Juan consuma uma vingança longamente planejada e esperada...
Ainda lembro do rosto do meu pai quando dei a notícia, ele estava orgulhoso de mim. A notícia que tive que dar era algo tão bobo quanto ter decidido seguir seus passos e me tornar Engenheiro Industrial, e que para isso eu iria para a Politécnica de Madrid.
Naquela época eu morava em Valência com meus pais. Meu pai era de Madri, mas por questões de trabalho acabou trabalhando em Saragoça. Minha mãe era de Teruel.
Eu me achava o máximo pensando na liberdade que iria desfrutar a partir de setembro. Por ser filho único, meus pais, bom, principalmente minha mãe, sempre exerceu um controle tremendo na minha vida, me deixando muito pouca liberdade de movimento.
Eu estava louco para ir para Madri, para uma república estudantil, passar pelo trote e me dedicar a estudar, sair e tentar foder o maior número possível de universitárias. Mas meus planos, mais uma vez, foram por água abaixo graças à minha mãe controladora.
Ela convenceu meu pobre pai - todo dia me pergunto como ele ainda a aguenta depois de 5 anos de namoro e 19 de casamento - de que o ambiente de uma residência universitária ou república não era o melhor para seu Juanito (aliás, meu nome é Juan). E com a ajuda da minha tia (pra isso que servem as irmãs) ela preparou o super plano de me mandar morar com minha prima Silvia, que era dois anos mais velha que eu, e 3 amigas dela da residência de freiras. Todos nós iríamos para a casa dos meus avós, uma casa enorme na General Martínez Campos que meu pai, que também era filho único, mantinha por nostalgia depois da morte da vovó há dois anos.
Para minha mãe e minha tia o plano era perfeito. Minha tia deixava de gastar 800 euros/mês com a residência da minha prima, para gastar apenas 300, e minha mãe se garantia no controle das minhas saídas e entradas. E para meu pai era uma forma de parar de ouvir depois de dois anos que manter a casa em Madri era uma bobagem Fechada sem alugar…
Pra mim foi uma putaria do caralho. Minha prima Silvia era uma metida do cacete, nunca me dei bem com ela. Tinha um ego que não caberia na catedral do Pilar, e o pior de tudo é que a vadia tinha motivos pra ter o ego tão alto. No colégio era uma das mais inteligentes, foi pra Madrid estudar Engenharia Aeronáutica, foi duas vezes campeã de Aragão nos 100 metros livre e pra completar a gostosa era bem gata. Loira, magra, com os peitos no ponto, olhos verdes, dentes perfeitos, nariz engraçado… Quando foi pra Madrid, a coisa não mudou (apesar de eu ter pedido pra Nossa Senhora do Pilar que ela se fudesse na capital) continuou arrasando nos estudos e continuava perfeita.
Quanto às amigas, se eram amigas da minha prima com certeza eram outro bando de metidas otárias como ela, então também não tinha muita esperança de me dar bem com elas.
Minha mãe e minha tia, claro, decidiram que durante a segunda quinzena de julho a gente tinha que ir todo mundo pra Madrid pra arrumar a casa (tava fechada há dois anos) comprar o que fosse preciso (utensílios e tal) fazer a mudança da minha prima e das amigas dela, nos conhecermos todos (incluindo os pais das amigas da minha prima) e assinar o contrato de aluguel onde estavam os cinco futuros inquilinos.
Na semana que passamos limpando e comprando coisas, infelizmente, confirmei que não tinha me enganado. As amigas da minha prima eram as típicas barbies, super metidas com cara de frescas que eu esperava. Eram Miriam, estudante de arquitetura, natural de Burgos, Estrella (Orense) que estudava ADE e Direito no ICADE e Verônica (Málaga) que estudava medicina na complutense. Pareciam um clube de gatas, inteligentes e absurdamente estúpidas.
Voltei pra Zaragoza amargurado e tentei aproveitar o verão ao máximo com meus amigos.
Quando começou o curso, mesmo tendo feito um grupo de amigos rapidinho, ficou bem complicado pra mim… me adaptar a Madrid. A galera da Escola não combinava de sair nos fins de semana porque, ou eram de Madrid e já tinham suas panelinhas, ou eram de fora e saíam pra farra com o pessoal das suas repúblicas. Minha prima também não fez nada pra facilitar as coisas e, quando via que eu ficava em casa num final de semana, também não me chamava pra sair com as amigas dela.
No final, eu saía um final de semana a cada quatro ou cinco, então passava a maior parte dos fins de semana enfiado no meu quarto estudando, jogando online ou vendo pornô. E eu me trancava no quarto porque minha prima e suas capangas tinham monopolizado a casa. O que mais me fodia era a questão da TV. Miriam tinha a mania de puta de se jogar num dos sofás da sala, botar qualquer merda que lhe viesse na buceta e dormir com o controle na mão.
Em fevereiro, depois de seis meses convivendo com a versão espanhola de Barbie & Cia, eu tinha tirado uma coisa boa e outra um pouquinho preocupante. A boa era que no primeiro semestre arrasei nas notas. A preocupante: que com tanto tempo trancado e tanto pornô na internet, eu estava virando um puta degenerado.
De bater punheta com a típica Playboy, eu tinha passado a ser um expert em pornô, cada vez explorava perversões mais e mais bizarras. Lembro que pulei do convencional para vídeos de penetração anal, depois para os de "facial" e "creampie", depois entrei no mundo dos fetiches. Grávidas, pés, inserções, voyeurismo, etc.
O bom de morar com quatro minas era que eu podia satisfazer alguns desses novos fetiches facilmente. Por exemplo: O cesto de roupa suja da Verónica era uma mina de ouro, sempre estava bem abastecido com calcinhas usadas que cheiravam a buceta. De vez em quando, eu aproveitava quando estava sozinho em casa para me esgueirar no quarto dela, pegar uma das peças e bater uma punheta gostosa com as calcinhas dela no rosto. Aquele cheiro de buceta me deixava a mil.
Outro exemplo: Estrella tinha o costume de fazer pedicure na sala de estar enquanto assistia TV. Algumas vezes que a peguei no processo, eu me sentava em alguma outra poltrona da sala fingindo ler um livro, quando na verdade estava observando Estrela mimando seus pés preciosos com creminhos ou pintando cuidadosamente as unhas com um esmalte vinho escuro…
Tinha um disco rígido externo com um acervo de vídeos que nem a cinemateca nacional. Um dia descobri uma temática que começou a me obsesionar. Eram vídeos de "sleep assault" ou assaltos noturnos. Para quem não conhece, são vídeos em que pegam minas que estão dormindo. Mas os que me deixavam a mil eram aqueles em que fodia bêbadas ou minas inconscientes.
Minhas punhetas começaram a se basear nessas fantasias. Imaginava que ia a uma festa de alguma república, entrava num quarto e lá estava alguma colega de classe com um porre daqueles, inconsciente. Entrava, fechava a porta com trinco e fazia todo tipo de perversões, gozava, vazava e ela nunca ficava sabendo o que tinha feito com seu corpo.
Embora o tema fosse bom para umas punhetas, eu sabia que estava totalmente tarado e que provavelmente quando voltasse para Zaragoza no verão e comesse alguma amiga, a coisa passaria. Porque em Zaragoza eu ainda mantinha uma vida social de putaria.
Resumindo, eu sabia que mesmo ficando excitado pra caralho com o tema, me dava um certo reparo moral ir fodendo alguém sem consentimento. Então tinha certeza que a coisa nunca passaria de fantasia.
Esse pensamento mudou por causa de um acontecimento que vou narrar agora. Como acabei de contar, no primeiro semestre passei em todas as matérias e com notas muito boas, então convenci a galera da turma para organizar um daqueles raros encontros e convidá-los pro botecão para celebrar meu pleno.
No final convenci eles e saímos pra beber. Depois de fazer um botecão no parque da minha faculdade, decidimos ir tomar umas num bar que fica em Alonso Cano. Pra mim estava perfeito e lá fomos nós. Por volta das 3:00 a galera começou a dar o fora, até que às 4:00 os que sobraram disseram que iam vazar: um pra casa, outro pra ver se encontrava em outro bar a típica "amiga colorida", e o terceiro, que era eu, pra ir pra casa fazer outra punheta, mas dessa vez pensando na Sara. Depois de trabalhar uma hora com uma moreninha bem gata, a Sara, mesmo eu só tendo conseguido uns amassos mal dados contra uma coluna do bar, tinha me passado o celular. Aquele celular me deu esperança, e o mesmo aconteceu no segundo semestre. Então, enquanto voltava a pé pra casa, eu estava com um sorriso de orelha a orelha.
O sorriso diminuiu um pouco quando cheguei em casa e vi que essas putas tinham armado uma festa lá, aproveitando que eu tinha saído, e ainda por cima tinham feito no salão da casa. A vagabunda da minha prima nem sequer me avisou. Entrei e cumprimentei elas. Elas comentaram que tinham fechado o lugar onde estavam e tinham vindo tomar a última em casa, me apresentaram duas minas e três caras. Como vi que estava atrapalhando (nem fizeram cara de oferecer uma bebida), vazei pra dormir. Bom, era o que eu pensava, porque do meu quarto, mesmo não estando perto, eu ouvia perfeitamente as conversas (elas estavam um pouco alteradas).
Aí ouço o seguinte:
- Silvinha, seu primo é muito gostoso. Embora não se pareça nada com você, ele é um morenão e você parece uma gringa.
- Marta, não me enche, meu primo. Por favor, ele é um muleque sem graça.
- Mas o que será que ele tem? Susana, o garoto tá a fim de dar uma alegria?
- E duas, hehehe.
Nisso, um dos caras interrompeu dizendo:
- Bom, bom, Martinha e Susana, se comportem que nós dois estamos aqui na frente e vamos ficar com ciúmes. Pra que quer um menino quando você pode ter um homem?
- Isso aí, Iván (essa sem dúvida era a voz da Miriam), além do mais, saibam que a Silvi tem razão. O primo dela passa o dia trancado, com certeza se acabando na punheta, tipo assim. o que é um masturbador recordista do Guinness, um pervertido, espera que não seja um viadinho, porque tem toda a cara. Ou que esteja apaixonado pela mamãezinha ou algo pior.
Todos os presentes começaram a rir pra caralho, me levantei da cama e estava quase saindo pra dar um esporro naquela puta, quando estava com a maçaneta na mão, lembrei do "sente na beira do rio e espere, e verá o corpo do seu inimigo passar flutuando" então soltei o puxador e comecei a pensar em como me vingar daquela puta e também daquele babaca do Iván. Entrei na cama e dormi com a cabeça girando.
Na manhã seguinte encontrei a Estrela na cozinha e ela me perguntou se tinham feito muito barulho. Disse que não, que não tinha ouvido nada. Fui pra sala e encontrei a gostosa da Miriam mais uma vez deitada no sofá com o controle da tv na mão.
Foi aí que decidi qual seria minha vingança. Ia mostrar pra ela o quão pervertido, masturbador e viadinho eu era. Ia comer ela, ia gozar em todos os buracos do corpo dela, ia gravar tudo pra minha videoteca e ela não ia conseguir resistir.
Comecei a me preparar, primeiro arranjar uma câmera digital. Como não saía muito, tinha uma grana guardada do que meu pai mandava. Então a grana não foi problema. Fui na Fnac e comprei uma de 600 paus que gravava no escuro e tinha uma resolução da porra. Comprei também um tripé.
Entrei na internet e comecei a pesquisar sobre o assunto. É assustador o que tem na internet. Encontrei até tutoriais passo a passo sobre o assunto. Numa farmácia online comprei dois remédios, um que supostamente sedava e causava amnésia. Depois, através de uma loja do Canadá, comprei uma caixa de viagra.
Finalmente, numa sexshop online, comprei lubrificante, um dildo descomunal no qual dava pra acoplar um ovo vibrador.
Quando recebi tudo em casa, guardei e fiquei esperando o momento, mas Antes, decidi testar os sedativos pra ver se funcionavam. Não queria deixar nada pro acaso, então me tranquei no meu quarto. Peguei um caderno e numa folha em branco escrevi: LEMBRA QUE VOCÊ ESTÁ TESTANDO OS REMÉDIOS. Tomei um comprimido, coloquei o cronômetro pra rodar e anotei quando comecei a sentir sono, sentei na cama... quando voltei a mim, minha cabeça doía um pouco e não lembrava por que estava no quarto, fiquei meio assustado, mas ao ler a mensagem no caderno deduzi o que estava fazendo, parei o cronômetro. No total, marcava mais de uma hora e meia. Ótimo.
Enquanto isso, comecei a sair com a Sara, mas a coisa não pegou e não passamos do segundo boquete.
Em março, o babaca do Ivan começou a aparecer mais em casa, ele estava comendo a Miriam e de vez em quando passava a noite lá. Longe de ficar puto, fiquei feliz porque se tudo desse certo ia matar dois coelhos numa cajadada só. Com um pouco de sorte, ia experimentar o cu da namorada dele, algo que, conhecendo a Miriam, ele com certeza nem tinha provado.
Tive que esperar até meados de abril pra saber quando ia consumar minha vingança. Minha chance seria em maio, durante o feriado do 1º. Ouvi a Miriam reclamando que tinha que entregar um projeto individual logo depois do feriado. Que ela tava muito atrasada e que não ia pra casa dela pra passar o feriado inteiro terminando o projeto. E pra piorar, o Ivan ia pra Londres com os pais...
O resto voltaria pra suas casas e eu inventaria um trabalho inexistente pra calar a minha mãe e não levantar suspeitas entre os outros.
Até que chegou o dia, repetia na minha cabeça o plano de novo e de novo. Não queria cometer nenhum erro. Meu plano começaria no dia 30, na hora do jantar. A Miriam jantava vendo TV, deitada no sofá. Meu plano era camuflar o remédio na coca-cola com que ela jantava e esperar fazer efeito.
— Miriam, desculpa te incomodar.
— O que você quer?
— Vou preparar alguma coisa pro jantar e como te vejo ocupada, sei lá, tal melhor você quer que eu prepare alguma coisa?
- O que você vai jantar?
- Tanto faz pra mim, então se você tá com vontade de algo...
- Eu tinha pensado em fazer uma salada e tomar um Actimel ou algo assim.
- Beleza, eu preparo tudo. Mais ou menos que horas você quer jantar?
- Vamos ver, são 20:45... então umas 21:30, tá bom?
- Perfeito.
Fui pro meu quarto, montei a câmera no tripé e deixei tudo pronto. Peguei as pílulas, coloquei no bolso e fui preparar uma salada. Fiz uma salada de puta pra caralho e preparei a mesa na sala. E deixei o copo com a pílula já amassada no fundo. Só faltava colocar a Coca-Cola light e tudo tava pronto.
Quando ouvi a porta do quarto da Miriam abrindo, despejei a Coca-Cola e terminei de encher o copo bem quando ela entrava na sala.
- No final das contas, você é um amorzinho.
Ela disse num tom irônico. Agora você vai ver que amorzinho que eu sou – pensei comigo, e com um esforço fiz meu melhor sorriso.
Jantamos. Cada vez que a Miriam dava um gole, meu pau inchava mais um pouco. Terminamos de jantar e eu disse que eu arrumava tudo. Ela, como sempre, pegou o controle e se jogou no sofá.
Quando voltei da cozinha, ela tava com o olhar perdido. Falei com ela e não respondeu. Me aproximei e o olhar não mudou, peguei com a mão o peito esquerdo dela e ela simplesmente ficou olhando pra minha mão com cara de boba, mas não fez mais nada.
Olhei o relógio, coloquei a contagem regressiva. Tinha uma hora e quinze pra fazer o que quisesse com ela. A festa tava começando.
Peguei ela no colo e levei pro meu quarto. Deitei ela na cama, posicionei a câmera num ângulo que pegava a cama toda. Coloquei na mesinha de cabeceira o lubrificante e o pau de plástão, o Viagra e um copo d'água (isso último era caso eu gozasse antes da hora, pra recuperar a ereção o mais rápido possível).
Tirei a roupa dela rapidamente, sem me alongar muito no processo. Ela tava meio fora, então não oferecia resistência, aliás, até colaborava. Deixei ela de barriga pra cima com as pernas abertas, peguei a câmera e gravei tudo, dando zoom na buceta dela.
Tinha que reconhecer que a puta da Miriam tinha tudo no lugar, mas também não era nada de outro mundo. O cabelo era negro como ébano, a pele branca como neve, os peitos sem serem muito pequenos tinham uns mamilos minúsculos que com o frio estavam durinhos, a bocetinha me desagradou um pouco. Mesmo estando cuidada, tinha muita pelugem pro meu gosto. As pernas, mesmo que ela não devesse ter mais de um metro e sessenta, eram bem proporcionadas e as coxas quase sem celulite, os pés é que me decepcionaram, estavam com calos e ressecados. Virei ela e gravei a bunda. Abri as nádegas e apareceu o buraco dela. Sem dúvida, aquela bunda não tinha sido experimentada.
Coloquei a câmera no tripé, peguei o lubrificante, e joguei um bom jato no cu dela, espalhei com o dedo e quando tudo estava bem melado por fora, enfiei o dedo de uma vez. Custou bastante, senti ela ficar tensa mas ao mesmo tempo como não conseguia reagir. Enfiei um segundo dedo e comecei a rodar.
Eu estava ficando louco. Tirei meu pau pra fora, puxei a pele e lambuzei a cabeça com lubrificante. Apoiei meu pau no esfíncter e forcei. Estava tão apertado que não conseguia penetrar. O pau escorregava pra um lado e pro outro, então decidi dilatar mais.
Peguei o consolo, lambuzei, encostei, enquanto segurava firme na entrada e enfiei no cu dela com toda minha força. Não sei como aquela buceta conseguiu entrar tudo aquilo. O que eu sei é o grito de dor que ela deu, grito que me assustou porque pensei que ela tinha voltado ao mundo dos acordados. Ainda bem que tinha sido só um reflexo, porque quase me caguei. Retomei o assunto e comecei a mover o brinquedo que estava nas entranhas dela. Ela reclamava toda vez que eu movia aquele monstro dentro. Depois de 10 minutos brincando, decidi que era minha vez. Tirei o dildo e o cu dela ficou dilatado uns segundos até começar a se contrair de novo. Peguei o lubrificante, coloquei um pouco mais no buraco, me apoiei e dessa vez acertei e consegui enfiar.
A sensação foi incrível. Mais do que por tê-la no cu (que havia dilatado brutalmente), pela sensação de vingança cumprida. Comecei a enfiá-la ferozmente, não durou nem cinco minutos, gozei de uma forma bestial. Tirei e corri para pegar a câmera para gravar como seu cu recuperava a forma e transbordava minha porra.
Olhei no relógio. Tinha consumido apenas 50 minutos no processo, mas decidi não apressar. Ainda restavam duas noites para repetir a jogada. Corri ao banheiro e peguei papel. Limpei a Promíscua e passei uma pomada anti-hemorroida nas áreas avermelhadas do cu para aliviar a dor e não levantar suspeitas (queria repetir no dia seguinte).
Vesti-a rapidamente e a levei ao sofá novamente. Coloquei o controle na mão dela e me mandei para o meu quarto.
Uma hora depois ouvi a TV parar de tocar, passos no corredor e uma porta se fechando.
Respirei fundo, baixei o vídeo no PC e renomeei o arquivo. "enrabada_enquanto_dormia_1.avi
Ainda lembro do rosto do meu pai quando dei a notícia, ele estava orgulhoso de mim. A notícia que tive que dar era algo tão bobo quanto ter decidido seguir seus passos e me tornar Engenheiro Industrial, e que para isso eu iria para a Politécnica de Madrid.
Naquela época eu morava em Valência com meus pais. Meu pai era de Madri, mas por questões de trabalho acabou trabalhando em Saragoça. Minha mãe era de Teruel.
Eu me achava o máximo pensando na liberdade que iria desfrutar a partir de setembro. Por ser filho único, meus pais, bom, principalmente minha mãe, sempre exerceu um controle tremendo na minha vida, me deixando muito pouca liberdade de movimento.
Eu estava louco para ir para Madri, para uma república estudantil, passar pelo trote e me dedicar a estudar, sair e tentar foder o maior número possível de universitárias. Mas meus planos, mais uma vez, foram por água abaixo graças à minha mãe controladora.
Ela convenceu meu pobre pai - todo dia me pergunto como ele ainda a aguenta depois de 5 anos de namoro e 19 de casamento - de que o ambiente de uma residência universitária ou república não era o melhor para seu Juanito (aliás, meu nome é Juan). E com a ajuda da minha tia (pra isso que servem as irmãs) ela preparou o super plano de me mandar morar com minha prima Silvia, que era dois anos mais velha que eu, e 3 amigas dela da residência de freiras. Todos nós iríamos para a casa dos meus avós, uma casa enorme na General Martínez Campos que meu pai, que também era filho único, mantinha por nostalgia depois da morte da vovó há dois anos.
Para minha mãe e minha tia o plano era perfeito. Minha tia deixava de gastar 800 euros/mês com a residência da minha prima, para gastar apenas 300, e minha mãe se garantia no controle das minhas saídas e entradas. E para meu pai era uma forma de parar de ouvir depois de dois anos que manter a casa em Madri era uma bobagem Fechada sem alugar…
Pra mim foi uma putaria do caralho. Minha prima Silvia era uma metida do cacete, nunca me dei bem com ela. Tinha um ego que não caberia na catedral do Pilar, e o pior de tudo é que a vadia tinha motivos pra ter o ego tão alto. No colégio era uma das mais inteligentes, foi pra Madrid estudar Engenharia Aeronáutica, foi duas vezes campeã de Aragão nos 100 metros livre e pra completar a gostosa era bem gata. Loira, magra, com os peitos no ponto, olhos verdes, dentes perfeitos, nariz engraçado… Quando foi pra Madrid, a coisa não mudou (apesar de eu ter pedido pra Nossa Senhora do Pilar que ela se fudesse na capital) continuou arrasando nos estudos e continuava perfeita.
Quanto às amigas, se eram amigas da minha prima com certeza eram outro bando de metidas otárias como ela, então também não tinha muita esperança de me dar bem com elas.
Minha mãe e minha tia, claro, decidiram que durante a segunda quinzena de julho a gente tinha que ir todo mundo pra Madrid pra arrumar a casa (tava fechada há dois anos) comprar o que fosse preciso (utensílios e tal) fazer a mudança da minha prima e das amigas dela, nos conhecermos todos (incluindo os pais das amigas da minha prima) e assinar o contrato de aluguel onde estavam os cinco futuros inquilinos.
Na semana que passamos limpando e comprando coisas, infelizmente, confirmei que não tinha me enganado. As amigas da minha prima eram as típicas barbies, super metidas com cara de frescas que eu esperava. Eram Miriam, estudante de arquitetura, natural de Burgos, Estrella (Orense) que estudava ADE e Direito no ICADE e Verônica (Málaga) que estudava medicina na complutense. Pareciam um clube de gatas, inteligentes e absurdamente estúpidas.
Voltei pra Zaragoza amargurado e tentei aproveitar o verão ao máximo com meus amigos.
Quando começou o curso, mesmo tendo feito um grupo de amigos rapidinho, ficou bem complicado pra mim… me adaptar a Madrid. A galera da Escola não combinava de sair nos fins de semana porque, ou eram de Madrid e já tinham suas panelinhas, ou eram de fora e saíam pra farra com o pessoal das suas repúblicas. Minha prima também não fez nada pra facilitar as coisas e, quando via que eu ficava em casa num final de semana, também não me chamava pra sair com as amigas dela.
No final, eu saía um final de semana a cada quatro ou cinco, então passava a maior parte dos fins de semana enfiado no meu quarto estudando, jogando online ou vendo pornô. E eu me trancava no quarto porque minha prima e suas capangas tinham monopolizado a casa. O que mais me fodia era a questão da TV. Miriam tinha a mania de puta de se jogar num dos sofás da sala, botar qualquer merda que lhe viesse na buceta e dormir com o controle na mão.
Em fevereiro, depois de seis meses convivendo com a versão espanhola de Barbie & Cia, eu tinha tirado uma coisa boa e outra um pouquinho preocupante. A boa era que no primeiro semestre arrasei nas notas. A preocupante: que com tanto tempo trancado e tanto pornô na internet, eu estava virando um puta degenerado.
De bater punheta com a típica Playboy, eu tinha passado a ser um expert em pornô, cada vez explorava perversões mais e mais bizarras. Lembro que pulei do convencional para vídeos de penetração anal, depois para os de "facial" e "creampie", depois entrei no mundo dos fetiches. Grávidas, pés, inserções, voyeurismo, etc.
O bom de morar com quatro minas era que eu podia satisfazer alguns desses novos fetiches facilmente. Por exemplo: O cesto de roupa suja da Verónica era uma mina de ouro, sempre estava bem abastecido com calcinhas usadas que cheiravam a buceta. De vez em quando, eu aproveitava quando estava sozinho em casa para me esgueirar no quarto dela, pegar uma das peças e bater uma punheta gostosa com as calcinhas dela no rosto. Aquele cheiro de buceta me deixava a mil.
Outro exemplo: Estrella tinha o costume de fazer pedicure na sala de estar enquanto assistia TV. Algumas vezes que a peguei no processo, eu me sentava em alguma outra poltrona da sala fingindo ler um livro, quando na verdade estava observando Estrela mimando seus pés preciosos com creminhos ou pintando cuidadosamente as unhas com um esmalte vinho escuro…
Tinha um disco rígido externo com um acervo de vídeos que nem a cinemateca nacional. Um dia descobri uma temática que começou a me obsesionar. Eram vídeos de "sleep assault" ou assaltos noturnos. Para quem não conhece, são vídeos em que pegam minas que estão dormindo. Mas os que me deixavam a mil eram aqueles em que fodia bêbadas ou minas inconscientes.
Minhas punhetas começaram a se basear nessas fantasias. Imaginava que ia a uma festa de alguma república, entrava num quarto e lá estava alguma colega de classe com um porre daqueles, inconsciente. Entrava, fechava a porta com trinco e fazia todo tipo de perversões, gozava, vazava e ela nunca ficava sabendo o que tinha feito com seu corpo.
Embora o tema fosse bom para umas punhetas, eu sabia que estava totalmente tarado e que provavelmente quando voltasse para Zaragoza no verão e comesse alguma amiga, a coisa passaria. Porque em Zaragoza eu ainda mantinha uma vida social de putaria.
Resumindo, eu sabia que mesmo ficando excitado pra caralho com o tema, me dava um certo reparo moral ir fodendo alguém sem consentimento. Então tinha certeza que a coisa nunca passaria de fantasia.
Esse pensamento mudou por causa de um acontecimento que vou narrar agora. Como acabei de contar, no primeiro semestre passei em todas as matérias e com notas muito boas, então convenci a galera da turma para organizar um daqueles raros encontros e convidá-los pro botecão para celebrar meu pleno.
No final convenci eles e saímos pra beber. Depois de fazer um botecão no parque da minha faculdade, decidimos ir tomar umas num bar que fica em Alonso Cano. Pra mim estava perfeito e lá fomos nós. Por volta das 3:00 a galera começou a dar o fora, até que às 4:00 os que sobraram disseram que iam vazar: um pra casa, outro pra ver se encontrava em outro bar a típica "amiga colorida", e o terceiro, que era eu, pra ir pra casa fazer outra punheta, mas dessa vez pensando na Sara. Depois de trabalhar uma hora com uma moreninha bem gata, a Sara, mesmo eu só tendo conseguido uns amassos mal dados contra uma coluna do bar, tinha me passado o celular. Aquele celular me deu esperança, e o mesmo aconteceu no segundo semestre. Então, enquanto voltava a pé pra casa, eu estava com um sorriso de orelha a orelha.
O sorriso diminuiu um pouco quando cheguei em casa e vi que essas putas tinham armado uma festa lá, aproveitando que eu tinha saído, e ainda por cima tinham feito no salão da casa. A vagabunda da minha prima nem sequer me avisou. Entrei e cumprimentei elas. Elas comentaram que tinham fechado o lugar onde estavam e tinham vindo tomar a última em casa, me apresentaram duas minas e três caras. Como vi que estava atrapalhando (nem fizeram cara de oferecer uma bebida), vazei pra dormir. Bom, era o que eu pensava, porque do meu quarto, mesmo não estando perto, eu ouvia perfeitamente as conversas (elas estavam um pouco alteradas).
Aí ouço o seguinte:
- Silvinha, seu primo é muito gostoso. Embora não se pareça nada com você, ele é um morenão e você parece uma gringa.
- Marta, não me enche, meu primo. Por favor, ele é um muleque sem graça.
- Mas o que será que ele tem? Susana, o garoto tá a fim de dar uma alegria?
- E duas, hehehe.
Nisso, um dos caras interrompeu dizendo:
- Bom, bom, Martinha e Susana, se comportem que nós dois estamos aqui na frente e vamos ficar com ciúmes. Pra que quer um menino quando você pode ter um homem?
- Isso aí, Iván (essa sem dúvida era a voz da Miriam), além do mais, saibam que a Silvi tem razão. O primo dela passa o dia trancado, com certeza se acabando na punheta, tipo assim. o que é um masturbador recordista do Guinness, um pervertido, espera que não seja um viadinho, porque tem toda a cara. Ou que esteja apaixonado pela mamãezinha ou algo pior.
Todos os presentes começaram a rir pra caralho, me levantei da cama e estava quase saindo pra dar um esporro naquela puta, quando estava com a maçaneta na mão, lembrei do "sente na beira do rio e espere, e verá o corpo do seu inimigo passar flutuando" então soltei o puxador e comecei a pensar em como me vingar daquela puta e também daquele babaca do Iván. Entrei na cama e dormi com a cabeça girando.
Na manhã seguinte encontrei a Estrela na cozinha e ela me perguntou se tinham feito muito barulho. Disse que não, que não tinha ouvido nada. Fui pra sala e encontrei a gostosa da Miriam mais uma vez deitada no sofá com o controle da tv na mão.
Foi aí que decidi qual seria minha vingança. Ia mostrar pra ela o quão pervertido, masturbador e viadinho eu era. Ia comer ela, ia gozar em todos os buracos do corpo dela, ia gravar tudo pra minha videoteca e ela não ia conseguir resistir.
Comecei a me preparar, primeiro arranjar uma câmera digital. Como não saía muito, tinha uma grana guardada do que meu pai mandava. Então a grana não foi problema. Fui na Fnac e comprei uma de 600 paus que gravava no escuro e tinha uma resolução da porra. Comprei também um tripé.
Entrei na internet e comecei a pesquisar sobre o assunto. É assustador o que tem na internet. Encontrei até tutoriais passo a passo sobre o assunto. Numa farmácia online comprei dois remédios, um que supostamente sedava e causava amnésia. Depois, através de uma loja do Canadá, comprei uma caixa de viagra.
Finalmente, numa sexshop online, comprei lubrificante, um dildo descomunal no qual dava pra acoplar um ovo vibrador.
Quando recebi tudo em casa, guardei e fiquei esperando o momento, mas Antes, decidi testar os sedativos pra ver se funcionavam. Não queria deixar nada pro acaso, então me tranquei no meu quarto. Peguei um caderno e numa folha em branco escrevi: LEMBRA QUE VOCÊ ESTÁ TESTANDO OS REMÉDIOS. Tomei um comprimido, coloquei o cronômetro pra rodar e anotei quando comecei a sentir sono, sentei na cama... quando voltei a mim, minha cabeça doía um pouco e não lembrava por que estava no quarto, fiquei meio assustado, mas ao ler a mensagem no caderno deduzi o que estava fazendo, parei o cronômetro. No total, marcava mais de uma hora e meia. Ótimo.
Enquanto isso, comecei a sair com a Sara, mas a coisa não pegou e não passamos do segundo boquete.
Em março, o babaca do Ivan começou a aparecer mais em casa, ele estava comendo a Miriam e de vez em quando passava a noite lá. Longe de ficar puto, fiquei feliz porque se tudo desse certo ia matar dois coelhos numa cajadada só. Com um pouco de sorte, ia experimentar o cu da namorada dele, algo que, conhecendo a Miriam, ele com certeza nem tinha provado.
Tive que esperar até meados de abril pra saber quando ia consumar minha vingança. Minha chance seria em maio, durante o feriado do 1º. Ouvi a Miriam reclamando que tinha que entregar um projeto individual logo depois do feriado. Que ela tava muito atrasada e que não ia pra casa dela pra passar o feriado inteiro terminando o projeto. E pra piorar, o Ivan ia pra Londres com os pais...
O resto voltaria pra suas casas e eu inventaria um trabalho inexistente pra calar a minha mãe e não levantar suspeitas entre os outros.
Até que chegou o dia, repetia na minha cabeça o plano de novo e de novo. Não queria cometer nenhum erro. Meu plano começaria no dia 30, na hora do jantar. A Miriam jantava vendo TV, deitada no sofá. Meu plano era camuflar o remédio na coca-cola com que ela jantava e esperar fazer efeito.
— Miriam, desculpa te incomodar.
— O que você quer?
— Vou preparar alguma coisa pro jantar e como te vejo ocupada, sei lá, tal melhor você quer que eu prepare alguma coisa?
- O que você vai jantar?
- Tanto faz pra mim, então se você tá com vontade de algo...
- Eu tinha pensado em fazer uma salada e tomar um Actimel ou algo assim.
- Beleza, eu preparo tudo. Mais ou menos que horas você quer jantar?
- Vamos ver, são 20:45... então umas 21:30, tá bom?
- Perfeito.
Fui pro meu quarto, montei a câmera no tripé e deixei tudo pronto. Peguei as pílulas, coloquei no bolso e fui preparar uma salada. Fiz uma salada de puta pra caralho e preparei a mesa na sala. E deixei o copo com a pílula já amassada no fundo. Só faltava colocar a Coca-Cola light e tudo tava pronto.
Quando ouvi a porta do quarto da Miriam abrindo, despejei a Coca-Cola e terminei de encher o copo bem quando ela entrava na sala.
- No final das contas, você é um amorzinho.
Ela disse num tom irônico. Agora você vai ver que amorzinho que eu sou – pensei comigo, e com um esforço fiz meu melhor sorriso.
Jantamos. Cada vez que a Miriam dava um gole, meu pau inchava mais um pouco. Terminamos de jantar e eu disse que eu arrumava tudo. Ela, como sempre, pegou o controle e se jogou no sofá.
Quando voltei da cozinha, ela tava com o olhar perdido. Falei com ela e não respondeu. Me aproximei e o olhar não mudou, peguei com a mão o peito esquerdo dela e ela simplesmente ficou olhando pra minha mão com cara de boba, mas não fez mais nada.
Olhei o relógio, coloquei a contagem regressiva. Tinha uma hora e quinze pra fazer o que quisesse com ela. A festa tava começando.
Peguei ela no colo e levei pro meu quarto. Deitei ela na cama, posicionei a câmera num ângulo que pegava a cama toda. Coloquei na mesinha de cabeceira o lubrificante e o pau de plástão, o Viagra e um copo d'água (isso último era caso eu gozasse antes da hora, pra recuperar a ereção o mais rápido possível).
Tirei a roupa dela rapidamente, sem me alongar muito no processo. Ela tava meio fora, então não oferecia resistência, aliás, até colaborava. Deixei ela de barriga pra cima com as pernas abertas, peguei a câmera e gravei tudo, dando zoom na buceta dela.
Tinha que reconhecer que a puta da Miriam tinha tudo no lugar, mas também não era nada de outro mundo. O cabelo era negro como ébano, a pele branca como neve, os peitos sem serem muito pequenos tinham uns mamilos minúsculos que com o frio estavam durinhos, a bocetinha me desagradou um pouco. Mesmo estando cuidada, tinha muita pelugem pro meu gosto. As pernas, mesmo que ela não devesse ter mais de um metro e sessenta, eram bem proporcionadas e as coxas quase sem celulite, os pés é que me decepcionaram, estavam com calos e ressecados. Virei ela e gravei a bunda. Abri as nádegas e apareceu o buraco dela. Sem dúvida, aquela bunda não tinha sido experimentada.
Coloquei a câmera no tripé, peguei o lubrificante, e joguei um bom jato no cu dela, espalhei com o dedo e quando tudo estava bem melado por fora, enfiei o dedo de uma vez. Custou bastante, senti ela ficar tensa mas ao mesmo tempo como não conseguia reagir. Enfiei um segundo dedo e comecei a rodar.
Eu estava ficando louco. Tirei meu pau pra fora, puxei a pele e lambuzei a cabeça com lubrificante. Apoiei meu pau no esfíncter e forcei. Estava tão apertado que não conseguia penetrar. O pau escorregava pra um lado e pro outro, então decidi dilatar mais.
Peguei o consolo, lambuzei, encostei, enquanto segurava firme na entrada e enfiei no cu dela com toda minha força. Não sei como aquela buceta conseguiu entrar tudo aquilo. O que eu sei é o grito de dor que ela deu, grito que me assustou porque pensei que ela tinha voltado ao mundo dos acordados. Ainda bem que tinha sido só um reflexo, porque quase me caguei. Retomei o assunto e comecei a mover o brinquedo que estava nas entranhas dela. Ela reclamava toda vez que eu movia aquele monstro dentro. Depois de 10 minutos brincando, decidi que era minha vez. Tirei o dildo e o cu dela ficou dilatado uns segundos até começar a se contrair de novo. Peguei o lubrificante, coloquei um pouco mais no buraco, me apoiei e dessa vez acertei e consegui enfiar.
A sensação foi incrível. Mais do que por tê-la no cu (que havia dilatado brutalmente), pela sensação de vingança cumprida. Comecei a enfiá-la ferozmente, não durou nem cinco minutos, gozei de uma forma bestial. Tirei e corri para pegar a câmera para gravar como seu cu recuperava a forma e transbordava minha porra.
Olhei no relógio. Tinha consumido apenas 50 minutos no processo, mas decidi não apressar. Ainda restavam duas noites para repetir a jogada. Corri ao banheiro e peguei papel. Limpei a Promíscua e passei uma pomada anti-hemorroida nas áreas avermelhadas do cu para aliviar a dor e não levantar suspeitas (queria repetir no dia seguinte).
Vesti-a rapidamente e a levei ao sofá novamente. Coloquei o controle na mão dela e me mandei para o meu quarto.
Uma hora depois ouvi a TV parar de tocar, passos no corredor e uma porta se fechando.
Respirei fundo, baixei o vídeo no PC e renomeei o arquivo. "enrabada_enquanto_dormia_1.avi
18 comentários - Fudida enquanto dormia