Obsessão da Minha Prima (Fotos)

Olá pra todos que leem meus contos, desde já agradeço. Antes de tudo, quero me desculpar pela ortografia ruim, sei que dificulta a leitura, mas vale a pena ler meus contos. Sigam-me que eu sigo vocês.

Bem, como diz o título, hoje vou contar sobre a obsessão que minha prima tem por mim. Vejam, eu tenho um relacionamento, digamos assim, com minha prima. Vale mencionar que ela não é minha prima de sangue, é minha prima política. Há algum tempo, ela e eu temos encontros sexuais muito bons, pra ser sincero, e de 5 meses pra cá são mais frequentes, bem frequentes, já que por causa da faculdade moramos juntos e sozinhos na capital do estado. Sei que repito isso sempre, mas alguns leitores não leram meus contos anteriores e possivelmente nem vão ler, por isso não quero omitir detalhes. Bem, continuo.

Como comentei no conto anterior, há um tempo tenho suspeitas de que minha prima está apaixonada por mim. Ainda não confirmei 100%, mas com o que aconteceu neste fim de semana, talvez minhas suspeitas sejam verdade. Esse episódio começou na sexta-feira.

Na sexta, como era aniversário do meu avô, minha família organizou uma comida simples porque no dia seguinte um tio ia casar. Bem, eu fui pra comida do meu avô. O lugar era um restaurante rústico perto de uma floresta, onde tinha cabanas entre as árvores, e lá você podia consumir sua comida. Já estando no local, eu saí um tempo pra caminhar entre as árvores pra fumar um cigarro, mas não fiz isso sozinho porque meu tio, ou seja, o padrasto da minha prima, me acompanhou. Depois de conversar um pouco, ele entrou e minha prima saiu. Vou descrever como ela estava vestida: usava uma saia azul na altura da metade da perna e uma camisa xadrez rosa e branca. Quando ela saiu, foi até onde eu estava, que era um pátio. Eu estava sentado, e quando ela chegou, conversamos sobre várias coisas nada importantes. Depois de um tempo, ela disse pra caminharmos, e assim fizemos. Caminhamos por... Cerca de 15 minutos, já quase entrando no mato, depois de fuçar um pouco, sentamos numa pedra e ela disse que tava com frio, pra eu abraçar ela. Quando fiz isso, ela se aninhou nos meus braços e ficou assim por um tempão. Ela começou a deslizar a mão na minha perna direita bem devagar, e o objetivo era pegar no meu pau. Quando conseguiu, ele já tava durasso, e ela ficou acariciando, e eu me deixei levar.

Chegou num ponto de tesão tão grande que eu queria arrancar a roupa dela e meter ali mesmo, mas fui devagar. Comecei pelos peitos dela, que eu amo, são minha perdição. Comecei acariciando os bicos dela suavemente por cima da roupa, mas não por muito tempo, porque depois de desabotoar alguns botões, os peitos lindos dela apareceram. Beijei eles à vontade, e ela adora isso. Depois de um tempo brincando, eu já não aguentava mais e tentei puxar a calcinha dela. Lembro bem como era: rosa, bem justinha e, claro, já naquele momento bem molhada. Depois de tirar, guardei no meu bolso e coloquei ela sentada em cima de mim. Eu tava sentado, encostado numa árvore, e quando acomodei ela em cima, só desabotoei minha calça, tirei meu pau e enfiei devagar. Depois, o trabalho era todo dela. Era tanta paixão naquele momento que a gente esqueceu do lugar e da situação em que estávamos. E, como era de se esperar, saíram pra nos procurar, porque já tinha passado muito tempo que a gente tinha sumido. Enquanto eu curtia os movimentos gostosos dela, ouvi de longe a voz da mãe dela. Os dois ficamos em alerta e não soubemos o que fazer. Só levantamos, nos sacudimos, arrumamos a roupa e caminhamos pra onde a mãe dela estava. Quando chegamos, demos a desculpa de que queríamos conhecer o lugar e nos perdemos. E eu percebi na cara da minha tia que ela não acreditou em nada do que a gente disse, e capaz que até desconfiou de algo. Pelo menos passou pela cabeça dela, mas não comentei nada e fomos até onde o resto da família estava. E vocês já sabem, entre copo e papo, o tempo voa.

Mas no meio da tarde, minha prima e eu estávamos sentados um do lado do outro, e ela, por baixo da mesa e das toalhas, ficava acariciando meu pau. E eu, do outro lado, me fazendo de desentendido pra não perder o controle e fazer merda, mas por sorte não deu em nada. No fim disso tudo, meu tio ficou bem bêbado, então meu pai me mandou dirigir o carro dele e levar minha prima e os pais dela pra casa. E eu fui. Quando tentei voltar pra minha casa, já era bem tarde, passava da meia-noite, e minha tia disse que ligaria pra minha mãe avisar que eu ia ficar lá, porque a cidade onde a gente mora é bem perigosa, ainda mais naquela hora. Depois de avisar e tal, ajudei meu tio a subir pro quarto dele, e minha tia falou que ia arrumar a sala pra eu dormir. Mas minha prima disse que eu podia ficar no quarto dela, num colchão no chão, e minha tia achou uma boa ideia. Depois de um tempo, ela entrou no quarto dela e começou a festa entre eu e minha prima.

Pra não alongar a história, vou logo dizer que foi uma das melhores noites que tive com ela. Terminei exausto e com as pernas tão bambas que no dia seguinte mal conseguia andar direito. Depois de tudo isso, minha prima e íamos nos ver no casamento de um tio. E no casamento, quando vi minha prima, fiquei de boca aberta de tão gostosa que ela tava vestida. E, sem perder tempo, fui falar pra ela, e ela só corava. Depois de vários comentários safados que fiz, ela me fez uma proposta bem atraente: queria transar no banheiro. Pensei nos prós e contras e topei, mas falei pra gente esperar o momento certo pra não ser descoberto. No meio da festa, entre uma dança e outra, rolavam vários contatos corporais que deixavam ela bem excitada. Quando a madrugada começou, ela me disse pra segui-la até o banheiro e eu fui sem nenhuma preocupação, já que todo mundo já tava bêbado e outros parentes já tinham ido embora. Só tinha pouca gente, e os mais importantes, que são meus pais e os pais dela, já tinham se mandado. Eu era o responsável por levar ela pra casa.

Quando a gente entrou no banheiro feminino, tava vazio, e fui direto ao que interessava. Encostei ela em cima de uma das pias, com pressa, baixei a calcinha fio dental que ela tava usando e, sem pensar, só me deixando levar pelo momento, penetrei ela devagar. Foram segundos de puro prazer pra nós dois. Enquanto minhas pernas faziam o movimento pra meter, minhas mãos e minha boca eram donas dos peitos dela, e ela só arranhava minhas costas de tesão. A posição era meio desconfortável pra mim, mas eu queria fazer ela chegar ao êxtase. Só que antes de conseguir, abriram a porta. Era uma senhora que a gente não conhecia, e nós também éramos estranhos pra ela. Quando ela entrou e nos viu no ato, não soube o que dizer, ficou paralisada, e a gente também. Mas foi só por uns segundos, até o silêncio ser quebrado com um pedido de desculpas meu, enquanto eu ajustava minha calça e ela o vestido. Pedi desculpas várias vezes, mas a senhora não falava nada, só ficava pensativa. Depois ela disse: "Não se preocupem, eu também fui jovem e fiz umas loucuras. Mas da próxima vez, sejam mais cuidadosos." Concordei com ela e saímos com um sorriso, mais de nervosismo que outra coisa.

Quando saímos, não tinha muita gente, e a gente ainda tava no pique. Nenhum de nós dois conseguiu gozar, então falei pra ela me seguir até meu carro. Quando chegamos no estacionamento, tava completamente escuro e vazio, e achei que era uma boa ideia terminar de fazer amor em cima do capô do meu carro. Com a mesma paixão do banheiro, a gente transou em cima do meu carro no meio de um estacionamento aberto. Apesar do frio e de tudo, foi uma experiência boa pra nós dois.

Depois que a festa acabou... Levei ela pra casa dela e, do mesmo jeito, transamos de novo no banco do carona, já que o carro é de dois lugares. Depois de refletir sobre tudo que rolou naquela noite, que foi bem boa, cheguei à conclusão certeza de que minha prima tá apaixonada por mim, pelo jeito que ela se entrega na hora do sexo, pela convicção dela, pelo jeito tão apaixonado de arranhar minhas costas e pelo olhar que ela me dá depois que a gente transa. Mas isso pode ser um problema, porque eu não sinto nada por ela — pra mim é só sexo, mas também não queria machucar ela emocionalmente. Então, se vocês puderem me dar um conselho, agradeço.

Assim termina esse relato. Aqui embaixo vou deixar umas fotos dela, mas não como as que postei antes — agora é na ação, óbvio que o rosto não aparece porque ela nunca deixou eu fotografar ou gravar ela, mas vou deixar pra ajudar na ambientação do relato. Valeu por ler, a gente se vê no próximo.La Obsesión de mi Prima (Fotos)




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La Obsesión de mi Prima (Fotos)




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17 comentários - Obsessão da Minha Prima (Fotos)

ESTA PARA CHUPARLE LAS TETAS 5 MESES SEGUIDOS
Obsessão da Minha Prima (Fotos)
como me gustaria hacer transpirar esas nalguitas!!!!!
Quiero fotos de esas tetas. Y certificadas por dios
JC_CL
Que delicia de prima 🤤 🤤 🤤 🤤 mañana regreso con puntos
gostosa
incesto
Bueno, arriesgate dile la verdad, decile que no buscas noviasgo que te preocupa eso que solo es sexo para que sepan las diferentes maneras como una "practica" pues no se tu xD
que buena q esta tu prima! no le suelto las tetas aunque me esten robando