PARTE 1: http://www.poringa.net/posts/relatos/2256586/Quise-atrapar-a-mi-hija-pero-ella-me-atrapo-a-mi-1.html
PARTE 2: http://www.poringa.net/posts/relatos/2256864/Quise-atrapar-a-mi-hija-pero-ella-me-atrapo-a-mi-2.html
PARTE 3: http://www.poringa.net/posts/relatos/2257636/Quise-atrapar-a-mi-hija-pero-ella-me-atrapo-a-mi-3.html
PARTE 4: http://www.poringa.net/posts/relatos/2257914/Quise-atrapar-a-mi-hija-pero-ella-me-atrapo-a-mi-4.html
PARTE 5: http://www.poringa.net/posts/relatos/2258676/Quise-atrapar-a-mi-hija-pero-ella-me-atrapo-a-mi-5.html
PARTE 6: http://www.poringa.net/posts/relatos/2259978/Quise-atrapar-a-mi-hija-pero-ella-me-atrapo-a-mi-6.html
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A senhora Judith: http://www.poringa.net/posts/relatos/2251914/La-senora-judith-_muy-buen-relato_.html
Muito obrigado a todos que me escreveram, lamento não ter conseguido postar as continuações da minha história, já que tinha muita coisa em casa pra resolver, mas agora estou aqui pra escrever a última parte.
A visita a Cuba foi incrível, nem na minha noite de núpcias eu tinha tido tanta atividade sexual como dessa vez. Foi foda ter minha filha agindo como uma puta, igual uma garota de filme pornô, querendo experimentar de tudo e aproveitar qualquer momento pra deixar ela prenha. Já tinha passado apenas uma semana desde nosso primeiro encontro e quase duas semanas desde que começou a sedução da parte dela.
Lá em Cuba, a gente saía pra comer no restaurante do hotel à tarde e depois íamos pra praia. A gente tomava sol abraçado e entrava no mar. Ali a gente fazia de tudo, já que os dois nadam perfeitamente. Saíamos com fome, voltávamos pro restaurante e depois íamos trepar de novo.
Toda vez que eu tomava banho, era com a minha filha. Não teve um dia que não rolasse. E pra nos despedir do lugar, decidimos mostrar pros Os outros turistas do hotel sabiam do nosso parentesco, por decisão dela.
Já muitos tinham nos visto constantemente, e os gritos que dávamos a toda hora, sendo um hotel familiar, deixava todo mundo cheio de comentários no ar e eles nos observavam atentamente.
Na sexta de manhã saímos pra tomar café e lá a Ana se referia a mim como "pai" e eu a ela como "filha", mas era só isso que fazíamos como pai e filha, já que o tempo todo eu mantinha minhas mãos nas bundas dela, dava uns tapinhas naquele rabo lindo, nos beijávamos apaixonadamente e ficávamos muito tempo assim. Quando fomos pagar a conta, percebemos que todo mundo olhava pra gente de um jeito muito estranho, o que deixou minha filha super animada. Entendi que minha filha tem muito de exibicionista, igual a mim, coisa que eu já tinha deixado de lado no meu jeito de ser, porque minha esposa era totalmente o oposto, era mais envergonhada.
Tinha encontrado na minha filha minha alma gêmea.
Depois de descansar o café da manhã, fomos pra uma piscina do hotel. Lá, minha filha tirou toda a roupa e me entregou, me levou até a borda da piscina e ali mesmo a gente fez de novo, e ela não parava de me chamar de "papai", mesmo que lá seja um jeito comum de se dirigir aos homens, ninguém estranhou da parte dela, até que eu completava com "sim, filha" ou "eu também te amo, filha" e coisas que faziam os outros entenderem nosso parentesco. Só de pensar no que eles imaginavam, eu ficava mais excitado.
Nos despedimos do quarto transando em cada parte dele: no chão, na cama, no banheiro, na sala e na varanda, à vista de muitos. Ela gritava como uma louca e isso me excitava ainda mais, e eu também gritava de um jeito bestial.
Nossa lua de mel tinha acabado e começamos a arrumar as malas. Pegamos um táxi e chegamos no aeroporto.
No aeroporto foi a mesma coisa, foi muito engraçado porque a moça que nos atendeu ficou paralisada:
R: Boa tarde, quero duas passagens para o próximo voo para o México. Senhorita: Claro que sim, permita... o próximo sai em 3 horas.
R: Excelente, dá pra gente comer alguma coisa no restaurante.
Senhorita: Gostaram da estadia?
A: SIM, amamos!! Né, papai?
R: Sim, filha.
Haha, nisso quando viro, Ana me dá um beijo bem apaixonado na frente da senhorita que nos atendia, soltando uns gemidinhos pra provocar a garota.
Senhorita: Vieram em lua de mel?
R: Algo assim.
Foi engraçado, quando a senhorita nos deu os bilhetes de avião, Ana se virou pra ela como se fosse contar um segredo, e a garota se aproximou pra ouvir com mais atenção.
Num sussurro, Ana disse:
A: Foi melhor que uma lua de mel, já que ele já teve uma com minha mãe antes de eu nascer.
E nisso, com a risadinha de menina travessa, ela veio até mim, me beijou de novo e me puxou pela mão pra gente ir embora. A garota ficou chocada com a revelação da minha filha.
Muita gente já tinha visto a gente junto, mas ninguém ousava falar uma palavra.
Durante o voo, Ana dormiu profundamente. Chegamos no México e em toda a correria que isso envolve. E de lá pegamos um táxi pra casa, parecia que Ana estava recuperando as forças.
Chegamos em casa e minha filha, ainda dormindo, foi direto pra minha cama continuar dormindo. Eu, por minha parte, comecei a guardar as coisas e colocar a roupa que usamos no cesto.
A gente tinha chegado por volta das 11 da noite de sexta em casa.
À 1 da manhã eu já estava deitado com minha filha, mas às 3 da manhã, como ela já tinha descansado o suficiente, ela me acordou me dando beijos na boca e depois dormiu de novo.
No resto do sábado, a gente se dedicou a arrumar a casa, móveis e roupas, porque muita roupa da Ana que ela levou pra Cuba ainda estava suja e a gente não queria que minha esposa descobrisse que ela tinha levado roupa pra nossas férias, mesmo ninguém tendo comentado nada sobre a gravidez. Embora também a gente tenha transado naquele dia, a gente se dedicou a ficar os dois em casa e não a um sexo desenfreado, mas sim... Relações apaixonadas lentas e eróticas, só aproveitando um ao outro e prolongando aquele sonho. A gente acabou fazendo isso mais três vezes debaixo dos lençóis da minha cama. Era simplesmente algo sublime.
Era domingo e a gente tinha que buscar minha esposa no aeroporto, então eu e a Ana combinamos desde o dia anterior de acordar cedo, já que sairíamos de casa às 8h da manhã pra ir buscar minha esposa.
Às 6 da manhã, minha filha acordou e foi tomar banho no banheiro do meu quarto, e me pediu pra acompanhar ela. Já no chuveiro, debaixo d'água, decidimos nos despedir da nossa pequena aventura, que tinha começado há vários dias e a gente já tinha feito de tudo.
Começamos a nos lavar rápido e brincávamos enquanto estávamos lá, trocando beijos apaixonados e carícias em cada canto da nossa pele.
A: Papai, o que a gente vai fazer quando a mamãe estiver aqui? Vou sentir muita saudade de você.
R: Eu sei, amor, eu também vou sentir sua falta, e não sei o que fazer. Eu seria feliz se pudesse dormir com você todo dia, como a gente tem feito até agora.
A: Sério, papai?
R: Claro, meu amor, mesmo com sua mãe em casa, não vai ter outro jeito senão sair de casa pra se divertir... O que você acha?
A: Bom, seria uma pena não fazer em casa, no nosso ninho de amor onde tudo começou, porque me excita muito estar em casa só com você, mas acho que vai ser melhor. A gente podia combinar de sair os dois sem a mamãe perceber, não acha, papai?
R: Sim, meu amor, eu posso sair mais cedo uns dias da clínica e a gente podia se encontrar em algum hotel.
A: Como eu não vou mais pra escola, diria pra mamãe que vou sair com minhas amigas.
R: Você acha que sua mãe vai ficar brava por você não ir mais pra escola?
A: Acho que não. Uns meses atrás eu falei pra ela que queria tirar um ano sabático, e ela disse que se eu quisesse fazer isso, era melhor terminar o ensino médio primeiro pra eu me concentrar e tomar uma boa decisão sobre qual faculdade fazer. Então, vou vou dizer que a partir de agora vou tirar meu ano sabático e, quando passar um ano, vou dizer que não quero mais estudar.
R: Entendi, bom, love, espero que quando sua mãe chegar e você contar tudo o que aconteceu na ausência dela, ela não fique puta.
A: Sim, papai, vamos esperar.
Ana continuou tomando banho, mas com uma cara bem pensativa, e eu continuei tomando banho olhando pra ela. Achei que seria a última vez que a veria nua naquele banheiro, mas não foi assim.
Quando saímos do banho, fomos tomar café da manhã quase sem roupa. Ana vestiu um sutiã e uma mini tanga, e eu só uma cueca.
Depois do café, fomos nos vestir, e enquanto eu brincava com Ana de fazer cócegas, ela parecia ainda pensando em algo desde que estávamos no banho. Mas aí Ana me perguntou uma coisa e me deixou gelado de novo, a mesma sensação que tive quando ela me contou na janta que tivemos quando tudo começou, e quando me pediu pra ter um filho entre nós dois.
A: Ei, papai... Você gostaria de dormir na sua cama com duas mulheres ao mesmo tempo?
R: QUEEEEEEEEE? PE... PE... MAS O QUE VOCÊ QUER DIZER?
A: Na... Nada, papai, não liga pra mim...
R: Não, meu love... me diz por que você perguntou isso?
A: É que... eu estava pensando em várias coisas...
R: Que tipo de coisas?
A: E se minha mãe descobrir a nossa parada e não ficar brava?
R: Mas love... você tá louca? Claro que ela vai ficar brava, e talvez até se divorcie ou vá embora de casa.
A: Quero dizer que, se eu consegui te convencer, talvez a gente consiga convencer ela também. Talvez ela goste do que a gente faz e talvez queira dividir a... cama.
R: Mas love, como é que você pensa nisso? Não acho que a mamãe vá ficar muito feliz com o que a gente faz.
A: Mas a gente não vai contar o que a gente faz logo de cara.
R: Então?
A: Olha, papai, quando a mamãe chegar em casa, vou contar sobre minhas férias sabáticas, a gente vai contar tudo o que aconteceu na ausência dela, e eu vou conversando aos poucos com ela pra ver o que ela acha do incesto. Talvez ela não ache a ideia tão ruim. R: Não sei, meu amor, é um passo muito forte.
A: Não, pai, não pensa assim. Vou dizer pra ela que adoraria ser mãe e que adoraria encontrar um homem como você, e que alguém como você fosse o pai do meu filho. Com certeza isso não vai incomodar ela. E se depois de conversar muito com ela, eu perceber que ela gosta de incesto, a gente pode convencer ela juntos.
R: Mas filha... tem certeza?
A: SIM! Imagina? Eu também adoraria aproveitar o corpo da minha mãe, e com certeza você ia gostar de ficar com a minha mãe e comigo ao mesmo tempo quando estivermos os três. E na ausência dela, a gente fica junto sempre. Se a gente conseguir convencer a mamãe disso, com certeza ela vai aprovar minha gravidez, e isso seria fantástico, papai... IMAGINA?
R: Não, amor, verdade que não... Embora o que você disse me excitou demais.
Ana tinha me contado todos os planos dela, e eu estava muito inseguro se dariam certo. Na verdade, estava com muito medo de minha esposa descobrir o que tinha rolado entre Ana e eu, e das consequências que isso traria.
Já eram 7 horas quando saímos de casa rumo ao aeroporto para buscar minha esposa na chegada dela. Ao chegar, Ana foi cumprimentá-la com muito entusiasmo, e eu também. Achei que ao abraçar e beijar minha esposa, todo aquele sonho lindo desapareceria e tudo voltaria a ser como antes, mas não foi assim.
No caminho de volta, minha esposa começou a contar tudo que tinha acontecido na viagem, sobre o trabalho e os projetos dela, e a gente escutava com toda atenção. Ela terminou de contar quase 3 minutos antes de chegarmos em casa.
Quando chegamos, Ana correu pra ajudar a mãe a levantar a mala e tirar a roupa suja, enquanto Sam e eu ficamos na sala conversando sobre tudo que a gente tinha feito. Contei o que rolou no meu trabalho, na escola da Ana e nas férias, mas claro, nada era verdade, já que Ana e eu tínhamos combinado uma versão pra contar pra minha esposa e não errar no que a gente diria.
Já era por volta das 12 da noite. Nós tínhamos terminado de contar as coisas e estávamos os três na sala conversando sobre tudo o que tinha acontecido.
Depois disso, fomos comer num restaurante para celebrar a chegada da minha esposa em casa.
Minha filha contou pra ela os planos do ano sabático que queria tirar, e minha esposa não pareceu se incomodar, já que tinham conversado sobre isso. Na verdade, ela disse que seria até melhor, porque assim Ana poderia cuidar da casa e de mim enquanto ela estivesse fora. Quando ela falou isso, eu e Ana caímos na risada, só pelo que a gente sabia entre nós.
Ainda não quisemos contar pra minha esposa sobre a possível gravidez da minha filha. Queria primeiro confirmar e planejar como íamos contar pra ela.
Assim se passaram quase um mês e meio desde a volta da minha esposa, da última viagem dela. Mas, infelizmente, como o projeto dela tinha acabado, não tinha mais viagens à vista.
Com minha filha, eu continuava aproveitando ao máximo, embora não tanto quanto quiséssemos, porque a gente costumava ir para hotéis diferentes toda vez — com piscina e sem, bons ou ruins, conhecidos ou não. Mas a gente fazia isso umas duas ou três vezes por semana. Adoraria fazer todo dia com ela, mas era difícil, porque eu também tinha que cumprir meu papel em casa com minha esposa, e estava começando a me desgastar com as exigências das duas. Vários dias eu chegava meio cansado de transar com minha filha e ainda tinha que ficar com minha esposa. Mesmo cansado, acho que eu imaginava a situação que minha filha tinha me contado semanas antes: estar com as duas ao mesmo tempo. Quando estava com minha esposa, imaginava minha filha do lado, e isso me excitava ainda mais.
Depois dessas quase seis semanas tendo minha esposa todo dia e não podendo ter minha filha na minha própria cama, minha esposa começou a puxar um assunto que me deixou surpreso.
S: Acho que a Ana precisa de um namorado, amor.
R: Um namorado? A Ana? Por que você diz isso, querida?
S: Ana tem me contado muitas coisas e parece que amadureceu muito nesses dias.
R: É mesmo? Por que você diz isso? S: Acontece que ela me disse que insistiu muito que eu tenho muita sorte de ter um homem como você ao meu lado.
R: Ah, é? E o que você acha?
S: Jejeje, acho que ela tem razão, sou muito sortuda de ter você ao meu lado.
R: Não acredito nisso, eu sou o sortudo de ter você ao meu lado.
S: Ana disse que adoraria um namorado como você, gostoso, carinhoso, dedicado e apaixonado, e até me falou uma coisa que me surpreendeu muito.
R: E o que ela te disse, amor?
S: Então, a gente tava conversando sobre coisas sentimentais... de mulher, sabe... e ela disse: "Sabe, mãe... adoraria ser mãe, e se desse, teria com o papai."
R: QUEEEE? Ana te disse isso?
S: Pois é, acredita?
R: E o que você respondeu, amor? O que mais ela falou?
S: Nada, a gente não conversou mais depois disso porque ela foi tomar banho.
Por esses dias, descobri que minha filha tava mesmo grávida. Ela tava mais calma, sem muito apetite, e quando fomos num hotel, enquanto eu metia por trás, ela gritou…
A: SIM, SIM! Pai, me come, fode sua filha prenha, quero que você me curta. Porque eu tô adorando ter um filho seu.
Naquela hora, parecia que eu tinha fogo nas veias. No começo, por uns segundos, fiquei paralisado, mas meu cérebro reagiu rápido e, por causa do tesão, o sexo depois disso foi incrivelmente selvagem e prolongado. Eu também gritei muito naquela tarde.
Foi assim que minha filha me contou que tava grávida. No final da sessão de sexo no banheiro, enquanto a gente se arrumava pra sair, ela começou a me contar que, desde que começou a me seduzir, tava tomando pílula anticoncepcional, caso acontecesse alguma coisa. E um mês depois da chegada da minha esposa, sabendo qual seria minha reação, ela parou de tomar a pílula, até que numa das noites de hotel que a gente teve, conseguiu engravidar de mim.
Eu não sabia o que fazer ou dizer. Ela tava muito feliz e me abraçava, e eu também, mas o tesão tava em todo lugar. Eu ainda tava paralisado pela... notícia. Eu tinha na cabeça felicidade por ter engravidado minha filha e medo e preocupação com o que viria depois com minha esposa e a vida da minha filha, que seria interrompida, e eu não queria que ela deixasse de viver por ser mãe. Mas ela queria assim.
Depois da conversa que tive com minha esposa naquele dia, tudo ficou muito confuso, porque comecei a perceber que os planos da minha filha eram contar para minha esposa que estava grávida e que eu era o pai do filho que Anna estava esperando.
Uns dias depois que fui com a Ana para um hotel aproveitar o corpo dela, comentei sobre minha conversa com minha esposa. Ela riu, dizendo que ficou muito excitada quando eu contei pra mãe dela, mas se segurou, porque queria dizer que estava grávida e eu era o pai, mas disse que isso aconteceria mais cedo do que ela imaginava.
A: Sabe, papai, logo vou te dar uma surpresa
R: Uma surpresa? Do que se trata?
A: Logo você vai descobrir.
Quando voltei pra casa, a Ana me deixou pensando em qual seria a surpresa que ela tinha pra mim. Exatamente uma semana depois, ela me fez saber, porque de manhã no trabalho recebi duas mensagens de texto no meu celular bem estranhas:
Minha filha me escreveu: "Não vá trabalhar à tarde, vem pra casa cedo, tenho uma surpresa pra te dar, love, vem preparado e com muita energia, papai"
Embora essa mensagem não me tenha surpreendido, porque ela sempre escrevia pra marcarmos de nos ver em algum lugar e a tal hora, o estranho era que ela estava me chamando em casa. O mais bizarro foi que minha esposa também me escreveu a mesma coisa, e aí já tinha outro significado.
Minha esposa me escreveu: "Não vá trabalhar à tarde, vem pra casa cedo, tenho uma surpresa pra te dar, love, vem preparado e com muita energia, meu love"
Quando recebi essa mensagem, quase desmaiei. Senti um frio na espinha toda, porque só minha filha escrevia isso quando queria que a gente fosse pra algum lugar transar, e agora minha esposa estava me escrevendo exatamente a mesma coisa que a Ana, e também me chamou em casa. Não Sabia que mais fazer, então não respondi as mensagens e avisei na clínica que não iria. De tarde, fui pra minha casa.
Quando cheguei, não tinha ninguém à vista, então achei que minha esposa e minha filha tinham saído. Fui pra cozinha e tava tudo pronto pra comer, então decidi esperar elas e ver qual era a surpresa que tinham me falado.
Umas 40 minutos se passaram, e eu tava quase dormindo na sala vendo TV. Quando elas chegaram, quase tive um infarto. As duas estavam lindíssimas, pareciam atrizes de filme americano.
Ana chegou com um penteado bem jovem e uma blusa branca de tecido semitransparente dos anos 70, que só cobria um ombro e deixava o outro braço de fora, e chegava acima do umbigo — e vocês já sabem o que tinha nele. Minha esposa, por outro lado, veio de preto, com um top preto de alcinhas finas, mostrando os ombros todos e a separação dos peitos grandes e lindos dela. Embaixo, tinha uma minissaia preta, meia-calça e um tênis preto enorme. As duas estavam uma delícia.
S e A: Chegamos, galera!!!
R: Onde vocês estavam? Tava esperando... Tão lindas... Foram fazer compras?
A: Sim, pai, como cê tá? (chegou perto pra me dar um beijo bem perto da boca, e pensei que minha esposa tinha percebido)
S: A Ana me convenceu a ir fazer compras, então fomos aproveitar a tarde livre que eu tinha. Trouxemos um monte de coisa, e tenho certeza que você vai gostar (enquanto se aproximava pra me dar um beijo bem apaixonado na boca, o que me deixou meio sem graça por ela fazer isso na frente da minha filha)
A: Olha, pai, que tal a gente fazer comida e depois mostrar o que compramos? O que cê acha?
R: Tá bom, se vocês tão dizendo.
Quando Ana falou isso, minha esposa tava indo pra cozinha. As duas me disseram que iam fazer a comida e, quase ao mesmo tempo, se viraram e piscaram o olho pra mim, tipo cumplicidade. A verdade é que tudo isso que tava rolando me deixava muito confuso. Eu não conseguia imaginar tudo que tava acontecendo, e muito menos o que viria depois. O que será que ia acontecer depois.
Fiquei quase meia hora enquanto elas na cozinha preparavam a comida, também tinham trazido um monte de coisas pra comer e o cheiro já tava começando a ficar uma delícia. Mesmo eu me oferecendo pra ajudar, elas não deixaram e me obrigaram a ficar sentado na sala vendo TV.
Minutos depois, a Ana chegou perto de mim, se apoiou nos braços do sofá e se abaixou, ficando cara a cara comigo e me deixando ver por baixo da blusa dela, aqueles peitos deliciosos, já que ela não tava usando nada por baixo.
A: Papi, a comida já tá pronta, vem, acompanha a gente.
Nisso, ela me deu um beijo na boca bem apaixonado, mesmo que curto. Eu nem tinha percebido que minha esposa podia ter visto, e fiquei morrendo de medo com a atitude da minha filha.
R: Annnaaaaa, sua mãe vai nos ver.
A: Ah, papi, ela não tá vendo, não se preocupa. Vem comer logo, vai.
Depois desse convite e com o medo que deu da minha esposa ter nos visto, cheguei na mesa feito um cachorro envergonhado.
A mesa tava posta, tinham trazido um monte de coisa pra comer: saladas, macarrão e vinho tinto. Eu adorei o que tinham servido e agradeci pela comida.
R: Nossa, essa comida tá com uma cara deliciosa, valeu a pena esperar.
A: Obrigada, papi, espero que você goste. Fizemos com muito amor só pra você.
S: É, amor, não se empolga desde já. Tem mais surpresas depois, vamos comer agora.
Então sentamos todos e ficamos conversando sobre várias coisas. Entre elas, fiquei sabendo que a Ana já tinha contado direitinho pra minha esposa sobre o ano sabático que ia tirar, e minha esposa concordou, já que ela explicou todas as atividades que ia fazer. Também avisei minha filha que no fim do ano, eu e minha esposa íamos dar um carro novo pra ela por ter terminado o ensino médio, mas ela não quis. Disse que depois ia pedir algo melhor. Minha esposa comentou que a relação entre ela e a Ana tinha melhorado muito e que elas tinham compartilhado várias coisas de mãe e filha nesses dias. Minha esposa também falou que no trabalho dela as coisas tinham se estabilizado. que não precisava fazer viagens por um tempo, embora isso não tenha me agradado muito, aparentemente a Ana ficou feliz em saber que teria os pais só para ela.
Quando terminamos de comer, a Ana começou a levantar a mesa e minha esposa a lavar a louça, eu ajudei as duas. Quando terminamos tudo, começou a ficar... hmm... diferente.
A: Pai, por que você não senta na sala e a gente te mostra o que compramos? O que acha?
S: Sim, amor, fica à vontade, não queremos te entediar.
R: Tá bom, mas... por que vocês estão tão misteriosas?
A: Espera e você vai ver, pai.
As duas foram para o quarto da minha filha e demoraram uns 20 minutos para sair, quase morri quando as vi.
Saíram as duas de mãos dadas, ambas vestidas igual, prontas como se fossem para uma festa de gala, estavam lindas e pareciam irmãs gêmeas.
Tinham arrumado o cabelo igual e ambas usavam vestidos de noite, muito parecidos, os vestidos eram incrivelmente justos, longos e muuuuuuuuuito decotados.
O da minha esposa tinha um decote profundo que fazia seus peitos grandes e lindos se destacarem, não usava sutiã, então dava pra ver o bico querendo escapar do vestido, com lindos sapatos abertos e um salto enorme. Minha filha usava um vestido mais curto, preso no pescoço por uma tira, com aberturas em forma de losango entre os seios que deixavam à mostra sua barriga lisa e seus peitos perfeitos, e as costas com uma abertura igual, mas maior, que quase deixava ver o começo da bunda, e na parte de baixo, as pernas tinham uma fenda que mostrava toda a extensão das pernas, brancas e lindas. Também usavam sapatos da mesma cor do vestido, mas os delas eram fechados. Parecia que ambas tinham 25 anos, eram duas gotas d'água.
R: Uau... Mas... onde vai ser a festa? Vocês estão lindas, parecem saídas de um conto de fadas, não pensei que fossem gêmeas de verdade. jeje A: Jejeje, ai, papi, que coisas você fala, cê gostou mesmo do que a gente comprou? R: Gostar eu amei, mas acho que não tô vestido pra ocasião. S: Não, amor, não se preocupa, hoje a gente não vai sair, talvez outro dia, só queríamos te mostrar o que compramos. R: Pois me deixaram surpreso, porque vocês tão lindonas, parecem duas gemeas. A e S: Jejejeje S: Que bom que você gostou, agora é hora de te mostrar outras coisas que a gente comprou. A: É, pai, não vai sair daqui, hein. R: Pra onde eu iria, se parece que tô num desfile de moda. Quando eu falei isso, minha esposa se aproximou de um jeito bem sensual, parou na minha frente e se inclinou, deixando eu ver os peitos lindos e macios dela. Com uma mão, ela se apoiou na minha perna, bem perto do meu pau, e com a outra, segurou meu rosto, fez eu levantar a cabeça devagar, olhou nos meus olhos e me deu um beijo muito apaixonado na boca. No começo, fiquei meio sem graça porque minha filha tava atrás dela, mas resolvi não fazer nada estranho. Depois, minha esposa se levantou e foi embora, rebolando enquanto andava, mostrando a bunda linda dela. Desapareceu no quarto da minha filha. Depois que minha esposa foi, olhei pra minha filha, que tava me encarando com um sorriso safado. Aí ela se aproximou e fez quase a mesma coisa que a esposa, mas eu quase caí pra trás de susto. Minha filha chegou rebolando ainda mais, parou na minha frente também, se inclinou e com uma mão segurou meu pau com força, que já endureceu na hora, e com a outra mão, me puxou pela nuca com toda a força e paixão dela e começou a me beijar. Na hora, tentei recusar, mas a gente se beijou sim. Quase que imediatamente me afastei, pensando que minha esposa ia nos ver. Com medo dela aparecer e ainda mais medo de ela ouvir, comecei a gritar com ela, quase num sussurro. R: Cê tá louca, filha? Sua mãe pode perceber! A: Não se preocupa, pai, ela já... Ela tá no meu quarto se trocando.
O que ela me falou me deu um pouco mais de confiança, então quando a Ana repetiu aquilo, pela sacanagem que foi beijar minha filha a poucos metros da minha esposa, fiquei excitado pra caralho.
Quando minha filha percebeu, ela se afastou de mim e foi pro quarto dela acompanhar a mãe, mas não sem antes rebolando de novo pelo corredor que dá pros quartos.
Por vários minutos fiquei pensando nas atitudes delas, me surpreendia ver minha esposa com essas mudanças e, bom, minha filha eu conhecia em todos os aspectos, mas até então a gente tinha se organizado de um jeito que minha esposa não desconfiasse de nada entre a gente, e mais ainda, evitávamos ao máximo qualquer contato, comentário ou comportamento que pudesse nos entregar.
Depois de mais uns 10 minutos de espera, a temperatura começou a subir e é que as gurias apareceram de novo, de mãos dadas pelo corredor.
A e S: Já voltamooooooooos!!!
Nem consigo explicar em palavras todas as coisas que passaram pela minha cabeça naqueles momentos, acho que em uns dois segundos passou pela minha mente desde quando conheci minha esposa, quando começamos a transar ela e eu, assim como as safadezas que a gente tinha feito como casal, também veio na minha cabeça tudo que rolou com minha filha uns meses antes, e eu quase lembrava de cada uma das noites que tinha curtido ela e das férias que a gente tinha tido.
As duas apareceram de mãos dadas, AS DUAS DE BIKINI!!!!!
Mudo... fiquei mudo com o que tava vendo, minha esposa, tava com um bikini azul royal, a parte de cima era minúscula, as alças amarravam na parte de trás do pescoço e a alça de baixo se cruzava pelas costas pra mudar de lado e descer até a fio-dental onde se juntava com as alças da parte de baixo, a parte de baixo era pequena demais, já que mostrava um triângulo minúsculo, com alças altas que se encaixavam bem na cintura da minha esposa, e se uniam num único fio formando uma fio-dental perfeita que se perdia entre os glúteos dela..
Parecia um cachorro faminto, acho que comecei a salivar, ao ver aquela imagem tão erótica.
Minha filha... uma modelo, a roupa dela era só um top de lycra sem alças, tipo strapless, bem estreito que não conseguia cobrir os peitos por completo, deixava ver parte deles em cima e embaixo e cumpria sua função principal, tampar os mamilos eretos que davam pra ver de longe. Em cima era vermelho liso, e a tanga de baixo da mesma cor mas com um detalhe na frente de letras pretas, pareciam bordadas, imaginei que seria a marca embora não me viesse nenhuma à mente que se chamasse "NPM". A tanga da minha filha era ainda menor que a da minha esposa, as alças eram curtas demais, unidas por um nó nas laterais do quadril, o fio de trás também se perdia entre os preciosos e macios (e gostosos) glúteos que ela tem.
Quando as duas apareceram, estavam com o cabelo preso, como pra mostrar ainda mais os biquínis, ambas se aproximaram ao mesmo tempo ainda de mãos dadas.
Elas se colocaram na minha frente e começaram a girar uma em volta da outra, pra exibir as roupas, eu continuava de boca aberta e não conseguia falar muito, tinha a perna cruzada pra evitar que notassem minha ereção.
R: Mas... mas essas roupas não são pra ir à praia, nem pensem que vou deixar vocês saírem assim, com certeza saem e me roubam... Vocês estão incrivelmente... espetaculares.
S: Tô vendo que você gostou, faz tempo que não usava uma roupa assim, fica bonito, né?
R: Sim... siiiim, muito bonito, você tá muito gostosa, amor.
Nisso, minha esposa se aproximou e sentou no braço esquerdo do sofá, pegou minha mão direita e puxou pra trás dela pra eu abraçá-la, e depois pegou minha mão direita e colocou numa das pernas dela.
S: Vai, querido... sente, sua menina me convenceu a ir depilar, e me depilei toditititinha... sente.
R: (gulp) Toditi... ti... ta???
S: Sim, não tem mais lugar com pelo no meu corpo, só na cabeça hehehe, sobrancelhas e pestanas kkkk.
R: Uuuuuuualha, olha só como você tá maciazinha, parece bundinha de princesa, kkkkkk.
S: É... a verdade é que a Ana teve uma ótima ideia, era um saco sofrer toda semana.
Por uns instantes me esqueci da minha filha enquanto acariciava as pernas da minha esposa, procurando com os olhos lugares onde normalmente apareciam pelinhos finos e ralos, mas não... não tinha, e ao sentir a maciez da pele dela minha mente começou a viajar e a imaginar todas as partes íntimas da minha esposa, e o formato que teriam, o que me excitava ainda mais. Mas de repente minha imaginação foi interrompida quando a Ana se aproximou e me disse.
A: É pai, convenci a mamãe de irmos depilar, vem também, sente aqui...
Ana pegou minha mão que estava acariciando a perna da minha esposa, e puxou pra colocar atrás da coxa dela, bem perto da bunda, na hora eu resisti em tocar, freando o movimento, mas minha filha, com um pouco mais de força, começava a ganhar de mim, quando senti a pele da minha filha, quase tudo paralisou no meu corpo e na minha vida. Não quis nem virar pra olhar minha esposa, pressenti um olhar frio e de raiva, ciúmes, rancor, sei lá, imaginei tanta coisa que quase na hora tirei minha mão da perna da minha filha.
Quando resisti, minha esposa, como se fosse uma bronca, me deu um tapinha nas costas.
A: Ei, não seja grosso com sua filha que quer te mostrar como é a sensação, ela também se depilou e você trata ela como se tivesse sarna. Vai lá, obedece sua filha.
Ainda sem virar pra olhar minha esposa, mas senti a bronca na hora e coloquei minha mão na perna dela, mas quase na parte de trás do joelho. Só que a Ana se inclinou e pegou minha mão puxando pra cima, quase em cima da bunda dela.
Eu não acreditava no que tava rolando, talvez minha esposa não entendesse o que me provocava acariciar minha filha, e muito menos a malícia com que ela me tocava, com certeza minha esposa ainda era inocente nesses aspectos.
R: Uau, é... dá pra ver que fizeram um bom trabalho nas duas. Um trabalho impecável, a pele dela tá bem macia.
A: Sim, que bom que você gostou, eu também me depilei todititititinha igual a mamãe.
R: Queeee!!!
Quando ouvi isso, minha mente voou de novo, eu conhecia a perfeição do corpo da minha filha, e sempre sonhava em vê-la sem um pelo pubiano, mesmo que ela sempre tentasse raspar bem rente, só deixava uma sombrinha.
Besta com a imagem na minha cabeça da minha filha nua e depilada, as duas se levantaram e começaram a rir bem de leve.
S: Bom, querida, já vou trocar de roupa, quero mostrar a outra coisa que comprei pro seu pai.
A: Tá bom, mãe, depois a gente se vê, jejeje.
R: O quê? Ainda tem mais coisas???
Nisso, a Ana se levantou e começou a sair, rebolando um pouco enquanto ia pro quarto dela.
Eu tentava não olhar pra ela e focava na minha esposa, mas ela também tava olhando pra minha filha.
S: Ela tá muito gostosa, né?
R: Hã? Ahh!! Ana!!! Sim... sim, acho que ela tá bem...
Quando a Ana sumiu da nossa vista no corredor, minha esposa me olhou e pegou de novo na minha mão direita que tava livre, e agora colocou ela sobre os peitos dela, e como que forçando minhas mãos a enfiar entre a pele dela e o biquíni.
S: Bom, querido, é a nossa vez, não acha? Por que você não vai pro quarto... fica muuuuito à vontade, e debaixo dos lençóis me espera pelado pra gente se divertir um pouco... O que acha?
R: Eu... Eu, claro, adorariaaaaaaaaa
Nisso, eu beijei ela bem apaixonadamente e ajudei minha esposa a se levantar da minha perna, depois eu também me levantei e dei um último beijo na boca dela. Depois disso, ela se virou e começou a andar pro quarto. Não sem antes eu dar uma palmadinha na bunda linda e depilada dela, jejeje.
Isso fez ela rir, virando a cabeça e me sorrindo enquanto continuava se afastando.
Eu acho que tava vivendo um sonho sem fim, comecei a andar pro nosso quarto pensando em tudo que tinha rolado.
Imediatamente entrei no Banho no nosso quarto, me despi e entrei no chuveiro na velocidade da luz. Depois de 5 ou 10 minutos, saí e fui direto pra cama, me deitei pelado debaixo dos lençóis. Poucos minutos depois, a festa começou.
Eu continuei de pau duro porque comecei a lembrar da minha filha e do jeito que ela tinha se comportado. Acho que me excita pra caralho acariciar ela na frente da minha esposa, mesmo que pra ela talvez não tivesse problema.
S: Já tá pronto, amor?
Minha esposa chamava baixinho do outro lado da porta, batendo pra eu deixar ela entrar.
R: Sim, pode entrar.
S: Sua diabinha chegou, e quero fazer umas safadezas... mmm.
Wooow, quase gozei ali mesmo. Minha esposa abriu a porta usando um baby doll vermelho espetacular, semi-transparente, com liga. Amigos, me senti o homem mais feliz da terra naquele momento. Minha esposa não costumava usar essas roupas porque achava desconfortáveis. E ver ela assim me deixou impressionado, até pensei que tinha esquecido uma data importante de aniversário ou aniversário de casamento.
Minha esposa estava com o cabelo solto, com o baby doll vermelho que desenhava muito bem os peitos dela. E como a lingerie tinha uma espécie de corpete, levantava e juntava bastante os peitos dela, fazendo eles parecerem enoooormes hehe. Tinha uma espécie de fitas na frente, tipo cadarços, que terminavam num lacinho bem no meio dos peitos dela. Pela abertura dava pra ver toda a barriga e o umbigo. A calcinha fio dental era incrivelmente pequena, com um triângulo minúsculo que só cobria a parte mais íntima dela, todo o resto era feito de costuras. Juro que os cadarços são mais grossos que a calcinha que ela tava usando. Mas se perdia na liga de renda que segurava um par de meias na coxa, também vermelhas.
Minha boca abria e não fechava, babava igual criança em loja de brinquedo.
Ela se virou, de costas pra mim, e enquanto fechava a porta, me deu uma vista espetacular das costas e da bunda linda dela, das pernas longas e torneadas. depiladas, embelezadas com umas sapatilhas de verniz vermelhas abertas e de fitas compridas, do jeito que eu adoro.
Depois, minha esposa começou a se aproximar da cama com movimentos felinos, suaves e sutis.
Minha ereção crescia e crescia. Quando ela chegou na beira da cama, começou a engatinhar sobre mim e, ao chegar, começou a me beijar o rosto todo, e depois começou a usar a língua para dar pequenas lambidas no meu pescoço e boca, o que me deixava ainda mais excitado.
Fazia muito tempo que minha esposa não se comportava daquele jeito, e eu estava feliz.
Deixei minha esposa continuar fazendo tudo o que queria comigo enquanto eu acariciava as partes do corpo dela que estavam ao meu alcance.
Minha esposa continuava me beijando e lambendo meu corpo, foi descendo, e passou um bom tempo no meu peito e nos meus mamilos. Eu acariciava suas costas e seus seios, puxava seu cabelo e ficava louco. Cada vez mais e mais eu me emocionava e começava a dar pequenos gritos e gemidos por causa das maravilhas que minha esposa fazia comigo.
Os segundos mais deliciosos da minha vida passavam. Minha esposa continuava descendo e ninguém dizia nada. Minha esposa finalmente chegou no meu pau totalmente ereto, que estava desejoso e sedento da saliva da minha mulher, ou "minha diabona", como ela mesma tinha dito.
Ela pegou meu pau entre as mãos e começou a acariciá-lo suavemente enquanto umedecia os lábios. Ela sorria para mim com uma cara muito sensual. Colocava a língua para fora e começava a passá-la pela minha glande, me dando um prazer como nunca antes tinham me dado. Era um presente que eu não merecia, mas estava aproveitando.
As mãos dela subiam e desciam por todo o tronco que eu tinha. Meu pau crescia e crescia ainda mais. E minha esposa começava a enfiar minha ferramenta cada vez mais fundo na boca dela, que estava dando conta. Com a saliva da minha diabona, lubrificava a entrada e a saída. E ela passou vários minutos naquele delicioso sexo oral que minha esposa fazia em mim. Eu estava no céu e só me deixava fazer o que ela quisesse. A massagem era lenta, o que me permitia durar ainda mais com minha ereção.
Quando minha esposa estava terminando de me fazer o melhor sexo oral do nosso casamento, ela mesma começava a se despir das suas pequenas e transparentes peças que me excitavam ao máximo.
Para finalizar, minha esposa começou a lamber minhas bolas e a dar beijinhos ao longo de toda aquela massa de carne que, há alguns instantes, ela estava literalmente engolindo.
Quando terminou, com a boca cheia do meu gosto, ela começou a subir novamente, usando só a língua, me molhando todo o abdômen e o peito. Nessa altura, eu continuava gemendo e gritando de felicidade e prazer, e os sons iam para fora do quarto.
Depois disso, minha esposa montou em cima de mim, na altura do meu quadril, com uma mão apoiada no meu peito e com a outra pegou meu pau e o guiou até a entrada da sua caverna. Que estava totalmente lubrificada e fervendo de calor lá dentro.
Ela começou a cavalgar em mim, e eu tinha uma visão dos peitos, do abdômen e do rosto lindo dela, e quase enlouqueci. Soltei um grito digno de um leão ou do Tarzan ao ver a buceta da minha esposa totalmente depilada. Tão linda e tão lisinha, igual à de uma pré-adolescente ou de uma menina de 10 anos.
Minha esposa sorria diante das minhas expressões totalmente animais e selvagens. Não me importava que ninguém me ouvisse, muito menos minha filha, que com certeza estaria no quarto dela ouvindo o que a gente fazia, coisa que eu sabia que dava um pouco de ciúmes nela quando isso acontecia. E eu era o mais sortudo, porque ela sempre queria ganhar da minha esposa em me dar prazer e se destacava quando podia ficar com ela.
Minha esposa continuava e continuava cavalgando em mim, forte e rápido. Nós dois gritávamos e gemíamos bem alto.
Por vários minutos, perdi a noção do tempo e do espaço, de tanto prazer que estava sentindo, mas o melhor tinha acabado de começar.
Minha esposa começou a gritar ainda mais e a gemer mais intensamente. Ela, em cima de mim, eu a segurava pela cintura e a olhava. E juro que quase fiquei louco.
Nunca percebi quando minha filha entrou no quarto, do lado da cama onde a gente estava, até que, enquanto minha esposa me cavalgava, comecei a notar um par de mãos pegando nos peitos dela por trás; achei que estava sonhando, não conseguia ver o que tava rolando.
De repente, começo a ver o rosto da minha filha beijando o pescoço da minha esposa bem na minha frente, bem na hora que eu tava comendo minha esposa. Minha filha virou de canto pra me olhar com um sorriso safado, parecia que o capeta tinha entrado nela.
Eu não conseguia falar nada, e quase perdi a ereção de susto até começar a ver como minha esposa tava curtindo os beijos e as lambidas que minha filha dava no pescoço dela e nas costas.
Depois de uns segundos, eu continuava enfiando na minha esposa, e ela tava sentada em cima de mim, mas mudou de posição, sem me deixar sair dela, se deitou em cima de mim e foi aí que entendi tudo.
Minha filha tava atrás dela, completamente pelada e toda depilada, parecendo uma menina de 10 anos. Ela tava acariciando a mãe, e quando olhei pro rosto da minha filha, mexendo os lábios, ela disse:
A: Te amo, papai... Eu te avisei.
Naquela hora, gritei igual um doido... ainda mais. Minha filha se abaixou e começou a lamber o cu da minha esposa, enquanto ela gemia, e eu curtia minha esposa como antes. Eu também comecei a gritar quando notei minha filha passando a língua entre minhas bolas e trocando lambidas entre o cu da minha esposa e o que entrava e saía do meu pau na buceta dela.
Simplesmente era algo divino. Achei que tava num sonho e me imaginei num filme pornô.
Nesses momentos, minha esposa teve um orgasmo brutal, diria que foram vários ao mesmo tempo, e eu, sentindo aquilo, também gozei como nunca na vida. Soltei uma porrada de porra que foi parar dentro da minha esposa.
Quando minha esposa decidiu deitar, eu saí dela e Ficamos deitados, mas minha filha ainda queria mais e não demorou pra se aproximar e começar a lamber o sêmen que saía da buceta da minha esposa, e também limpava meu pau.
Eu não sabia o que tava rolando, só olhava pra minha esposa, mas ela continuava de olhos fechados e não conseguia ver o rosto da minha filha pelo que ela tava fazendo.
Naquele instante, minha esposa abriu os olhos e me disse:
S: O que você achou, amor? Não acha que seria justo devolver o favor pra Ana?
Meus olhos se arregalaram e, quase paralisado, balancei a cabeça concordando com o pedido dela. Minha esposa esticou a mão pra tocar o rosto de Ana, como se a chamasse, indicando que ela se deitasse entre nós duas.
Ana se aproximou e se acomodou de barriga pra cima, e minha esposa imediatamente começou a beijá-la na boca. Aí eu entendi tudo que tava rolando: minha filha tinha seduzido a mãe dela, assim como fez comigo, e não era um sonho. E pelo que eu via, minha esposa não se importava de compartilharmos minha filha, então aproveitei ao máximo aquele momento, porque não sabia se ia se repetir.
Eu me aproximei das bocas delas e fizemos um beijo triplo. Deixa eu te falar, foi incrível. Depois, deixei elas continuarem se beijando e comecei a beijar devagar cada parte do corpo dela que tava do meu lado, enquanto minha esposa me imitava em tudo. Eu tava grudado num peito da minha filha e minha esposa no outro. Ficamos ali por vários minutos e fomos descendo, pouco a pouco, pelo corpo dela até chegar na buceta dela.
A gente tinha minha filha completamente aberta, de pernas escancaradas, enquanto minha cabeça e a da minha esposa estavam entre as coxas de Ana. Decidi esperar pra ver o que minha esposa ia fazer, e com uma maestria, ela começou a lamber em volta da vulva da minha filha. Eu fiquei fascinado com aquele espetáculo e não queria perder nada.
Nisso, Ana me pegou com uma mão atrás da cabeça e me puxou pra buceta dela, onde por vários minutos, nós dois demos um banho na buceta da minha filha com nossas línguas.
Antes disso, minha filha já tava gemendo, e eu, ao Ouvir ela tinha me feito recuperar a ereção completamente, e minha esposa percebeu, então me disse...
Foi aí que Sam falou com uma voz bem sensual e safada:
S: Vai, love, faz o favor completo pra sua filha, eu sei que você deseja ela e ela tá te desejando há muito tempo.
Nisso, tomado pela luxúria, não consegui esperar e me posicionei pra começar a penetrar ela, não podia acreditar que estava fazendo isso com minha filha na minha cama, mas minha esposa estava ali, fazendo um trio filial lindo e sublime.
Peguei Ana pelas pernas e, ajoelhado entre elas, comecei a apontar meu pau na entrada dela, enquanto minha esposa ainda estava colada nela. Minha esposa começou a trocar lambidas entre meu pau e a buceta da minha filha, que lubrificaram ainda mais a entrada. Minha filha estava encharcada pela situação, então a entrada foi rápida e deliciosa.
WOW, que sensação, não consigo descrever nem com um milhão de palavras. Comecei a penetrar minha filha enquanto minha esposa me olhava e via como eu comia o fruto do nosso amor. Aquilo era mais que uma dose de 20 mil viagras.
Minha esposa depois decidiu continuar cuidando de Ana, chupando os peitos dela e se beijando enquanto eu comia minha filha.
Os minutos foram passando enquanto eu comia Ana, e quando notei que o orgasmo dela estava chegando, acelerei mais os movimentos e ela começou a gritar pra eu fazer mais rápido. Eu já sabia quando minha filha gozava, então decidi gozar com ela ao mesmo tempo, e foi assim. Nós dois gritamos juntos nosso orgasmo. O que posso dizer? Também foi incrivelmente brutal, nunca tinha visto minha filha jorrar tanto como naquele dia.
Logo depois de gozar dentro da minha filha, comecei a deixar ela descansar e fui saindo devagar até terminar deitado ao lado dela.
Enquanto isso, minha esposa aproveitou o momento pra lamber o pouco de porra que já tinha dentro da minha filha. Não acredito que as duas pareciam umas cachorras no cio, e aquilo me deixava louco.
Enquanto minha esposa limpava minha filha, eu me beijava com Ana e sentia de novo os... lábios, coisa que aproveito e ela sussurra no meu ouvido.
A: Tá vendo, pai? Agora você vai ter duas mulheres na sua cama que te amam incondicionalmente.
Depois de ouvir isso, me perdi num beijo muito apaixonado com ela.
Quando minha esposa se levantou, ela se colocou do outro lado meu, então fiquei com duas mulheres lindíssimas peladas e prontas pra tudo de cada lado, e aos poucos fomos pegando no sono.
De tanto cansaço, não acordamos a noite toda, ou pelo menos eu não. No dia seguinte de manhã, acordei primeiro e resolvi olhar ao redor pra tentar descobrir se tinha sido um sonho ou não. Mas, felizmente, era real, porque minha esposa e a Ana ainda estavam na minha cama, peladas, abraçadas em mim.
Quando a Ana acordou, minha esposa também acordou na hora.
A: Bom dia lindo e maravilhoso, EU AMO VOCÊS! Adoro estar do lado de vocês.
Minha esposa e eu sorrimos pra ela e decidimos entrar no banho juntos. Acreditem, era uma sensação estranha, porque eu não tava acostumado a ter duas mulheres peladas com quem acabara de transar e conversar com toda naturalidade, sem sentir vergonha na frente da minha esposa e da minha filha. Mas elas pareciam super naturais, e mais pareciam um casal elas duas, de tão bem que se davam. Então me puxaram pro banheiro e começamos a nos lavar, um ajudando o outro, nos beijando, nos acariciando e brincando.
Começamos a conversar, e eu perguntei o que tinha acontecido pra ganhar um presente tão foda das duas.
Então minha esposa começou a contar o que rolou:
Parece que na minha ausência, minha filha e minha esposa se aproximaram muito, tanto que minha filha começou a falar um monte sobre sexo com minha esposa, coisa que deixava a Sam muito excitada, e por consequência o sexo entre a gente foi melhorando aos poucos. Até que a Ana começou a meter ideias na cabeça da minha esposa sobre como seria maravilhoso e sortudo fazer isso com um homem mais velho que ela, alguém como eu. E a Ana chegou a contar sonhos que tinha com ela e eu transando. Coisa que minha esposa achou super normal, já que eu sou A figura masculina em casa, minha esposa diz que sou bonito e por isso minha filha me adora, então minha esposa via isso como algo normal.
Mas tudo mudou quando Ana disse pra minha esposa que tinha pesquisado e que existiam filhas que faziam isso com os pais e que era algo normal, e até filhas que faziam com as mães e que também era normal. Então Ana tratou de buscar relatos entre mãe e filha e mostrou pra minha esposa como se fossem histórias comuns e correntes, até que depois minha esposa descobriu que eram relatos eróticos, mas já era tarde demais, minha filha tinha plantado a sementinha na minha esposa de fazer isso entre mãe e filha, e aos poucos o nível de tesão entre as duas foi crescendo até que um dia, depois de irem comprar roupas, começaram a ter uns beijinhos entre elas que levaram a um encontro sexual em casa um par de semanas antes.
Os encontros sexuais continuaram e Ana disse pra minha esposa que queria fazer comigo também, coisa que no começo minha esposa não aprovou totalmente, porque não sabia qual seria minha reação, então entre as duas planejaram a semana inteira anterior com as roupas que comprariam, e os movimentos, frases e mensagens que usariam comigo, coisas que já contei antes.
Então o dia chegou e elas decidiram que naquela noite faríamos entre os três.
Depois da história que me contaram, não tive dúvida de que minha filha tinha sido a culpada e era a mais interessada em fazer com os dois do que só comigo, hehe.
Quando saímos, não vestimos roupa e saímos pelados pra cozinha comer algo pro café da manhã. Naquele dia, decidimos não sair de casa pra aproveitar entre os três.
Quando chegamos na cozinha, preparamos a comida juntos e rapidinho subimos de novo na cama pra continuar nossa sessão de sexo em família.
Naquele dia, ficamos exaustos e eu seco, consegui fazer com minha esposa mais um par de vezes e com minha filha outro par de vezes. Elas me mimaram com um boquete a dois. fenomenal e dos sonhos.
Até que a noite chegou.
Durante o dia inteiro a gente brincava, conversava e praticava coisas novas. Minha filha insistia que queria engravidar de mim e queria a permissão da minha esposa pra isso, coisa que ela não respondeu na hora, mas disse que depois pensaria.
Durante muitos dias de atividade sexual intensa, minha esposa finalmente aceitou que a Ana poderia ter um filho meu, desde que cumprisse as condições dela, tipo a Ana assumir 100% da responsabilidade pelo cuidado do bebê como uma mãe de verdade, e também ter as obrigações de uma esposa em casa.
A notícia foi meio emocionante, porque durante uma sessão de sexo intenso entre nós três, eu tava metendo no cu da Ana e minha esposa tava lambendo a buceta dela num 69, ela gritava:
A: SIIIIIM!! Isso, papai, me come, quero que você coma sua filhinha prenha. Mamãe, tô prenha do seu marido, vou ter um filho com meu pai.
R: Isso, minha princesa, adoro te comer com um filho meu dentro de você.
S: SIM, meu amor, me excita muito saber que você tá prenha do seu pai. Come ela, céu, até ela ficar exausta.
Aquele dia foi muito emocionante porque depois que a gente terminou, minha esposa ficou fazendo um monte de perguntas, eu não acreditava que minha filha tava grávida até a notícia ser confirmada.
As semanas seguintes foram de grande emoção, porque a gente começou a fazer arrumações na casa e a comprar coisas pro bebê, minha esposa tava muito animada, já que ela queria um filho de novo e tava vivendo isso através da filha dela.
Nos meses seguintes, o quarto meu e da minha esposa virou um quarto de três, com uma cama enorme onde a gente cabia perfeitamente, do lado o berço do bebê e a compra de roupas, etc. Todo mundo tava muito empolgado.
Depois de 9 meses de gravidez, minha filha tinha a cesárea marcada pra 19 de dezembro de 2007.
A Ana deu à luz uma menina linda chamada Natália, que é nossa nova integrante da família.
Nossa vida segue Feliz, acho que sou um homem incrivelmente sortudo por ter na minha cama duas mulheres que amo tanto, minha esposa e minha filha, mulheres que dividem tanto as obrigações quanto os direitos de serem as donas da casa, e eu feliz em satisfazer duas mulheres gostosas.
E quem sabe daqui a alguns anos eu tenha outra mulher gostosa nos meus braços, minha filha-neta.
Por enquanto já tem planos de que daqui a alguns anos minha filha engravide de novo de mim, esperando ter um filho, para que eu possa fazer felizes as mulheres da casa e me ajudar nas obrigações de ser o homem da casa.
Desculpem a demora dos meus relatos, mas esses dias com minha filha-neta têm sido muito felizes e não tive tempo de arrumar isso. Espero que tenham gostado da minha história e não esqueçam que quando quiserem conversar: drbetopp@hotmail.com
Obrigado a todos pelos comentários. Até logo, espero em breve contar novidades.
Só sei que sou muito feliz com minha esposa e minha filha na minha cama e com minha filha-neta no quarto, fruto do love com minha filha.
PARTE 2: http://www.poringa.net/posts/relatos/2256864/Quise-atrapar-a-mi-hija-pero-ella-me-atrapo-a-mi-2.html
PARTE 3: http://www.poringa.net/posts/relatos/2257636/Quise-atrapar-a-mi-hija-pero-ella-me-atrapo-a-mi-3.html
PARTE 4: http://www.poringa.net/posts/relatos/2257914/Quise-atrapar-a-mi-hija-pero-ella-me-atrapo-a-mi-4.html
PARTE 5: http://www.poringa.net/posts/relatos/2258676/Quise-atrapar-a-mi-hija-pero-ella-me-atrapo-a-mi-5.html
PARTE 6: http://www.poringa.net/posts/relatos/2259978/Quise-atrapar-a-mi-hija-pero-ella-me-atrapo-a-mi-6.html
PARTE 7: http://www.poringa.net/posts/relatos/2260298/Quise-atrapar-a-mi-hija-pero-ella-me-atrapo-a-mi-7.html
OUTROS POSTS
A senhora Judith: http://www.poringa.net/posts/relatos/2251914/La-senora-judith-_muy-buen-relato_.html
Muito obrigado a todos que me escreveram, lamento não ter conseguido postar as continuações da minha história, já que tinha muita coisa em casa pra resolver, mas agora estou aqui pra escrever a última parte.
A visita a Cuba foi incrível, nem na minha noite de núpcias eu tinha tido tanta atividade sexual como dessa vez. Foi foda ter minha filha agindo como uma puta, igual uma garota de filme pornô, querendo experimentar de tudo e aproveitar qualquer momento pra deixar ela prenha. Já tinha passado apenas uma semana desde nosso primeiro encontro e quase duas semanas desde que começou a sedução da parte dela.
Lá em Cuba, a gente saía pra comer no restaurante do hotel à tarde e depois íamos pra praia. A gente tomava sol abraçado e entrava no mar. Ali a gente fazia de tudo, já que os dois nadam perfeitamente. Saíamos com fome, voltávamos pro restaurante e depois íamos trepar de novo.
Toda vez que eu tomava banho, era com a minha filha. Não teve um dia que não rolasse. E pra nos despedir do lugar, decidimos mostrar pros Os outros turistas do hotel sabiam do nosso parentesco, por decisão dela.
Já muitos tinham nos visto constantemente, e os gritos que dávamos a toda hora, sendo um hotel familiar, deixava todo mundo cheio de comentários no ar e eles nos observavam atentamente.
Na sexta de manhã saímos pra tomar café e lá a Ana se referia a mim como "pai" e eu a ela como "filha", mas era só isso que fazíamos como pai e filha, já que o tempo todo eu mantinha minhas mãos nas bundas dela, dava uns tapinhas naquele rabo lindo, nos beijávamos apaixonadamente e ficávamos muito tempo assim. Quando fomos pagar a conta, percebemos que todo mundo olhava pra gente de um jeito muito estranho, o que deixou minha filha super animada. Entendi que minha filha tem muito de exibicionista, igual a mim, coisa que eu já tinha deixado de lado no meu jeito de ser, porque minha esposa era totalmente o oposto, era mais envergonhada.
Tinha encontrado na minha filha minha alma gêmea.
Depois de descansar o café da manhã, fomos pra uma piscina do hotel. Lá, minha filha tirou toda a roupa e me entregou, me levou até a borda da piscina e ali mesmo a gente fez de novo, e ela não parava de me chamar de "papai", mesmo que lá seja um jeito comum de se dirigir aos homens, ninguém estranhou da parte dela, até que eu completava com "sim, filha" ou "eu também te amo, filha" e coisas que faziam os outros entenderem nosso parentesco. Só de pensar no que eles imaginavam, eu ficava mais excitado.
Nos despedimos do quarto transando em cada parte dele: no chão, na cama, no banheiro, na sala e na varanda, à vista de muitos. Ela gritava como uma louca e isso me excitava ainda mais, e eu também gritava de um jeito bestial.
Nossa lua de mel tinha acabado e começamos a arrumar as malas. Pegamos um táxi e chegamos no aeroporto.
No aeroporto foi a mesma coisa, foi muito engraçado porque a moça que nos atendeu ficou paralisada:
R: Boa tarde, quero duas passagens para o próximo voo para o México. Senhorita: Claro que sim, permita... o próximo sai em 3 horas.
R: Excelente, dá pra gente comer alguma coisa no restaurante.
Senhorita: Gostaram da estadia?
A: SIM, amamos!! Né, papai?
R: Sim, filha.
Haha, nisso quando viro, Ana me dá um beijo bem apaixonado na frente da senhorita que nos atendia, soltando uns gemidinhos pra provocar a garota.
Senhorita: Vieram em lua de mel?
R: Algo assim.
Foi engraçado, quando a senhorita nos deu os bilhetes de avião, Ana se virou pra ela como se fosse contar um segredo, e a garota se aproximou pra ouvir com mais atenção.
Num sussurro, Ana disse:
A: Foi melhor que uma lua de mel, já que ele já teve uma com minha mãe antes de eu nascer.
E nisso, com a risadinha de menina travessa, ela veio até mim, me beijou de novo e me puxou pela mão pra gente ir embora. A garota ficou chocada com a revelação da minha filha.
Muita gente já tinha visto a gente junto, mas ninguém ousava falar uma palavra.
Durante o voo, Ana dormiu profundamente. Chegamos no México e em toda a correria que isso envolve. E de lá pegamos um táxi pra casa, parecia que Ana estava recuperando as forças.
Chegamos em casa e minha filha, ainda dormindo, foi direto pra minha cama continuar dormindo. Eu, por minha parte, comecei a guardar as coisas e colocar a roupa que usamos no cesto.
A gente tinha chegado por volta das 11 da noite de sexta em casa.
À 1 da manhã eu já estava deitado com minha filha, mas às 3 da manhã, como ela já tinha descansado o suficiente, ela me acordou me dando beijos na boca e depois dormiu de novo.
No resto do sábado, a gente se dedicou a arrumar a casa, móveis e roupas, porque muita roupa da Ana que ela levou pra Cuba ainda estava suja e a gente não queria que minha esposa descobrisse que ela tinha levado roupa pra nossas férias, mesmo ninguém tendo comentado nada sobre a gravidez. Embora também a gente tenha transado naquele dia, a gente se dedicou a ficar os dois em casa e não a um sexo desenfreado, mas sim... Relações apaixonadas lentas e eróticas, só aproveitando um ao outro e prolongando aquele sonho. A gente acabou fazendo isso mais três vezes debaixo dos lençóis da minha cama. Era simplesmente algo sublime.
Era domingo e a gente tinha que buscar minha esposa no aeroporto, então eu e a Ana combinamos desde o dia anterior de acordar cedo, já que sairíamos de casa às 8h da manhã pra ir buscar minha esposa.
Às 6 da manhã, minha filha acordou e foi tomar banho no banheiro do meu quarto, e me pediu pra acompanhar ela. Já no chuveiro, debaixo d'água, decidimos nos despedir da nossa pequena aventura, que tinha começado há vários dias e a gente já tinha feito de tudo.
Começamos a nos lavar rápido e brincávamos enquanto estávamos lá, trocando beijos apaixonados e carícias em cada canto da nossa pele.
A: Papai, o que a gente vai fazer quando a mamãe estiver aqui? Vou sentir muita saudade de você.
R: Eu sei, amor, eu também vou sentir sua falta, e não sei o que fazer. Eu seria feliz se pudesse dormir com você todo dia, como a gente tem feito até agora.
A: Sério, papai?
R: Claro, meu amor, mesmo com sua mãe em casa, não vai ter outro jeito senão sair de casa pra se divertir... O que você acha?
A: Bom, seria uma pena não fazer em casa, no nosso ninho de amor onde tudo começou, porque me excita muito estar em casa só com você, mas acho que vai ser melhor. A gente podia combinar de sair os dois sem a mamãe perceber, não acha, papai?
R: Sim, meu amor, eu posso sair mais cedo uns dias da clínica e a gente podia se encontrar em algum hotel.
A: Como eu não vou mais pra escola, diria pra mamãe que vou sair com minhas amigas.
R: Você acha que sua mãe vai ficar brava por você não ir mais pra escola?
A: Acho que não. Uns meses atrás eu falei pra ela que queria tirar um ano sabático, e ela disse que se eu quisesse fazer isso, era melhor terminar o ensino médio primeiro pra eu me concentrar e tomar uma boa decisão sobre qual faculdade fazer. Então, vou vou dizer que a partir de agora vou tirar meu ano sabático e, quando passar um ano, vou dizer que não quero mais estudar.
R: Entendi, bom, love, espero que quando sua mãe chegar e você contar tudo o que aconteceu na ausência dela, ela não fique puta.
A: Sim, papai, vamos esperar.
Ana continuou tomando banho, mas com uma cara bem pensativa, e eu continuei tomando banho olhando pra ela. Achei que seria a última vez que a veria nua naquele banheiro, mas não foi assim.
Quando saímos do banho, fomos tomar café da manhã quase sem roupa. Ana vestiu um sutiã e uma mini tanga, e eu só uma cueca.
Depois do café, fomos nos vestir, e enquanto eu brincava com Ana de fazer cócegas, ela parecia ainda pensando em algo desde que estávamos no banho. Mas aí Ana me perguntou uma coisa e me deixou gelado de novo, a mesma sensação que tive quando ela me contou na janta que tivemos quando tudo começou, e quando me pediu pra ter um filho entre nós dois.
A: Ei, papai... Você gostaria de dormir na sua cama com duas mulheres ao mesmo tempo?
R: QUEEEEEEEEE? PE... PE... MAS O QUE VOCÊ QUER DIZER?
A: Na... Nada, papai, não liga pra mim...
R: Não, meu love... me diz por que você perguntou isso?
A: É que... eu estava pensando em várias coisas...
R: Que tipo de coisas?
A: E se minha mãe descobrir a nossa parada e não ficar brava?
R: Mas love... você tá louca? Claro que ela vai ficar brava, e talvez até se divorcie ou vá embora de casa.
A: Quero dizer que, se eu consegui te convencer, talvez a gente consiga convencer ela também. Talvez ela goste do que a gente faz e talvez queira dividir a... cama.
R: Mas love, como é que você pensa nisso? Não acho que a mamãe vá ficar muito feliz com o que a gente faz.
A: Mas a gente não vai contar o que a gente faz logo de cara.
R: Então?
A: Olha, papai, quando a mamãe chegar em casa, vou contar sobre minhas férias sabáticas, a gente vai contar tudo o que aconteceu na ausência dela, e eu vou conversando aos poucos com ela pra ver o que ela acha do incesto. Talvez ela não ache a ideia tão ruim. R: Não sei, meu amor, é um passo muito forte.
A: Não, pai, não pensa assim. Vou dizer pra ela que adoraria ser mãe e que adoraria encontrar um homem como você, e que alguém como você fosse o pai do meu filho. Com certeza isso não vai incomodar ela. E se depois de conversar muito com ela, eu perceber que ela gosta de incesto, a gente pode convencer ela juntos.
R: Mas filha... tem certeza?
A: SIM! Imagina? Eu também adoraria aproveitar o corpo da minha mãe, e com certeza você ia gostar de ficar com a minha mãe e comigo ao mesmo tempo quando estivermos os três. E na ausência dela, a gente fica junto sempre. Se a gente conseguir convencer a mamãe disso, com certeza ela vai aprovar minha gravidez, e isso seria fantástico, papai... IMAGINA?
R: Não, amor, verdade que não... Embora o que você disse me excitou demais.
Ana tinha me contado todos os planos dela, e eu estava muito inseguro se dariam certo. Na verdade, estava com muito medo de minha esposa descobrir o que tinha rolado entre Ana e eu, e das consequências que isso traria.
Já eram 7 horas quando saímos de casa rumo ao aeroporto para buscar minha esposa na chegada dela. Ao chegar, Ana foi cumprimentá-la com muito entusiasmo, e eu também. Achei que ao abraçar e beijar minha esposa, todo aquele sonho lindo desapareceria e tudo voltaria a ser como antes, mas não foi assim.
No caminho de volta, minha esposa começou a contar tudo que tinha acontecido na viagem, sobre o trabalho e os projetos dela, e a gente escutava com toda atenção. Ela terminou de contar quase 3 minutos antes de chegarmos em casa.
Quando chegamos, Ana correu pra ajudar a mãe a levantar a mala e tirar a roupa suja, enquanto Sam e eu ficamos na sala conversando sobre tudo que a gente tinha feito. Contei o que rolou no meu trabalho, na escola da Ana e nas férias, mas claro, nada era verdade, já que Ana e eu tínhamos combinado uma versão pra contar pra minha esposa e não errar no que a gente diria.
Já era por volta das 12 da noite. Nós tínhamos terminado de contar as coisas e estávamos os três na sala conversando sobre tudo o que tinha acontecido.
Depois disso, fomos comer num restaurante para celebrar a chegada da minha esposa em casa.
Minha filha contou pra ela os planos do ano sabático que queria tirar, e minha esposa não pareceu se incomodar, já que tinham conversado sobre isso. Na verdade, ela disse que seria até melhor, porque assim Ana poderia cuidar da casa e de mim enquanto ela estivesse fora. Quando ela falou isso, eu e Ana caímos na risada, só pelo que a gente sabia entre nós.
Ainda não quisemos contar pra minha esposa sobre a possível gravidez da minha filha. Queria primeiro confirmar e planejar como íamos contar pra ela.
Assim se passaram quase um mês e meio desde a volta da minha esposa, da última viagem dela. Mas, infelizmente, como o projeto dela tinha acabado, não tinha mais viagens à vista.
Com minha filha, eu continuava aproveitando ao máximo, embora não tanto quanto quiséssemos, porque a gente costumava ir para hotéis diferentes toda vez — com piscina e sem, bons ou ruins, conhecidos ou não. Mas a gente fazia isso umas duas ou três vezes por semana. Adoraria fazer todo dia com ela, mas era difícil, porque eu também tinha que cumprir meu papel em casa com minha esposa, e estava começando a me desgastar com as exigências das duas. Vários dias eu chegava meio cansado de transar com minha filha e ainda tinha que ficar com minha esposa. Mesmo cansado, acho que eu imaginava a situação que minha filha tinha me contado semanas antes: estar com as duas ao mesmo tempo. Quando estava com minha esposa, imaginava minha filha do lado, e isso me excitava ainda mais.
Depois dessas quase seis semanas tendo minha esposa todo dia e não podendo ter minha filha na minha própria cama, minha esposa começou a puxar um assunto que me deixou surpreso.
S: Acho que a Ana precisa de um namorado, amor.
R: Um namorado? A Ana? Por que você diz isso, querida?
S: Ana tem me contado muitas coisas e parece que amadureceu muito nesses dias.
R: É mesmo? Por que você diz isso? S: Acontece que ela me disse que insistiu muito que eu tenho muita sorte de ter um homem como você ao meu lado.
R: Ah, é? E o que você acha?
S: Jejeje, acho que ela tem razão, sou muito sortuda de ter você ao meu lado.
R: Não acredito nisso, eu sou o sortudo de ter você ao meu lado.
S: Ana disse que adoraria um namorado como você, gostoso, carinhoso, dedicado e apaixonado, e até me falou uma coisa que me surpreendeu muito.
R: E o que ela te disse, amor?
S: Então, a gente tava conversando sobre coisas sentimentais... de mulher, sabe... e ela disse: "Sabe, mãe... adoraria ser mãe, e se desse, teria com o papai."
R: QUEEEE? Ana te disse isso?
S: Pois é, acredita?
R: E o que você respondeu, amor? O que mais ela falou?
S: Nada, a gente não conversou mais depois disso porque ela foi tomar banho.
Por esses dias, descobri que minha filha tava mesmo grávida. Ela tava mais calma, sem muito apetite, e quando fomos num hotel, enquanto eu metia por trás, ela gritou…
A: SIM, SIM! Pai, me come, fode sua filha prenha, quero que você me curta. Porque eu tô adorando ter um filho seu.
Naquela hora, parecia que eu tinha fogo nas veias. No começo, por uns segundos, fiquei paralisado, mas meu cérebro reagiu rápido e, por causa do tesão, o sexo depois disso foi incrivelmente selvagem e prolongado. Eu também gritei muito naquela tarde.
Foi assim que minha filha me contou que tava grávida. No final da sessão de sexo no banheiro, enquanto a gente se arrumava pra sair, ela começou a me contar que, desde que começou a me seduzir, tava tomando pílula anticoncepcional, caso acontecesse alguma coisa. E um mês depois da chegada da minha esposa, sabendo qual seria minha reação, ela parou de tomar a pílula, até que numa das noites de hotel que a gente teve, conseguiu engravidar de mim.
Eu não sabia o que fazer ou dizer. Ela tava muito feliz e me abraçava, e eu também, mas o tesão tava em todo lugar. Eu ainda tava paralisado pela... notícia. Eu tinha na cabeça felicidade por ter engravidado minha filha e medo e preocupação com o que viria depois com minha esposa e a vida da minha filha, que seria interrompida, e eu não queria que ela deixasse de viver por ser mãe. Mas ela queria assim.
Depois da conversa que tive com minha esposa naquele dia, tudo ficou muito confuso, porque comecei a perceber que os planos da minha filha eram contar para minha esposa que estava grávida e que eu era o pai do filho que Anna estava esperando.
Uns dias depois que fui com a Ana para um hotel aproveitar o corpo dela, comentei sobre minha conversa com minha esposa. Ela riu, dizendo que ficou muito excitada quando eu contei pra mãe dela, mas se segurou, porque queria dizer que estava grávida e eu era o pai, mas disse que isso aconteceria mais cedo do que ela imaginava.
A: Sabe, papai, logo vou te dar uma surpresa
R: Uma surpresa? Do que se trata?
A: Logo você vai descobrir.
Quando voltei pra casa, a Ana me deixou pensando em qual seria a surpresa que ela tinha pra mim. Exatamente uma semana depois, ela me fez saber, porque de manhã no trabalho recebi duas mensagens de texto no meu celular bem estranhas:
Minha filha me escreveu: "Não vá trabalhar à tarde, vem pra casa cedo, tenho uma surpresa pra te dar, love, vem preparado e com muita energia, papai"
Embora essa mensagem não me tenha surpreendido, porque ela sempre escrevia pra marcarmos de nos ver em algum lugar e a tal hora, o estranho era que ela estava me chamando em casa. O mais bizarro foi que minha esposa também me escreveu a mesma coisa, e aí já tinha outro significado.
Minha esposa me escreveu: "Não vá trabalhar à tarde, vem pra casa cedo, tenho uma surpresa pra te dar, love, vem preparado e com muita energia, meu love"
Quando recebi essa mensagem, quase desmaiei. Senti um frio na espinha toda, porque só minha filha escrevia isso quando queria que a gente fosse pra algum lugar transar, e agora minha esposa estava me escrevendo exatamente a mesma coisa que a Ana, e também me chamou em casa. Não Sabia que mais fazer, então não respondi as mensagens e avisei na clínica que não iria. De tarde, fui pra minha casa.
Quando cheguei, não tinha ninguém à vista, então achei que minha esposa e minha filha tinham saído. Fui pra cozinha e tava tudo pronto pra comer, então decidi esperar elas e ver qual era a surpresa que tinham me falado.
Umas 40 minutos se passaram, e eu tava quase dormindo na sala vendo TV. Quando elas chegaram, quase tive um infarto. As duas estavam lindíssimas, pareciam atrizes de filme americano.
Ana chegou com um penteado bem jovem e uma blusa branca de tecido semitransparente dos anos 70, que só cobria um ombro e deixava o outro braço de fora, e chegava acima do umbigo — e vocês já sabem o que tinha nele. Minha esposa, por outro lado, veio de preto, com um top preto de alcinhas finas, mostrando os ombros todos e a separação dos peitos grandes e lindos dela. Embaixo, tinha uma minissaia preta, meia-calça e um tênis preto enorme. As duas estavam uma delícia.
S e A: Chegamos, galera!!!
R: Onde vocês estavam? Tava esperando... Tão lindas... Foram fazer compras?
A: Sim, pai, como cê tá? (chegou perto pra me dar um beijo bem perto da boca, e pensei que minha esposa tinha percebido)
S: A Ana me convenceu a ir fazer compras, então fomos aproveitar a tarde livre que eu tinha. Trouxemos um monte de coisa, e tenho certeza que você vai gostar (enquanto se aproximava pra me dar um beijo bem apaixonado na boca, o que me deixou meio sem graça por ela fazer isso na frente da minha filha)
A: Olha, pai, que tal a gente fazer comida e depois mostrar o que compramos? O que cê acha?
R: Tá bom, se vocês tão dizendo.
Quando Ana falou isso, minha esposa tava indo pra cozinha. As duas me disseram que iam fazer a comida e, quase ao mesmo tempo, se viraram e piscaram o olho pra mim, tipo cumplicidade. A verdade é que tudo isso que tava rolando me deixava muito confuso. Eu não conseguia imaginar tudo que tava acontecendo, e muito menos o que viria depois. O que será que ia acontecer depois.
Fiquei quase meia hora enquanto elas na cozinha preparavam a comida, também tinham trazido um monte de coisas pra comer e o cheiro já tava começando a ficar uma delícia. Mesmo eu me oferecendo pra ajudar, elas não deixaram e me obrigaram a ficar sentado na sala vendo TV.
Minutos depois, a Ana chegou perto de mim, se apoiou nos braços do sofá e se abaixou, ficando cara a cara comigo e me deixando ver por baixo da blusa dela, aqueles peitos deliciosos, já que ela não tava usando nada por baixo.
A: Papi, a comida já tá pronta, vem, acompanha a gente.
Nisso, ela me deu um beijo na boca bem apaixonado, mesmo que curto. Eu nem tinha percebido que minha esposa podia ter visto, e fiquei morrendo de medo com a atitude da minha filha.
R: Annnaaaaa, sua mãe vai nos ver.
A: Ah, papi, ela não tá vendo, não se preocupa. Vem comer logo, vai.
Depois desse convite e com o medo que deu da minha esposa ter nos visto, cheguei na mesa feito um cachorro envergonhado.
A mesa tava posta, tinham trazido um monte de coisa pra comer: saladas, macarrão e vinho tinto. Eu adorei o que tinham servido e agradeci pela comida.
R: Nossa, essa comida tá com uma cara deliciosa, valeu a pena esperar.
A: Obrigada, papi, espero que você goste. Fizemos com muito amor só pra você.
S: É, amor, não se empolga desde já. Tem mais surpresas depois, vamos comer agora.
Então sentamos todos e ficamos conversando sobre várias coisas. Entre elas, fiquei sabendo que a Ana já tinha contado direitinho pra minha esposa sobre o ano sabático que ia tirar, e minha esposa concordou, já que ela explicou todas as atividades que ia fazer. Também avisei minha filha que no fim do ano, eu e minha esposa íamos dar um carro novo pra ela por ter terminado o ensino médio, mas ela não quis. Disse que depois ia pedir algo melhor. Minha esposa comentou que a relação entre ela e a Ana tinha melhorado muito e que elas tinham compartilhado várias coisas de mãe e filha nesses dias. Minha esposa também falou que no trabalho dela as coisas tinham se estabilizado. que não precisava fazer viagens por um tempo, embora isso não tenha me agradado muito, aparentemente a Ana ficou feliz em saber que teria os pais só para ela.
Quando terminamos de comer, a Ana começou a levantar a mesa e minha esposa a lavar a louça, eu ajudei as duas. Quando terminamos tudo, começou a ficar... hmm... diferente.
A: Pai, por que você não senta na sala e a gente te mostra o que compramos? O que acha?
S: Sim, amor, fica à vontade, não queremos te entediar.
R: Tá bom, mas... por que vocês estão tão misteriosas?
A: Espera e você vai ver, pai.
As duas foram para o quarto da minha filha e demoraram uns 20 minutos para sair, quase morri quando as vi.
Saíram as duas de mãos dadas, ambas vestidas igual, prontas como se fossem para uma festa de gala, estavam lindas e pareciam irmãs gêmeas.
Tinham arrumado o cabelo igual e ambas usavam vestidos de noite, muito parecidos, os vestidos eram incrivelmente justos, longos e muuuuuuuuuito decotados.
O da minha esposa tinha um decote profundo que fazia seus peitos grandes e lindos se destacarem, não usava sutiã, então dava pra ver o bico querendo escapar do vestido, com lindos sapatos abertos e um salto enorme. Minha filha usava um vestido mais curto, preso no pescoço por uma tira, com aberturas em forma de losango entre os seios que deixavam à mostra sua barriga lisa e seus peitos perfeitos, e as costas com uma abertura igual, mas maior, que quase deixava ver o começo da bunda, e na parte de baixo, as pernas tinham uma fenda que mostrava toda a extensão das pernas, brancas e lindas. Também usavam sapatos da mesma cor do vestido, mas os delas eram fechados. Parecia que ambas tinham 25 anos, eram duas gotas d'água.
R: Uau... Mas... onde vai ser a festa? Vocês estão lindas, parecem saídas de um conto de fadas, não pensei que fossem gêmeas de verdade. jeje A: Jejeje, ai, papi, que coisas você fala, cê gostou mesmo do que a gente comprou? R: Gostar eu amei, mas acho que não tô vestido pra ocasião. S: Não, amor, não se preocupa, hoje a gente não vai sair, talvez outro dia, só queríamos te mostrar o que compramos. R: Pois me deixaram surpreso, porque vocês tão lindonas, parecem duas gemeas. A e S: Jejejeje S: Que bom que você gostou, agora é hora de te mostrar outras coisas que a gente comprou. A: É, pai, não vai sair daqui, hein. R: Pra onde eu iria, se parece que tô num desfile de moda. Quando eu falei isso, minha esposa se aproximou de um jeito bem sensual, parou na minha frente e se inclinou, deixando eu ver os peitos lindos e macios dela. Com uma mão, ela se apoiou na minha perna, bem perto do meu pau, e com a outra, segurou meu rosto, fez eu levantar a cabeça devagar, olhou nos meus olhos e me deu um beijo muito apaixonado na boca. No começo, fiquei meio sem graça porque minha filha tava atrás dela, mas resolvi não fazer nada estranho. Depois, minha esposa se levantou e foi embora, rebolando enquanto andava, mostrando a bunda linda dela. Desapareceu no quarto da minha filha. Depois que minha esposa foi, olhei pra minha filha, que tava me encarando com um sorriso safado. Aí ela se aproximou e fez quase a mesma coisa que a esposa, mas eu quase caí pra trás de susto. Minha filha chegou rebolando ainda mais, parou na minha frente também, se inclinou e com uma mão segurou meu pau com força, que já endureceu na hora, e com a outra mão, me puxou pela nuca com toda a força e paixão dela e começou a me beijar. Na hora, tentei recusar, mas a gente se beijou sim. Quase que imediatamente me afastei, pensando que minha esposa ia nos ver. Com medo dela aparecer e ainda mais medo de ela ouvir, comecei a gritar com ela, quase num sussurro. R: Cê tá louca, filha? Sua mãe pode perceber! A: Não se preocupa, pai, ela já... Ela tá no meu quarto se trocando.
O que ela me falou me deu um pouco mais de confiança, então quando a Ana repetiu aquilo, pela sacanagem que foi beijar minha filha a poucos metros da minha esposa, fiquei excitado pra caralho.
Quando minha filha percebeu, ela se afastou de mim e foi pro quarto dela acompanhar a mãe, mas não sem antes rebolando de novo pelo corredor que dá pros quartos.
Por vários minutos fiquei pensando nas atitudes delas, me surpreendia ver minha esposa com essas mudanças e, bom, minha filha eu conhecia em todos os aspectos, mas até então a gente tinha se organizado de um jeito que minha esposa não desconfiasse de nada entre a gente, e mais ainda, evitávamos ao máximo qualquer contato, comentário ou comportamento que pudesse nos entregar.
Depois de mais uns 10 minutos de espera, a temperatura começou a subir e é que as gurias apareceram de novo, de mãos dadas pelo corredor.
A e S: Já voltamooooooooos!!!
Nem consigo explicar em palavras todas as coisas que passaram pela minha cabeça naqueles momentos, acho que em uns dois segundos passou pela minha mente desde quando conheci minha esposa, quando começamos a transar ela e eu, assim como as safadezas que a gente tinha feito como casal, também veio na minha cabeça tudo que rolou com minha filha uns meses antes, e eu quase lembrava de cada uma das noites que tinha curtido ela e das férias que a gente tinha tido.
As duas apareceram de mãos dadas, AS DUAS DE BIKINI!!!!!
Mudo... fiquei mudo com o que tava vendo, minha esposa, tava com um bikini azul royal, a parte de cima era minúscula, as alças amarravam na parte de trás do pescoço e a alça de baixo se cruzava pelas costas pra mudar de lado e descer até a fio-dental onde se juntava com as alças da parte de baixo, a parte de baixo era pequena demais, já que mostrava um triângulo minúsculo, com alças altas que se encaixavam bem na cintura da minha esposa, e se uniam num único fio formando uma fio-dental perfeita que se perdia entre os glúteos dela..
Parecia um cachorro faminto, acho que comecei a salivar, ao ver aquela imagem tão erótica.
Minha filha... uma modelo, a roupa dela era só um top de lycra sem alças, tipo strapless, bem estreito que não conseguia cobrir os peitos por completo, deixava ver parte deles em cima e embaixo e cumpria sua função principal, tampar os mamilos eretos que davam pra ver de longe. Em cima era vermelho liso, e a tanga de baixo da mesma cor mas com um detalhe na frente de letras pretas, pareciam bordadas, imaginei que seria a marca embora não me viesse nenhuma à mente que se chamasse "NPM". A tanga da minha filha era ainda menor que a da minha esposa, as alças eram curtas demais, unidas por um nó nas laterais do quadril, o fio de trás também se perdia entre os preciosos e macios (e gostosos) glúteos que ela tem.
Quando as duas apareceram, estavam com o cabelo preso, como pra mostrar ainda mais os biquínis, ambas se aproximaram ao mesmo tempo ainda de mãos dadas.
Elas se colocaram na minha frente e começaram a girar uma em volta da outra, pra exibir as roupas, eu continuava de boca aberta e não conseguia falar muito, tinha a perna cruzada pra evitar que notassem minha ereção.
R: Mas... mas essas roupas não são pra ir à praia, nem pensem que vou deixar vocês saírem assim, com certeza saem e me roubam... Vocês estão incrivelmente... espetaculares.
S: Tô vendo que você gostou, faz tempo que não usava uma roupa assim, fica bonito, né?
R: Sim... siiiim, muito bonito, você tá muito gostosa, amor.
Nisso, minha esposa se aproximou e sentou no braço esquerdo do sofá, pegou minha mão direita e puxou pra trás dela pra eu abraçá-la, e depois pegou minha mão direita e colocou numa das pernas dela.
S: Vai, querido... sente, sua menina me convenceu a ir depilar, e me depilei toditititinha... sente.
R: (gulp) Toditi... ti... ta???
S: Sim, não tem mais lugar com pelo no meu corpo, só na cabeça hehehe, sobrancelhas e pestanas kkkk.
R: Uuuuuuualha, olha só como você tá maciazinha, parece bundinha de princesa, kkkkkk.
S: É... a verdade é que a Ana teve uma ótima ideia, era um saco sofrer toda semana.
Por uns instantes me esqueci da minha filha enquanto acariciava as pernas da minha esposa, procurando com os olhos lugares onde normalmente apareciam pelinhos finos e ralos, mas não... não tinha, e ao sentir a maciez da pele dela minha mente começou a viajar e a imaginar todas as partes íntimas da minha esposa, e o formato que teriam, o que me excitava ainda mais. Mas de repente minha imaginação foi interrompida quando a Ana se aproximou e me disse.
A: É pai, convenci a mamãe de irmos depilar, vem também, sente aqui...
Ana pegou minha mão que estava acariciando a perna da minha esposa, e puxou pra colocar atrás da coxa dela, bem perto da bunda, na hora eu resisti em tocar, freando o movimento, mas minha filha, com um pouco mais de força, começava a ganhar de mim, quando senti a pele da minha filha, quase tudo paralisou no meu corpo e na minha vida. Não quis nem virar pra olhar minha esposa, pressenti um olhar frio e de raiva, ciúmes, rancor, sei lá, imaginei tanta coisa que quase na hora tirei minha mão da perna da minha filha.
Quando resisti, minha esposa, como se fosse uma bronca, me deu um tapinha nas costas.
A: Ei, não seja grosso com sua filha que quer te mostrar como é a sensação, ela também se depilou e você trata ela como se tivesse sarna. Vai lá, obedece sua filha.
Ainda sem virar pra olhar minha esposa, mas senti a bronca na hora e coloquei minha mão na perna dela, mas quase na parte de trás do joelho. Só que a Ana se inclinou e pegou minha mão puxando pra cima, quase em cima da bunda dela.
Eu não acreditava no que tava rolando, talvez minha esposa não entendesse o que me provocava acariciar minha filha, e muito menos a malícia com que ela me tocava, com certeza minha esposa ainda era inocente nesses aspectos.
R: Uau, é... dá pra ver que fizeram um bom trabalho nas duas. Um trabalho impecável, a pele dela tá bem macia.
A: Sim, que bom que você gostou, eu também me depilei todititititinha igual a mamãe.
R: Queeee!!!
Quando ouvi isso, minha mente voou de novo, eu conhecia a perfeição do corpo da minha filha, e sempre sonhava em vê-la sem um pelo pubiano, mesmo que ela sempre tentasse raspar bem rente, só deixava uma sombrinha.
Besta com a imagem na minha cabeça da minha filha nua e depilada, as duas se levantaram e começaram a rir bem de leve.
S: Bom, querida, já vou trocar de roupa, quero mostrar a outra coisa que comprei pro seu pai.
A: Tá bom, mãe, depois a gente se vê, jejeje.
R: O quê? Ainda tem mais coisas???
Nisso, a Ana se levantou e começou a sair, rebolando um pouco enquanto ia pro quarto dela.
Eu tentava não olhar pra ela e focava na minha esposa, mas ela também tava olhando pra minha filha.
S: Ela tá muito gostosa, né?
R: Hã? Ahh!! Ana!!! Sim... sim, acho que ela tá bem...
Quando a Ana sumiu da nossa vista no corredor, minha esposa me olhou e pegou de novo na minha mão direita que tava livre, e agora colocou ela sobre os peitos dela, e como que forçando minhas mãos a enfiar entre a pele dela e o biquíni.
S: Bom, querido, é a nossa vez, não acha? Por que você não vai pro quarto... fica muuuuito à vontade, e debaixo dos lençóis me espera pelado pra gente se divertir um pouco... O que acha?
R: Eu... Eu, claro, adorariaaaaaaaaa
Nisso, eu beijei ela bem apaixonadamente e ajudei minha esposa a se levantar da minha perna, depois eu também me levantei e dei um último beijo na boca dela. Depois disso, ela se virou e começou a andar pro quarto. Não sem antes eu dar uma palmadinha na bunda linda e depilada dela, jejeje.
Isso fez ela rir, virando a cabeça e me sorrindo enquanto continuava se afastando.
Eu acho que tava vivendo um sonho sem fim, comecei a andar pro nosso quarto pensando em tudo que tinha rolado.
Imediatamente entrei no Banho no nosso quarto, me despi e entrei no chuveiro na velocidade da luz. Depois de 5 ou 10 minutos, saí e fui direto pra cama, me deitei pelado debaixo dos lençóis. Poucos minutos depois, a festa começou.
Eu continuei de pau duro porque comecei a lembrar da minha filha e do jeito que ela tinha se comportado. Acho que me excita pra caralho acariciar ela na frente da minha esposa, mesmo que pra ela talvez não tivesse problema.
S: Já tá pronto, amor?
Minha esposa chamava baixinho do outro lado da porta, batendo pra eu deixar ela entrar.
R: Sim, pode entrar.
S: Sua diabinha chegou, e quero fazer umas safadezas... mmm.
Wooow, quase gozei ali mesmo. Minha esposa abriu a porta usando um baby doll vermelho espetacular, semi-transparente, com liga. Amigos, me senti o homem mais feliz da terra naquele momento. Minha esposa não costumava usar essas roupas porque achava desconfortáveis. E ver ela assim me deixou impressionado, até pensei que tinha esquecido uma data importante de aniversário ou aniversário de casamento.
Minha esposa estava com o cabelo solto, com o baby doll vermelho que desenhava muito bem os peitos dela. E como a lingerie tinha uma espécie de corpete, levantava e juntava bastante os peitos dela, fazendo eles parecerem enoooormes hehe. Tinha uma espécie de fitas na frente, tipo cadarços, que terminavam num lacinho bem no meio dos peitos dela. Pela abertura dava pra ver toda a barriga e o umbigo. A calcinha fio dental era incrivelmente pequena, com um triângulo minúsculo que só cobria a parte mais íntima dela, todo o resto era feito de costuras. Juro que os cadarços são mais grossos que a calcinha que ela tava usando. Mas se perdia na liga de renda que segurava um par de meias na coxa, também vermelhas.
Minha boca abria e não fechava, babava igual criança em loja de brinquedo.
Ela se virou, de costas pra mim, e enquanto fechava a porta, me deu uma vista espetacular das costas e da bunda linda dela, das pernas longas e torneadas. depiladas, embelezadas com umas sapatilhas de verniz vermelhas abertas e de fitas compridas, do jeito que eu adoro.
Depois, minha esposa começou a se aproximar da cama com movimentos felinos, suaves e sutis.
Minha ereção crescia e crescia. Quando ela chegou na beira da cama, começou a engatinhar sobre mim e, ao chegar, começou a me beijar o rosto todo, e depois começou a usar a língua para dar pequenas lambidas no meu pescoço e boca, o que me deixava ainda mais excitado.
Fazia muito tempo que minha esposa não se comportava daquele jeito, e eu estava feliz.
Deixei minha esposa continuar fazendo tudo o que queria comigo enquanto eu acariciava as partes do corpo dela que estavam ao meu alcance.
Minha esposa continuava me beijando e lambendo meu corpo, foi descendo, e passou um bom tempo no meu peito e nos meus mamilos. Eu acariciava suas costas e seus seios, puxava seu cabelo e ficava louco. Cada vez mais e mais eu me emocionava e começava a dar pequenos gritos e gemidos por causa das maravilhas que minha esposa fazia comigo.
Os segundos mais deliciosos da minha vida passavam. Minha esposa continuava descendo e ninguém dizia nada. Minha esposa finalmente chegou no meu pau totalmente ereto, que estava desejoso e sedento da saliva da minha mulher, ou "minha diabona", como ela mesma tinha dito.
Ela pegou meu pau entre as mãos e começou a acariciá-lo suavemente enquanto umedecia os lábios. Ela sorria para mim com uma cara muito sensual. Colocava a língua para fora e começava a passá-la pela minha glande, me dando um prazer como nunca antes tinham me dado. Era um presente que eu não merecia, mas estava aproveitando.
As mãos dela subiam e desciam por todo o tronco que eu tinha. Meu pau crescia e crescia ainda mais. E minha esposa começava a enfiar minha ferramenta cada vez mais fundo na boca dela, que estava dando conta. Com a saliva da minha diabona, lubrificava a entrada e a saída. E ela passou vários minutos naquele delicioso sexo oral que minha esposa fazia em mim. Eu estava no céu e só me deixava fazer o que ela quisesse. A massagem era lenta, o que me permitia durar ainda mais com minha ereção.
Quando minha esposa estava terminando de me fazer o melhor sexo oral do nosso casamento, ela mesma começava a se despir das suas pequenas e transparentes peças que me excitavam ao máximo.
Para finalizar, minha esposa começou a lamber minhas bolas e a dar beijinhos ao longo de toda aquela massa de carne que, há alguns instantes, ela estava literalmente engolindo.
Quando terminou, com a boca cheia do meu gosto, ela começou a subir novamente, usando só a língua, me molhando todo o abdômen e o peito. Nessa altura, eu continuava gemendo e gritando de felicidade e prazer, e os sons iam para fora do quarto.
Depois disso, minha esposa montou em cima de mim, na altura do meu quadril, com uma mão apoiada no meu peito e com a outra pegou meu pau e o guiou até a entrada da sua caverna. Que estava totalmente lubrificada e fervendo de calor lá dentro.
Ela começou a cavalgar em mim, e eu tinha uma visão dos peitos, do abdômen e do rosto lindo dela, e quase enlouqueci. Soltei um grito digno de um leão ou do Tarzan ao ver a buceta da minha esposa totalmente depilada. Tão linda e tão lisinha, igual à de uma pré-adolescente ou de uma menina de 10 anos.
Minha esposa sorria diante das minhas expressões totalmente animais e selvagens. Não me importava que ninguém me ouvisse, muito menos minha filha, que com certeza estaria no quarto dela ouvindo o que a gente fazia, coisa que eu sabia que dava um pouco de ciúmes nela quando isso acontecia. E eu era o mais sortudo, porque ela sempre queria ganhar da minha esposa em me dar prazer e se destacava quando podia ficar com ela.
Minha esposa continuava e continuava cavalgando em mim, forte e rápido. Nós dois gritávamos e gemíamos bem alto.
Por vários minutos, perdi a noção do tempo e do espaço, de tanto prazer que estava sentindo, mas o melhor tinha acabado de começar.
Minha esposa começou a gritar ainda mais e a gemer mais intensamente. Ela, em cima de mim, eu a segurava pela cintura e a olhava. E juro que quase fiquei louco.
Nunca percebi quando minha filha entrou no quarto, do lado da cama onde a gente estava, até que, enquanto minha esposa me cavalgava, comecei a notar um par de mãos pegando nos peitos dela por trás; achei que estava sonhando, não conseguia ver o que tava rolando.
De repente, começo a ver o rosto da minha filha beijando o pescoço da minha esposa bem na minha frente, bem na hora que eu tava comendo minha esposa. Minha filha virou de canto pra me olhar com um sorriso safado, parecia que o capeta tinha entrado nela.
Eu não conseguia falar nada, e quase perdi a ereção de susto até começar a ver como minha esposa tava curtindo os beijos e as lambidas que minha filha dava no pescoço dela e nas costas.
Depois de uns segundos, eu continuava enfiando na minha esposa, e ela tava sentada em cima de mim, mas mudou de posição, sem me deixar sair dela, se deitou em cima de mim e foi aí que entendi tudo.
Minha filha tava atrás dela, completamente pelada e toda depilada, parecendo uma menina de 10 anos. Ela tava acariciando a mãe, e quando olhei pro rosto da minha filha, mexendo os lábios, ela disse:
A: Te amo, papai... Eu te avisei.
Naquela hora, gritei igual um doido... ainda mais. Minha filha se abaixou e começou a lamber o cu da minha esposa, enquanto ela gemia, e eu curtia minha esposa como antes. Eu também comecei a gritar quando notei minha filha passando a língua entre minhas bolas e trocando lambidas entre o cu da minha esposa e o que entrava e saía do meu pau na buceta dela.
Simplesmente era algo divino. Achei que tava num sonho e me imaginei num filme pornô.
Nesses momentos, minha esposa teve um orgasmo brutal, diria que foram vários ao mesmo tempo, e eu, sentindo aquilo, também gozei como nunca na vida. Soltei uma porrada de porra que foi parar dentro da minha esposa.
Quando minha esposa decidiu deitar, eu saí dela e Ficamos deitados, mas minha filha ainda queria mais e não demorou pra se aproximar e começar a lamber o sêmen que saía da buceta da minha esposa, e também limpava meu pau.
Eu não sabia o que tava rolando, só olhava pra minha esposa, mas ela continuava de olhos fechados e não conseguia ver o rosto da minha filha pelo que ela tava fazendo.
Naquele instante, minha esposa abriu os olhos e me disse:
S: O que você achou, amor? Não acha que seria justo devolver o favor pra Ana?
Meus olhos se arregalaram e, quase paralisado, balancei a cabeça concordando com o pedido dela. Minha esposa esticou a mão pra tocar o rosto de Ana, como se a chamasse, indicando que ela se deitasse entre nós duas.
Ana se aproximou e se acomodou de barriga pra cima, e minha esposa imediatamente começou a beijá-la na boca. Aí eu entendi tudo que tava rolando: minha filha tinha seduzido a mãe dela, assim como fez comigo, e não era um sonho. E pelo que eu via, minha esposa não se importava de compartilharmos minha filha, então aproveitei ao máximo aquele momento, porque não sabia se ia se repetir.
Eu me aproximei das bocas delas e fizemos um beijo triplo. Deixa eu te falar, foi incrível. Depois, deixei elas continuarem se beijando e comecei a beijar devagar cada parte do corpo dela que tava do meu lado, enquanto minha esposa me imitava em tudo. Eu tava grudado num peito da minha filha e minha esposa no outro. Ficamos ali por vários minutos e fomos descendo, pouco a pouco, pelo corpo dela até chegar na buceta dela.
A gente tinha minha filha completamente aberta, de pernas escancaradas, enquanto minha cabeça e a da minha esposa estavam entre as coxas de Ana. Decidi esperar pra ver o que minha esposa ia fazer, e com uma maestria, ela começou a lamber em volta da vulva da minha filha. Eu fiquei fascinado com aquele espetáculo e não queria perder nada.
Nisso, Ana me pegou com uma mão atrás da cabeça e me puxou pra buceta dela, onde por vários minutos, nós dois demos um banho na buceta da minha filha com nossas línguas.
Antes disso, minha filha já tava gemendo, e eu, ao Ouvir ela tinha me feito recuperar a ereção completamente, e minha esposa percebeu, então me disse...
Foi aí que Sam falou com uma voz bem sensual e safada:
S: Vai, love, faz o favor completo pra sua filha, eu sei que você deseja ela e ela tá te desejando há muito tempo.
Nisso, tomado pela luxúria, não consegui esperar e me posicionei pra começar a penetrar ela, não podia acreditar que estava fazendo isso com minha filha na minha cama, mas minha esposa estava ali, fazendo um trio filial lindo e sublime.
Peguei Ana pelas pernas e, ajoelhado entre elas, comecei a apontar meu pau na entrada dela, enquanto minha esposa ainda estava colada nela. Minha esposa começou a trocar lambidas entre meu pau e a buceta da minha filha, que lubrificaram ainda mais a entrada. Minha filha estava encharcada pela situação, então a entrada foi rápida e deliciosa.
WOW, que sensação, não consigo descrever nem com um milhão de palavras. Comecei a penetrar minha filha enquanto minha esposa me olhava e via como eu comia o fruto do nosso amor. Aquilo era mais que uma dose de 20 mil viagras.
Minha esposa depois decidiu continuar cuidando de Ana, chupando os peitos dela e se beijando enquanto eu comia minha filha.
Os minutos foram passando enquanto eu comia Ana, e quando notei que o orgasmo dela estava chegando, acelerei mais os movimentos e ela começou a gritar pra eu fazer mais rápido. Eu já sabia quando minha filha gozava, então decidi gozar com ela ao mesmo tempo, e foi assim. Nós dois gritamos juntos nosso orgasmo. O que posso dizer? Também foi incrivelmente brutal, nunca tinha visto minha filha jorrar tanto como naquele dia.
Logo depois de gozar dentro da minha filha, comecei a deixar ela descansar e fui saindo devagar até terminar deitado ao lado dela.
Enquanto isso, minha esposa aproveitou o momento pra lamber o pouco de porra que já tinha dentro da minha filha. Não acredito que as duas pareciam umas cachorras no cio, e aquilo me deixava louco.
Enquanto minha esposa limpava minha filha, eu me beijava com Ana e sentia de novo os... lábios, coisa que aproveito e ela sussurra no meu ouvido.
A: Tá vendo, pai? Agora você vai ter duas mulheres na sua cama que te amam incondicionalmente.
Depois de ouvir isso, me perdi num beijo muito apaixonado com ela.
Quando minha esposa se levantou, ela se colocou do outro lado meu, então fiquei com duas mulheres lindíssimas peladas e prontas pra tudo de cada lado, e aos poucos fomos pegando no sono.
De tanto cansaço, não acordamos a noite toda, ou pelo menos eu não. No dia seguinte de manhã, acordei primeiro e resolvi olhar ao redor pra tentar descobrir se tinha sido um sonho ou não. Mas, felizmente, era real, porque minha esposa e a Ana ainda estavam na minha cama, peladas, abraçadas em mim.
Quando a Ana acordou, minha esposa também acordou na hora.
A: Bom dia lindo e maravilhoso, EU AMO VOCÊS! Adoro estar do lado de vocês.
Minha esposa e eu sorrimos pra ela e decidimos entrar no banho juntos. Acreditem, era uma sensação estranha, porque eu não tava acostumado a ter duas mulheres peladas com quem acabara de transar e conversar com toda naturalidade, sem sentir vergonha na frente da minha esposa e da minha filha. Mas elas pareciam super naturais, e mais pareciam um casal elas duas, de tão bem que se davam. Então me puxaram pro banheiro e começamos a nos lavar, um ajudando o outro, nos beijando, nos acariciando e brincando.
Começamos a conversar, e eu perguntei o que tinha acontecido pra ganhar um presente tão foda das duas.
Então minha esposa começou a contar o que rolou:
Parece que na minha ausência, minha filha e minha esposa se aproximaram muito, tanto que minha filha começou a falar um monte sobre sexo com minha esposa, coisa que deixava a Sam muito excitada, e por consequência o sexo entre a gente foi melhorando aos poucos. Até que a Ana começou a meter ideias na cabeça da minha esposa sobre como seria maravilhoso e sortudo fazer isso com um homem mais velho que ela, alguém como eu. E a Ana chegou a contar sonhos que tinha com ela e eu transando. Coisa que minha esposa achou super normal, já que eu sou A figura masculina em casa, minha esposa diz que sou bonito e por isso minha filha me adora, então minha esposa via isso como algo normal.
Mas tudo mudou quando Ana disse pra minha esposa que tinha pesquisado e que existiam filhas que faziam isso com os pais e que era algo normal, e até filhas que faziam com as mães e que também era normal. Então Ana tratou de buscar relatos entre mãe e filha e mostrou pra minha esposa como se fossem histórias comuns e correntes, até que depois minha esposa descobriu que eram relatos eróticos, mas já era tarde demais, minha filha tinha plantado a sementinha na minha esposa de fazer isso entre mãe e filha, e aos poucos o nível de tesão entre as duas foi crescendo até que um dia, depois de irem comprar roupas, começaram a ter uns beijinhos entre elas que levaram a um encontro sexual em casa um par de semanas antes.
Os encontros sexuais continuaram e Ana disse pra minha esposa que queria fazer comigo também, coisa que no começo minha esposa não aprovou totalmente, porque não sabia qual seria minha reação, então entre as duas planejaram a semana inteira anterior com as roupas que comprariam, e os movimentos, frases e mensagens que usariam comigo, coisas que já contei antes.
Então o dia chegou e elas decidiram que naquela noite faríamos entre os três.
Depois da história que me contaram, não tive dúvida de que minha filha tinha sido a culpada e era a mais interessada em fazer com os dois do que só comigo, hehe.
Quando saímos, não vestimos roupa e saímos pelados pra cozinha comer algo pro café da manhã. Naquele dia, decidimos não sair de casa pra aproveitar entre os três.
Quando chegamos na cozinha, preparamos a comida juntos e rapidinho subimos de novo na cama pra continuar nossa sessão de sexo em família.
Naquele dia, ficamos exaustos e eu seco, consegui fazer com minha esposa mais um par de vezes e com minha filha outro par de vezes. Elas me mimaram com um boquete a dois. fenomenal e dos sonhos.
Até que a noite chegou.
Durante o dia inteiro a gente brincava, conversava e praticava coisas novas. Minha filha insistia que queria engravidar de mim e queria a permissão da minha esposa pra isso, coisa que ela não respondeu na hora, mas disse que depois pensaria.
Durante muitos dias de atividade sexual intensa, minha esposa finalmente aceitou que a Ana poderia ter um filho meu, desde que cumprisse as condições dela, tipo a Ana assumir 100% da responsabilidade pelo cuidado do bebê como uma mãe de verdade, e também ter as obrigações de uma esposa em casa.
A notícia foi meio emocionante, porque durante uma sessão de sexo intenso entre nós três, eu tava metendo no cu da Ana e minha esposa tava lambendo a buceta dela num 69, ela gritava:
A: SIIIIIM!! Isso, papai, me come, quero que você coma sua filhinha prenha. Mamãe, tô prenha do seu marido, vou ter um filho com meu pai.
R: Isso, minha princesa, adoro te comer com um filho meu dentro de você.
S: SIM, meu amor, me excita muito saber que você tá prenha do seu pai. Come ela, céu, até ela ficar exausta.
Aquele dia foi muito emocionante porque depois que a gente terminou, minha esposa ficou fazendo um monte de perguntas, eu não acreditava que minha filha tava grávida até a notícia ser confirmada.
As semanas seguintes foram de grande emoção, porque a gente começou a fazer arrumações na casa e a comprar coisas pro bebê, minha esposa tava muito animada, já que ela queria um filho de novo e tava vivendo isso através da filha dela.
Nos meses seguintes, o quarto meu e da minha esposa virou um quarto de três, com uma cama enorme onde a gente cabia perfeitamente, do lado o berço do bebê e a compra de roupas, etc. Todo mundo tava muito empolgado.
Depois de 9 meses de gravidez, minha filha tinha a cesárea marcada pra 19 de dezembro de 2007.
A Ana deu à luz uma menina linda chamada Natália, que é nossa nova integrante da família.
Nossa vida segue Feliz, acho que sou um homem incrivelmente sortudo por ter na minha cama duas mulheres que amo tanto, minha esposa e minha filha, mulheres que dividem tanto as obrigações quanto os direitos de serem as donas da casa, e eu feliz em satisfazer duas mulheres gostosas.
E quem sabe daqui a alguns anos eu tenha outra mulher gostosa nos meus braços, minha filha-neta.
Por enquanto já tem planos de que daqui a alguns anos minha filha engravide de novo de mim, esperando ter um filho, para que eu possa fazer felizes as mulheres da casa e me ajudar nas obrigações de ser o homem da casa.
Desculpem a demora dos meus relatos, mas esses dias com minha filha-neta têm sido muito felizes e não tive tempo de arrumar isso. Espero que tenham gostado da minha história e não esqueçam que quando quiserem conversar: drbetopp@hotmail.com
Obrigado a todos pelos comentários. Até logo, espero em breve contar novidades.
Só sei que sou muito feliz com minha esposa e minha filha na minha cama e com minha filha-neta no quarto, fruto do love com minha filha.
14 comentários - Minha filha me pegou antes que eu a pegasse 8
espero sigas con mas 😃
solo queria saber quien me puede dar un consejo ya que quiero hacerlo con mi prima que vive con mi familia y de verdad la deseo quiero hacerla mia quien quiera ayudarme por favor siganme y denme consejos estoy desesperado
PD: desde ya muchas gracias por tu relatos