadris largos, cintura boa, mas poucos peitos e mau humor (segundo minha namorada). É a colega mais invejosa que ela tem no estúdio, e talvez seja por ciúmes.
"Por que não?" - pensei, surpreso comigo mesmo. Nossa, ter a Naty como amante estava me dando uma confiança desconhecida para mim...
Durante o desfile de modelos, me posicionei do outro lado da passarela onde estavam Roxana e seu marido, e tentei estabelecer contato visual com ela. A Agus era a apresentadora, então não havia chance de ela me pegar. E sim, ela olhou uma vez, duas vezes, e depois manteve o olhar por alguns instantes. Sorriu nervosa e seguimos o jogo, divertidos. Eu já estava de pau duro, era a mulher dos telejornais, desde que eu era adolescente que ela ela já estava na tv.
E foi aí que eu percebi, a Roxana que apertava com força as coxas olhando para o outro lado. Ela estava ficando excitada? Alguns minutos depois, ela sussurrou algo para o marido e se levantou em direção ao corredor dos banheiros. Não hesitei em ir para o mesmo lugar, esperei que ela saísse do banheiro feminino para abordá-la. Já nos conhecíamos de antes, mas quando ela estava prestes a me dar o beijo de cumprimento na bochecha, me mexi rápido e beijei o canto dos lábios dela. Ela não disse nada, mas olhou para todos os lados, apressada me deu um papel e seguiu em frente. Era o número do celular dela.
Nossa, foi mais fácil do que eu esperava.
Sabendo que ela acorda muito cedo por costume, naquele mesmo sábado mandei um SMS às 6h da manhã.
- Sou "o namorado da Agustina", você está acordada?
- Claro, como você está? Estou no computador, a família ainda está dormindo.
- Bom, então não te ligo agora, como foi o desfile ontem à noite?
- Chato, só me distraí com a paisagem... e os olhares, haha.
- Haha, eu também encontrei uma olhadora por aí. Como estão seus horários para um café entre a gente?
Eu estava com tesão, só queria transar com alguém mais... Demorou alguns minutos para responder, eu rezando para não ter estragado tudo.
- Hoje meu marido vai para o estádio ver o jogo, nos encontramos às 15h na garagem que fica na XXX? Vai com seu carro.
- Ok.
Ela era inteligente, ela é um rosto muito conhecido e não podia se arriscar a ser vista em público.
Cheguei às 14:55 no estacionamento em questão, entrei com meu carro e notei que outro carro ligou e entrou atrás de mim, com os vidros escurecidos. Era ela, que estacionou e desceu, estava arrumada como se fosse sair no ar, e entrou no meu carro. Beijo na bochecha, sorriso nervoso e saímos no meu carro.
- Que plano você tem para mim? - disse nervosa. Ela cheirava a flores frescas, a veterana tinha se produzido para a ocasião.
- Quer tomar alguma coisa antes? Ou vamos conversar no meu apartamento... - disse enquanto dirigia. Ela riu e cobriu o rosto com as mãos. Inspirou fundo - pro seu apto - e sorriu de novo. -Nunca fiz algo assim. -Eu também não- menti pegando na mão dela. -você tá divina, o cabelo liso te favorece muito (é vdd). Já no estacionamento do subsolo do meu prédio, peguei na mão dela e assim ficamos até entrarmos no meu apto. Eu apertava forte às vezes, de nervoso, apesar de ter sido ela mesma quem abriu o jogo pra tudo isso que ia rolar. Ofereci um uísque e ela aceitou feliz, talvez pra se encorajar, nos sentamos e conversamos sobre coisas triviais no meu "sofá da morte". Ela olhava a decoração do apto, saímos pro varandão e eu peguei na mão dela, dando um beijo suave nos lábios. Ela me abraçou forte e já meteu língua, me empurrou pra dentro e me jogou no sofá. -Onde vocês transam?- perguntou exigente. -Bem aqui- e ela pulou em cima de mim. Acariciei sua cintura, seu abdômen um pouco flácido, chegando aos peitos por cima do vestido leve. Peguei suas bundas macias mas bem proporcionadas. Nada a ver com a Naty, toda durinha e sequinha, mas tinha seu charme. Ela me beijava ansiosa como se estivesse me devorando, e subi minhas mãos por baixo do vestido. Seus glúteos cediam fácil pros meus apertões e isso me encantou. Ela se esfregava no meu corpo como se estivesse montando em mim sem parar de me beijar. Acariciei sua buceta por cima da roupa, e isso começou a provocar suspiros e beijos entrecortados. Ela se levantou e pediu pra eu fechar a porta do varandão. Quando voltei pro sofá ela estava sentada sem o vestido, mas com um body marrom muito bem escolhido pra uma morena. Ela me pegou pela calça e me puxou, acariciou o volume que já estava empinado desde meia hora atrás quando eu estava esperando no carro. -Que cacete!- e abaixou minha calça e cueca. O trouxa já estava brilhante e úmido, o que provocou um sorriso nela, e ela o meteu na boca de forma generosa. -gostoso e salgado... A Agustina te mima bem? -Não é a fuerte- menti
Então encheu a boca de saliva e, sem usar as mãos para me masturbar, chupou devagar, forte, suave, cravando os dedos nas minhas nádegas. Me olhou algumas vezes, mas estava muito concentrada no seu trabalho. Depois, baixou uma das mãos até a virilha, por cima do body, pressionando a buceta e se rebolando. Eu, em pé, acariciava suavemente seu lindo cabelo, e adorava a situação de que a rival da Agustina estava me chupando enquanto ela dormia sua soneca de sábado.
– Quer transar? – quase exigi, depois de longos minutos. – Quer foder o "namorado da Agustina"?
– Sim, papi...
Tirei ela do sofá e me deitei de costas nele. Ela nem hesitou, queria montar no macho da rival. Queria foder ele melhor que ninguém. Soltou as alças do body e, deixando os peitos à mostra, deitou sobre mim, afastou parte do body e guiou meu pau até sua buceta bem molhada. Semicerrando os olhos, foi se enfiando suavemente em mim. A buceta era mais generosa que a da Naty e da Agus, talvez por ter parido duas meninas que hoje são universitárias. Mas mesmo assim abraçava muito bem meu pau venoso. Ficou alguns instantes imóvel e eu comecei a acariciar seus peitos, fazendo círculos em volta desses mamilos rosados e esticados. A cara da apresentadora do jornal era de puro prazer.
– Ah! Que delícia, como enche minha buceta – enquanto se rebolava lentamente. Percebi que ela gostava de falar enquanto transava.
– Adoro sua carinha de putinha – enquanto comecei a apertar uma das minhas mãos na sua bunda.
– Ai, neném, vou te deixar seco – com voz rouca, colocou as mãos nos meus ombros e começou a acelerar o vai e vem.
Realmente, a maturidade dava um gás. Com minhas mãos nos seus peitos, comecei a fazer aquele joguinho de apertar os dedos desde os peitorais e deslizar até o mamilo, beliscando-os. Ela alternava a penetração com movimentos curtos, longos e profundos. Depois eu a segurei, levantei um pouco o quadril dela e comecei a perfurá-la bem rápido por baixo. A putinha adorou, com gemidos roucos mas altos. Chegou até a babar por ter a boca entreaberta no vai e vem cada vez mais descontrolado.
- Que filha da puta, que delícia...
- Seu marido não te dá assim? - falei com ironia enquanto a enfiava
- Não aguenta nem dois minutos aquele bosta...
Ela me parou, colocou uma mão no encosto do sofá, outra no apoio de braço, e começou a chupar meu pau com a buceta. Foi uma delícia, mas durou só cinco enfiadas lentas e ela começou a se sacudir num orgasmo enorme e incrível. Me agarrou pelo cabelo, me puxou contra o peito e gritou o último gemido no meu ouvido. Foi intenso pra caralho, mas ela desmaiou por uns segundos.
Ficou jogada em cima de mim, totalmente destruída. Estava choramingando um pouco, me disse que nunca tinha chorado de tanto gozar. Deixei ela curtir só um minuto e subi por cima, ela já não tinha vontade nem força. Então fiz uma posição missionária de boa, mas ao vê-la toda desmontada decidi ir até o fundo em cada enfiada... vi que as pernas dela balançavam e se sacudiam no ritmo do meu vai e vem... Virei um touro e entrava e saía tanto que ela começou a reclamar, até que me apertou com a última força, tendo outro orgasmo impressionante... Automaticamente senti meu pau explodir e jorrei tudo dentro dela.
Ficamos assim um tempo até que ela me empurrou pra sair e correu pro banheiro. Ouvi o chuveiro ligar e quis entrar com ela, mas ela gritou pra eu não ir. Hesitei, mas entrei no banho mesmo com ela gritando. A abracei e a calei com um beijo longo até ela parar de resistir. Vi ela sem o body, o corpo dela mostrava a idade que tinha, mas pra mim era gostoso.
- Que... intenso, você não parecia assim antes.
- E como eu parecia antes?
- Não sei, um cara alto e bonito, mas quieto, misterioso...
- E por que me deixou avançar?
- ...
- Porque eu sou o namorado da Agustina?
- Talvez - ela riu condescendente e me deu um beijo
Fiquei duro de novo, então virei, abracei ela por trás e me encaixei entre suas nádegas enquanto a água escorria pelos seus peitos.
- Não, nenê... Nem pense nisso - disse séria, mas não muito convencida
- Shsh... Se quer ter o "namorado da Agustina", tem que levar o pacote completo.
Fechei o chuveiro e a prendi nos meus braços. Ela ria como se fosse uma brincadeira, e eu também, nos secamos. Disse que ela estava linda assim, nua. Mas quando quis se vestir, a abracei e levei pro quarto. Deitei ela na cama e desci com beijos por todo seu corpo, acariciando de vez em quando aquele pubis tão bem cuidado, até começar a brincar com meus dedos enquanto beijava sua barriga. Em poucos instantes já estava chupando aquela buceta veterana, ela ficou excitada rápido demais pro meu gosto.
Deitei ela de bruços e abri suas pernas. Estava bem mais passiva que antes, e mais relaxada, então me deitei sobre ela e comecei a penetrar por aquela buceta molhada, entrava sem esforço e saía. Decidi colocá-la de quatro e comecei o vai e vem devagar enquanto ela se tocava de novo. Adorava ver como aquela bunda tremia a cada investida, e ela me pedindo mais rápido. Cuspi no anel marrom e comecei a brincar com meu polegar enquanto ela reclamava. Insisti alguns minutos e enfiei dentro. Não teve muita resistência pra ser um cu virgem, e as reclamações tinham sumido. Brinquei bem pouco antes de atacar com meu pau. Peguei seu pescoço e puxei ela pra mim, de modo que só ficou apoiada nos joelhos. Empurrei a cabeça até a resistência ceder, e ela tentando sair e me xingando dizia que não, que já bastava, que tinha que ir pra casa.
Aliviei um pouco a tensão, mas mantive ela agarrada pelos ombros, empurrando com vai e vens naquele cu não tão apertado. Comecei a massagear os peitos por trás, e ela voltou a se tocar... Percebi que já estava resignada a que a bunda não ia usar só pra cagar.
Entrava e saía cada vez uns cm mais, quase sem reclamações, e em poucos minutos já tinha a cabeça dentro.
- viu que não era tão grave?
- boludo, é como ter um piano na bunda.
- e?
- é estranho
Começamos a balançar juntos, sem tanta fricção, mas apertando cada vez um pouco mais. Teve um momento que os gemidos eram constantes, os barulhos das minhas bolas contra ela eram rítmicos, e ela mesma botava ritmo. Comecei a brincar forte com os mamilos dela por trás. Em poucos minutos soltei um dos peitos dela e enfiei os dedos na buceta. Peguei ela novamente pelo pescoço e penetrei forte na bunda e dedos fundo na ppk. Senti o gozo vindo de novo e belisquei o clitóris. Ela pulou de dor e gozou automaticamente comigo.
Caímos na cama de lado, enfiados, até dormi uns segundos. Ela me acordou quando saiu de mim, ainda tinha os olhos lacrimejantes.
A bunda dela tinha ficado vermelha e babando de merda e porra
- Tá bem? - perguntei inocente.
Ela riu um pouco e enxugou uma lágrima.
- Puto... mas tá tudo bem, escaparam lágrimas mas foi da emoção haha. Fica na cama, dessa vez eu tomo banho sozinha
- Depois do sexo você fica radiante - soltei como cantada
Ela sorriu e foi pro banheiro.
Liguei a tv, um jogo estava terminando.
- Grosso, bem na hora.
E me ligou a Agustina, recém acordada da soneca de sábado. Tava falando com ela e coloquei no viva-voz quando a Roxana saía do chuveiro. Ela ouviu a Agus e sorriu quase diabolicamente enquanto se vestia. Se aproximou e comeu minha boca num beijo, de fundo dava pra ouvir a Agus falando dos planos dela pra noite.
Levei ela ao estacionamento, e ela se despediu dizendo:
- tchau "namorado da Agustina", me manda sms de manhã...
E assim viraram meus dias... De manhã comprava pão e pegava minha vizinha NAty, ia trabalhar e de tarde-noite via e pegava a Agustina, minha namorada.
E aos sábados Eu comia a Roxana. Ou cada vez que tinha partida.
Mas isso não é tudo, foram surgindo mais caminhos que se abriram...
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