A mãe gostosa do José

Nessa fantasia, eu sou um moleque de uns dezoito anos. Tô passando as férias de verão com minha família em Benidorm, por exemplo numa daquelas torres formigueiro da Praia de Levante. Pode ser julho, talvez no fim do mês. Sou estudante e passo o verão com minha mãe. Meu pai tá no norte trabalhando, e só vai descer de férias em agosto. Sou um turista de sempre, então não tem nada que me chame a atenção de forma extraordinária.

Bom, até tem uma coisa. A mãe do José.

Conheci o José talvez no verão passado, ou quem sabe no começo desse. Na minha fantasia, isso não importa muito.

O José pode ter a minha idade, até um ano a mais. Ele tem outro irmão, pode se chamar Pablo. O Pablo pode ter uns dois anos a menos que eu. E também tem uma irmã, Elena, embora ela prefira escrever com "H". "HELENA X TEO". É isso que ela costuma escrever na praia. Claro, eu não sou o Teo. A Helena é um pouco mais velha que o José, ela pode ter uns vinte e cinco. E o tal Teo, vinte e sete. O Teo também tem duas irmãs. Soraya e Leonor. Elas têm mais ou menos as idades do José e do Pablo.

O José, o Pablo e a Helena moram num chalé. Um daqueles grandes com piscina, quadra de tênis e cesta de basquete em cima da porta da garagem. E com a praia a dois minutos andando. Também têm uma empregada. Uma daquelas garotas espevitadas que vão de manhã e deixam tudo pronto até o jantar. Na fantasia, a empregada não conta. Porque nunca tá lá quando eu chego na casa.

Claro, o José tem um pai, ele mora em Madri e desce toda sexta, no carro dele, um Mercedes, por exemplo. E claro, o José tem a mãe dele. A mãe do José.

Eu encontro com eles de manhã, talvez depois do café. Sempre na praia. Gosto de chegar primeiro e esperar por eles. Principalmente, gosto de ver a mãe do José chegar. Não é que ela desça sempre, só alguns dias. Mas a espera sempre é gostosa pra mim, porque tento adivinhá-la no meio da multidão que desce pra praia. Lá pelas tudo porque ela se destaca como um diamante no meio da quadra. Sempre arrumada, às vezes com um chapeuzinho e um vestido de praia que não esconde nenhuma das suas curvas admiráveis. Tenho a sensação de que a praia inteira olha pra ela. Embora ela pareça não notar. Mas o momento de pico é quando ela tira o vestido, pra mim é como se ela ficasse nua. Pra mim, o biquíni vira uma calcinha da mais fina lingerie e a praia desaparece da minha vista. Daí ela costuma deitar no sol e eu convenço os outros a descer pra água.

Raramente fico sozinho com ela. Porque não sei o que dizer. As palavras ficam entaladas na garganta e eu pareço um idiota. Principalmente se ela se levanta e eu posso ver o corpo dela contra a luz. É como se eu levasse um choque e um arrepio percorresse minha pele. Nessa hora, só sinto calor num lugar. A pica quer ficar dura e desenha formas estranhas na minha sunga. Por isso sempre uso bermudas, pra disfarçar um pouco as ereções. Aí eu me desculpo, com desculpas em voz baixa, e saio correndo atrás de um mergulho de água fria pra aliviar o tesão. Na minha fantasia, acho que ela não percebe nada e costuma rir das minhas mudanças de humor.

Os dias que ela não desce, parecem mais frios ou mais escuros, como se o sol brilhasse menos. E nada do que a gente faz me anima. Nem as brincadeiras com Helena, Soraya e Leonor, que aproveitam a ausência dela pra fazer topless. Porque quando ela não está, elas não fazem, por respeito, dizem. Ela também não faz quando desce pra praia. Pra isso, ela aproveita o solário de casa nos dias que não vem com a gente.

Costumo almoçar no chalé, me tornei quase um inquilino permanente, mais até que o Teo, que come na casa dele com as irmãs.

Depois do almoço, a gente costuma perder tempo na piscina, ou jogar um pouco de basquete. Ela geralmente tira uma soneca deitada numa espreguiçadeira, coberta pela metade com um pareó que coloca por cima do biquíni.

Lá pelas seis, aparecem no chalé, o Teo e As outras. O Teo e a Helena costumam se perder um pouco pelo jardim pra se beijar e se agarrar, e dar uma amassada meio escondida. Principalmente porque a mãe do José costuma deixar o caminho livre se enfiando em casa.

Aí ficamos três pra duas minas, e a gente começa a se exibir feito pombo na primavera, mas como eu tô de mal com a mãe do José, geralmente perco o ritmo e são ele e o Pablo que ficam mais enroscados com elas. Então eu deito numa rede e finjo que tô dormindo.

Nos meus pensamentos, ela aparece rapidinho. A mãe do José.

Ela é nova, na minha fantasia pode ter uns quarenta e cinco anos. E não é magra demais. Pelo contrário, tem aquelas curvas que fazem uma mulher ser realmente gostosa. Os peitos dela são firmes, tipo balões pequenos, mas bem visíveis debaixo de qualquer blusa. E a bunda dela é empinada. Daquelas que marcam o que tem que marcar quando veste uma calça jeans, talvez pra ir no supermercado de tarde na sexta-feira. As pernas são longas e finas. E umas coxas que parecem caramelo quando ela mostra de leve por baixo de uma saia curta, quando sai pra tomar alguma coisa nos sábados com o Tomás. Tomás é o pai do José. Ela se chama Júlia. Mas pra mim sempre vai ser a mãe do José.

Minha fantasia mais forte começa numa tarde, em que eu finjo que tô dormindo enquanto o José e a Soraya, e o Pablo com a Leonor, brincam de explorar as bocas um do outro entre um mergulho e outro. Num certo momento, eu levanto com a desculpa de que preciso usar o banheiro. Nesse dia, o José me fala: — Usa o de cima, que o de baixo entupiu de novo. — Eu entro no chalé pela porta de vidro da sala que tá entreaberta e coberta por uma cortina grande pra não entrar calor. Lá dentro tá escuro e frio. O ar-condicionado deve estar ligado bem forte. Subo as escadas pro andar de cima e ouço claramente o barulho de um secador no quarto da Júlia. Ela deve ter acabado de tomar banho depois da sessão de sol da tarde. Entro no banheiro de cima. Fecho a porta com o trinco e sento no vaso. Sempre sento. Tô com a pica dura e dá uma vontade de bater uma, sinto ela quente no toque e dou uns tapinhas, mas paro na hora, relaxo e mijo. Quando termino, levanto de novo. Passo na cozinha e bebo um pouco de água da geladeira. Aí vou pra sala pra sair de novo pro jardim.

A Júlia tá na sala. Ela tá meio recostada no sofá fazendo as unhas. Tá vestindo um roupão de cetim azul, com umas flores bordadas, e imagino que tá pelada por baixo. As cortinas da vidraça continuam fechadas pra evitar que entre o calor. Ela tem uma luminária de chão acesa, então a sala tá meio no escuro.

Tô quase saindo, mas as risadas dos lá fora me param. Dá pra ouvir corridas e pulos. Provavelmente eles tão se jogando na piscina ou talvez tão jogando elas, na esperança de que elas percam a parte de cima do biquíni. Dou meia-volta, como se de repente tivesse lembrado de algo importante, ou como se tivesse entrado uma pressa por algo inexistente. E falo algo parecido que tenho que ir. Mas ela me para com uma frase só:
— Por que você não senta e me faz um pouco de companhia? Assim não me sinto tão sozinha. — Sento numa poltrona que tem quase em frente ao sofá, não pega a luz da luminária e fica meio na penumbra.

Não tiro os olhos da Júlia, enquanto ela não para de me fazer perguntas sobre mim, sobre os filhos dela, sobre a filha dela e sobre o Teo e as irmãs dele. Respondo quase como hipnotizado. Acho que nunca falei tanto tempo seguido com ela. Respondo às perguntas dela de forma automática enquanto meus olhos seguem cada movimento das mãos dela nas unhas dos pés. Ela sorri com algumas das minhas respostas sobre as meninas e num dado momento se meio levanta e me diz:
— Você tem que ser mais direto. Não perde nada. Nada tem, nada perde. Não é? — E se recosta de novo. Também não. Paro de olhar pras pernas dela. Com os movimentos, o roupão costuma escorregar e eu vejo, de vez em quando, as pernas dela quase inteiras. É tipo mágico. Tô acostumado a ver ela de biquíni. Então conheço o corpo dela perfeitamente, mas esses vislumbres de pele pela abertura do roupão são um estímulo erótico quase orgásmico pra mim. Sinto a mesma sensação que de manhã na praia, quando ela vai pegar sol e tira o vestido de praia que costuma usar pra descer.

Tento disfarçar minha ereção começando, pra não ficar visível pela sunga. Sinto os furinhos da malha da cueca cravando nas minhas bolas e minha respiração acelera. Ela me olha de vez em quando e parece que não percebe nada. Acho que tô perdendo a batalha pro meu pau. Ele tem vida própria e não tem nada que eu possa fazer pra impedir ele de empurrar, exigindo mais espaço. Sinto ele forçando o elástico da cintura. E percebo que não consigo me mexer, porque se eu levantasse, não teria como esconder de jeito nenhum. Meu pulso acelerou e minha voz falhou. Então começo a responder ela com monossílabos. Agradeço a penumbra onde minha poltrona está. Porque meu pau continua crescendo, crescendo, acho que nunca fiquei tão excitado. Num dado momento, ela se mexe no sofá e agora é a parte de cima do roupão que escorrega, me deixando vislumbrar por um instante um dos peitos dela quase por completo. Um caramelinho tostado com uma cereja no centro. Meu pau deu outro pulo e por um momento sinto que vou gozar direto na poltrona. A Julia ajustou o roupão de novo, com um movimento quase automático. Quase sem tirar a atenção do trabalho que tá fazendo nos pés dela. Naquele momento, não sei se é pelo atrito do cetim neles, ou por uma rajada do ar condicionado, os mamilos dela endureceram e ficaram marcados claramente no cetim do roupão. Acho que vou sufocar enquanto meu pau treme. dentro do meu sungão. Acho que se eu tocar nela, com duas batidas vou soltar os litros de porra quente que parecem estar se acumulando na ponta da glande.

- Bom, já era isso! - ela diz com uma expressão quase triunfante, como se tivesse acabado de conquistar o Everest. E eu penso que sim, já era. Mas não isso, e sim a barra de ferro em brasa na qual meu pau se transformou. E ela se levanta quase num pulo do sofá. Se endireita e passa as mãos pelo roupão para esticá-lo, marcando cada uma das curvas do seu corpo gostoso. Eu acho que vou sufocar. Meu coração bate no peito como se fosse uma furadeira e a broca acompanha no mesmo ritmo menos de um palmo mais pra baixo.

- Te convido pra tomar alguma coisa. Pela companhia. - Ela me diz. - Você quer uma limonada? Vou pegar agora mesmo na cozinha. - Estou prestes a dizer que a única coisa que eu quero é ela. Que quero me enfiar dentro do corpo dela e soltar todo o tesão que marca minha virilha e no qual ela parece não ter reparado. Mas não digo, claro.

E ela, no caminho pra cozinha, tem que passar bem na minha frente. E quando está na minha altura, quero dizer pra ela não trazer nada, que a única coisa que quero é ir pra casa, porque senão vou fazer uma loucura. Mas não sai uma palavra. A única coisa que consigo fazer, quase por distração, ou descuido, é pegar um dos laços do roupão dela, aquele que roça na minha mão quando ela passa do meu lado.

O puxão desata a peça leve, e o corpo dela quase nu, de calcinha branca de renda, se mostra pra mim numa fração de segundo.

Ela fica parada, vermelha na hora pelo acidente, aparentemente casual, que acabou de acontecer. O roupão solto do cinto deslizou pelos ombros dela pra trás e agora os dois peitos dela se mostram totalmente ao ar. Parecem flutuar. Empinados, como desafiando a lei da gravidade, cumprindo à risca a sensação de que caem pra cima. Os bicos dos peitos dela Tão duros, rijos, extraordinariamente definidos, sem dúvida por uma mistura meio a meio de frio e da situação. Ela finalmente reage, e as mãos dela buscam as laterais do roupão delicado. Mas o movimento brusco parece desacelerar, e por um momento a pose fica ainda mais erótica, se é que isso é possível. Porque me parece que ela se oferece, nua e entregue.

Naquele momento, perco o controle do que faço. Minha cabeça sai de cena e é meu pau que manda. Quando me levanto, ela se mostra por entre a borracha da sunga. Exultante, vermelha, esticada em todo seu esplendor. Com uma gota de líquido pré-seminal na ponta do prepúcio.

A expressão de Julia, a mãe do José, muda de vergonha para choque quando vê meu pau ali. E muda de novo quando me jogo em cima dela. A gente colide, mais que qualquer outra coisa, e minhas mãos buscam as dela para impedir que ela se cubra. Enquanto isso, a gente percorre a sala numa dança sexual estranha.

Ela me ameaça gritar, mas não grita. Minha boca busca a dela, e eu beijo com força enquanto minha língua luta com a dela, que não quer me devolver o beijo. E ela crava os dentes na minha língua, mas não muito forte, mais como um aviso do que uma ameaça, embora eu sinta o gosto de uma gota de sangue. O beijo fica selvagem. Depois de um tempo tropeçando, a gente esbarra em algo e cai. Rolamos pelo chão. O roupão está em frangalhos e minhas mãos percorrem o corpo de seda dela. Enquanto meu peito se esmaga contra o dela. E sinto os peitos dela cravados em mim. Ela continua resistindo, mas como sem vontade. Se gritasse, quem está lá fora ouviria e tudo acabaria. Mas ela não grita. Minhas mãos apertam a bunda dela. E percorrem quase que selvagemente. Meus dedos encontram as tiras da calcinha dela e as rasgam. Puxo a peça e ela desliza entre nossos corpos que ainda se mexem no chão da sala. Meu pau ainda está preso em parte pela sunga. Mas esfrego o volume contra a pélvis dela. Ela se contorce como uma gata, presa. debaixo do meu corpo, suspirando e bufando. Cada movimento dela aumenta o atrito no meu pau e eu sinto ele maior e maior, mais e mais quente. Paro de beijá-la. E minha boca se joga nos peitos dela, mordo um dos mamilos e chupo e chupo como se minha vida dependesse disso, ela se contorce toda, cuspindo insultos enquanto solta suspiros e gemidos, mas nem um grito sai da boca dela. Segurei as mãos dela por um tempo, mas agora solto e ela começa a bater nas minhas costas. Com uma mão seguro ela firme no chão enquanto com a outra tento tirar minha sunga. A posição não é boa e é difícil, mas consigo e agora sim meu pau, ereto em toda sua glória, se esmaga contra os pelos bem cuidados do triângulo de prazer dela. Ofego como peixe fora d'água enquanto enfio a língua de novo na boca dela. Sem me importar se ela morde ou não.

As batidas dela nas minhas costas continuam, mas agora sem força. Deslizo uma das minhas mãos até a buceta dela. Sinto ela estranhamente molhada. E um dos meus dedos se enfia entre os lábios inferiores dela, procurando o botãozinho. Ela dá um pulo. Como se um choque elétrico tivesse percorrido o corpo dela. Enquanto meu dedo se esforça pra massagear essa pepita dura que se esconde entre as dobras da xota dela. Mordo os peitos dela de novo, passando de um pro outro rapidamente. Ela geme, como uma puta no cio, já que meu dedo não dá descanso ao clitóris dela e quando de vez em quando deslizo ele pra dentro dessa gruta já encharcada, ela uiva e se contorce, enquanto os músculos da vagina dela apertam meu dedo indicador. Sinto que um espasmo vem e acelero a massagem no clitóris, mais rápido e mais forte. O espasmo percorre o corpo dela de cima a baixo. Agora tento a penetração. Meu pau exige se livrar da carga de excitação que tem. Mas a posição me prega uma peça e não consigo penetrá-la.

Agarro meu pau com a mão e direciono ele, apoiando contra a entrada da buceta da Julia. Ela tem Os músculos da buceta dela tão apertados, resistindo à penetração. Mas consigo enfiar um pouquinho a ponta. Agora dou uma enfiada forte e entra inteira. Começo a bombar rápido. Sinto meu pau crescer ainda mais e minha excitação tá nas alturas. Ela já não me bate mais, tem as mãos estendidas na direção da cabeça. Olhos fechados e mordendo os lábios. Enquanto o ritmo dos gemidos dela aumenta, no ritmo das minhas enfiadas. Sigo metendo e tirando feito um louco. E começo a sentir que o orgasmo tá chegando. Então acelero pra buscar aquele ponto sem volta. Aquele onde o mundo desaparece e tudo se junta na ponta do pau e a gente agradece por ter nascido homem e macho. Principalmente macho. Quando vejo que o momento tá chegando, mudo o ritmo, quero desacelerar um pouco, aproveitar ao máximo. Aí ela se contorce de novo e eu ouço:
- Deus! Outro! Outro! Outro!
Isso não é possível. Outrrrrrooooo!
E aí sinto que tá chegando. Saio depressa, não quero gozar dentro. Sei que com duas cuspidas por fora já resolve.

- Vai, filho da puta, enfia em mim. Quero que goze dentro - grita Julia no meu ouvido. Isso me excita ainda mais. Volto a encostar o pau na buceta dela e empurro de novo. Dessa vez entra rápido, ela agarra minhas nádegas e empurra pra eu enfiar ainda mais fundo. Eu meto com força. Enquanto sinto os músculos da buceta dela massageando meu pau. Aí sinto que tá chegando. Fecho os olhos e dou uma última enfiada e fico tenso no momento. E então sinto. A explosão de prazer vem, enquanto fico cravado. Agarrado com força nos ombros da mãe do José. Quando termino de gozar, me retiro devagar. E fico deitado sobre ela. Que acaricia minhas costas.

A sala cheira a sexo. Aquele aroma doce e sem igual. Beijo os lábios dela, os olhos, o pescoço, os mamilos e tento descer, mas ela me puxa pra perto.

- Da próxima vez que quiser me foder, é só pedir - ela fala. - porque montar o - O negócio das unhas e do avental me custa um caralho-.

Porque na minha fantasia, eu comia a mãe do José. Mas na da Júlia, era ela quem dava pro amigo do José.

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