Olá, pessoal, neste post vou contar uma coisa que aconteceu comigo há um tempo e, antes de mais nada, desculpem a ortografia ruim. Também quero comentar algo que espero não ofender ninguém, é só meu ponto de vista simples. Há alguns minutos, eu estava vendo um post bem bom e quis comentar parabenizando o autor, mas infelizmente não consegui, a opção de comentar não apareceu. E queria dizer pra vocês que têm mais rank que outros: deixem a gente comentar, nós novatos. Vocês nos menosprezam por sermos iniciantes ou qual é o objetivo?
Bom, mudando de assunto, se vocês gostaram do relato, deixem pontos e comentários, me sigam que eu sigo vocês de volta e vamos começar.
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A verdade é que não sei como tudo começou. A senhora de quem vou falar nesse relato eu conheci porque ela trabalhava na clínica da minha mãe, fazendo serviços de limpeza e essas coisas. Vamos chamá-la de Lulu. Bom, eu comecei a lidar com a Lulu quando ia visitar a clínica com minha mãe. Nunca tinha reparado bem nela até que um dia, quando fui, ela estava de cócoras, fazendo o serviço, e por cima da calça dava pra ver a tanga dela. Lembro bem, era preta, bem pequenininha, e obviamente fiquei excitado, meu pau ficou duro como uma pedra, e fiquei olhando pra ela até que ela se levantou e não deu mais pra ver nada.
Outro dia, ela estava usando uma calça de moletom bem justinha e marcava a tanga, e de novo fiquei excitado, e obviamente minha mente viajou e aquela pulga atrás da orelha de ter algum tipo de relação com ela me pegou. Aí me dei a tarefa de seduzi-la, mesmo sem saber se ela era casada, divorciada ou o que fosse, isso era o de menos. Aos poucos, fui me aproximando dela, e depois de várias semanas, nossa relação já era de mais confiança. Eu procurava ir à clínica mais vezes, primeiro pra continuar com meu trabalho e segundo pra excitava a bunda enorme dela.
Já nessa época eu sabia que ela era divorciada fazia uns 3 anos e que morava só com os dois filhos pequenos. Na minha cabeça, sempre ficava aquela dúvida: como será que ela ficou 3 anos sem transar? Ou será que era daquelas divorciadas que buscam sexo casual pra matar a vontade? Se fosse, eu tinha que aproveitar e comer ela. Acho que passou mais de um mês, quando nossa relação já era de total confiança, eu falava que ela tinha uma bunda bonita e ela agradecia, mas ficava envergonhada e dizia que não se achava bonita (na real, ela não é), mas eu falava o contrário, que era uma mulher muito gostosa e sexy, que podia reconstruir a vida dela, e com isso eu aumentava a autoestima dela.
Um dia, ela tava nos arquivos, já era tarde, quase na hora dela ir embora, mas ainda tava arrumando uns livros e tava agachada. Quando eu entrei e vi ela agachada, notei que dava pra ver a tanga dela. Pensei: vou dar uma olhada pra ver se tô no caminho certo ou se tô errando com ela. Então entrei de mansinho, fiquei atrás dela, puxei o cordão da tanga e falei: "Olha, você tá mostrando tudo!" Ela respondeu que eu tinha assustado ela, mas não ficou brava com o que eu fiz. Só que a tanga que ela tava usando era daquelas de cordão que ajustam dos lados, e com o movimento que eu fiz puxando, desamarrou. Ela falou: "Olha, já queria tirar ela de mim." Eu respondi com uma risada de brincadeira e falei: "Não, só queria te assustar." Ela não disse nada, só abaixou um pouco a calça pra ajustar a tanga de novo. E como era de se esperar, eu fiquei babando e encantado com o que tava vendo. Ela tinha abaixado a calça até onde fica a buceta dela. Eu não tirava os olhos e tava super excitado. Ela fez um movimento e ficou de lado, e eu, de brincadeira, puxei a outra parte ajustável da tanga. Como o outro lado ainda não tava bem ajustado, a tanga desceu e eu vi a buceta peludinha dela. Gostosa, ela só sorriu e me disse: "cala a boca, palhaço!" E eu só ri e continuei olhando como ela ajustava a tanguinha. Nisso, comentei que ela tinha um tom de pele bonito e toquei a perna dela, quase chegando na virilha. Ela não disse nada nem resistiu, e eu subi minha mão até a buceta dela, mas por cima da tanguinha, e tava muito quente. Enfiei meu dedo indicador por um lado da tanguinha, tentando penetrar ela com o dedo, e quando fiz isso, ela soltou um suspiro longo. Na minha mente, passava a ideia de que eu poderia comer ela naquele instante. Eu tava muito excitado, e ela ainda tava se esquentando. E assim continuei com meu dedo dentro da buceta dela por uns 2 minutos, e ela não fazia nada, só fingia que tava arrumando os cordões, mas eu seguia com meu trabalho de esquentar ela. Mas, infelizmente, bateram na porta, e ela vestiu a calça rapidinho, e eu corri pra me esconder atrás de um arquivo. Depois, ela saiu, e eu xingava minha má sorte por não ter completado o serviço, mas ao mesmo tempo tava satisfeito porque já tava quase comendo ela.
No outro dia desse episódio, eu fui na clínica e, ao cumprimentar ela, senti que tudo tava como se nada tivesse acontecido, não tinha mudado nada. Ela me perguntou como eu tinha dormido, e eu respondi que bem, e perguntei: "E você?" Ela respondeu que não tinha conseguido dormir porque tinha faltado algo, e o que ela queria dizer era que eu tinha deixado ela excitada, e por isso mesmo não conseguiu dormir. Eu passei o dia todo observando ela e esperando o momento em que ela entrasse num quarto vazio, seja no arquivo, no porão, na lavanderia ou que subisse no terraço pra seguir ela e terminar o que começamos no dia anterior, porque infelizmente não tive coragem de sugerir irmos pra um hotel ou algum lugar pra transar, principalmente porque não mencionei porque não sabia como ela ia reagir.
Quase no fim do dia de trabalho, ela foi pra lavanderia. Eu esperei vários minutos e a Segui, e como aquele quarto fica no terraço, mas num canto oposto à escada de entrada, eu pensei que seria o lugar ideal pra propor que a gente transasse, já que se ela aceitasse e a gente estivesse comendo, dava pra ver pelas janelas se alguém viesse, e como é um trecho longo, a gente teria tempo de se esconder ou se vestir. Eu devo confessar que, quando tava indo, já tava excitado, quase saboreando o que ia comer.
Quando cheguei no quarto de lavanderia, ela tava de costas colocando roupa na máquina, e eu cheguei por trás, posicionando meu pau atrás da bunda dela, e perguntei: "O que você tá fazendo?" E ela disse: "Vou lavar." Mas enquanto isso, minhas mãos percorriam as pernas dela, eu acariciava ela, e ela não dizia nada, continuava colocando a roupa na máquina. Enquanto ela fazia isso, eu meti minha mão dentro da calça de moletão dela, que por sinal dava uma figura fenomenal, a bunda dela parecia enorme e marcava a calcinha fio dental. Primeiro, toquei a buceta dela por cima da calcinha, esfregando, e assim foi por vários minutos até que eu meti a mão por baixo da calcinha, e nessa altura já tava molhada. E, por sinal, de todas as mulheres com quem já transei, ela foi a que mais se molhou. Aquele líquido que sai da buceta gostosa dela escorria na minha mão. Ela já tava excitada e, como sabia que não tinha muito tempo, eu puxei a calça de moletão dela pra baixo junto com a calcinha, e ela se inclinou um pouco pra isso. Eu tirei meu pau da calça e, sem pensar, enfiei. E, como vocês imaginam, bastante tempo sem atividade fez a buceta dela apertar como se fosse de uma novinha. Enquanto eu penetrava, ela apertava minhas pernas, e eu, obviamente, tava me mexendo com muita força pra ela sentir. A única coisa que talvez me incomodou foi que ela gemia bem alto, e embora isso me excitava mais, podia virar um problema. Mas, infelizmente, não tive a sorte de gozar, porque quando tudo tava no auge e a gente ia trocar de posição, notamos que... Uma enfermeira tava vindo na direção da gente, então eu, do jeito que dava, me mandei pra uma porta dos fundos que o quarto tem. Enquanto ela subia e ajeitava a roupa dela, eu saía apressado do quarto, de novo xingando a má sorte que a gente teve. E como não tinha outro jeito, tive que ir pro banheiro terminar sozinho o que tinha começado com ela.
Pouco tempo depois desse rolo, eu tava esperando minha mãe no carro, já pra ir pra casa, era noite, e a Lulu saiu também pra ir pra casa dela. Perguntei: "Cê vai pra onde?" Ela respondeu: "Pra minha casa, não quer me acompanhar?" Eu pensei um pouco, porque talvez com os filhos dela em casa a gente não pudesse transar, mas pensei "o que eu tenho a perder?" e falei: "Daqui a pouco te alcanço, vou avisar que vou pra outro lugar." E foi assim. Ela andou umas três ruas até eu alcançar ela, e a gente começou a caminhar. Pra isso, ela mora nos arredores da cidade. A gente demorou bastante andando, já era noite e a área onde ela morava era muito deserta, mas quase chegando na casa dela tem um parque que é abandonado, mas o pessoal atravessava por lá pra chegar em casa. Só que de noite não passa ninguém porque é muito escuro, você pode cair ou ser assaltado. E pra chegar na casa da Lulu, quando a gente tava nos portões do parque, ela falou: "E se a gente atravessar por aqui?" Eu respondi: "Beleza." A gente caminhou meio com medo e chegou num canto do parque, o mais afastado das entradas. Tinha várias árvores e vários bancos de concreto. A gente sentou num dos bancos, fingindo que tava olhando a lua, mas eu não perdi tempo e me joguei em cima dela, apalpando os peitos dela. Ela esquentou na hora, levantou, baixou a calça dela até quase o joelho e sentou no meu colo. Eu, do jeito que dava, desabotoei a calça e tirei meu pau pra fora, já tava durasso, e meti nela. Eu fiquei sentado, ela fazia todo o movimento. Depois que ela cansou, deitei ela no banco e meti de novo, com movimentos fortes e rápidos. Ela gemia de prazer, porra. Sorte a minha, fiz ela gozar antes de mim, mas continuei até ela terminar. Ela pediu pra eu sair antes de gozar, e foi o que fiz. Me tirei e, quando soltei toda a porra, joguei na barriga dela.
Depois que ela se limpou, a gente se vestiu e ela pediu pra eu acompanhá-la até a casa dela. No caminho curto, ela foi dizendo que queria fazer de novo, que tinha adorado e que a gente podia transar sempre, sem compromisso. Quando chegamos na porta da casa dela, ela perguntou se a gente ia se ver de novo no parque no dia seguinte. Eu sorri e falei que sim.
E depois dessa vez, a gente transou várias vezes no mesmo parque. Quando não dava, eu ia de madrugada na casa dela pra foder, e fodíamos pra caralho, gostoso pra cacete. Mas, infelizmente, desde que entrei na faculdade, parei de vê-la. Ela mudou de emprego e a gente perdeu contato.
Assim termina meu relato 100% verdadeiro. Abaixo, deixo algumas fotos da Lulu pra ajudar na imaginação.
Até o próximo relato. Não esqueçam de comentar e me seguir que eu sigo de volta.
Bom, mudando de assunto, se vocês gostaram do relato, deixem pontos e comentários, me sigam que eu sigo vocês de volta e vamos começar.
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A verdade é que não sei como tudo começou. A senhora de quem vou falar nesse relato eu conheci porque ela trabalhava na clínica da minha mãe, fazendo serviços de limpeza e essas coisas. Vamos chamá-la de Lulu. Bom, eu comecei a lidar com a Lulu quando ia visitar a clínica com minha mãe. Nunca tinha reparado bem nela até que um dia, quando fui, ela estava de cócoras, fazendo o serviço, e por cima da calça dava pra ver a tanga dela. Lembro bem, era preta, bem pequenininha, e obviamente fiquei excitado, meu pau ficou duro como uma pedra, e fiquei olhando pra ela até que ela se levantou e não deu mais pra ver nada.
Outro dia, ela estava usando uma calça de moletom bem justinha e marcava a tanga, e de novo fiquei excitado, e obviamente minha mente viajou e aquela pulga atrás da orelha de ter algum tipo de relação com ela me pegou. Aí me dei a tarefa de seduzi-la, mesmo sem saber se ela era casada, divorciada ou o que fosse, isso era o de menos. Aos poucos, fui me aproximando dela, e depois de várias semanas, nossa relação já era de mais confiança. Eu procurava ir à clínica mais vezes, primeiro pra continuar com meu trabalho e segundo pra excitava a bunda enorme dela.
Já nessa época eu sabia que ela era divorciada fazia uns 3 anos e que morava só com os dois filhos pequenos. Na minha cabeça, sempre ficava aquela dúvida: como será que ela ficou 3 anos sem transar? Ou será que era daquelas divorciadas que buscam sexo casual pra matar a vontade? Se fosse, eu tinha que aproveitar e comer ela. Acho que passou mais de um mês, quando nossa relação já era de total confiança, eu falava que ela tinha uma bunda bonita e ela agradecia, mas ficava envergonhada e dizia que não se achava bonita (na real, ela não é), mas eu falava o contrário, que era uma mulher muito gostosa e sexy, que podia reconstruir a vida dela, e com isso eu aumentava a autoestima dela.
Um dia, ela tava nos arquivos, já era tarde, quase na hora dela ir embora, mas ainda tava arrumando uns livros e tava agachada. Quando eu entrei e vi ela agachada, notei que dava pra ver a tanga dela. Pensei: vou dar uma olhada pra ver se tô no caminho certo ou se tô errando com ela. Então entrei de mansinho, fiquei atrás dela, puxei o cordão da tanga e falei: "Olha, você tá mostrando tudo!" Ela respondeu que eu tinha assustado ela, mas não ficou brava com o que eu fiz. Só que a tanga que ela tava usando era daquelas de cordão que ajustam dos lados, e com o movimento que eu fiz puxando, desamarrou. Ela falou: "Olha, já queria tirar ela de mim." Eu respondi com uma risada de brincadeira e falei: "Não, só queria te assustar." Ela não disse nada, só abaixou um pouco a calça pra ajustar a tanga de novo. E como era de se esperar, eu fiquei babando e encantado com o que tava vendo. Ela tinha abaixado a calça até onde fica a buceta dela. Eu não tirava os olhos e tava super excitado. Ela fez um movimento e ficou de lado, e eu, de brincadeira, puxei a outra parte ajustável da tanga. Como o outro lado ainda não tava bem ajustado, a tanga desceu e eu vi a buceta peludinha dela. Gostosa, ela só sorriu e me disse: "cala a boca, palhaço!" E eu só ri e continuei olhando como ela ajustava a tanguinha. Nisso, comentei que ela tinha um tom de pele bonito e toquei a perna dela, quase chegando na virilha. Ela não disse nada nem resistiu, e eu subi minha mão até a buceta dela, mas por cima da tanguinha, e tava muito quente. Enfiei meu dedo indicador por um lado da tanguinha, tentando penetrar ela com o dedo, e quando fiz isso, ela soltou um suspiro longo. Na minha mente, passava a ideia de que eu poderia comer ela naquele instante. Eu tava muito excitado, e ela ainda tava se esquentando. E assim continuei com meu dedo dentro da buceta dela por uns 2 minutos, e ela não fazia nada, só fingia que tava arrumando os cordões, mas eu seguia com meu trabalho de esquentar ela. Mas, infelizmente, bateram na porta, e ela vestiu a calça rapidinho, e eu corri pra me esconder atrás de um arquivo. Depois, ela saiu, e eu xingava minha má sorte por não ter completado o serviço, mas ao mesmo tempo tava satisfeito porque já tava quase comendo ela.
No outro dia desse episódio, eu fui na clínica e, ao cumprimentar ela, senti que tudo tava como se nada tivesse acontecido, não tinha mudado nada. Ela me perguntou como eu tinha dormido, e eu respondi que bem, e perguntei: "E você?" Ela respondeu que não tinha conseguido dormir porque tinha faltado algo, e o que ela queria dizer era que eu tinha deixado ela excitada, e por isso mesmo não conseguiu dormir. Eu passei o dia todo observando ela e esperando o momento em que ela entrasse num quarto vazio, seja no arquivo, no porão, na lavanderia ou que subisse no terraço pra seguir ela e terminar o que começamos no dia anterior, porque infelizmente não tive coragem de sugerir irmos pra um hotel ou algum lugar pra transar, principalmente porque não mencionei porque não sabia como ela ia reagir.
Quase no fim do dia de trabalho, ela foi pra lavanderia. Eu esperei vários minutos e a Segui, e como aquele quarto fica no terraço, mas num canto oposto à escada de entrada, eu pensei que seria o lugar ideal pra propor que a gente transasse, já que se ela aceitasse e a gente estivesse comendo, dava pra ver pelas janelas se alguém viesse, e como é um trecho longo, a gente teria tempo de se esconder ou se vestir. Eu devo confessar que, quando tava indo, já tava excitado, quase saboreando o que ia comer.
Quando cheguei no quarto de lavanderia, ela tava de costas colocando roupa na máquina, e eu cheguei por trás, posicionando meu pau atrás da bunda dela, e perguntei: "O que você tá fazendo?" E ela disse: "Vou lavar." Mas enquanto isso, minhas mãos percorriam as pernas dela, eu acariciava ela, e ela não dizia nada, continuava colocando a roupa na máquina. Enquanto ela fazia isso, eu meti minha mão dentro da calça de moletão dela, que por sinal dava uma figura fenomenal, a bunda dela parecia enorme e marcava a calcinha fio dental. Primeiro, toquei a buceta dela por cima da calcinha, esfregando, e assim foi por vários minutos até que eu meti a mão por baixo da calcinha, e nessa altura já tava molhada. E, por sinal, de todas as mulheres com quem já transei, ela foi a que mais se molhou. Aquele líquido que sai da buceta gostosa dela escorria na minha mão. Ela já tava excitada e, como sabia que não tinha muito tempo, eu puxei a calça de moletão dela pra baixo junto com a calcinha, e ela se inclinou um pouco pra isso. Eu tirei meu pau da calça e, sem pensar, enfiei. E, como vocês imaginam, bastante tempo sem atividade fez a buceta dela apertar como se fosse de uma novinha. Enquanto eu penetrava, ela apertava minhas pernas, e eu, obviamente, tava me mexendo com muita força pra ela sentir. A única coisa que talvez me incomodou foi que ela gemia bem alto, e embora isso me excitava mais, podia virar um problema. Mas, infelizmente, não tive a sorte de gozar, porque quando tudo tava no auge e a gente ia trocar de posição, notamos que... Uma enfermeira tava vindo na direção da gente, então eu, do jeito que dava, me mandei pra uma porta dos fundos que o quarto tem. Enquanto ela subia e ajeitava a roupa dela, eu saía apressado do quarto, de novo xingando a má sorte que a gente teve. E como não tinha outro jeito, tive que ir pro banheiro terminar sozinho o que tinha começado com ela.
Pouco tempo depois desse rolo, eu tava esperando minha mãe no carro, já pra ir pra casa, era noite, e a Lulu saiu também pra ir pra casa dela. Perguntei: "Cê vai pra onde?" Ela respondeu: "Pra minha casa, não quer me acompanhar?" Eu pensei um pouco, porque talvez com os filhos dela em casa a gente não pudesse transar, mas pensei "o que eu tenho a perder?" e falei: "Daqui a pouco te alcanço, vou avisar que vou pra outro lugar." E foi assim. Ela andou umas três ruas até eu alcançar ela, e a gente começou a caminhar. Pra isso, ela mora nos arredores da cidade. A gente demorou bastante andando, já era noite e a área onde ela morava era muito deserta, mas quase chegando na casa dela tem um parque que é abandonado, mas o pessoal atravessava por lá pra chegar em casa. Só que de noite não passa ninguém porque é muito escuro, você pode cair ou ser assaltado. E pra chegar na casa da Lulu, quando a gente tava nos portões do parque, ela falou: "E se a gente atravessar por aqui?" Eu respondi: "Beleza." A gente caminhou meio com medo e chegou num canto do parque, o mais afastado das entradas. Tinha várias árvores e vários bancos de concreto. A gente sentou num dos bancos, fingindo que tava olhando a lua, mas eu não perdi tempo e me joguei em cima dela, apalpando os peitos dela. Ela esquentou na hora, levantou, baixou a calça dela até quase o joelho e sentou no meu colo. Eu, do jeito que dava, desabotoei a calça e tirei meu pau pra fora, já tava durasso, e meti nela. Eu fiquei sentado, ela fazia todo o movimento. Depois que ela cansou, deitei ela no banco e meti de novo, com movimentos fortes e rápidos. Ela gemia de prazer, porra. Sorte a minha, fiz ela gozar antes de mim, mas continuei até ela terminar. Ela pediu pra eu sair antes de gozar, e foi o que fiz. Me tirei e, quando soltei toda a porra, joguei na barriga dela.
Depois que ela se limpou, a gente se vestiu e ela pediu pra eu acompanhá-la até a casa dela. No caminho curto, ela foi dizendo que queria fazer de novo, que tinha adorado e que a gente podia transar sempre, sem compromisso. Quando chegamos na porta da casa dela, ela perguntou se a gente ia se ver de novo no parque no dia seguinte. Eu sorri e falei que sim.
E depois dessa vez, a gente transou várias vezes no mesmo parque. Quando não dava, eu ia de madrugada na casa dela pra foder, e fodíamos pra caralho, gostoso pra cacete. Mas, infelizmente, desde que entrei na faculdade, parei de vê-la. Ela mudou de emprego e a gente perdeu contato.
Assim termina meu relato 100% verdadeiro. Abaixo, deixo algumas fotos da Lulu pra ajudar na imaginação.
Até o próximo relato. Não esqueçam de comentar e me seguir que eu sigo de volta.
22 comentários - Mãe solteira (Fotos)
gracias por el aporte.
saludos
Te dejo unos puntos
quiero mas!