A história de um prazer que não fecha

Boa noite, esse é meu primeiro post, resolvi contar essa história, e quem sabe mais pra frente outras, porque vi uns amigos fazendo por aqui, mas eles não sabem que eu vou começar a fazer também.

Bom, sem encher o saco, vou contar minha história. Saibam que é minha primeira vez, e não sei lidar muito bem com esse tipo de coisa. O motivo de eu contar é porque ninguém pode saber, ou pelo menos não posso contar com meu nome e sobrenome, por assim dizer.

Tudo começou quando eu e minha mina estávamos super de boa, como um casal de namorados que se ama e tudo vai perfeito. Um dia, normal como qualquer outro, combinamos de sair pra night com meus amigos e minha mina, acompanhada da irmã dela e uma amiga (vou situar vocês no tempo e espaço: eu tinha 20 anos, minha mina também, e a irmã dela e a amiga tinham 18). Naquela noite, decidimos fazer um pré, só que meus amigos não foram, deram desculpas ou não podiam, então fiquei só eu com as minas.

Tudo ia bem, até que minha mina passou do ponto, começou a se sentir mal, e foi deitar. Como as outras minas queriam sair, e a gente já tava quase na cara, minha mina falou:
- Vai, que eu fico aqui deitada. Confio em você, sai com minha irmã e a amiga.
- Beleza, então. Óbvio que não vou fazer nada (essas minas não me atraíam, tipo... é quando te falam "olha aquela gostosa" e você responde "ah, até que passa, não é nem muito nem tão pouco").

A questão é que depois disso a gente foi, porque as minas também insistiam. Saímos normal e estávamos bem alterados, no tal estado "alegre" que muitos conhecem, e começamos a falar de umas paradas enquanto paramos pra comprar umas coxinhas. Quando digo paradas, sim, coisas íntimas. A coisa foi ficando cada vez mais intensa e mais picante. Vou dar um resumo da conversa. Vou chamar a irmã da minha mina de Juli e a amiga dela de Agus, e eu de EU.

- Agus: não sei como você saiu e deixou sua namorada dormindo, podia ter feito qualquer coisa no rolê.
- EU: Como assim? Tipo, saí com vocês, óbvio que mesmo se quisesse não teria feito nada, vocês iam ficar de olho nas minhas tentações com outras minas, então nada a ver.
- Agus: E quem disse que era com outras minas? Kkkk (falou num tom provocativo e sutil).

Tenho que admitir que fiquei surpreso, essa mina é super tímida, poucos amigos, e nunca se solta falando, na verdade era raro ela beber tanto, mas ela bebeu.
- EU: Além do mais, ela é irmã da minha namorada, como eu ia fazer uma parada dessas.
- Juli: Kkkk (e parecia que queria falar mais alguma coisa, ou tentar entrar nesse clima), e completa: você, além da minha irmã, já ficou com outras?
- EU: sim, só duas vezes, mas não sei por que você tá perguntando (eu sempre fingia que não entendia se aquilo era indireta, me fazia de surpreso porque não queria criar clima).
- Agus: E você realizou alguma fantasia sexual com essas minas ou com sua namorada? (jogou assim, direto)
- EU: não, na real minha fantasia é meio estranha, tipo, é de todo homem, acho, fiz umas coisas mas não completei totalmente.
- Agus: E qual seria sua fantasia?
- EU: (com um pouco de vergonha respondi) como todo homem, né, seria legal ficar com duas minas ao mesmo tempo. (foda-se, soltei assim de uma vez).

As duas minas começaram a rir e aí a gente já tava chegando na casa da Agus porque a gente tava acompanhando ela. Por essas coincidências, encontramos um gatinho filhote chorando, então levamos ele pra dentro de casa e demos comida, e brincamos pra variar, com o gatinho. Aí surgiu a conversa se era fêmea ou macho.

- EU: é macho, acho, kkk, melhor porque somos dois machos e duas fêmeas agora (falei como piada de gente alegre, ainda meio bêbado, a onda durava um pouco, mas quase passando).
- Agus: Mas o gato não tem nada a ver com a gente, então somos duas bucetas e um pau. Kkkk.

Eu fiquei sem reação com isso, nunca imaginei que essa gostosa podia ser tão assim pra conversar, mas enfim, fiquei ali surpreso. Mas no fundo tava rolando uma parada estranha em mim, queria cair na tentação e completei: É, tu tem razão, a puta não importa, porque com uma pika já dá pra vocês duas.
As duas se olharam e ficaram se sorrindo. Eram 5h da manhã, a casa da gostosa é grande, a gente tava lá atrás no quincho, todo mundo dormindo, o que mais eu podia fazer.
Depois de um silêncio e de olhar pra puta e nos olharmos, me joguei em cima da Agus, e comecei a apalpar ela toda, ela não falou nada, aliás, entrou na brincadeira.
Mas a Juli me disse: Pera, será que é certo fazer isso? (Fazer isso? pensei, ela também quer entrar). Porque se a gente fizer, vou me sentir super mal com a minha irmã.
Eu fiquei olhando pra ela, deitado em cima da Agus já com as mãos nos peitos dela, bem durinhos. E ela me fala "Tá bom, amanhã a gente finge que não aconteceu nada".
Naquela hora tava com vontade de vomitar, porque o álcool tava começando a me fazer mal, mas me segurei, me sentia estranho, tipo uma euforia dentro de mim, e a Agus cada vez ficava mais doida.

A Juli desabotoou minha calça e começou a me bater uma bronha, até minha ereção chegar no talo, aí foi quando ela começou a chupar minha cabeça, de um jeito meio amador, e dava pra ver que ela tava tímida, mas aí foi quando eu empurrei ela pelos cabelos pra engolir até o fundo, e isso deixou ela mais excitada, porque começou a chupar com muita vontade. Eu enquanto isso tirava a roupa da Agus e a Juli me chupava com tudo, começando da cabeça até o fundo, lambia os lados da minha pika, e babava pra caralho pra dar mais lubrificação, tinha virado uma expert.

Foi aí que comecei a chupar o clitóris da Agus, e ela mordendo um lençol gemia com tudo, sentia que ela mal conseguia falar "não para, não para, chupa ela toda, hoje quero que você me coma muito, quero sentir uma pika bem dura dentro de mim". Eu enfiei dedos e chupei até deixar ela louca, tirei a roupa da Juli e a Agus sozinha se ajoelhou quatro mostrando toda aquela bunda linda dela e falou "vai, me come toda, hoje quero sentir todo o teu pau dentro de mim, quero que meta e tire bem forte, bem duro". Enquanto eu ia enfiando meu pau na bucetinha pequena dela, ela gemia cada vez mais e chamou a Juli pra ficar na frente dela, e começou a fazer sexo oral nela. Eu metia com um movimento pélvico forte e profundo, como se fossem golpes de euforia, e ela curtia cada vez mais e completava "quero todo o teu gozo na bunda, goza em volta da minha bunda, vai, meu amor", eu até aquela parte mudo, só soltava umas palavras safadas tipo "toma, engole tudo, cê gosta assim bem dentro?".

Depois disso, eu sem gozar, elas viram e a Juli senta em cima de mim, e começa a cavalgar, era meio tímida, mas a Agus começou a beijar ela e falava pra mim "fala pra ela 'cê gosta, putinha? cê gosta do pau do teu cunhado?'", então não teve jeito, tive que falar e ela respondia "aiii, sou muito putinha mesmo, adoro o teu pau, como ele tá duro, tá bem dentro, não para, continua me dando, quero que me arrebente toda, ah ah ah", e gemia pra caralho.

Falei "cuidado que podem ouvir" e ela respondia "não importa, me come que tu tá me fazendo ver estrelas". Nisso a Agus sentou na minha cara e falou "aguenta duas? essa é a tua fantasia? então satisfaz duas mulheres".

Naquela hora meu pau tava duro pra caralho e minha língua virou tipo especialista no assunto, parecia possuída, tava eufórica, e a Agus começou a gemer pra cacete.
Tava chegando na minha primeira gozada e avisei a Juli pra tomar cuidado, mas ela continuou e levantou, me masturbou e esperou todo o gozo na boca dela, o êxtase era tipo um mundo, um momento onde não importava mais nada, onde o tempo e o espaço param, o prazer era duplo, triplo, meu coração batia muito forte e a circulação sanguínea tava perfeita, até o pau pulsava.

Nessa hora a Agus falou "nãooo, te falei pra gozar na minha bunda, não seja Malo, me dá a minha". Aí não tive ideia melhor do que brincar com a bunda gostosa de morena que ela tinha, até dilatar, e ela falou "vai devagar", mas não obedeci, meti meu pau com a cabeça bem grossa e, mordendo uma camiseta, ela gritou bem alto, mas dizia "aiii como eu gosto pelo cu, não pensei que era tão bom". A Juli estava do nosso lado se masturbando sozinha, então eu a juntei no ato sexual e comecei a chupar o clitóris dela bem forte também. Ainda sinto isso, acho que foi uma sensação perfeita, sinto os dois gemidos juntos na minha cabeça que não param de soar, saber que consegui realizar minha fantasia e era algo mágico, elas gemiam muito e as duas me diziam "vai mais mais mais, mais prazer", então eu acelerava o ritmo. Tudo isso até chegar no momento do gozo, tirei o pau da bunda dela e comecei a gozar ao redor, e ela dizia "que quentinho, como eu gosto", então falei pra Juli chupar a bunda dela e depois se beijarem (já que tudo estava indo bem), e sem dizer nada, ela chupou todo o sêmen da bunda e começaram a se beijar, e eu via os fios de porra passando pelos lábios delas, até que engoliram tudo. Depois ficamos dormindo meia hora, vestidos, obviamente, e no outro dia, chegou a culpa, o que eu deveria fazer com minha namorada, ela não merecia aquilo, não sabia o que dizer e naquele instante recebi uma mensagem da Agus dizendo "amei ontem à noite, espero que tenha uma próxima", mas eu não respondi. Por outro lado, a Juli não me escreveu nada, e na verdade ela nunca disse nada e nunca mais rolou nada. Por um tempo, com a Agus também não, ela ainda ficou com outro cara, namorando. E passaram vários meses. Eu com minha namorada me distanciei um tempo, embora tenha dito que era por outras razões, e depois de vários meses, muitos mesmo, voltamos a ficar juntos. E é só até aqui com essa história, porque ainda tem mais coisa com a Agus. Mas na próxima eu termino. Espero que vocês saibam me entender na história, desculpa se fiz vocês perderem tempo, mas tô no meio. Trampo, não consigo me concentrar muito porque tem supervisores, talvez a próxima parte ele conta em casa, tranquilo.

5 comentários - A história de um prazer que não fecha

Muy buen relato, bien contado y la historia perfecta. +2