Antonia era uma garota que a gente pode definir como nerd ou "CDF" como a gente fala, morava perto da minha casa e tava no primeiro ano da faculdade, tinha 19 anos e era bem feinha.
Tinha problemas com física, não entendia uns assuntos e minha mãe, que era amiga dela, me pediu pra ajudar. Nunca fui um grande aluno, mas como tinha estudado na escola técnica, talvez eu fosse mais craque que ela e pudesse explicar alguma coisa.
Ela era muito estudiosa, mas como vinha do colégio normal, não tinha muita base nesse tipo de matéria e tinha um assunto de física que não entendia direito.
Então fui, meio sem vontade, na casa da Antonia, no papel de professor.
Já na casa dela, pude ver que não era tão feia quanto parecia, tava desleixada, se vestia mal e isso a deixava feia.
Anto era bem magrinha, tava usando uma camiseta grande demais que parecia um saco, e uma calça de moletom também bem largona, nada marcava o corpo dela e ainda completava com o cabelão preso sem graça com um prendedor.
Ela era bem tímida, mas tava muito grata porque eu tava ajudando, por sorte o assunto não era tão difícil e era um que eu ainda lembrava, então não foi difícil explicar e ela foi entendendo.
Conforme o tempo passava, comecei a olhar com outros olhos pra Anto e a pensar que com roupa melhor (ou sem ela) ela ficaria bem mais gostosa. E olha, nunca fui exigente com mulher, a gente pode falar que essa mina não é nota 10, é 8 ou 6, mas isso não quer dizer que com uma nota 2,5 a gente não mete marcha!!!!!
Com a proximidade, consegui adivinhar que por baixo daquela camisetona tinha um par de peitinhos bonitos, pequenos mas bem firmes, e por baixo daquelas calças largonas dava pra ver uma bundinha redonda interessante.
Mas tudo isso foi pro caralho quando apareceu a irmã mais velha dela. Lúcia, de 22 anos, uma gostosona com cara de menina, e vou descrever a cena:
Lúcia tinha acabado de acordar, tava usando um pijama que consistia numa camiseta bem justinha e um pouco decotada que deixava vendo o par de peitos enormes que ela tinha, sem sutiã. A camiseta era curta e deixava ver a barriguinha lisa dela e, por baixo, um shortinho apertado e curtinho enfiado no meio da bunda... que bunda, por favor!!!!!! não tava de calcinha, então dava pra ver tudo, a pussy e aquela bunda enorme. Quando ela me viu, disse: — nossa, não sabia que você tava aqui. Ela chegou perto e me deu um beijo, eu gaguejei um oi e ela, super tranquila, foi preparar o café da manhã. A safada percebeu que tinha virado minha cabeça e tava adorando. Depois foi se trocar, mas não mudou muito o visual. Uma camiseta cobria os peitões dela, ainda sem sutiã, e um shortinho bem apertado completava o look. Na bunda dela, marcava uma thong vermelha que aparecia um pouquinho por cima do short. Desde aquele momento, na minha cabeça só tinha um pensamento: comer ela!!!!!! E a outra cabeça, a que não pensa, só queria sair da minha calça de tão dura que tava. A irmã da Lucía veio até onde a gente tava, como quem quer bisbilhotar o que a gente estudava, chegou do meu lado e quase roçando os peitos em mim, lia o que a gente tava fazendo. Por sorte, a mesa escondia a ereção violenta que eu tava, mas tenho certeza que a Lucía percebeu. A Antonia não gostou da atitude da irmã, odiou que ela, sendo tão puta, tivesse chamado minha atenção. Eu tinha ido pra ela e agora tava de olho na Lucía, percebi no olhar dela e voltei minha atenção pra Antonia, que na hora me deu o melhor sorriso dela. Parece que eu agradei ela, embora a gente se conhecesse do bairro, nunca tínhamos dado muita bola um pro outro. Depois de estudar um pouco, deixei uns exercícios com ela e falei pra fazer e que eu voltaria no outro dia pra terminar de estudar. No outro dia, fui pra casa dela, pensando no estudo, mas também pensando na Lucía. Bati na campainha e quem abre é justamente a Lucía, me fazendo entrar. — uuuuhhhh!!!! esqueci de avisar que minha irmã não vai estar, deu problema com um trabalho que ela tinha que apresentar e ela foi. O lance de uma colega pra terminar, ela me disse se você pode vir amanhã. (só pra deixar claro, naquela época não existia celular, nem internet, nada, poucos tinham telefone em casa, mas dava pra viver de boa!!!).
— Beleza, sim, sem problema — eu falei — venho amanhã.
— Tá certo, mas não precisa sair correndo — ela disse, a Laura — Senta aí que vou te trazer uma coisa gelada pra beber.
Aí eu percebi que o não avisar foi de propósito e que tudo tava pintando pra realizar meus sonhos, ainda por cima a gente tava sozinho.
A Laura tava com uma camisetona tipo vestido que cobria até debaixo da bunda. Não tava de sutiã e a bunda dela tava coberta por uma fio-dental minúscula, dava pra ver pela camiseta.
Sentei no sofá esperando a bebida e ela foi pra cozinha, com certeza sentia meus olhos furando aquele rabo. Quando ela se esticou pra pegar dois copos no armário, a camiseta dela deixou ver até metade daquela bunda linda e eu quase morri de um infarto.
Ela trouxe o suco e sentou do meu lado, de canto de olho notou a ereção foda que tava impossível de esconder por baixo da calça, e falou: — Cê é bom professor?
E eu respondi: — Não, só consigo explicar essa matéria pra sua irmã porque ainda lembrava.
— Ah! — ela disse — e pra mim cê consegue explicar por que tem esse volume aqui? E enquanto falava isso, passava a mão acariciando minha pica por cima da calça.
— Sim — eu falei — isso tem uma explicação simples, uma gostosa que tá muito tesuda e há dois dias fica quase pelada na minha frente me provocou. E agora, por ser a culpada, não vai ter jeito, vai ter que acalmar ela.
Aí ela me empurrou até eu ficar deitado no sofá e desabotoou meu cinto, depois soltou o botão da minha jeans e devagar foi abaixando o zíper. Levantei um pouco pra soltar a calça e ela puxou pra baixo, depois começou a acariciar minha pica por cima da cueca e aí tirou de uma vez, e minha pica pulou pra fora quando se libertou.
— Aiiii, isso tá muito errado!!! — ela disse e começou a acariciar ela e passar a língua, depois com a mão dela acaricia minhas bolas enquanto a boca dela começa a engolir meu pau, devagar, de cima pra baixo vai enfiando meu pau na boca dela e sinto a língua dela brincando no meu palo, especialmente quando sobe e deixa só a cabeça na boca dela.
Começo a sentir que vou explodir e ela percebe, tava muito quente e não consigo aguentar muito, ela fica com a cabeça do meu pau na boca e bate uma punheta suave mas firme com os lábios, se preparando pra receber a golfada de porra que já tava chegando.
Vou gozar e em vez de querer segurar mais um pouco, sinto uma vontade incontrolável de encher a boca dessa puta de porra. E assim acontece, quando não aguentei mais, arqueei as costas e soltei vários jatos de porra quente que encheram a boca dela, tanto que começou a escorrer pelo canto dos lábios e ela tratou de catar até a última gota.
A putinha foi subindo em cima de mim e começou a me beijar ainda com os restos da minha porra na boca dela, pensando friamente eu teria nojo, mas assim quente como tava, vou te falar que até curti, e isso que é bom do sexo bem quente!!!
Meu pau começou a reagir de novo (ah, a juventude!!!) e a pulsar contra as pernas dela, então ela me disse:
- O método não deu certo, tem que continuar acalmando a fera!!! e sem parar de me beijar tirou minha camisa e ela tirou a regata e a tanga e sentando no meu pau enfiou tudo dentro da buceta dela, que tava muito molhada, entrou de uma vez até as bolas. Aí ela me cavalgou, engolindo meu pau com a buceta dela a cada sentada que dava. Eu aproveitei pra pegar nos peitos dela, lindos, grandes e macios, tava no paraíso.
Depois de foder um tempo assim, me levantei e coloquei ela de quatro e não consegui me segurar de começar a lamber a buceta dela e aquela bunda linda, ela gemia e parecia que ia gozar a qualquer momento. Então endureci bem a língua e comecei a cavucar aquela buceta preciosa dela. buraco, enquanto com a mão eu brincava com a buceta e o clitóris dela. Tava nessa quando ela explodiu numa onda de prazer, a buceta dela jorrava sucos de um jeito que eu nunca tinha visto até então.
Enquanto não parava de punhetar ela com a mão, com a outra molhada com os próprios fluidos dela, lubrifiquei a entrada do cu dela e meti um dedo bombando, depois meti dois e mais tarde três. Aquele cu não oferecia muita resistência, dava pra ver que era bem usado pela dona, também, com um rabo desse, não acho que nenhum dos amantes dela tenha querido perder essa bunda linda.
Tirei os dedos e meti meu pau na buceta dela e bombei furiosamente arrancando outro orgasmo, e com o pau bem molhado enfiei no cu dela, em duas estocadas ela engoliu tudo, embora como eu disse, não oferecia tanta resistência, o buraquinho dela era apertadinho e foder ele me dava um prazer delicioso. Bati uma boa porrada um tempão, sem tirar a mão da buceta dela, ela gozou de novo e os espasmos dela me fizeram gozar também.
Realizei meu sonho de encher aquele cu com minha porra, que agora escorria pelo buraco dela.
Ficamos os dois exaustos largados no sofá, e ao ver meu pau mole ela disse: – Acho que consegui!
Nos despedimos e ela pediu pra eu nunca contar pra irmã dela o que tinha rolado, disse que amanhã não ia me encher o saco e me prometeu um presente surpresa.
No outro dia voltei na casa da Antônia, toquei a campainha e me abre a porta uma gata magrinha. Falo: – Oi, a Antoni... era a Antônia!!! Não tinha reconhecido!!!!!!!
Ela tava com uma camisa branca linda, justinha que valorizava o corpo, um sutiã de renda que levantava os peitinhos dela que apareciam pelo decote da camisa e uma minissaia jeans que deixava ver a bundinha redonda, e as pernas magras mas bem torneadas.
– Uau!! – falei – cê tá gostosa!!
– Não é pra tanto, ontem à tarde minha irmã me acompanhou pra comprar roupa porque ela diz que eu ando sempre largada.
Ela tava realmente linda, e Quando me aproximei pra beijá-la, o perfume dela me embriagou, era mais uma gostosa e comecei a entender o presente que a Lucia tava falando.
Revisei os exercícios e tavam perfeitos, repassamos a matéria e era óbvio que ela tinha entendido tudo certinho.
— Bom — falei pra ela — já que minha missão educativa deu certo, vou nessa.
— Valeu — ela respondeu — você me salvou, porque se eu não entendesse isso, ia ser foda levar a matéria adiante. E se aproximando, me deu um beijo morno e tímido na boca.
— Por nada — falei — adorei te ajudar. E respondi o beijo dela com um mais apaixonado, enfiando a língua até a garganta.
Comecei a acariciar o corpo dela, as pernas, e quando cheguei nos peitinhos dela, por cima da roupa, ela suspirou fundo.
Fomos deitando no sofá e minha mão foi se enfiando por baixo da saia dela até chegar na calcinha, e ali acariciei a buceta dela por cima, e na hora ela gozou.
Fiquei surpreso com a rapidez e abracei ela enquanto os espasmos sacudiam o corpo dela.
Quando ela se acalmou, falou: — Sou virgem.
Parei na hora e, quando me toquei, falei: — Tem certeza que quer continuar?
— Sim — ela respondeu. E então levantei ela do sofá e levei pro quarto dela. — Vamos fazer dessa primeira vez algo inesquecível!
Deitei ela na cama e comecei a beijá-la, depois desci pelo pescoço até o decote, desabotoei a camisa dela e acariciei os peitos por cima do sutiã, que também tirei pra ficar chupando os biquinhos dela por um tempão.
Ela tava fervendo de novo e suspirava a cada lambida minha. Segui pela barriguinha dela e parei no umbigo, lambi ele como se fosse a própria buceta dela, isso deixou ela doida, depois desci, tirei a saia dela e com minha língua fui descendo até o tesouro precioso dela. Devagarzinho fui descobrindo a pele dela e, conforme fazia isso, ia cobrindo com minha língua a nudez dela, ela gemia cada vez mais alto. Quando cheguei na buceta bem depiladinha, tirei de vez a saia e a calcinha dela e, bem devagar, com minha língua fui Brincando com os lábios dela, primeiro os externos, depois os internos, até encontrar o botãozinho precioso dela, que lambi bem devagar, imaginando quanto prazer podia estar causando. Ela explodiu em outro orgasmo e eu aproveitei pra tirar a roupa. Apoiei a cabeça na entrada da buceta dela e olhei nos olhos dela, ela me olhou como quem diz que tava pronta e comecei a enfiar bem devagar, sempre olhando a cara de satisfação dela. Entrei um pouquinho mais e bombei devagar, ela gemia de prazer, meti um pouco mais e ela fez uma caretinha de dor que virou gozo num instante, mais uma enfiada e já tava quase toda dentro. Comecei a bombear e aos poucos enfiei tudo. Fui bem suave e ela gozava como uma louca, teve mais um orgasmo e eu tava explodindo. Num momento que ela se recuperou, falou: — Não goza dentro... quero saber que gosto tem... Naquela hora meu pobre cérebro explodiu em mil pedaços... não aguentei mais, tirei e aproximei do rosto dela, ela começou a chupar sem jeito até encher a boca dela de porra. Ficamos um tempão abraçados na cama dela e depois ela disse que a gente tinha que se vestir porque a mãe dela podia chegar do trabalho a qualquer hora. O encontro foi muito intenso e acabamos virando namorados. O relacionamento durou uns dois anos, mas vou contar que soube agradecer o presente pra minha nova cunhada várias vezes, já imaginam como.
Tinha problemas com física, não entendia uns assuntos e minha mãe, que era amiga dela, me pediu pra ajudar. Nunca fui um grande aluno, mas como tinha estudado na escola técnica, talvez eu fosse mais craque que ela e pudesse explicar alguma coisa.
Ela era muito estudiosa, mas como vinha do colégio normal, não tinha muita base nesse tipo de matéria e tinha um assunto de física que não entendia direito.
Então fui, meio sem vontade, na casa da Antonia, no papel de professor.
Já na casa dela, pude ver que não era tão feia quanto parecia, tava desleixada, se vestia mal e isso a deixava feia.
Anto era bem magrinha, tava usando uma camiseta grande demais que parecia um saco, e uma calça de moletom também bem largona, nada marcava o corpo dela e ainda completava com o cabelão preso sem graça com um prendedor.
Ela era bem tímida, mas tava muito grata porque eu tava ajudando, por sorte o assunto não era tão difícil e era um que eu ainda lembrava, então não foi difícil explicar e ela foi entendendo.
Conforme o tempo passava, comecei a olhar com outros olhos pra Anto e a pensar que com roupa melhor (ou sem ela) ela ficaria bem mais gostosa. E olha, nunca fui exigente com mulher, a gente pode falar que essa mina não é nota 10, é 8 ou 6, mas isso não quer dizer que com uma nota 2,5 a gente não mete marcha!!!!!
Com a proximidade, consegui adivinhar que por baixo daquela camisetona tinha um par de peitinhos bonitos, pequenos mas bem firmes, e por baixo daquelas calças largonas dava pra ver uma bundinha redonda interessante.
Mas tudo isso foi pro caralho quando apareceu a irmã mais velha dela. Lúcia, de 22 anos, uma gostosona com cara de menina, e vou descrever a cena:
Lúcia tinha acabado de acordar, tava usando um pijama que consistia numa camiseta bem justinha e um pouco decotada que deixava vendo o par de peitos enormes que ela tinha, sem sutiã. A camiseta era curta e deixava ver a barriguinha lisa dela e, por baixo, um shortinho apertado e curtinho enfiado no meio da bunda... que bunda, por favor!!!!!! não tava de calcinha, então dava pra ver tudo, a pussy e aquela bunda enorme. Quando ela me viu, disse: — nossa, não sabia que você tava aqui. Ela chegou perto e me deu um beijo, eu gaguejei um oi e ela, super tranquila, foi preparar o café da manhã. A safada percebeu que tinha virado minha cabeça e tava adorando. Depois foi se trocar, mas não mudou muito o visual. Uma camiseta cobria os peitões dela, ainda sem sutiã, e um shortinho bem apertado completava o look. Na bunda dela, marcava uma thong vermelha que aparecia um pouquinho por cima do short. Desde aquele momento, na minha cabeça só tinha um pensamento: comer ela!!!!!! E a outra cabeça, a que não pensa, só queria sair da minha calça de tão dura que tava. A irmã da Lucía veio até onde a gente tava, como quem quer bisbilhotar o que a gente estudava, chegou do meu lado e quase roçando os peitos em mim, lia o que a gente tava fazendo. Por sorte, a mesa escondia a ereção violenta que eu tava, mas tenho certeza que a Lucía percebeu. A Antonia não gostou da atitude da irmã, odiou que ela, sendo tão puta, tivesse chamado minha atenção. Eu tinha ido pra ela e agora tava de olho na Lucía, percebi no olhar dela e voltei minha atenção pra Antonia, que na hora me deu o melhor sorriso dela. Parece que eu agradei ela, embora a gente se conhecesse do bairro, nunca tínhamos dado muita bola um pro outro. Depois de estudar um pouco, deixei uns exercícios com ela e falei pra fazer e que eu voltaria no outro dia pra terminar de estudar. No outro dia, fui pra casa dela, pensando no estudo, mas também pensando na Lucía. Bati na campainha e quem abre é justamente a Lucía, me fazendo entrar. — uuuuhhhh!!!! esqueci de avisar que minha irmã não vai estar, deu problema com um trabalho que ela tinha que apresentar e ela foi. O lance de uma colega pra terminar, ela me disse se você pode vir amanhã. (só pra deixar claro, naquela época não existia celular, nem internet, nada, poucos tinham telefone em casa, mas dava pra viver de boa!!!).
— Beleza, sim, sem problema — eu falei — venho amanhã.
— Tá certo, mas não precisa sair correndo — ela disse, a Laura — Senta aí que vou te trazer uma coisa gelada pra beber.
Aí eu percebi que o não avisar foi de propósito e que tudo tava pintando pra realizar meus sonhos, ainda por cima a gente tava sozinho.
A Laura tava com uma camisetona tipo vestido que cobria até debaixo da bunda. Não tava de sutiã e a bunda dela tava coberta por uma fio-dental minúscula, dava pra ver pela camiseta.
Sentei no sofá esperando a bebida e ela foi pra cozinha, com certeza sentia meus olhos furando aquele rabo. Quando ela se esticou pra pegar dois copos no armário, a camiseta dela deixou ver até metade daquela bunda linda e eu quase morri de um infarto.
Ela trouxe o suco e sentou do meu lado, de canto de olho notou a ereção foda que tava impossível de esconder por baixo da calça, e falou: — Cê é bom professor?
E eu respondi: — Não, só consigo explicar essa matéria pra sua irmã porque ainda lembrava.
— Ah! — ela disse — e pra mim cê consegue explicar por que tem esse volume aqui? E enquanto falava isso, passava a mão acariciando minha pica por cima da calça.
— Sim — eu falei — isso tem uma explicação simples, uma gostosa que tá muito tesuda e há dois dias fica quase pelada na minha frente me provocou. E agora, por ser a culpada, não vai ter jeito, vai ter que acalmar ela.
Aí ela me empurrou até eu ficar deitado no sofá e desabotoou meu cinto, depois soltou o botão da minha jeans e devagar foi abaixando o zíper. Levantei um pouco pra soltar a calça e ela puxou pra baixo, depois começou a acariciar minha pica por cima da cueca e aí tirou de uma vez, e minha pica pulou pra fora quando se libertou.
— Aiiii, isso tá muito errado!!! — ela disse e começou a acariciar ela e passar a língua, depois com a mão dela acaricia minhas bolas enquanto a boca dela começa a engolir meu pau, devagar, de cima pra baixo vai enfiando meu pau na boca dela e sinto a língua dela brincando no meu palo, especialmente quando sobe e deixa só a cabeça na boca dela.
Começo a sentir que vou explodir e ela percebe, tava muito quente e não consigo aguentar muito, ela fica com a cabeça do meu pau na boca e bate uma punheta suave mas firme com os lábios, se preparando pra receber a golfada de porra que já tava chegando.
Vou gozar e em vez de querer segurar mais um pouco, sinto uma vontade incontrolável de encher a boca dessa puta de porra. E assim acontece, quando não aguentei mais, arqueei as costas e soltei vários jatos de porra quente que encheram a boca dela, tanto que começou a escorrer pelo canto dos lábios e ela tratou de catar até a última gota.
A putinha foi subindo em cima de mim e começou a me beijar ainda com os restos da minha porra na boca dela, pensando friamente eu teria nojo, mas assim quente como tava, vou te falar que até curti, e isso que é bom do sexo bem quente!!!
Meu pau começou a reagir de novo (ah, a juventude!!!) e a pulsar contra as pernas dela, então ela me disse:
- O método não deu certo, tem que continuar acalmando a fera!!! e sem parar de me beijar tirou minha camisa e ela tirou a regata e a tanga e sentando no meu pau enfiou tudo dentro da buceta dela, que tava muito molhada, entrou de uma vez até as bolas. Aí ela me cavalgou, engolindo meu pau com a buceta dela a cada sentada que dava. Eu aproveitei pra pegar nos peitos dela, lindos, grandes e macios, tava no paraíso.
Depois de foder um tempo assim, me levantei e coloquei ela de quatro e não consegui me segurar de começar a lamber a buceta dela e aquela bunda linda, ela gemia e parecia que ia gozar a qualquer momento. Então endureci bem a língua e comecei a cavucar aquela buceta preciosa dela. buraco, enquanto com a mão eu brincava com a buceta e o clitóris dela. Tava nessa quando ela explodiu numa onda de prazer, a buceta dela jorrava sucos de um jeito que eu nunca tinha visto até então.
Enquanto não parava de punhetar ela com a mão, com a outra molhada com os próprios fluidos dela, lubrifiquei a entrada do cu dela e meti um dedo bombando, depois meti dois e mais tarde três. Aquele cu não oferecia muita resistência, dava pra ver que era bem usado pela dona, também, com um rabo desse, não acho que nenhum dos amantes dela tenha querido perder essa bunda linda.
Tirei os dedos e meti meu pau na buceta dela e bombei furiosamente arrancando outro orgasmo, e com o pau bem molhado enfiei no cu dela, em duas estocadas ela engoliu tudo, embora como eu disse, não oferecia tanta resistência, o buraquinho dela era apertadinho e foder ele me dava um prazer delicioso. Bati uma boa porrada um tempão, sem tirar a mão da buceta dela, ela gozou de novo e os espasmos dela me fizeram gozar também.
Realizei meu sonho de encher aquele cu com minha porra, que agora escorria pelo buraco dela.
Ficamos os dois exaustos largados no sofá, e ao ver meu pau mole ela disse: – Acho que consegui!
Nos despedimos e ela pediu pra eu nunca contar pra irmã dela o que tinha rolado, disse que amanhã não ia me encher o saco e me prometeu um presente surpresa.
No outro dia voltei na casa da Antônia, toquei a campainha e me abre a porta uma gata magrinha. Falo: – Oi, a Antoni... era a Antônia!!! Não tinha reconhecido!!!!!!!
Ela tava com uma camisa branca linda, justinha que valorizava o corpo, um sutiã de renda que levantava os peitinhos dela que apareciam pelo decote da camisa e uma minissaia jeans que deixava ver a bundinha redonda, e as pernas magras mas bem torneadas.
– Uau!! – falei – cê tá gostosa!!
– Não é pra tanto, ontem à tarde minha irmã me acompanhou pra comprar roupa porque ela diz que eu ando sempre largada.
Ela tava realmente linda, e Quando me aproximei pra beijá-la, o perfume dela me embriagou, era mais uma gostosa e comecei a entender o presente que a Lucia tava falando.
Revisei os exercícios e tavam perfeitos, repassamos a matéria e era óbvio que ela tinha entendido tudo certinho.
— Bom — falei pra ela — já que minha missão educativa deu certo, vou nessa.
— Valeu — ela respondeu — você me salvou, porque se eu não entendesse isso, ia ser foda levar a matéria adiante. E se aproximando, me deu um beijo morno e tímido na boca.
— Por nada — falei — adorei te ajudar. E respondi o beijo dela com um mais apaixonado, enfiando a língua até a garganta.
Comecei a acariciar o corpo dela, as pernas, e quando cheguei nos peitinhos dela, por cima da roupa, ela suspirou fundo.
Fomos deitando no sofá e minha mão foi se enfiando por baixo da saia dela até chegar na calcinha, e ali acariciei a buceta dela por cima, e na hora ela gozou.
Fiquei surpreso com a rapidez e abracei ela enquanto os espasmos sacudiam o corpo dela.
Quando ela se acalmou, falou: — Sou virgem.
Parei na hora e, quando me toquei, falei: — Tem certeza que quer continuar?
— Sim — ela respondeu. E então levantei ela do sofá e levei pro quarto dela. — Vamos fazer dessa primeira vez algo inesquecível!
Deitei ela na cama e comecei a beijá-la, depois desci pelo pescoço até o decote, desabotoei a camisa dela e acariciei os peitos por cima do sutiã, que também tirei pra ficar chupando os biquinhos dela por um tempão.
Ela tava fervendo de novo e suspirava a cada lambida minha. Segui pela barriguinha dela e parei no umbigo, lambi ele como se fosse a própria buceta dela, isso deixou ela doida, depois desci, tirei a saia dela e com minha língua fui descendo até o tesouro precioso dela. Devagarzinho fui descobrindo a pele dela e, conforme fazia isso, ia cobrindo com minha língua a nudez dela, ela gemia cada vez mais alto. Quando cheguei na buceta bem depiladinha, tirei de vez a saia e a calcinha dela e, bem devagar, com minha língua fui Brincando com os lábios dela, primeiro os externos, depois os internos, até encontrar o botãozinho precioso dela, que lambi bem devagar, imaginando quanto prazer podia estar causando. Ela explodiu em outro orgasmo e eu aproveitei pra tirar a roupa. Apoiei a cabeça na entrada da buceta dela e olhei nos olhos dela, ela me olhou como quem diz que tava pronta e comecei a enfiar bem devagar, sempre olhando a cara de satisfação dela. Entrei um pouquinho mais e bombei devagar, ela gemia de prazer, meti um pouco mais e ela fez uma caretinha de dor que virou gozo num instante, mais uma enfiada e já tava quase toda dentro. Comecei a bombear e aos poucos enfiei tudo. Fui bem suave e ela gozava como uma louca, teve mais um orgasmo e eu tava explodindo. Num momento que ela se recuperou, falou: — Não goza dentro... quero saber que gosto tem... Naquela hora meu pobre cérebro explodiu em mil pedaços... não aguentei mais, tirei e aproximei do rosto dela, ela começou a chupar sem jeito até encher a boca dela de porra. Ficamos um tempão abraçados na cama dela e depois ela disse que a gente tinha que se vestir porque a mãe dela podia chegar do trabalho a qualquer hora. O encontro foi muito intenso e acabamos virando namorados. O relacionamento durou uns dois anos, mas vou contar que soube agradecer o presente pra minha nova cunhada várias vezes, já imaginam como.
5 comentários - Ensinando física pra gostosa do bairro
Si te gustan los relatos, pasá por los míos
Muy buena historia y muy bien contada.
(Salvo el detalle que Lucía se transformó en Laura cuando te la cogiste)