Fiz uma temporada de dois meses na Espanha e lá tive algumas boas experiências sexuais, mas quero contar hoje uma em particular que vivi com uma japonesa. Essa me marca, especialmente, porque de certa forma eu transgredi algo proibido e foi muito satisfatório.
Logo nos primeiros dias depois de chegar, notei que essa pessoa existia e ela me chamou muito a atenção. Ela parecia pequena, mas não por causa da altura, que é média, e sim pela sua fisionomia. Magra, com gestos tímidos e muito delicados e suaves. O rosto redondo era bem limpo, os olhos puxados e o nariz pequeno, além da pele branca, que fazia seus lábios pequenos, mas carnudos, se destacarem. Mas o que mais me chamou a atenção foi o porte e a roupa que ela usava, além do cabelo preto. Naquela vez, ela estava com um vestido leve, pouco acima do joelho, umas sapatilhas brancas de salto alto, e suas lindas pernas estavam cobertas por umas meias que pareciam etéreas — não exagero, na pele branca delas, tinham aquela aparência doce. Claro que ela não tinha muito peito nem muito quadril, mas o tronco era curto, os braços longos e, abaixo da cintura, onde o vestido ajudava com a queda a revelar, um par de bundas lindas que me hipnotizaram. Para não parecer muito óbvio, não a segui quando ela saiu acompanhada dos colegas, mas desde aquele momento comecei a reparar onde podia encontrá-la e tentar uma aproximação. Assim se passaram alguns dias, em que fui descobrindo os lugares do prédio onde ela passava mais tempo. Sempre a via usando vestidos, sapatos de salto alto e meias, o que aumentava minha vontade de me aproximar dela.
Por fim, um dia a gente se encontrou numa atividade e aproveitei para me aproximar, porque tínhamos que trabalhar em duplas e me mexi de um jeito que ela teve que me aceitar como parceiro. Foi difícil no começo trabalhar, porque eu não conseguia me concentrar naquilo quando tinha que ficar atento para não ser óbvio toda vez que olhava com desejo para alguma parte do corpo dela, o que acontecia o tempo todo. O tempo. Tudo estava dando certo no trabalho, porque no outro lado era uma missão impossível pra mim, ela quase não falava comigo, só fazia o que eu mandava e, no fim, parecia que tinha medo de mim. Mas finalmente tive minha chance. Nos deixaram um trabalho final que avaliava tudo do minicurso que a gente fez e que tinha a ver com o que trabalhamos em equipe. Percebi que ela parecia preocupada e, claro, me ofereci pra ajudar no que precisasse. E aí chegou minha oportunidade. Ela aceitou minha ajuda meio resignada e eu, cheio de malícia, falei que só ia ter tempo quando começasse a anoitecer. Usei esse tempo só pra planejar bem o encontro.
Na hora e no lugar combinados, cheguei pontual e ela chegou poucos minutos depois. Tava uma gostosa. Por sorte, sem eu perceber quando sugeri o horário, a biblioteca tava fechada, então propus irmos pro meu prédio, onde tem uma salinha pra trabalhar. Depois de negociar um pouco e refutar as alternativas dela, consegui convencê-la a ir. Claro que, ao chegar, fui pro meu quarto e peguei uma garrafinha de vinho e dois copos. Ela me olhou estranho e recusou o copo. Com paciência interna, resolvi trabalhar direito pra ganhar a confiança dela. Ficamos um tempão trabalhando pesado até que finalmente o trabalho dela ficou pronto. Aí parti pra cima de novo e dessa vez ela aceitou o vinho. Ficamos conversando e, entre as coisas que ela me contou, disse que era casada. Nunca devia ter mencionado isso, adoro mulher casada, é uma perversão psicológica que tenho e, claro, me fez focar ainda mais no meu objetivo. Quando acabou o copo, ela já tava bem bêbada. Era uma mulher completamente diferente, os movimentos delicados dela viraram umas reboladas desengonçadas cheias de risada. Não importava, ela continuava gostosa e, além disso, casada. Tentou se levantar e não conseguiu, caindo no sofá, mas insistia que precisava ir embora logo, que era obrigação dela, e se empenhou nisso. Aproveitei pra dar mais vinho pra ela, que recusou, mas peguei o copo e aproximava a boca dela, empurrando o vinho que ela era obrigada a tomar. Me surpreendi como ela ficou tão bêbada com tão pouco álcool, mas não me aguentei mais, já que, enquanto empurrava o copo, tive a chance de ficar quase em cima dela e me apoiar nas coxas dela, acariciando um pouco, então numa dessas fui pra boca dela, surpreendendo ela metendo minha língua no lugar do vinho. A verdade é que eu tava muito excitado e, naquela posição, continuei beijando e acariciando as pernas dela, os quadris e a barriga, enquanto beijava o pescoço, o rosto e o decote. Ela ficava dizendo que não o tempo todo, mas me deixava fazer sem resistir, então não parei. Me atrevi a meter a mão entre as coxas dela. Foi uma delícia sentir o calor que tinha ali, além da maciez da meia dela. Como tive medo de alguém nos pegar, falei pra irmos pro meu quarto. Claro que ela continuava com o mesmo papo, não, não, não... mas quando levantei ela quase carregando, ela não resistiu. Deixei ela cair na minha cama, ela tentou se levantar, mas fui pra cima dela de novo, com cuidado fui deitando ela de novo e comecei a curtir o corpo dela ainda vestido. Nessa hora lembrei da câmera, porque queria umas fotos dela assim.
Primeiro me despi rápido, depois fiquei entre as pernas dela e comecei a levantar o vestido e acariciar entre as pernas. Ela só fazia uma cara fechada, apertando os olhos e a boca, mas não falava nada. Tava atordoada pelo vinho. Aos poucos fui tirando a roupa dela. Nessa hora não soube se ela já tava dormindo ou só de olho fechado de bêbada. Abri as pernas dela e lambi e meti a língua na buceta toda. O gosto era uma delícia. A ppk dela tinha uns pelinhos finos. Lambi e apalpei ela toda. Passei língua e mãos no corpo inteiro. Os biquinhos eram pequenos e rosados. Pequenos, mas lindos. Finalmente, com a câmera na mão, decidi penetrar ela. De vez em quando ouvia um gemidinho vindo dela. A boca dela. Como não quis engravidar ela, quando tava pronto joguei meu fluido no rosto e peito dela. Passei na pele com a mão. As gotinhas que sobraram limpei nos pelinhos da buceta dela. Depois coloquei ela debaixo das cobertas e dormi do lado dela, abraçando ela.
Acordei com o movimento violento que ela fez quando acordou umas horas depois. Tava morrendo de vergonha e, se não tivesse ainda pelada, teria saído correndo. Tentei acalmar ela sem sucesso até que mostrei as fotos. Com isso ela ficou paralisada. Falei pra ela se acalmar e voltar pra cama porque queria dormir com ela. Finalmente, uma das minhas fantasias tão desejadas tava se realizando, quero dizer, ter o controle total sobre uma mulher através da chantagem. Ela entendeu e ficou submissa, tanto que deixou eu pegar ela de novo debaixo dos lençóis e recebeu quietinha meu gozo na barriga dela. Assim amanhecemos juntos. Falei que ela podia ir embora mas que queria ver ela de novo à noite. Fiquei, com a reclamação dela, com a calcinha pequena de algodão dela.
A partir daquele momento ela passou a ser minha propriedade, tipo um cachorrinho submisso que eu podia usar do meu jeito. Prometi discrição se ela voltasse à noite. Durante o dia ia ignorar ela, mas à noite queria ela me abraçando com as pernas. Na real não deixei ela em paz, embora tenha sido bem discreto. Pelo meio-dia encontrei ela saindo do banheiro. Olhei rápido pra ver se não tinha ninguém por perto e fui atrás dela. Puxei ela pra um canto escondido atrás da parede. Ninguém podia ver a gente se passasse e dava pra ouvir os passos de alguém se aproximando. Ela tava surpresa e assustada. Mandei ela ficar quieta enquanto levantava o vestido dela. Coloquei ela de costas pra mim, contra a parede, e puxei as meias e a calcinha sexy dela. Ela não parava de fazer cara de surpresa mas fui muito rápido, mal reagiu quando já tava metendo. Eu tava muito excitado e de repente quis gozar, então mal deu tempo de tirar ele fora quando eu jorrei meu sêmen que direcionei entre as pernas dela e a calcinha. Quando me afastei satisfeito, ela puxou a roupa rapidamente pra correr se limpar no banheiro, mas o meu lado perverso apareceu. Proibi ela de se limpar e falei que à noite ia verificar se ela tinha me obedecido, senão, ia publicar as fotos dela. Ela não disse nada, desesperada, saiu correndo na direção oposta fugindo de mim e levando meu esperma molhado entre as pernas, grudado na meia-calça e nas meias dela.
À noite, ela bateu na minha porta quando eu já achava que não ia mais. Mandei ela entrar e empurrei ela na cama. Ela caiu de bruços e eu levantei o vestido dela na hora e abri as pernas pra ver se tinha me obedecido. E as meias dela estavam manchadas com o sêmen seco do meu pau. Satisfeito, deixei ela se ajeitar enquanto eu mesmo tirava o pau pra ela chupar. Ela recusou, mas forcei ela a colocar na boca. Como ela não cooperava muito, comecei a empurrar pra ela engolir até ela começar a tossir, quase vomitando de engasgo. Aí falei das fotos de novo e foi assim que ela cooperou. A boquinha dela estava entupida com meu pau e os lábios carnudos dela sobressaíam deliciosamente. Naquela noite, comi ela do meu jeito. Ainda vestida, abaixei a meia-calça e a calcinha dela de novo e meti de pé, ela apoiada na escrivaninha em frente à janela. Tirei as meias, a calcinha e os sapatos dela e sentei ela na escrivaninha. Com as pernas nos meus ombros, enfiei de novo. Aí tirei o vestido dela e levei pra cama.
Montei ela de quatro, de frente, com as pernas dela nos meus ombros e com as pernas empurradas contra o peito dela, fiz ela levantar e levantar uma perna apoiada no assento da cadeira, enfim. No final, não quis atormentar ela mais, então gozei nas nádegas dela. Deixei ela ir pro quarto dela naquela noite.
No terceiro dia disso, um colega italiano fez um comentário sobre como a japonesinha era gostosa. Confessei pra ele que tava comendo ela e depois soltei o comentário de que se Ele não ia querer provar. No começo, ele achou que era brincadeira, mas no final eu convenci ele de que era sério. Falei que eu tinha que resolver aquilo e combinamos que ele ficaria no meu quarto e ela chegaria pra satisfazer ele. Naquela noite, aconteceu o de sempre: ela chegou, eu gozei ela do meu jeito e depois falei que ela tinha que satisfazer aquele italiano. Quando ela recusou, fui pra cima dela, abri as pernas dela e meti de novo pra mostrar que ela era minha e que não podia me desobedecer. Fui bem enfático e ela acabou aceitando.
Na noite seguinte, estava tudo arrumado: o italiano chegou na hora certa e ela também. Avisei a japonesinha que ela tinha que conseguir ser comida pelo italiano e convencer ele, caso ele ficasse de conversa e não se animasse no final, porque ela parecia muito frágil e tímida. Deixei ela entrar sozinha e corri pra fora do prédio pra ver pela janela. Era no térreo, então dava pra ver do jardim. O que vi me agradou. Quando olhei, ela estava de pé, na frente dele, e já estava se despindo. O italiano, bem entendido, levou ela pra cama e fez o que lhe deu na telha. Quando terminou, eles se arrumaram e saíram juntos. Interceptei eles e peguei minha japonesa enquanto ele se despedia do italiano, que nos agradeceu. O que vi me deixou com muito tesão, então levei ela pro meu quarto. Tava tão tarado com minha japonesinha putinha que tive a ideia de amarrar as mãos dela na frente e vendar os olhos dela.
Assim brinquei com ela: passei a mão, enfiei os dedos, às vezes só me afastava e ficava olhando enquanto percebia que ela tentava me localizar. Decidi amarrar ela na cadeira, pés e mãos. Acariciei ela à vontade. Peguei uma tesoura e abri um buraco na meia-calça dela, na altura da buceta. Lambi a buceta dela por cima da calcinha até molhar tudo. Comecei a perceber ela mais excitada, mostrando mais prazer do que o normal, e aí entendi que ela gostava de ser amarrada e talvez de se sentir ameaçada com um objeto cortante. Decidi então abrir outro buraco parecido na meia-calça dela e enfiei a língua e os dedos. Passei a lâmina da tesoura pelo pescoço e peito dela, e ela começou a bufar. Pela primeira vez, notei alguma emoção de prazer nela. Me ocorreu, ao ver a garrafa de vinho na mesa, dar um gole eu e passar o vinho com minha boca pra ela beber. Com surpresa e excitação, ela recebeu o vinho, que derramou um pouco pelas bochechas. Até a língua dela ganhou vida, envolvendo a minha e buscando mais. Eu dei o gosto e afundei a língua com outro gole de vinho. Que gostosa me beijava, a língua dela na minha boca brigando com a minha. Desci então a lâmina pelo decote até o fundo dos peitos dela, a respiração acelerou mas ela segurou, cortei o sutiã dela pela frente e, surpreendentemente, foi como um êxtase pra ela. Naquele momento, cortei as amarras dos tornozelos e, com um pouco de dificuldade, levantei as pernas dela e a penetrei de uma vez. Ela começou a gemer, finalmente a ouvia excitada de verdade. Acho que ela conseguiu gozar, porque de repente os gemidos se transformaram num gemido só, contido e abafado, longo. Quando eu estava pronto, fui pra cima do rosto dela, puxei a cabeça dela pra trás e meti meu pau na boca dela, onde joguei meu esperma. Não podia acreditar no que via, ela estava engolindo, recebendo humildemente e com luxúria meu gozo. Depois, desamarrei ela da cadeira, mas não tirei a venda. Tirei o vestido e o sutiã, deixando ela só com as meias e a meia-calça furada e os sapatos de salto. Amarrei os braços dela nas costas e coloquei ela contra a janela aberta, com a luz apagada, e a penetrei de novo assim, em cima da escrivaninha, com o vento da janela entrando e esfriando o corpo semidespido dela. Finalmente, desamarrei ela e ela me abraçou pela primeira vez, tirei a venda enquanto nos beijávamos, misturando nossas salivas. Levei ela pra cama, com tudo e sapatos, e dormimos abraçados enquanto enfiava os dedos no buraco. Na manhã seguinte, ela levantou cedo, tomou banho e quando tava prestes a abrir a porta, peguei ela pelo pescoço e enfiei de novo no buraco, imobilizando um braço dela. Falei que ela só tinha permissão pra trocar o vestido, mas não o resto, que queria que ela passasse o dia inteiro com as meias e a calcinha furadas. Pra agradar ela, bom, foi o que pensei, peguei uma fita e amarrei dois dedos da mão esquerda dela. Ela sorriu e saiu assim.
De tarde, fui atrás dela e vi que tinha me obedecido. Naquela noite, me preparei com os apetrechos necessários. Fui além, a pedido dela, e bati forte na bunda dela e mordi os bicos dos peitos. Puxei o cabelo dela quando montei de quatro. Acho que ela gozou mais de uma vez. E durante os sete dias seguintes, até ela ir embora, a gente curtiu um sexo selvagem, violento e delicioso. Claro, não entrei em contato com ela nem ela comigo. Mas fiquei com a calcinha de algodão dela, com o sutiã cortado e com as meias e calcinha furadas. Ela levou o cordão que usei pra amarrar os dedos dela e umas peças sujas com meu gozo.
Fim
Logo nos primeiros dias depois de chegar, notei que essa pessoa existia e ela me chamou muito a atenção. Ela parecia pequena, mas não por causa da altura, que é média, e sim pela sua fisionomia. Magra, com gestos tímidos e muito delicados e suaves. O rosto redondo era bem limpo, os olhos puxados e o nariz pequeno, além da pele branca, que fazia seus lábios pequenos, mas carnudos, se destacarem. Mas o que mais me chamou a atenção foi o porte e a roupa que ela usava, além do cabelo preto. Naquela vez, ela estava com um vestido leve, pouco acima do joelho, umas sapatilhas brancas de salto alto, e suas lindas pernas estavam cobertas por umas meias que pareciam etéreas — não exagero, na pele branca delas, tinham aquela aparência doce. Claro que ela não tinha muito peito nem muito quadril, mas o tronco era curto, os braços longos e, abaixo da cintura, onde o vestido ajudava com a queda a revelar, um par de bundas lindas que me hipnotizaram. Para não parecer muito óbvio, não a segui quando ela saiu acompanhada dos colegas, mas desde aquele momento comecei a reparar onde podia encontrá-la e tentar uma aproximação. Assim se passaram alguns dias, em que fui descobrindo os lugares do prédio onde ela passava mais tempo. Sempre a via usando vestidos, sapatos de salto alto e meias, o que aumentava minha vontade de me aproximar dela.
Por fim, um dia a gente se encontrou numa atividade e aproveitei para me aproximar, porque tínhamos que trabalhar em duplas e me mexi de um jeito que ela teve que me aceitar como parceiro. Foi difícil no começo trabalhar, porque eu não conseguia me concentrar naquilo quando tinha que ficar atento para não ser óbvio toda vez que olhava com desejo para alguma parte do corpo dela, o que acontecia o tempo todo. O tempo. Tudo estava dando certo no trabalho, porque no outro lado era uma missão impossível pra mim, ela quase não falava comigo, só fazia o que eu mandava e, no fim, parecia que tinha medo de mim. Mas finalmente tive minha chance. Nos deixaram um trabalho final que avaliava tudo do minicurso que a gente fez e que tinha a ver com o que trabalhamos em equipe. Percebi que ela parecia preocupada e, claro, me ofereci pra ajudar no que precisasse. E aí chegou minha oportunidade. Ela aceitou minha ajuda meio resignada e eu, cheio de malícia, falei que só ia ter tempo quando começasse a anoitecer. Usei esse tempo só pra planejar bem o encontro.
Na hora e no lugar combinados, cheguei pontual e ela chegou poucos minutos depois. Tava uma gostosa. Por sorte, sem eu perceber quando sugeri o horário, a biblioteca tava fechada, então propus irmos pro meu prédio, onde tem uma salinha pra trabalhar. Depois de negociar um pouco e refutar as alternativas dela, consegui convencê-la a ir. Claro que, ao chegar, fui pro meu quarto e peguei uma garrafinha de vinho e dois copos. Ela me olhou estranho e recusou o copo. Com paciência interna, resolvi trabalhar direito pra ganhar a confiança dela. Ficamos um tempão trabalhando pesado até que finalmente o trabalho dela ficou pronto. Aí parti pra cima de novo e dessa vez ela aceitou o vinho. Ficamos conversando e, entre as coisas que ela me contou, disse que era casada. Nunca devia ter mencionado isso, adoro mulher casada, é uma perversão psicológica que tenho e, claro, me fez focar ainda mais no meu objetivo. Quando acabou o copo, ela já tava bem bêbada. Era uma mulher completamente diferente, os movimentos delicados dela viraram umas reboladas desengonçadas cheias de risada. Não importava, ela continuava gostosa e, além disso, casada. Tentou se levantar e não conseguiu, caindo no sofá, mas insistia que precisava ir embora logo, que era obrigação dela, e se empenhou nisso. Aproveitei pra dar mais vinho pra ela, que recusou, mas peguei o copo e aproximava a boca dela, empurrando o vinho que ela era obrigada a tomar. Me surpreendi como ela ficou tão bêbada com tão pouco álcool, mas não me aguentei mais, já que, enquanto empurrava o copo, tive a chance de ficar quase em cima dela e me apoiar nas coxas dela, acariciando um pouco, então numa dessas fui pra boca dela, surpreendendo ela metendo minha língua no lugar do vinho. A verdade é que eu tava muito excitado e, naquela posição, continuei beijando e acariciando as pernas dela, os quadris e a barriga, enquanto beijava o pescoço, o rosto e o decote. Ela ficava dizendo que não o tempo todo, mas me deixava fazer sem resistir, então não parei. Me atrevi a meter a mão entre as coxas dela. Foi uma delícia sentir o calor que tinha ali, além da maciez da meia dela. Como tive medo de alguém nos pegar, falei pra irmos pro meu quarto. Claro que ela continuava com o mesmo papo, não, não, não... mas quando levantei ela quase carregando, ela não resistiu. Deixei ela cair na minha cama, ela tentou se levantar, mas fui pra cima dela de novo, com cuidado fui deitando ela de novo e comecei a curtir o corpo dela ainda vestido. Nessa hora lembrei da câmera, porque queria umas fotos dela assim.
Primeiro me despi rápido, depois fiquei entre as pernas dela e comecei a levantar o vestido e acariciar entre as pernas. Ela só fazia uma cara fechada, apertando os olhos e a boca, mas não falava nada. Tava atordoada pelo vinho. Aos poucos fui tirando a roupa dela. Nessa hora não soube se ela já tava dormindo ou só de olho fechado de bêbada. Abri as pernas dela e lambi e meti a língua na buceta toda. O gosto era uma delícia. A ppk dela tinha uns pelinhos finos. Lambi e apalpei ela toda. Passei língua e mãos no corpo inteiro. Os biquinhos eram pequenos e rosados. Pequenos, mas lindos. Finalmente, com a câmera na mão, decidi penetrar ela. De vez em quando ouvia um gemidinho vindo dela. A boca dela. Como não quis engravidar ela, quando tava pronto joguei meu fluido no rosto e peito dela. Passei na pele com a mão. As gotinhas que sobraram limpei nos pelinhos da buceta dela. Depois coloquei ela debaixo das cobertas e dormi do lado dela, abraçando ela.
Acordei com o movimento violento que ela fez quando acordou umas horas depois. Tava morrendo de vergonha e, se não tivesse ainda pelada, teria saído correndo. Tentei acalmar ela sem sucesso até que mostrei as fotos. Com isso ela ficou paralisada. Falei pra ela se acalmar e voltar pra cama porque queria dormir com ela. Finalmente, uma das minhas fantasias tão desejadas tava se realizando, quero dizer, ter o controle total sobre uma mulher através da chantagem. Ela entendeu e ficou submissa, tanto que deixou eu pegar ela de novo debaixo dos lençóis e recebeu quietinha meu gozo na barriga dela. Assim amanhecemos juntos. Falei que ela podia ir embora mas que queria ver ela de novo à noite. Fiquei, com a reclamação dela, com a calcinha pequena de algodão dela.
A partir daquele momento ela passou a ser minha propriedade, tipo um cachorrinho submisso que eu podia usar do meu jeito. Prometi discrição se ela voltasse à noite. Durante o dia ia ignorar ela, mas à noite queria ela me abraçando com as pernas. Na real não deixei ela em paz, embora tenha sido bem discreto. Pelo meio-dia encontrei ela saindo do banheiro. Olhei rápido pra ver se não tinha ninguém por perto e fui atrás dela. Puxei ela pra um canto escondido atrás da parede. Ninguém podia ver a gente se passasse e dava pra ouvir os passos de alguém se aproximando. Ela tava surpresa e assustada. Mandei ela ficar quieta enquanto levantava o vestido dela. Coloquei ela de costas pra mim, contra a parede, e puxei as meias e a calcinha sexy dela. Ela não parava de fazer cara de surpresa mas fui muito rápido, mal reagiu quando já tava metendo. Eu tava muito excitado e de repente quis gozar, então mal deu tempo de tirar ele fora quando eu jorrei meu sêmen que direcionei entre as pernas dela e a calcinha. Quando me afastei satisfeito, ela puxou a roupa rapidamente pra correr se limpar no banheiro, mas o meu lado perverso apareceu. Proibi ela de se limpar e falei que à noite ia verificar se ela tinha me obedecido, senão, ia publicar as fotos dela. Ela não disse nada, desesperada, saiu correndo na direção oposta fugindo de mim e levando meu esperma molhado entre as pernas, grudado na meia-calça e nas meias dela.
À noite, ela bateu na minha porta quando eu já achava que não ia mais. Mandei ela entrar e empurrei ela na cama. Ela caiu de bruços e eu levantei o vestido dela na hora e abri as pernas pra ver se tinha me obedecido. E as meias dela estavam manchadas com o sêmen seco do meu pau. Satisfeito, deixei ela se ajeitar enquanto eu mesmo tirava o pau pra ela chupar. Ela recusou, mas forcei ela a colocar na boca. Como ela não cooperava muito, comecei a empurrar pra ela engolir até ela começar a tossir, quase vomitando de engasgo. Aí falei das fotos de novo e foi assim que ela cooperou. A boquinha dela estava entupida com meu pau e os lábios carnudos dela sobressaíam deliciosamente. Naquela noite, comi ela do meu jeito. Ainda vestida, abaixei a meia-calça e a calcinha dela de novo e meti de pé, ela apoiada na escrivaninha em frente à janela. Tirei as meias, a calcinha e os sapatos dela e sentei ela na escrivaninha. Com as pernas nos meus ombros, enfiei de novo. Aí tirei o vestido dela e levei pra cama.
Montei ela de quatro, de frente, com as pernas dela nos meus ombros e com as pernas empurradas contra o peito dela, fiz ela levantar e levantar uma perna apoiada no assento da cadeira, enfim. No final, não quis atormentar ela mais, então gozei nas nádegas dela. Deixei ela ir pro quarto dela naquela noite.
No terceiro dia disso, um colega italiano fez um comentário sobre como a japonesinha era gostosa. Confessei pra ele que tava comendo ela e depois soltei o comentário de que se Ele não ia querer provar. No começo, ele achou que era brincadeira, mas no final eu convenci ele de que era sério. Falei que eu tinha que resolver aquilo e combinamos que ele ficaria no meu quarto e ela chegaria pra satisfazer ele. Naquela noite, aconteceu o de sempre: ela chegou, eu gozei ela do meu jeito e depois falei que ela tinha que satisfazer aquele italiano. Quando ela recusou, fui pra cima dela, abri as pernas dela e meti de novo pra mostrar que ela era minha e que não podia me desobedecer. Fui bem enfático e ela acabou aceitando.
Na noite seguinte, estava tudo arrumado: o italiano chegou na hora certa e ela também. Avisei a japonesinha que ela tinha que conseguir ser comida pelo italiano e convencer ele, caso ele ficasse de conversa e não se animasse no final, porque ela parecia muito frágil e tímida. Deixei ela entrar sozinha e corri pra fora do prédio pra ver pela janela. Era no térreo, então dava pra ver do jardim. O que vi me agradou. Quando olhei, ela estava de pé, na frente dele, e já estava se despindo. O italiano, bem entendido, levou ela pra cama e fez o que lhe deu na telha. Quando terminou, eles se arrumaram e saíram juntos. Interceptei eles e peguei minha japonesa enquanto ele se despedia do italiano, que nos agradeceu. O que vi me deixou com muito tesão, então levei ela pro meu quarto. Tava tão tarado com minha japonesinha putinha que tive a ideia de amarrar as mãos dela na frente e vendar os olhos dela.
Assim brinquei com ela: passei a mão, enfiei os dedos, às vezes só me afastava e ficava olhando enquanto percebia que ela tentava me localizar. Decidi amarrar ela na cadeira, pés e mãos. Acariciei ela à vontade. Peguei uma tesoura e abri um buraco na meia-calça dela, na altura da buceta. Lambi a buceta dela por cima da calcinha até molhar tudo. Comecei a perceber ela mais excitada, mostrando mais prazer do que o normal, e aí entendi que ela gostava de ser amarrada e talvez de se sentir ameaçada com um objeto cortante. Decidi então abrir outro buraco parecido na meia-calça dela e enfiei a língua e os dedos. Passei a lâmina da tesoura pelo pescoço e peito dela, e ela começou a bufar. Pela primeira vez, notei alguma emoção de prazer nela. Me ocorreu, ao ver a garrafa de vinho na mesa, dar um gole eu e passar o vinho com minha boca pra ela beber. Com surpresa e excitação, ela recebeu o vinho, que derramou um pouco pelas bochechas. Até a língua dela ganhou vida, envolvendo a minha e buscando mais. Eu dei o gosto e afundei a língua com outro gole de vinho. Que gostosa me beijava, a língua dela na minha boca brigando com a minha. Desci então a lâmina pelo decote até o fundo dos peitos dela, a respiração acelerou mas ela segurou, cortei o sutiã dela pela frente e, surpreendentemente, foi como um êxtase pra ela. Naquele momento, cortei as amarras dos tornozelos e, com um pouco de dificuldade, levantei as pernas dela e a penetrei de uma vez. Ela começou a gemer, finalmente a ouvia excitada de verdade. Acho que ela conseguiu gozar, porque de repente os gemidos se transformaram num gemido só, contido e abafado, longo. Quando eu estava pronto, fui pra cima do rosto dela, puxei a cabeça dela pra trás e meti meu pau na boca dela, onde joguei meu esperma. Não podia acreditar no que via, ela estava engolindo, recebendo humildemente e com luxúria meu gozo. Depois, desamarrei ela da cadeira, mas não tirei a venda. Tirei o vestido e o sutiã, deixando ela só com as meias e a meia-calça furada e os sapatos de salto. Amarrei os braços dela nas costas e coloquei ela contra a janela aberta, com a luz apagada, e a penetrei de novo assim, em cima da escrivaninha, com o vento da janela entrando e esfriando o corpo semidespido dela. Finalmente, desamarrei ela e ela me abraçou pela primeira vez, tirei a venda enquanto nos beijávamos, misturando nossas salivas. Levei ela pra cama, com tudo e sapatos, e dormimos abraçados enquanto enfiava os dedos no buraco. Na manhã seguinte, ela levantou cedo, tomou banho e quando tava prestes a abrir a porta, peguei ela pelo pescoço e enfiei de novo no buraco, imobilizando um braço dela. Falei que ela só tinha permissão pra trocar o vestido, mas não o resto, que queria que ela passasse o dia inteiro com as meias e a calcinha furadas. Pra agradar ela, bom, foi o que pensei, peguei uma fita e amarrei dois dedos da mão esquerda dela. Ela sorriu e saiu assim.
De tarde, fui atrás dela e vi que tinha me obedecido. Naquela noite, me preparei com os apetrechos necessários. Fui além, a pedido dela, e bati forte na bunda dela e mordi os bicos dos peitos. Puxei o cabelo dela quando montei de quatro. Acho que ela gozou mais de uma vez. E durante os sete dias seguintes, até ela ir embora, a gente curtiu um sexo selvagem, violento e delicioso. Claro, não entrei em contato com ela nem ela comigo. Mas fiquei com a calcinha de algodão dela, com o sutiã cortado e com as meias e calcinha furadas. Ela levou o cordão que usei pra amarrar os dedos dela e umas peças sujas com meu gozo.
Fim
4 comentários - Japonesa casada muito perversa
Me gusto mucho