Brincadeiras com a Valéria

Valéria, a mulher do Alberto, meu "amigo"... 26 anos, branca, magra, baixinha, com uns peitos lindos e uma bundinha tão gostosa... tudo começou com um sonho que nós dois tivemos, um beijo, a gente conversou sobre isso e virou uma obsessão mútua... várias vezes ficamos sozinhos, mas nunca como no primeiro dia... foi no meu quarto, com a visita inesperada dela. Naquele dia, ela tava de shortinho e camiseta branca, sentou do meu lado, a gente deitou e de repente nossos lábios se encontraram, a gente se olhou, eu passei a mão nas costas dela descendo devagar, ela me olhou, tocou meu cabelo e passou a mão no meu rosto... aí a gente abriu os olhos e ela saiu correndo.

Isso se repetiu umas duas ou três vezes até aquele dia que ela voltou na minha casa. Ela vinha da escola de calça e camisa social, tava uma delícia. Eu tava deitado, larguei a guitarra de lado e ela veio fazer companhia no meu descanso:

— E o Beto? — perguntei.
— Viajou, volta de madrugada — respondeu sem me olhar.

Olhei nos olhos dela, a boca, os lábios, comecei a tocar o rosto dela, um beijo e a gente ficou em silêncio... aí tomei a iniciativa, toquei os braços dela, as mãos, a barriga... cheguei nos peitos dela, espetaculares, tão durinhos e uns bicos tão gostosos. Devagar, desabotoei a camisa dela, a brancura do sutiã apareceu, dava vontade de arrancar a roupa dela... ela tinha um umbigo tão lindo, beijei os ombros dela até chegar nos bicos dos peitos. Ela começou a gemer e ficar vermelha... continuei lambendo os peitos dela, uma delícia. Meu pau começou a endurecer com aquilo. Cheguei na calça dela, comecei a desabotoar, abaixar o zíper, e a calcinha azul dela começou a brilhar. Senti o cheiro da buceta por cima da calcinha, beijava ali, queria mergulhar. Passei a mão pelas pernas dela, os joelhos, cheguei nos dedos dos pés e nas solas... ela tirou minha camiseta de uma vez, a gente se beijou de novo... tirei o sutiã dela, tirei a calcinha, uma deusa em forma de mulher... os sucos escorriam pelas pernas dela e os bicos dos peitos ficaram durinhos... finalmente devorei aquele corpo. Sentia meu pau duro escorrendo líquido na cueca. Tirei a calça e a cueca, subi em cima dela e enfiei meu pau na bucetinha molhada dela, não queria sair dali, comia ela com tanta força, tão gostoso... virei ela e vi aquelas nádegas tão brancas, macias, comecei a morder elas... enfiei o pau de novo, via minhas bolas batendo na bunda dela e via o cuzinho dela entre marrom e rosado, parei um momento e comecei a chupar ele, uma delícia, meu quarto estava tomado pelo cheiro dela e eu continuava muito excitado... deitei e ela subiu em mim, se movendo em círculo, mais devagar, mais rápido, estava quase gozando com a rebolada dela... colou os peitos no meu corpo e montou no meu pau de um jeito magnífico, sentia a bunda dela quicando e o cuzinho ficando mais molhado... coloquei ela de quatro de novo, chupei o cu dela, coloquei a ponta do meu pau e enfiei tudo de uma vez, um gritinho que aumentou com cada estocada, comi ela tão forte que não aguentei e soltei todo o meu leite, gozei, me deixou vazio... ela subiu de novo e rebolou até gozar no meu pau, deixou ele bem molhado, com o cheiro dela, ficou exausta... deitou o corpo dela junto ao meu, sentia a nudez dela, o calor, nos beijamos e dormimos.

Eram 9 da noite, ela me acordou quando foi pegar a calcinha dela, olhei pra ela e nos beijamos de novo, beijei os peitos dela antes dela vestir o sutiã, me vestia enquanto olhava pra ela, que mulher gostosa, olhei pra bunda dela, abracei ela e ela foi embora.

Junho passava pelas ruas e a gente continuava sendo amantes, daqueles que se amam mesmo se enganando.

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