asi le di verga a una recien casada

Há muitos anos, numa festa de Natal ou Ano Novo, chegou na minha casa um amigo com a família dele e mais uns convidados... Entre eles, um casal de recém-casados. Os dois baixinhos, tipo um metro e meio cada. O cara eu conhecia, porque de vez em quando via ele com meu amigo, mas a mina eu nunca tinha visto. Ele se chamava Pedro e ela Agustina. O cara era conhecido como Chapa, e ela como Tina. Pois bem, na festa comentaram que tinham uma semana de casados. O Chapa era de Veracruz e ela da Mixteca. Ela tava usando uma saia folgada, na altura do joelho, e uma blusa de alcinha. Era bonitinha, com o corpinho pequeno mas bem proporcionado. Parecia uma menina de uns 14 ou 15 anos. As coxas dela eram bem proporcionadas e uma bunda pequena, mas de dar água na boca. A noite inteira a casa ficou cheia de gente. Todo mundo dançando e bebendo à vontade. Comida pra caralho, cerveja, petisco... dança... Aos poucos, o pessoal foi indo embora. Lá pras 5 da manhã, só tinha o Chapa e a mulher dele. Os dois bem bêbados. Já queriam ir embora, mas moravam do outro lado da cidade e não tinha táxi. Me ofereci pra levar eles na minha caminhonete. Eu tinha uma van Chevrolet comprida, que atrás virava cama. Ela subiu na parte de trás e se deitou na cama. No caminho, o Chapa percebeu que a mulher dele tava dormindo e me disse pra passarmos no centro pra ver uma amiga. Que queria dar um abraço nela. Me falou que a amiga era gerente do bar Terraza e que era bem gostosa. Que tava comendo ela há 15 dias. Esse filho da puta baixinho... Chegamos na frente do bar e tava fechado. Estacionei uns 30 metros adiante. E o Chapa falou: "ME ESPERA AQUI UM POUQUINHO... VOU VER ESSA MINA... NÃO DEMORO... SÓ DOU UM ABRAÇO NELA E VOLVO NA HORA... ELA MORA DENTRO DO BAR." O Chapa desceu e foi pro bar. Entrou por um lado e sumiu. Da caminhonete dava pra ver quando ele voltasse. Virei pra trás e lá estava a Agustina, dormindo, deitadinha. A saia dela tinha subido... ela tinha subido até a metade das coxas e dava pra ver uma delícia.. passei pra trás da caminhonete e comecei a acariciar devagar.. sem subir a saia dela mais.. toquei nos peitos pequenos e durinhos.. minhas mãos acariciavam as pernas dela bem devagar.. de um lado eu acariciava devagar pra ela não acordar e do outro eu vigiava o segurança.. levantei a blusa dela devagarinho e enfiei meus dedos por baixo do sutiã.. ela tinha uns peitinhos durinhos.. novinhos.. comecei a passar meus dedos por cima da calcinha branca e dava pra ver uma bucetinha pequena.. com bem poucos pelinhos.. na hora que eu ia levantar o elástico da calcinha pra enfiar meus dedos, ela acordou.. O QUE CÊ TÁ FAZENDO?? CADÊ O PEDRO??.. ela perguntou.. ainda meio bêbada.. apontei pro bar.. falei que ele tinha ido tomar uma cerveja.. SEU DESGRAÇADO, MALDITO. DE NOVO AÍ.. ela respondeu.. se virou de novo e acho que por raiva deixou eu continuar tocando nela.. continuei acariciando e comecei a levantar o sutiã dela e apareceram aquele par de peitinhos jovens.. macios.. na hora que eu ia colocar na boca.. o segurança saiu.. arrumei a roupa da mulher na hora e saí correndo pro meu lugar.. ele chegou puto da vida, tinha demorado uns 10 minutos.. ESSA PORRA DE MULHER NÃO ME ABRIU.. A VAGABUNDA.. FALOU QUE TAVA COM MUITO SONO.. POR MAIS QUE BATE E ESPANQUEI A PORTA ELA NÃO QUIS ME ABRIR.. VAMOS EMBORA, COMPA.. liguei o carro e nisso a Tina parou, foi pro lado dele no banco e abraçou ele e começou a chorar baixinho.. NÃO ME DEIXA SOZINHA.. POR FAVOR, NÃO ME DEIXA SOZINHA.. ela disse.. aquele filho da puta abraçou ela e deitou ela no peito dele.. eu tava meio arrependido.. sabia que ele não podia me bater, mas não queria uma briga.. ele era baixinho.. ele tava mais puto com a vagabunda que não abriu a porta.. nem ligou pra Tina.. chegamos na casa dela e deixei eles.. no outro dia encontrei o segurança de novo.. ele falou que não lembrava de muita coisa.. falei que a gente tinha ido procurar uma mulher no bar.. AAAAAHHHH.. VAMOS, TE CONVIDO.. CÊ VAI VER QUE MULHER GOSTOSA QUE EU TÔ COMENDO.. FAZ 15 DIAS QUE CONHEÇO ELA E ELA ME DÁ AS NÁDEGAS... VAMOS... VOU TE APRESENTAR ELA... ELA ME DISSE... fomos no bar e lá tava a véia... que puta decepção... era uma véia grandona... meio gordinha... um vestido no meio da coxa... peitos de puta quase pra fora... pernuda... nada a ver com o anjo da Tina... essa véia tava chupando uns clientes numa mesa... e quando a gente chegou nem olhou pra nós... o Chapa pediu umas cervejas e começou a chamar ela... a puta se aproximou e ele me apresentou, e ela falou pro Chapa... CHAPA, TÔ OCUPADA COM UNS CLIENTES... É MEU TRAMPO... QUANDO EU DESENCALHAR, VOU AÍ CONTIGO... FECHOU MEU AMOR... TROUXE DINHEIRO PRA PAGAR?... e foi embora... o Chapa ficou todo murcho... começou a beber que nem desesperado... falava que nunca tinha comido uma mulher tão grandona... e bebeu e bebeu que nem louco... no fim, essa véia sumiu... foi trepar com um cliente... lá pras duas da manhã... saímos do bar... fui deixar ele em casa... arrastei ele pra dentro... e a mulher dele apareceu toda puta da vida... falei onde que eu boto ele... levei ele pra cama e ele caiu que nem saco de batata... eu sentei num sofá e a mulher dele entrou no quarto sem falar nada... uns 10 minutos depois, falei: vou ver qual é a da Tina... o quarto dela só tinha uma cortina no lugar da porta... levantei e entrei bem devagar... entrava luz da rua naquele quarto... dava pra ver tudo perfeitamente, mesmo de dia... a Tina tava acordada, quando me viu entrar os olhos dela se arregalaram de surpresa... parei na frente da cama, bem na frente dela... aos pés dela... ela tava de camisola que cobria até a metade da coxa... os olhos e a cara dela eram de espanto... ela virou pra olhar o marido, e ele roncando de bêbado... e sem cerimônia, comecei a tirar a calça na frente dela... ela tava paralisada... muda... os olhos quase saindo da cara... tirei a camiseta, baixei a cueca e apareceu meu pau bem duro, brilhando com a pouca luz que entrava pela janela... ela não se mexia nada... só os olhos viravam pra olhar o marido... e quando ela via o pau, ficava mais surpresa ainda... subi na cama devagar... ela petrificada... sem cerimônia e bem devagar... Peguei na calcinha dela e comecei a puxar a calcinha pra baixo... ela tava paralisada... não resistiu... fui descendo a calcinha bem devagar até aparecer uma bucetinha pequena... com poucos pelinhos... pouquinhos... tirei a calcinha e afastei as pernas dela... ela tinha um corpinho pequeno... lindo... não deu tempo pra carícias ou putaria... abri as pernas dela e me ajoelhei entre elas... bem devagar... encaixei meu pau na entrada e aquela bucetinha não cedia... toquei a bucetinha dela e tava bem fechadinha... coloquei meu pau na entrada de novo e a cara da Tina era de susto e medo... comecei de novo a encaixar meu pau naquela entradinha... empurrava bem devagarinho... bem devagar... aos poucos a cabeça começou a entrar... a Tina fazia cara de dor... a cabeça entrava bem devagar... quando a cabeça entrou toda, ela suspirou fundo... olhava pro marido dela... e olhava pra mim... tinha uma expressão de prazer e medo... com a cabeça dentro, comecei a empurrar o tronco... que entrava bem apertado... ela fazia aquela cara de dor... meus braços estavam esticados aguentando meu peso... só meu quadril tava apoiado nela... o pau entrava bem devagar... até chegar no fundo... comecei um vai e vem bem devagarinho... sem barulho... lento... ela ainda não tinha se acostumado com o tamanho do meu pau... aos poucos a buceta dela foi ficando molhada... minhas estocadas continuavam lentas, mas entrava mais fácil... não chupei os peitos dela porque meus braços estavam esticados aguentando meu peso... ela começou a soltar mais e mais fluidos de prazer... até que ela mesma encaixou as pernas na minha cintura... a entrada foi total... meu pau entrava até o fundo... as mãos dela seguravam meus braços... a cara dela era de prazer... minhas bolas batiam na bunda dela... ela soltou um gemido abafado e ficou paradinha... tinha gozado em silêncio... aí ela começou a me empurrar pra eu sair dela... eu não consegui gozar... em silêncio ela me empurrava e fazia sinal pra eu ir embora... peguei minha roupa e saí pra me vestir... ela não saiu mais... fiquei bem excitado... mas tive que ir Fui embora... tipo uns 5 dias depois, encontrei o Chapa de novo... e voltamos pro bar La Terraza. Dessa vez, a gorda dele tava sem cliente e ele ficou felizão. Começamos a beber e a zoar. Aquela velha sentava o Chapa no colo dela... parecia filho dela. Lá pela meia-noite, o Chapa me fala: "VOU FICAR UM TEMPO COM ELA... UMAS DUAS HORAS... VOU COMER ELA. ME ESPERA OU O QUÊ?!" Respondi que era melhor eu ir, que a gente se via depois. Saí e, na mesma hora, fui pra casa do Chapa. Bati na porta e a Tina apareceu, meio sonolenta. Abriu e entrou sem nem ver se o marido vinha ou não. Foi pro quarto dela e eu fui atrás. Abracei ela e ela se assustou: "E MEU MARIDO, CADÊ ELE?!" Deixei no bar... ele não quis vir. Ela ficou quieta. Abracei ela e comecei a beijar. Ela correspondeu aos beijos e comecei a tirar a roupa dela. Era maravilhoso aquele corpinho de anjo. Tirei minha roupa e chupei os peitos dela. "QUE PEITOS GOSTOSOS", ela disse. Assim, em pé, levantei ela, enrolei as pernas dela na minha cintura e apontei meu pau na buceta dela e comecei a meter forte, com tudo. Ela dava gritos de prazer. Minhas estocadas eram fortes... as bundinhas dela nas minhas mãos... meu dedo ia até minhas bolas e passava nos nossos líquidos e brincava com o cuzinho dela. Ela era uma bombom de mulher. Deitei ela e me dediquei a chupar aquela bucetinha quase sem pelos. Virei de costas e montei ela no meu pau. Ela dava gritos de prazer e dor. Desci da cama e coloquei ela de quatro. Ela na cama de quatro e eu atrás, embaixo. Que bundinha gostosa ela tinha. Ela tinha gozado umas três vezes. O cheiro do suco dela era jovem... gostoso. Na posição de quatro, não aguentei mais e joguei todo meu leite naquela bucetinha... Foi assim que comi uma recém-casada. Depois conto como comi umas velhas antes de casar. Por favor, opiniões sobre esse relato, mil por cento real, e sobre todos os meus relatos anteriores e futuros. Obrigado, abraços.

2 comentários - asi le di verga a una recien casada


excelente relato bro, me has dejado super caliente imaginando ese cuerpito precioso al que le diste caña, genial la historia, gracias por compartir !!

asi le di verga a una recien casada
muy buen relato espero por tus siguientes

saludos Misko