Me chamo Elena, tenho 41 anos, sou casada e feliz no meu casamento. Minha vida sexual com meu marido é boa e temos muitas fantasias, brincando com elas nos nossos encontros sexuais. Ele é um pouco mais velho que eu, tem 46 anos, é empresário. Apesar da minha idade, tenho um corpo bonito, meço 1,67 m. Sou ruiva, de pele branca, cintura fina, quadris largos e um bumbum durinho. E, o que mais vejo que agrada os homens, são meus peitos: tenho 102 de busto, com mamilos grandes e duros, que são minha fraqueza.
A verdade é que eu me cuido porque me sinto jovem e atraente. Meu marido diz que sou muito sensual, erótica por natureza, que esquento os homens sem nem querer.
Uma vez, meu professor da academia, um homem de uns 60 anos mais ou menos, alto, com cabelo grisalho, físico bom, malhado sem exagero, que transmite muita virilidade no andar e na forma de falar, me perguntou se podia contratar umas sessões de massagem relaxante por se sentir bem estressado. Sempre houve conversas picantes entre nós e ele já tinha dado várias indiretas pra mim. E, pra ser sincera, eu já tinha criado fantasias com ele na minha cabeça.
Logo que cheguei em casa, comentei com meu marido o que tinha acontecido, e ele me perguntou:
— Você gostaria de realizar essa fantasia de transar com o professor e comigo enquanto te filmo?
Fiquei calada, mas meu rosto esquentou de tesão imaginando como seria essa situação, e respondi:
— Sim, quero fazer. Pelo menos quero tentar. E se eu me arrepender ou você se arrepender, a gente para, e tudo bem… O que você acha?
— Se é isso que você quer, eu topo. Você sabe que me dá muito tesão te ver gozar, e te vejo quase chegando ao orgasmo só de pensar nisso. Quando ele vier, faça a proposta, mas a condição é que eu participe também e filme tudo — ele me respondeu.
— Sim, meu amor — eu disse. Essa noite transamos como loucos, já fantasiando antes.
No dia seguinte, ele veio ao meu consultório. Estava usando um conjunto esportivo de marca e chinelos. Pedi a ele que, enquanto eu voltava, tirasse toda a roupa e se deitasse na maca de massagem, colocando uma toalha que eu forneci para cobrir a região pélvica.
Eu estava vestida com minha jaqueta de sempre, mas sem sutiã e com um pareô curto de saia, na altura da coxa, sem calcinha, deixando minha buceta depilada totalmente à mostra.
Ao voltar, ele estava deitado de bruços na maca, nu e expectante. Não parava de me olhar através de um espelho de corpo inteiro que tenho, gerando em mim uma sensação erótica insólita.
Esse ambiente nos levou a conversar sobre nossa sexualidade, sobre como para ele era impossível não ficar excitado com minhas massagens, algo que ficou evidente quando ele se virou, momento em que pegou a toalha para cobrir o pacote que tinha e que pude observar por alguns segundos: uns belos ovos peludos e grisalhos, e um pedaço de pau, grande, venoso, muito apetitoso e com uma gotinha de líquido pré-seminal molhando a ponta. Me deu um tesão tão grande que tive que me desculpar e sair um momento para me recompor.
Meu marido me viu e sorriu, porque percebeu o tesão que eu estava e foi buscar a filmadora, antecipando algo que certamente poderia acontecer: eu comer o professor.
Ao entrar novamente, continuamos com conversas cada vez mais pessoais, mais íntimas, onde surgiram como tema as fantasias sexuais que desenhavam na mente de cada um. O incrível era que todo esse tesão estava sendo produzido por um intercâmbio intelectual, além do aspecto fortemente físico das minhas mãos massageando seus peitorais e abdômen, muito perto de uma barraca enorme que ele fazia com a toalha e seu pau em ereção total.
Entre essas fantasias, comentei que meu marido e eu tínhamos a fantasia de transar com outro enquanto ele filmava, e até mesmo participar de um trio.
Meu professor, muito correto mas extremamente excitado, insinuou que se candidatava para a primeira vaga, ao que eu, nervosa, ri e disse que se ele topasse, o Chamei meu marido para se juntar a nós.
Ele ficou quieto e eu continuei espalhando óleos nas pernas dela e comecei a dar uma massagem suave por toda a extensão das pernas e coxas, chegando até a linha das nádegas, virando para dentro para alcançar a região inguinal. Eu sentia a pele arrepiada dela e, inclusive, ela mexia levemente a pélvis, insinuando uma penetração lenta, o que me deixava molhada.
Depois de pensar e de alguns momentos de indecisão, meu tesão crescente me superou e eu disse:
— E aí, professor, aceita? — falei enquanto minha mão direita subia novamente pela parte interna da coxa até chegar a tocar suavemente nas bolas, dando uma massagem erótica.
Ele arqueou um pouco o quadril em sinal de prazer, suspirou e me respondeu:
— Aceito, animado, mas como fazemos?
— Professor fica como está e me deixa comandar, pode ser? — respondi e abri a porta, chamando meu marido, que esperava na sala ao lado.
— Amor, ele é o professor e está de acordo com as regras dessa experiência — ao que ele respondeu afirmativamente, cumprimentando nosso convidado.
Depois disso, ele se posicionou num canto e começou a filmar tudo.
Eu pedi para ela deitar de bruços e continuei trabalhando as pernas e, tirando a toalha para ver aquele bumbum lindo, comecei a massagear, continuando por toda as costas. O professor se mexia de prazer e meu marido filmava o que eu fazia e me filmava a mim, meu rosto que denotava um tesão enorme.
Depois pedi ao professor que se virasse, já sem se preocupar com a toalha, o que fez aparecer um pau venoso, grosso, com uma glande imponente, totalmente duro. Fiquei com o olhar fixo, aproveitando que o professor me disse:
— Elena está assim por causa das suas massagens e pronta para você.
— Que pau gostoso — eu disse e comecei a massageá-lo desde os pés para cima, chegando à virilha, pulando o pau e continuando pelo abdômen e tórax. Repetia isso uma e outra vez enquanto ele se contorcia, suspirava e implorava para eu massagear o pau dele.
Meu marido não... Eu não perdia um detalhe e, em um momento, ele se aproximou de mim e abriu os botões da minha jaqueta, deixando meus peitos enormes quase totalmente à mostra. Isso deixou o professor ainda mais excitado, mas ele continuou seguindo o roteiro que eu havia imposto.
"Você gosta dos meus peitos?" — perguntei, enquanto massageava seu abdômen.
"Siiiiim, que delícia eles são, e que mamilos gostosos para chupar."
"Quer tocá-los?" — disse, e levei minha mão até seu pau, começando a subir e descer por ele, descobrindo toda a cabeça coberta de líquido pré-seminal.
"Ahhhhhhh" — ele exclamou — "eu quero te tocar inteira" — e levou sua mão até meus peitos, acariciando-os, apertando-os, agarrando e puxando meus mamilos duros e grandes. Que delícia.
Me desloquei para a cabeceira sem soltar aquele tesão que era o pau dele e me inclinei sobre seu rosto para que, com as duas mãos, ele acariciasse minhas peras e começasse a chupá-las junto com meus mamilos. Isso fez com que ele acelerasse a masturbação incrível que eu estava fazendo, e eu tive meu primeiro orgasmo, enquanto meu marido, extasiado, filmava tudo. Naquele momento, percebi que ele havia tirado a roupa e estava nu, se masturbando lentamente, aproveitando cada segundo do meu prazer e tesão. Nos sorrimos, e ele piscou para mim, sinalizando para eu continuar se quisesse.
E eu, claro, queria. Não havia mais volta. Me desloquei para o lado da maca e comecei a beijar e chupar seus mamilos, descendo pelo umbigo até chegar ao pau dele, que enfiei quase inteiro na boca e comecei a dar uma chupada inesquecível. Acariciava seus ovos e subia e descia por aquele tronco de prazer, do meu prazer.
O professor não ficou parado e, com a mão direita, entrou entre minhas coxas e chegou à minha buceta raspada e totalmente molhada, começando a percorrê-la toda, masturbando meu clitóris ereto e entrando e saindo da minha vagina, me fodendo com seu dedo. Eu continuei chupando, ele continuou me masturbando, e até com meus fluidos chegou ao meu cu e, lubrificando suavemente, abriu caminho com seu dedo. Tive meu segundo orgasmo. Meu... Marido tirou minha jaqueta e o pareo, ficando, agora sim, todos nus.
Nesse momento senti o pau do professor endurecendo, então parei de chupar porque não queria que ele gozasse ainda.
"Professor, chupa minha buceta, por favor", supliquei, e ele se levantou da maca, me deitou nela e, posicionando-se em uma extremidade, me puxou, flexionando minhas pernas e enterrando o rosto na minha ppk. Que delícia era sentir sua língua incansável lambendo-me do cu ao clitóris, ida e volta sem parar, para depois se concentrar em brincar ao redor e em cima do clitóris enquanto enfiava um dedo na minha vagina e outro no meu ânus. Eu me sentia desfalecer de prazer.
Meu marido se posicionou ao meu lado filmando essa refeição fenomenal de buceta que estavam fazendo em mim. Naquele momento, virei o rosto e, agarrando o pau do meu marido, enfiei na boca e engoli quase inteiro. Ele acariciava meus peitos sem parar de filmar tudo. Que tesão me dava chupar um pau de um homem e ao mesmo tempo sentir a língua de outro fuçando na minha buceta. Ali tive outro orgasmo. Tirei o pau da boca e disse ao professor para se sentar num banquinho que tenho, apoiando as costas na parede. Assim ele ficou com o pau apontando para o teto, e naquele momento me preparei para realizar minha fantasia, exatamente como havia sonhado tantas vezes.
Me aproximei do professor e, abrindo minhas pernas, me acomodei para sentar em cima daquela rola rígida de cavalinho, enquanto ele começou a chupar meus mamilos desesperadamente.
Posicionei a cabeça do pau entre meus lábios vaginais, esfregando no meu clitóris e colocando na entrada, fui enfiando devagar, fazendo movimentos pélvicos para frente e para trás e em círculos, enquanto me sentava, maximizando o contato da pele e a dureza daquela pica com as paredes rugosas e molhadas da minha vagina. Ele entrou até o fundo, enchendo minha buceta com um pau diferente do do meu marido. Meu esposo, hipnotizado, me filmava agachado pela metade. Meu cu doía de tanto ver de perto como eu estava comendo aquela pica. Ele começou a acariciar minha bunda e enfiou um dedo no meu culo já meio dilatado, depois dois, enquanto eu já tinha pegado um bom ritmo cavalgando a rola do professor, gozando que nem uma louca.
Me senti uma puta e adorei.
—Me fode, professor, me fodeeeee, que pica gostosa que eu tô comendo —eu gritava. Fiquei uns 15 minutos serrando aquele "mastro esportivo"; —que prazerrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrr.
Foi quando eu disse pro meu marido:
—Amor, enfia no meu cu, quero sentir duas picas me arrombando ao mesmo tempo.
Meu marido apoiou a filmadora na maca, nos enquadrou, pegou um pote de óleo aromático e passou na rola dele e no meu culo. Parando minha cavalgada, ele colocou a cabecinha e foi pressionando devagar até entrar no meu reto.
—Ahhhhggggggg, que delíciaaaaa. Que gostoooooso se senteeee... Siiii... Me comam os dois.
E eles começaram a se mover e aos poucos foram sincronizando os movimentos. Eu estava em outra dimensão. Comecei a gozar uma, outra, outra e muitas vezes mais. Achei que ia morrer de tanto prazer.
Dois machos me comiam sem piedade. Ficamos assim um tempão até que eu pedi pro meu marido encher meu culo de porra, o que ele fez em poucos segundos.
Depois ele tirou a pica e, me dando um beijo daqueles, deixou que eu terminasse com meu professor.
—Professor, quero que você tire ela e se masturbe na minha frente, gozando na minha cara —eu pedi, e ele obedeceu na hora. Eu desci e me ajoelhei, ele se levantou do banquinho e começou a bater uma com aquela pica maravilhosa a uns 10 cm do meu rosto, começando a gemer e jorrando o primeiro jato nos meus lábios.
—Siiii, sua puta toma sua porra —eu consegui dizer e abri a boca, recebendo mais três jatos de esperma que engoli com gosto, antes de enfiar a pica toda e receber até a última gota do meu professor desejado.
Continuei com a pica na boca e lambi ela toda enquanto via ele relaxar, acariciando meu cabelo.
Passei uma toalha e mandei ele ir ao banheiro.
Olhei pro meu marido e... eu disse - obrigada... como você está?
- extasiado, ao ver seu rosto no auge do prazer... Despeça seu professor e venha deitar um pouquinho ao meu lado para descansarmos dessa experiência mórbida e deliciosa - ele falou e saiu do gabinete.
O professor voltou, eu já tinha colocado o pareo e a jaqueta de novo, trocamos sorrisos e o acompanhei até a porta sem falar. Ao sair, só disse:
- Tchau, professor - ele sorriu de novo, de modo provocante, e eu fechei a porta e fui descansar com meu amado marido.
Espero que tenham gostado desse relato. Comentem, por favor. Obrigada.
A verdade é que eu me cuido porque me sinto jovem e atraente. Meu marido diz que sou muito sensual, erótica por natureza, que esquento os homens sem nem querer.
Uma vez, meu professor da academia, um homem de uns 60 anos mais ou menos, alto, com cabelo grisalho, físico bom, malhado sem exagero, que transmite muita virilidade no andar e na forma de falar, me perguntou se podia contratar umas sessões de massagem relaxante por se sentir bem estressado. Sempre houve conversas picantes entre nós e ele já tinha dado várias indiretas pra mim. E, pra ser sincera, eu já tinha criado fantasias com ele na minha cabeça.
Logo que cheguei em casa, comentei com meu marido o que tinha acontecido, e ele me perguntou:
— Você gostaria de realizar essa fantasia de transar com o professor e comigo enquanto te filmo?
Fiquei calada, mas meu rosto esquentou de tesão imaginando como seria essa situação, e respondi:
— Sim, quero fazer. Pelo menos quero tentar. E se eu me arrepender ou você se arrepender, a gente para, e tudo bem… O que você acha?
— Se é isso que você quer, eu topo. Você sabe que me dá muito tesão te ver gozar, e te vejo quase chegando ao orgasmo só de pensar nisso. Quando ele vier, faça a proposta, mas a condição é que eu participe também e filme tudo — ele me respondeu.
— Sim, meu amor — eu disse. Essa noite transamos como loucos, já fantasiando antes.
No dia seguinte, ele veio ao meu consultório. Estava usando um conjunto esportivo de marca e chinelos. Pedi a ele que, enquanto eu voltava, tirasse toda a roupa e se deitasse na maca de massagem, colocando uma toalha que eu forneci para cobrir a região pélvica.
Eu estava vestida com minha jaqueta de sempre, mas sem sutiã e com um pareô curto de saia, na altura da coxa, sem calcinha, deixando minha buceta depilada totalmente à mostra.
Ao voltar, ele estava deitado de bruços na maca, nu e expectante. Não parava de me olhar através de um espelho de corpo inteiro que tenho, gerando em mim uma sensação erótica insólita.
Esse ambiente nos levou a conversar sobre nossa sexualidade, sobre como para ele era impossível não ficar excitado com minhas massagens, algo que ficou evidente quando ele se virou, momento em que pegou a toalha para cobrir o pacote que tinha e que pude observar por alguns segundos: uns belos ovos peludos e grisalhos, e um pedaço de pau, grande, venoso, muito apetitoso e com uma gotinha de líquido pré-seminal molhando a ponta. Me deu um tesão tão grande que tive que me desculpar e sair um momento para me recompor.
Meu marido me viu e sorriu, porque percebeu o tesão que eu estava e foi buscar a filmadora, antecipando algo que certamente poderia acontecer: eu comer o professor.
Ao entrar novamente, continuamos com conversas cada vez mais pessoais, mais íntimas, onde surgiram como tema as fantasias sexuais que desenhavam na mente de cada um. O incrível era que todo esse tesão estava sendo produzido por um intercâmbio intelectual, além do aspecto fortemente físico das minhas mãos massageando seus peitorais e abdômen, muito perto de uma barraca enorme que ele fazia com a toalha e seu pau em ereção total.
Entre essas fantasias, comentei que meu marido e eu tínhamos a fantasia de transar com outro enquanto ele filmava, e até mesmo participar de um trio.
Meu professor, muito correto mas extremamente excitado, insinuou que se candidatava para a primeira vaga, ao que eu, nervosa, ri e disse que se ele topasse, o Chamei meu marido para se juntar a nós.
Ele ficou quieto e eu continuei espalhando óleos nas pernas dela e comecei a dar uma massagem suave por toda a extensão das pernas e coxas, chegando até a linha das nádegas, virando para dentro para alcançar a região inguinal. Eu sentia a pele arrepiada dela e, inclusive, ela mexia levemente a pélvis, insinuando uma penetração lenta, o que me deixava molhada.
Depois de pensar e de alguns momentos de indecisão, meu tesão crescente me superou e eu disse:
— E aí, professor, aceita? — falei enquanto minha mão direita subia novamente pela parte interna da coxa até chegar a tocar suavemente nas bolas, dando uma massagem erótica.
Ele arqueou um pouco o quadril em sinal de prazer, suspirou e me respondeu:
— Aceito, animado, mas como fazemos?
— Professor fica como está e me deixa comandar, pode ser? — respondi e abri a porta, chamando meu marido, que esperava na sala ao lado.
— Amor, ele é o professor e está de acordo com as regras dessa experiência — ao que ele respondeu afirmativamente, cumprimentando nosso convidado.
Depois disso, ele se posicionou num canto e começou a filmar tudo.
Eu pedi para ela deitar de bruços e continuei trabalhando as pernas e, tirando a toalha para ver aquele bumbum lindo, comecei a massagear, continuando por toda as costas. O professor se mexia de prazer e meu marido filmava o que eu fazia e me filmava a mim, meu rosto que denotava um tesão enorme.
Depois pedi ao professor que se virasse, já sem se preocupar com a toalha, o que fez aparecer um pau venoso, grosso, com uma glande imponente, totalmente duro. Fiquei com o olhar fixo, aproveitando que o professor me disse:
— Elena está assim por causa das suas massagens e pronta para você.
— Que pau gostoso — eu disse e comecei a massageá-lo desde os pés para cima, chegando à virilha, pulando o pau e continuando pelo abdômen e tórax. Repetia isso uma e outra vez enquanto ele se contorcia, suspirava e implorava para eu massagear o pau dele.
Meu marido não... Eu não perdia um detalhe e, em um momento, ele se aproximou de mim e abriu os botões da minha jaqueta, deixando meus peitos enormes quase totalmente à mostra. Isso deixou o professor ainda mais excitado, mas ele continuou seguindo o roteiro que eu havia imposto.
"Você gosta dos meus peitos?" — perguntei, enquanto massageava seu abdômen.
"Siiiiim, que delícia eles são, e que mamilos gostosos para chupar."
"Quer tocá-los?" — disse, e levei minha mão até seu pau, começando a subir e descer por ele, descobrindo toda a cabeça coberta de líquido pré-seminal.
"Ahhhhhhh" — ele exclamou — "eu quero te tocar inteira" — e levou sua mão até meus peitos, acariciando-os, apertando-os, agarrando e puxando meus mamilos duros e grandes. Que delícia.
Me desloquei para a cabeceira sem soltar aquele tesão que era o pau dele e me inclinei sobre seu rosto para que, com as duas mãos, ele acariciasse minhas peras e começasse a chupá-las junto com meus mamilos. Isso fez com que ele acelerasse a masturbação incrível que eu estava fazendo, e eu tive meu primeiro orgasmo, enquanto meu marido, extasiado, filmava tudo. Naquele momento, percebi que ele havia tirado a roupa e estava nu, se masturbando lentamente, aproveitando cada segundo do meu prazer e tesão. Nos sorrimos, e ele piscou para mim, sinalizando para eu continuar se quisesse.
E eu, claro, queria. Não havia mais volta. Me desloquei para o lado da maca e comecei a beijar e chupar seus mamilos, descendo pelo umbigo até chegar ao pau dele, que enfiei quase inteiro na boca e comecei a dar uma chupada inesquecível. Acariciava seus ovos e subia e descia por aquele tronco de prazer, do meu prazer.
O professor não ficou parado e, com a mão direita, entrou entre minhas coxas e chegou à minha buceta raspada e totalmente molhada, começando a percorrê-la toda, masturbando meu clitóris ereto e entrando e saindo da minha vagina, me fodendo com seu dedo. Eu continuei chupando, ele continuou me masturbando, e até com meus fluidos chegou ao meu cu e, lubrificando suavemente, abriu caminho com seu dedo. Tive meu segundo orgasmo. Meu... Marido tirou minha jaqueta e o pareo, ficando, agora sim, todos nus.
Nesse momento senti o pau do professor endurecendo, então parei de chupar porque não queria que ele gozasse ainda.
"Professor, chupa minha buceta, por favor", supliquei, e ele se levantou da maca, me deitou nela e, posicionando-se em uma extremidade, me puxou, flexionando minhas pernas e enterrando o rosto na minha ppk. Que delícia era sentir sua língua incansável lambendo-me do cu ao clitóris, ida e volta sem parar, para depois se concentrar em brincar ao redor e em cima do clitóris enquanto enfiava um dedo na minha vagina e outro no meu ânus. Eu me sentia desfalecer de prazer.
Meu marido se posicionou ao meu lado filmando essa refeição fenomenal de buceta que estavam fazendo em mim. Naquele momento, virei o rosto e, agarrando o pau do meu marido, enfiei na boca e engoli quase inteiro. Ele acariciava meus peitos sem parar de filmar tudo. Que tesão me dava chupar um pau de um homem e ao mesmo tempo sentir a língua de outro fuçando na minha buceta. Ali tive outro orgasmo. Tirei o pau da boca e disse ao professor para se sentar num banquinho que tenho, apoiando as costas na parede. Assim ele ficou com o pau apontando para o teto, e naquele momento me preparei para realizar minha fantasia, exatamente como havia sonhado tantas vezes.
Me aproximei do professor e, abrindo minhas pernas, me acomodei para sentar em cima daquela rola rígida de cavalinho, enquanto ele começou a chupar meus mamilos desesperadamente.
Posicionei a cabeça do pau entre meus lábios vaginais, esfregando no meu clitóris e colocando na entrada, fui enfiando devagar, fazendo movimentos pélvicos para frente e para trás e em círculos, enquanto me sentava, maximizando o contato da pele e a dureza daquela pica com as paredes rugosas e molhadas da minha vagina. Ele entrou até o fundo, enchendo minha buceta com um pau diferente do do meu marido. Meu esposo, hipnotizado, me filmava agachado pela metade. Meu cu doía de tanto ver de perto como eu estava comendo aquela pica. Ele começou a acariciar minha bunda e enfiou um dedo no meu culo já meio dilatado, depois dois, enquanto eu já tinha pegado um bom ritmo cavalgando a rola do professor, gozando que nem uma louca.
Me senti uma puta e adorei.
—Me fode, professor, me fodeeeee, que pica gostosa que eu tô comendo —eu gritava. Fiquei uns 15 minutos serrando aquele "mastro esportivo"; —que prazerrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrr.
Foi quando eu disse pro meu marido:
—Amor, enfia no meu cu, quero sentir duas picas me arrombando ao mesmo tempo.
Meu marido apoiou a filmadora na maca, nos enquadrou, pegou um pote de óleo aromático e passou na rola dele e no meu culo. Parando minha cavalgada, ele colocou a cabecinha e foi pressionando devagar até entrar no meu reto.
—Ahhhhggggggg, que delíciaaaaa. Que gostoooooso se senteeee... Siiii... Me comam os dois.
E eles começaram a se mover e aos poucos foram sincronizando os movimentos. Eu estava em outra dimensão. Comecei a gozar uma, outra, outra e muitas vezes mais. Achei que ia morrer de tanto prazer.
Dois machos me comiam sem piedade. Ficamos assim um tempão até que eu pedi pro meu marido encher meu culo de porra, o que ele fez em poucos segundos.
Depois ele tirou a pica e, me dando um beijo daqueles, deixou que eu terminasse com meu professor.
—Professor, quero que você tire ela e se masturbe na minha frente, gozando na minha cara —eu pedi, e ele obedeceu na hora. Eu desci e me ajoelhei, ele se levantou do banquinho e começou a bater uma com aquela pica maravilhosa a uns 10 cm do meu rosto, começando a gemer e jorrando o primeiro jato nos meus lábios.
—Siiii, sua puta toma sua porra —eu consegui dizer e abri a boca, recebendo mais três jatos de esperma que engoli com gosto, antes de enfiar a pica toda e receber até a última gota do meu professor desejado.
Continuei com a pica na boca e lambi ela toda enquanto via ele relaxar, acariciando meu cabelo.
Passei uma toalha e mandei ele ir ao banheiro.
Olhei pro meu marido e... eu disse - obrigada... como você está?
- extasiado, ao ver seu rosto no auge do prazer... Despeça seu professor e venha deitar um pouquinho ao meu lado para descansarmos dessa experiência mórbida e deliciosa - ele falou e saiu do gabinete.
O professor voltou, eu já tinha colocado o pareo e a jaqueta de novo, trocamos sorrisos e o acompanhei até a porta sem falar. Ao sair, só disse:
- Tchau, professor - ele sorriu de novo, de modo provocante, e eu fechei a porta e fui descansar com meu amado marido.
Espero que tenham gostado desse relato. Comentem, por favor. Obrigada.
7 comentários - El Masaje II
la perra oculta....seeee
excelentes fantasias!
Definitivamente espectacular que parejita mas afortunada los felicito y nuevamente gracias por compartir