Thalia la leyenda del sexo oral de Guadalajara

Bom dia, quero compartir com vocês o complemento de um post recente com imagens que tirei naquele dia. Já tinha publicado há tempos no meu blog, mas achei que devia compartilhar aqui, porque meu blog não tem muito movimento e, sinceramente, essa mulher todo mundo devia conhecer. Sem mais, deixo o relato a seguir:

Quinta-feira, ainda está cedo. Por problemas de saúde de um familiar, tenho que pedir permissão para chegar atrasado no trabalho. Preciso levar um parente à escola primária. Vejo uma jovem saindo de casa por uns instantes, mas foco no que tenho que fazer. Volto e tenho que levar outro familiar ao jardim de infância. Encontro uma conhecida que é naturalmente coquete e fácil de convencer a ser uma companhia agradável – peitões naturais, morena clara, bunda generosa, corpo magro. A conversa flui, mas os planos vão por água abaixo porque sair com essa conhecida implicaria em pouco tempo ou ter que levar a filha dela junto. Perdi a animação, porque meus planos não incluem fazer de babá o dia todo. Que pena. Espero o tempo passar e chega a hora de levar meus familiares de volta para casa.

Lembrei da mina com quem costumo sair, com a esperança de que ela tivesse tirado o dia de folga ou, pelo menos, topasse passar umas horinhas comigo no horário de almoço dela. Afinal, já tinha conseguido permissão para chegar atrasado no trabalho. Liguei pro celular dela – azar, ela sofreu um acidente, caiu e se machucou. Que droga. Quando as coisas não se alinham a nosso favor, não tem jeito. Terminei minhas atividades e me resignei.

Estava na Avenida Ávila Camacho quando vi passar um ônibus da linha Tur com a palavra "Revolução" piscando. Na hora, lembrei da Casita Revolución. Veio à minha mente a famosa Thalia, aquela deusa do sexo que conheci pela internet, aquela dama sobre quem descreviam incontáveis lendas em que os mortais sucumbiam aos seus dotes de sedução e acabavam morrendo e... Ressurreição diante dela, lembro que o horário de trabalho dela é só nos dias da semana. Se eu devo conhecê-la, então esta é minha chance. Verifico o endereço no meu celular: Rua Ramos Arispe 613. Embora eu lembrasse que a localização do lugar é bem na esquina de uma famosa confeitaria, checo a rota pelo aplicativo de mapas do celular. Um pouco de nostalgia passa pela minha mente ao notar que a casa da Marian fica a uma distância não tão considerável do lugar que eu tinha definido como destino. Paciência, isso já passou. E penso como somos sortudos por contar com as garotas de programa, porque quando as situações com as amigas, conhecidas, namoradas ou frees complicam, elas nos tiram do aperto, nos recebem sempre no momento que precisamos e sem tanto problema ou rodeio. E neste momento, preciso descarregar meu estresse, preciso comprobar se as lendas sobre aquela musa ao alcance de todos são verdadeiras. Não duvido muito, já que os comentários dos colegas mais respeitáveis e daqueles que sinto como irmãos sem nem conhecer – e que pessoalmente considero amigos – atestam as experiências com essa mulher. Vou um pouco distraído no caminho, pensando nela, e acabo passando direto até a Avenida Rio Nilo. Faz bastante tempo que não percorro esta avenida da Revolución, mas percebo que passei do lugar. Paro alguns instantes e verifico se estou no rumo certo. São só algumas quadras. Acho difícil a confeitaria, pois parece que mudaram um pouco a fachada e a placa desde a última vez que vim. Busco o endereço pela numeração e, escondida mas exata, chego ao lugar: um corredor comprido com um portão branco. Entro no corredor e sou recebido no portão por um cara. Não vejo nenhuma garota à primeira impressão. A luz da rua ofusca minha vista ao entrar no lugar, que tem uma iluminação fraca. Cumprimento o cara, e ele pede para alguma garota de plantão aparecer. Me recebe uma morena, mas com um sobrepeso notável. Ela me leva para uma sala privada e me explica as tarifas, não presto atenção, só lembro de 200 pesos por 10 minutos e 500 pesos por uma hora. A garota não me interessa, eu vim pela Thalia, não importa o que acontecesse, eu tinha vindo exclusivamente para a Thalia. Ela me pergunta se eu já tinha vindo antes, mas digo que nunca, que tinha decidido pela recomendação de bons amigos e que estava procurando pela Thalia. Notei que a garota ficou um pouco chateada, ela me disse que a Thalia não estava disponível. Pensei que talvez minha sequência de momentos inoportunos tinha me alcançado até ali, perguntei se a Thalia estava no local ou se tinha faltado ao trabalho. Ela disse que sim, ela estava, mas que levaria uns vinte minutos para se desocupar. A garota insistiu de novo que ela me daria um bom serviço, que eu ficasse com ela, mas definitivamente minha jornada e as penúrias do trajeto mereciam esperar. Não ia desperdiçar a falta de trabalho, o calor e a persistência em conhecer a Thalia ficando com uma garota que não me agradava. Comentei que talvez depois eu pegasse um serviço com ela, mas que meu único interesse e objetivo era a Thalia. A garota se resignou e me indicou para esperar na recepção. Ela avisou ao encarregado que eu ia esperar pela Thalia e me ofereceu uma garrafa de água ou refrigerante. Aceitei a água, já que o calor da tarde tinha me deixado com sede. Comecei a observar as notícias na televisão com o encarregado sentado ao lado. A notícia da captura do filho do Chapo estava passando naquele momento. Passaram alguns comerciais políticos e o encarregado expressou sua opinião política, como se quisesse quebrar o silêncio desconfortável. Só respondi com comentários afirmativos. Nem modo, estava esperando pela Thalia e não buscava amigos. Não é pessoal, mas estava focado na Thalia. O tempo passava e uma garota jovem de pele branca, cabelo preto e seios apetitosos à primeira vista entrou na sala onde as outras estavam sentadas. meninas, por um instante pensei em pegar o serviço de 10 minutos com ela enquanto a Thalia não vinha, mas aquela garota era tão linda que merecia mais de 10 minutos, além do mais eu costumo ser de fôlego longo, não ia perder a oportunidade de ficar com a Thalia, talvez na próxima vez eu pegue essa garota. Já estava quase começando a ficar desesperado quando um homem saiu do corredor dos privês, então uma das garotas gritou lá do fundo: "Thalia, já estão te chamando, estão te esperando". Isso foi uma luz pra mim, foi música pros meus ouvidos. Ela só pediu um momento, disse que não demorava nem um minuto e já chegava. Mesmo assim, ainda não podia admirar a Thalia com meus próprios olhos, aquele minuto foi uma longa espera pra mim. Estava ansioso pra ver aquela mulher, pra ver aquela bunda que uma vez me fez fantasiar quando vi uma foto dela. Finalmente, no meu tempo de espera, apareceu aquela garota, finalmente a Thalia.

Uma mulher magra, um corpo do tipo atlético, vestindo um top de jeans e uma microsaia também de jeans que mal cobria metade da sua bunda, pele morena num tom bronzeado, com uma cintura fina e cabelo preto liso num rabo de cavalo, um sorriso agradável e uns olhos que mostravam leves rugas ao sorrir, mas mesmo assim muito agradável. Não era uma jovem, mas também não tinha aparência de uma mulher madura, eu calculo uns 32 a 33 anos. Ela me pega pela mão e me indica pra acompanhá-la. A vista seguindo a garota já foi um prazer desde o começo, ver aquele par de bundas redondinhas com um balanço sensual já começou a me excitar. Chegamos no quarto, e ela me olha com olhos de desconfiança, me pergunta se eu a conheço. Eu indico que não a conheço, mas que por amplas recomendações tinha vindo conhecê-la e finalmente ver se o que comentavam sobre ela era verdade. Ela riu um pouco e me perguntou de onde vinham tantas recomendações, eu comentei que uns bons amigos tinham me contado as aventuras deles e que também, procurando opções na internet, eu tinha me deparado com comentários muito bons. Ela riu de novo um pouco e disse: "Ahhh sim, com certeza do fórum Sexyprovincia". Eu fiz um pouco de bobo e disse que achava que sim, mas não tinha certeza, já que tinha sido só uma olhada rápida na internet num momento de tédio. Ela me olhou de novo e riu mais uma vez – acho que não acreditou na minha desculpa. Ela me perguntou se eu queria tomar um banho ou se íamos direto ao ponto. Devido ao calor durante a viagem e a espera na recepção, eu tinha suado bastante, então falei que tomaria um banho. O ruim foi que, ao abrir a porta do box, notei que estava meio sujo. Pensei no problema de fungos, mas não liguei, já que tinha uma pomada especial pra isso em casa. Ao entrar, lembrei do incidente do box e tomei banho com cuidado. Saí e me sentei na mesa de massagem, prestando atenção no filme europeu que estava na TV. A Thalia não demorou muito pra voltar com as coisas dela. Sorriu de novo – pensei como a garota era agradável, sempre de bom humor. Ela passou um pouco de creme e me deu uma leve massagem. Achei estranho, porque nunca tinha lido que ela fazia massagem; sempre eram coisas diretas. Ela começou a beijar meu pescoço e lamber minha orelha. Se aproximou de mim e pediu ajuda pra desabotoar o top de jeans e o sutiã turquesa. A sensação da pele lisa e macia dela, ver seu pescoço e sua cintura era uma delícia. Ela tirou a saia e pude apreciar aquele belo par no seu fio dental turquesa. Lembro que só disse a expressão "Naaaaalgame Deus", e ela riu de novo. Me abraçou e começou a beijar minha bochecha, o canto da boca, e começou a beijar e chupar minha orelha. Eu me sentei de novo na cama de massagem. Eu tocava os seios dela, lambia seu pescoço e ombro. Era um tratamento excelente da parte dela, sempre cooperativa. Às vezes eu segurava e massageava a Bunda, eu realmente me apaixonei por aquele traseiro, não canso de repetir a maciez, a sensação, a suavidade. Comecei a ficar excitado e ela, enquanto continuava a me dar beijos e chupar meus mamilos, com uma mão segurava meu pescoço e com a outra começou a brincar com minhas bolas. Ela me olhou nos olhos com seus olhos brilhantes e me perguntou o que eu queria fazer. Eu indiquei que estava nas mãos dela, que me mostrasse o bom trabalho que ela sempre se gabava. Ela se inclinou e começou a brincar um pouco com a língua no meu pau e, de uma vez, enfiou tudo na boca. Senti a ponta dos dentes dela na base do meu pau, mm, senti algo um pouco quente e, ao tirá-lo, ela notou que uma gota do líquido pré-seminal brotava da ponta. Ela me disse que meu amiguinho já estava chorando logo, isso me lembrou da falecida Janette, que foi a primeira garota de programa com quem fiz sexo oral natural. Eu ri um pouco e comentei que ela fazia ele chorar com sua ternura. Ela riu, pegou um pouco de papel e limpou. Continuou com o sexo oral e, como percebi que ela estava numa posição um pouco desconfortável ou cansativa, sugeri deitar e ela fazer o oral na cama de massagem. Ela tirou os scarpins de salto agulha e subiu na cama. Notei então a presença de um espelho sobre a cama. Ela me pediu para recuar um pouco e então ficou perfeitamente alinhada no reflexo. Começou de novo a fazer o tão desejado oral, primeiro lambia um pouco, brincava com a língua e procedia a enfiá-lo na boca com um ritmo enlouquecedor. Por minha vez, eu podia observar o formato de coração da sua bunda naquela posição, ainda com o fio dental turquesa. Ver aquela bunda dividida pelo fio e envolvendo sua cintura fina era uma visão angelical. Sentir como ela chupava meu pau e o movimento sincronizado do corpo dela, às vezes ela... Eu olhava para o espelho enquanto ela percorria horizontalmente com sua língua e lábios, com um olhar cheio de prazer, com uma expressão de luxúria no rosto que me fazia sentir num filme pornô. De repente, ela colocou um dos meus testículos na boca e chupou, só se ouviu um som como ao abrir uma garrafa quando ela o soltou de um puxão da boca. Repetiu a operação. Eu, enquanto observava a cena de tesão no reflexo do espelho, segurava sua mão, a acariciava. Depois, ela segurou meu pau para cima e, dando linguadas circulares, percorria desde a cabeça até a área da base do pau. Me custava trabalho manter os olhos atentos, já que a sensação me desbordava. Em seguida, ela deslizou os dentes mal roçando a extensão do pau e, justo na ponta, começou a chupar vigorosamente. Nunca antes tinha sentido uma sucção tão intensa como a que ela estava me proporcionando. Entre as sensações e ver seu corpo e figura, quase terminei. Meu pau começava a engrossar ainda mais e sentia palpitações. Ela então o segurou pela base e, tirando meu pau da boca pouco a pouco, se retirou. Os filetes de sua saliva estavam encharcando meu pau, que já tinha a ponta avermelhada. Ela se levantou e foi buscar a camisinha. Já tinham passado alguns minutos e, embora pudesse continuar assim no oral até gozar, ela mudou a jogada. Colocou a camisinha e a encheu de lubrificante. Me perguntou como queria que fizéssemos e eu indiquei que queria que ela cavalgasse. Ela se umedeceu um pouco a buceta e foi montando aos poucos. Embora não fosse uma buceta tão apertada como algumas outras que já tinha penetrado, gostei da sensação de umidade e da forma como ela começou a se mover. Aos poucos, aumentamos a velocidade. Ela se impulsionava com as pernas e eu sentia o atrito com a entrada de sua buceta. Ela olhava vaidosa sua imagem refletida no espelho localizado ao lado da cama, fazia gestos similares aos das atrizes pornô, ela gemia, dizia algumas palavras mas na maioria se transformavam em pequenos gemidos, eu enquanto observava também a ação de diversos ângulos, via à minha frente aquela deusa morena, com seus peitos pequenos e com mamilos excitados balançando com o movimento frenético, por sua vez via a imagem de seu corpo inclinado e suas nádegas se agitando através do reflexo do espelho no teto do quarto, ver como se moviam nos impactos dos corpos seus glúteos, ver seu rosto de prazer, ela se agitava, se arqueava e nessa mesma posição adotava diversas poses que repito só notava nos filmes pornô, é quando compreendi que a própria Thalia se transformava em sua própria mente em uma atriz pornográfica, na qual ela era a protagonista, na qual fazer freneticamente seu trabalho cheio de gozo e prazer alimentavam seu ego, não por nós mas por ela mesma, por saciar sua vaidade de ser uma deusa do sexo, eu me esgotei mas ela continuava mais e mais freneticamente, entre sentadas e movimentos de quadril eu me senti exausto e propus mudar a posição, ela de quatro e eu penetrando-a, ela se acomodou e a vista de suas costas curvadas e o contorno de sua cintura me transportaram de novo ao erotismo, algumas investidas e melhor decidi vê-la se tocar ela mesma não sem antes introduzir um par de meus dedos em seu interior, que umidade e que sensação, o esgotamento pelo calor e a travessia faziam que não me recuperasse totalmente, por isso preferi admirar aquela beleza em seu espetáculo sexual, pedi então que ela se tocasse enquanto eu a admirava no sofá do fundo, ela subiu de novo na cama de massagem e dando uma vista espetacular de sua bunda cuspiu um pouco sobre sua mão e começou a untar sobre sua buceta que adquiriu uma cor brilhante, começou a se tocar lentamente, primeiro sobre os lábios da vagina e ato seguinte a introduzir um dedo em seu interior, começou a fazer movimentos circulares, depois ela se recostou de lado e começou a acariciar seu ânus lentamente até que, pouco a pouco, introduziu um dedo lá dentro. Justo quando pensei que não poderia ver mais coisas surpreendentes da Thalia, ela introduziu outro dedo em sua buceta. Ver como ela se masturbava metendo um dedo no cu e outro na vagina, e os gemidos que soltava, me obrigaram a capturar aqueles momentos tão eróticos e excitantes. Pedi autorização para tirar algumas fotos, mediante o pagamento de uma boa e generosa gorjeta. Ela ficou surpresa, mas aceitou facilmente. Aquela sessão de sexo então se transformou numa esplêndida sessão fotográfica. Primeiro, pedi que ela subisse na cama de massagem e me desse a visão daquele lindo bumbum empinado. Ela obedeceu imediatamente. Por um momento, parei para admirar aquelas carnes portentosas, aquela buceta molhada que tanto prazer já havia proporcionado. Aproximei-me alguns passos, a poucos centímetros de sua vagina, apontando a tela do meu celular. É difícil manter a mão firme com uma visão como aquela diante de mim. Tirei a foto. Logo em seguida, ela começou a brincar de novo com sua vagina. Aproveitei e tirei uma nova foto. Pedi que mudasse de pose. Agora, ela deitada de costas. Thalia obedeceu e posou de costas, elevou as pernas e segurou os joelhos. Estava prestes a tirar a foto e ela novamente começou a se tocar. Não havia momento mais oportuno e tirei a foto. Deixei que ela continuasse. Ela abriu as pernas e continuou esfregando sua vagina. Ouvi alguns gemidos. Não me atrevi a interrompê-la. Acariciei suas pernas. Pedi que ficasse na posição de quatro. Vi-a de lado, com seu contorno curvilíneo, ao longo, com seu bumbum redondo e sua figura esbelta. Tirei uma foto que, infelizmente, ela apagaria depois, pois a condição era apagar as que não fossem do agrado dela. Aproveitei sua posição e subi na cama agora. Pedi que ela se inclinasse e tirei uma fotografia na qual se dá pra apreciar seu cu, suas nádegas e sua buceta num esplendor alucinante, acariciei suas nádegas e passei um pouco meu pau ao redor delas, desci da cama e ela se senta com as pernas dobradas para dentro, peço que esconda o rosto de lado e tiro mais uma foto, que também seria vítima da censura de Thalia, nela dava pra ver a curvatura das suas costas e seus seios com mamilos eretos, ela desce da cama e eu, sentado, me masturbo, ela se aproxima e começa a se masturbar enquanto tem uma perna apoiada na lateral do sofá, tive até a tentação de lamber sua buceta naquele instante mas por prudência evitei e só fantasiei com isso por uns instantes, me aproximei comecei a lamber seus seios, a brincar com seus mamilos com minha língua e passar minha barba entre eles, ela acariciava meu cabelo e gemía um pouco, de novo ela se tocava, entrego meu celular e peço que tire uma foto enquanto eu chupo e brinco com um de seus seios, ela faz isso embora com um pouco de dificuldade já que é um dispositivo touch e mal consegue pressionar a área da tela que ativa a câmera, me pediu pra ver as fotos que tinha tirado e se dispôs a apagar aquele par de fotos que teria comentado, me indica que ela gostava mais das que destacavam seu melhor atributo físico, suas nádegas volumosas, vira pra ver o filme que está na TV, nele uma garota está de lado com uma perna esticada e outra dobrada sobre a cama enquanto é penetrada, ela me sugere que tire uma foto assim, se acomoda na cama e eu busco o ângulo para tirar uma foto tão linda, tiro a foto e fico com vontade de penetrá-la daquela forma já que a camisinha tinha sido descartada momentos antes durante a sessão fotográfica, só me aproximo e dou um beijo e lambida naquele monumento escultural, conversamos um pouco e ela me pergunta se quero terminar com um oral na sua boca, me parece a melhor opção, com ela novamente lambendo e chupando meu pau eu tiro mais algumas fotos, ela acelera e continua me masturbando, de alguma forma eu travo e peço para ela me deixar terminar o trabalho, me toco, ela ocasionalmente lambe a ponta, acaricia minhas bolas ou as coloca na boca, vejo a tela da TV e dois caras gozam na boca de uma garota, eu acelero o ritmo, ela se afasta um pouco e inesperadamente começo a gozar, duro quase meio minuto jorrando, fluindo com porra branca, grossa e abundante, ela fica um pouco confusa já que eu digo que achava que não estava tão cheio, na verdade a quantidade me surpreendeu, definitivamente isso tinha sido obra da Thalia, pedi papel para limpar as duas mãos que estavam cheias do meu esperma, sei que poderia ter gozado na boca dela mas algo aconteceu que me travou, mesmo assim estava mais que satisfeito, comento que nos meus melhores 15 anos teria sido igual ao filme Scary Movie onde o cara goza e ela ri de novo, ela se senta na cama e me pede para me aproximar, eu vejo o relógio e se passaram pouco mais de 5 minutos do tempo que combinei, ninguém toca mas eu estou ciente de que excedi o tempo, ela não diz nada, olha o relógio e me diz para não me preocupar com o tempo, me pede para me aproximar do lado dela e abraçando-a pela cintura conversamos um pouco, comento que ela ainda me deve duas fotos que teria apagado, digo que quero tirá-las com o seu thong posto, ela o veste, ajusta o thong e eu tiro a foto de frente, depois digo que agora mais uma da sua bunda, ela se levanta e empina a bunda um pouco, tiro a foto e dou um beijo naquelas nádegas, agradeço o serviço, ela me pergunta novamente o que se comentava sobre ela, digo que só coisas boas mas mesmo assim, para mim não era suficiente o que se dizia, definitivamente ela era a melhor garota do tipo, no seu oral majestoso, ela ri de novo, termino de me vestir junto com ela, nos abraçamos e prometo voltar em definitiva, foi uma experiência inesquecível. Me impactou o corpo dela, suas habilidades orais, mas principalmente aquela forma tão leve e envolvente no trato. Ela me acompanha até a porta, onde já há duas pessoas esperando a vez com ela. Ela vira, pega um dos clientes, mas antes se despede de mim acenando com a mão. Pego um par de cartões do lugar e me retiro. Cumpri minha missão. Saio e retomo o caminho, não sem antes responder uma mensagem de um amigo que tinha tocado quando eu estava com a Thalia. Conto a ele a façanha que acaba de acontecer e prometo mostrar as fotos e detalhar mais o que rolou. Estranhamente, minha luxúria volta a aparecer quando passo em frente a uma clínica de estética na avenida. A ideia de me aventurar em outro serviço, mas em outro lugar, cruza minha mente, mas isso já é outra história que também vou compartilhar. Sorrio e me proponho a planejar minha próxima jogada.Thalia la leyenda del sexo oral de Guadalajara

2 comentários - Thalia la leyenda del sexo oral de Guadalajara

yhokki +2
PERO QUÉ ESTUPIDO, QUIEN DIABLOS ESCRIBIÓ ESTO.