Minha filha me pegou antes que eu a pegasse 4

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Tomei a decisão de continuar com o jogo da minha filha, e ainda mais porque eu tava muito tarado pra pensar se era divertido ou não, eu só dizia sim pra tudo que ela decidia

R: Tô com vontade de vinho... e você, meu amor, vai querer vinho também?

Ana ficou me olhando com uma cara de incredulidade, e só no olhar já me perguntava se podia beber, aí eu respondi com outro olhar de aceitação e ela ficou super feliz pelo que vi.

A: Ah, tá bom amor, então me serve uma taça, por favor

Quando o garçom foi embora, minha filha me olhou com um sorriso de orelha a orelha, toda feliz, e disse...

A: Ei, papai, sério mesmo, não tem problema eu tomar vinho?

R: Papai?

A: Hehehe é verdade, tá bom... Meu amor... Não tem problema eu tomar vinho?

R: Por que teria problema, amor, se você tá me acompanhando e se você quer vinho, pode tomar o quanto quiser

A: Hehehe Obrigada, amor

Enquanto falava isso, ela se aproximou e com a mão esquerda se apoiou na minha perna pra chegar mais perto e me dar um beijo na boca, mas não consegui evitar e ela praticamente colocou a mão entre minha perna e meu pau já bem duro na hora. Mas não fez mais nada além do beijo e se ajeitou de novo no lugar.

Eu não sabia o que fazer, e acho que de medo e nervoso até a ereção baixou, não sabia como minha filha ia reagir, mas ela só disse:

A: Vejo que você também tá bem animado, amor, pena que você não pode saber agora o quanto eu tô excitada também

Uff… que palavras minha filha dizia para me derreter e me deixar louco, a sedução com que minha filha estava me prendendo, nem o homem mais frio teria conseguido se segurar.

Poucos minutos depois, o garçom chegou com o vinho e serviu pra gente, agradecemos e esperamos ele ir embora. Acho que naquele momento eu entendi e tive certeza dos planos da minha filha, e sabia que não tinha volta, assim como ela percebeu o quanto eu fiquei relaxado depois disso, já tinha superado o nervosismo dos primeiros minutos fora de casa com ela como acompanhante, então eu, com mais desenvoltura, continuei o jogo divertido da minha filha, mesmo morrendo de ansiedade pra saber tudo que ela queria fazer comigo.

R: Ei, love, quer brindar?

A: Claro!!! Vamos ver...

R: Toma seu tempo, love

A: Hahaha já sei... Quero fazer um brinde... Pela minha mãe, que graças à ausência dela pude passar mais tempo com você, brindo... por ter um papai que me ama muito e realiza todos os meus caprichos... brindo pela minha amiga Sandra Daniela, que abriu meus olhos, me aconselhou, me guiou e me ajudou a realizar meus sonhos... brindo por... meu acompanhante ser muito gato e eu estar muito feliz de ter saído com ele, espero que seja uma noite inesquecível pra nós dois, e espero que tenham muitos dias como esse... Agora você, love, é sua vez de brindar.

Uau, o que a Ana disse me deixou gelado, sabia que a Sra. Sandra Daniela estava metida nisso, mas não sabia até que ponto, minha filha estava feliz e agradecendo que a mãe dela não estava ali e ela tinha conseguido realizar todos os caprichos dela, e enquanto eu também levantava minha taça pra brindar com ela, veio na minha cabeça o que eu tinha conversado horas antes com minha esposa no telefone... e que melhor momento pra dar a notícia pra minha filha, pra saber desde antes a reação dela

R: Bom, eu quero brindar… pela minha esposa, que graças à ausência dela pude passar mais tempo com você... brindo por ter uma filha linda e maravilhosa, que Ela me ama muito, e porque minha acompanhante é uma deusa, tão gostosa que eu faria tudo o que ela pedisse, e brindo... pela minha esposa...

Eu estava vendo a cara de alegria e felicidade da Ana enquanto ela brindava, e aproveitei pra fazer uma pausa e aumentar mais o mistério, queria muito ver a cara da minha filha ao saber que ficaríamos sozinhos por muitos dias e ainda de férias.

R: Pela minha esposa... que é muito batalhadora... tanto... que não vai voltar até daqui a uns 10 ou 15 dias…

A cara da minha filha se iluminou como se tivesse ganhado na loteria, e ela quase gritava de tão feliz que estava, mas ainda faltava o melhor.

R: E meu último brinde, é porque minha esposa, na ausência dela de quinze dias... quer que eu leve minha filha de férias pra onde ela quiser, e que eu vá junto, pra ela não ficar sozinha em casa... ¡¡¡SALUUUUD!!!

A: ¡¡¡SA... SALUUUUD!!!..... É sério, pai? Uhuuuuuuuu, ¡Hohoho que felicidade!!

Quando o garçom estava se aproximando pra oferecer o cardápio e a gente pedir, com a felicidade da minha filha, ela gritava animada, e dava pra ouvir como ela tava feliz, mas o melhor foi o que ela fez, me deixou sem reação e eu nunca soube o que fazer, já que o garçom tinha visto tudo.

A: É sério, pai? Hahaha Pai, certeza que a mãe não vai voltar em 15 dias e ainda... quer que você me leve de férias?

Por sermos os únicos no andar do restaurante, o rapaz percebeu a relação de pai e filha que a gente tinha, mas acho que ele pirou quando minha filha, de repente, por causa da felicidade e pra minha surpresa, se aproximou. E me deu um beijo na boca tão longo, tão sensual e gostoso que eu não podia acreditar. O beijo durou mais de 3 minutos, eu não sabia o que fazer, só sentia a mão da minha filha segurando minha nuca e me puxando pra ela, enquanto com os lábios dela, pequenos mas carnudos, ela tomava conta dos meus, de um jeito bem lento e sensual, enquanto a língua dela procurava a minha lá dentro. esperando uma resposta da minha parte, que, claro, não demorou a chegar. Não posso mentir, no primeiro minuto aquela situação me deixou paralisado, e sinceramente, não soube o que fazer. Senti minha ereção e senti o perfume da minha filha, coisas que me fizeram cair na real. Então abri os olhos e vi ela de olhos fechados, curtindo o momento, e eu quis curtir também. Ao sentir os lábios da minha filha, a primeira coisa que tentei fazer foi segurá-la pelos ombros com minhas mãos e puxá-la ainda mais para perto de mim, abrindo mais minha boca e começando a brincar com a língua dela. Ufa, que sensação mais sublime. A língua dela tinha um gosto especial, o hálito fresco e a saliva com gosto de pecado, mas tudo tão delicioso que era muito difícil me arrepender naquela hora.

O beijo continuou, e eu segurei a nuca dela com minha mão, puxando-a ainda mais para perto, como se quisesse devorá-la de uma só vez, enquanto com a outra mão continuava acariciando o braço dela de cima a baixo. Enquanto isso, minha filha, com a mão livre, começou a acariciar meu peito e minhas pernas, sem fazer mais nada. O beijo foi terminando aos poucos, digno de novela, com fios de saliva por causa da paixão, como se fôssemos dois adolescentes (bom, como se eu fosse um adolescente, porque ela ainda era).

Alguns beijinhos bem pequenos e bem rápidos, onde só havia contato com os lábios, encerraram aquele momento tão excitante da minha vida. Enquanto ela se afastava de mim e se sentava de volta na cadeira, segurou meu rosto com as duas mãos e riu com um jeito envergonhado, enquanto dizia:

A: Obrigada, papai… esse é o melhor dia da minha vida. Você me fez muito feliz de várias formas. Espero poder te recompensar hoje por tudo que você fez por mim.

R: Não sei como agradecer pelo que você tem feito por mim, minha filha. Só espero não te decepcionar.

A: Você não me decepcionou até agora e duvido que vá. Pelo contrário, você está me fazendo muito feliz.

Depois disso, fizemos uma pausa e cada um se acomodou em seu lugar. assentos, então ao virar a cabeça olhei pro garçom e com um gesto pedi pra ele trazer os cardápios. Quando ele chegou, tava com uma cara de espanto que não cabia nele, e não sei se ele tava nervoso por ver minha filha, ou pela situação de ver como a gente se comportava, eu e minha filha. Enquanto ele se aproximava, nos deu o cardápio e se retirava, a gente conversava sem nenhum pudor.

R: Querido, quer continuar com o jogo dos namorados?

A: Mmmm, não sei, verdade é que é muito divertido brincar de namorados você e eu, mas...

R: Mas o quê, querido?

A: Pra mim é mais excitante que saibam que somos pai e filha e que vejam que a gente se trata como...

R: Como a gente se trata?

A: Como namorados, papai.

R: Jejeje, ah querido, suas ideias, mas tudo bem, hoje vou fazer tudo o que você me pedir.

A: Sério, papai?

R: Sim, love, tudo. Mais ainda, pra te dar um exemplo, hoje vou tentar me dirigir a você como filha, e você vai me chamar de papai ou paizinho, o que acha?

A: SUPER!!!

Em poucos minutos, a comida começou a chegar. A comida e quase não conversávamos no começo, a gente se dedicava a comer porque os dois estavam com muita fome já. Alguns minutos depois, ela começou a conversar.

A: Sabe que tô muito feliz e grata pela Sandra, papai?

R: Pela sua amiga Sandra da internet, querido? (Eu perguntava como se não soubesse quem era, hehehe)

A: Você gostou de tudo que eu fiz pra você essa semana toda, papai?

R: Gostar? Mas se eu amei, filha, foi maravilhoso, por isso te digo que não sei como te agradecer.

A: Sim, papai, o que acontece é que há várias semanas tô falando com ela e ela me deu muita confiança pra conversar, e ela também de me contar as coisas dela. Deixa eu te contar tudo o que ela me dizia...

Durante vários minutos, e acho que até mais de uma hora ou mais, ela me contava tudo, absolutamente tudo o que tinha falado com Sandra, e todos os planos que ela tinha tramado com minha filha pra me seduzir.

Como se o dia não fosse suficiente. Perfeito, e eu estava com uma ereção no talo, minha filha temperou o bolo me contando tudo o que tinha conversado com a Sandra. Ela me disse primeiro que a Sandra era uma garota muito parecida com ela, da mesma idade e até com os mesmos gostos, diz que aparentemente com o mesmo físico. Ela me contou que morava com o pai, mas que o pai era viúvo e que ela via o pai muito triste e entediado, e que ela tinha sonhado que transava com ele, e que essa ideia tinha vindo de contos eróticos na internet, e a Sandra tinha mandado alguns pra ela ler. Tudo isso eu já sabia graças à Danny, mas por lógica não contei pra Ana.

O melhor veio depois… Ana começou a me dizer que tinha se interessado muito pela ideia da Danny, e que ela tinha se proposto a seduzir o pai dela, pra ele não ficar mais triste e sozinho, já que amava muito o pai. Ana me contou também tudo o que supostamente a Danny fazia com o pai dela, o jeito que ela seduzia ele e a forma como começaram a transar os dois, e até me explicava tudo o que faziam, e eu naquela altura, ouvindo tudo da boca da minha filha, simplesmente me fazia ter uma ereção estourando que quase rasguei minha calça.

Depois de me contar como a Danny e "o pai dela" tinham transado, Ana começou a me dizer…

A: Sinceramente, pai, eu tava muito empolgada e excitada com tudo o que a Danny me contava, e como ela via o pai dela entediado e triste, o que ela fez com o pai mudou a vida dos dois, porque o pai virou outro homem, muito mais jovial, alegre e até se preocupava mais com o físico e, logicamente, em alegrar a filha. E a Danny, por sua vez, ficou muito feliz e podia ver o pai feliz e ela sendo a causa disso, além de que ela curtia pra caralho as sessões de sexo, e tudo isso me excitava muito, pai.

R: Sim, filha, já entendi, do jeito que você conta, qualquer um ficaria excitado.

A: Jejeje, já com tudo que ele me contava e ver que o Danny tinha ajudado o pai dele, e vendo eu a situação que você tava passando e que minha mãe, por causa do trabalho, não passava tempo com a gente, decidi fazer a mesma coisa que o Danny...

R: A... a mesma coisa?

A: SIM... a mesma coisa... ou você não percebeu?

R: Claro que sim, sabia que você tramava alguma coisa, mas não sabia até onde você iria.

A: O Danny me deu vários conselhos, na verdade quase tudo foi ideia dele: dormir esta semana na sua cama, usar as roupas da mamãe, tomar banho no seu banheiro, e te convidar pra algum lugar no fim de semana.

R: Nossa, o Danny tem umas ideias muito boas, mas você disse que quase todas eram ideias dele. Teve alguma sua?

A: Jejeje, poucas, não muitas.

R: Então me diz... quais?

A: Jajaja, ai papai, quer mesmo saber? A única coisa que foi ideia minha foi te levar pra fazer compras e modelar pra você, te convidar pra ver um filme comigo, preparar seu café da manhã vestida daquele jeito e comprar umas roupas.

R: Uau, filha, você me deixou sem palavras. Não sabia que você tinha uma mente tão criativa, jejeje.

A: Jejeje, ai papai... me envergonha... e você ainda não viu nada.

A conversa continuou, ela me contava tudo que o Danny dizia e como ela colocava em prática. Eu, logicamente, não conseguia evitar uma ereção daquelas. Mas ainda assim, o mais maravilhoso de tudo é que minha filha estava se transformando na minha namoradinha, na minha amante. Enquanto a Ana me contava tudo com detalhes e a gente ria junto, a gente se aproximava e se beijava na boca, e fazia isso com mais ênfase quando alguém nos via. Naquela altura, o que iam nos dizer?

Quando ela já tinha me contado tudo que fez pra mim na semana, comecei a contar o que ia rolar na semana seguinte.

R: E me diz, filha... você topa ir de férias?

A: Sim!! Não quero ficar em casa o dia inteiro, mas a mamãe não vai estar e acho que não dá pra gente sair nós dois sozinhos.

R: Por que não, filha? Você não ia gostar de ir de férias comigo? e eu sozinhos
A: Uf, claro, adoraria, mas a mamãe vai querer se intrometer e não vou me divertir tanto quanto eu queria
R: Kkkk, acho que também não, e se a deixarmos trabalhando?
A: Quêêê?... Vai, explica
R: Hoje sua mãe me ligou no celular, na hora do trabalho, eu tava muito preocupado porque pensei que ela tinha descoberto tudo que você fez na semana
A: Ah, papai, como assim, se eu não fazia nada fora do normal… hehehe
R: Pois é, mas enfim, ela me disse que tava com problemas no projeto dela e com os clientes, e que queriam que entregassem o projeto o mais rápido possível, e sua mãe me falou... que ia ficar quase uma semana, e quase certeza que ficava duas
A: Sério, papai?
R: Sim, aliás ela disse que como você já tava de férias e não queria que você ficasse entediada em casa, me pediu pra te levar de férias
A: SÉÉÉÉRIOOOOO???!!!
R: Aham, isso mesmo
A: Uhuuuuuuu, que felicidade, esse dia não podia ser melhor
R: Kkkk, ah, filha, vejo que essa notícia te deixou muito feliz, e pra falar a verdade... eu também, então pedi minhas férias adiantadas no trabalho e também vou ter férias por 1 semana completa, então você pode escolher pra onde quer que eu te leve de férias
A: Siiiiim, hahaha que felicidade, não sei, queria ir pra um lugar bem ensolarado, aproveitar que você e eu gostamos de lugares tropicais e como minha mãe gosta de lugares frios e não vai, podemos ir pra uma praia ou algo assim
R: Claaaro!!! Eu tava pensando em ir pra alguma praia do país, dessas bem tranquilas, ou ir pra Cuba, que lá é bem mais barato que aqui no México
A: Uau, papai, eu sempre quis ir pra Cuba, e a gente já conhece quase todas as praias daqui, seria muito bom ir pra lá, não acha?
R: Sim, também gosto da ideia, além disso as praias de Cuba são lindas e tranquilas e é uma ótima época pra ir pra lá, já que não vai ter muitos turistas agora semana

Minha filha ficou feliz e começou a rir e gritar de alegria, tanto que se aproximou e me abraçou com os dois braços no meu pescoço, e começou a me beijar.

Ufa, cada beijo que ela me dava era muito mais apaixonado a cada vez. Dessa vez, o beijo pareceu durar mais de 5 minutos, ela não se desgrudava de mim, e nessa altura eu já estava aproveitando minha filha ao máximo. Também a segurei com minhas mãos e a beijei com toda a paixão que sentia naqueles momentos.

O beijo era mais que delicioso, os lábios dela eram as coisas mais macias que já senti na vida, ainda estavam perfumados pelo batom e guardavam um sabor juvenil que eu não sentia há muitos anos (apesar da comida e do vinho). Quando ela parou de me beijar, foi se afastando e passou a mão no meu pau, e com um sorriso safado só me disse…

A: Vejo que você também tá feliz, papai

R: Você não faz ideia, filha, não faz ideia

Depois de tudo isso, perguntei pra onde ela queria ir agora. Ela disse que não precisávamos nos preocupar, que teríamos todo o tempo do mundo e que ela queria mesmo ir ao cinema comigo.

Então pagamos a conta e saímos, como um par de namorados, obviamente com uma diferença de idade bem marcada. Ela me segurava pela cintura enquanto eu, com um braço, a segurava pelo ombro, e saímos trocando beijinhos na boca na frente dos funcionários, que nos olhavam com muito tesão. Não podiam acreditar que eu estava com uma garotinha de 17 ou 18 anos, eu tendo uns 40, mas era muito mais divertido ver a cara do garçom que nos atendeu, já que ele sabia que éramos pai e filha.

Quando saímos de lá, bastou caminhar alguns minutos e entrar no cinema, já que ficava dentro do shopping onde estava o restaurante.

Quando chegamos lá, pedimos ingressos para um filme de terror, supostamente. Não lembro o nome porque foi a Ana quem escolheu, e eu não conseguia prestar atenção em nada além do corpo dela, porque agora eu tocava, acariciava e olhava com muito mais tesão. e de forma mais descarada e prejudicial. Felizmente, não esperamos muito, e entramos quase na hora. Ela me puxava pela mão, e eu ficava muito feliz em vê-la tão contente, fazia tempo que não a via assim. Não consigo descrever, era realmente fascinante e quase alucinante ver a cara de todo mundo ao nosso redor, que viam um homem de 40 anos com uma adolescente linda, usando uma roupa bem provocante e sexy. Adorava ver muitos homens e garotos com suas respectivas parceiras, muito gostosas por sinal, embora não tanto quanto minha filha, e esses homens não conseguiam evitar os olhares penetrantes para o corpo da minha filha.

Enquanto esperávamos e entrávamos na sala, minha filha me puxava pela mão, como aquelas garotas felizes e orgulhosas do namorado novo. Quando entramos na sala, minha filha estava me puxando e me levando para nossos lugares. Ela tinha escolhido ficar na parte mais alta das poltronas e nos últimos assentos da fileira, praticamente estávamos na parte mais afastada das cadeiras, lá em cima e na beirada. Felizmente, não tinha muita gente, e todo mundo estava 5 ou 6 fileiras abaixo, apesar de a sala ser pequena, tinha poucas pessoas e, por isso, muito espaço entre cada grupo de pessoas que estava ali.

E depois, alguns minutos depois de termos nos instalado nos nossos assentos, ofereci à minha filha ir na bombonière pegar algo para ela e para mim. Minha filha só pediu uma garrafa de água, um potinho de pipoca e um sorvete, hahaha nada mal para uma adolescente. Eu, por minha parte, só me contentei com uma garrafa de água e um sorvete. Quando voltei para a sala com as coisas que tinha comprado para minha filha, ao me sentar, Ana me deu um beijinho nos lábios e disse…

A: Ei, papai, tenho uma surpresa para você

R: Ah, é, querida? Qual é?

A: Daqui a pouco te conto

R: Tá bom, querida

Em instantes, o filme começou, com as luzes se apagando completamente, deixando só a tela mostrando. Os trailers dos filmes que iam passar em breve, minha filha se acomodou do meu lado, encostando a cabeça no meu ombro, e com as mãos segurando a comida. Eu, por minha vez, peguei minha filha com um braço, segurando ela pelo ombro, e com o outro braço eu pegava a água e de vez em quando fazia carinho na cabeça dela, brincando com o cabelo lindo dela, o que sei que minha filha sempre amou desde pequena.

Minha filha praticamente não se mexeu nos primeiros 10 minutos do filme, parecia que ela tava gostando, mas eu me enganei, ela virou a cabeça e começou a sussurrar pra mim.

A: Ei, pai, o filme tá meio chato, cê não acha?

R: Pois é, eu nem tô prestando muita atenção, hehehe

A: Ei, pai, me dá uma colherada do seu sorvete? E eu te dou do meu.

Nisso, eu estendi a mão com o sorvete perto da boca dela pra ela provar, e depois ela fez o mesmo, mas aí começamos a nos divertir.

Quando minha filha me ofereceu sorvete e eu ia provar, ela, de propósito, virou o sorvete bem na hora, fazendo com que eu ficasse todo lambuzado de sorvete na bochecha. Enquanto isso, a Ana só ria.

A: Hehehe, ai, pai, me desculpa.

R: Hmm, relaxa, filha, não me sujei muito.

A: Deixa eu limpar, pai.

Ufa, aí começou meu prazer. Ela pegou meu rosto com as mãos e começou a usar a língua pra limpar todo o sorvete do meu rosto, de um jeito tão provocante, e assim se passaram uns 5 minutos, dando lambidas no meu rosto e dentro da minha boca pra compartilhar o sorvete que ela lambia de mim.

Nós dois estávamos rindo bem baixinho pra ninguém reclamar na sala, e nessa hora, meu pau já tava durasso.

R: Ei, filha, cê não quer mais do meu sorvete?

A: Quero, pai, me dá.

Decidi fazer minha parte agora. Estendi a mão com o sorvete e, bem na hora que ela ia provar, fiz a mesma coisa e lambuzei o lado da boca dela.

A: Hahaha, pai, que sem-vergonha, hehehe. agora você vai ter que me limpar

R: Ah, filha, desculpa, hehehe, deixa eu te limpar

Nisso, fiz exatamente o que minha filha tinha feito minutos antes: segurei o rosto dela e, com minha língua, comecei a lamber o rosto dela e dar beijos para compartilhar o sorvete que eu tirava da cara dela. O beijo se transformou numa luta desenfreada entre nossos lábios e línguas; quando nos separamos, ambos ríamos muito felizes e, aparentemente, muito excitados por estarmos tão sujos, mas com a excitação aumentando a cada segundo.

Agora eu via minha filha comendo pipoca, e eu aproveitava para olhar os peitos dela, tão deliciosos que pareciam, enquanto pedia para ela me oferecer. Era uma imagem gostosa demais que minha filha me dava do decote dela, com aquele par de peitos grandes e bem formados que se apertavam na camisa que ela usava; eu notava como o começo dos peitos estava a alguns centímetros do meu nariz.

Nesse momento, Ana virou um pouco a cabeça e, ao levantar o olhar, viu como eu olhava fixamente para os peitos dela. Ela só sorriu e disse…

A: Você gosta?

R: Muito, filha, você está muito gostosa e sexy. Desde a vez que você tomou banho comigo, não consigo tirar essa imagem da minha cabeça.

A: Obrigada, fico feliz que você goste.

Nisso, ela pegou com uma das mãos um punhado pequeno de pipoca, e uma caiu exatamente entre os peitos dela, ficando presa na linha que os dividia.

A: Opa.

R: Kkkk, ah, filha, que pontaria.

A: Hehehe, é verdade, mas acho que assim fica mais gostoso.

R: Kkkk, sério?

Nisso, ela pegou a pipoca com os dedos e comeu de um jeito bem normal.

A: Hum, que delícia, de verdade, papai, fica mais gostosa assim, hehehehehehe.

R: Ah, e tem gosto de quê?

Nisso, ela pegou uma pipoca meio grande e, já que estávamos totalmente quentes e sem vergonha, deixou cair de propósito entre os peitos dela, ficando exatamente no mesmo lugar que a anterior.

A: Quer saber qual é o gosto?

R: Claro! Adoraria, me dá aí.

Em Isso, minha filha, não esperei e me levantei, fiquei totalmente de frente pra mim. Com uma mão ela ia pegar uma das pipocas, mas com a outra segurou minha cabeça pela nuca e puxou contra os peitos dela. Ufa, que delícia que tava rolando, minha filha tava me deixando fazer o que eu mais queria. Tentei pegar a pipoca com os lábios, mas ao mesmo tempo tentava cheirar e sentir os peitos dela, usava a língua pra lamber e sentir ela. Era simplesmente maravilhoso o que minha filha tava fazendo comigo.

A: Vai, papai, pega ela, vai ver que você vai gostar. Não sai daí até pegar.

R: Hum, slup, mmmm.

A: Assim, papai, procura bem.

Enquanto eu tentava tirar a pipoca do meio dos peitos dela, mais ela se enfiava neles, mas isso já era o que menos importava. Nessa altura, eu tava mais interessado em lamber o máximo possível os peitos dela, enquanto com as mãos segurava a cintura dela.

Quando consegui pegar a pipoca com a boca, minha filha sentiu e soltou minha cabeça. Me levantei e falei baixinho…

R: Ai, filha, que deliciosa que tá, verdade, tem um gosto incrível assim, hehe.

A: Viu? Falei que você ia gostar, papai.

R: Pena que não posso comer assim toda vez que venho ao cinema com vocês.

A: Kkkk, ai, papai, mas de agora em diante, toda vez que a gente vier, só você vai poder comer assim. Quando a mamãe vier, a gente inventa alguma coisa, hehe.

R: Mmm, combinado.

Nisso, me aproximei e dei um beijo nela na boca bem longo. A verdade é que a gente não tava prestando atenção nenhuma no filme, e tava mais ocupado nos beijando e nos acariciando. Começamos a gemer, mas tentando fazer o menor barulho possível, embora, felizmente, o barulho do filme e a pouca gente na sala permitissem esse luxo.

Eu, com meu pau totalmente duro, acariciava minha filha na cintura e no rosto, nos braços e nas mãos dela. Ainda não me permitia dar mais passos, embora soubesse onde a gente ia chegar, eu e minha filha. Bom, pelo menos era o que eu esperava. Passando os minutos, minha filha se apoiou de novo em mim, quase encostando as costas no meu ombro e no meu peito, com a cabeça dela virada pra trás, apoiada no meu queixo. Ela pegou minha mão direita com a dela e colocou do lado do braço dela, enquanto com a outra mão pegava a minha que tava livre e colocou na minha perna do mesmo lado.

Ela começou a falar quase sussurrando:

A: Ei, papai, quer ver qual é a surpresa que tenho pra você?

R: Jejeje, sim, filha, fala aí.

Sem dizer mais nada, minha filha pegou minha mão esquerda e começou a acariciar minha perna, bem de leve. Eu tava totalmente duro, mas por causa da posição que ela tava, não dava pra perceber completamente.

Nisso, com a mão direita, ela colocou debaixo da minha e ajeitou de um jeito que entrelaçamos as mãos, e ela, sendo a guia, começou devagar a desabotoar 2 botões da blusa dela, e depois os outros dois últimos. Minha filha tava com a blusa totalmente aberta e eu podia ver de cima todo o espetáculo. JÁ NÃO TAVA MAIS DE SUTIÃ. Os peitos dela começaram a se separar ao se soltar da pressão da blusa, e quando não vi o sutiã, falei:

R: Que que houve, love, tirou ele?

A: Jajaja, sim, cê não gostou da ideia?

R: Adorei, mas onde cê deixou?

A: Deixei cair mesmo.

R: E quando fez isso?

A: Aproveitei quando cê foi pegar a pipoca e como ninguém tava olhando, tirei ele jejejeje, não acha divertido?

R: Muuuuito, acho muito ardente, love.

Ela continuou com a mão dela guiando a minha, ainda sem eu ter contato com a pele dela com as minhas mãos, porque a mãozinha pequena dela tava no meio.

Ela começou a se acariciar a cintura com movimentos lentos e delicados. Eu já tava no limite e parecia que tava soltando líquido pré-seminal de tão excitado que eu tava naquela situação. Depois, Ana começou a descer a mão dela e a minha e começou a enfiar entre a saia dela e a pele da cintura, quando começou a acariciar do mesmo jeito. formando o início das coxas dela e ao lado do púbis. Depois disso, aos poucos, comecei a girar a mão, deixando a minha completamente sobre a pele dela. Agora eu tinha trocado a posição das mãos para que ela ficasse por cima da minha, e ainda continuava me guiando, já que estávamos com os dedos entrelaçados.

A: Também tirei a parte de baixo, hehehehehe

R: Anaaa!!! Você tirou a sua calcinha fio dental?

A: Qual é o problema, papai?

R: Na... nada, filha.

A: Você não gosta?

R: Gosto, sim, adoro, mas estou ficando muito excitado!

A: É pra isso mesmo, papai, e não tem problema, ninguém nos vê nem nos ouve, ainda falta quase meia hora para o filme acabar.

Eu já não me importava mais com o que ia acontecer, então comecei a acariciar o começo da coxa da minha filha, com círculos pequenos, que me faziam tremer com a sensação da pele dela, totalmente macia, delicada e fresca. Fiquei assim só por uns dois minutos, tinha um banquete de carne jovem e deliciosa que não podia desperdiçar. Quando comecei a acariciar mais partes do corpo dela, ela soltou minha mão, me deixando fazer tudo o que eu quisesse. Então aproveitei e, com a outra mão onde ela estava por cima da minha, acariciando minha perna, fiz a mesma coisa que ela: troquei a posição das mãos, deixando a dela tocando diretamente minha calça na altura da coxa, e coloquei minha mão sobre a dela, continuando no mesmo ritmo das carícias.

Continuei com as carícias e comecei a subir minha mão, afastando um pouco da blusa e subindo até os peitos dela, enquanto com a outra mão a levava até meu pau completamente duro, pra ela sentir como o pai dela estava.

Ufa, era a primeira vez que eu acariciava os peitos dela, e tocá-los era uma sensação tão deliciosa e sublime... ufffff que gostoso, os peitos dela eram grandes, cabiam bem na minha mão por completo e ainda sobrava carne. Os mamilos dela eram pequenos, mas também estavam totalmente eretos, macios, e eu procurava trocar minhas mãos entre os dois peitos. Frequentemente tentando me deliciar com os dois o máximo possível, também acariciava sua cinturinha e seu abdômen liso, e de vez em quando brincava com o piercing que ela tinha no umbigo e descia até as coxas dela, e com as carícias chegava a sentir parte da sua bela pelugem pubiana, mas não me atrevia a acariciá-la nem a seguir adiante na minha exploração.

Enquanto eu tentava me deliciar mais com os peitos dela, minha filha já estava totalmente agarrada no meu pau, acariciando ele por todos os lados possíveis que o jeans permitia.

Assim ficamos quase até o final do filme. Já no final, minha filha virou a cabeça deixando a boca dela na altura da minha e, num sussurro, me dizia, enquanto entre cada frase ou cada palavra me dava um beijinho só de lábios, e os olhos dela meio fechados.

A: Ei, papai… acho que o filme já vai acabar (beijo)

R: Sério, filha?... que pena!

A: (beijo) Sim, papai… tenho que me arrumar, não acho que você ia gostar que eu saísse assim da sala, né? Além disso, você não ia ficar com vergonha de sair assim (enquanto apertava levemente meu pau)

R: Você tem razão, querida

Nisso, aos poucos começamos a diminuir a intensidade das carícias até parar completamente. Ela se sentou e começou a abotoar a blusa dela, pelo visto ia embora sem a calcinha fio-dental e sem o sutiã.

Eu, por minha vez, só tentava pensar em outra coisa e prestar um pouco de atenção no filme pra diminuir a ereção, mas já era impossível. Minutos depois, minha filha já tinha terminado de se arrumar e o filme acabava, as luzes da sala começavam a acender. Minha filha já estava vestida como tinha chegado ao cinema, mas ainda não tinha visto ela procurar ou colocar o sutiã nem a calcinha fio-dental.

Quando nos levantamos, notei que minha filha tinha deixado o banco um pouco molhado onde ela estava. Aos pés dela estavam o sutiã e a calcinha fio-dental jogados no chão.

R: Filha?

A: Deixa eles, papai, já não vou mais vestir

R: Tá bom

Diferente de quando entramos de mãos dadas Mano, dessa vez minha filha tava me ajudando a esconder minha ereção dos outros, então a gente caminhava junto e colado, ela na minha frente pra ninguém perceber. Claro que era impossível, porque eu sentia parte da bunda dela, o que fazia minha ereção continuar firme.

Assim a gente seguiu do cinema, e de novo os olhares estavam todos nela e em mim. Continuamos andando sem falar nada, eu segurava ela pela cintura na frente, e ela segurava minhas mãos com as dela, mantendo um passo sincronizado e devagar, aproveitando cada passo que dávamos.

Seguimos andando e, com a vergonha e a pressão dos olhares dos outros, comecei a me encolher, o que ajudou a diminuir minha ereção. Quando minha filha percebeu, ela se afastou um pouco de mim e segurou minha mão de novo, mas dessa vez levou até a cintura dela, pra eu abraçá-la de lado. Ela segurava minha mão com força.

Sinceramente, nem minha esposa me tratou assim quando a gente começou a namorar, e naquele ponto eu já podia dizer que tava me apaixonando pela minha filha. Passamos por todos os corredores e lojas do shopping até sair e chegar no estacionamento. Procurando nosso carro, que não tava muito longe.

Comecei a tratar minha filha como minha amante. Quando chegamos, abri a porta do carro pra ela, ela ficou satisfeita e agradecida, e como agradecimento, se virou, segurou meu rosto e minha nuca e começou a me beijar apaixonadamente, enquanto eu continuava segurando a cintura dela. Ficamos assim por vários minutos, o beijo já tinha se prolongado bastante e eu começava a ter outra ereção.

A: Muito obrigada, papai, esse foi o melhor dia da minha vida. Adoro passar tempo a sós com você, e não sei como te agradecer.

R: Não agradece nada, filha. Essa semana foi maravilhosa em todos os sentidos. Não senti falta da sua mãe nem um pouco. Adorei te ver e te sentir, e adorei tudo que você fez comigo e me deixou fazer. Eu é que sou o sortudo. tem que agradecer Respondeu com outro beijo longo de novo e muito mais apaixonado que o anterior, e quando terminou, entrou no carro. Imediatamente entrei eu também, e ao sair do estacionamento da praça, falei… R: Agora, filha, são 8 da noite, já quer ir pra casa descansar? A: Descansar, pai?? Descansar de quê?? R: Hahaha, ah, querida, então me diz o que você gostaria de fazer agora A: Você disse que a mamãe te ligou de manhã, não foi?? R: Sim, filha, foi sim, aliás, ela mandou lembranças A: Haha, obrigada, jejeje, escuta... e se eu não quiser ir pra casa ainda, e a gente for pra outro lugar? Além disso, se a mamãe já falou com você, acho que não vai ligar pra casa pra nos procurar, é mais fácil ligar pro seu celular ou pro meu, não acha?? R: Sim, você tem razão, acho que por hoje ela não liga mais, mas me diz: onde você quer ir agora? A: Haha, não sei, mas o que eu sei é que não quero ir pra casa, deixa eu ver pra onde a gente vai e te falo Eu continuei o caminho como se fôssemos pra casa, mesmo que o trajeto com o trânsito fosse se estender por até 2 horas. Minha filha estava olhando pra rua, e eu imaginava pra onde ela gostaria de ir. A: Pai, tá um trânsito danado, e você sabe que eu fico louca com trânsito R: Eu sei, querida, mas não posso fazer nada A: E se a gente for pra algum lugar pra matar tempo e voltar pra casa mais tarde, sem trânsito? R: Tá bom, deixa eu pensar o que tem por aqui perto... mas me diz: o que você tá a fim de fazer pra eu te dar opções? A: Mmmm, vamos ver... e se a gente entrar naquele lugar? Quando ela levantou a mão e a gente estava totalmente parado no trânsito, vi que ela tava apontando pra um motel meio chique. Um frio terrível percorreu minhas costas, entendi perfeitamente o que minha filha queria me dizer. A verdade é que não soube o que responder, sabia o que ela tava pedindo, sabia o que ela queria, e eu também desejava aquilo, simplesmente é difícil encarar. R: Tem certeza de que quer entrar? A: SIM... e você não? R: Adoraria, mas você sabe que não teria volta, e não quero saber que você se sentiu obrigada ou pressionada.

A: Haha papai, mentira, eu quero entrar lá e é a única coisa que eu quero, o resto não me interessa agora, além disso, ninguém nos espera em casa, não tem problema, né?

R: Bom, não... Mas não sei se a gente tá... você sabe... protegidos.

A: Protegidos??... Hahahaha já entendi.

R: A gente precisa comprar alguma coisa numa farmácia aqui perto, não acha?

A: NÃO!!

R: Como assim???

A: Não quero que você compre nada, não quero usar nada nem que você use nada.

R: Mas filha, tem muitos riscos.

A: É isso que eu quero, papai, quero correr o risco e se algo acontecer, vai ser nosso segredo. Eu obviamente não vou contar nada e você também não.

R: Mas você tem certeza, filha?

A: Sim, aliás, se algo acontecer, eu seria muito, muito feliz e emocionada de carregar em mim uma parte de você.

R: Tá... tá bem.

Com o que a gente tava conversando, minha ereção tinha voltado, e eu sabia o que minha filha tava dizendo, ela queria entrar num motel comigo, queria ficar comigo sem proteção nenhuma e se ela engravidasse, pelo visto isso não ia preocupar ela e pelo que ela disse, ela ficaria feliz com isso. Eu naquela altura já tava com a cabeça quente demais pra pensar nas consequências, e era o que menos me importava, o que eu queria era estar na cama com minha filha, ter ela, possuir ela e sentir o que era estar dentro dela, e se algo acontecesse... que se dane? já não me importava mais nada.

No próximo relato, vou contar o que aconteceu desde a entrada no motel, e a noite mais maravilhosa e ardente que já tive em toda a minha vida, fazer amor com minha filha foi uma das experiências mais alucinantes que já tive na vida.

4 comentários - Minha filha me pegou antes que eu a pegasse 4

para cuanfo es la siguiente y la vrdd estan muy buenas y exitantes
rgt017 +1
ps las fotos ps si es mayor de edad tiene 18 anos