E aí, meus queridos e queridas seguidores, agradeço como sempre cada uma das suas sinceras recomendações, e espero que essa nova postagem esteja, como sempre, de acordo com suas sugestões...
Como já vimos, minha vida, assim como a de todo mundo, é bem peculiar, nada simples, sempre tentando não complicar ainda mais o que já vem complicado por si só, e com um interesse forte no apetite sexual, mas não tanto pelo apetite em si, e sim pelo gosto e prazer de experimentar novas experiências e novas sensações. É assim que, como já mencionei num capítulo anterior, esse encontro com as linhas privadas tinha deixado um gosto doce e delicioso no meu currículo... Foi assim que conheci Daniela, uma mulher interessantíssima, uns 30 e poucos anos, separada, enfermeira, dedicada de corpo e alma à sua vida e ao seu prazer, uma mente inteligentíssima, rápida, audaciosa e, acima de tudo, safadinha. Nossas conversas rolavam noite após noite, em longas estruturas filosóficas, que de vez em quando entravam e saíam roçando o sensual e o erótico da beleza do sexo. Como eu disse, uma mente prodigiosa que excitava cada fibra do meu corpo. Numa dessas noites em que nos unimos pela voz, surgiu um convite surpresa... "Quer que a gente se encontre pra um café?", sugeriu delicadamente, e eu, sem pressa e sem demonstrar surpresa ou excitação, aceitei na hora. O encontro seria, para minha surpresa, num lugar perto de onde eu morava na época, um café de luzes baixas, na esquina, silencioso, no bairro do Parque Patricios. O horário marcado era 18h30, e prometia ser uma noite estimulante e deliciosa.
Obviamente, com meus apenas 22 anos, minha mente ficava dividida entre ser direto (já que dizem que as mulheres gostam de homem direto e prático), mas sem ser comum. Definitivamente, eu tinha me armado de um preconceito claro e trabalhoso ao tentar seduzir alguém que, como qualquer um que lê essas linhas percebe, não ia ser nada convencional.
Foi assim que eu... embarquei numa mesa, afastada da entrada, definitivamente queria ver claramente quem se aproximava, mas não queria ser visto... sim, leitor, lembremos que sou só eu e não um estrategista napoleônico. Assim, os minutos ganhavam a profundidade da xícara de café que minutos antes eu havia pedido. E o burburinho tênue como a luz daquele lugar se interrompeu com a sombra marcada de uma figura que emergiu entre meus cadernos e papéis. Um tiro delicado, mas fulminante, soou nos meus ouvidos... VOCÊ É VOCÊ, NÃO É?... levantei o olhar e, com um sorriso, se erguia diante de mim uma mulher linda, de pele branca e cabelos pretos longos até os ombros, com um sorriso que apertava seus olhos escuros e uma figura que bagunçava todos os meus passos antes tão bem medidos. Tolamente, me levantei e, sorrindo, me aproximei para beijar sua bochecha, e depois de trocar alguns cumprimentos, pedi que ela se sentasse e perguntei o que queria beber... ao que ela respondeu com um olhar profundo... seja o que for, que seja na minha casa, não sei se você topa?, enquanto o silêncio me emudece, leitor, leitora, preciso ser sincero com vocês... é evidente que a essa altura vocês acham que isso tudo não passa de produto da minha imaginação, mas infelizmente, ou para minha felicidade, não é... na verdade, é uma verdade sórdida que me deixou estupefato, sem saber para onde correr e com todos os patinhos desalinhados e definitivamente em fuga. É óbvio quem ficou no comando, né? Depois de pedir a conta e caminhar ao lado de uma gostosa daquelas, chegamos até a casa dela, eu encantado e sem acreditar que aquela mulher era real, um ser tão delicado mas tão firme, tão quente e ao mesmo tempo tão surpreendentemente correta. Esse tipo de mulher que você pensa, pelo amor de Deus, não quero estragar nada do que está ou vai acontecer hoje. Ela se abriu e comentou algo que já tinha ouvido antes... não tenho o costume de trazer ninguém para minha casa, na verdade você não é o tipo de homem (a idade!!!) que eu quero, mas me... encanto teu jeito de ser e teu jeito de agir, aliás, me surpreende que até agora você não tenha querido me tocar um fio de cabelo... outro no teu lugar já estaria passando a mão, e com certeza eu tentaria afogar ele. As risadas deram lugar a um jantar simpático que trocou detalhes da vida dela, da minha, dos gostos e desejos dela e das minhas expectativas... como quem diz, um jantar daqueles de filme, onde só faltava a lareira acesa. Como nas nossas conversas noturnas, ela levava o papo de vez em quando pro terreno erótico sem descuidar do respeito imposto, e a verdade é que eu tava tão encantado que não me incomodava nem um pouco. Mas dava pra sentir as bombas caindo cada vez mais perto. Depois de jantar e lavar tudo, já com poucos assuntos pra tratar, comecei a sentir uma atmosfera mais íntima, mais... próxima, aliás, num momento os braços dela se fecharam em volta de mim pelas minhas costas e um sussurro se ouviu... sabe de uma coisa... tô curiosa com uma coisa!!! Me virando e segurando ela pela cintura com delicadeza, eu a puxei pro meu corpo e continuei... não vou te perguntar do que você tem curiosidade porque com certeza a gente compartilha a dúvida, então só vou te perguntar: o que você pensa em fazer a respeito. E ela se aproximou com muita sensualidade pra apertar meus lábios e a boca dela com paixão acariciar o interior da minha, um tempo que me fechou os olhos e esquentou meu corpo demais. Ao se separar, ainda com os olhos fechados, ela me respondeu... tenho umas ideias por aqui, vem... e me levou pela mão até o que eu entendi ser o altar dela... um quarto cuidadosamente decorado, mal iluminado por velas nas mesas de cabeceira... eu a abracei com firmeza, beijo por beijo fomos soltando as roupas com um prazer infinito e minhas mãos souberam encontrar nos peitos dela o prazer de lentamente excitá-la, entender seus movimentos, seduzir seu desejo e começar a escrever naquela noite cada linha que conto aqui. Foi uma preliminar tão excitante e tão longa que foi curta e não daria um sem fim de palavras pra descrevê-la, num momento Esqueci de tudo pra descobrir aos poucos como provocar cada milímetro da pele dela e dar prazer lentamente até sentir, nos gemidos dela, a aprovação do gosto. Assim, minha boca pela primeira vez explorou com beijos e lambidas profundas a sua entreperna, me dedicando com paixão e entrega em cada movimento da minha língua, a fazer subir e descer o corpo dela, a encontrar o prazer dela envolto nos lábios do corpo dela e se soltar livre dentro da sucção da minha boca, os beijos da minha língua, as massagens que iam aproximando ela lentamente do clímax. Encantado em provocar, incitar e comprovar o prazer que eu dava a ela, quase nem respirava, preso ao corpo dela que já apertava as pernas com força e provocava espasmos bruscos a cada movimento, comecei a sentir delicadamente os gemidos dela como respirações fortes e ofegantes, agitações que faziam os peitos dela se moverem e caírem tremendo e fechar as mãos dela sobre minha cabeça, me empurrando cada vez mais pro interior profundo e molhado do prazer dela. E assim, entregue a brincar com as idas e vindas dela, sabendo que estimulava o corpo e a mente dela, que me tornava cada vez mais presente no prazer dela, ela começou a ofegar e a gritar, e as pernas dela se fecharam sobre minhas costas, foi como uma largada que me pedia pra continuar com mais força, a ponto de me aventurar a deslizar entre as dobras roçadas e encharcadas dela um dedo que entraria pra dentro pra começar a acariciar ela entrando e saindo suavemente, enquanto uma tempestade se formava a poucos centímetros dali... mais e mais e com força, os movimentos dela faziam meus dedos entrarem cada vez mais fundo e nossos corpos inteiros se descarregavam a cada movimento até começar a sentir que a umidade na minha mão já estava na minha testa e no meu peito, mas também nas coxas e na barriga dela... era como dançar sentindo um frenesi tremendo de prazer que crescia infinitamente... E depois desses arqueios do corpo dela e desses espasmos nas pernas dela, senti um grito de prazer, e uma queda do alto da minha boca. Simplesmente gozei toda... extasiada, com um sorriso no rosto, ofegante e suada, tinha gozado... me aproximei dela e a vi mais gostosa do que antes, mais incrivelmente mulher do que antes, mais excitante, e o desejo tomava conta de mim acima de tudo...
Nem preciso dizer que foi uma noite longa, que nos acordou perto do meio-dia, um do lado do outro, pelados, simples, com o mesmo sorriso com que tudo tinha começado.
Poderia continuar meu relato descrevendo com todos os detalhes algo que vocês já imaginam, poderia levar a história mais longe para tentar saciar a vontade de prazer e excitação de vocês, mas quero parar nessa ideia... Quando a gente menos espera, a vida vem e te surpreende, o momento chega e te acorda, a oportunidade aparece e te dá um tapa na cara. E o que somos nós senão oportunistas numa vida cheia de oportunidades, que saltam na nossa frente como trutas num rio? Como o sorriso daquela mulher sensual e de qualidade, cheia de oportunidade e cheia de desejo, como os prazeres agitados dela que surpreenderam minha técnica, como quando a gente menos espera que a vida te agradeça por vivê-la com prazer e dedicação. Como seria bom parar de esperar e se deixar surpreender pelo encanto de viver do jeito que dá, tentando cada dia mais, mas recebendo feliz e extasiado o prazer da surpresa.
Meus queridos seguidores, até o nosso próximo encontro. Espero que essa tenha sido uma história gostosa na qual todos possam acrescentar um pouco mais... Seria legal ouvir agora de vocês de que forma a vida já surpreendeu vocês. Beijos.
Como já vimos, minha vida, assim como a de todo mundo, é bem peculiar, nada simples, sempre tentando não complicar ainda mais o que já vem complicado por si só, e com um interesse forte no apetite sexual, mas não tanto pelo apetite em si, e sim pelo gosto e prazer de experimentar novas experiências e novas sensações. É assim que, como já mencionei num capítulo anterior, esse encontro com as linhas privadas tinha deixado um gosto doce e delicioso no meu currículo... Foi assim que conheci Daniela, uma mulher interessantíssima, uns 30 e poucos anos, separada, enfermeira, dedicada de corpo e alma à sua vida e ao seu prazer, uma mente inteligentíssima, rápida, audaciosa e, acima de tudo, safadinha. Nossas conversas rolavam noite após noite, em longas estruturas filosóficas, que de vez em quando entravam e saíam roçando o sensual e o erótico da beleza do sexo. Como eu disse, uma mente prodigiosa que excitava cada fibra do meu corpo. Numa dessas noites em que nos unimos pela voz, surgiu um convite surpresa... "Quer que a gente se encontre pra um café?", sugeriu delicadamente, e eu, sem pressa e sem demonstrar surpresa ou excitação, aceitei na hora. O encontro seria, para minha surpresa, num lugar perto de onde eu morava na época, um café de luzes baixas, na esquina, silencioso, no bairro do Parque Patricios. O horário marcado era 18h30, e prometia ser uma noite estimulante e deliciosa.
Obviamente, com meus apenas 22 anos, minha mente ficava dividida entre ser direto (já que dizem que as mulheres gostam de homem direto e prático), mas sem ser comum. Definitivamente, eu tinha me armado de um preconceito claro e trabalhoso ao tentar seduzir alguém que, como qualquer um que lê essas linhas percebe, não ia ser nada convencional.
Foi assim que eu... embarquei numa mesa, afastada da entrada, definitivamente queria ver claramente quem se aproximava, mas não queria ser visto... sim, leitor, lembremos que sou só eu e não um estrategista napoleônico. Assim, os minutos ganhavam a profundidade da xícara de café que minutos antes eu havia pedido. E o burburinho tênue como a luz daquele lugar se interrompeu com a sombra marcada de uma figura que emergiu entre meus cadernos e papéis. Um tiro delicado, mas fulminante, soou nos meus ouvidos... VOCÊ É VOCÊ, NÃO É?... levantei o olhar e, com um sorriso, se erguia diante de mim uma mulher linda, de pele branca e cabelos pretos longos até os ombros, com um sorriso que apertava seus olhos escuros e uma figura que bagunçava todos os meus passos antes tão bem medidos. Tolamente, me levantei e, sorrindo, me aproximei para beijar sua bochecha, e depois de trocar alguns cumprimentos, pedi que ela se sentasse e perguntei o que queria beber... ao que ela respondeu com um olhar profundo... seja o que for, que seja na minha casa, não sei se você topa?, enquanto o silêncio me emudece, leitor, leitora, preciso ser sincero com vocês... é evidente que a essa altura vocês acham que isso tudo não passa de produto da minha imaginação, mas infelizmente, ou para minha felicidade, não é... na verdade, é uma verdade sórdida que me deixou estupefato, sem saber para onde correr e com todos os patinhos desalinhados e definitivamente em fuga. É óbvio quem ficou no comando, né? Depois de pedir a conta e caminhar ao lado de uma gostosa daquelas, chegamos até a casa dela, eu encantado e sem acreditar que aquela mulher era real, um ser tão delicado mas tão firme, tão quente e ao mesmo tempo tão surpreendentemente correta. Esse tipo de mulher que você pensa, pelo amor de Deus, não quero estragar nada do que está ou vai acontecer hoje. Ela se abriu e comentou algo que já tinha ouvido antes... não tenho o costume de trazer ninguém para minha casa, na verdade você não é o tipo de homem (a idade!!!) que eu quero, mas me... encanto teu jeito de ser e teu jeito de agir, aliás, me surpreende que até agora você não tenha querido me tocar um fio de cabelo... outro no teu lugar já estaria passando a mão, e com certeza eu tentaria afogar ele. As risadas deram lugar a um jantar simpático que trocou detalhes da vida dela, da minha, dos gostos e desejos dela e das minhas expectativas... como quem diz, um jantar daqueles de filme, onde só faltava a lareira acesa. Como nas nossas conversas noturnas, ela levava o papo de vez em quando pro terreno erótico sem descuidar do respeito imposto, e a verdade é que eu tava tão encantado que não me incomodava nem um pouco. Mas dava pra sentir as bombas caindo cada vez mais perto. Depois de jantar e lavar tudo, já com poucos assuntos pra tratar, comecei a sentir uma atmosfera mais íntima, mais... próxima, aliás, num momento os braços dela se fecharam em volta de mim pelas minhas costas e um sussurro se ouviu... sabe de uma coisa... tô curiosa com uma coisa!!! Me virando e segurando ela pela cintura com delicadeza, eu a puxei pro meu corpo e continuei... não vou te perguntar do que você tem curiosidade porque com certeza a gente compartilha a dúvida, então só vou te perguntar: o que você pensa em fazer a respeito. E ela se aproximou com muita sensualidade pra apertar meus lábios e a boca dela com paixão acariciar o interior da minha, um tempo que me fechou os olhos e esquentou meu corpo demais. Ao se separar, ainda com os olhos fechados, ela me respondeu... tenho umas ideias por aqui, vem... e me levou pela mão até o que eu entendi ser o altar dela... um quarto cuidadosamente decorado, mal iluminado por velas nas mesas de cabeceira... eu a abracei com firmeza, beijo por beijo fomos soltando as roupas com um prazer infinito e minhas mãos souberam encontrar nos peitos dela o prazer de lentamente excitá-la, entender seus movimentos, seduzir seu desejo e começar a escrever naquela noite cada linha que conto aqui. Foi uma preliminar tão excitante e tão longa que foi curta e não daria um sem fim de palavras pra descrevê-la, num momento Esqueci de tudo pra descobrir aos poucos como provocar cada milímetro da pele dela e dar prazer lentamente até sentir, nos gemidos dela, a aprovação do gosto. Assim, minha boca pela primeira vez explorou com beijos e lambidas profundas a sua entreperna, me dedicando com paixão e entrega em cada movimento da minha língua, a fazer subir e descer o corpo dela, a encontrar o prazer dela envolto nos lábios do corpo dela e se soltar livre dentro da sucção da minha boca, os beijos da minha língua, as massagens que iam aproximando ela lentamente do clímax. Encantado em provocar, incitar e comprovar o prazer que eu dava a ela, quase nem respirava, preso ao corpo dela que já apertava as pernas com força e provocava espasmos bruscos a cada movimento, comecei a sentir delicadamente os gemidos dela como respirações fortes e ofegantes, agitações que faziam os peitos dela se moverem e caírem tremendo e fechar as mãos dela sobre minha cabeça, me empurrando cada vez mais pro interior profundo e molhado do prazer dela. E assim, entregue a brincar com as idas e vindas dela, sabendo que estimulava o corpo e a mente dela, que me tornava cada vez mais presente no prazer dela, ela começou a ofegar e a gritar, e as pernas dela se fecharam sobre minhas costas, foi como uma largada que me pedia pra continuar com mais força, a ponto de me aventurar a deslizar entre as dobras roçadas e encharcadas dela um dedo que entraria pra dentro pra começar a acariciar ela entrando e saindo suavemente, enquanto uma tempestade se formava a poucos centímetros dali... mais e mais e com força, os movimentos dela faziam meus dedos entrarem cada vez mais fundo e nossos corpos inteiros se descarregavam a cada movimento até começar a sentir que a umidade na minha mão já estava na minha testa e no meu peito, mas também nas coxas e na barriga dela... era como dançar sentindo um frenesi tremendo de prazer que crescia infinitamente... E depois desses arqueios do corpo dela e desses espasmos nas pernas dela, senti um grito de prazer, e uma queda do alto da minha boca. Simplesmente gozei toda... extasiada, com um sorriso no rosto, ofegante e suada, tinha gozado... me aproximei dela e a vi mais gostosa do que antes, mais incrivelmente mulher do que antes, mais excitante, e o desejo tomava conta de mim acima de tudo...
Nem preciso dizer que foi uma noite longa, que nos acordou perto do meio-dia, um do lado do outro, pelados, simples, com o mesmo sorriso com que tudo tinha começado.
Poderia continuar meu relato descrevendo com todos os detalhes algo que vocês já imaginam, poderia levar a história mais longe para tentar saciar a vontade de prazer e excitação de vocês, mas quero parar nessa ideia... Quando a gente menos espera, a vida vem e te surpreende, o momento chega e te acorda, a oportunidade aparece e te dá um tapa na cara. E o que somos nós senão oportunistas numa vida cheia de oportunidades, que saltam na nossa frente como trutas num rio? Como o sorriso daquela mulher sensual e de qualidade, cheia de oportunidade e cheia de desejo, como os prazeres agitados dela que surpreenderam minha técnica, como quando a gente menos espera que a vida te agradeça por vivê-la com prazer e dedicação. Como seria bom parar de esperar e se deixar surpreender pelo encanto de viver do jeito que dá, tentando cada dia mais, mas recebendo feliz e extasiado o prazer da surpresa.
Meus queridos seguidores, até o nosso próximo encontro. Espero que essa tenha sido uma história gostosa na qual todos possam acrescentar um pouco mais... Seria legal ouvir agora de vocês de que forma a vida já surpreendeu vocês. Beijos.
7 comentários - Historias... - CAP1 - Cuando uno menos lo espera.
La historia de por si, recuerda ya la forma en que te gusta seducir y ser seducido, te gusta lo artesanal del sexo, te pinta de cuerpo entero.
coincido con el anterior comentario, que lo cerraste muy bien pero asi como esta da para una segunda parte (en mi humilde opinión).
Como siempre cuando me gusta te dejo puntos y Reco +10
Felicitaciones Héctor y gracias por pasar por mis post/shout
Un momento de placer exquisitamente relatado, que te lleva a usar la imaginación y a sentirse parte de la historia...
Recomiendo 100% y dejo todos mis puntos de hoy.
Besos
Gracias por compartir.
Angie te deja Besos y Lamiditas !!!
La mejor forma de agradecer la buena onda que se recibe es comentando, al menos al que te comenta. Yo comenté tu post, vos comentaste el mío?
Compartamos, comentemos, apoyemos, hagamos cada vez mejor esta maravillosa Comunidad !!!