Minha cunhada tem uns 1,65 de altura, se esforçando muito, é loira de olhos cor de mel, magérrima, de peito é foda, quase não dá pra ver, mas o que se destaca no corpo dela é a bunda… ela tem um quadril bem marcado que desemboca numa raba linda, redonda e bem empinada, que sobressai da cintura quando você vê de lado…
Mais ou menos uns 2 anos atrás, um dia fomos eu e minha esposa jantar na casa dela, onde ela mora com o marido, e na hora de nos despedir, enquanto os três conversavam sobre alguma besteira, eu fiquei vidrado olhando pra bunda dela… o que ela percebeu, e depois de uns minutos virou de repente, olhou nos meus olhos e, enquanto eu queria me enfiar debaixo da mesa de vergonha, ela sorriu como quem diz: “Te peguei! Gostou da minha raba, né??” A história dessa bunda e eu vem de longe, desde que eu namorava minha esposa e minha cunhada aparecia com aquele shortinho de dormir bem curto e bem colado na pele, daqueles que deixa ver quase metade da bunda e marca a fio dental…
Acontece que depois dessa visita, ela começou a exibir a bunda na minha frente, sabendo que eu ia olhar, e se divertia com isso. Se eu tava vendo TV, ela se sentava de joelhos numa das cadeiras da mesa e empurrava a bunda pra fora, porque sabia que eu tava olhando. Ou na cozinha, sempre ficava lavando louça de costas, e como é bem baixinha, tinha que ficar na ponta dos pés na minha frente pra alcançar os pratos ou arrumar as coisas. Também quando vêm na minha casa, sempre, mas sempre que precisa subir a escada, ela se coloca na minha frente pra subir primeiro… sem dúvida, eu levei como uma provocação. Também é verdade que eu não tinha coragem nem de chegar perto, foder meu casamento por causa de uma transa, tendo tantas outras gostosas por aí pra pegar, não era uma ideia que me agradasse.
As provocações continuaram, até que um dia, já era verão e decidi ir pra casa de campo, onde além de ter uma churrasqueira enorme pra fazer um puta churrasco, tem a piscina pra passar o dia. Depois de No almoço apareceram umas nuvens, mas eu tava afim e me joguei na piscina, ninguém me seguiu de começo. Daqui a pouco chegam minha cunhada com o marido, o cara se joga na água e depois de um tempo, quando tentou sair, minha cunhada soltou a mão dele, fazendo ele cair de volta na água, uma piada, a gente riu um tempão e da borda da piscina eu ficava zoando ele.-ainda bem que foi o sr. Baywatch que te resgatou!Falando da minha presença… quando o marido saiu, ele se secou e, quando ela menos esperava, empurrou ela por trás e jogou ela no fundo da piscina e saiu correndo. Detalhe: minha cunhada não sabe nadar nada, nem boiar, e ainda tem um puta medo da parte funda da piscina. Quando vi ela bater no fundo e conseguir só assomar a cabeça antes de afundar de novo, percebi que algo tava errado, então me aproximei rápido e, abraçando ela com um braço, me segurei na borda da piscina… nem preciso dizer que, com o susto, não percebi que, como ela tava de costas pra mim e eu abraçando ela com um braço, a bunda dela ficou bem em cima da minha pica, e meu braço e mão em contato total com os peitos dela, que, apesar de pequenos, se faziam sentir… ela me agradeceu com um beijo na bochecha.—meu herói, diferente daquele idiota
—estou aqui pra te servir, madameSorrimos e devagar fui me arrastando até a parte mais rasa da piscina, no caminho a bunda dela batia na minha pélvis, o que me levantou "o espírito" e, praticamente de sunga, foi certeiro.-para, fica quieto aqui
-mas falta pouco pra chegar onde dá pé
-não, mas pra que tem aqui?E aí, peguei na pica dela…—não fica bravo, foi sem querer, é que o roçado parece que me esquentou um pouquinho, já vai passar
—um pouquinho? tá durona pra caralho… que delícia
—hehe, fala sério, não seja tão sem vergonha
—não, vai você!! agora quero ver ela…
—é impossível, vão nos ver
—nada disso, você finge que tá me ensinando a nadar, eu afundo a cabeça e olho… vai?
—mas vão nos matar se nos virem… sua irmã vai pirar
—não seja cagão, tão nem aí pra gente, deve estar no quincho esculachando algum otário…
—tá bom, vai, mas rápido…
—espera eu encher o pulmão, você me empurra porque eu não sei descerFoi assim que eu fiz: peguei ela pelos ombros e empurrei pra baixo, e ela baixou minha sunga bem delicadamente, pegou na minha pica e bateu uma um pouquinho debaixo d'água. Menos de 1 minuto, claro… ela subiu à superfície e me disse- tenho que descer de novo porque não vi ela direito…Debaixo d'água de novo, só que dessa vez ela enfiou na boca dela, deu umas duas ou três chupadas e subiu…—Garota, tu é louca.
—Pode ser que eu seja louca, mas te deixo duro e você quer me foder há um tempão…Ali mesmo ela me abraçou estilo coala, e ficava esfregando a pica na buceta dela ainda protegida pelo biquíni. A fricção debaixo d'água sem lubrificação não me agrada muito, mas essa gostosa tava me deixando com muito tesão.- Dá uma bolada pra…
- Não, puxa a fio dental e faz ela sentir… só um pouquinho, um toque, ela quer sentir, não fica cagão…O desafio fritou as poucas neurônios que ainda conseguiam pensar, e eu puxei a parte da virilha da malha dela, o atrito continuava, só que agora eu podia sentir os lábios da buceta dela massageando meu pau…- bom, pronto, já foi.Por um instante, ele afastou a rola de mim, e cheguei a pensar que ia parar, mas não foi assim. Curvou um pouco mais as costas e, com um movimento sutil, fez com que me penetrasse. Meu pau entrou quase até a metade — não que seja muito grande, mas naquela posição e situação dava pra meter até lá de um jeito disfarçado. Ela semicerrrou os olhos e soltou um gemido baixinho misturado com um "siim", como se estivesse precisando ser penetrada de um jeito desesperado. Poucas vezes vi uma gostosa tão tesuda assim...- Bom, agora me solta.
- O quê?
- Não me segura com seus braços, me segura com sua pica…Na mesma hora, parei de abraçar ela e ela a mim, com meia estocada já dava pra ela não afundar na água…—Neném, cê tá ligado que se alguém nos ver, vai tudo pro caralho, né?
—Olha, eu pedi pro meu marido me comer no vestiário do salão de festas porque tô mó tesuda, e o arrombado, em vez de me dar uma foda do caralho, me jogou na piscina “pra me esfriar” e saiu correndo… agora ou cê me come, ou vou visitar o vizinho que fica me espiando toda vez que vou tomar sol… o que cê acha?
—…
—Vamo, bora pro vestiário e acabar com isso… não vai dar nada, juro por Deus…Vocês sabem que nessas situações a gente já não consegue pensar direito… tudo que importa na vida pode realmente ir pra merda naquele momento, então sem pensar muito eu falei…- Beleza, então vai você primeiro… eu espero dar uma acalmada aqui e vou depois…
- Sério? Não vai me deixar na seca, né? (com voz de gatinha manhosa)
- Prometo…Devagar fomos nos soltando, peguei na mão dela e arrastei ela pra parte mais rasa da piscina pra que ela pudesse pisar no fundo, e fiquei meio ajoelhado na água esperando a ereção baixar um pouco, porque ia ser impossível disfarçar com a sunga molhada. Enquanto isso, ela ajeitou o biquíni e foi saindo da piscina… quando subiu a escada, a putinha (me permitam a expressão) fez que ia pegar alguma coisa no chão e me mostrou bem a bunda dela, redondinha e perfeita, perto do meu rosto. Depois calçou as havaianas e, sem "se enxugar", foi direto pro vestiário, que fica nos fundos do quiosque.
O vestiário não é muito grande, a gente projetou pra poder trocar de roupa. Tem uma meia-parede de 1,90 que divide o espaço em dois, o lugar tem 5 metros de largura por 3 de comprimento e 2,50 de altura, tem umas janelinhas estilo basculante que dão pra piscina e uns armários falsos na parede dos fundos.
Ela entrou, subiu numa cadeira e ficou me espiando por uma dessas janelinhas basculantes, e mostrou dois dedos fazendo aquele sinal de "vem". Enquanto isso, eu pensava em passarinhos, no jogo de futebol de terça, no Boca, no River, no que a gente ia jantar… qualquer pensamento servia pra baixar a excitação… quando mais ou menos me senti seguro e achei que dava pra disfarçar o que tava rolando, fui saindo devagar da água, de costas pro quiosque, peguei a toalha rápido, me enxuguei um pouco e pendurei ela no braço feito cortina pra esconder o volume…
Tava quase passando pela mini grade que a gente colocou pra proteger as crianças de cair na piscina, quando vejo minha mulher saindo do quiosque em direção à piscina, com a intenção de entrar…- Já vai sair!(Gritando)
Não, sua burra, tô tomando embalo pra me jogar de bomba, pensei…— amor, já tô cansada, quero tomar um banho quentinho…
— aiiinnn mas eu queria entrar junto…
— então entra, já volto.
— não, não vou entrar, vou com a minha mãe visitar a vizinha, faz quase um mês que a gente não vê ela
— okUff, por um momento achei que ia dar merda e ia rolar um puta barraco… mas escapamos. Quando cheguei no vestiário, ela tava de costas, eu fechei e tranquei a porta de um jeito bem rústico com um secador de chão, me aproximei e, bem na hora que apoiei minhas mãos nos ombros dela…- para, não… mudei de ideia, isso é uma loucuraEla me disse com voz calma, mas séria. Eu não saía do meu espanto, mas instintivamente afastei minhas mãos para não incomodá-la. Devo confessar que me senti meio frustrado, embora nunca tivesse planejado chegar nela, a situação pedia uma boa fodida… mas ao mesmo tempo, não ia cometer a loucura de insistir, porque se ela começasse a gritar, quem ia ficar de otário era eu… me afastei dois passos e ela se virou… com um sorrisão e levantando a parte de cima do biquíni.Já se achou que ia escapar, hein? Vem cá, chupa minhas tetas.Como eu disse, os peitos dela não eram muito grandes, mas os bicos estavam durinhos, a gostosa tava super no fogo e eu me joguei de cabeça. Apoiei minha boca num dos peitos dela e, com meus braços, levantei ela até a minha altura. Quando ela tava no ar, levei ela até o chuveiro do "setor feminino", abri a torneira e, enquanto a gente começava a se molhar com água morna, eu chupava os peitos dela e massageava a bunda. Ela, do jeito que dava, se esticava pra pegar na minha pica. Eu já tava durasso de novo. Soltei ela, e ela se ajoelhou, puxou minha sunga pra baixo e começou a me fazer um boquete, furioso. Não daqueles que marcam um antes e um depois, embora tenha sido bom, não foi o melhor boquete da minha história, pelo menos. Como eu não tava pirando com a chupada, me afastei um pouco e coloquei no chuveiro um daqueles bancos pra 3 ou no máximo 4 pessoas que tava encostado na parede. Aí deitei ela de barriga pra cima e, bem devagar, fui beijando o pescoço, depois os peitos dela, passei pela barriga (pelos lados, ela se arrepiava quando eu passava a língua), fui tirando ternamente a parte de baixo do biquíni dela, e aí vi aquela buceta, bem depiladinha, com um pequeno bigodinho. Olha, dava pra ver que era uma buceta que já tinha passado por mil e uma batalhas ganhas e perdidas, mas mesmo assim tava muito bonita. Sem hesitar, enfiei minha língua e massageava o clitóris dela com meus dedos. Ela começou a gemer, era estranho, nunca tinha estado com uma gostosa que gemesse com "uhh uhhh sim uhhh uuummmhh", o que me deixava com tesão e me divertia ao mesmo tempo. Os fluidos vaginais dela já tinham começado a jorrar pra caramba, ela tava no ponto pra ser penetrada... mas tinha um problema: eu não tinha camisinha...—Não, para, não tenho camisinha…
—E daí?
—Não dá pra transar sem camisinha.
—Porra, eu não tenho doença nenhuma.
—Eu sei, mas podem rolar outras coisas…
—Se quer um consolo, faz 7 meses que eu e o inútil do meu marido estamos tentando engravidar… além disso, vai me deixar na mão assim?E aí ela enfiou dois dedos na própria buceta, pra me mostrar como tava bem molhada… não tinha muito o que pensar… sentei no banco e ela veio por cima, ficamos de frente um pro outro, tipo posição de missionário mas sentados, devagarzinho fui entrando nela, e ela continuava com aquele “uuuhhh uuuhhh”. Quando já tava inteiro dentro, ficamos uns segundos cara a cara, nos olhando nos olhos… dava pra ver que já tinha algo rolando há um tempo, e aí nos beijamos de um jeito daqueles que você se agarra quando tem 15 ou 16 anos, sem aguentar mais de tesão, nós dois curtindo pra caralho aquele beijo e um monte de carícias por todo lado, minhas mãos percorrendo o corpo dela, o rosto, o cabelo, passando pelo pescoço, pelas orelhas, nossas mãos se entrelaçando… meu pau pulsava dentro dela. Nessa hora, ela mexeu a pélvis num movimento circular, como se tivesse massageando meu pau, esfregando a buceta dela contra o meu corpo, e ficamos assim um tempão de muito prazer. Devagar, ela começou a afastar o corpo do meu e deixava cair, e aí começamos a bombar cada vez mais forte e rápido, dava pra sentir que a cada investida, ela apertava a buceta pra sentir mais e mais, os beijos e carícias não paravam. Do jeito que deu, deitei ela no banco e tomei a iniciativa. Agora sim, numa postura muito mais ativa, meti de um jeito mais bruto, e as bombadas vinham com mais intensidade, mais rápidas e fortes, ela me segurava e cravava as unhas nos meus braços enquanto eu metia mais forte, ela gemia mais, e eu também tava completamente envolvido na parada, podia o mundo acabar naquele momento que eu nem ia ligar. Cada vez íamos mais rápido e senti que ela dizia-vai, vai, já tô acabando… uhhh uhhh vai com força uhhh uhhh aaahhh.Tudo num grito abafado, depois o silêncio absoluto, só se ouvia a água caindo e o roçar dos nossos corpos, enquanto eu arremetia…- obrigada… tava precisando muito disso…(Me disse olhando nos meus olhos)
Enquanto eu ia cada vez mais fundo… pedi pra ela ficar de quatro, e do jeito que deu, quase se equilibrando no banco, se apoiando na parede, me deixou o caminho livre pra continuar. Coloquei minhas mãos com muita firmeza na cintura dela, mirei, e ela deu a ordem.—Mete ela toda…E foi assim, meti tudo de uma vez e com um ritmo já animal, eu entrava por trás naquela buceta linda que tava louca por pica…- ayyy, você tá me deixando louca, me dá mais, vai, vai!Juro pra vocês, eu metia tanto e com tanta força que nem sei como conseguia, deixei nessa putaria alma e vida, depois de uns segundos metendo e metendo de novo.-uuuhh uuhhh aaahhh uuhhhh siii, vai fundo, vai fundo uuuhhhA gostosa tava gozando pela segunda vez, e eu continuava metendo sem parar, mas já não aguentava muito, sabia que o final tava chegando, então comecei a meter mais rápido, ainda mais rápido, e pra não fazer merda, tirei meu pau pra gozar fora.—Não, o que você tá fazendo!!??, enfia em mim!!!, quero sentir seu gozo, não me deixa assim, enfia, enfia!!!…Ainda não consigo acreditar, mas enfiei nela, bombeei umas vezes e gozei pra caralho dentro dela… ela agarrada na parede, eu segurando a cintura dela, a gente não se soltava, távamos super ofegantes, mas ao mesmo tempo contidos pela situação…
Devagar fomos nos soltando, nos beijamos suavemente, agora com mais amor do que tesão, demos uma enxaguada, arrumei o banco, nos vestimos e ela saiu primeiro direto pro quiosque, e eu depois direto limpar a piscina, pra disfarçar meu estado de relax total.
As horas passaram, e a gente nem se olhou mais. Na despedida, ela me deu um beijo chegando na comissura dos meus lábios do lado esquerdo e colocou nas minhas mãos um papel que eu não olhei até um tempo depois…
"quarta às 18h nos jardins", dizia o papel.
Abraço
Mais ou menos uns 2 anos atrás, um dia fomos eu e minha esposa jantar na casa dela, onde ela mora com o marido, e na hora de nos despedir, enquanto os três conversavam sobre alguma besteira, eu fiquei vidrado olhando pra bunda dela… o que ela percebeu, e depois de uns minutos virou de repente, olhou nos meus olhos e, enquanto eu queria me enfiar debaixo da mesa de vergonha, ela sorriu como quem diz: “Te peguei! Gostou da minha raba, né??” A história dessa bunda e eu vem de longe, desde que eu namorava minha esposa e minha cunhada aparecia com aquele shortinho de dormir bem curto e bem colado na pele, daqueles que deixa ver quase metade da bunda e marca a fio dental…
Acontece que depois dessa visita, ela começou a exibir a bunda na minha frente, sabendo que eu ia olhar, e se divertia com isso. Se eu tava vendo TV, ela se sentava de joelhos numa das cadeiras da mesa e empurrava a bunda pra fora, porque sabia que eu tava olhando. Ou na cozinha, sempre ficava lavando louça de costas, e como é bem baixinha, tinha que ficar na ponta dos pés na minha frente pra alcançar os pratos ou arrumar as coisas. Também quando vêm na minha casa, sempre, mas sempre que precisa subir a escada, ela se coloca na minha frente pra subir primeiro… sem dúvida, eu levei como uma provocação. Também é verdade que eu não tinha coragem nem de chegar perto, foder meu casamento por causa de uma transa, tendo tantas outras gostosas por aí pra pegar, não era uma ideia que me agradasse.
As provocações continuaram, até que um dia, já era verão e decidi ir pra casa de campo, onde além de ter uma churrasqueira enorme pra fazer um puta churrasco, tem a piscina pra passar o dia. Depois de No almoço apareceram umas nuvens, mas eu tava afim e me joguei na piscina, ninguém me seguiu de começo. Daqui a pouco chegam minha cunhada com o marido, o cara se joga na água e depois de um tempo, quando tentou sair, minha cunhada soltou a mão dele, fazendo ele cair de volta na água, uma piada, a gente riu um tempão e da borda da piscina eu ficava zoando ele.-ainda bem que foi o sr. Baywatch que te resgatou!Falando da minha presença… quando o marido saiu, ele se secou e, quando ela menos esperava, empurrou ela por trás e jogou ela no fundo da piscina e saiu correndo. Detalhe: minha cunhada não sabe nadar nada, nem boiar, e ainda tem um puta medo da parte funda da piscina. Quando vi ela bater no fundo e conseguir só assomar a cabeça antes de afundar de novo, percebi que algo tava errado, então me aproximei rápido e, abraçando ela com um braço, me segurei na borda da piscina… nem preciso dizer que, com o susto, não percebi que, como ela tava de costas pra mim e eu abraçando ela com um braço, a bunda dela ficou bem em cima da minha pica, e meu braço e mão em contato total com os peitos dela, que, apesar de pequenos, se faziam sentir… ela me agradeceu com um beijo na bochecha.—meu herói, diferente daquele idiota
—estou aqui pra te servir, madameSorrimos e devagar fui me arrastando até a parte mais rasa da piscina, no caminho a bunda dela batia na minha pélvis, o que me levantou "o espírito" e, praticamente de sunga, foi certeiro.-para, fica quieto aqui
-mas falta pouco pra chegar onde dá pé
-não, mas pra que tem aqui?E aí, peguei na pica dela…—não fica bravo, foi sem querer, é que o roçado parece que me esquentou um pouquinho, já vai passar
—um pouquinho? tá durona pra caralho… que delícia
—hehe, fala sério, não seja tão sem vergonha
—não, vai você!! agora quero ver ela…
—é impossível, vão nos ver
—nada disso, você finge que tá me ensinando a nadar, eu afundo a cabeça e olho… vai?
—mas vão nos matar se nos virem… sua irmã vai pirar
—não seja cagão, tão nem aí pra gente, deve estar no quincho esculachando algum otário…
—tá bom, vai, mas rápido…
—espera eu encher o pulmão, você me empurra porque eu não sei descerFoi assim que eu fiz: peguei ela pelos ombros e empurrei pra baixo, e ela baixou minha sunga bem delicadamente, pegou na minha pica e bateu uma um pouquinho debaixo d'água. Menos de 1 minuto, claro… ela subiu à superfície e me disse- tenho que descer de novo porque não vi ela direito…Debaixo d'água de novo, só que dessa vez ela enfiou na boca dela, deu umas duas ou três chupadas e subiu…—Garota, tu é louca.
—Pode ser que eu seja louca, mas te deixo duro e você quer me foder há um tempão…Ali mesmo ela me abraçou estilo coala, e ficava esfregando a pica na buceta dela ainda protegida pelo biquíni. A fricção debaixo d'água sem lubrificação não me agrada muito, mas essa gostosa tava me deixando com muito tesão.- Dá uma bolada pra…
- Não, puxa a fio dental e faz ela sentir… só um pouquinho, um toque, ela quer sentir, não fica cagão…O desafio fritou as poucas neurônios que ainda conseguiam pensar, e eu puxei a parte da virilha da malha dela, o atrito continuava, só que agora eu podia sentir os lábios da buceta dela massageando meu pau…- bom, pronto, já foi.Por um instante, ele afastou a rola de mim, e cheguei a pensar que ia parar, mas não foi assim. Curvou um pouco mais as costas e, com um movimento sutil, fez com que me penetrasse. Meu pau entrou quase até a metade — não que seja muito grande, mas naquela posição e situação dava pra meter até lá de um jeito disfarçado. Ela semicerrrou os olhos e soltou um gemido baixinho misturado com um "siim", como se estivesse precisando ser penetrada de um jeito desesperado. Poucas vezes vi uma gostosa tão tesuda assim...- Bom, agora me solta.
- O quê?
- Não me segura com seus braços, me segura com sua pica…Na mesma hora, parei de abraçar ela e ela a mim, com meia estocada já dava pra ela não afundar na água…—Neném, cê tá ligado que se alguém nos ver, vai tudo pro caralho, né?
—Olha, eu pedi pro meu marido me comer no vestiário do salão de festas porque tô mó tesuda, e o arrombado, em vez de me dar uma foda do caralho, me jogou na piscina “pra me esfriar” e saiu correndo… agora ou cê me come, ou vou visitar o vizinho que fica me espiando toda vez que vou tomar sol… o que cê acha?
—…
—Vamo, bora pro vestiário e acabar com isso… não vai dar nada, juro por Deus…Vocês sabem que nessas situações a gente já não consegue pensar direito… tudo que importa na vida pode realmente ir pra merda naquele momento, então sem pensar muito eu falei…- Beleza, então vai você primeiro… eu espero dar uma acalmada aqui e vou depois…
- Sério? Não vai me deixar na seca, né? (com voz de gatinha manhosa)
- Prometo…Devagar fomos nos soltando, peguei na mão dela e arrastei ela pra parte mais rasa da piscina pra que ela pudesse pisar no fundo, e fiquei meio ajoelhado na água esperando a ereção baixar um pouco, porque ia ser impossível disfarçar com a sunga molhada. Enquanto isso, ela ajeitou o biquíni e foi saindo da piscina… quando subiu a escada, a putinha (me permitam a expressão) fez que ia pegar alguma coisa no chão e me mostrou bem a bunda dela, redondinha e perfeita, perto do meu rosto. Depois calçou as havaianas e, sem "se enxugar", foi direto pro vestiário, que fica nos fundos do quiosque.
O vestiário não é muito grande, a gente projetou pra poder trocar de roupa. Tem uma meia-parede de 1,90 que divide o espaço em dois, o lugar tem 5 metros de largura por 3 de comprimento e 2,50 de altura, tem umas janelinhas estilo basculante que dão pra piscina e uns armários falsos na parede dos fundos.
Ela entrou, subiu numa cadeira e ficou me espiando por uma dessas janelinhas basculantes, e mostrou dois dedos fazendo aquele sinal de "vem". Enquanto isso, eu pensava em passarinhos, no jogo de futebol de terça, no Boca, no River, no que a gente ia jantar… qualquer pensamento servia pra baixar a excitação… quando mais ou menos me senti seguro e achei que dava pra disfarçar o que tava rolando, fui saindo devagar da água, de costas pro quiosque, peguei a toalha rápido, me enxuguei um pouco e pendurei ela no braço feito cortina pra esconder o volume…
Tava quase passando pela mini grade que a gente colocou pra proteger as crianças de cair na piscina, quando vejo minha mulher saindo do quiosque em direção à piscina, com a intenção de entrar…- Já vai sair!(Gritando)
Não, sua burra, tô tomando embalo pra me jogar de bomba, pensei…— amor, já tô cansada, quero tomar um banho quentinho…
— aiiinnn mas eu queria entrar junto…
— então entra, já volto.
— não, não vou entrar, vou com a minha mãe visitar a vizinha, faz quase um mês que a gente não vê ela
— okUff, por um momento achei que ia dar merda e ia rolar um puta barraco… mas escapamos. Quando cheguei no vestiário, ela tava de costas, eu fechei e tranquei a porta de um jeito bem rústico com um secador de chão, me aproximei e, bem na hora que apoiei minhas mãos nos ombros dela…- para, não… mudei de ideia, isso é uma loucuraEla me disse com voz calma, mas séria. Eu não saía do meu espanto, mas instintivamente afastei minhas mãos para não incomodá-la. Devo confessar que me senti meio frustrado, embora nunca tivesse planejado chegar nela, a situação pedia uma boa fodida… mas ao mesmo tempo, não ia cometer a loucura de insistir, porque se ela começasse a gritar, quem ia ficar de otário era eu… me afastei dois passos e ela se virou… com um sorrisão e levantando a parte de cima do biquíni.Já se achou que ia escapar, hein? Vem cá, chupa minhas tetas.Como eu disse, os peitos dela não eram muito grandes, mas os bicos estavam durinhos, a gostosa tava super no fogo e eu me joguei de cabeça. Apoiei minha boca num dos peitos dela e, com meus braços, levantei ela até a minha altura. Quando ela tava no ar, levei ela até o chuveiro do "setor feminino", abri a torneira e, enquanto a gente começava a se molhar com água morna, eu chupava os peitos dela e massageava a bunda. Ela, do jeito que dava, se esticava pra pegar na minha pica. Eu já tava durasso de novo. Soltei ela, e ela se ajoelhou, puxou minha sunga pra baixo e começou a me fazer um boquete, furioso. Não daqueles que marcam um antes e um depois, embora tenha sido bom, não foi o melhor boquete da minha história, pelo menos. Como eu não tava pirando com a chupada, me afastei um pouco e coloquei no chuveiro um daqueles bancos pra 3 ou no máximo 4 pessoas que tava encostado na parede. Aí deitei ela de barriga pra cima e, bem devagar, fui beijando o pescoço, depois os peitos dela, passei pela barriga (pelos lados, ela se arrepiava quando eu passava a língua), fui tirando ternamente a parte de baixo do biquíni dela, e aí vi aquela buceta, bem depiladinha, com um pequeno bigodinho. Olha, dava pra ver que era uma buceta que já tinha passado por mil e uma batalhas ganhas e perdidas, mas mesmo assim tava muito bonita. Sem hesitar, enfiei minha língua e massageava o clitóris dela com meus dedos. Ela começou a gemer, era estranho, nunca tinha estado com uma gostosa que gemesse com "uhh uhhh sim uhhh uuummmhh", o que me deixava com tesão e me divertia ao mesmo tempo. Os fluidos vaginais dela já tinham começado a jorrar pra caramba, ela tava no ponto pra ser penetrada... mas tinha um problema: eu não tinha camisinha...—Não, para, não tenho camisinha…
—E daí?
—Não dá pra transar sem camisinha.
—Porra, eu não tenho doença nenhuma.
—Eu sei, mas podem rolar outras coisas…
—Se quer um consolo, faz 7 meses que eu e o inútil do meu marido estamos tentando engravidar… além disso, vai me deixar na mão assim?E aí ela enfiou dois dedos na própria buceta, pra me mostrar como tava bem molhada… não tinha muito o que pensar… sentei no banco e ela veio por cima, ficamos de frente um pro outro, tipo posição de missionário mas sentados, devagarzinho fui entrando nela, e ela continuava com aquele “uuuhhh uuuhhh”. Quando já tava inteiro dentro, ficamos uns segundos cara a cara, nos olhando nos olhos… dava pra ver que já tinha algo rolando há um tempo, e aí nos beijamos de um jeito daqueles que você se agarra quando tem 15 ou 16 anos, sem aguentar mais de tesão, nós dois curtindo pra caralho aquele beijo e um monte de carícias por todo lado, minhas mãos percorrendo o corpo dela, o rosto, o cabelo, passando pelo pescoço, pelas orelhas, nossas mãos se entrelaçando… meu pau pulsava dentro dela. Nessa hora, ela mexeu a pélvis num movimento circular, como se tivesse massageando meu pau, esfregando a buceta dela contra o meu corpo, e ficamos assim um tempão de muito prazer. Devagar, ela começou a afastar o corpo do meu e deixava cair, e aí começamos a bombar cada vez mais forte e rápido, dava pra sentir que a cada investida, ela apertava a buceta pra sentir mais e mais, os beijos e carícias não paravam. Do jeito que deu, deitei ela no banco e tomei a iniciativa. Agora sim, numa postura muito mais ativa, meti de um jeito mais bruto, e as bombadas vinham com mais intensidade, mais rápidas e fortes, ela me segurava e cravava as unhas nos meus braços enquanto eu metia mais forte, ela gemia mais, e eu também tava completamente envolvido na parada, podia o mundo acabar naquele momento que eu nem ia ligar. Cada vez íamos mais rápido e senti que ela dizia-vai, vai, já tô acabando… uhhh uhhh vai com força uhhh uhhh aaahhh.Tudo num grito abafado, depois o silêncio absoluto, só se ouvia a água caindo e o roçar dos nossos corpos, enquanto eu arremetia…- obrigada… tava precisando muito disso…(Me disse olhando nos meus olhos)
Enquanto eu ia cada vez mais fundo… pedi pra ela ficar de quatro, e do jeito que deu, quase se equilibrando no banco, se apoiando na parede, me deixou o caminho livre pra continuar. Coloquei minhas mãos com muita firmeza na cintura dela, mirei, e ela deu a ordem.—Mete ela toda…E foi assim, meti tudo de uma vez e com um ritmo já animal, eu entrava por trás naquela buceta linda que tava louca por pica…- ayyy, você tá me deixando louca, me dá mais, vai, vai!Juro pra vocês, eu metia tanto e com tanta força que nem sei como conseguia, deixei nessa putaria alma e vida, depois de uns segundos metendo e metendo de novo.-uuuhh uuhhh aaahhh uuhhhh siii, vai fundo, vai fundo uuuhhhA gostosa tava gozando pela segunda vez, e eu continuava metendo sem parar, mas já não aguentava muito, sabia que o final tava chegando, então comecei a meter mais rápido, ainda mais rápido, e pra não fazer merda, tirei meu pau pra gozar fora.—Não, o que você tá fazendo!!??, enfia em mim!!!, quero sentir seu gozo, não me deixa assim, enfia, enfia!!!…Ainda não consigo acreditar, mas enfiei nela, bombeei umas vezes e gozei pra caralho dentro dela… ela agarrada na parede, eu segurando a cintura dela, a gente não se soltava, távamos super ofegantes, mas ao mesmo tempo contidos pela situação…
Devagar fomos nos soltando, nos beijamos suavemente, agora com mais amor do que tesão, demos uma enxaguada, arrumei o banco, nos vestimos e ela saiu primeiro direto pro quiosque, e eu depois direto limpar a piscina, pra disfarçar meu estado de relax total.
As horas passaram, e a gente nem se olhou mais. Na despedida, ela me deu um beijo chegando na comissura dos meus lábios do lado esquerdo e colocou nas minhas mãos um papel que eu não olhei até um tempo depois…
"quarta às 18h nos jardins", dizia o papel.
Abraço
6 comentários - En la pileta
yo pasé y comenté tu post, vos pasaste y comentaste el mío?a
saludos