Estava fechando o portão da minha casa, depois de guardar o carro, quando vejo o carro da minha mãe passar, dirigido pela minha irmã. Ela para uns metros adiante, dá ré, estaciona na frente da minha casa e desce pra conversar comigo. Já era noite, dia de semana, e ela me contou que vinha da casa de uma colega da faculdade que morava no mesmo bairro que eu, que me viu lá fora e resolveu passar pra me dar um oi, já que nunca me visitava.
Carol era a mais nova das minhas duas irmãs, a que meus pais meio que largaram de mão, com 19 anos recém-completados — eu, o do meio, com 25, e a mais velha com 27. É a única que mora com meus pais. Sempre foi a queridinha de todo mundo, a filha boazinha, a estudiosa, a que não saía muito, essas coisas. Convidei ela pra entrar, ofereci um copo de bebida, mas, surpreendentemente, ela me perguntou se eu não tinha uma cerveja. Era estranho ela beber, mas segundo ela, tava meio estressada e precisava relaxar.
Sentamos pra conversar sobre a faculdade, meu trabalho, essas paradas. Até que, sem querer, perguntei pelo namorado dela, que eu tinha conhecido fazia pouco. Ela disse que as coisas estavam mais ou menos com ele e preferiu não tocar no assunto, embora eu tenha notado que ela tava meio estranha. Quando perguntei de novo se tinha problema com ele, ela disse que sim. No começo, meio tímida, mas depois, pegando mais confiança, começou a me explicar que tinha problemas de natureza sexual. Minha irmã era muito extrovertida e não escondia nada. Me surpreendi com a naturalidade que ela abordou o assunto, explicando que não sabia se o namorado dela sofria de ejaculação precoce ou se era só um amante ruim. Que os encontros sexuais deles duravam muito pouco, que ela quase não curtia e que, no fim, isso também tinha afetado ele, e que já estavam discutindo por qualquer besteira.
Sempre tive muita intimidade com a Carol, mas tocar nesse assunto sexual tão na cara, nunca. A única coisa que falei da primeira vez que ela começou a sair com um cara foi pra tomar cuidado pra não engravidar. Fora isso, Carol Ela aparentava ser muito mais nova do que realmente era, e eu sempre a via como a garotinha da casa. Era muito magra, com peitos bem pequenos, mas ainda assim tinha curvas bem definidas, pele branca, cabelo loiro, comprido e liso... e uma bunda, embora pequena e não exagerada, era feita à mão, espetacular, que sempre que usava jeans justos ficava deslumbrante.
Durante a conversa, ela me fez uma pergunta bem direta: "quanto tempo você dura, em média, numa transa?" A verdade é que me deu uma certa risada e hesitei em responder, mas ingenuamente ela pedia para eu contar para ter um ponto de comparação, já que o namorado atual era o único homem na vida dela e, aparentemente, ele também não tinha muita experiência. Por insistência dela, eu disse que dependia do dia, do lugar, da companhia, mas que pelo menos eu facilmente aguentava 30 minutos... ou muito mais, dependendo da motivação da minha parceira. Minha irmã se interessou pelo assunto e, sem perceber, depois de muita insistência da parte dela, comecei a contar alguns encontros que tive por aí... algumas táticas, etc., até que num momento percebi que estava ficando excitado e que quem estava ali era minha irmã mais nova. Disse que já era tarde e que no dia seguinte ela tinha que ir pra faculdade e eu pro trabalho, que era melhor deixarmos a conversa para outro dia. No começo ela não queria ir, mas depois disse que realmente tinha prova no dia seguinte, mas que se eu não me importasse, podíamos continuar a conversa outro dia, com mais tempo. Ela saiu de casa e eu a observei enquanto saía. A verdade é que minha irmãzinha tinha crescido e se tornado uma mulher linda. Finalmente ela foi embora e me deixou com pensamentos obscuros...
Eram 8 da noite, fazia uma hora que eu tinha chegado em casa, quando meu telefone tocou. Era a Carol dizendo que minha mãe tinha feito uma lasanha espetacular e que se eu quisesse, ela me traria um pedaço. Eu disse que sim, e ela respondeu. que em uns 20 minutos estaria na minha casa. Ao desligar, sem perceber, estava me arrumando e me perfumando pra receber a visita da minha irmã. Pouco depois, sinto baterem na porta e, ao abrir, me deparo com minha irmãzinha, que vinha toda arrumada e com uma bandeja, com a tão esperada lasanha. Mandei ela entrar, já tinha colocado uma música, ofereci uma cerveja. … hmm … isso parecia mais um encontro do que uma visita casual de irmã. Eu a vi mais linda, mais mulher, mais desejável. Conversamos um monte de coisas sem importância, até que novamente fomos chegando no assunto sexual. Ela continuou me fazendo perguntas e eu respondendo, sem perceber que estava revelando mais do que um irmão mais velho deveria contar pra sua irmã. Minha irmã já tinha tomado 2 cervejas (o que já era muito pra ela) … e eu umas 4. Eu também fui sondando a vida sexual dela, e aparentemente era uma mulher muito fogosa, mas quase só uns amassos, exceto com o namorado, mas com experiências ruins ou azar, com vontade de descobrir coisas novas, o que me deixava muito excitado ouvindo.
Ela pediu pra ir ao banheiro e eu a acompanhei até a porta, andando atrás dela, sentindo seu perfume gostoso, seu andar sensual, seus quadris, aquela bunda linda … sem dúvida ela estava me excitando de propósito. Entrou no banheiro, me olhando direto nos olhos ao fechar a porta. Me senti estranho, estava sentindo uma atração enorme por aquela mulher que não fazia muito tempo eu brincava com ela. Era estranho … um jogo perigoso. Sem perceber, fiquei no corredor esperando por ela, ouvindo atrás da porta. Aí escuto a água correr e depois ela abrindo a porta. Recuei só uns passos e fingi que estava andando pelo corredor.
Nos encontramos na saída do banheiro. Ela elogiou a organização do banheiro e da minha casa no geral, considerando que eu era um homem que mora sozinho. Me pediu pra mostrar o quarto e eu indiquei onde ficava. Ela entrou andando na minha frente, sensual, igual uma gata no cio. Enquanto me dava uma bela Perspectiva da bunda dela. Como ela conseguia preencher aquela calça, parecia que tinha sido feita sob medida. Entrei no quarto, olhei a limpeza do lugar e ela disse que eu era muito organizado... e me perguntou se eu era tão meticuloso "em tudo", me olhando de um jeito bem sensual. Peguei ela pela cintura e beijei. A Carol também estava esperando por isso, e imediatamente senti os braços dela me apertando. Foi um beijo forte, intenso, delicioso. Era estranho, mas ao mesmo tempo muito gostoso estar assim com minha irmã. O beijo não parou e foi se transformando numa guerra de línguas, sentindo a respiração ofegante dela, o corpo se grudando mais no meu. Nós dois sabíamos que não era certo, mas também sabíamos o que vinha pela frente e desejávamos aquilo. Caímos na cama sem parar de nos beijar, nos acariciando, nos tocando suavemente. Minhas mãos nas pernas dela, acariciando cada vez mais para cima até que passei a mão devagar pela bunda linda dela. Ela só afastou a boca e me ofereceu o pescoço, que beijei suavemente enquanto minha mão continuava tocando a bunda dela. Não dizíamos nada, só nos entregávamos para nos descobrir mutuamente.
Ela se deixava tocar sem colocar nenhum obstáculo na mão do irmão que acariciava a bunda dela suavemente uma e outra vez, sentindo a pele dela se arrepiar ao contato. Devagar, minha mão começou a acariciar um dos peitinhos dela, sentindo o mamilo duro, ereto, excitado, que atravessava o tecido. Suavemente, minha mão foi entrando por baixo da blusa dela, acariciando a barriga completamente lisa, macia, divina, até chegar debaixo do sutiã e acariciar os seios dela lentamente. Ela suspirava e se entregava para ser tocada sem nenhum problema. Enquanto fazia isso, senti a mão dela na minha perna subindo até meu pau, que a esperava em toda sua glória. Senti como ela se arrepiou no primeiro contato com meu companheiro duro, mas sem se assustar, continuou acariciando ele com força por cima do tecido. Ajudei ela a me liberar, sem parar de beijá-la, e senti a mão dela começando a me punhetar devagar. Não tinha mais volta, minha irmã estava ali. Aquela noite, ela seria penetrada de um jeito ou de outro. Deixei ela me tocar o quanto quis, até que parou de me beijar e desceu até ficar com toda a minha pica na boca dela. Ela chupava de um jeito delicioso, suavemente, enfiando bem fundo na boca, sem parar de me masturbar.
Tirei ela dali e beijei ela apaixonadamente, tirando a roupa dela rapidinho. Minha irmã tava muito tarada e se entregou completamente à luxúria naquela noite. Com o corpo dela todo pelado, me joguei por cima beijando cada parte, abrindo as pernas dela e mergulhando pra chupar a buceta dela, fazendo ela tremer de prazer. Uma e outra vez, minha língua habilidosa acariciou as partes íntimas dela, fazendo ela se arquear, levantando a virilha pra deixar o contato mais forte. Aquela mulher carente de sexo tinha encontrado um profissional que naquela noite faria com a irmã dele tudo o que queria.
Carol era divina e geneticamente tão gostosa quanto eu. Ela não reclamou nada quando virei ela, colocando de bruços e abrindo as nádegas pra chupar o cu dela, coisa que ninguém nunca tinha feito antes e que fez ela gemer de prazer. Enfiado entre as bundas dela, só ouvia entre gemidos... "ahhh, eu adoro isso", uma e outra vez.
Era hora da minha irmã ter uma boa sessão de sexo, não com aquele namorado precoce dela, mas com o irmão mais velho que ia ensinar tudo o que ela quisesse. Bruscamente, deitei do lado dela, mas com a cabeça pra baixo, e montei ela em cima de mim, deixando nossos sexos na boca um do outro. Num segundo, ela começou a chupar minha pica como uma endemoniada, enquanto eu percorria cada cantinho dela com minha língua e meus dedos. Às vezes, ela tirava minha pica da boca pra gemer com força, fazendo o maior esforço pra continuar chupando a pica do irmão mais velho.
Já era hora de penetrar ela, de encher o corpo da minha irmãzinha. Peguei ela pelo rabo e puxei pra baixo, ela entendeu perfeitamente o que eu queria e se ajeitou entre minhas pernas com uma imagem espetacular. Suas costas se posicionaram. Com meu pau na mão, não foi difícil encontrar aquela cavidade quente e molhada. Devagar, minha irmã foi se sentando, enterrando centímetro por centímetro meu masto carnudo, até que começou a se mover pra cima e pra baixo, molhando meu pau.
Uma e outra vez, o corpo dela subia e descia, enfiando meu pau até o fundo, às vezes parando sentada, se mexendo de um lado pro outro com tudo dentro dela. Depois de um tempo, saí de debaixo dela e a coloquei de quatro, sem vergonha nenhuma. Eu a movia como se fosse um pedaço de carne, por causa do corpo magro e frágil dela, bem leve, e sem aviso enfiei até o fundo. Um grito de prazer e dor ecoou pelo quarto todo. Na hora, percebi que tinha sido bruto demais, mas quando ia tirar, ela disse que não, que era pra meter com força. Não precisei de mais instrução: segurando ela pela cintura, montei ela no meu pau e penetrei violentamente uma vez atrás da outra. Era isso que ela queria, ser tratada com brutalidade, com força e de forma selvagem. Por um bom tempo, a bunda da minha irmã ficou nas minhas mãos, e ela, ora se apoiando nas mãos, ora encostando a cabeça na cama, deixando a raba levantada, deixava o irmão foder ela como um animal. Quase 15 minutos depois, ouço os gemidos dela mais fortes e mais doloridos. Pergunto se ela vai gozar, e ela diz que sim. Mando ela gritar, se entregar de vez, molhar meu pau com os sucos dela... me ouvir tratar ela assim, coisas que nunca tinha feito antes, foi o estopim pra ela se soltar e começar a gritar de prazer... Começou a falar... me dizendo pra enfiar meu pau até o fundo... pra deixar a buceta cheia de porra... pra não parar... Mais forte... mais... mais... até que um grito que deve ter sido ouvido pela casa inteira me avisa que minha irmãzinha teve um orgasmo monstruoso. Fiquei excitado pra caralho ouvindo como Carlos chegava ao orgasmo, gritando bem alto. Quase não me segurei pra não encher a buceta dela de porra, uma porque queria deixar ela completamente satisfeita e outra porque a gente tava transando sem camisinha. Não parei de meter até ela mostrar que o orgasmo imenso dela tinha acabado.
Eu tinha que provar pra ela que tudo que ele tinha dito era verdade, além de me sentir um super-homem me comparando com o namorado infantil e precoce dela, que deixava minha irmã tão cheia de falta de orgasmos. Deitei atrás dela e, nessa posição, penetrei mais devagar, até que, pegando ela pela cintura, coloquei ela por cima de mim, de costas, os dois olhando pro teto. Enquanto beijava o pescoço dela e meu pau entrava e saía da buceta dela, minhas mãos acariciavam os peitinhos dela, descendo pela barriga, tocando a xota dela, puxando de leve os pelinhos da buceta. Carol dizia que ninguém nunca tinha fodido ela daquele jeito, que eu não parasse, que fizesse o que quisesse com ela.
Depois de um tempo, fiz ela montar em mim, mas dessa vez de frente. Os olhos dela fechados, os quadris perfeitos. O peito firme dela, que nem se mexia em cada sobe e desce da minha irmã, era divino. A boca aberta dela aproveitando o pau do irmão que ainda não dava sinais de gozar... A toda hora ela falava que minha resistência era fabulosa, que era isso que ela queria... um homem que fizesse ela gozar uma vez e outra por um tempão... Cada vez que eu fazia ela falar, perguntando se ela tava gostando, se tava excitando ela, ela aumentava os gemidos... Confessando que me ouvir falar putaria enquanto eu fodia ela deixava ela com mais tesão.
Comecei a dizer que queria que ela sentasse bem forte, que a buceta dela engolisse meu pau inteiro... que deixasse ele todo molhado... que se tocasse enquanto montava em mim... e ela, obediente, seguia cada instrução até que, de novo, enquanto se tocava, começou a gozar.
Coloquei ela de costas na cama, peguei as pernas dela e coloquei nos meus ombros. Fodi ela com força, dessa vez era minha vez, queria que ela me sentisse explodir, que me ouvisse enquanto eu a fodia com força. Segurando-a pelos quadris, com as pernas dela nos meus ombros, eu chegava a levantá-la da cama, para enterrar tudo na minha pica. Agora apoiado com meus braços ao lado do rosto dela e ela com as pernas bem abertas e levantadas, dei a última e animal foda, avisando que ia gozar. Isso só a deixou mais excitada e ela disse que também ia. Minha irmã começa a gozar de novo e, ouvindo seus gemidos fortes, não consegui mais me segurar e, saindo rapidamente da pussy dela, entre fortes gemidos meus, comecei a disparar porra na barriga dela, nos peitos e um pouco que caiu no rosto dela.
Completamente exausto, com o coração a mil por hora, meu corpo todo suado, igual ao da minha irmã, me deitei ao lado dela recuperando o fôlego, enquanto ela espalhava os restos de sêmen pela barriga.
A gente ria pensando na loucura que a gente tinha feito, uma loucura espetacular e morbidamente gostosa, que sem dúvida a gente repetiria.
Carol era a mais nova das minhas duas irmãs, a que meus pais meio que largaram de mão, com 19 anos recém-completados — eu, o do meio, com 25, e a mais velha com 27. É a única que mora com meus pais. Sempre foi a queridinha de todo mundo, a filha boazinha, a estudiosa, a que não saía muito, essas coisas. Convidei ela pra entrar, ofereci um copo de bebida, mas, surpreendentemente, ela me perguntou se eu não tinha uma cerveja. Era estranho ela beber, mas segundo ela, tava meio estressada e precisava relaxar.
Sentamos pra conversar sobre a faculdade, meu trabalho, essas paradas. Até que, sem querer, perguntei pelo namorado dela, que eu tinha conhecido fazia pouco. Ela disse que as coisas estavam mais ou menos com ele e preferiu não tocar no assunto, embora eu tenha notado que ela tava meio estranha. Quando perguntei de novo se tinha problema com ele, ela disse que sim. No começo, meio tímida, mas depois, pegando mais confiança, começou a me explicar que tinha problemas de natureza sexual. Minha irmã era muito extrovertida e não escondia nada. Me surpreendi com a naturalidade que ela abordou o assunto, explicando que não sabia se o namorado dela sofria de ejaculação precoce ou se era só um amante ruim. Que os encontros sexuais deles duravam muito pouco, que ela quase não curtia e que, no fim, isso também tinha afetado ele, e que já estavam discutindo por qualquer besteira.
Sempre tive muita intimidade com a Carol, mas tocar nesse assunto sexual tão na cara, nunca. A única coisa que falei da primeira vez que ela começou a sair com um cara foi pra tomar cuidado pra não engravidar. Fora isso, Carol Ela aparentava ser muito mais nova do que realmente era, e eu sempre a via como a garotinha da casa. Era muito magra, com peitos bem pequenos, mas ainda assim tinha curvas bem definidas, pele branca, cabelo loiro, comprido e liso... e uma bunda, embora pequena e não exagerada, era feita à mão, espetacular, que sempre que usava jeans justos ficava deslumbrante.
Durante a conversa, ela me fez uma pergunta bem direta: "quanto tempo você dura, em média, numa transa?" A verdade é que me deu uma certa risada e hesitei em responder, mas ingenuamente ela pedia para eu contar para ter um ponto de comparação, já que o namorado atual era o único homem na vida dela e, aparentemente, ele também não tinha muita experiência. Por insistência dela, eu disse que dependia do dia, do lugar, da companhia, mas que pelo menos eu facilmente aguentava 30 minutos... ou muito mais, dependendo da motivação da minha parceira. Minha irmã se interessou pelo assunto e, sem perceber, depois de muita insistência da parte dela, comecei a contar alguns encontros que tive por aí... algumas táticas, etc., até que num momento percebi que estava ficando excitado e que quem estava ali era minha irmã mais nova. Disse que já era tarde e que no dia seguinte ela tinha que ir pra faculdade e eu pro trabalho, que era melhor deixarmos a conversa para outro dia. No começo ela não queria ir, mas depois disse que realmente tinha prova no dia seguinte, mas que se eu não me importasse, podíamos continuar a conversa outro dia, com mais tempo. Ela saiu de casa e eu a observei enquanto saía. A verdade é que minha irmãzinha tinha crescido e se tornado uma mulher linda. Finalmente ela foi embora e me deixou com pensamentos obscuros...
Eram 8 da noite, fazia uma hora que eu tinha chegado em casa, quando meu telefone tocou. Era a Carol dizendo que minha mãe tinha feito uma lasanha espetacular e que se eu quisesse, ela me traria um pedaço. Eu disse que sim, e ela respondeu. que em uns 20 minutos estaria na minha casa. Ao desligar, sem perceber, estava me arrumando e me perfumando pra receber a visita da minha irmã. Pouco depois, sinto baterem na porta e, ao abrir, me deparo com minha irmãzinha, que vinha toda arrumada e com uma bandeja, com a tão esperada lasanha. Mandei ela entrar, já tinha colocado uma música, ofereci uma cerveja. … hmm … isso parecia mais um encontro do que uma visita casual de irmã. Eu a vi mais linda, mais mulher, mais desejável. Conversamos um monte de coisas sem importância, até que novamente fomos chegando no assunto sexual. Ela continuou me fazendo perguntas e eu respondendo, sem perceber que estava revelando mais do que um irmão mais velho deveria contar pra sua irmã. Minha irmã já tinha tomado 2 cervejas (o que já era muito pra ela) … e eu umas 4. Eu também fui sondando a vida sexual dela, e aparentemente era uma mulher muito fogosa, mas quase só uns amassos, exceto com o namorado, mas com experiências ruins ou azar, com vontade de descobrir coisas novas, o que me deixava muito excitado ouvindo.
Ela pediu pra ir ao banheiro e eu a acompanhei até a porta, andando atrás dela, sentindo seu perfume gostoso, seu andar sensual, seus quadris, aquela bunda linda … sem dúvida ela estava me excitando de propósito. Entrou no banheiro, me olhando direto nos olhos ao fechar a porta. Me senti estranho, estava sentindo uma atração enorme por aquela mulher que não fazia muito tempo eu brincava com ela. Era estranho … um jogo perigoso. Sem perceber, fiquei no corredor esperando por ela, ouvindo atrás da porta. Aí escuto a água correr e depois ela abrindo a porta. Recuei só uns passos e fingi que estava andando pelo corredor.
Nos encontramos na saída do banheiro. Ela elogiou a organização do banheiro e da minha casa no geral, considerando que eu era um homem que mora sozinho. Me pediu pra mostrar o quarto e eu indiquei onde ficava. Ela entrou andando na minha frente, sensual, igual uma gata no cio. Enquanto me dava uma bela Perspectiva da bunda dela. Como ela conseguia preencher aquela calça, parecia que tinha sido feita sob medida. Entrei no quarto, olhei a limpeza do lugar e ela disse que eu era muito organizado... e me perguntou se eu era tão meticuloso "em tudo", me olhando de um jeito bem sensual. Peguei ela pela cintura e beijei. A Carol também estava esperando por isso, e imediatamente senti os braços dela me apertando. Foi um beijo forte, intenso, delicioso. Era estranho, mas ao mesmo tempo muito gostoso estar assim com minha irmã. O beijo não parou e foi se transformando numa guerra de línguas, sentindo a respiração ofegante dela, o corpo se grudando mais no meu. Nós dois sabíamos que não era certo, mas também sabíamos o que vinha pela frente e desejávamos aquilo. Caímos na cama sem parar de nos beijar, nos acariciando, nos tocando suavemente. Minhas mãos nas pernas dela, acariciando cada vez mais para cima até que passei a mão devagar pela bunda linda dela. Ela só afastou a boca e me ofereceu o pescoço, que beijei suavemente enquanto minha mão continuava tocando a bunda dela. Não dizíamos nada, só nos entregávamos para nos descobrir mutuamente.
Ela se deixava tocar sem colocar nenhum obstáculo na mão do irmão que acariciava a bunda dela suavemente uma e outra vez, sentindo a pele dela se arrepiar ao contato. Devagar, minha mão começou a acariciar um dos peitinhos dela, sentindo o mamilo duro, ereto, excitado, que atravessava o tecido. Suavemente, minha mão foi entrando por baixo da blusa dela, acariciando a barriga completamente lisa, macia, divina, até chegar debaixo do sutiã e acariciar os seios dela lentamente. Ela suspirava e se entregava para ser tocada sem nenhum problema. Enquanto fazia isso, senti a mão dela na minha perna subindo até meu pau, que a esperava em toda sua glória. Senti como ela se arrepiou no primeiro contato com meu companheiro duro, mas sem se assustar, continuou acariciando ele com força por cima do tecido. Ajudei ela a me liberar, sem parar de beijá-la, e senti a mão dela começando a me punhetar devagar. Não tinha mais volta, minha irmã estava ali. Aquela noite, ela seria penetrada de um jeito ou de outro. Deixei ela me tocar o quanto quis, até que parou de me beijar e desceu até ficar com toda a minha pica na boca dela. Ela chupava de um jeito delicioso, suavemente, enfiando bem fundo na boca, sem parar de me masturbar.
Tirei ela dali e beijei ela apaixonadamente, tirando a roupa dela rapidinho. Minha irmã tava muito tarada e se entregou completamente à luxúria naquela noite. Com o corpo dela todo pelado, me joguei por cima beijando cada parte, abrindo as pernas dela e mergulhando pra chupar a buceta dela, fazendo ela tremer de prazer. Uma e outra vez, minha língua habilidosa acariciou as partes íntimas dela, fazendo ela se arquear, levantando a virilha pra deixar o contato mais forte. Aquela mulher carente de sexo tinha encontrado um profissional que naquela noite faria com a irmã dele tudo o que queria.
Carol era divina e geneticamente tão gostosa quanto eu. Ela não reclamou nada quando virei ela, colocando de bruços e abrindo as nádegas pra chupar o cu dela, coisa que ninguém nunca tinha feito antes e que fez ela gemer de prazer. Enfiado entre as bundas dela, só ouvia entre gemidos... "ahhh, eu adoro isso", uma e outra vez.
Era hora da minha irmã ter uma boa sessão de sexo, não com aquele namorado precoce dela, mas com o irmão mais velho que ia ensinar tudo o que ela quisesse. Bruscamente, deitei do lado dela, mas com a cabeça pra baixo, e montei ela em cima de mim, deixando nossos sexos na boca um do outro. Num segundo, ela começou a chupar minha pica como uma endemoniada, enquanto eu percorria cada cantinho dela com minha língua e meus dedos. Às vezes, ela tirava minha pica da boca pra gemer com força, fazendo o maior esforço pra continuar chupando a pica do irmão mais velho.
Já era hora de penetrar ela, de encher o corpo da minha irmãzinha. Peguei ela pelo rabo e puxei pra baixo, ela entendeu perfeitamente o que eu queria e se ajeitou entre minhas pernas com uma imagem espetacular. Suas costas se posicionaram. Com meu pau na mão, não foi difícil encontrar aquela cavidade quente e molhada. Devagar, minha irmã foi se sentando, enterrando centímetro por centímetro meu masto carnudo, até que começou a se mover pra cima e pra baixo, molhando meu pau.
Uma e outra vez, o corpo dela subia e descia, enfiando meu pau até o fundo, às vezes parando sentada, se mexendo de um lado pro outro com tudo dentro dela. Depois de um tempo, saí de debaixo dela e a coloquei de quatro, sem vergonha nenhuma. Eu a movia como se fosse um pedaço de carne, por causa do corpo magro e frágil dela, bem leve, e sem aviso enfiei até o fundo. Um grito de prazer e dor ecoou pelo quarto todo. Na hora, percebi que tinha sido bruto demais, mas quando ia tirar, ela disse que não, que era pra meter com força. Não precisei de mais instrução: segurando ela pela cintura, montei ela no meu pau e penetrei violentamente uma vez atrás da outra. Era isso que ela queria, ser tratada com brutalidade, com força e de forma selvagem. Por um bom tempo, a bunda da minha irmã ficou nas minhas mãos, e ela, ora se apoiando nas mãos, ora encostando a cabeça na cama, deixando a raba levantada, deixava o irmão foder ela como um animal. Quase 15 minutos depois, ouço os gemidos dela mais fortes e mais doloridos. Pergunto se ela vai gozar, e ela diz que sim. Mando ela gritar, se entregar de vez, molhar meu pau com os sucos dela... me ouvir tratar ela assim, coisas que nunca tinha feito antes, foi o estopim pra ela se soltar e começar a gritar de prazer... Começou a falar... me dizendo pra enfiar meu pau até o fundo... pra deixar a buceta cheia de porra... pra não parar... Mais forte... mais... mais... até que um grito que deve ter sido ouvido pela casa inteira me avisa que minha irmãzinha teve um orgasmo monstruoso. Fiquei excitado pra caralho ouvindo como Carlos chegava ao orgasmo, gritando bem alto. Quase não me segurei pra não encher a buceta dela de porra, uma porque queria deixar ela completamente satisfeita e outra porque a gente tava transando sem camisinha. Não parei de meter até ela mostrar que o orgasmo imenso dela tinha acabado.
Eu tinha que provar pra ela que tudo que ele tinha dito era verdade, além de me sentir um super-homem me comparando com o namorado infantil e precoce dela, que deixava minha irmã tão cheia de falta de orgasmos. Deitei atrás dela e, nessa posição, penetrei mais devagar, até que, pegando ela pela cintura, coloquei ela por cima de mim, de costas, os dois olhando pro teto. Enquanto beijava o pescoço dela e meu pau entrava e saía da buceta dela, minhas mãos acariciavam os peitinhos dela, descendo pela barriga, tocando a xota dela, puxando de leve os pelinhos da buceta. Carol dizia que ninguém nunca tinha fodido ela daquele jeito, que eu não parasse, que fizesse o que quisesse com ela.
Depois de um tempo, fiz ela montar em mim, mas dessa vez de frente. Os olhos dela fechados, os quadris perfeitos. O peito firme dela, que nem se mexia em cada sobe e desce da minha irmã, era divino. A boca aberta dela aproveitando o pau do irmão que ainda não dava sinais de gozar... A toda hora ela falava que minha resistência era fabulosa, que era isso que ela queria... um homem que fizesse ela gozar uma vez e outra por um tempão... Cada vez que eu fazia ela falar, perguntando se ela tava gostando, se tava excitando ela, ela aumentava os gemidos... Confessando que me ouvir falar putaria enquanto eu fodia ela deixava ela com mais tesão.
Comecei a dizer que queria que ela sentasse bem forte, que a buceta dela engolisse meu pau inteiro... que deixasse ele todo molhado... que se tocasse enquanto montava em mim... e ela, obediente, seguia cada instrução até que, de novo, enquanto se tocava, começou a gozar.
Coloquei ela de costas na cama, peguei as pernas dela e coloquei nos meus ombros. Fodi ela com força, dessa vez era minha vez, queria que ela me sentisse explodir, que me ouvisse enquanto eu a fodia com força. Segurando-a pelos quadris, com as pernas dela nos meus ombros, eu chegava a levantá-la da cama, para enterrar tudo na minha pica. Agora apoiado com meus braços ao lado do rosto dela e ela com as pernas bem abertas e levantadas, dei a última e animal foda, avisando que ia gozar. Isso só a deixou mais excitada e ela disse que também ia. Minha irmã começa a gozar de novo e, ouvindo seus gemidos fortes, não consegui mais me segurar e, saindo rapidamente da pussy dela, entre fortes gemidos meus, comecei a disparar porra na barriga dela, nos peitos e um pouco que caiu no rosto dela.
Completamente exausto, com o coração a mil por hora, meu corpo todo suado, igual ao da minha irmã, me deitei ao lado dela recuperando o fôlego, enquanto ela espalhava os restos de sêmen pela barriga.
A gente ria pensando na loucura que a gente tinha feito, uma loucura espetacular e morbidamente gostosa, que sem dúvida a gente repetiria.
5 comentários - Irmãzinha gostosa