Dessa vez, trago pra vocês meu segundo conto: uma história de incesto entre mãe e filho. Uma mãe professora, católica e muito conservadora, mas uma madura de filme pornô. Aproveitem!
Marcela se sentia exausta, arrasada, desmoralizada. Como professora de Moral Católica na principal escola de moças, doía o que acabara de descobrir. Três... Três de suas alunas estavam grávidas naquela idade, e o pior é que duas nem sabiam quem era o pai. Onde foi que ela tinha falhado? Por que não conseguiu convencê-las a se comportarem com o decoro e a retidão que deveriam?
Aos trinta e oito anos, levara uma vida reta, sem motivo para queixa, a ponto de as freiras a escolherem para dar a aula. É verdade, era divorciada há dez anos, mas foi exatamente por não aceitar as "coisas estranhas" que o marido pedia. Até conseguiu a anulação pela igreja, o que lhe deu ainda mais fama de mulher virtuosa. Como professora universitária e de ensino médio, sempre lutou para incutir uma moral elevada em suas alunas.
Lembrava das palavras que tanto repetia:
"Respeitem-se, não permitam coisas aberrantes de seus parceiros, nem sexo anal nem oral, pois não são permitidos por nossa santa igreja."
Ao chegar em casa, encontrou seu filho Hernán no computador, como todos os dias, e uma nova nuvem de preocupação cobriu sua mente. Sempre fora uma mãe possessiva, mas carinhosa; ela mandava no filho e o obrigava a cumprir regras de comportamento e urbanidade estritas. Aos dezenove anos, seu filho não era apegado à igreja e ela o vira com várias garotas, bem próximo delas. Entre elas, duas das grávidas. Ele herdara dela o amor pela literatura e agora começava o curso de filosofia e letras. Era um jovem sensível e estudioso, um pouco retraído. Com 1,85m de altura e 77kg, era um esportista completo, pois todas as tardes jogava uma "pelada". com os amigos e sábado e domingo jogava nas suas ligas de futebol e basquete.
- Conhece a Brenda e Gabriela?
- Suas alunas?
- Aham.
- Sim, conheço um pouco, mas não são minhas amigas.
- Pois fico feliz, porque se deram mal.
- O que fizeram?
- Engravidaram sem saber de quem.
- Bom, atualmente as coisas não são como na sua época, agora já não é tão terrível.
- Mas continua sendo uma falta de moral.
Hernán não queria discutir com sua mãe, por isso mudou de assunto e conversaram sobre coisas sem importância.
Naquela noite, antes de deitar, Marcela se observou no espelho sentindo-se orgulhosa de ter um corpo tão jovem apesar da idade. Às vezes a excitação a dominava e ela se tocava tentando se acariciar, mas geralmente ficava com um sentimento de culpa que a fazia ir se confessar no dia seguinte, até que o reverendo don Manuel, apesar de sua idade, lhe disse um dia:
- Olha, minha filha, isso é normal em todo ser humano e não vai contra a lei de Deus.
Depois disso, Marcela o fazia sem tanta angústia e assim acalmava seus nervos. Marcela não sabia o que estava acontecendo, pois sentia que cada vez mais a inundava uma onda de fúria sexual. A cada dia tinha mais necessidade de se acariciar e pouco a pouco caiu na pornografia. Lá viu coisas que nunca imaginou que aconteciam. Penetrações anais, grandes paus, boquetes intensos, lesbianismo, trios, etc.
As coisas se complicaram um dia em que ela teve a ideia de entrar no quarto do filho e, sem perceber, começou a revisar seus trabalhos da escola. Entre eles, muito escondido, encontrou um poema que lhe gerou inquietação.
Mãe (*)
Sinto seu corpo doce e harmonioso.
Quando o sol aquece e a tarde cai.
Seu cabelo solto, esplendoroso.
E minha pele com sua pele, sinto que arde.
O desejo me enlouquece, é doloroso.
Será porque te amo…….mãe?
(*) Poesia cortesia do autor.
Não soube o que pensar sobre o que lia. Sua primeira reação foi falar com seu filho de Imediato, mas depois pensou melhor e esperou para ver como ele se comportava. Ele sempre tinha sido carinhoso e terno com ela e ela nunca suspeitou que ele tivesse esses desejos. Ela ficou horrorizada ao pensar que talvez estivesse errada e não passasse de um poema sem sentido. Quando Hernán voltou da rua, ela o observou por um bom tempo, não encontrando nada de estranho em seus olhares ou atos. Jantaram conversando sobre assuntos banais e foram se deitar depois de ver um pouco de televisão. Ao ficar sozinha e se despir, ela se observou no espelho como todas as noites e então sentiu um pouco de decepção. No fundo, ela teria gostado que seu filho a desejasse, que pensasse nela como mulher.
—Meu Deus, estou louca! Como posso pensar isso, como posso desejar isso se é incesto.
Nos dias seguintes, não parou de observar seu filho sem encontrar nada de estranho nele, até que ficou convencida de que era só um poema sem sentido. A verdade é que ela não sabia se gostava ou não daquilo.
—Estou louca, como é que ele vai reparar em mim, se sou uma velha para ele e ainda por cima sou a mãe dele.
Assim passaram três semanas e o incidente já estava quase superado quando, por necessidade, ela teve que usar o computador do filho, já que o dela estava com o técnico. Ela ligou a máquina e buscou os dados de que precisava quando, sem querer, clicou em "favoritos" e apareceu uma série de páginas, entre elas muitas de pornografia. Abriu a primeira que lhe veio à mente e viu que era da temática de incesto, passou para a seguinte e era igual, e assim sucessivamente até que revisou todas, descobrindo que seu filho só via páginas sobre o tema. Anotou vários endereços e fechou o computador. No dia seguinte, quando o técnico trouxe seu equipamento consertado, a primeira coisa que fez foi começar a ver as páginas, terminando com um tesão enorme que teve que aliviar com caricias na virilha.
—"Meu Deus, fui longe demais. Invadi a intimidade dele, sendo que ele nunca me deu nenhuma indireta. Essas páginas são fantasias que todo mundo tem e meu filho é um jovem moderno. com opiniões diferentes das minhas sobre sexo"
Marcela estava totalmente confusa, não sabia se devia brigar com o filho ou seduzi-lo. Por enquanto, procurou entre os amigos do filho algum que lhe agradasse, mas não encontrou ninguém. Ela gostava dele, e só dele.
De repente, entrou em depressão. Sentia-se suja, degenerada, absurda, não concebia como tinha chegado àquele estado que a invadia cada vez mais. A luxúria a levava a ficar constantemente se acariciando sozinha, desejando o próprio filho. Seu estado foi tão evidente que Hernán percebeu.
- Tem algo errado, mãe?
- Não... bem... é que estou ficando velha e me sinto sozinha.
- Pois é porque você quer, você é a mulher mais linda que conheço e qualquer um seria feliz sendo seu marido.
Ela não soube se gostou ou se doeu com o comentário.
- Nunca quis ter ninguém porque você basta para me fazer feliz.
(Glub... já tinha falado e não tinha jeito)
Hernán se aproximou dela e passou o braço pelos ombros dela. Ela sentiu uma descarga elétrica que inundou seu corpo quando ele a beijou na bochecha.
- Eu não me importaria se você se casasse de novo, você ainda tem muito a dar e merece ser feliz.
- Você tem uma amante?
- O quê?
- É, isso que agora chamam de namorada, com quem transam todas as vezes que querem e quando um dos dois cansa, terminam e paz, o que no meu tempo se chamava ter amante ou sua putinha.
- Mãe, as coisas são diferentes do seu tempo. Agora, virgindade e essas coisas não importam tanto.
- E você já teve relações sexuais?
- Não acho que seja assunto para mãe e filho, mas sim, tenho tido há dois anos.
De repente, Marcela se levantou, deixando o filho confuso. Foi até o quarto dele e, momentos depois, voltou com o poema na mão.
- Você pode me explicar isso?
Hernán, ao ver do que se tratava, ficou vermelho e começou a gaguejar.
- É... um poema... que... que... um amigo me encomendou.
- E que tipo de amigo te encomenda um poema erótico sobre a própria mãe?
- É... Pedro……..Miguel……..Manu…….Missael, um que você não conhece.
- E quando você traz ele aqui em casa? Quero conhecê-lo.
- É que… não acho que ele venha… ele mora muito longe daqui.
- Me diz a verdade, Hernán, você fez aquele poema pensando em mim?
Hernán apenas baixou o olhar e ficou calado, como quando era criança e ela o repreendia. Então, no peito de Marcela brotou um sentimento enorme. O de mãe e o de amante desejada, toda a ternura que sentia pelo ser que mais amava na vida e todo o desejo de mulher jorraram de suas entranhas. Ela sentiu ao mesmo tempo uma imensa dor e um imenso prazer.
- Filho, desde que vi aquele poema não consegui dormir, não vivo, falta-me ar, não como.
- Perdoa-me, mãe, não sabia o que fazia quando escrevi.
- Você realmente me deseja, quer fazer amor comigo?
Hernán ficou calado por alguns momentos antes de responder.
- Você é uma mulher muito linda, para mim a mais linda de todas. Era inevitável que eu me apaixonasse por você do jeito que me apaixonei.
E então aconteceu. Marcela se aproximou do filho e o beijou na boca. Primeiro suavemente e depois se transformou em algo selvagem, obsceno, sujo e delicioso. Hernán correspondeu à carícia segurando-a pela cintura e aproximando seu corpo ao dela para que sentisse sua masculinidade, que reagia com uma dureza implacável, viril e cheia de desejos. Marcela se abandonou e sua feminilidade brotou pelos poros, pedindo sexo, amor e paixão. Hernán levou as mãos aos seios da mãe e os tocou superficialmente, depois deslizou as mãos entre a blusa e sua carne trêmula. Ele se deliciou com o cheiro do suor misturado ao perfume dela. Naquele momento, Marcela soube que não havia mais volta. Que seria a amante do próprio filho.
- ……..te amo, mãe…….te amo e te desejo……… quero que seja minha e ser seu……..
- Vamos…….vamos para o quarto.
Os dois saíram abraçados. Quase caíram no caminho de tanto se beijarem e acariciarem. Ao chegar diante da cama, Hernán apertou seu corpo contra as costas da mãe, e ela sentiu nas nádegas a dureza do pênis. do seu filho. Ele levantou a blusa dela e soltou o sutiã, deixando saltarem os seios brancos como marfim com seus pequenos mamilos vermelhos. Ela fez um gesto de timidez, mas ele pegou suas mãos e as afastou, acariciando seus seios. Beijou seu pescoço e, ao sentir seu sabor e aroma, sentiu um imenso prazer. Com uma mão, baixou sua saia e a calcinha até a metade das pernas, abrindo a própria braguilha e libertando seu pênis, que explodia de dureza. Posicionou-o entre as nádegas de sua mãe, que sentiu um calafrio percorrer seu corpo. Continuou beijando seu pescoço, até que ela não suportou a carícia e virou-se de frente para ele. Então se beijaram por vários minutos. Beijos ternos, luxuriosos, apaixonados. Terminaram de se despir e ele a deitou na cama, posicionando-se entre suas pernas. Ela esperava a penetração, mas, para sua surpresa, seu filho ajoelhou-se diante dela e levou sua boca até sua vagina. Ficou tensa no início, mas não quis quebrar a magia do momento e relaxou o corpo, deixando seu filho prosseguir. Após meio minuto, começou a desfrutar da chupada que Hernán lhe oferecia, ainda mais quando seu filho demonstrou ser um especialista, enfiando a língua cinco ou seis centímetros dentro de sua vagina. De repente, não pôde evitar.
— Uggg……. ahhhh!........ Tô gozando, minha vida…….tô gozando…..toda………..tô me esvaziando.
Hernán não interrompeu o contato e continuou chupando-a até sentir que o orgasmo de sua mãe havia terminado. Nunca havia bebido os fluidos de uma mulher, mas agora não lhe desagradou fazê-lo. Ao parar, viu que sua mãe tinha uma expressão de felicidade infinita e o olhava com imenso amor. Beijou-a na boca, e ela saboreou seus próprios fluidos nos lábios de seu filho.
— Te amo, minha vida…..você é maravilhoso……quero te fazer feliz do jeito que você desejar, sou sua.
Ela mesma se surpreendeu ao dizer isso, mas a verdade é que havia desfrutado mais em dez minutos com seu filho do que em todos os anos de casada. Diante dela, abria-se uma nova maneira de amar, de ser feliz. Hernán a deixou se recuperar. alguns segundos e depois se levantou diante das pernas dela e apontou seu pênis poderoso para a buceta de sua mãe. Esta foi a primeira vez que ela o viu em plenitude e se surpreendeu com seu tamanho. O único que conhecia era o de seu marido e lhe pareceu bem pequeno comparado ao de seu filho. Entre a mata de pelos, Hernán colocou a cabeça de seu pênis e passou pela sua buceta por alguns segundos. Em um dado momento, os dois se olharam nos olhos e em seus rostos só havia amor. Amor grande e puro que agora estavam prestes a consumar da maneira como um homem e uma mulher se amam. Hernán deslizou seu pênis centímetro a centímetro dentro da vagina de sua mãe e ela aproveitou cada instante, cada milímetro, cada empurrão de seu filho. O prazer que em sua juventude sonhou que sua vida de casada lhe traria, pela primeira vez ela sentia. Continuaram se olhando nos olhos como dois apaixonados e aceleraram seus movimentos até chegar ao clímax. De repente, balbuciaram.
- Meu Deus, mãe! Você é maravilhosa... nunca tinha gozado assim... Te amo, mãe... te amo... vou gozar dentro de você... ugggg!... que gozo.
- Sim, meu amor!... me dá sua vida... me dá seu amor... me enche de você... UFFFF!... que prazer, meu Deus.
Os dois ficaram exaustos e abraçados um ao outro em um torpor delicioso e completamente felizes. Hernán, sem perceber, adormeceu ao lado de sua mãe e ela se levantou levemente e colocou a cabeça dele sobre seus seios, olhando para seu rosto enquanto ele dormia. De repente, passaram por sua mente os anos infantis de seu filho, quando nessa posição ele se refugiava nela quando algo o assustava. Pensou com tanta ternura que aquele menino que ela consolava agora era seu homem, seu amante, seu deus. No final, também adormeceu cheia de amor e felicidade.
No dia seguinte, ela se levantou um pouco tarde, tomou banho e foi preparar o café da manhã preferido de seu filho. Acordou-o para que se banhasse e tomaram café juntos quase sem falar sobre o que havia acontecido. Não precisavam de palavras. Os dois saíram, ela para suas aulas na universidade como professora e ele para as aulas dele. Ao chegarem, suas colegas notaram sua felicidade e brincaram com ela.
- Filha da Marche, acho que você já tem namorado, tá andando toda faceira.
Ela apenas sorriu e não disse nada que pudesse fazê-las suspeitar. Ao sair do trabalho, foi para casa cozinhar o prato preferido do filho e esperar que ele chegasse da universidade. Quando ele chegou, se beijaram ternamente e jantaram, passando depois ele a fazer seus trabalhos de pesquisa e ela disse:
- Agora volto, meu love, vou comprar algumas coisas.
- Tá bom, mami, não demora muito.
Marcela foi a uma loja de roupas femininas o mais longe possível de casa, onde não a conheciam, e comprou lingerie. Meias-calças, lingeries leves, corses, negligés, etc. Demorou mais de duas horas para voltar e, ao chegar, entrou no seu quarto e colocou um conjunto de lingerie por baixo da roupa séria que sempre usava. Aproximou-se do quarto do filho e viu que ele estava assistindo a um filme no PC.
- Por que não me convida para ver um filme pornô? - disse ela.
- Claro, mami.
Hernán pegou um filme da gaveta e os dois foram para a sala assistir. Era o clássico Taboo com Kay Parker e começaram a assistir tranquilamente. Hernán passou o braço por cima dos ombros dela e acariciou seus seios, o que Marcela adorava. De repente, chegou a cena principal onde a mãe se levanta no meio da noite, passa pelo quarto do filho e o vê nu, começando a fazer sexo oral nele. Marcela não aguentou mais e abriu a braguilha do filho, libertando o pênis que saltou poderoso, pronto para ação. Ajoelhou-se entre as pernas do filho, acariciou seu pênis, pegou seus testículos, cheirou, olhou e, de repente, colocou tudo na boca. Para Hernán, foi maravilhoso ver sua mãe fazendo sexo oral nele. Sentiu o calor de sua boca, a lubrificação de sua saliva, a ternura de seu hálito. Para ela, tudo eram sensações novas, cheias de erotismo e paixão. O que nunca pensou em fazer, agora estava desfrutando enormemente. Ele simplesmente se deixava levar, aproveitando o momento. Ficaram assim por alguns minutos, e quando ela sentiu que seu filho estava prestes a gozar, interrompeu o boquete dizendo:
- Vamos pro quarto?
Foram abraçados e se beijando, e ao chegarem, Hernán a abraçou por trás como na noite anterior, beijou sua nuca e levantou sua saia. Sua surpresa foi enorme ao ver a lingerie que Marcela estava usando.
- Que bunda linda você tem, mamãe! Fica divina com essas meias e essa calcinha.
- Você gosta, meu amor?
- Ufffff... me deixa louco.
- Quer meter por trás?
Hernán nunca tinha sodomizado ninguém, e agora sua mãe estava propondo isso, sabendo das ideias dela, achou muito excitante. Sabia que seria a primeira vez para os dois.
- Isso seria maravilhoso.
Marcela simplesmente se deitou na cama, deixando seus globos brancos e lindos expostos. Hernán se deliciou vendo a alvura deles e, quando os separou e viu o ânus, quase gozou. Levou sua boca ao ânus de sua mãe e o acariciou com a língua, provocando um grande prazer em Marcela.
- Uffff... Uggggg... isso é delicioso... gosto muito... não para... mais, mais.
Hernán continuou acariciando seu ânus até sentir que estava relaxado. Os dois estavam semidespidos, mas não ligavam para nada. A paixão os dominava. De repente, Hernán se levantou e apontou o pênis para o ânus de Marcela, começando a empurrar aos poucos. Acharam que seria difícil, mas ela estava tão relaxada e disposta que a pouca dor que sentiu logo se transformou em prazer. Prazer por sentir seu filho dentro dela, prazer de saber que aquele pedaço de carne que queimava suas entranhas era do menino que ela criou com tanto amor, prazer de se sentir amada e desejada por seu próprio filho. Para os dois, foi o momento culminante de seu amor, a entrega total de ambos, a glória em vida.
Pouco a pouco, Hernán começou o vai e vem que os levou ao paroxismo, à loucura, ao amor. Hernán sentia como O ânus de sua mãe apertava deliciosamente seu pênis e ela sentia como o pênis de seu filho tinha pulsações que se refletiam em seu ânus e dali para todo o seu ser. Assim continuaram por alguns minutos, até que ela explodiu primeiro em um orgasmo profundo que a fez contrair o ânus, o que provocou que Hernán esvaziasse todo o sêmen dentro dela. Foi um momento mágico, cheio de paixão, desejo, prazer e amor. Ficaram desmanchados e abraçados por um bom tempo, depois se levantaram e começaram a fazer planos para o futuro. Como levariam sua vida, sua relação, seu amor.
Quatro semanas depois, Marcela foi demitida do instituto para senhoritas da aula de moral católica. Tudo por causa do que a freira superiora ouviu que ela dizia às suas alunas.
Quando tiverem um parceiro, satisfaçam-no com todo o corpo, com todo o amor, façam o que ele pedir no sexo e aproveitem vocês também. Isso os fará felizes aos dois.
Marcela se sentia exausta, arrasada, desmoralizada. Como professora de Moral Católica na principal escola de moças, doía o que acabara de descobrir. Três... Três de suas alunas estavam grávidas naquela idade, e o pior é que duas nem sabiam quem era o pai. Onde foi que ela tinha falhado? Por que não conseguiu convencê-las a se comportarem com o decoro e a retidão que deveriam?
Aos trinta e oito anos, levara uma vida reta, sem motivo para queixa, a ponto de as freiras a escolherem para dar a aula. É verdade, era divorciada há dez anos, mas foi exatamente por não aceitar as "coisas estranhas" que o marido pedia. Até conseguiu a anulação pela igreja, o que lhe deu ainda mais fama de mulher virtuosa. Como professora universitária e de ensino médio, sempre lutou para incutir uma moral elevada em suas alunas.
Lembrava das palavras que tanto repetia:
"Respeitem-se, não permitam coisas aberrantes de seus parceiros, nem sexo anal nem oral, pois não são permitidos por nossa santa igreja."
Ao chegar em casa, encontrou seu filho Hernán no computador, como todos os dias, e uma nova nuvem de preocupação cobriu sua mente. Sempre fora uma mãe possessiva, mas carinhosa; ela mandava no filho e o obrigava a cumprir regras de comportamento e urbanidade estritas. Aos dezenove anos, seu filho não era apegado à igreja e ela o vira com várias garotas, bem próximo delas. Entre elas, duas das grávidas. Ele herdara dela o amor pela literatura e agora começava o curso de filosofia e letras. Era um jovem sensível e estudioso, um pouco retraído. Com 1,85m de altura e 77kg, era um esportista completo, pois todas as tardes jogava uma "pelada". com os amigos e sábado e domingo jogava nas suas ligas de futebol e basquete.
- Conhece a Brenda e Gabriela?
- Suas alunas?
- Aham.
- Sim, conheço um pouco, mas não são minhas amigas.
- Pois fico feliz, porque se deram mal.
- O que fizeram?
- Engravidaram sem saber de quem.
- Bom, atualmente as coisas não são como na sua época, agora já não é tão terrível.
- Mas continua sendo uma falta de moral.
Hernán não queria discutir com sua mãe, por isso mudou de assunto e conversaram sobre coisas sem importância.
Naquela noite, antes de deitar, Marcela se observou no espelho sentindo-se orgulhosa de ter um corpo tão jovem apesar da idade. Às vezes a excitação a dominava e ela se tocava tentando se acariciar, mas geralmente ficava com um sentimento de culpa que a fazia ir se confessar no dia seguinte, até que o reverendo don Manuel, apesar de sua idade, lhe disse um dia:
- Olha, minha filha, isso é normal em todo ser humano e não vai contra a lei de Deus.
Depois disso, Marcela o fazia sem tanta angústia e assim acalmava seus nervos. Marcela não sabia o que estava acontecendo, pois sentia que cada vez mais a inundava uma onda de fúria sexual. A cada dia tinha mais necessidade de se acariciar e pouco a pouco caiu na pornografia. Lá viu coisas que nunca imaginou que aconteciam. Penetrações anais, grandes paus, boquetes intensos, lesbianismo, trios, etc.
As coisas se complicaram um dia em que ela teve a ideia de entrar no quarto do filho e, sem perceber, começou a revisar seus trabalhos da escola. Entre eles, muito escondido, encontrou um poema que lhe gerou inquietação.
Mãe (*)
Sinto seu corpo doce e harmonioso.
Quando o sol aquece e a tarde cai.
Seu cabelo solto, esplendoroso.
E minha pele com sua pele, sinto que arde.
O desejo me enlouquece, é doloroso.
Será porque te amo…….mãe?
(*) Poesia cortesia do autor.
Não soube o que pensar sobre o que lia. Sua primeira reação foi falar com seu filho de Imediato, mas depois pensou melhor e esperou para ver como ele se comportava. Ele sempre tinha sido carinhoso e terno com ela e ela nunca suspeitou que ele tivesse esses desejos. Ela ficou horrorizada ao pensar que talvez estivesse errada e não passasse de um poema sem sentido. Quando Hernán voltou da rua, ela o observou por um bom tempo, não encontrando nada de estranho em seus olhares ou atos. Jantaram conversando sobre assuntos banais e foram se deitar depois de ver um pouco de televisão. Ao ficar sozinha e se despir, ela se observou no espelho como todas as noites e então sentiu um pouco de decepção. No fundo, ela teria gostado que seu filho a desejasse, que pensasse nela como mulher.
—Meu Deus, estou louca! Como posso pensar isso, como posso desejar isso se é incesto.
Nos dias seguintes, não parou de observar seu filho sem encontrar nada de estranho nele, até que ficou convencida de que era só um poema sem sentido. A verdade é que ela não sabia se gostava ou não daquilo.
—Estou louca, como é que ele vai reparar em mim, se sou uma velha para ele e ainda por cima sou a mãe dele.
Assim passaram três semanas e o incidente já estava quase superado quando, por necessidade, ela teve que usar o computador do filho, já que o dela estava com o técnico. Ela ligou a máquina e buscou os dados de que precisava quando, sem querer, clicou em "favoritos" e apareceu uma série de páginas, entre elas muitas de pornografia. Abriu a primeira que lhe veio à mente e viu que era da temática de incesto, passou para a seguinte e era igual, e assim sucessivamente até que revisou todas, descobrindo que seu filho só via páginas sobre o tema. Anotou vários endereços e fechou o computador. No dia seguinte, quando o técnico trouxe seu equipamento consertado, a primeira coisa que fez foi começar a ver as páginas, terminando com um tesão enorme que teve que aliviar com caricias na virilha.
—"Meu Deus, fui longe demais. Invadi a intimidade dele, sendo que ele nunca me deu nenhuma indireta. Essas páginas são fantasias que todo mundo tem e meu filho é um jovem moderno. com opiniões diferentes das minhas sobre sexo"
Marcela estava totalmente confusa, não sabia se devia brigar com o filho ou seduzi-lo. Por enquanto, procurou entre os amigos do filho algum que lhe agradasse, mas não encontrou ninguém. Ela gostava dele, e só dele.
De repente, entrou em depressão. Sentia-se suja, degenerada, absurda, não concebia como tinha chegado àquele estado que a invadia cada vez mais. A luxúria a levava a ficar constantemente se acariciando sozinha, desejando o próprio filho. Seu estado foi tão evidente que Hernán percebeu.
- Tem algo errado, mãe?
- Não... bem... é que estou ficando velha e me sinto sozinha.
- Pois é porque você quer, você é a mulher mais linda que conheço e qualquer um seria feliz sendo seu marido.
Ela não soube se gostou ou se doeu com o comentário.
- Nunca quis ter ninguém porque você basta para me fazer feliz.
(Glub... já tinha falado e não tinha jeito)
Hernán se aproximou dela e passou o braço pelos ombros dela. Ela sentiu uma descarga elétrica que inundou seu corpo quando ele a beijou na bochecha.
- Eu não me importaria se você se casasse de novo, você ainda tem muito a dar e merece ser feliz.
- Você tem uma amante?
- O quê?
- É, isso que agora chamam de namorada, com quem transam todas as vezes que querem e quando um dos dois cansa, terminam e paz, o que no meu tempo se chamava ter amante ou sua putinha.
- Mãe, as coisas são diferentes do seu tempo. Agora, virgindade e essas coisas não importam tanto.
- E você já teve relações sexuais?
- Não acho que seja assunto para mãe e filho, mas sim, tenho tido há dois anos.
De repente, Marcela se levantou, deixando o filho confuso. Foi até o quarto dele e, momentos depois, voltou com o poema na mão.
- Você pode me explicar isso?
Hernán, ao ver do que se tratava, ficou vermelho e começou a gaguejar.
- É... um poema... que... que... um amigo me encomendou.
- E que tipo de amigo te encomenda um poema erótico sobre a própria mãe?
- É... Pedro……..Miguel……..Manu…….Missael, um que você não conhece.
- E quando você traz ele aqui em casa? Quero conhecê-lo.
- É que… não acho que ele venha… ele mora muito longe daqui.
- Me diz a verdade, Hernán, você fez aquele poema pensando em mim?
Hernán apenas baixou o olhar e ficou calado, como quando era criança e ela o repreendia. Então, no peito de Marcela brotou um sentimento enorme. O de mãe e o de amante desejada, toda a ternura que sentia pelo ser que mais amava na vida e todo o desejo de mulher jorraram de suas entranhas. Ela sentiu ao mesmo tempo uma imensa dor e um imenso prazer.
- Filho, desde que vi aquele poema não consegui dormir, não vivo, falta-me ar, não como.
- Perdoa-me, mãe, não sabia o que fazia quando escrevi.
- Você realmente me deseja, quer fazer amor comigo?
Hernán ficou calado por alguns momentos antes de responder.
- Você é uma mulher muito linda, para mim a mais linda de todas. Era inevitável que eu me apaixonasse por você do jeito que me apaixonei.
E então aconteceu. Marcela se aproximou do filho e o beijou na boca. Primeiro suavemente e depois se transformou em algo selvagem, obsceno, sujo e delicioso. Hernán correspondeu à carícia segurando-a pela cintura e aproximando seu corpo ao dela para que sentisse sua masculinidade, que reagia com uma dureza implacável, viril e cheia de desejos. Marcela se abandonou e sua feminilidade brotou pelos poros, pedindo sexo, amor e paixão. Hernán levou as mãos aos seios da mãe e os tocou superficialmente, depois deslizou as mãos entre a blusa e sua carne trêmula. Ele se deliciou com o cheiro do suor misturado ao perfume dela. Naquele momento, Marcela soube que não havia mais volta. Que seria a amante do próprio filho.
- ……..te amo, mãe…….te amo e te desejo……… quero que seja minha e ser seu……..
- Vamos…….vamos para o quarto.
Os dois saíram abraçados. Quase caíram no caminho de tanto se beijarem e acariciarem. Ao chegar diante da cama, Hernán apertou seu corpo contra as costas da mãe, e ela sentiu nas nádegas a dureza do pênis. do seu filho. Ele levantou a blusa dela e soltou o sutiã, deixando saltarem os seios brancos como marfim com seus pequenos mamilos vermelhos. Ela fez um gesto de timidez, mas ele pegou suas mãos e as afastou, acariciando seus seios. Beijou seu pescoço e, ao sentir seu sabor e aroma, sentiu um imenso prazer. Com uma mão, baixou sua saia e a calcinha até a metade das pernas, abrindo a própria braguilha e libertando seu pênis, que explodia de dureza. Posicionou-o entre as nádegas de sua mãe, que sentiu um calafrio percorrer seu corpo. Continuou beijando seu pescoço, até que ela não suportou a carícia e virou-se de frente para ele. Então se beijaram por vários minutos. Beijos ternos, luxuriosos, apaixonados. Terminaram de se despir e ele a deitou na cama, posicionando-se entre suas pernas. Ela esperava a penetração, mas, para sua surpresa, seu filho ajoelhou-se diante dela e levou sua boca até sua vagina. Ficou tensa no início, mas não quis quebrar a magia do momento e relaxou o corpo, deixando seu filho prosseguir. Após meio minuto, começou a desfrutar da chupada que Hernán lhe oferecia, ainda mais quando seu filho demonstrou ser um especialista, enfiando a língua cinco ou seis centímetros dentro de sua vagina. De repente, não pôde evitar.
— Uggg……. ahhhh!........ Tô gozando, minha vida…….tô gozando…..toda………..tô me esvaziando.
Hernán não interrompeu o contato e continuou chupando-a até sentir que o orgasmo de sua mãe havia terminado. Nunca havia bebido os fluidos de uma mulher, mas agora não lhe desagradou fazê-lo. Ao parar, viu que sua mãe tinha uma expressão de felicidade infinita e o olhava com imenso amor. Beijou-a na boca, e ela saboreou seus próprios fluidos nos lábios de seu filho.
— Te amo, minha vida…..você é maravilhoso……quero te fazer feliz do jeito que você desejar, sou sua.
Ela mesma se surpreendeu ao dizer isso, mas a verdade é que havia desfrutado mais em dez minutos com seu filho do que em todos os anos de casada. Diante dela, abria-se uma nova maneira de amar, de ser feliz. Hernán a deixou se recuperar. alguns segundos e depois se levantou diante das pernas dela e apontou seu pênis poderoso para a buceta de sua mãe. Esta foi a primeira vez que ela o viu em plenitude e se surpreendeu com seu tamanho. O único que conhecia era o de seu marido e lhe pareceu bem pequeno comparado ao de seu filho. Entre a mata de pelos, Hernán colocou a cabeça de seu pênis e passou pela sua buceta por alguns segundos. Em um dado momento, os dois se olharam nos olhos e em seus rostos só havia amor. Amor grande e puro que agora estavam prestes a consumar da maneira como um homem e uma mulher se amam. Hernán deslizou seu pênis centímetro a centímetro dentro da vagina de sua mãe e ela aproveitou cada instante, cada milímetro, cada empurrão de seu filho. O prazer que em sua juventude sonhou que sua vida de casada lhe traria, pela primeira vez ela sentia. Continuaram se olhando nos olhos como dois apaixonados e aceleraram seus movimentos até chegar ao clímax. De repente, balbuciaram.
- Meu Deus, mãe! Você é maravilhosa... nunca tinha gozado assim... Te amo, mãe... te amo... vou gozar dentro de você... ugggg!... que gozo.
- Sim, meu amor!... me dá sua vida... me dá seu amor... me enche de você... UFFFF!... que prazer, meu Deus.
Os dois ficaram exaustos e abraçados um ao outro em um torpor delicioso e completamente felizes. Hernán, sem perceber, adormeceu ao lado de sua mãe e ela se levantou levemente e colocou a cabeça dele sobre seus seios, olhando para seu rosto enquanto ele dormia. De repente, passaram por sua mente os anos infantis de seu filho, quando nessa posição ele se refugiava nela quando algo o assustava. Pensou com tanta ternura que aquele menino que ela consolava agora era seu homem, seu amante, seu deus. No final, também adormeceu cheia de amor e felicidade.
No dia seguinte, ela se levantou um pouco tarde, tomou banho e foi preparar o café da manhã preferido de seu filho. Acordou-o para que se banhasse e tomaram café juntos quase sem falar sobre o que havia acontecido. Não precisavam de palavras. Os dois saíram, ela para suas aulas na universidade como professora e ele para as aulas dele. Ao chegarem, suas colegas notaram sua felicidade e brincaram com ela.
- Filha da Marche, acho que você já tem namorado, tá andando toda faceira.
Ela apenas sorriu e não disse nada que pudesse fazê-las suspeitar. Ao sair do trabalho, foi para casa cozinhar o prato preferido do filho e esperar que ele chegasse da universidade. Quando ele chegou, se beijaram ternamente e jantaram, passando depois ele a fazer seus trabalhos de pesquisa e ela disse:
- Agora volto, meu love, vou comprar algumas coisas.
- Tá bom, mami, não demora muito.
Marcela foi a uma loja de roupas femininas o mais longe possível de casa, onde não a conheciam, e comprou lingerie. Meias-calças, lingeries leves, corses, negligés, etc. Demorou mais de duas horas para voltar e, ao chegar, entrou no seu quarto e colocou um conjunto de lingerie por baixo da roupa séria que sempre usava. Aproximou-se do quarto do filho e viu que ele estava assistindo a um filme no PC.
- Por que não me convida para ver um filme pornô? - disse ela.
- Claro, mami.
Hernán pegou um filme da gaveta e os dois foram para a sala assistir. Era o clássico Taboo com Kay Parker e começaram a assistir tranquilamente. Hernán passou o braço por cima dos ombros dela e acariciou seus seios, o que Marcela adorava. De repente, chegou a cena principal onde a mãe se levanta no meio da noite, passa pelo quarto do filho e o vê nu, começando a fazer sexo oral nele. Marcela não aguentou mais e abriu a braguilha do filho, libertando o pênis que saltou poderoso, pronto para ação. Ajoelhou-se entre as pernas do filho, acariciou seu pênis, pegou seus testículos, cheirou, olhou e, de repente, colocou tudo na boca. Para Hernán, foi maravilhoso ver sua mãe fazendo sexo oral nele. Sentiu o calor de sua boca, a lubrificação de sua saliva, a ternura de seu hálito. Para ela, tudo eram sensações novas, cheias de erotismo e paixão. O que nunca pensou em fazer, agora estava desfrutando enormemente. Ele simplesmente se deixava levar, aproveitando o momento. Ficaram assim por alguns minutos, e quando ela sentiu que seu filho estava prestes a gozar, interrompeu o boquete dizendo:
- Vamos pro quarto?
Foram abraçados e se beijando, e ao chegarem, Hernán a abraçou por trás como na noite anterior, beijou sua nuca e levantou sua saia. Sua surpresa foi enorme ao ver a lingerie que Marcela estava usando.
- Que bunda linda você tem, mamãe! Fica divina com essas meias e essa calcinha.
- Você gosta, meu amor?
- Ufffff... me deixa louco.
- Quer meter por trás?
Hernán nunca tinha sodomizado ninguém, e agora sua mãe estava propondo isso, sabendo das ideias dela, achou muito excitante. Sabia que seria a primeira vez para os dois.
- Isso seria maravilhoso.
Marcela simplesmente se deitou na cama, deixando seus globos brancos e lindos expostos. Hernán se deliciou vendo a alvura deles e, quando os separou e viu o ânus, quase gozou. Levou sua boca ao ânus de sua mãe e o acariciou com a língua, provocando um grande prazer em Marcela.
- Uffff... Uggggg... isso é delicioso... gosto muito... não para... mais, mais.
Hernán continuou acariciando seu ânus até sentir que estava relaxado. Os dois estavam semidespidos, mas não ligavam para nada. A paixão os dominava. De repente, Hernán se levantou e apontou o pênis para o ânus de Marcela, começando a empurrar aos poucos. Acharam que seria difícil, mas ela estava tão relaxada e disposta que a pouca dor que sentiu logo se transformou em prazer. Prazer por sentir seu filho dentro dela, prazer de saber que aquele pedaço de carne que queimava suas entranhas era do menino que ela criou com tanto amor, prazer de se sentir amada e desejada por seu próprio filho. Para os dois, foi o momento culminante de seu amor, a entrega total de ambos, a glória em vida.
Pouco a pouco, Hernán começou o vai e vem que os levou ao paroxismo, à loucura, ao amor. Hernán sentia como O ânus de sua mãe apertava deliciosamente seu pênis e ela sentia como o pênis de seu filho tinha pulsações que se refletiam em seu ânus e dali para todo o seu ser. Assim continuaram por alguns minutos, até que ela explodiu primeiro em um orgasmo profundo que a fez contrair o ânus, o que provocou que Hernán esvaziasse todo o sêmen dentro dela. Foi um momento mágico, cheio de paixão, desejo, prazer e amor. Ficaram desmanchados e abraçados por um bom tempo, depois se levantaram e começaram a fazer planos para o futuro. Como levariam sua vida, sua relação, seu amor.
Quatro semanas depois, Marcela foi demitida do instituto para senhoritas da aula de moral católica. Tudo por causa do que a freira superiora ouviu que ela dizia às suas alunas.
Quando tiverem um parceiro, satisfaçam-no com todo o corpo, com todo o amor, façam o que ele pedir no sexo e aproveitem vocês também. Isso os fará felizes aos dois.
8 comentários - Madre ejemplar, pero... incestuosa con su hijo
me gusto tu relato todos los relatos de insesto son iguales aun que tu historia es muy diferente
y me gusto mudcho