Tirei sua mão do meu pau, pensei que você estava desistindo, mas longe da realidade, você cuspiu na mão e começou a massagear meu pau que estava duro e latejando com seu toque, e começou a falar.
- Tenho que confessar que não esperava essa atitude sua. Mas gostei. Você continuou massageando meu pau com suavidade, numa velocidade tranquila, como se não fosse nada demais - isso me excitou. Vou direto ao ponto, não pense que quero trapacear. Você me olha com um olhar de menina direitinha.
- Nunca pensaria isso de você. Disse sério, sem mudar minha expressão e sem que você percebesse, eu já tinha tirado os meus chinelos e naquele exato momento comecei a esfregar sua buceta.
Você deu um salto, não esperava por isso, mas gostou, era algo excitante. Dava pra notar perfeitamente como meus dedos do pé roçavam seu clitóris através da calça - era uma sensação fantástica. Mais do que se assustar, você se inclinou mais pra frente pra que meu pé alcançasse melhor, quando percebi, aumentei o ritmo, o que te excitou tanto que você puxou os peitos pra fora.
- Se você quer realizar sua fantasia, vai realizar a minha primeiro. Ummm... É complicada de fazer. Quero participar de uma orgia, mas não qualquer uma, quero mais de dois homens pra mim, gostaria de me sentir desejada uffff... Você respirava cada vez mais rápido, o orgasmo que estava vindo era dos bons, você não sabia muito bem por quê, simplesmente era uma situação excitante. Dizia pra si mesma pra manter o controle, mas não conseguia aguentar, você está muito molhada. Começou a tocar seus mamilos instintivamente e cada vez mais rápido você batia uma pra mim, você queria minha porra, estava louca pra pegar aquele pau que eu tinha na mão e lambê-lo até o último centímetro.
Você começaria pelos ovos, que como tinha aparecido, estavam depilados, você os chuparia e com a ponta da língua subiria devagarzinho até chegar no topo, onde brincaria de lambê-lo suavemente com a ponta da língua e pouco a... pouco a pouco metendo na sua boca até o fundo, brincando com ela dentro da sua boca e sua língua a moveria de um lado para o outro, passando-a de um lado ao outro, depois a tiraria lentamente colocando-a num lado da sua boca onde você daria pequenas batidinhas por fora quando estivesse quase a tirá-la, você a engoliria novamente até o fundo da sua garganta enquanto com as mãos brincaria com meus testículos. E agora sim você a tiraria e deixaria cair parte da sua saliva sobre a ponta e começaria a chupar rapidamente, cada vez mais rápido, enquanto com suas mãos brincaria com sua boceta que estaria encharcada. No preciso instante em que nota que meu corpo começa a convulsionar, você para de repente com o pau na sua boca, saboreando os líquidos pré-seminais, começaria de novo lentamente, saboreando cada instante, até que finalmente nota como um líquido quente entra rapidamente, você fica quieta, engolindo tudo o que posso dar no meio dos meus espasmos, quando finalmente me relaxo, você continua com sobe e desce, quer todo o gozo, não quer soltar esse pau.
- Não quero o trio convencional, já tive muito disso. Você disse finalmente, depois de um tempo calada, gemendo tanto que até as mesas mais próximas começaram a olhar disfarçadamente. Quero me sentir suja, quero que me ultrajem, quero ser um objeto sexual de diferentes homens, quero que me encham de sêmen completamente, não quero que sejam doces comigo, quero me sentir desejada como um objeto sexual, quero ser por uma vez na minha vida uma boneca nas mãos dos homens… DEEEEUS, EU GOOOOZOOOO!!!!!!!!!!!!!!!!!!!... como você me fez bem, filho da puta, essa é minha proposta. Você tinha perdido o controle pela primeira vez na sua vida, se sentia bem, era uma sensação estranha mas prazerosa, você gostou e se reafirmou na convicção de que eu era o melhor para tornar sua fantasia realidade.
- De acordo, eu vou te satisfazer, é tudo, não é?
- Sim, a única coisa que peço é que seja com desconhecidos, além de você, logicamente.
- Logicamente. Disse muito seriamente. Tem certeza? Você já me contou sua fantasia mais obscura.
- Se eu terminei, não te vejo surpreso. Você me disse, olhando meu rosto impenetrável às emoções, que parecia uma máscara, nunca me tinha visto assim. Agora você entendia alguns dos rumores que circulavam pelo escritório sobre minhas relações sexuais e como sempre terminavam com um domínio total meu da situação. Você sentia medo, mas o formigamento no seu estômago e aquela sensação que te invadia do mais profundo do seu ser tinham tomado o controle, sabia que isso não tinha volta.
- Tá bom, vou fazer e não se preocupe, conheço o tipo de gente que deve vir ao nosso próximo encontro... se nosso próximo encontro, você não esperava que fosse hoje à noite, né??? Eu disse quando vi a cara de surpresa pelas minhas palavras. Não, querida, isso leva seu tempo, aliás, você esqueceu nosso combinado.
De repente, você tinha percebido que, mesmo sendo impossível, tinha soltado o pau para segurar seus peitos e ajudá-los a subir para lambê-los durante aquele grande orgasmo que tinha acontecido, e pior ainda, qual seria a punição que eu tinha prometido.
- Não se preocupe, por ser a primeira vez, vai ser uma punição que você vai gostar. Eu disse enquanto me levantava e te dava um beijo apaixonado na boca, um beijo que te deixou sem ar. Já volto e se recompõe um pouco, que agora vou dizer ao Manu para vir trazer umas taças para fechar o acordo.
Me levantei da mesa e fui até o balcão do bar onde o Manu estava, como sempre. Ele não disse nada, nem mesmo piscou como outros fariam. Não, o Manu não era assim, não ligava para o que acontecia nessas mesas, ele só queria que houvesse consumo e que tudo fosse legal e sem briga. Pedi para ele nos trazer uma garrafa de champanhe das boas, daquelas que custam 500 euros a garrafa, e um par de taças limpas, o que o fez rir. Em seguida, saí do bar.
O que tinha acontecido com você, o que era isso de primeira vez, será que ele pretendia que eu fosse sua escrava sexual? Não, isso nunca. Você aguentava a dor quando me viu sair da mesa, você recuperou a compostura estava com os peitos para fora cheios da saliva que tinha escorrido da sua boca, e o mais preocupante de tudo, você notava como os jatos de lubrificação da sua buceta escorriam pelas suas pernas abaixo. Era a primeira vez que isso acontecia com você, não podia permitir, você devia retomar o controle ou não? Você gostava dessa nova situação e no fundo era o que você procurava, além disso, Manu tinha chegado com a garrafa de champanhe do bom e eu entrava pela porta com um pequeno pacote na mão e a curiosidade podia mais que seus medos internos.
- Desculpe o atraso, é que não encontrava onde tinha guardado meu brinquedo favorito. Disse com a expressão mais doce de antes, mas este não era o homem que você conhecia há anos, era diferente, era frio, calculista e controlador, e tudo isso te deixava mais tensa, mas ao mesmo tempo mais excitada.
Eu te dei o pacote, era uma caixa azul como qualquer outra, não tinha nada distintivo, embora desse para ver que estava muito usada, você me olhou como pedindo permissão para abri-la, não sabia o porquê daquele gesto, mas eu disse sim com a cabeça. Quando você abriu, encontrou um pequeno ovo como de plástico, dele saíam duas coisas: uma era um pequeno cordão como os celulares têm para não caírem do pulso, a outra era um fio bem fininho que se unia a uma espécie de corrente com duas pequenas pinças metálicas de uns 10 cm. E um pequeno controle remoto como o de um carro.
- É invenção minha, a corrente o ovo é conhecido como a bala e isso aí é o controle remoto dele, por favor coloque as pinças no peito, mas não as aperte, é simplesmente um teste. Não vai te machucar.
Você duvidava que aquilo fosse te agradar, mas seguiu o que eu disse ao pé da letra, quando você colocou, eu apertei o botão, você notou como o ovo começava a vibrar e como uma pequena corrente você recebia através da corrente.
- Gostou?
- Sim.
- Posso aumentar a intensidade? Quanto mais... Quanto mais intensidade, mais o ovo vibrará e mais carga você receberá pela corrente, não se preocupe, nunca será nada insuportável. Este é meu castigo: no dia da nossa pequena reunião, já direi onde você levará para o escritório a bala colocada e a corrente presa aos seus mamilos. Te prometo que tudo o que ouviu sobre mim é verdade e farei você desfrutar da sua fantasia como nunca desfrutou antes. Por hoje, bebamos e curtamos nossa amizade.
Você pegou a caixinha e guardou tudo de volta no lugar, menos o controle, que fiquei comigo.
CONTINUARÁ…
- Tenho que confessar que não esperava essa atitude sua. Mas gostei. Você continuou massageando meu pau com suavidade, numa velocidade tranquila, como se não fosse nada demais - isso me excitou. Vou direto ao ponto, não pense que quero trapacear. Você me olha com um olhar de menina direitinha.
- Nunca pensaria isso de você. Disse sério, sem mudar minha expressão e sem que você percebesse, eu já tinha tirado os meus chinelos e naquele exato momento comecei a esfregar sua buceta.
Você deu um salto, não esperava por isso, mas gostou, era algo excitante. Dava pra notar perfeitamente como meus dedos do pé roçavam seu clitóris através da calça - era uma sensação fantástica. Mais do que se assustar, você se inclinou mais pra frente pra que meu pé alcançasse melhor, quando percebi, aumentei o ritmo, o que te excitou tanto que você puxou os peitos pra fora.
- Se você quer realizar sua fantasia, vai realizar a minha primeiro. Ummm... É complicada de fazer. Quero participar de uma orgia, mas não qualquer uma, quero mais de dois homens pra mim, gostaria de me sentir desejada uffff... Você respirava cada vez mais rápido, o orgasmo que estava vindo era dos bons, você não sabia muito bem por quê, simplesmente era uma situação excitante. Dizia pra si mesma pra manter o controle, mas não conseguia aguentar, você está muito molhada. Começou a tocar seus mamilos instintivamente e cada vez mais rápido você batia uma pra mim, você queria minha porra, estava louca pra pegar aquele pau que eu tinha na mão e lambê-lo até o último centímetro.
Você começaria pelos ovos, que como tinha aparecido, estavam depilados, você os chuparia e com a ponta da língua subiria devagarzinho até chegar no topo, onde brincaria de lambê-lo suavemente com a ponta da língua e pouco a... pouco a pouco metendo na sua boca até o fundo, brincando com ela dentro da sua boca e sua língua a moveria de um lado para o outro, passando-a de um lado ao outro, depois a tiraria lentamente colocando-a num lado da sua boca onde você daria pequenas batidinhas por fora quando estivesse quase a tirá-la, você a engoliria novamente até o fundo da sua garganta enquanto com as mãos brincaria com meus testículos. E agora sim você a tiraria e deixaria cair parte da sua saliva sobre a ponta e começaria a chupar rapidamente, cada vez mais rápido, enquanto com suas mãos brincaria com sua boceta que estaria encharcada. No preciso instante em que nota que meu corpo começa a convulsionar, você para de repente com o pau na sua boca, saboreando os líquidos pré-seminais, começaria de novo lentamente, saboreando cada instante, até que finalmente nota como um líquido quente entra rapidamente, você fica quieta, engolindo tudo o que posso dar no meio dos meus espasmos, quando finalmente me relaxo, você continua com sobe e desce, quer todo o gozo, não quer soltar esse pau.
- Não quero o trio convencional, já tive muito disso. Você disse finalmente, depois de um tempo calada, gemendo tanto que até as mesas mais próximas começaram a olhar disfarçadamente. Quero me sentir suja, quero que me ultrajem, quero ser um objeto sexual de diferentes homens, quero que me encham de sêmen completamente, não quero que sejam doces comigo, quero me sentir desejada como um objeto sexual, quero ser por uma vez na minha vida uma boneca nas mãos dos homens… DEEEEUS, EU GOOOOZOOOO!!!!!!!!!!!!!!!!!!!... como você me fez bem, filho da puta, essa é minha proposta. Você tinha perdido o controle pela primeira vez na sua vida, se sentia bem, era uma sensação estranha mas prazerosa, você gostou e se reafirmou na convicção de que eu era o melhor para tornar sua fantasia realidade.
- De acordo, eu vou te satisfazer, é tudo, não é?
- Sim, a única coisa que peço é que seja com desconhecidos, além de você, logicamente.
- Logicamente. Disse muito seriamente. Tem certeza? Você já me contou sua fantasia mais obscura.
- Se eu terminei, não te vejo surpreso. Você me disse, olhando meu rosto impenetrável às emoções, que parecia uma máscara, nunca me tinha visto assim. Agora você entendia alguns dos rumores que circulavam pelo escritório sobre minhas relações sexuais e como sempre terminavam com um domínio total meu da situação. Você sentia medo, mas o formigamento no seu estômago e aquela sensação que te invadia do mais profundo do seu ser tinham tomado o controle, sabia que isso não tinha volta.
- Tá bom, vou fazer e não se preocupe, conheço o tipo de gente que deve vir ao nosso próximo encontro... se nosso próximo encontro, você não esperava que fosse hoje à noite, né??? Eu disse quando vi a cara de surpresa pelas minhas palavras. Não, querida, isso leva seu tempo, aliás, você esqueceu nosso combinado.
De repente, você tinha percebido que, mesmo sendo impossível, tinha soltado o pau para segurar seus peitos e ajudá-los a subir para lambê-los durante aquele grande orgasmo que tinha acontecido, e pior ainda, qual seria a punição que eu tinha prometido.
- Não se preocupe, por ser a primeira vez, vai ser uma punição que você vai gostar. Eu disse enquanto me levantava e te dava um beijo apaixonado na boca, um beijo que te deixou sem ar. Já volto e se recompõe um pouco, que agora vou dizer ao Manu para vir trazer umas taças para fechar o acordo.
Me levantei da mesa e fui até o balcão do bar onde o Manu estava, como sempre. Ele não disse nada, nem mesmo piscou como outros fariam. Não, o Manu não era assim, não ligava para o que acontecia nessas mesas, ele só queria que houvesse consumo e que tudo fosse legal e sem briga. Pedi para ele nos trazer uma garrafa de champanhe das boas, daquelas que custam 500 euros a garrafa, e um par de taças limpas, o que o fez rir. Em seguida, saí do bar.
O que tinha acontecido com você, o que era isso de primeira vez, será que ele pretendia que eu fosse sua escrava sexual? Não, isso nunca. Você aguentava a dor quando me viu sair da mesa, você recuperou a compostura estava com os peitos para fora cheios da saliva que tinha escorrido da sua boca, e o mais preocupante de tudo, você notava como os jatos de lubrificação da sua buceta escorriam pelas suas pernas abaixo. Era a primeira vez que isso acontecia com você, não podia permitir, você devia retomar o controle ou não? Você gostava dessa nova situação e no fundo era o que você procurava, além disso, Manu tinha chegado com a garrafa de champanhe do bom e eu entrava pela porta com um pequeno pacote na mão e a curiosidade podia mais que seus medos internos.
- Desculpe o atraso, é que não encontrava onde tinha guardado meu brinquedo favorito. Disse com a expressão mais doce de antes, mas este não era o homem que você conhecia há anos, era diferente, era frio, calculista e controlador, e tudo isso te deixava mais tensa, mas ao mesmo tempo mais excitada.
Eu te dei o pacote, era uma caixa azul como qualquer outra, não tinha nada distintivo, embora desse para ver que estava muito usada, você me olhou como pedindo permissão para abri-la, não sabia o porquê daquele gesto, mas eu disse sim com a cabeça. Quando você abriu, encontrou um pequeno ovo como de plástico, dele saíam duas coisas: uma era um pequeno cordão como os celulares têm para não caírem do pulso, a outra era um fio bem fininho que se unia a uma espécie de corrente com duas pequenas pinças metálicas de uns 10 cm. E um pequeno controle remoto como o de um carro.
- É invenção minha, a corrente o ovo é conhecido como a bala e isso aí é o controle remoto dele, por favor coloque as pinças no peito, mas não as aperte, é simplesmente um teste. Não vai te machucar.
Você duvidava que aquilo fosse te agradar, mas seguiu o que eu disse ao pé da letra, quando você colocou, eu apertei o botão, você notou como o ovo começava a vibrar e como uma pequena corrente você recebia através da corrente.
- Gostou?
- Sim.
- Posso aumentar a intensidade? Quanto mais... Quanto mais intensidade, mais o ovo vibrará e mais carga você receberá pela corrente, não se preocupe, nunca será nada insuportável. Este é meu castigo: no dia da nossa pequena reunião, já direi onde você levará para o escritório a bala colocada e a corrente presa aos seus mamilos. Te prometo que tudo o que ouviu sobre mim é verdade e farei você desfrutar da sua fantasia como nunca desfrutou antes. Por hoje, bebamos e curtamos nossa amizade.
Você pegou a caixinha e guardou tudo de volta no lugar, menos o controle, que fiquei comigo.
CONTINUARÁ…
2 comentários - Minha colega de trabalho é uma gostosa!
Muy buenos posts