Mi Primera doctora.

Beleza, galera, com uma conta recém-criada, pra não me queimar na outra, vou contar o que rolou comigo exatamente um ano atrás.
Sou um cara normal, 33 anos, não me acho um gato, mas também não sou feio, me viro bem e, por ter um bom corpo e uma grana legal, sempre escolhi qual gostosa pegar.
A razão de decidir contar isso é porque ontem à noite contei pra uma amiga e ela insistiu que eu postasse aqui, bora lá pro que aconteceu:
Um ano atrás, voltei de uma viagem pra Europa e, um tempo depois de chegar, tive um ataque de alergia fudido, espirrava o dia todo. Normalmente resolvia com um comprimidinho, mas dessa vez foi diferente, overdose de Benadryl e nada, por isso liguei pro hospital onde me trato e pedi uma consulta urgente com um alergista.
Chegou o dia (dois ou três dias depois, acho) numa soneca infernal, um calor do caralho, ninguém na rua, chego no hospital, me anuncio e me dizem o consultório e o nome da médica.
Entro, cumprimento educadamente, e ela responde no mesmo tom. Era uma mulher um pouco mais velha que eu, tinha uns 38 ou 39 anos, muito elegante e bem vestida, magra mas escondendo um corpão sob o jaleco branco, cabelo longo ondulado, com um corte daqueles que se veem em desfiles, bem europeia.
Sento na frente da mesa dela e ela começa a preencher uma ficha enorme, com um interrogatório que não vinha ao caso, mas numa das perguntas, tinha que responder se eu tinha viajado recentemente. Respondo que sim, estive na Espanha, numa ilha, e a conversa rolou assim:
- Olha só, eu, em Ibiza?
- Não, em Formentera
- Ah, deve ser lindo igual...
- Sim, é um paraíso, respondi, enquanto via ela se levantar e apontar com o dedo pra maca.
- Senta e tira a camisa.
Obedeço e ela começa a me examinar, tudo normal até que comecei a sentir as mãos dela acariciando quase imperceptivelmente minhas costas. Gostei da sensação, mas não dava pra cravar nada porque podia ser só viagem minha.
- Vejo que você faz Esporte... o que você faz?
- Faço musculação, corrida e artes marciais.
- Uau, isso é muito esporte, ela me diz, sem parar de me observar, dessa vez de frente, sobre meu pecho. Ela se inclinou desnecessariamente para fazer isso, momento no qual deduzi, somado às carícias de antes, que a gostosa estava dando em cima.
- Gosto de me sentir bem, só isso.

A doutora tira o estetoscópio, volta a sentar na mesa e me diz para me vestir.
- Olha, Martincito, ela me diz com o tom que uma professora usa para repreender um garoto, suas vias aéreas estão bem, não detecto nada incomum. O fator que está causando essa reação deve ser algo específico. Vamos fazer um teste, para poder tratar com um remédio adequado.
- Beleza, sem drama. Quando pode ser?
- Espera que vejo os horários, ela diz, enquanto olha no computador... demora alguns segundos. Sexta de manhã, pode?
- Sim, pode ser. Que horas?
- Vem às 9. Eu já aviso na central que o horário é direto, não peça você.

Na verdade, senti que a gostosa estava me despachando. Levantei, agradeci, ela me deu um beijo na bochecha, abri a porta.
- Até sexta.
- Até sexta, ela respondeu, sem mais.

Saí do hospital pensando que tinha viajado na maionese, que interpretei errado, e esqueci o assunto.

Chegou sexta, na hora da consulta, e quando ela me vê chegar, toda se fazendo de descolada, me cumprimenta: "Martincitooooooo", em clara cumplicidade com a recepcionista, que soltou um sorrisinho de conivência.

Passamos para o consultório, e ela tinha na mesa uma maleta cheia de tralhas e começou a tirar uns frascos.
- Como você tem estado? Teve algum episódio de novo?
- Sim, terça-feira. Passei o dia todo mal.
- Bom, vamos ver do que se trata. Com um tratamento simples, você vai ver que esquece.
- Tomara, doutora, respondo. E com um olhar forçadamente sério, ela diz: "Sabrina", ou Sabri, como preferir.
- Ok, Sabri.

As coisas estavam tomando um bom rumo de novo, pensei comigo mesmo: "Ela é uma gostosa doida."
- Tira a camisa e senta na Cadeira, estica os braços.
Ela começou a pingar umas gotinhas com uma espécie de seringa e, ao mesmo tempo, ao lado de cada gotinha, fazia uma anotação com duas siglas. Encheu meus dois braços.
— Vai doer um pouquinho, mas acho que pra você não é problema, né?
— Nada, não — respondi sorrindo, e ela começou a beliscar as gotinhas com uma porcaria de plástico.
— Pronto, vamos esperar uns minutos pra reação começar. Me conta, o que você faz da vida?
— Tenho uma empresa de serviços.
— Olha só, que serviços, se pode saber?
Contei o que minha empresa faz e outras coisas...
— Foi pra Espanha a trabalho ou férias?
— As duas coisas... — Enquanto isso, meus braços estavam ardendo e as marcas começaram a inchar.
Ela se levantou da cadeira e se aproximou para olhar meus braços de perto. O cabelo atrapalhava, então ela amarrou e tirou o jaleco. Tinha um rabo imenso, uma saia preta até os joelhos, meia-calça preta, sapatos de salto e uma blusinha branca que marcava os peitos pra caralho. Eu olhei, mas ela não percebeu — sou muito cuidadoso nesse aspecto.
Ela se aproximou de novo e, com um gesto de aprovação, disse: — Ok, você é superalérgico a não-sei-que-porra-que-ela-me-disse. Olha — ela apontou para um braço enquanto ficava atrás de mim e encostou os peitos no meu pescoço. O rosto dela estava bem perto do meu, por isso pude sentir bem o perfume e a respiração no meu ouvido. Eu não disse uma palavra.
Ela sentou na mesa, fez algumas anotações na ficha, olhou meus braços de novo e pediu que eu me levantasse.
— Vem aqui na pia — ela disse, pegou meu braço, passou sabão líquido e começou a lavar as marcas da fibra. Na hora, fiquei durasso. Eram mais carícias que qualquer outra coisa. Olhei nos olhos dela e ela me olhou com um sorrisinho. Continuou com o outro braço e notei que ela estava meio corada. Ao terminar, me secou com uma toalha e ficou parada na minha frente, como se esperasse alguma coisa.
Reagi, com cuidado pra não assustar, e acariciei sua bochecha. Ela sorriu. Desci minha mão até sua cintura e comecei a... beijei-a, ela entrou na vibe e agarrou meu rosto com as duas mãos.
desci para o pescoço dela e comecei com o serviço: beijinhos, mordidinhas, lambidinhas... a coisa começou a esquentar. comecei a apertar sua bunda e ela diz: "para". (fudeu, pensei comigo).
ela vai e tranca a porta, volta me beijando como uma louca. começo a acariciar seus peitos e abro dois botões. desço pelo pescoço suavemente e começo a brincar em cima do sutiã. ela agarra meu cabelo bruscamente para me beijar e começou a apalpar meu pau, que já estava no talo.
nos encostamos contra a parede e ela começou a soltar meu cinto, sem parar de me beijar e ofegar. baixou minha calça e me esfregou por cima da cueca, beijando meu pescoço e mordendo minha boca. desceu com beijos e lambidas por todo meu peito até minha barriga, acariciando e apertando minha bunda.
baixou minha cueca, deu beijinhos no meu pau, bem sutis, acariciou minhas bolas e, entre um beijo e outro, enfiou tudo na boca. se vocês vissem com quanto amor e desejo ela chupava minha rola, quase me fez gozar. por sorte me controlei e, depois de dez minutos de um boquete fantástico, ela se levanta e me beija.
devagarinho, viro ela de costas e levanto sua saia. o fio dental preto que ela usava estava infernal – tinha uma bunda de primeira. apoiei-a na maca e comecei a beijar suas nádegas, com mordidinhas. puxei sua calcinha minúscula, já bem molhada, e comecei a chupar sua buceta, assim por trás. ela abria as pernas, sua buceta estava um pouco ácida de tanto melado, mas eu adorava. ela esticava os braços para agarrar minha cabeça e me apertava contra sua buceta.
— mete, mete agora...
sem dizer nada, me levantei e comecei a penetrá-la. estávamos tão melados os dois, vocês já sabem a sensação da primeira enfiada depois de tanto jogo prévio... comecei a bombear e acho que ela gozou em um minuto. continuei, como se nada, cada vez mais forte. estava com vontade de gozar, e com ela eu já tinha cumprido.
— espera — ela me diz, movendo sua... Buceta na minha frente, não goza, ela afasta meu corpo com a mão e se vira para me chupar.
Eu queria gozar na boca dela, mas depois de me chupar por alguns minutos ela parou e, enquanto me beijava, disse "quero na bunda"...
Não imaginam como aquela vozinha me deixou... Virei ela meio bruto, deitei na maca e desci para chupar seu cuzinho (coisa que adoro se a gostosa é limpinha e depilada), ela gemía mas se controlava, porque dava pra ouvir do corredor, sua bunda estava toda molhada, suada, ajustei meu pau e comecei a enfiar.
Quando entrei um pouco, ela se exaltou.
- Devagar, devagar que vai doer...
- Ok, devagar... falei sussurrando...
Continuei penetrando, suavemente, ela se movia no ritmo da situação, bem devagar, até entrar por completo.
Agarrei sua cintura e levava meu pau até o fundo e para fora, quase saindo, fazendo um trabalho longo, com uma mão na cintura e a outra no pescoço perguntei se ela estava gostando - Tô adorando, ela disse ofegante, aumentei o ritmo decidido a gozar, a abracei forte, deitei sobre ela sem me mexer, para que sentisse meu pau inchando e soltar toda porra dentro... foi um jato forte de sêmen, que a fez gemer e respirar fundo, ficamos assim por alguns segundos, ela chupava minhas mãos enquanto eu fazia os últimos movimentos, devagar tirei, vendo como sua bunda tinha ficado, irritadíssima e escorrendo porra, me lavei no banheiro do consultório e quando saí ela estava se vestindo.
- Espera, não vai embora
Me beijou de novo e pediu meu celular.
- Te ligo esta tarde para foder as receitas e conversamos.
- Ok.
Nos beijamos de novo, arrumei um pouco meu cabelo e saí, a recepcionista me olhou com malícia, cumprimentei com um sorriso e desde aquele dia, Sabrina e eu começamos um relacionamento puramente sexual que durou uns 8 meses mais ou menos, apesar de termos terminado bem, é um daqueles contatos no telefone sempre dispostos a uma boa foda.

4 comentários - Mi Primera doctora.

MUY BUEN RELATO!!!!!!!!!! contundente!!!!!! Van 5 puntines.......