Compañera de trabajo, una mala aventura

Bom, isso é 100% verdade. Aconteceu comigo umas 1 ou 2 semanas atrás.
Tava saindo do trampo cansado e de mal humor, e não me veio outra ideia na cabeça senão ir na casa de uma colega que eu me dava super bem e ainda morava bem perto.
Liguei pra ela e falei: "Oi, (Mariana), cê tá em casa?"

Mariana:
"Tô sim, José, o que foi?"

EU:
"Nada, tava meio entediado e acabei de sair do trampo, não me veio outra coisa na cabeça senão ir te ver."

Mariana:
"Ah, beleza, acabei de acordar, mas vem, tô te esperando."

EU:
Fui o mais rápido que pude. Já tinha tocado no assunto de sexo antes, e ela tem uma pira de ficar com todo cara que conhece. (É bem putinha.) Mas nunca combinamos nada concreto de transar nem nada.
Minhas intenções eram duplas, já que queria me distrair e ao mesmo tempo cair na cama.
Chego, toco a campainha.

Mariana:
"Já vou descer."
Demorou uns 6 minutos.
"Oi, José, entra."

Subimos correndo a escada e ela fala:
"Bem-vindo, fica à vontade."

EU:
"Verdade, é bem legal e espaçosa pra você sozinha."
Sentei numa cadeira e começamos a conversar sobre o trampo. Eu insistia que tava com uma dor muscular, dando a entender que queria uma massagem.

Mariana:
"O que foi, José? Te vejo tenso, nervoso... vem aqui que vou te fazer uma massagem. Mas na cama não. Ela tá quebrada."

EU:
Sentei numa espécie de PUFF também quebrado, e ela começou a massagear minhas costas. Percebi que ela não sabia fazer nada, porque tava me moendo de dor.

Depois de um tempo, ela fala: "Me ajuda a escolher uma roupa pra hoje à noite, tenho uma festa."
Ela entrou no banheiro pra se trocar, e eu não consegui tirar o olho da fechadura. Ela vestiu um vestido nem tão bonito, digamos, com umas meias-calças novas e sapatos de bico fino.

Mariana:
"E aí, José, como é que ficou?"

EU:
"Esse vestido é provocante. Eu curto muito vestidos. Dá pra tirar?"

Mariana:
"Hã? Que isso... não tem nada de provocante, é um vestido normal."

EU:
"Mas me excita, tira ele?"

Mariana:
"Não vou tirar. Justo nessa hora, o celular dela tocou, era um amigo e ela ficou papo uns 15 minutos.

EU: Bom, acho que vou indo, tô com sono e entediado.

Mariana: Sério? Beleza, espera que vou no banheiro rapidinho.

Eu não queria ir embora sem conseguir o que queria, então comecei a pensar em como convencer ela a transar.

Mariana: Pronto, bora?

EU: Espera, tira esse vestido, não aguento mais, troca de roupa e vem comigo.

Mariana: Mas o que você quer? É você que tá se excitando.

EU: Nada, deixa pra lá, esquece.

Mariana: Tá com medo de quê?

EU: Chega, não me provoca...

Mariana: O que que houve, Fulano? Esquenta a chaleira mas não toma o mate... que tipo de homem você é.

Consegui que ela fosse no banheiro se trocar, mas eu não aguentava mais, então segui ela e ela disse:
— O que cê tá fazendo?

EU: Não gosto de mate, mas vou tomar mesmo assim.
Cheguei bem perto dela, passando a mão na cintura, ela começou a me beijar.
Ficamos uns 30 segundos nos beijando e ela disse: mas por que no banheiro?

E aí fomos pra sala de jantar e comecei a apalpar os peitos dela, e ela disse:
— O que foi, gostou? E eu: você que me faz gostar...
Ela apagou as luzes, ficamos no escuro.
E eu encurralei ela na parede, não parávamos de nos beijar.
Passei a mão por baixo do vestido nos peitos dela, não consegui desabotoar o sutiã! Foi muito fail.
Ela tirou, e minha reação ao tocar os bicos e os peitos foi:
"SÃO BEM PEQUENINOS" e ela me olhou com uma cara de ódio, e eu pensei:
"Ah, ferrei com tudo..."
Resumo, ela levantou uma perna e apoiou no meu quadril, e começou a se masturbar na minha perna enquanto a gente se beijava. Eu não aguentava mais, tava explodindo. Então tirei toda a roupa dela e eu tirei a camisa.
Ela continuou esfregando a buceta na minha perna, eu comecei a meter a mão lá embaixo por cima da calcinha e, quando toquei, senti ela se contrair e soltar um suspiro de prazer.
E fui esfregando assim.
Até que, de tanto beijo, de tanto roçar, resolvi meter a mão pra dentro. sentir a pele da pussy dela. fiz isso e ela ficou puta. Ela falou: "Vamos devagar" e eu respondi: "se chegamos até aqui agora você não me segura"
E ela fala: tô com vergonha...
E eu não parava de zuar ela e falei
"A mesma coisa que você fez com o 'Marcos' (um colega de trabalho que comeu ela)" e ela responde: "Como você me fala uma parada dessas? você é sem noção" e eu falo: "vem cá, você tá toda molhada... eu sei que você quer mais."
Então ela me beijou
Ao mesmo tempo ela me masturbava com a mão esquerda e com a direita se tocava.
Eu ajudei com a minha mão e senti a mão em um segundo TODA molhada, Ela não podia estar mais tesuda então quis levar ela pra cama e ela fala
NÃO, tá quebrada... e eu pergunto: "onde a gente faz? no chão?" e ela fala: "já foi... segura aí..."
Aí ela deitou, continuava me beijando e eu esfregando minha mão no clitóris dela, As respirações dela, a pussy molhada me excitavam pra caralho então comecei a esfregar meu cock contra a buceta dela pra masturbar ela e ela levanta de repente e fala: "Espera, EU NÃO GOSTO DE BRINCAR ASSIM."
Aí eu respondi... "Não se altera, não vou meter..."
E ela fala: "abre a gaveta, a segunda latinha."

Achei um pacote de camisinhas com lubrificante BEM PORCARIAS. Coloquei e era muito fininha, sentia que ia rasgar.
Peguei e meti nela e ela soltou um suspiro da porra, caralho!
Comecei a meter devagar pra ela ficar mais e mais excitada mas não, ela queria mais então começou a meter rápido e tirar.
Até que eu acompanhei o ritmo, ela não parava de gemer. Mas eu não tava 100% excitado, e tava distraído, saía a cada dois por três
então numa dessas tiro e masturbo ela... ela sempre se cobria com um lençol, não queria que eu visse, e não tava tão peluda, isso me irritava...
comecei a masturbar ela com os dedos e ela não queria, queria cock...
Então continuei metendo... e era tão duro e rápido que do nada escuta um CLACK e a cama quebra....
Ficamos os dois no chão e só se ouvia nossas gargalhadas..
Jogamos o colchão no chão e continuamos.

Eu queria chupar a buceta dela... e ela não queria... eu metia e tirava e falei: vai me deixar na mão? E ela: NÃO
até que eu segurei os braços dela e ela me deu uma lambida. TAVA TODA MOLHADA!
e ouviu-se um gemido de orgasmo!
e ela me deu um tapa e não queria e não queria...
até que ela se levantou...
e eu falei: vem, vai... não pode me deixar assim...
e ela vem, senta e a gente continuava se beijando, mas sem penetração...

ela me fala: chega, não quero mais... você me assustou.

E eu: o quê? não pode fazer isso comigo...

e ela falou: CHEGA, não quero mais.

e eu: com o Marcos você fez a mesma coisa?

e ela responde: NÃO, não vou falar sobre isso. Se veste, por favor.

Eu me recusei a me vestir e deitei no chão frio.
fiquei uns 5 minutos lá sem falar e ela diz: ei, José, você tá bem? me perdoa.

e eu: já foi, Mariana, já foi...

peguei minhas coisas, me vesti e pedi pra ela abrir a porta, que eu queria ir embora.

Resumindo, fui embora e não falei com ela por uma semana.

uns dias atrás insinuei de tentar de novo e ela diz: NÃO, já tô em outra...
e aí está minha aventura, mesmo não tendo aproveitado totalmente, eu esperava mais
Mas saí de um jeito ou de outro feliz porque consegui excitá-la a ponto de sentir ela BEM molhada.

Notas:
(Mariana): Não é o nome verdadeiro dela.
(José): Não é meu nome verdadeiro.
(Marcos): Não é o nome verdadeiro.

Desculpa pelo jeito de contar a história e pelos erros.

2 comentários - Compañera de trabajo, una mala aventura

La historia es buena, la histeriqueada de la mina está para sacarle mas jugo al relato.....aprovechá cuando lo tenes en borrador para emprolijarlos y que sean mas claros, con un toque mas se vana convertir en excelentes relatos. Van puntos para el estìmulo.