Demorei um pouco, mas voltei pra contar a segunda parte do que rolou nas minhas férias no mar...
A gente tava passando uns dias divinos, muito sol, tanto sol que mesmo com protetor solar minha pele tava vermelha e ardendo.
No quarto dia, acordamos tarde, tomamos café e fomos pra piscina. A gente tava sozinho (eu, minha mulher e meu filho), quando de repente chegou uma das camareiras trazendo jornais e revistas, que colocou numa mesa perto das espreguiçadeiras. Com o vento, uma folha do jornal voou e ela se abaixou rapidinho pra pegar. Qual não foi minha surpresa quando vi que debaixo do uniforme ela não tava usando calcinha — ou era tão pequena que não dava pra notar. Rapidão desviei o olhar, mas ela viu de canto que eu curti o espetáculo.
Saímos da piscina e fomos preparar tudo pra ir pra praia, mas tava tanto calor que preferimos almoçar ali mesmo e ir depois. Só que eu não tava a fim de me fritar de novo no sol, então sugeri ficarmos até o sol baixar um pouco. Aí veio a resposta: "Se quiser, fica. A gente vai pro mar." Respondi: "Ok, umas 17h eu vou"... e eles foram embora. Fiquei de boa porque o complexo era a uma quadra da praia.
Liguei a TV, coloquei o ar condicionado suave e me deitei na cama com o notebook, com a intenção de ver meus e-mails, mas a tentação foi maior e entrei no Poringa, hehe. Tava vendo fotos e vídeos e, logicamente, comecei a ficar excitado e a dar uns carinhos no amigo até ele ficar a todo vapor... claro, tava mesmo a todo vapor porque o lugar que alugamos era um monoambiente e meu filho dormia bem perto da nossa cama. A gente até transava, mas era tudo muito contido e silencioso...
Os carinhos começaram a ficar mais intensos, a glande ficou vermelha viva e inchou tanto que não dava pra cobrir com a própria pele. Tava todo largado de barriga pra cima na cama, lendo um conto super quente e apertando o amigo, quando de De repente, escuto colocarem a chave na porta. Rapidamente, tento me cobrir no mesmo instante em que a porta se abriu e a camareira entrou. Ao ver a situação, ela se assustou e fechou a porta rapidamente, pedindo desculpas e dizendo: "Desculpa, senhor, mas como estava a plaquinha de limpeza na porta, eu entrei." Respondi: "Ah, claro! Minha esposa deve ter colocado quando saiu." E já enrolado no lençol, abri a porta e convidei ela pra entrar. Ela disse: "Só vou pegar a bandeja do café da manhã, depois volto pra limpar." Entrou e foi direto pro aparador, e quando voltava pra porta, olhou pro meu volume (que ainda estava duro). Agora estamos quites, pensei: ela me mostrou o dela na piscina, e eu mostro o meu aqui. Virei de lado pra ficar mais visível e falei: "Se precisar limpar agora, sem problema, eu fico em cima da cama e não te atrapalho." E ouvi, surpreso: "Ah, perfeito, porque daqui a pouco meu turno acaba, senão teria que ficar mais tarde... já volto." E foi assim mesmo: voltou com o balde, a pá e a vassoura... foi até uma mesinha de centro, se abaixou e o avental escorregou pra frente, deixando metade da bunda de fora. Pulei da cama e fiquei atrás dela, segurando na cintura. "Posso?" "Ai, senhor, eu tô trabalhandooo" "É que você é tão gostosa..." Comecei a acariciar as costas dela e aquela bunda linda, e a roçar de leve. Ela ficou naquela posição, esperando a estocada — e levou. Peguei a cintura dela com as duas mãos e apertei contra meu volume, e na hora senti que ela tava molhada. Comecei a tirar o avental dela. "Nãooo", ela disse, "Não podemos tirar o uniforme durante o expediente." Hummm, uma fantasia realizada, pensei. A camareirinha se virou e começou a me fazer carinho das orelhas até o umbigo, se contorcendo e roçando no meu pau de um jeito muito sensual. Tapou meus olhos e, enquanto me beijava suavemente, começou a meter a linguinha. Que sensação gostosa, lembrava dos meus primeiros... Beijos de adolescente... depois foi descendo e aqueles beijos e lambidas foram pro meu pau, ela me olhava e dizia "nossa, tá durão e quente, ahhh adoro". Se eu continuasse naquele ritmo, ia gozar. Levei ela pra cama, sentei ela na beirada e abri as pernas dela. Ela tava com uma calcinha fio-dental minúscula que eu puxei devagar, deixando à mostra uma buceta linda, rosada e molhada, muito molhada... "Nossa, como você tá, adoroo" falei, e ela respondeu: "Desde que te vi quando chegou, ela tava te esperando". Adoro chupar buceta, então mergulhei naquela tentação gostosa, lambendo e beijando até que ela agarrou minha cabeça com as duas mãos, me apertou forte contra a buceta dela e ficou esfregando em círculos. Quando chegou no orgasmo, as pernas começaram a tremer, ela me envolveu com elas e começou a ter espasmos enquanto saía líquido que escorria pelo meu rosto e jorrava no meu peito. Isso me excitou ainda mais, e eu meti de uma vez, com estocadas profundas. Ela se agarrava no colchão, subia e descia, se esfregando em mim enquanto apertava a buceta e dizia "Tô gozando, vem outro, ahhhhh". Ela se afastou um pouco e eu vi sair um jatinho. Começou a me chupar com fúria e, quando sentiu que meu jato vinha, se virou e ficou debaixo, esperando cair na boca e no rosto dela. Gozei tanto que ela ficou com a cara e o cabelo cheios de porra...
Ela levantou e me beijou na bochecha, dizendo: "Foi muito gostoso!" Mas eu falei: "Você não vai embora ainda, né? Olha como eu tô!" "Mas tenho que limpar", ela disse... "Não importa, vem", respondi. Deitei na cama e coloquei ela por cima de mim, penetrando de uma vez. Ela começou com um movimento de vai e vem, se esfregando em mim, e eu deixei os peitos dela à mostra, uma maravilha, dois peitinhos durinhos... Entre uma chupada e outra, ela gozou em cima de mim e deixou mais uma poça na minha barriga. Levantei como pude, ela sentou, puxei a cabeça dela pra trás e gozei nos peitos dela... "Agora sim", falei, dei um beijo nela e fui tomar banho.
Quando saí do banho, ela já não estava mais lá. Me vesti e fui pra praia... Enquanto Saí do condomínio e vi ela, tinha colocado uma legging por baixo do avental e uma tiara pra esconder os vestígios no cabelo...
Essa história foi real, em dezembro de 2012... Espero que tenham gostado...
Abraços.
A gente tava passando uns dias divinos, muito sol, tanto sol que mesmo com protetor solar minha pele tava vermelha e ardendo.
No quarto dia, acordamos tarde, tomamos café e fomos pra piscina. A gente tava sozinho (eu, minha mulher e meu filho), quando de repente chegou uma das camareiras trazendo jornais e revistas, que colocou numa mesa perto das espreguiçadeiras. Com o vento, uma folha do jornal voou e ela se abaixou rapidinho pra pegar. Qual não foi minha surpresa quando vi que debaixo do uniforme ela não tava usando calcinha — ou era tão pequena que não dava pra notar. Rapidão desviei o olhar, mas ela viu de canto que eu curti o espetáculo.
Saímos da piscina e fomos preparar tudo pra ir pra praia, mas tava tanto calor que preferimos almoçar ali mesmo e ir depois. Só que eu não tava a fim de me fritar de novo no sol, então sugeri ficarmos até o sol baixar um pouco. Aí veio a resposta: "Se quiser, fica. A gente vai pro mar." Respondi: "Ok, umas 17h eu vou"... e eles foram embora. Fiquei de boa porque o complexo era a uma quadra da praia.
Liguei a TV, coloquei o ar condicionado suave e me deitei na cama com o notebook, com a intenção de ver meus e-mails, mas a tentação foi maior e entrei no Poringa, hehe. Tava vendo fotos e vídeos e, logicamente, comecei a ficar excitado e a dar uns carinhos no amigo até ele ficar a todo vapor... claro, tava mesmo a todo vapor porque o lugar que alugamos era um monoambiente e meu filho dormia bem perto da nossa cama. A gente até transava, mas era tudo muito contido e silencioso...
Os carinhos começaram a ficar mais intensos, a glande ficou vermelha viva e inchou tanto que não dava pra cobrir com a própria pele. Tava todo largado de barriga pra cima na cama, lendo um conto super quente e apertando o amigo, quando de De repente, escuto colocarem a chave na porta. Rapidamente, tento me cobrir no mesmo instante em que a porta se abriu e a camareira entrou. Ao ver a situação, ela se assustou e fechou a porta rapidamente, pedindo desculpas e dizendo: "Desculpa, senhor, mas como estava a plaquinha de limpeza na porta, eu entrei." Respondi: "Ah, claro! Minha esposa deve ter colocado quando saiu." E já enrolado no lençol, abri a porta e convidei ela pra entrar. Ela disse: "Só vou pegar a bandeja do café da manhã, depois volto pra limpar." Entrou e foi direto pro aparador, e quando voltava pra porta, olhou pro meu volume (que ainda estava duro). Agora estamos quites, pensei: ela me mostrou o dela na piscina, e eu mostro o meu aqui. Virei de lado pra ficar mais visível e falei: "Se precisar limpar agora, sem problema, eu fico em cima da cama e não te atrapalho." E ouvi, surpreso: "Ah, perfeito, porque daqui a pouco meu turno acaba, senão teria que ficar mais tarde... já volto." E foi assim mesmo: voltou com o balde, a pá e a vassoura... foi até uma mesinha de centro, se abaixou e o avental escorregou pra frente, deixando metade da bunda de fora. Pulei da cama e fiquei atrás dela, segurando na cintura. "Posso?" "Ai, senhor, eu tô trabalhandooo" "É que você é tão gostosa..." Comecei a acariciar as costas dela e aquela bunda linda, e a roçar de leve. Ela ficou naquela posição, esperando a estocada — e levou. Peguei a cintura dela com as duas mãos e apertei contra meu volume, e na hora senti que ela tava molhada. Comecei a tirar o avental dela. "Nãooo", ela disse, "Não podemos tirar o uniforme durante o expediente." Hummm, uma fantasia realizada, pensei. A camareirinha se virou e começou a me fazer carinho das orelhas até o umbigo, se contorcendo e roçando no meu pau de um jeito muito sensual. Tapou meus olhos e, enquanto me beijava suavemente, começou a meter a linguinha. Que sensação gostosa, lembrava dos meus primeiros... Beijos de adolescente... depois foi descendo e aqueles beijos e lambidas foram pro meu pau, ela me olhava e dizia "nossa, tá durão e quente, ahhh adoro". Se eu continuasse naquele ritmo, ia gozar. Levei ela pra cama, sentei ela na beirada e abri as pernas dela. Ela tava com uma calcinha fio-dental minúscula que eu puxei devagar, deixando à mostra uma buceta linda, rosada e molhada, muito molhada... "Nossa, como você tá, adoroo" falei, e ela respondeu: "Desde que te vi quando chegou, ela tava te esperando". Adoro chupar buceta, então mergulhei naquela tentação gostosa, lambendo e beijando até que ela agarrou minha cabeça com as duas mãos, me apertou forte contra a buceta dela e ficou esfregando em círculos. Quando chegou no orgasmo, as pernas começaram a tremer, ela me envolveu com elas e começou a ter espasmos enquanto saía líquido que escorria pelo meu rosto e jorrava no meu peito. Isso me excitou ainda mais, e eu meti de uma vez, com estocadas profundas. Ela se agarrava no colchão, subia e descia, se esfregando em mim enquanto apertava a buceta e dizia "Tô gozando, vem outro, ahhhhh". Ela se afastou um pouco e eu vi sair um jatinho. Começou a me chupar com fúria e, quando sentiu que meu jato vinha, se virou e ficou debaixo, esperando cair na boca e no rosto dela. Gozei tanto que ela ficou com a cara e o cabelo cheios de porra...
Ela levantou e me beijou na bochecha, dizendo: "Foi muito gostoso!" Mas eu falei: "Você não vai embora ainda, né? Olha como eu tô!" "Mas tenho que limpar", ela disse... "Não importa, vem", respondi. Deitei na cama e coloquei ela por cima de mim, penetrando de uma vez. Ela começou com um movimento de vai e vem, se esfregando em mim, e eu deixei os peitos dela à mostra, uma maravilha, dois peitinhos durinhos... Entre uma chupada e outra, ela gozou em cima de mim e deixou mais uma poça na minha barriga. Levantei como pude, ela sentou, puxei a cabeça dela pra trás e gozei nos peitos dela... "Agora sim", falei, dei um beijo nela e fui tomar banho.
Quando saí do banho, ela já não estava mais lá. Me vesti e fui pra praia... Enquanto Saí do condomínio e vi ela, tinha colocado uma legging por baixo do avental e uma tiara pra esconder os vestígios no cabelo...
Essa história foi real, em dezembro de 2012... Espero que tenham gostado...
Abraços.
2 comentários - Mar y Valeria II
que lindo cojerse a la mucamita...