Mi mujer atiende a dos amigos de mi hija

Somos um casal felizmente casado há 30 anos. Eu tenho 55 anos, e minha esposa 50.
Sou um cara normal, com uns quilinhos a mais, nem bonito nem feio, que sempre conquistei mulheres pelo meu humor e inteligência, não por ser uma beleza.
Entre essas conquistas, a melhor, sem dúvida, foi minha esposa. Hoje, Viviana, com 50 anos, continua tão gostosa quanto sempre. Pernas muito bonitas, com apenas um pouco de celulite, uma bunda boa, cintura fina, peitos pequenos, mas que parecem de uma mulher 20 anos mais nova, costas com ombros bem definidos, pescoço fino e comprido, e um rosto quase sem rugas. Tudo isso faz com que os homens que cruzam com ela na rua sempre deem uma segunda olhada. Nem imaginam como ela era com 18 anos, quando a conheci.
Nossa vida seguiu normal, casamos e temos uma filha de 25 anos que, por causa dos estudos, fica muito pouco conosco.
Quanto à nossa vida sexual, devo confessar que perdeu muito do interesse que tinha no começo. Transávamos de vez em quando, e os problemas do dia a dia nos faziam chegar na cama exaustos e nervosos, e isso não é um bom começo para ter relações prazerosas.
De manhã estou em casa, ou resolvendo coisas perto, e à tarde vou trabalhar e volto muito tarde. Devo confessar, sim, que já fui infiel algumas vezes, mas não passaram de aventuras ocasionais, nada sério. No entanto, essas situações me fizeram pensar no que faria se fosse minha mulher tendo essas aventuras, e descobri que seria capaz de tolerar e perdoar, se fosse com alguém que eu não conhecesse. Ela não tinha muita experiência com outros homens. Talvez o que mais doesse seria o outro tirar sarro da minha cornitude.
Essa história começa com uma situação que me impactou e mudou a visão que eu tinha dela e do nosso casamento, e que me deixou numa posição que não sei como lidar.
Um fim de Semana passada, minha filha voltou pra casa e teve a brilhante ideia de convidar um grupo de amigos pra jantar. Aproveitando o tempo bom e o quintalzão da minha casa, os jovens se reuniram lá fora, assaram carne, bateram papo e ouviram música até tarde. Quando chegaram, vieram nos cumprimentar. Um deles, o mais desenrolado, aproveitou pra abraçar e beijar minha esposa, elogiando a beleza dela e dizendo que as garotas mais novas não tinham nem chance. Ela ficou vermelha e o afastou com um sorriso, falando pra ele parar de zoar. No fim, foram pro quintal e nos deixaram em paz.

Eu fiquei no meu escritório navegando na internet, e minha esposa, com o netbook dela, na sala de jantar, onde eu ouvia que, de vez em quando, algum dos jovens entrava pra pegar algo pra beber ou qualquer outra coisa.

No começo, não prestei muita atenção nas vozes, mas de repente algo me chamou a atenção. A voz do Gerardo, o jovem desenrolado, aparecia direto, e era claro que ele era quem mais vinha pra dentro de casa. De vez em quando, a voz dele virava um sussurro que eu não conseguia entender, e a risada da minha mulher me mostrava que ele tinha dito algo engraçado. Mais do que engraçado, as respostas da minha esposa deixavam claro que as frases tinham um puta duplo sentido.

"Que isso que você fala, Gerardo", "Posso ser sua mãe, menino", "Nem pensa nisso" — eram as frases que mais rolavam.

Fiquei puto com a situação, mas não podia falar nada. Afinal, ele era amigo da minha filha, e no fundo eu gostava que o moleque valorizasse minha mulher. Não tem nada pior do que ter uma parceira que ninguém deseja.

Lá pelas 2 da manhã, decidi ir me deitar. Avisei minha esposa, e ela disse que ia ficar mais um pouco, caso precisassem de algo. A resposta dela não me agradou, e, com toda a malícia, fui me deitar, mas na verdade fiquei no corredor, de onde dava pra ouvir o que eles falavam. Se alguém viesse, eu podia me enfiar rápido na cama e fingir que dormia.
Um tempo depois, Gerardo entrou na casa.
— Vivi, lá fora todo mundo já tá bêbado e eu tô entediado. Eu sei que você vai saber me divertir.
— Procura gente da sua idade pra se divertir. Eu sou mais velha e já ia me deitar.
— Exatamente, era nesse tipo de diversão que eu tava pensando.
— Gerardo, chega dessas insinuações, que se meu marido ouvir, vai dar merda... — ela disse, mas com uma voz que claramente convidava o jovem a continuar. A paquera agradava ela pra caralho.
— Teu marido tá no escritório, se quiser eu pergunto pra ele se deixa a gente brincar de alguma coisa.
— Não, meu marido foi se deitar e de qualquer jeito não acho que ele vá autorizar o tipo de brincadeira que você vem me propondo.
— Ele foi se deitar? Sozinho? E não te levou? Desculpa Vivi, mas teu maridinho tá gagá. Eu não me deitaria nessa casa sem ter você do meu lado, tô falando sério.
— Gerardo, acho que você bebeu demais. Seria bom você dar uma refrescada.
— Agora que pensei, a gente tá sozinho, então podemos continuar conversando com mais intimidade, não acha?
— Não acho. E fica aí onde você tá. Se meu marido levantar e nos encontrar tão perto, vai acabar mal.
— Faz o seguinte: vai ver se ele tá dormindo.
— Não, Gerardo, não precisa, porque não pretendo fazer nada que meu marido não possa ver.
Um silêncio se estendeu por alguns minutos. Um barulho surdo de luta foi ouvido baixinho.
— O que você tá fazendo? Cê tá louco?
— Vamos, Vivi. Você tá tão molhada e excitada quanto eu. Não nega, então pra que perder tempo? Vai ver o que teu marido tá fazendo, ou senão vou eu.
Ouviu-se barulho de roupa sendo arrumada e eu rapidamente me enfiei na cama e fingi estar profundamente dormindo. De propósito, tinha deixado uns comprimidos pra dormir na mesa de cabeceira, o que foi muito inteligente. Minha esposa entrou, me chamou baixinho e, como não respondi, se aproximou da cama. Me viu dormindo e também viu os remédios na mesa. Tava claro que ela pensou que eu tava dormindo profundamente e não ia acordar. Depois de um minuto, ele apoiou a porta e saiu.
Esperei alguns segundos e me levantei sem fazer barulho. Ao chegar no corredor, não se ouvia nada. Devagar, espiei e, com surpresa, vejo minha esposa deitada no sofá e o Gerardo por cima dela, enfiando a língua na boca dela até o fundo enquanto apalpava os peitos dela. Depois de alguns segundos, uma das mãos dele desceu até se apossar da buceta da minha mulher por cima da calça que ela estava usando. O jeito que ele roçava e pressionava enlouqueceu minha mulher, que se entregou completamente.
— Vamos pra outro lugar — disse ele, parando de beijá-la. — Vamos pro escritório do seu maridinho.
— Não, lá podem nos pegar.
— Tô louco, ou vamos pra outro lugar ou te como aqui mesmo — disse Gerardo, começando a abaixar o zíper.
— Espera, vamos pro banheiro de hóspedes, que ali ninguém entra.
Rapidamente, atravessei o corredor e entrei no quarto de hóspedes. Entrei no banheiro e me escondi atrás da cortina do chuveiro, dentro da banheira, rezando pra não me verem.
Uns dois minutos depois, a luz do banheiro acendeu.
— Aqui não vamos ficar muito confortáveis — disse Gerardo.
— Mas podemos trancar a porta e, se alguém vier, você pode dizer que tá ocupado e não vão entrar. — Dizendo isso, minha mulher trancou a porta por dentro, que estava sem a maçaneta, quebrada há uns dias. Mas a tranca era bem segura.
— Você é toda uma putinha gostosa. Bom, vamos ao que interessa — e sem mais, ele a abraçou e beijou de novo como antes, os dois de pé no meio do banheiro.
Levantando um pouco a cortina, eu conseguia ver tudo o que rolava, e preciso admitir que me excitava pra caralho. Minha fiel esposa, enroscada com um garoto que podia ser filho dela, na própria casa, a metros do marido e da filha. O tesão era foda.
Habilmente, o moleque a despiu da cintura pra cima, deixando os peitos à mostra, e começou a chupá-los com gosto, como se fosse estourá-los. Ela só aproveitava e acariciava a cabeça dele, gemendo e suspirando. Quando a mão do jovem voltou ao sexo dela, ela tremeu dos pés à cabeça. Sem parar de chupar os peitos dela, ele desabotoou a calça dele e deslizou pra baixo junto com a cueca, deixando ela totalmente nua.
- Você é mais gostosa do que eu imaginava, disse ele se afastando um passo pra olhar ela em detalhes. Ela colocou as mãos na cintura, deixando ele olhar à vontade.
- Você não acha que tô velha?, perguntou ela, insinuante.
- Tá maluca? Você tem a melhor buceta que eu vi em muito tempo, e dizendo isso tirou a camiseta mostrando um abdômen tanquinho, e devagar desabotoou a jeans, tirou os sapatos, e se livrou dela ficando só de cueca que já tava inchada de tesão.
- Pra você ver que não tô mentindo. Olha como você me deixa, disse apertando o pedaço dele.
Minha mulher tirou os sapatos e terminou de se despir, e hesitou em se aproximar do rapaz.
Gerardo olhou pra ela e, sem dizer nada, abaixou a cueca e o pau dele saltou feito mola. Terminou de tirar pelos pés, e começou a se masturbar devagar, descobrindo a cabeça do pau e cobrindo de novo. Era óbvio o que ele queria, mas o que ele não sabia era que minha esposa não era fã de sexo oral. Quase nunca consegui que ela me chupasse em todos os anos de casados, então ele ia ficar a ver navios. Não pude deixar de sorrir.
Ela se aproximou devagar e com a mão direita agarrou o pedaço do macho, e continuou a masturbação, enquanto beijava ele na boca. Ele deixou ela fazer por um momento, depois pegou ela pelos ombros e empurrou pra baixo, e pra meu espanto, sem oferecer resistência, minha mulher se abaixou, e de cócoras começou a passar a língua no pau do Gerardo, até terminar chupando ele, primeiro a cabeça e depois com desespero até as bolas do macho baterem no queixo dela. Ela se afastou quase engasgando e engoliu ele de novo por completo, com os gemidos do macho que não acreditava no que tava rolando.
- Como você chupa Mamita, como tu chupa essa pica, continua, continua, o jovem a incentivava, guiando a cabeça dela pra que o boquete fosse mais completo.
Finalmente, depois de uns minutos, ele a separou violentamente. Tava prestes a gozar e não tava a fim. Respirou fundo e, procurando nos bolsos da calça, tirou uma camisinha. Rasgou a embalagem com os dentes e rapidamente enfiou a ferramenta. Abaixou a tampa do vaso e sentou.
— Vem aqui e monta em mim, gostosa — disse ele, o que fez minha esposa se aproximar e, colocando uma perna de cada lado do corpo do Gerardo, pegou a pica com a mão e guiou até a buceta dela, se deixando cair devagar até se empalar por completo, enquanto gemia de prazer. Gerardo amassava os peitos dela e minha mulher começou a subir e descer no pau do macho.
Os gemidos e suspiros deixavam claro, sem dúvida, o que tava rolando ali, e com a voz cada vez mais alta, por causa do tesão, Gerardo dizia pra minha esposa o quanto ela era uma puta e como ele tava metendo nela.
Nesse momento, vejo uma sombra no vidro da porta do banheiro. Tinha alguém ali ouvindo tudo que tava acontecendo. O tesão do casal não deixou eles perceberem. A sombra se abaixou. Era óbvio que tava tentando ver o que rolava pelo buraco que a maçaneta faltando deixava. Imaginei que a visão devia ser alucinante. Só rezei pra não ser minha filha que tava olhando.
Os amantes continuavam, enquanto isso, na sessão, até que Gerardo se levantou sem parar de penetrar ela. Minha mulher envolveu a cintura dele com as pernas pra não se soltar daquela vara de carne que a preenchia tão gostoso, enquanto se pendurava no pescoço dele. Assim, de pé, o macho continuou metendo sem parar. Era muito excitante ver como ele mexia os quadris pra cima e pra baixo pra se enfiar por completo na buceta da minha esposa. Nesse momento, minha mulher se tensionou e começou a gozar como uma louca, assim suspensa no ar e tendo como eixo a pica do macho dela. Quando ele sentiu Gozar, Gerardo acelerou ainda mais, transformando aquele orgasmo numa série interminável que fez ela gemer e gritar descontroladamente. Aí o macho beijou ela pra calar a boca, porque corria o risco de serem ouvidos.
— Cala a boca, putinha, senão a gente se fode — falou ele quando o orgasmo acabou. Na mesma hora, baixou ela no chão. Minha esposa tava com as pernas bambas de tanto gozar e mal conseguia ficar em pé. Ele levou ela até a pia, virou ela de costas, mandou abrir as pernas e, naquela posição, meteu tudo por trás, levantando ela do chão com a força da estocada. Depois, segurou pelos ombros e, com enfiadas longas, entrava até o fundo e saía quase por completo. Da minha posição, dava pra ver a cena toda e, puta merda, tava muito excitado. O moleque tinha dominado ela por completo. Minha mulher gemia e chorava sem parar, e só ficava de pé porque o macho segurava ela e a barriga dela tava apoiada na pia. Finalmente, ele começou a acelerar cada vez mais, e com um gemido longo, enfiou até o fundo e começou claramente a gozar. Ele saía e voltava a enterrar até o talo. 3, 4, 5 vezes, até terminar caindo em cima do corpo da minha esposa, que já nem gemia mais. Ela tava destruída.
Devagarzinho, Gerardo se afastou, recuperou o fôlego e sentou no vaso. Olhou pro pau dele e, lentamente, tirou a camisinha. Dava pra ver que tava cheia de porra.
— Porra, me esvaziou toda, gostosa. Acho que não sobrou nada nas minhas bolas, e olha que fazia tempo que eu não gozava. Vou levar de lembrança — e, dando um nó, guardou no bolso da calça. Se vestiu rápido e, quando ficou apresentável, chegou perto pra dar um beijo nas costas da minha mulher.
— Valeu, putinha, você foi fantástica. Vou nessa pra ninguém desconfiar. Manda um abraço pro seu maridinho quando ver ele — falou, dando um tapa na bunda dela. De forma imperceptível, enquanto isso rolava, ouviu um roçar de roupas atrás da porta. Os amantes não ouviram, e alguém se afastava.
Gerardo abriu a porta e saiu rapidamente, ficando lá sozinha minha esposa exausta sobre a pia.
Antes que ela percebesse, outra pessoa entrou no banheiro. Era Lucas, outro amigo da minha filha. Um nerd típico de óculos, magricela e sem muita sorte com o sexo oposto, como sempre comentavam. Muito tímido e desengonçado. Porém hoje não era o mesmo.
Seus olhos estavam injetados de sangue e o rosto desfigurado. Sem dúvida era ele quem estava do outro lado da porta. Trancou o ferrolho e rapidamente abriu a braguilha, tirando uma piroca grossa e comprida que fazia a minha parecer de brinquedo. Me surpreendeu que um frangote daquele carregasse uma ferramenta daquelas. Pra piorar, estava selvagemente dura e, enquanto avançava em direção à minha mulher se masturbando, a cabeça brilhava com o líquido pré-seminal.
Sem pausa, se posicionou atrás dela e, apontando a lança, enfiou a cabeça na minha mulher sem dizer nada. Minha esposa se tensionou com a penetração e tremeu por um segundo, mas com certeza pensou que era o Gerardo continuando a foder. Quando já tinha entrado metade, algo deve ter desconfiado. Levantou a cabeça e, com horror, viu que quem estava atrás dela não era o Gerardo. Era o chato do Lucas. Tentou resistir, mas o moleque, prevendo a manobra, agarrou ela pelo pescoço com as duas mãos e enfiou até o fundo, apertando ela contra a pia. A fuga era impossível.
— O que cê tá fazendo, filho da puta? — conseguiu dizer minha esposa, meio sufocada.
— Fica tranquila que eu te vi trepando com o Gerardo. Se não quiser que todo mundo fique sabendo, fica quieta e aproveita — ele disse enquanto começava uma metida e tirada feroz.
Minha esposa, ainda mole da luta anterior, ficou paralisada com o que ouviu, e esses segundos de dúvida foram suficientes para Lucas se acomodar de vez e penetrar ela como manda o figurino, entrando e saindo do corpo dela com uma verdadeira fúria homicida. Ele estava partindo ela ao meio. dois.
— Espera, por favor, espera, eu te conheço, você não pode fazer isso comigo, deixa eu respirar, por favor, tô me afogando — implorou
Em resposta, Lucas afrouxou as mãos do pescoço de Viviana e a segurou pelos ombros, sem parar de tentar enfiar o corpo inteiro dentro dela.
— Devagar, que você tá me rasgando, por favor, devagar, seu animal — suplicava minha mulher, já tendo aceitado que a foda era inevitável, mas não havia força humana que fizesse Lucas diminuir as investidas. Ele estava completamente descontrolado, possuído por uma excitação sem limites. De repente, começou a gemer e ficou claro que estava gozando.
— Tá me queimando, filho da puta, tá me queimando, não me enche, seu animal — minha esposa chorava, mas foi inacreditável. Sem parar de meter, ele a enchia. Uns segundos depois, um líquido viscoso começou a jorrar da buceta da minha mulher, mas nem assim Lucas diminuiu o ritmo. Continuou fodendo como se a vida dele dependesse daquilo. Minha mulher parou de falar e começou a gemer, depois parou de gemer e começou a suspirar, até que só respirava ofegante, tamanho era o nível de submissão que estava aguentando. E finalmente, algo que parecia impossível, ela começou a gozar de novo, dessa vez mais baixinho, sem tantos gritos, mas chorando abundantemente. O nerd a tinha conquistado por completo, e ela perdeu todo o controle. Por fim, o nerd se afastou. O pau dele fez um barulho como se tivesse destampado uma garrafa, e minha mulher ficou desmaiada. Ele a pegou pela cintura e a sentou no vaso sanitário. Pegou a boca dela e a forçou a abrir e engolir o pau dele, começando a se masturbar com a boca dela enquanto segurava a cabeça dela. Minha mulher estava praticamente inconsciente, incapaz de entender o que estava rolando. Aos poucos, foi se recuperando.
— Diz se você já teve um assim na boquinha, mamãe, vamos, seu marido não tem um desse, né? — ele dizia enquanto a segurava pela cabeça e se masturbava com a boca dela.
Foram uns cinco minutos. de felação selvagem, até que finalmente enterrou o máximo que pôde e começou a cuspir porra na boca dela. Depois dos primeiros jatos, ele tirou e espalhou uma quantidade incrível de porra no rosto e nos peitos dela, ainda mais considerando que era a segunda gozada dele. Minha mulher ficou ali, de olhos fechados, encostada na parede, banhada de porra de um jeito humilhante. Finalmente, tudo tinha acabado. Ou pelo menos eu pensei. Lucas pegou o pau morelão dele e, sem dizer nada, começou a mijar nela com jatos fortes que serviram para lavar a porra que a cobria. Minha mulher soluçava sem conseguir reagir, e no fim, teve outro orgasmo mais violento que os anteriores, ficando quase inconsciente.
- Muito bom tudo, puta. Tava com muita vontade de te comer e te dominar por completo. Da próxima vez vai ser melhor, pode crer. Imagina meu pau bem dentro do teu cu, te furando igual um martelo hidráulico. Sonha com isso e reza pra tua filha organizar outro jantar logo, que aí eu te dou o que é teu. Ele se virou, lavou o pau na pia, se aproximou da minha mulher e secou ele no cabelo dela, filho da puta, e depois foi embora do mesmo jeito que chegou.
Minha mulher ficou soluçando sentada no vaso. Ele tinha usado ela como uma puta de beco. Devagar, ela se levantou, juntou a roupa e, vendo que não tinha ninguém, entrou correndo no banheiro principal. Eu pude ouvir a água do chuveiro correndo. Saí e fui para o quarto continuar fingindo que tava dormindo.
Não falei nada do que tinha visto. Minha mulher ficou uns dias estranha, mas não perguntei o motivo. Uma semana depois, a gente transou do melhor jeito que eu lembro. O jeito que ela chupou meu pau me enlouqueceu. Ela tomou a iniciativa pela primeira vez na vida e conseguiu me fazer gozar três vezes, coisa que não tinha acontecido nem quando a gente namorava. Enquanto eu comia ela, passavam na minha cabeça, como num filme, as imagens do encontro dela com os moleques, e isso com certeza foi o que mais me excitou.
O problema é que hoje à noite, minha filha convidou os amigos de novo, e minha mulher, coisa rara nela, resolveu vestir uma saia curta e uma camiseta sem sutiã, dizendo que tá calor e que assim fica mais à vontade. Também me falou que seria bom eu deitar cedo e tomar um dos meus remédios pra não me incomodar com o barulho dos moleques.
O que resolvi fazer vai ser assunto de outro relato.

12 comentários - Mi mujer atiende a dos amigos de mi hija

Si fué real. entonces que experiencia, rara pero exitante. van puntos para ti.
que raro de vos pulga colgando un alto relato !!! buenismo !! que siga !!!
Bueno, tampoco me desmoralices 😃 . Saludos
Simplemente espectacular gracias por compartir