A vizinha 2

Soraya me deu um sorriso cúmplice e piscou um olho, virou-se e disse pra vizinha:

“Ana, ficar só olhando sem participar não é muito educado, mas pode assistir se quiser, só que vai ficar até a gente terminar...” A vizinha se virou e foi pro apartamento dela, fechamos a porta e voltamos pro que a gente tava fazendo, quando de novo a campainha tocou. Ao abrir, lá estava a vizinha com uma sacola na mão, entrou meio nervosa e falou:

“Gostaria que vocês usassem o que eu trouxe aqui...” Soraya pegou a sacola e sorriu, dizendo pra Ana: “Beleza, mas você tem que prometer que a Ana solteirona, caretona e amargurada fica do lado de fora dessa porta. Se entrar, vai ser como uma nova Ana, sem arrependimento ou culpa. Tá combinado?”

Ana concordou com a cabeça e entrou no apartamento. Soraya pegou ela pela mão e nós três fomos pro quarto. Lá dentro, Soraya jogou o conteúdo da sacola em cima da cama e me disse:

“Papai, a Ana tá nos dando de presente o tesouro mais precioso dela, o verdadeiro eu dela.” Ana ia falar, mas Soraya cortou: “Ana quer mostrar pra gente o que ela deseja no fundo do coração, e hoje, Papai, você vai brilhar como nunca...”

Em cima da cama tinha vários dildos, um deles com um conjunto de cintas pra uma mulher colocar. Também tinha cordas, algemas com correntes curtas e longas, e umas varas médias. Isso era um sonho. Soraya, que já tinha sido minha, e Ana, que antes de entrar não me agradava, mas agora me despertava uma curiosidade safada.

Soraya começou a se despir e eu fiz o mesmo, ambos na frente da Ana. Quando estávamos completamente pelados, peguei ela pela cintura e comecei a beijar o pescoço dela e a apertar os peitos. Ela passou as mãos por trás e segurou minha pica e minhas bolas, me masturbando, e nós dois não desgrudamos o olhar da Ana. Me aproximei da cama e peguei uma das cordas, amarrei a Soraya com as mãos pra trás e coloquei uns almofadões no chão. Mandei ela deitar em cima deles, beijei as pernas dela até chegar na cintura, depois abri elas e comecei a lamber o clitóris dela, nós dois Paramos de ver a Ana, o olhar duro que ela tinha tinha desaparecido e umas gotas de suor molhavam sua testa, Soraya gemia de um jeito bem gostoso a cada lambida que dava no clitóris dela, os sucos do corpo dela encharcavam minha cara, me levantei e me coloquei sobre ela com um joelho no chão e o outro dobrado, aproximei meu pau da boca dela que se abriu de par em par, meu pau mal entrava, os olhos dela deixavam escapar umas lágrimas e a garganta dela se contraía a cada penetração, minhas bolas batiam no queixo dela toda vez que eu me deixava cair sobre ela, me fazia gemer igual uma besta possuída, e a cada minuto eu tinha certeza que descobriríamos um vulcão dentro de Ana...

Gozei na boca da Soraya por um tempão, o suor cobria nossos corpos, e a gente mal tinha começado, me levantei e dei uma olhada no resto dos brinquedos sexuais espalhados pela cama, peguei um dildo vermelho que tinha duas pontas, fiz a Soraya ficar de quatro:

"Boneca, pra você se acostumar com meu membro..." em seguida enfiei a ponta grande na buceta dela, e a pequena com dificuldade no cu dela, ela se contorcia igual uma louca a cada penetração, depois, me deitei no chão e fiz ela se colocar por cima de mim, fazendo um sessenta e nove, em nenhum momento tirei o dildo do corpo dela, ela começou a me fazer um boquete e eu a penetrar ela com o dildo e a estimular o clitóris dela, dando toques pequenos e suaves com um dos meus dedos, nossos corpos se moviam em sincronia, por um momento esqueci da nossa convidada surpresa, olhei pra ela, as pernas dela se fechavam como se quisessem conter o fogo que tinha dentro, os braços dela estavam cruzados e a respiração dela era muito rápida...

Soltei as mãos da Soraya e aproximei os travesseiros dos pés da Ana, depois deitei a Soraya sobre eles com as pernas abertas, imediatamente enfiei meu pau no corpo dela, ela se contorceu na primeira estocada, e deu um grito do mais excitante, continuei entrando no corpo dela uma vez e outra, depois ela ficou de quatro e segurou nos tornozelos da Ana, eu rapidamente penetrei ela de novo com força, minhas bolas batiam e colavam no púbis dela, as nádegas dela batiam no meu corpo cada vez que eu enfiava meu pau dentro dela. Habilmente ela foi subindo as mãos até as coxas da Ana, ela se apertava contra a cadeira onde estava, aí eu também coloquei as mãos naquelas coxas, a pele dela era macia e muito quente, a respiração dela ficou mais agitada por ter nós dois tão perto...

Aos poucos fomos subindo nossas mãos e a saia da Ana até a cintura dela, eu continuava penetrando a Soraya, ela gemia e gritava em cima da Ana enquanto eu segurava as coxas dela, num momento a Soraya se agarrou no corpo da Ana, eu entendi o recado e fiz o mesmo fingindo que tinha gozado naquela hora, eu continuei passando a mão nas pernas dela e a Soraya ofegava no peito dela, nós dois começamos a sentir o movimento da Ana, ela olhava pra gente, nós dois nos aproximamos da boca dela, nossas línguas e lábios molhados brincavam, enquanto rapidamente tirávamos toda a roupa da Ana, ela não sabia o que fazer e a Soraya começou a comandar esse novo encontro...

Com a Ana de pé, começamos a chupar cada uma das tetonas dela, eram bem maiores que as da Soraya, ela ficou na esquerda e eu na direita, nos demos as mãos e começamos a tocar o púbis da Ana, ela tentou dar um passo pra trás mas seguramos ela pelas nádegas, e ela não resistiu mais. Tinha uma bunda redonda e bem feita, o corpo dela tinha mais curvas que o da Soraya, e pensar que ela sempre escondeu tudo naqueles vestidos largos e compridos. Os mamilos dela estavam duros, nossas bocas se derretiam naquelas tetonas, nossas mãos brincavam na buceta dela, dava pra sentir o calor que tinha por dentro. Com a mão que tava livre eu me agarrava nas nádegas dela e num momento inesperado senti uma mão da Ana tentando me masturbar, a outra mão já tava na buceta da Soraya.

Depois de nos tocarmos por um bom Certo, a Soraya fez a Ana deitar na cama, deixando de lado os brinquedos que ela tinha trazido pro nosso trio inesperado. A buceta da Ana tava coberta por uma camada grossa de pelos crespos, a Soraya começou a abrir as pernas dela com cuidado, me pegou pela mão e levou até aquela buceta nova que tava à minha disposição. Comecei a enfiar um dos meus dedos, tava bem molhada e apertada, com a outra mão fiz o mesmo com a Soraya, as duas gostosas estavam literalmente nas minhas mãos, gemendo e se contorcendo. Elas começaram a se beijar, a Soraya subiu em cima da Ana com as pernas abertas, e eu comecei a enfiar meu pau no meio das duas, elas se reviravam e gemiam. Já tava muito excitado e comecei um jogo delicioso com as duas, fiz elas ficarem na posição de sessenta e nove, as duas se chupavam o grelo uma da outra. Comecei a meter na Soraya, a língua da Ana lambia nós dois a cada metida, depois a Ana pegou meu pau e enfiou na boca dela, e eu segurei a Soraya pela cintura e continuei fazendo o oral que a Ana tinha interrompido, formando um triângulo muito gostoso. No final, soltei uma baita carga de porra na boca da Ana, a Soraya se levantou e foi pros lábios da nossa vizinha, as duas terminaram todas meladas com meu leite. Eu ainda tava com o pau bem duro, abri as pernas da Ana, que mal tinha terminado de engolir minha porra, e comecei a meter nela com muita força, ela gritava a cada estocada do meu pau. A Soraya se sentou na cara da Ana, esfregando a buceta dela naquela boca que trocou os gritos por fortes linguadas, a cara da Soraya tava imersa num puta prazer. Gozei de novo depois de várias metidas, fiquei de pé com o pau escorrendo e enfiei na boca da Soraya, continuei metendo e tirando. A Ana tinha se levantado, me beijava o pescoço, igual uma louca, desceu pelas minhas costas até chegar nas minhas nádegas e começou a meter a língua em mim, eu sentia que quase desmaiava de tanto prazer. Pra dar uma segurada, Aí, me recostei na cama, e a Soraya chamou minha atenção dizendo:

“Que bom, Papi, respira um pouco enquanto eu brinco com a nossa nova amiga...”

Continua...

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