Por sorte já prescreveu, diriam muitos dos meus amigos. Isso aconteceu há muitos anos, eu atendia denúncias de violência contra menores num órgão público, era supernovinha, mal tinha 20 anos, nenhuma experiência, sim, 20 anos, vivia com a buceta a mil, hahahaha, tudo me agradava, tudo me excitava, mas no trampo, tranquila. O negócio é que uma manhã aparece uma senhora, não chegava aos 40, mas pra mim podia ser minha mãe naquela época, muito arrumada, saia preta justa no joelho, curvas gostosas, sapato de salto não tão alto, e uma blusa escura bem larga, isso sim, um perfume que matava, incrivelmente te embriagava. A senhora em questão denunciava que na escola o filho de dez anos era maltratado por uns colegas de sala, e que apesar de ter feito a denúncia com o diretor ninguém dava bola e o moleque continuava sendo zuado. A verdade é que a coitada estava desesperada, então meu chefe me pediu pra ir com ela direto na escola pra resolver o assunto já, ele também tava de olho na gostosa. Fomos no carro dela, um Peugeot 504 que na época era um dos mais chiques. Chegamos no colégio, particular, bem playboy, me encontro com o diretor, ele me diz que o moleque é muito introvertido porque o pai é empresário e viaja muito, e dá pra sentir a falta do pai, mas que ia tomar providências pra resolver o problema. Eu transmiti pra senhora, ela ficou tranquila e me levou até meu trampo. Passam dois dias, ela me liga perguntando se eu podia ir até a casa dela pra conversar com o filho já que o problema não tinha se resolvido totalmente, eu disse que naquele momento não dava, que eu terminava às 20h, se não fosse problema eu ia depois desse horário, e ela concordou. Chego na casa, ela me atende com um avental tipo de médico, aí fico sabendo que ela é dentista e tinha consultório em casa e tinha acabado de atender o último paciente. Ela pede pra eu entrar na sala. Trouxe café, sentamos, perguntei pelo filho dela, ela disse que ele tinha ido pra casa dos Sogros era sexta-feira e eu ia passar o fim de semana com eles. Perguntei pelo pai, ela disse que estava viajando e voltava no domingo. Enquanto conversávamos, eu não tirava os olhos das pernas dela. O avental aberto na frente deixava ver umas coxas duras, e mal dava pra notar o triângulo preto da calcinha dela. Enquanto a conversa seguia, ela cruzava as pernas de vez em quando e eu ficava cada vez mais excitado. Um chefe meu uma vez me ensinou que eu nunca deveria ficar com a dúvida e que, se gostasse de alguém, deveria falar. Então, sem mais delongas, depois de quase uma hora de conversa, falei na cara que gostava dela e que, se não fosse nem um pouco recíproco, eu ia embora. Para minha surpresa, a mulher respondeu: "A verdade é que não sinto nada, mas estou com muita vontade de te comer. Se você estiver a fim, eu também tô." O problema era como começar, estava tudo mais frio que uma geladeira, ela também não demonstrava nada. Então, tive a ideia de jogar cartas, um jogo besta, mas cada jogada valia uma prenda, e o perdedor tinha que cumprir o que o outro pedisse. Em poucos minutos, estávamos pelados. Aí ela ganhou e pediu para eu chupar a buceta dela. Ela abriu bem as pernas, eu comecei a meter a língua pelas pernas até chegar na buceta, língua, língua. Imaginem o trabalho, ela não se depilava, um trabalho da puta mãe, com um resultado foda. Ela começou a gozar e me falava, e pedia para eu não parar. A verdade é que achei que ia cãibrar a boca. Foram minutos, eu estava com a cara encharcada. Pedi um break, que por favor ela chupasse meu pau porque eu já não aguentava mais. Passaram dez minutos de relaxamento, e ela começou. Senhoras, uma expert. Ahhhhhhhh, o trabalho que essa mulher deu. Esclareço, não muito tempo, não sou o aguentador do sul. Em pouquíssimos minutos, e até me avisando que ia vir, ela engoliu todo o leite, todo, nem uma gota. Minha felicidade e a dessa mulher são inacreditáveis. Depois de quase uma hora, mexi o banco de reservas e ele subiu de novo, então eu comi ela. Normal, nada de outro mundo. Esse relacionamento durou cinco anos, rapazes e moças, e eu nunca esqueci.
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