PARTE 1: http://www.poringa.net/posts/relatos/2256586/Quise-atrapar-a-mi-hija-pero-ella-me-atrapo-a-mi-1.html
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A senhora Judith: http://www.poringa.net/posts/relatos/2251914/La-senora-judith-_muy-buen-relato_.html
Tomei a decisão de continuar com o jogo da minha filha, e muito mais porque eu tava tão tarado que nem pensava se era divertido ou não, só dizia sim pra tudo que ela decidia.
R: Tô com vontade de vinho... e você, meu amor, vai querer vinho também?
Ana me olhou com uma cara de incredulidade, e só com o olhar já me perguntava se podia beber. Eu respondi com outro olhar de aceitação, e ela ficou super feliz, pelo que vi.
A: Ah, então tá bom, amor. Pode mandar uma taça pra mim, por favor.
Quando o garçom foi embora, minha filha me olhou com um sorriso de orelha a orelha, toda feliz, e disse:
A: Ei, papai, sério mesmo, não tem problema eu tomar vinho?
R: Papai?
A: Hehe, é verdade. Tá bom... Meu amor... Não tem problema eu tomar vinho?
R: Por que teria problema, amor? Se você tá me acompanhando e quer vinho, pode tomar o quanto quiser.
A: Hehe, obrigada, amor.
Enquanto falava isso, ela se aproximou e, com a mão esquerda, se apoiou na minha perna pra chegar mais perto e me dar um beijo na boca. Mas não consegui evitar, e ela praticamente colocou a mão entre minha perna e meu pau, que já tava bem duro na hora. Mas ela não fez mais nada além do beijo e se acomodou de novo no lugar.
Eu não sabia o que fazer, e acho que de medo e nervosismo até a ereção baixou. Não sabia como minha filha ia reagir, mas ela só disse:
A: Vejo que você também tá bem animado, amor. Pena que você não pode saber agora como eu tô excitada. também
Uff… que palavras que minha filha dizia pra me derreter e me deixar louco, a sedução com que minha filha tava me prendendo nem o homem mais frio teria conseguido se segurar.
Daí depois de alguns minutos o garçom chegou com o vinho e serviu pra gente, agradecemos e esperamos ele ir embora. Eu acho que naquele momento eu entendi e tive certeza dos planos da minha filha, e sabia que não tinha volta, assim como ela percebeu o relaxado que eu fiquei depois disso, já tinha passado o nervosismo dos primeiros minutos fora de casa com ela como acompanhante, então eu com mais desenvoltura entrei na brincadeira gostosa da minha filha, mesmo morrendo de ansiedade pra saber tudo que ela queria fazer comigo.
R: Ei, love, quer brindar?
A: Claro!!! Vamos ver...
R: Toma seu tempo, love
A: Hahaha já sei... Quero fazer um brinde... Pela minha mãe, que graças à ausência dela pude passar mais tempo com você, brindo... por que tenho um papai que me ama muito e realiza todos os meus caprichos... brindo pela minha amiga Sandra Daniela, que abriu meus olhos, me aconselhou, me guiou e me ajudou a realizar meus sonhos... brindo por... que meu acompanhante é muito gato e tô muito feliz de ter saído com ele, espero que seja uma noite inesquecível pra nós dois, e espero que tenha muitos dias como esse... Agora você, love, é sua vez de brindar.
Uau, o que a Ana falou me deixou gelado, sabia que a Sra. Sandra Daniela tinha se metido nisso, mas não sabia até que ponto, minha filha tava feliz e agradecendo que a mãe dela não tava ali e ela tinha conseguido realizar todos os caprichos dela, e enquanto eu também levantava minha taça pra brindar com ela, veio na minha cabeça o que eu tinha conversado horas antes com minha esposa no telefone... e que melhor hora pra dar a notícia pra minha filha, pra saber desde antes a reação dela.
R: Bom, eu quero brindar… pela minha esposa, que graças à ausência dela pude passar mais tempo com você... brindo por que tenho uma filha linda e maravilhosa, que Ela me ama muito, e porque minha acompanhante é uma deusa, tão gostosa que eu faria tudo que ela pedisse, e brindo... pela minha esposa...
Eu estava vendo a cara de alegria e felicidade da Ana enquanto ela brindava, e aproveitei pra fazer uma pausa e aumentar mais o mistério, queria muito ver a cara da minha filha ao saber que a gente ia ficar sozinho por muitos dias e ainda de férias.
R: Pela minha esposa... que é muito batalhadora... tanto... que não vai voltar até daqui a uns 10 ou 15 dias…
A cara da minha filha se iluminou como se tivesse ganhado na loteria, e ela quase gritava de tão feliz que tava, mas ainda faltava o melhor.
R: E meu último brinde, é porque minha esposa, na ausência dela de quinze dias... quer que eu leve minha filha de férias pra onde ela quiser, e que eu vá junto, pra ela não ficar sozinha em casa... ¡¡¡SALUUUUD!!!
A: ¡¡¡SA... SALUUUUD!!!..... É sério, pai? Ujuuuuuuuu, ¡¡Hohoho que felicidade!!
Quando o garçom tava se aproximando pra oferecer o cardápio e a gente pedir, com a felicidade da minha filha, ela gritava animada, e dava pra ouvir como ela tava feliz, mas o melhor foi o que ela fez, me deixou sem reação e eu nunca soube o que fazer, já que o garçom tinha visto tudo.
A: É sério, pai? Hahaha Pai, cê tem certeza que a mãe não vai voltar em 15 dias e ainda... quer que você me leve de férias?
Como a gente era o único no andar do restaurante, o rapaz percebeu a relação de pai e filha que a gente tinha, mas acho que ele pirou quando minha filha, do nada, por causa da felicidade e pra minha surpresa, se aproximou. E me deu um beijo na boca tão longo, tão sensual e gostoso que eu não conseguia acreditar. O beijo durou mais de 3 minutos, eu não sabia o que fazer, só sentia a mão da minha filha segurando minha nuca e me puxando pra perto dela, enquanto com os lábios dela, pequenos mas carnudos, tomavam conta dos meus, de um jeito bem lento e sensual, enquanto a língua dela procurava a minha lá dentro. esperando uma resposta da minha parte, que, claro, não demorou a chegar. Não posso mentir, no primeiro minuto aquela situação me deixou paralisado, e sinceramente, não soube o que fazer. Senti minha ereção e senti o perfume da minha filha, coisas que me fizeram cair em si, então abri os olhos e vi ela de olhos fechados aproveitando o momento, quis aproveitar também. Ao sentir os lábios da minha filha, o que tentei fazer imediatamente foi segurá-la pelos ombros com minhas mãos e puxá-la ainda mais para perto de mim, abrindo mais a boca e começando a brincar com a língua dela. Ufa, que sensação tão sublime, a língua dela tinha um gosto especial, o hálito fresco e a saliva com gosto de pecado, mas tudo tão delicioso que era muito difícil me arrepender naquela hora.
O beijo continuou e eu segurava a nuca dela com minha mão, atraindo-a mais para mim, como se quisesse devorá-la de uma vez, enquanto com a outra mão continuava acariciando o braço dela de cima a baixo. Enquanto isso, minha filha, com a mão livre, começou a acariciar meu peito e minhas pernas, sem fazer mais nada. O beijo terminou aos poucos, digno de novela, com fios de saliva por causa da paixão, como se fôssemos uns adolescentes (bom, como se eu fosse um adolescente, porque ela ainda era).
Alguns beijinhos muito pequenos e bem breves, onde só havia contato com os lábios, encerraram aquele momento tão excitante da minha vida, enquanto ela, ao se afastar de mim e se sentar de volta na cadeira, segurava meu rosto com as duas mãos e ria com um ar envergonhado, enquanto dizia:
A: Obrigada, papai… esse é o melhor dia da minha vida, você me fez muito feliz de várias formas, espero poder te recompensar hoje por tudo que fez por mim.
R: Não sei como agradecer pelo que você tem feito por mim, filha, só espero não te decepcionar.
A: Não decepcionou até agora e duvido que vá, pelo contrário, você está me fazendo muito feliz.
Depois disso, fizemos uma pausa e cada um se sentou no seu lugar. assentos, então ao virar a cabeça olhei pro garçom e com um gesto pedi pra ele trazer os cardápios. Quando ele chegou, tava com uma cara de espanto que não cabia nele, e não sei se ele tava nervoso por ver minha filha, ou pela situação de ver como a gente se comportava, eu e minha filha. Enquanto ele se aproximava, entregava o cardápio e se afastava, a gente conversava sem nenhum pudor.
R: Querido, quer continuar com o jogo dos namorados?
A: Mmmm, não sei, verdade é que é muito divertido brincar de namorados você e eu, mas...
R: Mas o quê, querido?
A: Pra mim é mais excitante que saibam que somos pai e filha e que vejam que a gente se trata como...
R: Como a gente se trata?
A: Como namorados, papai.
R: Jejeje, ah querido, suas ideias, mas tudo bem, hoje vou fazer tudo o que você me pedir.
A: Sério, papai?
R: Sim, love, tudo. Mais ainda, pra te dar um exemplo, hoje vou tentar me dirigir a você como filha, e você vai me chamar de papai ou paizinho, o que acha?
A: SÚPER!!!
Poucos minutos depois, a comida começava a chegar. A gente comeu e quase não conversou no começo, só focamos em comer porque os dois estavam com muita fome. Já alguns minutos depois, ela começou a conversar.
A: Sabe que eu tô muito feliz e grata pela Sandra, papai?
R: Pela sua amiga Sandra da internet, querido? (Eu perguntei como se não soubesse quem era, hehehe)
A: Você gostou de tudo que eu fiz pra você essa semana toda, papai?
R: Gostar? Mas se eu amei, filha, foi maravilhoso. Por isso te digo que não sei como te agradecer.
A: Sim, papai, é que há várias semanas eu tô conversando com ela e ela me deu muita confiança pra falar com ela, e ela também de me contar as coisas dela. Deixa eu te contar tudo que ela me dizia...
Durante vários minutos, e acho que até mais de uma hora ou mais, ela me contava tudo, absolutamente tudo que tinha conversado com a Sandra, e todos os planos que ela tinha tramado com minha filha pra me seduzir.
Como se o dia já não fosse suficiente. Perfeito, e eu estava com uma ereção no talo. Minha filha incrementou o bolo me contando tudo o que tinha conversado com a Sandra. Ela me disse primeiro que a Sandra era uma garota muito parecida com ela, da mesma idade e até com os mesmos gostos, diz que aparentemente com o mesmo físico. Ela me contou que morava com o pai, mas que o pai era viúvo e que ela via o pai muito triste e entediado, e que ela tinha sonhado que transava com ele, e que essa ideia tinha vindo de contos eróticos na internet, e a Sandra tinha mandado alguns pra ela ler. Tudo isso eu já sabia graças à Danny, mas, por lógica, não contei pra Ana.
O melhor veio depois… Ana começou a me dizer que tinha se interessado muito pela ideia da Danny, e que ela tinha se proposto a seduzir o próprio pai, pra ele não ficar mais triste e sozinho, já que amava muito o pai dela. Ana me contou também tudo o que a Danny supostamente fazia com o pai dela, o jeito que ela seduzia ele e a forma como começaram a transar os dois, e até me explicava tudo o que faziam. E eu, naquela altura, ouvindo tudo da boca da minha filha, simplesmente ficava com uma ereção estourando que quase rasgava minha calça.
Depois de me contar como a Danny e "o pai dela" tinham transado, Ana começou a me dizer…
A: Sinceramente, pai, eu fiquei muito empolgada e excitada com tudo o que a Danny me contava. E, como ela via o pai dela entediado e triste, o que ela fez com o pai mudou a vida dos dois, porque o pai se transformou em outro homem, muito mais jovial, alegre e até se preocupava mais com o físico e, logicamente, em alegrar a filha. E a Danny, por sua vez, ficou muito feliz e podia ver o pai feliz e ela sendo a causa disso, além de que ela curtia pra caralho as sessões de sexo. E tudo isso me excitava muito, pai.
R: É, filha, já entendi. Do jeito que você conta, qualquer um ficaria excitado.
A: Jejeje, já com tudo que ela me contava e ver que o Danny tinha ajudado o pai dele, e vendo eu a situação que você tava passando e que minha mãe por causa do trabalho não passava tempo com a gente, decidi fazer a mesma coisa que o Danny...
R: A... a mesma coisa?
A: SIM... a mesma coisa... ou você não percebeu?
R: Claro que sim, sabia que você tramava alguma coisa, mas não sabia até onde você iria.
A: O Danny me deu muitos conselhos, na verdade quase tudo foi ideia dele, dormir essa semana na sua cama, usar as roupas da mamãe, tomar banho no seu banheiro, e te convidar pra algum lugar no fim de semana.
R: Puxa, o Danny tem umas ideias muito boas, mas você disse que quase todas eram ideias dele, teve alguma sua?
A: Jejeje, poucas, não muitas.
R: Então me diz... quais?
A: Jajaja, ai papai, quer mesmo saber? A única coisa que foi ideia minha foi te levar pra fazer compras e desfilar pra você, te convidar pra ver um filme comigo, preparar seu café da manhã vestida daquele jeito e comprar umas roupas.
R: Uau, filha, você me deixou sem palavras, não sabia que você tinha uma mente tão criativa, jejeje.
A: Jejeje, ai papai... me envergonha... e você ainda não viu nada.
A conversa continuou, ela me contava tudo que o Danny dizia e como ela colocava em prática. Eu, logicamente, não conseguia evitar uma ereção tremenda. Mas ainda assim, o mais maravilhoso de tudo é que minha filha estava se tornando minha namoradinha, minha amante pequena. Enquanto Ana me contava tudo com detalhes, e a gente ria junto, nos aproximávamos e nos beijávamos na boca, e fazíamos isso com mais ênfase quando alguém nos via. Naquela altura, o que iam nos dizer?
Quando ela já tinha me contado tudo que fez por mim na semana, comecei a contar o que ia rolar na semana seguinte.
R: E me diz, filha... você gostaria de ir viajar?
A: Sim!! Não quero ficar em casa o dia inteiro, mas a mamãe não vai estar e acho que não dá pra gente sair só nós dois.
R: Por que não, filha? Você não gostaria de ir viajar? e eu sozinhos
A: Uf, claro, adoraria, mas a mamãe vai querer se intrometer e não vou me divertir tanto quanto eu queria
R: Kkkk, acho que também não, e se a deixarmos trabalhando?
A: O quêêê?... Vai, me explica
R: Hoje sua mãe me ligou no celular, na hora do trabalho, eu tava muito preocupado porque pensei que ela tinha descoberto tudo que você fez na semana
A: Ah, papai, como assim, se eu não fazia nada fora do normal… hehehe
R: Pois é, mas enfim, ela me disse que tava com problemas no projeto dela e com os clientes, e que queriam que entregassem o projeto o mais rápido possível, e sua mãe me falou... que ia ficar quase uma semana, e quase certeza que ficava duas semanas
A: Sério, papai?
R: Sim, aliás, ela disse que como você já tava de férias e não queria que você ficasse entediada em casa, me pediu pra te levar de férias
A: SÉÉÉÉRIO MESMO???
R: Aham, isso mesmo
A: Uhuuuuuu, que felicidade, esse dia não podia ser melhor
R: Kkkk, ai, filha, vejo que você ficou muito feliz com essa notícia, e a verdade é que... eu também, então pedi minhas férias adiantadas no trabalho e também vou ter férias por 1 semana completa, então você pode escolher pra onde quer que eu te leve de férias
A: Siiiiim, hahaha que felicidade, não sei, queria ir pra um lugar bem ensolarado, aproveitar que você e eu gostamos de lugares tropicais e como minha mãe gosta de lugares frios e não vai, podemos ir pra uma praia ou algo assim
R: Claaaaaro!!! Eu tava pensando em ir pra alguma praia do país, dessas bem tranquilas, ou ir pra Cuba, que lá é bem mais barato que aqui no México
A: Uau, papai, eu sempre quis ir pra Cuba, e a gente já conhece quase todas as praias daqui, seria muito bom ir pra lá, não acha?
R: Sim, eu também gosto da ideia, além disso, as praias de Cuba são muito lindas e tranquilas, e é uma ótima temporada pra ir pra lá, já que não vai ter muitos turistas agora Semana
Minha filha ficou feliz e começou a rir e a gritar de alegria, tanto que se aproximou e me abraçou com os dois braços no meu pescoço, e começou a me beijar.
Ufa, cada beijo que ela me dava era muito mais apaixonado a cada vez. Dessa vez, o beijo pareceu durar mais de 5 minutos, ela não se desgrudava de mim, e nessa altura eu já estava curtindo minha filha ao máximo. Também a segurei com minhas mãos e a beijei com toda a paixão que sentia naquele momento.
O beijo era mais que delicioso, os lábios dela eram a coisa mais macia que já senti na vida, ainda estavam perfumados pelo batom e tinham um gosto juvenil que eu não sentia há muitos anos (apesar da comida e do vinho). Quando ela parou de me beijar, foi se afastando e passou a mão no meu pau, e com um sorriso safado só me disse…
A: Vejo que você também tá feliz, papai
R: Você não faz ideia, filha, não faz ideia
Depois de tudo isso, perguntei pra onde ela queria ir agora. Ela disse que a gente não precisava se preocupar, que teria todo o tempo do mundo e que queria mesmo ir ao cinema comigo.
Então pagamos a conta e saímos, feito um casal de namorados, obviamente com uma diferença de idade bem marcada. Ela me abraçava pela cintura enquanto eu, com um braço, a segurava pelo ombro, e saímos trocando beijinhos na boca na frente dos funcionários, que nos olhavam com muito tesão. Não podiam acreditar que eu estava com uma garotinha de 17 ou 18 anos, eu tendo uns 40, mas era muito mais divertido ver a cara do garçom que nos atendeu, já que ele sabia que éramos pai e filha.
Quando saímos de lá, bastou caminhar alguns minutos e entrar no cinema, já que ele ficava dentro do shopping onde estava o restaurante.
Quando chegamos lá, pedimos ingressos para um filme de terror, supostamente. Não lembro o nome porque foi a Ana quem escolheu, e eu não conseguia prestar atenção em nada além do corpo dela, porque agora eu tocava, acariciava e olhava com muito mais tesão. e de forma mais descarada e prejudicial. Felizmente, não esperamos muito, e entramos quase na hora. Ela me puxava pela mão, e eu ficava muito feliz em vê-la tão contente, fazia tempo que não a via assim. Não consigo descrever, era realmente fascinante e quase alucinante ver a cara de todo mundo ao nosso redor, que via um homem de 40 anos com uma adolescente linda, usando uma roupa bem provocante e sexy. Adorava ver muitos homens e garotos com suas respectivas parceiras, muito gostosas por sinal, embora não tanto quanto minha filha, e esses homens não conseguiam evitar os olhares penetrantes para o corpo dela.
Enquanto esperávamos e entrávamos na sala, minha filha me puxava pela mão, igual aquelas garotas felizes e orgulhosas do namorado novo. Quando entramos na sala, ela continuava me puxando e me levando para nossos lugares. Ela tinha escolhido ficar na parte mais alta das poltronas, nos últimos assentos da fileira, praticamente no canto mais afastado, lá em cima e na beirada. Felizmente, não tinha muita gente, e todo mundo estava cinco ou seis fileiras abaixo. Apesar de a sala ser pequena, havia poucas pessoas e, por isso, muito espaço entre cada grupo que estava ali.
E depois, alguns minutos depois de nos instalarmos nos assentos, ofereci à minha filha ir até a bombonière pegar algo para ela e para mim. Ela só pediu uma garrafa de água, um potinho de pipoca e um sorvete, hahaha, nada mal para uma adolescente. Eu, por minha parte, fiquei só com uma garrafa de água e um sorvete. Quando voltei para a sala com as coisas que tinha comprado para ela, ao me sentar, Ana me deu um beijinho nos lábios e disse…
A: Ei, pai, tenho uma surpresa para você.
R: Ah, é, querida? Qual é?
A: Daqui a pouco te conto.
R: Tá bom, querida.
Em instantes, o filme começou, com as luzes se apagando completamente, deixando só a tela acesa. Os trailers dos filmes que iam estrear em breve, minha filha se acomodou do meu lado, encostando a cabeça no meu ombro, e com as mãos segurando a comida. Eu, por minha vez, peguei minha filha com um braço, segurando ela pelo ombro, e com a outra mão eu pegava a água e de vez em quando fazia carinho na cabeça dela, brincando com o cabelo lindo dela, o que sei que minha filha sempre amou desde pequena.
Minha filha praticamente não se mexeu nos primeiros 10 minutos do filme, parecia que tava gostando, mas eu me enganei. Ela virou a cabeça e começou a sussurrar pra mim.
A: Ei, pai, o filme tá meio chato, não acha?
R: Bom, eu não tô prestando muita atenção, pra ser sincero, hehehe
A: Ei, pai, me dá um pouco do seu sorvete? E eu te dou um pouco do meu.
Nisso, estendi a mão com o sorvete perto da boca dela pra ela provar, e depois ela fez o mesmo, mas aí começamos a nos divertir.
Quando minha filha me ofereceu sorvete e eu ia provar, ela, de propósito, virou a mão bem na hora, fazendo com que eu ficasse com sorvete espalhado na bochecha. Enquanto isso, a Ana só ria.
A: Hehehe, ai, pai, desculpa.
R: Hmm, relaxa, filha, não sujei muito.
A: Deixa eu limpar, pai.
Ufa, aí começou meu prazer. Ela pegou meu rosto com as mãos e começou a usar a língua pra limpar todo o sorvete do meu rosto, de um jeito tão provocante, e assim se passaram uns 5 minutos, dando lambidas no meu rosto e dentro da minha boca pra compartilhar o sorvete que ela lambia de mim.
Nós dois estávamos rindo bem baixinho pra ninguém na sala se incomodar, e nessa hora, meu pau já tava totalmente duro.
R: Ei, filha, não quer mais do meu sorvete?
A: Quero, pai, me dá.
Decidi fazer minha parte agora. Estendi a mão com o sorvete e, bem na hora que ela ia provar, fiz a mesma coisa e espalhei do lado da boca dela.
A: Hahaha, pai, que sem-vergonha, hehehe. agora você vai ter que me limpar
R: Ai, filha, desculpa, hehehe, deixa eu te limpar
Nisso, fiz exatamente o que minha filha tinha feito minutos antes: peguei o rosto dela e, com minha língua, comecei a lamber o rostinho dela, dando beijos pra compartilhar o sorvete que eu tirava da cara dela. O beijo virou uma luta desenfreada entre nossos lábios e línguas; quando nos separamos, os dois ríamos muito felizes e, pelo visto, bem excitados com a sujeira que a gente tinha feito, mas com a excitação aumentando a cada segundo.
Agora eu via minha filha comendo pipoca, e eu aproveitava pra olhar os peitos dela, tão deliciosos que pareciam, enquanto pedia pra ela me oferecer. Era uma imagem gostosa demais que minha filha me dava do decote dela, com aquele par de peitos grandes e bem formados que se apertavam na camisa que ela usava; eu notava como o começo dos peitos estava a uns centímetros do meu nariz.
Nessa hora, Ana virou um pouco a cabeça e, ao levantar o olhar, viu que eu tava olhando fixamente pros peitos dela. Ela só sorriu e disse…
A: Cê gosta?
R: Muito, filha, você tá muito gostosa, e muito sexy; desde a vez que você tomou banho comigo, não consigo tirar essa imagem da minha cabeça.
A: Valeu, fico feliz que você goste.
Nisso, ela pegou com uma das mãos um punhado de pipoca, e uma caiu exatamente entre os peitos dela, ficando presa na linha que os separava.
A: Opa.
R: Hahaha, ai filha, que pontaria.
A: Hehehe, é, você tem razão, mas acho que assim elas ficam mais gostosas.
R: Hahaha, sério?
Nisso, ela pegou a pipoca com os dedos e comeu de um jeito bem normal.
A: Hum, que delícia, de verdade, pai, elas ficam mais gostosas assim, hehehehehehe.
R: Ah, e qual é o gosto?
Nisso, ela pegou uma pipoca meio grande e, já que a gente tava totalmente quente e sem vergonha, deixou ela cair de propósito entre os peitos, ficando exatamente no mesmo lugar que a anterior.
A: Quer saber qual é o gosto?
R: Claro! Adoraria, me dá aí.
Em Isso, minha filha, não esperei e ela se levantou e ficou totalmente de frente pra mim. Com uma mão, ela estava prestes a pegar uma das pipocas, mas com a outra, pegou minha cabeça pela nuca e a puxou na direção dos peitos dela. Ufa, que delícia que estava acontecendo, minha filha estava me deixando fazer o que eu mais queria. Tentei pegar a pipoca com meus lábios, mas ao mesmo tempo tentava cheirar e sentir os peitos dela, usava a língua pra lamber e sentir ela. Era simplesmente maravilhoso o que minha filha estava fazendo comigo.
A: Vai, papai, pega ela, vai ver que você vai gostar. Você não sai daí até pegar.
R: Hum, slup, mmmm.
A: Assim, papai, procura ela bem.
Enquanto eu tentava tirar a pipoca do meio dos peitos dela, mais ela se enfiava neles, mas isso já era o que menos importava. Nessa altura, eu tava mais interessado em lamber o máximo possível os peitos dela, enquanto com minhas mãos segurava ela pela cintura.
Quando consegui pegar a pipoca com a boca, minha filha sentiu e soltou minha cabeça. Me levantei e falei baixinho…
R: Ai, filha, que delícia que tá, verdade, tem um gosto delicioso assim, hehe.
A: Viu? Falei que você ia gostar, papai.
R: Pena que não posso comer assim toda vez que venho ao cinema com vocês.
A: Hahaha, ai papai, mas de agora em diante, toda vez que a gente vier, só você vai poder comer assim. Quando a mamãe vier, a gente inventa alguma coisa, hehe.
R: Mmm, combinado.
Nisso, me aproximei e dei um beijo na boca dela bem longo. A verdade é que a gente não tava prestando atenção nenhuma no filme, e tava mais ocupado em nos beijar e nos acariciar um ao outro. Começamos a gemer, mas tentando fazer o menor barulho possível, embora, felizmente, o barulho do filme e a pouca gente na sala nos permitissem esse luxo.
Eu, com meu pau totalmente duro, acariciava minha filha na cintura e no rosto, nos braços e nas mãos dela. Ainda não me permitia dar mais passos, embora soubesse onde a gente ia chegar, eu e minha filha. Bom, pelo menos era o que eu esperava. Passando os minutos, minha filha se recostou de novo em mim, quase encostando as costas no meu ombro e no meu peito, com a cabeça jogada pra trás apoiada no meu queixo. Ela pegou minha mão direita com a dela e colocou do lado do braço dela, enquanto com a outra mão pegava a minha que tava livre e colocou sobre minha perna do mesmo lado.
Ela começou a falar quase sussurrando:
A: Ei, papai, quer ver qual é a surpresa que tenho pra você?
R: Jejeje, sim, filha, fala aí.
Sem dizer mais nada, minha filha pegou minha mão esquerda e começou a acariciar minha perna, bem de leve. Eu tava totalmente duro, mas pela posição que ela tava, não dava pra perceber completamente.
Nisso, com a mão direita, ela colocou debaixo da minha e ajeitou de um jeito que entrelaçamos nossas mãos, e ela, sendo a guia, começou devagar a desabotoar 2 botões da blusa dela, e depois os outros dois últimos. Minha filha tava com a blusa totalmente aberta e eu podia ver de cima todo o espetáculo. JÁ NÃO TAVA MAIS DE SUTIÃ. Os peitos dela começaram a se soltar ao se livrar da pressão da blusa, e ao não ver o sutiã, eu falei:
R: Que que houve, amor, tirou ele?
A: Jajaja, sim, cê não gostou da ideia?
R: Adorei, mas onde cê deixou?
A: Deixei cair mesmo.
R: E quando foi isso?
A: Aproveitei quando cê foi pegar a pipoca e como ninguém tava olhando, tirei ele, jejejeje, não acha divertido?
R: Muito, acho bem ardente, amor.
Ela continuou com a mão guiando a minha, ainda sem eu ter contato com a pele dela com minhas mãos, porque a mãozinha dela tava no meio.
Ela começou a se acariciar na cintura com movimentos lentos e delicados. Eu já tava no limite e parecia que tava soltando líquido pré-seminal de tão excitado que eu tava naquela situação. Depois, Ana começou a descer a mão dela e a minha e começou a enfiar entre a saia dela e a pele da cintura, quando começou a acariciar do mesmo jeito. formando o início das coxas dela e ao lado do púbis. Depois disso, aos poucos, comecei a girar minha mão, deixando a dela completamente sobre minha pele. Agora tinha trocado a posição das mãos pra que ela ficasse por cima da minha, e ainda continuava me guiando, já que estávamos com os dedos entrelaçados.
A: Também tirei a parte de baixo, kkkkkkkk
R: Anaaa!!! Você tirou sua calcinha fio dental?
A: Qual é, pai?
R: Na... nada, filha.
A: Cê não gostou?
R: Sim, adoro, mas tô ficando quente demais!
A: É pra isso mesmo, pai, além disso, não tem problema, ninguém nos vê nem nos ouve, ainda falta quase meia hora pro filme acabar.
Não tava mais ligando pro que ia rolar, então comecei a acariciar o começo da coxa da minha filha, com círculos pequenos, que me faziam tremer com a sensação da pele dela, totalmente macia, delicada e fresca. Fiquei assim só uns dois minutos, tinha um banquete de carne jovem e deliciosa que não podia desperdiçar. Quando comecei a acariciar mais partes do corpo dela, ela foi soltando minha mão, me deixando fazer tudo que eu quisesse. Aí aproveitei e, com a outra mão onde ela tava por cima da minha, me acariciando a perna, fiz igual ela: troquei a posição das mãos, deixando a dela tocando direto minha calça na altura da coxa, e coloquei minha mão sobre a dela, continuando no mesmo ritmo das carícias.
Continuei com as carícias e comecei a subir minha mão, afastando um pouco a blusa e subindo até os peitos dela, enquanto com a outra levava a mão dela pro meu pau totalmente duro, pra ela sentir como o pai dela tava.
Ufa, era a primeira vez que acariciava os peitos dela, e tocar neles era uma sensação tão gostosa e sublime... ufffff que delícia, os peitos dela eram grandes, cabiam bem na minha mão por inteiro e ainda sobrava carne. Os biquinhos dela eram pequenos, mas também estavam totalmente durinhos, macios, e eu procurava trocar minhas mãos entre os dois peitos. frequentemente tentando me deliciar com os dois o máximo possível, também acariciava sua cinturinha e seu abdômen liso, e de vez em quando brincava com o piercing que ela tinha no umbigo e descia até as coxas, e com as carícias chegava a sentir parte da sua bela bucetinha, mas não me atrevia a acariciar nem a seguir adiante na minha exploração.
Enquanto eu tentava me deliciar mais com os peitos dela, minha filha já estava totalmente agarrada no meu pau, acariciando ele por todos os lados possíveis que o jeans permitia.
Assim ficamos quase até o final do filme. Já no final, minha filha virou a cabeça deixando a boca na altura da minha e, num sussurro, me dizia, enquanto entre cada frase ou cada palavra me dava um beijinho só de lábios, com os olhos semicerrados.
A: Ei, papai… acho que o filme já vai acabar (beijo)
R: Sério, filha?... que pena!
A: (beijo) Sim, papai… tenho que me arrumar, não acho que você gostaria que eu saísse assim da sala, né? Além disso, você não teria vergonha de sair assim? (enquanto apertava levemente meu pau)
R: Você tem razão, querida
Aos poucos, começamos a diminuir a intensidade das carícias até parar completamente. Ela se sentou e começou a abotoar a blusa; pelo visto, ia embora sem a calcinha fio-dental e sem o sutiã.
Eu, por minha vez, só tentava pensar em outra coisa e prestar um pouco de atenção no filme pra ereção baixar, mas já era impossível. Minutos depois, minha filha já tinha terminado de se arrumar e o filme acabava; as luzes da sala começavam a acender. Minha filha já estava vestida como tinha chegado ao cinema, mas ainda não tinha visto ela pegar ou colocar o sutiã nem a calcinha fio-dental.
Quando nos levantamos, notei que minha filha tinha deixado o assento um pouco molhado onde estava; aos pés dela estavam o sutiã e a calcinha fio-dental jogados no chão.
R: Filha?
A: Deixa eles, papai, não vou mais vestir.
R: Tá bom
Diferente de quando entramos de mãos dadas Mano, dessa vez minha filha tava me ajudando a esconder minha ereção dos outros, então a gente andava junto e colado, ela na minha frente pra ninguém perceber. Claro que era impossível, porque eu sentia parte da bunda dela, o que fazia minha ereção continuar firme.
A gente seguiu assim depois do cinema, e de novo os olhares estavam todos nela e em mim. Continuamos andando sem falar nada, eu segurava ela pela cintura na frente, e ela segurava minhas mãos com as dela, mantendo um passo sincronizado e devagar, aproveitando cada passo que a gente dava.
Seguimos caminhando, e com a vergonha e a pressão dos olhares dos outros, comecei a me encolher, o que ajudou a broxar um pouco. Quando minha filha percebeu, ela se afastou um pouco de mim e segurou minha mão de novo, mas dessa vez levou até a cintura dela, pra eu abraçar ela de lado. Ela segurava minha mão com força com a dela.
Sinceramente, nem minha esposa me tratou assim quando a gente começou a namorar, e naquele ponto eu já podia dizer que tava me apaixonando pela minha filha. A gente passou por todos os corredores e lojas do shopping até sair e chegar no estacionamento. Procurando nosso carro, que não tava muito longe.
Comecei a tratar minha filha como minha amante. Quando chegamos, abri a porta do carro pra ela, ela ficou satisfeita e agradecida, e como agradecimento, se virou, segurou meu rosto e minha nuca, e começou a me beijar apaixonadamente, enquanto eu continuava segurando a cintura dela. Ficamos assim por vários minutos, o beijo já tinha se prolongado bastante e eu já tava começando a ficar duro de novo.
A: Muito obrigada, papai, esse foi o melhor dia da minha vida. Adoro passar tempo a sós com você, e não sei como te agradecer.
R: Não agradece nada, filha. Essa semana foi maravilhosa em todos os sentidos. Não senti falta da sua mãe nem um pouco. Adorei te ver e te sentir, e adorei tudo que você fez comigo e tudo que me deixou fazer. Eu é que sou o agradecido. tem que agradecer
Respondeu com outro beijo longo de novo e muito mais apaixonado que o anterior, e quando terminou, subiu no carro. Imediatamente entrei eu também, e ao sair do estacionamento da praça falei…
R: Agora filha, são 8:00 da noite, já quer ir pra casa descansar?
A: Descansar papai??? Mas de quê??
R: Hahaha, ah querida, então me diz o que você gostaria de fazer agora
A: Você disse que a mamãe te ligou de manhã, não foi??
R: Sim filha, foi sim, aliás ela mandou lembranças
A: Haha obrigada, jejeje, ei, e se eu não quiser ir pra casa ainda, e a gente for pra outro lugar? Além disso, se a mamãe já falou com você, acho que não vai ligar pra casa pra nos procurar, é mais fácil ligar pro seu celular ou pro meu, não acha??
R: Sim, você tem razão, acho que por hoje ela não liga mais, mas me diz, onde você quer ir agora?
A: Haha não sei, mas o que eu sei é que não quero ir pra casa, deixa eu ver pra onde a gente vai e te falo
Eu continuei o caminho como se fôssemos pra casa, mesmo que o trajeto com o trânsito fosse se estender por até 2 horas. Minha filha estava olhando pra rua, e eu imaginava pra onde ela gostaria de ir.
A: Ei papai, o trânsito tá muito ruim, e você sabe que eu fico impaciente com trânsito
R: Eu sei querida, mas não posso fazer nada
A: E se a gente for pra algum lugar pra passar o tempo e mais tarde voltarmos pra casa sem trânsito?
R: Tá bom, deixa eu pensar o que tem por aqui perto... mas me diz, o que você tá a fim de fazer pra eu te dar opções?
A: mmmm, vamos ver... e se a gente entrar naquele lugar?
Quando ela levantou a mão e a gente estava completamente parado no trânsito, vi que ela estava apontando pra um motel meio chique. Um frio terrível percorreu minhas costas, entendi perfeitamente o que minha filha queria dizer. Pra ser sincero, não soube o que responder, sabia o que ela tava pedindo, sabia o que ela queria, e eu também desejava aquilo, só que é difícil encarar.
R: Tem certeza que quer entrar?
A: SIM... e você não?
R: Adoraria, mas você sabe que não teria volta, e não quero saber que você se sentiu obrigada ou pressionada.
A: Haha papai, mentira, eu quero entrar lá e é a única coisa que eu quero, o resto não me interessa agora, além disso, ninguém nos espera em casa, não tem problema, né?
R: Bom, não... Mas não sei se a gente tá... você sabe... protegidos.
A: Protegidos??... Hahahaha já entendi.
R: A gente precisa comprar alguma coisa numa farmácia perto daqui, não acha?
A: NÃO!!
R: Como assim???
A: Não quero que você compre nada, não quero usar nada nem que você use nada.
R: Mas filha, tem muitos riscos.
A: É isso que eu quero, papai, quero correr o risco e se algo acontecer, vai ser nosso segredo. Eu obviamente não vou contar nada e você também não.
R: Mas você tem certeza, filha?
A: Sim, aliás, se algo acontecer, eu ficaria muito feliz e animada de carregar em mim um pedaço de você.
R: Tá... tá bom.
Com o que a gente tava conversando, minha ereção tinha voltado, e eu sabia o que minha filha tava dizendo, ela queria entrar num motel comigo, queria ficar comigo sem proteção nenhuma e se ela engravidasse, pelo visto isso não ia preocupar ela e pelo que ela disse, ela ficaria feliz com isso. Eu naquela altura já tava com a cabeça quente demais pra pensar nas consequências, e era o que menos me importava, o que eu queria era estar na cama com minha filha, ter ela, possuir ela e sentir o que era estar dentro dela, e se algo acontecesse... que se dane? já não me importava mais nada.
No próximo relato vou contar o que aconteceu desde a entrada no motel, e a noite mais maravilhosa e ardente que já tive em toda a minha vida, fazer amor com minha filha foi uma das experiências mais alucinantes que já tive na vida.
PARTE 2: http://www.poringa.net/posts/relatos/2256864/Quise-atrapar-a-mi-hija-pero-ella-me-atrapo-a-mi-2.html
PARTE 3: http://www.poringa.net/posts/relatos/2257636/Quise-atrapar-a-mi-hija-pero-ella-me-atrapo-a-mi-3.html
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A senhora Judith: http://www.poringa.net/posts/relatos/2251914/La-senora-judith-_muy-buen-relato_.html
Tomei a decisão de continuar com o jogo da minha filha, e muito mais porque eu tava tão tarado que nem pensava se era divertido ou não, só dizia sim pra tudo que ela decidia.
R: Tô com vontade de vinho... e você, meu amor, vai querer vinho também?
Ana me olhou com uma cara de incredulidade, e só com o olhar já me perguntava se podia beber. Eu respondi com outro olhar de aceitação, e ela ficou super feliz, pelo que vi.
A: Ah, então tá bom, amor. Pode mandar uma taça pra mim, por favor.
Quando o garçom foi embora, minha filha me olhou com um sorriso de orelha a orelha, toda feliz, e disse:
A: Ei, papai, sério mesmo, não tem problema eu tomar vinho?
R: Papai?
A: Hehe, é verdade. Tá bom... Meu amor... Não tem problema eu tomar vinho?
R: Por que teria problema, amor? Se você tá me acompanhando e quer vinho, pode tomar o quanto quiser.
A: Hehe, obrigada, amor.
Enquanto falava isso, ela se aproximou e, com a mão esquerda, se apoiou na minha perna pra chegar mais perto e me dar um beijo na boca. Mas não consegui evitar, e ela praticamente colocou a mão entre minha perna e meu pau, que já tava bem duro na hora. Mas ela não fez mais nada além do beijo e se acomodou de novo no lugar.
Eu não sabia o que fazer, e acho que de medo e nervosismo até a ereção baixou. Não sabia como minha filha ia reagir, mas ela só disse:
A: Vejo que você também tá bem animado, amor. Pena que você não pode saber agora como eu tô excitada. também
Uff… que palavras que minha filha dizia pra me derreter e me deixar louco, a sedução com que minha filha tava me prendendo nem o homem mais frio teria conseguido se segurar.
Daí depois de alguns minutos o garçom chegou com o vinho e serviu pra gente, agradecemos e esperamos ele ir embora. Eu acho que naquele momento eu entendi e tive certeza dos planos da minha filha, e sabia que não tinha volta, assim como ela percebeu o relaxado que eu fiquei depois disso, já tinha passado o nervosismo dos primeiros minutos fora de casa com ela como acompanhante, então eu com mais desenvoltura entrei na brincadeira gostosa da minha filha, mesmo morrendo de ansiedade pra saber tudo que ela queria fazer comigo.
R: Ei, love, quer brindar?
A: Claro!!! Vamos ver...
R: Toma seu tempo, love
A: Hahaha já sei... Quero fazer um brinde... Pela minha mãe, que graças à ausência dela pude passar mais tempo com você, brindo... por que tenho um papai que me ama muito e realiza todos os meus caprichos... brindo pela minha amiga Sandra Daniela, que abriu meus olhos, me aconselhou, me guiou e me ajudou a realizar meus sonhos... brindo por... que meu acompanhante é muito gato e tô muito feliz de ter saído com ele, espero que seja uma noite inesquecível pra nós dois, e espero que tenha muitos dias como esse... Agora você, love, é sua vez de brindar.
Uau, o que a Ana falou me deixou gelado, sabia que a Sra. Sandra Daniela tinha se metido nisso, mas não sabia até que ponto, minha filha tava feliz e agradecendo que a mãe dela não tava ali e ela tinha conseguido realizar todos os caprichos dela, e enquanto eu também levantava minha taça pra brindar com ela, veio na minha cabeça o que eu tinha conversado horas antes com minha esposa no telefone... e que melhor hora pra dar a notícia pra minha filha, pra saber desde antes a reação dela.
R: Bom, eu quero brindar… pela minha esposa, que graças à ausência dela pude passar mais tempo com você... brindo por que tenho uma filha linda e maravilhosa, que Ela me ama muito, e porque minha acompanhante é uma deusa, tão gostosa que eu faria tudo que ela pedisse, e brindo... pela minha esposa...
Eu estava vendo a cara de alegria e felicidade da Ana enquanto ela brindava, e aproveitei pra fazer uma pausa e aumentar mais o mistério, queria muito ver a cara da minha filha ao saber que a gente ia ficar sozinho por muitos dias e ainda de férias.
R: Pela minha esposa... que é muito batalhadora... tanto... que não vai voltar até daqui a uns 10 ou 15 dias…
A cara da minha filha se iluminou como se tivesse ganhado na loteria, e ela quase gritava de tão feliz que tava, mas ainda faltava o melhor.
R: E meu último brinde, é porque minha esposa, na ausência dela de quinze dias... quer que eu leve minha filha de férias pra onde ela quiser, e que eu vá junto, pra ela não ficar sozinha em casa... ¡¡¡SALUUUUD!!!
A: ¡¡¡SA... SALUUUUD!!!..... É sério, pai? Ujuuuuuuuu, ¡¡Hohoho que felicidade!!
Quando o garçom tava se aproximando pra oferecer o cardápio e a gente pedir, com a felicidade da minha filha, ela gritava animada, e dava pra ouvir como ela tava feliz, mas o melhor foi o que ela fez, me deixou sem reação e eu nunca soube o que fazer, já que o garçom tinha visto tudo.
A: É sério, pai? Hahaha Pai, cê tem certeza que a mãe não vai voltar em 15 dias e ainda... quer que você me leve de férias?
Como a gente era o único no andar do restaurante, o rapaz percebeu a relação de pai e filha que a gente tinha, mas acho que ele pirou quando minha filha, do nada, por causa da felicidade e pra minha surpresa, se aproximou. E me deu um beijo na boca tão longo, tão sensual e gostoso que eu não conseguia acreditar. O beijo durou mais de 3 minutos, eu não sabia o que fazer, só sentia a mão da minha filha segurando minha nuca e me puxando pra perto dela, enquanto com os lábios dela, pequenos mas carnudos, tomavam conta dos meus, de um jeito bem lento e sensual, enquanto a língua dela procurava a minha lá dentro. esperando uma resposta da minha parte, que, claro, não demorou a chegar. Não posso mentir, no primeiro minuto aquela situação me deixou paralisado, e sinceramente, não soube o que fazer. Senti minha ereção e senti o perfume da minha filha, coisas que me fizeram cair em si, então abri os olhos e vi ela de olhos fechados aproveitando o momento, quis aproveitar também. Ao sentir os lábios da minha filha, o que tentei fazer imediatamente foi segurá-la pelos ombros com minhas mãos e puxá-la ainda mais para perto de mim, abrindo mais a boca e começando a brincar com a língua dela. Ufa, que sensação tão sublime, a língua dela tinha um gosto especial, o hálito fresco e a saliva com gosto de pecado, mas tudo tão delicioso que era muito difícil me arrepender naquela hora.
O beijo continuou e eu segurava a nuca dela com minha mão, atraindo-a mais para mim, como se quisesse devorá-la de uma vez, enquanto com a outra mão continuava acariciando o braço dela de cima a baixo. Enquanto isso, minha filha, com a mão livre, começou a acariciar meu peito e minhas pernas, sem fazer mais nada. O beijo terminou aos poucos, digno de novela, com fios de saliva por causa da paixão, como se fôssemos uns adolescentes (bom, como se eu fosse um adolescente, porque ela ainda era).
Alguns beijinhos muito pequenos e bem breves, onde só havia contato com os lábios, encerraram aquele momento tão excitante da minha vida, enquanto ela, ao se afastar de mim e se sentar de volta na cadeira, segurava meu rosto com as duas mãos e ria com um ar envergonhado, enquanto dizia:
A: Obrigada, papai… esse é o melhor dia da minha vida, você me fez muito feliz de várias formas, espero poder te recompensar hoje por tudo que fez por mim.
R: Não sei como agradecer pelo que você tem feito por mim, filha, só espero não te decepcionar.
A: Não decepcionou até agora e duvido que vá, pelo contrário, você está me fazendo muito feliz.
Depois disso, fizemos uma pausa e cada um se sentou no seu lugar. assentos, então ao virar a cabeça olhei pro garçom e com um gesto pedi pra ele trazer os cardápios. Quando ele chegou, tava com uma cara de espanto que não cabia nele, e não sei se ele tava nervoso por ver minha filha, ou pela situação de ver como a gente se comportava, eu e minha filha. Enquanto ele se aproximava, entregava o cardápio e se afastava, a gente conversava sem nenhum pudor.
R: Querido, quer continuar com o jogo dos namorados?
A: Mmmm, não sei, verdade é que é muito divertido brincar de namorados você e eu, mas...
R: Mas o quê, querido?
A: Pra mim é mais excitante que saibam que somos pai e filha e que vejam que a gente se trata como...
R: Como a gente se trata?
A: Como namorados, papai.
R: Jejeje, ah querido, suas ideias, mas tudo bem, hoje vou fazer tudo o que você me pedir.
A: Sério, papai?
R: Sim, love, tudo. Mais ainda, pra te dar um exemplo, hoje vou tentar me dirigir a você como filha, e você vai me chamar de papai ou paizinho, o que acha?
A: SÚPER!!!
Poucos minutos depois, a comida começava a chegar. A gente comeu e quase não conversou no começo, só focamos em comer porque os dois estavam com muita fome. Já alguns minutos depois, ela começou a conversar.
A: Sabe que eu tô muito feliz e grata pela Sandra, papai?
R: Pela sua amiga Sandra da internet, querido? (Eu perguntei como se não soubesse quem era, hehehe)
A: Você gostou de tudo que eu fiz pra você essa semana toda, papai?
R: Gostar? Mas se eu amei, filha, foi maravilhoso. Por isso te digo que não sei como te agradecer.
A: Sim, papai, é que há várias semanas eu tô conversando com ela e ela me deu muita confiança pra falar com ela, e ela também de me contar as coisas dela. Deixa eu te contar tudo que ela me dizia...
Durante vários minutos, e acho que até mais de uma hora ou mais, ela me contava tudo, absolutamente tudo que tinha conversado com a Sandra, e todos os planos que ela tinha tramado com minha filha pra me seduzir.
Como se o dia já não fosse suficiente. Perfeito, e eu estava com uma ereção no talo. Minha filha incrementou o bolo me contando tudo o que tinha conversado com a Sandra. Ela me disse primeiro que a Sandra era uma garota muito parecida com ela, da mesma idade e até com os mesmos gostos, diz que aparentemente com o mesmo físico. Ela me contou que morava com o pai, mas que o pai era viúvo e que ela via o pai muito triste e entediado, e que ela tinha sonhado que transava com ele, e que essa ideia tinha vindo de contos eróticos na internet, e a Sandra tinha mandado alguns pra ela ler. Tudo isso eu já sabia graças à Danny, mas, por lógica, não contei pra Ana.
O melhor veio depois… Ana começou a me dizer que tinha se interessado muito pela ideia da Danny, e que ela tinha se proposto a seduzir o próprio pai, pra ele não ficar mais triste e sozinho, já que amava muito o pai dela. Ana me contou também tudo o que a Danny supostamente fazia com o pai dela, o jeito que ela seduzia ele e a forma como começaram a transar os dois, e até me explicava tudo o que faziam. E eu, naquela altura, ouvindo tudo da boca da minha filha, simplesmente ficava com uma ereção estourando que quase rasgava minha calça.
Depois de me contar como a Danny e "o pai dela" tinham transado, Ana começou a me dizer…
A: Sinceramente, pai, eu fiquei muito empolgada e excitada com tudo o que a Danny me contava. E, como ela via o pai dela entediado e triste, o que ela fez com o pai mudou a vida dos dois, porque o pai se transformou em outro homem, muito mais jovial, alegre e até se preocupava mais com o físico e, logicamente, em alegrar a filha. E a Danny, por sua vez, ficou muito feliz e podia ver o pai feliz e ela sendo a causa disso, além de que ela curtia pra caralho as sessões de sexo. E tudo isso me excitava muito, pai.
R: É, filha, já entendi. Do jeito que você conta, qualquer um ficaria excitado.
A: Jejeje, já com tudo que ela me contava e ver que o Danny tinha ajudado o pai dele, e vendo eu a situação que você tava passando e que minha mãe por causa do trabalho não passava tempo com a gente, decidi fazer a mesma coisa que o Danny...
R: A... a mesma coisa?
A: SIM... a mesma coisa... ou você não percebeu?
R: Claro que sim, sabia que você tramava alguma coisa, mas não sabia até onde você iria.
A: O Danny me deu muitos conselhos, na verdade quase tudo foi ideia dele, dormir essa semana na sua cama, usar as roupas da mamãe, tomar banho no seu banheiro, e te convidar pra algum lugar no fim de semana.
R: Puxa, o Danny tem umas ideias muito boas, mas você disse que quase todas eram ideias dele, teve alguma sua?
A: Jejeje, poucas, não muitas.
R: Então me diz... quais?
A: Jajaja, ai papai, quer mesmo saber? A única coisa que foi ideia minha foi te levar pra fazer compras e desfilar pra você, te convidar pra ver um filme comigo, preparar seu café da manhã vestida daquele jeito e comprar umas roupas.
R: Uau, filha, você me deixou sem palavras, não sabia que você tinha uma mente tão criativa, jejeje.
A: Jejeje, ai papai... me envergonha... e você ainda não viu nada.
A conversa continuou, ela me contava tudo que o Danny dizia e como ela colocava em prática. Eu, logicamente, não conseguia evitar uma ereção tremenda. Mas ainda assim, o mais maravilhoso de tudo é que minha filha estava se tornando minha namoradinha, minha amante pequena. Enquanto Ana me contava tudo com detalhes, e a gente ria junto, nos aproximávamos e nos beijávamos na boca, e fazíamos isso com mais ênfase quando alguém nos via. Naquela altura, o que iam nos dizer?
Quando ela já tinha me contado tudo que fez por mim na semana, comecei a contar o que ia rolar na semana seguinte.
R: E me diz, filha... você gostaria de ir viajar?
A: Sim!! Não quero ficar em casa o dia inteiro, mas a mamãe não vai estar e acho que não dá pra gente sair só nós dois.
R: Por que não, filha? Você não gostaria de ir viajar? e eu sozinhos
A: Uf, claro, adoraria, mas a mamãe vai querer se intrometer e não vou me divertir tanto quanto eu queria
R: Kkkk, acho que também não, e se a deixarmos trabalhando?
A: O quêêê?... Vai, me explica
R: Hoje sua mãe me ligou no celular, na hora do trabalho, eu tava muito preocupado porque pensei que ela tinha descoberto tudo que você fez na semana
A: Ah, papai, como assim, se eu não fazia nada fora do normal… hehehe
R: Pois é, mas enfim, ela me disse que tava com problemas no projeto dela e com os clientes, e que queriam que entregassem o projeto o mais rápido possível, e sua mãe me falou... que ia ficar quase uma semana, e quase certeza que ficava duas semanas
A: Sério, papai?
R: Sim, aliás, ela disse que como você já tava de férias e não queria que você ficasse entediada em casa, me pediu pra te levar de férias
A: SÉÉÉÉRIO MESMO???
R: Aham, isso mesmo
A: Uhuuuuuu, que felicidade, esse dia não podia ser melhor
R: Kkkk, ai, filha, vejo que você ficou muito feliz com essa notícia, e a verdade é que... eu também, então pedi minhas férias adiantadas no trabalho e também vou ter férias por 1 semana completa, então você pode escolher pra onde quer que eu te leve de férias
A: Siiiiim, hahaha que felicidade, não sei, queria ir pra um lugar bem ensolarado, aproveitar que você e eu gostamos de lugares tropicais e como minha mãe gosta de lugares frios e não vai, podemos ir pra uma praia ou algo assim
R: Claaaaaro!!! Eu tava pensando em ir pra alguma praia do país, dessas bem tranquilas, ou ir pra Cuba, que lá é bem mais barato que aqui no México
A: Uau, papai, eu sempre quis ir pra Cuba, e a gente já conhece quase todas as praias daqui, seria muito bom ir pra lá, não acha?
R: Sim, eu também gosto da ideia, além disso, as praias de Cuba são muito lindas e tranquilas, e é uma ótima temporada pra ir pra lá, já que não vai ter muitos turistas agora Semana
Minha filha ficou feliz e começou a rir e a gritar de alegria, tanto que se aproximou e me abraçou com os dois braços no meu pescoço, e começou a me beijar.
Ufa, cada beijo que ela me dava era muito mais apaixonado a cada vez. Dessa vez, o beijo pareceu durar mais de 5 minutos, ela não se desgrudava de mim, e nessa altura eu já estava curtindo minha filha ao máximo. Também a segurei com minhas mãos e a beijei com toda a paixão que sentia naquele momento.
O beijo era mais que delicioso, os lábios dela eram a coisa mais macia que já senti na vida, ainda estavam perfumados pelo batom e tinham um gosto juvenil que eu não sentia há muitos anos (apesar da comida e do vinho). Quando ela parou de me beijar, foi se afastando e passou a mão no meu pau, e com um sorriso safado só me disse…
A: Vejo que você também tá feliz, papai
R: Você não faz ideia, filha, não faz ideia
Depois de tudo isso, perguntei pra onde ela queria ir agora. Ela disse que a gente não precisava se preocupar, que teria todo o tempo do mundo e que queria mesmo ir ao cinema comigo.
Então pagamos a conta e saímos, feito um casal de namorados, obviamente com uma diferença de idade bem marcada. Ela me abraçava pela cintura enquanto eu, com um braço, a segurava pelo ombro, e saímos trocando beijinhos na boca na frente dos funcionários, que nos olhavam com muito tesão. Não podiam acreditar que eu estava com uma garotinha de 17 ou 18 anos, eu tendo uns 40, mas era muito mais divertido ver a cara do garçom que nos atendeu, já que ele sabia que éramos pai e filha.
Quando saímos de lá, bastou caminhar alguns minutos e entrar no cinema, já que ele ficava dentro do shopping onde estava o restaurante.
Quando chegamos lá, pedimos ingressos para um filme de terror, supostamente. Não lembro o nome porque foi a Ana quem escolheu, e eu não conseguia prestar atenção em nada além do corpo dela, porque agora eu tocava, acariciava e olhava com muito mais tesão. e de forma mais descarada e prejudicial. Felizmente, não esperamos muito, e entramos quase na hora. Ela me puxava pela mão, e eu ficava muito feliz em vê-la tão contente, fazia tempo que não a via assim. Não consigo descrever, era realmente fascinante e quase alucinante ver a cara de todo mundo ao nosso redor, que via um homem de 40 anos com uma adolescente linda, usando uma roupa bem provocante e sexy. Adorava ver muitos homens e garotos com suas respectivas parceiras, muito gostosas por sinal, embora não tanto quanto minha filha, e esses homens não conseguiam evitar os olhares penetrantes para o corpo dela.
Enquanto esperávamos e entrávamos na sala, minha filha me puxava pela mão, igual aquelas garotas felizes e orgulhosas do namorado novo. Quando entramos na sala, ela continuava me puxando e me levando para nossos lugares. Ela tinha escolhido ficar na parte mais alta das poltronas, nos últimos assentos da fileira, praticamente no canto mais afastado, lá em cima e na beirada. Felizmente, não tinha muita gente, e todo mundo estava cinco ou seis fileiras abaixo. Apesar de a sala ser pequena, havia poucas pessoas e, por isso, muito espaço entre cada grupo que estava ali.
E depois, alguns minutos depois de nos instalarmos nos assentos, ofereci à minha filha ir até a bombonière pegar algo para ela e para mim. Ela só pediu uma garrafa de água, um potinho de pipoca e um sorvete, hahaha, nada mal para uma adolescente. Eu, por minha parte, fiquei só com uma garrafa de água e um sorvete. Quando voltei para a sala com as coisas que tinha comprado para ela, ao me sentar, Ana me deu um beijinho nos lábios e disse…
A: Ei, pai, tenho uma surpresa para você.
R: Ah, é, querida? Qual é?
A: Daqui a pouco te conto.
R: Tá bom, querida.
Em instantes, o filme começou, com as luzes se apagando completamente, deixando só a tela acesa. Os trailers dos filmes que iam estrear em breve, minha filha se acomodou do meu lado, encostando a cabeça no meu ombro, e com as mãos segurando a comida. Eu, por minha vez, peguei minha filha com um braço, segurando ela pelo ombro, e com a outra mão eu pegava a água e de vez em quando fazia carinho na cabeça dela, brincando com o cabelo lindo dela, o que sei que minha filha sempre amou desde pequena.
Minha filha praticamente não se mexeu nos primeiros 10 minutos do filme, parecia que tava gostando, mas eu me enganei. Ela virou a cabeça e começou a sussurrar pra mim.
A: Ei, pai, o filme tá meio chato, não acha?
R: Bom, eu não tô prestando muita atenção, pra ser sincero, hehehe
A: Ei, pai, me dá um pouco do seu sorvete? E eu te dou um pouco do meu.
Nisso, estendi a mão com o sorvete perto da boca dela pra ela provar, e depois ela fez o mesmo, mas aí começamos a nos divertir.
Quando minha filha me ofereceu sorvete e eu ia provar, ela, de propósito, virou a mão bem na hora, fazendo com que eu ficasse com sorvete espalhado na bochecha. Enquanto isso, a Ana só ria.
A: Hehehe, ai, pai, desculpa.
R: Hmm, relaxa, filha, não sujei muito.
A: Deixa eu limpar, pai.
Ufa, aí começou meu prazer. Ela pegou meu rosto com as mãos e começou a usar a língua pra limpar todo o sorvete do meu rosto, de um jeito tão provocante, e assim se passaram uns 5 minutos, dando lambidas no meu rosto e dentro da minha boca pra compartilhar o sorvete que ela lambia de mim.
Nós dois estávamos rindo bem baixinho pra ninguém na sala se incomodar, e nessa hora, meu pau já tava totalmente duro.
R: Ei, filha, não quer mais do meu sorvete?
A: Quero, pai, me dá.
Decidi fazer minha parte agora. Estendi a mão com o sorvete e, bem na hora que ela ia provar, fiz a mesma coisa e espalhei do lado da boca dela.
A: Hahaha, pai, que sem-vergonha, hehehe. agora você vai ter que me limpar
R: Ai, filha, desculpa, hehehe, deixa eu te limpar
Nisso, fiz exatamente o que minha filha tinha feito minutos antes: peguei o rosto dela e, com minha língua, comecei a lamber o rostinho dela, dando beijos pra compartilhar o sorvete que eu tirava da cara dela. O beijo virou uma luta desenfreada entre nossos lábios e línguas; quando nos separamos, os dois ríamos muito felizes e, pelo visto, bem excitados com a sujeira que a gente tinha feito, mas com a excitação aumentando a cada segundo.
Agora eu via minha filha comendo pipoca, e eu aproveitava pra olhar os peitos dela, tão deliciosos que pareciam, enquanto pedia pra ela me oferecer. Era uma imagem gostosa demais que minha filha me dava do decote dela, com aquele par de peitos grandes e bem formados que se apertavam na camisa que ela usava; eu notava como o começo dos peitos estava a uns centímetros do meu nariz.
Nessa hora, Ana virou um pouco a cabeça e, ao levantar o olhar, viu que eu tava olhando fixamente pros peitos dela. Ela só sorriu e disse…
A: Cê gosta?
R: Muito, filha, você tá muito gostosa, e muito sexy; desde a vez que você tomou banho comigo, não consigo tirar essa imagem da minha cabeça.
A: Valeu, fico feliz que você goste.
Nisso, ela pegou com uma das mãos um punhado de pipoca, e uma caiu exatamente entre os peitos dela, ficando presa na linha que os separava.
A: Opa.
R: Hahaha, ai filha, que pontaria.
A: Hehehe, é, você tem razão, mas acho que assim elas ficam mais gostosas.
R: Hahaha, sério?
Nisso, ela pegou a pipoca com os dedos e comeu de um jeito bem normal.
A: Hum, que delícia, de verdade, pai, elas ficam mais gostosas assim, hehehehehehe.
R: Ah, e qual é o gosto?
Nisso, ela pegou uma pipoca meio grande e, já que a gente tava totalmente quente e sem vergonha, deixou ela cair de propósito entre os peitos, ficando exatamente no mesmo lugar que a anterior.
A: Quer saber qual é o gosto?
R: Claro! Adoraria, me dá aí.
Em Isso, minha filha, não esperei e ela se levantou e ficou totalmente de frente pra mim. Com uma mão, ela estava prestes a pegar uma das pipocas, mas com a outra, pegou minha cabeça pela nuca e a puxou na direção dos peitos dela. Ufa, que delícia que estava acontecendo, minha filha estava me deixando fazer o que eu mais queria. Tentei pegar a pipoca com meus lábios, mas ao mesmo tempo tentava cheirar e sentir os peitos dela, usava a língua pra lamber e sentir ela. Era simplesmente maravilhoso o que minha filha estava fazendo comigo.
A: Vai, papai, pega ela, vai ver que você vai gostar. Você não sai daí até pegar.
R: Hum, slup, mmmm.
A: Assim, papai, procura ela bem.
Enquanto eu tentava tirar a pipoca do meio dos peitos dela, mais ela se enfiava neles, mas isso já era o que menos importava. Nessa altura, eu tava mais interessado em lamber o máximo possível os peitos dela, enquanto com minhas mãos segurava ela pela cintura.
Quando consegui pegar a pipoca com a boca, minha filha sentiu e soltou minha cabeça. Me levantei e falei baixinho…
R: Ai, filha, que delícia que tá, verdade, tem um gosto delicioso assim, hehe.
A: Viu? Falei que você ia gostar, papai.
R: Pena que não posso comer assim toda vez que venho ao cinema com vocês.
A: Hahaha, ai papai, mas de agora em diante, toda vez que a gente vier, só você vai poder comer assim. Quando a mamãe vier, a gente inventa alguma coisa, hehe.
R: Mmm, combinado.
Nisso, me aproximei e dei um beijo na boca dela bem longo. A verdade é que a gente não tava prestando atenção nenhuma no filme, e tava mais ocupado em nos beijar e nos acariciar um ao outro. Começamos a gemer, mas tentando fazer o menor barulho possível, embora, felizmente, o barulho do filme e a pouca gente na sala nos permitissem esse luxo.
Eu, com meu pau totalmente duro, acariciava minha filha na cintura e no rosto, nos braços e nas mãos dela. Ainda não me permitia dar mais passos, embora soubesse onde a gente ia chegar, eu e minha filha. Bom, pelo menos era o que eu esperava. Passando os minutos, minha filha se recostou de novo em mim, quase encostando as costas no meu ombro e no meu peito, com a cabeça jogada pra trás apoiada no meu queixo. Ela pegou minha mão direita com a dela e colocou do lado do braço dela, enquanto com a outra mão pegava a minha que tava livre e colocou sobre minha perna do mesmo lado.
Ela começou a falar quase sussurrando:
A: Ei, papai, quer ver qual é a surpresa que tenho pra você?
R: Jejeje, sim, filha, fala aí.
Sem dizer mais nada, minha filha pegou minha mão esquerda e começou a acariciar minha perna, bem de leve. Eu tava totalmente duro, mas pela posição que ela tava, não dava pra perceber completamente.
Nisso, com a mão direita, ela colocou debaixo da minha e ajeitou de um jeito que entrelaçamos nossas mãos, e ela, sendo a guia, começou devagar a desabotoar 2 botões da blusa dela, e depois os outros dois últimos. Minha filha tava com a blusa totalmente aberta e eu podia ver de cima todo o espetáculo. JÁ NÃO TAVA MAIS DE SUTIÃ. Os peitos dela começaram a se soltar ao se livrar da pressão da blusa, e ao não ver o sutiã, eu falei:
R: Que que houve, amor, tirou ele?
A: Jajaja, sim, cê não gostou da ideia?
R: Adorei, mas onde cê deixou?
A: Deixei cair mesmo.
R: E quando foi isso?
A: Aproveitei quando cê foi pegar a pipoca e como ninguém tava olhando, tirei ele, jejejeje, não acha divertido?
R: Muito, acho bem ardente, amor.
Ela continuou com a mão guiando a minha, ainda sem eu ter contato com a pele dela com minhas mãos, porque a mãozinha dela tava no meio.
Ela começou a se acariciar na cintura com movimentos lentos e delicados. Eu já tava no limite e parecia que tava soltando líquido pré-seminal de tão excitado que eu tava naquela situação. Depois, Ana começou a descer a mão dela e a minha e começou a enfiar entre a saia dela e a pele da cintura, quando começou a acariciar do mesmo jeito. formando o início das coxas dela e ao lado do púbis. Depois disso, aos poucos, comecei a girar minha mão, deixando a dela completamente sobre minha pele. Agora tinha trocado a posição das mãos pra que ela ficasse por cima da minha, e ainda continuava me guiando, já que estávamos com os dedos entrelaçados.
A: Também tirei a parte de baixo, kkkkkkkk
R: Anaaa!!! Você tirou sua calcinha fio dental?
A: Qual é, pai?
R: Na... nada, filha.
A: Cê não gostou?
R: Sim, adoro, mas tô ficando quente demais!
A: É pra isso mesmo, pai, além disso, não tem problema, ninguém nos vê nem nos ouve, ainda falta quase meia hora pro filme acabar.
Não tava mais ligando pro que ia rolar, então comecei a acariciar o começo da coxa da minha filha, com círculos pequenos, que me faziam tremer com a sensação da pele dela, totalmente macia, delicada e fresca. Fiquei assim só uns dois minutos, tinha um banquete de carne jovem e deliciosa que não podia desperdiçar. Quando comecei a acariciar mais partes do corpo dela, ela foi soltando minha mão, me deixando fazer tudo que eu quisesse. Aí aproveitei e, com a outra mão onde ela tava por cima da minha, me acariciando a perna, fiz igual ela: troquei a posição das mãos, deixando a dela tocando direto minha calça na altura da coxa, e coloquei minha mão sobre a dela, continuando no mesmo ritmo das carícias.
Continuei com as carícias e comecei a subir minha mão, afastando um pouco a blusa e subindo até os peitos dela, enquanto com a outra levava a mão dela pro meu pau totalmente duro, pra ela sentir como o pai dela tava.
Ufa, era a primeira vez que acariciava os peitos dela, e tocar neles era uma sensação tão gostosa e sublime... ufffff que delícia, os peitos dela eram grandes, cabiam bem na minha mão por inteiro e ainda sobrava carne. Os biquinhos dela eram pequenos, mas também estavam totalmente durinhos, macios, e eu procurava trocar minhas mãos entre os dois peitos. frequentemente tentando me deliciar com os dois o máximo possível, também acariciava sua cinturinha e seu abdômen liso, e de vez em quando brincava com o piercing que ela tinha no umbigo e descia até as coxas, e com as carícias chegava a sentir parte da sua bela bucetinha, mas não me atrevia a acariciar nem a seguir adiante na minha exploração.
Enquanto eu tentava me deliciar mais com os peitos dela, minha filha já estava totalmente agarrada no meu pau, acariciando ele por todos os lados possíveis que o jeans permitia.
Assim ficamos quase até o final do filme. Já no final, minha filha virou a cabeça deixando a boca na altura da minha e, num sussurro, me dizia, enquanto entre cada frase ou cada palavra me dava um beijinho só de lábios, com os olhos semicerrados.
A: Ei, papai… acho que o filme já vai acabar (beijo)
R: Sério, filha?... que pena!
A: (beijo) Sim, papai… tenho que me arrumar, não acho que você gostaria que eu saísse assim da sala, né? Além disso, você não teria vergonha de sair assim? (enquanto apertava levemente meu pau)
R: Você tem razão, querida
Aos poucos, começamos a diminuir a intensidade das carícias até parar completamente. Ela se sentou e começou a abotoar a blusa; pelo visto, ia embora sem a calcinha fio-dental e sem o sutiã.
Eu, por minha vez, só tentava pensar em outra coisa e prestar um pouco de atenção no filme pra ereção baixar, mas já era impossível. Minutos depois, minha filha já tinha terminado de se arrumar e o filme acabava; as luzes da sala começavam a acender. Minha filha já estava vestida como tinha chegado ao cinema, mas ainda não tinha visto ela pegar ou colocar o sutiã nem a calcinha fio-dental.
Quando nos levantamos, notei que minha filha tinha deixado o assento um pouco molhado onde estava; aos pés dela estavam o sutiã e a calcinha fio-dental jogados no chão.
R: Filha?
A: Deixa eles, papai, não vou mais vestir.
R: Tá bom
Diferente de quando entramos de mãos dadas Mano, dessa vez minha filha tava me ajudando a esconder minha ereção dos outros, então a gente andava junto e colado, ela na minha frente pra ninguém perceber. Claro que era impossível, porque eu sentia parte da bunda dela, o que fazia minha ereção continuar firme.
A gente seguiu assim depois do cinema, e de novo os olhares estavam todos nela e em mim. Continuamos andando sem falar nada, eu segurava ela pela cintura na frente, e ela segurava minhas mãos com as dela, mantendo um passo sincronizado e devagar, aproveitando cada passo que a gente dava.
Seguimos caminhando, e com a vergonha e a pressão dos olhares dos outros, comecei a me encolher, o que ajudou a broxar um pouco. Quando minha filha percebeu, ela se afastou um pouco de mim e segurou minha mão de novo, mas dessa vez levou até a cintura dela, pra eu abraçar ela de lado. Ela segurava minha mão com força com a dela.
Sinceramente, nem minha esposa me tratou assim quando a gente começou a namorar, e naquele ponto eu já podia dizer que tava me apaixonando pela minha filha. A gente passou por todos os corredores e lojas do shopping até sair e chegar no estacionamento. Procurando nosso carro, que não tava muito longe.
Comecei a tratar minha filha como minha amante. Quando chegamos, abri a porta do carro pra ela, ela ficou satisfeita e agradecida, e como agradecimento, se virou, segurou meu rosto e minha nuca, e começou a me beijar apaixonadamente, enquanto eu continuava segurando a cintura dela. Ficamos assim por vários minutos, o beijo já tinha se prolongado bastante e eu já tava começando a ficar duro de novo.
A: Muito obrigada, papai, esse foi o melhor dia da minha vida. Adoro passar tempo a sós com você, e não sei como te agradecer.
R: Não agradece nada, filha. Essa semana foi maravilhosa em todos os sentidos. Não senti falta da sua mãe nem um pouco. Adorei te ver e te sentir, e adorei tudo que você fez comigo e tudo que me deixou fazer. Eu é que sou o agradecido. tem que agradecer
Respondeu com outro beijo longo de novo e muito mais apaixonado que o anterior, e quando terminou, subiu no carro. Imediatamente entrei eu também, e ao sair do estacionamento da praça falei…
R: Agora filha, são 8:00 da noite, já quer ir pra casa descansar?
A: Descansar papai??? Mas de quê??
R: Hahaha, ah querida, então me diz o que você gostaria de fazer agora
A: Você disse que a mamãe te ligou de manhã, não foi??
R: Sim filha, foi sim, aliás ela mandou lembranças
A: Haha obrigada, jejeje, ei, e se eu não quiser ir pra casa ainda, e a gente for pra outro lugar? Além disso, se a mamãe já falou com você, acho que não vai ligar pra casa pra nos procurar, é mais fácil ligar pro seu celular ou pro meu, não acha??
R: Sim, você tem razão, acho que por hoje ela não liga mais, mas me diz, onde você quer ir agora?
A: Haha não sei, mas o que eu sei é que não quero ir pra casa, deixa eu ver pra onde a gente vai e te falo
Eu continuei o caminho como se fôssemos pra casa, mesmo que o trajeto com o trânsito fosse se estender por até 2 horas. Minha filha estava olhando pra rua, e eu imaginava pra onde ela gostaria de ir.
A: Ei papai, o trânsito tá muito ruim, e você sabe que eu fico impaciente com trânsito
R: Eu sei querida, mas não posso fazer nada
A: E se a gente for pra algum lugar pra passar o tempo e mais tarde voltarmos pra casa sem trânsito?
R: Tá bom, deixa eu pensar o que tem por aqui perto... mas me diz, o que você tá a fim de fazer pra eu te dar opções?
A: mmmm, vamos ver... e se a gente entrar naquele lugar?
Quando ela levantou a mão e a gente estava completamente parado no trânsito, vi que ela estava apontando pra um motel meio chique. Um frio terrível percorreu minhas costas, entendi perfeitamente o que minha filha queria dizer. Pra ser sincero, não soube o que responder, sabia o que ela tava pedindo, sabia o que ela queria, e eu também desejava aquilo, só que é difícil encarar.
R: Tem certeza que quer entrar?
A: SIM... e você não?
R: Adoraria, mas você sabe que não teria volta, e não quero saber que você se sentiu obrigada ou pressionada.
A: Haha papai, mentira, eu quero entrar lá e é a única coisa que eu quero, o resto não me interessa agora, além disso, ninguém nos espera em casa, não tem problema, né?
R: Bom, não... Mas não sei se a gente tá... você sabe... protegidos.
A: Protegidos??... Hahahaha já entendi.
R: A gente precisa comprar alguma coisa numa farmácia perto daqui, não acha?
A: NÃO!!
R: Como assim???
A: Não quero que você compre nada, não quero usar nada nem que você use nada.
R: Mas filha, tem muitos riscos.
A: É isso que eu quero, papai, quero correr o risco e se algo acontecer, vai ser nosso segredo. Eu obviamente não vou contar nada e você também não.
R: Mas você tem certeza, filha?
A: Sim, aliás, se algo acontecer, eu ficaria muito feliz e animada de carregar em mim um pedaço de você.
R: Tá... tá bom.
Com o que a gente tava conversando, minha ereção tinha voltado, e eu sabia o que minha filha tava dizendo, ela queria entrar num motel comigo, queria ficar comigo sem proteção nenhuma e se ela engravidasse, pelo visto isso não ia preocupar ela e pelo que ela disse, ela ficaria feliz com isso. Eu naquela altura já tava com a cabeça quente demais pra pensar nas consequências, e era o que menos me importava, o que eu queria era estar na cama com minha filha, ter ela, possuir ela e sentir o que era estar dentro dela, e se algo acontecesse... que se dane? já não me importava mais nada.
No próximo relato vou contar o que aconteceu desde a entrada no motel, e a noite mais maravilhosa e ardente que já tive em toda a minha vida, fazer amor com minha filha foi uma das experiências mais alucinantes que já tive na vida.
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