Já tínhamos deixado nossos três filhos com os avós e podíamos aproveitar um fim de semana longo e louco.
Chegamos depois do jantar na casa dos nossos amigos Luis e Amparo, num condomínio de luxo, também em Madri.
Esther escolheu para a noite um vestido bonito, decotado e com saia bem curta, e uns saltos altos; por baixo do vestido, só uma fio dental. Não é porque é minha mulher, mas depois de ser mãe três vezes — vocês já viram nas fotos que mandamos — ela é uma mulher espetacular. O melhor de tudo é que, além de ser gostosa, ela é tudo de puta que eu quero que seja, sem limites, mas só quando eu desejo. Naquela noite, ela estava linda e provocativa demais; dava pra ver tudo só de se abaixar um pouquinho, mas como íamos de carro e não íamos sair de casa, também não era problema. Meu amigo ia adorar.
Antes de ela se vestir, lavei bem a bunda apetitosa dela, e depois enfiei um cone de látex. Queria que ela chegasse na festa bem dilatada e preparada para o que eu tinha planejado. Falei pra Esther guardar outro enema e umas bolas anais na bolsa dela, que mais tarde ela teria que usar com a amiga.
Amparo é sócia da minha mulher e a parceira perfeita pra ela num número lésbico. Loira, com uns peitos rosados lindos, uma periquita perfeitamente depilada e uma bunda tão bonita quanto a da minha garota. Também é muito submissa, segundo o marido dela. Nem tanto, eu pensava, já que ele nunca tinha conseguido comer o cu dela como ela merecia.
Amparo sempre estava lindíssima, e naquela noite não ia ser diferente: minissaia estampada, uma regata de alças e umas sandálias de salto alto. Fiquei de pau duro só de notar que ela não usava sutiã e sentir o cheiro do pescoço dela ao beijá-la, quando entramos na casa dela.
Já tínhamos compartilhado muitas noites de sexo, sem trocar de casais (pelo menos com eles), e naquela noite Luis e eu planejamos dar um passo a mais. No clima perfeito e depois de vários drinks, a conversa foi esquentando; finalmente, foi Luis Quem tomou a iniciativa:
- Então, Jorge, qual é esse jogo tão especial que você preparou?
- Amigos, vou ser bem direto, do jeito que vocês gostam nesse tipo de encontro. Vamos jogar e a regra é a de sempre: ninguém pode ficar puto se alguém sugerir algo, por mais louca que seja a ideia. Somos adultos e um "não" basta. De qualquer forma, se alguém achar que não tá afim o suficiente pra fazer qualquer coisa divertida, fala agora e a gente continua batendo papo. O que você acha, Amparo?
- B-b... bem. O que significa "qualquer coisa divertida"?
- Ah, tipo algo que você nunca fez antes.
Luis caiu na risada e Amparo ficou vermelha, se remexendo no sofá.
- E você, Esther, o que estaria disposta a fazer? - disse Luis.
- Se o Jorge concordar, qualquer coisa.
- Querida, e se eu pedir pra você obedecer, só essa noite, ao Luis? Dá pra imaginar um jogo mais excitante, amigo?
- Claro que não, embora eu ache que não vai parar por aí...
- Com certeza que não, não quero passar a noite sem comer a buceta gostosa da Amparo.
Por alguns segundos, o silêncio tomou conta.
- Duvido que você consiga, amigo. Faz anos que eu insisto, imploro, ela é muito teimosa com isso - respondeu Luis.
- Ei, vocês não acham que tão exagerando? - exclamou Esther, vendo a amiga perplexa e mais inquieta do que nunca.
- Desculpa, amor, você não acha que devia se preocupar com o que meu amigo vai te pedir, gostosa? Talvez isso seja um jogo de criança comparado com o que ele tem preparado pra você, né? Fica tranquila, você sabe por experiência que o que vou fazer com a Amparo vai agradar ela. Vai com ela e prepara ela do jeito que você sabe.
Esther pegou Amparo pela mão e a levou pro banheiro.
Luis e eu continuamos no sofá, rindo, bebendo e conversando.
- Ei, Luis, o que você pretende fazer com a Esther?
- Tenho algo planejado pra ela que vai adorar, se ela for tão foxy quanto eu acho. E quando eu te contar... Conta também, você vai gostar.
- Então me conta.
- Não me expliquei direito... quando ela te contar!
- Que filho da puta você é! Sabe perfeitamente o que quero fazer com a Amparo.
- Bom, tenho essa vantagem. O caso é que não te pedi pra revelar seus planos. Confia em mim, você vai ficar louco quando sua mulher voltar de manhã e te contar o que aconteceu com ela.
- Vocês vão sair? Pra onde?
- É segredo, mas não fica nervoso, não vai acontecer nada de ruim com ela. Embora, o que é ruim ou bom depende do ponto de vista, hahahahaha.
- Oi, galera, já estamos prontas! – Amparo interrompeu.
- Nossa, Amparo, que mudança. Você tomou alguma coisa?
- Não, Jorge, mas você treinou muito bem sua mulher. Ela me tratou com muuuuita delicadeza e, além disso, sozinhas, a gente conseguiu relaxar um pouco, hehehehe. Já estamos superquentes, assim economizamos o trabalho de vocês. Vamos começar?
- Claro, linda.
- Então até mais, Esther e eu vamos nessa – disse Luis.
Luis e Esther subiram no jipe e sumiram por Madri. Ele disse a ela que ia proporcionar a noite mais selvagem de prazer que ela pudesse imaginar. Ela riu, achando que, depois de várias trocas de casais, com sua coleção de brinquedos sexuais e tendo feito ménages com outros homens e mulheres, já tinha visto de tudo.
Ela disse a Luis que estava preocupada em sujar o estofamento do carro novo, estava muito molhada, e que o brinquedo que tinha enfiado no cu a deixava ainda mais excitada. A saia era tão curta que a bunda nua tocava direto no banco, e ela estava ficando cada vez mais tesuda. Tirou a calcinha, já molhada demais, e deu pra Luis. Ele cheirou, passou a mão entre as pernas da minha mulher, enfiou três dedos de uma vez na buceta dela, mexendo com várias sacudidas, depois acariciou o clitóris e os lábios suculentos com delicadeza. Esther colocou os pés no painel, abriu as pernas o máximo que pôde e começou a tirar e colocar. Várias vezes o plug até que o ânus dela dilatou o suficiente para que o cone, de um diâmetro muito maior que o de uma rola normal, saísse do cu dela se ela não sentasse em cima. Luis obrigou ela a parar num posto de gasolina com a desculpa de comprar um refrigerante.
- Pega ele na parte de baixo da geladeira, quero ver sua buceta daqui quando você se abaixar, e faz devagar, pra eu poder aproveitar um tempo.
Esther obedeceu. Ao descer do carro, vários caras ficaram olhando, comentando como ela era gostosa, o frentista ficou hipnotizado ao ver uma mulher daquelas, tão provocante, entrar sozinha na loja. Eles não imaginavam o show gratuito que iam presenciar.
Esther chegou na geladeira, abriu um pouco as pernas pra aparecer melhor tudo e se abaixou pelo tempo que foi necessário, pegava uma lata, largava, e fazia a mesma coisa de novo, com calma, pra dar uma visão clara da buceta depilada e do cu penetrado pelo brinquedo. Enquanto os moleques tiravam fotos com os celulares, Luis cheirava a calcinha e se esfregava a rola por cima da calça, nunca tinha ficado tão duro, achava que ia explodir.
Depois de pegar a bebida finalmente, Esther foi até o balcão, apoiou os peitos nele, deixando eles bem à mostra pela abertura do decote, e colocando o cu pra fora de novo disse:
- Esqueci o dinheiro, mas tô com muito calor e muita sede, me paga essa lata?
O cara do posto não conseguiu recusar, a cara dele era um poema. Esther mandou um beijo pra ele, e rebolando mais que o normal, saiu do posto rindo. Os caras dos carros aplaudiram e assobiaram, e continuaram tirando fotos com os celulares até perderem ela de vista.
Meu amigo guardou a calcinha no bolso e um pouco depois entrou no estacionamento de um hotel moderno perto da Castellana. Mandou Esther descer e esperar ele na recepção.
Esther sentia que estava sendo observada, tava acostumada e nem ligou, era só de um grupo de dez ou doze caras jovens, atletas que iam jogar algum jogo em Madrid com certeza. Eram bem gostosos, e ela pensou que adoraria chupar umas dessas pirocas pretas ou dar a buceta pra qualquer um deles. Um tinha uma Nikon digital, e não paravam de tirar fotos enquanto conversavam. O chão, preto, parecia um espelho, e minha mulher não percebeu o quanto os caras por ali estavam ficando de pau duro enquanto ela andava impaciente.
De repente, o Luis apareceu, saindo do elevador do estacionamento, e quando chegou perto dela, deixou cair as chaves do carro. Esther se abaixou pra pegá-las, mostrando sem querer um close do rabo lindo e empinado dela pra todos que tiveram a sorte de olhar. Ela sentiu uns flashes, mas achou que os caras continuavam na deles. Pegou as chaves devagar e devolveu pro Luis.
Luis disse pra ela:
- Esther, vai tomar uma taça de espumante no bar do hotel. Pede também pro garçom subirem o negócio do quarto 1014. Além disso, quero que você sente num banquinho do balcão com as pernas bem abertas, de vez em quando vira como se estivesse esperando alguém. Lembra, pernas bem abertas, quero ver sua buceta perfeitamente de longe e que você fique com tesão pensando que qualquer um pode ver o piranhão que você é. Eu vou estar te observando mesmo que você não me veja. Quando acabar a taça, sobe pro quarto, não antes de meia hora.
Minha garota obedeceu, falou com o garçom bonitão, que pelo sotaque parecia cubano. Ela estranhou o sorriso permanente dele. Depois pediu a taça e sentou com as pernas bem abertas, como o amigo tinha mandado, entre dois executivos mais velhos, que não paravam de olhar o decote dela e adivinhar os peitos nus e os bicos duros por baixo do vestido. A bunda linda dela aparecia na borda do banquinho. Ela, toda feliz em se exibir, passava o dedo na borda da taça e a língua nos lábios. deixando-os à beira de um infarto.
Atrás dela, como se quisessem a melhor vista, três dos caras que eu tinha visto no saguão se acomodaram, um deles o da câmera. Claro que foi coincidência que, durante a meia hora que a minha esposa ficou sentada no banquinho, se virando de vez em quando e mostrando tudo como uma foxy vulgar, o flash não parasse de disparar. Ela não notou a presença deles, estava meio nervosa e inquieta, e não via o amigo dela por perto. Depois de cumprir a ordem de se exibir e esperar como uma criada obediente, subiu para o quarto.
Enquanto isso, eu já tinha despido a Amparo, e depois de confirmar que a minha mulher tinha feito bem o trabalho dela, comecei a curtir a esposa do meu amigo. Não sei se foi por causa do jeito dela de boa moça, mas não consegui me segurar e, desde o começo e sem preliminares, tratei ela como a mais suja das putas, enfiei a pica até a garganta, segurando ela forte pelo cabelo, belisquei os bicos dos peitos e apalpei as tetas dela com vontade, e dei vários tapas na bunda enquanto enfiava a vara no lindo cuzinho dela até o talo das minhas bolas. Aproveitei a buceta dela, macia e rosadinha, como se fosse um bolo de aniversário.
Ela implorava por mais, dizendo que tava cansada do marido tratar ela com tanta delicadeza, nunca tinha pensado que precisava de um macho que desse isso pra ela. Dito e feito, enrolei o cinto da saia dela no pescoço dela, feito uma putinha, e obriguei ela a andar de quatro. Tirei e coloquei as bolas anais repetidamente, quando vi o cu dela bem relaxado, enfiei a pica com força, aumentando o ritmo até ouvir ela gritar como nunca.
Depois de meter com violência no cu virgem da minha amiga, tirei a pica escorrendo lubrificante e saliva e falei:
— Chupa, foxy, acabei de tirar do teu cu, me mostra o quão promíscua você é.
Amparo hesitou por uns instantes, mas finalmente envolveu meu pau com os lábios dela, gemendo de prazer por se sentir tão lasciva. Eu beijei ela com paixão enfiando minha língua até o fundo e voltei a foder o cu dela. Alternei entre a bunda e a boca dela até me cansar...
- Gostou, porca? Seu marido babaca nunca fez isso com você? Quer mais?
- Sim, filho da puta, arrebenta meu cu que eu guardei virgem pra você, sou sua puta.
Quando uma loira de cara angelical, com seus lindos olhos verdes bem abertos, se transforma numa safada e te implora por isso, só dá pra fazer uma coisa: satisfazer ela. Enfiei meu pau na bunda dela de novo, mas dessa vez, além disso, com as bolas de borracha. Não custou nada ela abrir o buraco dela o quanto precisava. Demorou pra gozar, e eu acompanhei, gozando dentro do túnel dilatado dela.
- O Luís disse que você nunca engoliu a porra dele, que tem nojo. Eu quero que você engula meu leite, e sei que vai me obedecer, vadia. Pega essa taça.
A Amparo obedeceu na hora, se agachou e expeliu o sêmen do buraco vermelho dela, derramando na taça. Depois, sorrindo, bebeu até a última gota do meu gozo.
- Leite gostoso, amor.
Ela se comportou como uma campeã. Levei ela puxando pelo cinto até o quarto dela, ela deitou na cama e começou a se acariciar a bunda, de onde saía um fiozinho de sangue. De repente, ela se sentou e tirou da mesinha um vibrador preto enorme. Imitava o pau de um africano como se fosse de verdade, mas num tamanho desproporcional, mais de 30 cm de comprimento e mais grosso que um copo americano.
- Vê se você consegue enfiar essa linguiça no meu rabo, meu marido não conseguiu nem meter na minha buceta, nunca me esquentou o suficiente, você me deixou mole que nem gelatina, acho que cabe qualquer coisa em mim, me fode bem, filho da puta.
Nunca pensei que meu pau pudesse ficar tão duro cinco minutos depois de ter gozado tão gostoso, as veias saltavam e a cabeça tava roxa. Satisfiz a Amparo e enfiei o consolador enorme no cu dela, quase sem esforço nenhum. Nem Nem mesmo minha mulher, com toda a experiência dela em sexo anal, tinha aberto a bunda daquele jeito. Fiquei brincando, enfiando a salsicha de borracha no cu dela e esfreguei minha pica na cara dela, enchi os olhos, o nariz e o cabelo dela de porra grossa, ela não desperdiçou nem um pingo, catou tudo com os dedos e ficou se lambendo toda, chapada com o gosto forte.
- Não tira isso do cu, quero que seu marido veja o que você foi capaz de fazer comigo.
De repente, quando mencionei o Luis, lembrei da minha mulher, e passei a mão na testa pra ver se já tinha brotado chifre. Mal imaginava o tamanho que iam ficar naquela noite.
Quase meio-dia, o Luis chegou, e veio sozinho.
- E aí, como foi com a Amparo? Nada, né?
- Bom, já que você gosta tanto de mistério, deixa ela te contar. Lá no quarto tá a santinha, hehehehe. E a Esther? Tá fora?
Ele me disse onde a Esther estava e mandou eu ir buscá-la. Encontrei ela dormindo no quarto do hotel. Acordei ela devagar.
- Oi, amor, essa noite fui muito safada, tá bravo comigo?
O cabelo dela, os lençóis, tudo cheio de porra seca, era o cheiro de sexo mais forte e excitante que eu já tinha sentido, minha pica ficou dura que nem pedra. Em cima da cama, achei um DVD com o título "Esther 24, vídeo e fotos", e as calcinhas fio-dental da Esther enfiadas parcialmente na buceta dela, com uma gozada recente.
- Me conta o que você fez, linda.
A Esther pegou o elevador pra subir pro quarto 1014, estranhou não ver o Luis. Antes da porta fechar, os três caras do bar entraram correndo. Um deles piscou o olho pra ela, mas a Esther nem ligou. Pararam no mesmo andar, os caras saíram primeiro e sumiram pelos corredores, ela hesitou um pouco sobre pra onde ir, mas no fim foi pro quarto.
Bateu na porta e o Luis atendeu.
- Oi, linda, a gente tava te esperando com muita vontade.
- A gente? Tem mais alguém?
Quando entrou na sala, viu o grupo de Homens no saguão, conversando e bebendo.
- Sim, gostosa, quinze caras só pra você, alguns amigos da minha academia e outros amigos deles, que não conheço, mas que também estavam afim de te foder. Você tem que satisfazer eles em tudo. A noite vai ser longa pra você.
- Tira essa roupa, gata! Vamos ver se você é tão gostosa quanto nosso amigo dizia.
Esther começou a tirar o vestido, se surpreendeu porque estava completamente excitada e não sentia nenhum medo nem vergonha. Nem lembrava do maridinho.
- Porra, é uma puta de primeira, não tá de calcinha, e tem a buceta toda depilada!! E tá uma delícia de gostosa.
- Isso não é o melhor (disse Luís), olha só...
Virou Esther, deixando ela de costas pra todos eles, segurou pelos ombros forçando ela a se abaixar também, e depois abriu o cu dela com as mãos pra que vissem que ela já estava preparada.
- Mas que cu danado!!!! Acho que vamos nos divertir, essa rabuda curte um putaria. E você disse que podemos fazer o que quisermos com ela? E de graça?, não é brincadeira?
- Tá parecendo brincadeira? Podem fazer o que quiserem com ela, dentro do que combinamos, ela é a putinha de vocês.
Esther, muito excitada, e pensando em agradar ele, começou a abaixar a calça de Luís.
- Quieta, se você se comportar vou deixar você chupar ele no final, agora tem outros quinze pra te entreter.
Esther se ajoelhou, todos os caras se pelaram e se aproximaram dela, beijavam ela, acariciavam ela. Ela ia de quatro de um pro outro, completamente nua, só com os saltos altos. Eles começaram a bater punheta deixando os paus duros pra que ela pudesse aproveitar bem. Ela fez com calma, se deliciando com tanta fartura de paus jovens. Levaram ela pro sofá, pra poder chupar a buceta linda dela, nenhum dos quinze deixou de meter o pau na boca dela, chupar a buceta ou amassar os peitos dela. Luís gravava tudo com uma câmera. De vez em quando tiravam e colocavam de novo. repetidamente o enorme cone no cu dilatado dela.
As quinze pirocas já estavam impacientes pra provar o resto dos buracos quentes da minha mulher. Os caras se revezavam sem parar, fazendo dupla penetração nela, e metendo alternadamente na buceta, no cu e na boca. Usaram ela como uma boneca inflável.
Brincaram com ela humilhando, deixaram as cortinas abertas pra quem tava do lado de fora ver tudo, obrigaram ela a ir na sacada do quarto e deixaram ela lá como uma puta enquanto eles bebiam. O que tava de fotógrafo se vestiu e acompanhou o Luis pra tirar ela da suíte, completamente nua obrigaram ela a andar de quatro pelos corredores do hotel, exposta pra qualquer hóspede ver, amarrada pelo pescoço com o cinto de um roupão; foi uma pena que por ser tão tarde não teve mais gente vendo, com aquele cuzao empinado e os peitos balançando. Enquanto ela chupava ele ou dava a buceta ou o cu pro fotógrafo, nos sofás do hall do andar, na frente dos elevadores, o Luis não parava de gravar tudo. Um casal saiu do elevador, foi aí que a Esther chupou com mais vontade, enfiando a piroca do fotógrafo até a garganta. A puta adorava quando viam ela reduzida a escrava e ficava ainda mais excitada.
Voltaram pro quarto e a bacanal continuou, o Luis sabia que a minha mulher amava sexo anal, e já tinha visto ela várias vezes comigo fodendo o cu dela de um jeito impressionante, mas segundo ele disse, nunca viu aquele cu tão aberto, era normal porque ela passou mais de quatro horas dando prazer com ele pra todos os caras. No decorrer da noite, exatamente como meu amigo mandou eles fazerem, foram um por um gozando na boca da minha mina, o Luis obrigou ela a engolir cada uma das gozadas, que foram mais de trinta. Os caras tiveram tempo de ficar duros várias vezes e os mais bem dotados encheram a boca dela de esperma até três vezes. Quase às 8 da manhã, meu amigo, que tinha desapareceu um momento, voltou pro quarto e mandou eles irem embora dizendo:
- Até a próxima. Quando quiserem aproveitar essa belezinha de novo é só me chamar, como vocês viram, ela é bem fácil.
Depois entrou no quarto. Esther disse pra ele:
- Você me deu o que eu sempre quis, realizou minha fantasia, ser possuída selvagemente por vários homens ao mesmo tempo, nem o Jorge sabia disso. Perdi a conta de quantas vezes gozei, tô exausta, vou tomar um banho e te agradecer como você merece.
- Não, quero que você fique assim, cheia de porra por todo lado, com o rímel e o batom borrados. E quero que seu marido te veja assim, e que você conte tudo pra ele com detalhes, que ele veja do que a puta com quem ele se casou é capaz. Com isso já fico satisfeito, eu não consigo fazer com a Amparo o que o Jorge faz com você, e isso é uma pequena vingança pelo manso que isso me faz sentir. Além disso, seu marido com certeza não conseguiu o que queria da Amparo, sou o vencedor certo hoje.
Bem, gostosa, antes de ir quero que você me conceda um último desejo.
- Pede o que quiser, seu filho da puta, sou sua slut.
O garçom foi muito legal com a gente, não faltou gelo nem bebida a noite toda. Tenho que agradecer ele de um jeito especial. Ele sabe que você é uma puta, ficou meia hora mostrando a buceta pra ele no bar, te viu aqui fodendo com todo mundo e tá puto, ele também quer te foder o cu.
- Tá bom, por um a mais... Além disso, ele era muito gostoso, vai ser um final perfeito.
- Não tão rápido, linda. O problema é que a notícia se espalhou entre o pessoal do hotel e um amigo dele também mulato, agora são seis caras, acho que nenhum passa dos 25 anos, falei que você é toda uma expert, embora eles já imaginassem. Você vai gostar deles, recusei três que não atendiam os requisitos, vou dar uma cópia do seu filme pra eles não ficarem bravos.
- Você é um filho da puta, sabe que devo te obedecer em tudo, não se passa.
- Cala a boca putona, e vai chupar pica que já tão aqui. Lembrem-se cavalheiros, todas as gozadas dentro do cu dela!
Apareceram finalmente nove homens, na última hora alguns que saíram da troca de turno se juntaram. Algum ainda com o uniforme. A Esther já tava nem aí, nos buracos dela cabia um ônibus, se sentiu mais puta do que nunca, deixou as picas bem limpinhas e depois de oferecer também a bucetinha doce dela, armazenou no reto as gozadas dos nove, entre risadas foram embora enquanto um dizia:
- Que vagabunda, olha, tá saindo porra do cu dela, de tão arrombado que tá. Que puta que ela é e como é gostosa. Você vai voltar mais vezes nesse hotel, gata? Deixa seu telefone na recepção, hahahahahahaha!!
- Satisfeito, Luis?
- Mulher, pois não. Acho que você não devia desperdiçar essa porra que tá escorrendo do seu cu. Alguns pela rapidez em gozar tinham cara de nunca terem transado. Você imagina o quão concentrada e gostosa deve ser a porra de um cara virgem? Hahahahahaha!
Esther não hesitou, usou os próprios dedos pra catar toda a porra, grossa e com um cheiro forte de macho, e engoliu tudo de gole em gole. Depois dormiu, tava exausta.
- Tá bravo, amor?
- Não, love, um pouco decepcionado porque isso eu podia ter curtido ao vivo, realizar sua fantasia, e vou ter que me contentar com o vídeo. O que eu tô mesmo é mais tarado que um macaco. Você fez tudo isso de verdade? Engoliu quase 50 gozadas?
- Sim, amor, e o pior é que quanto mais porra eu engolia, mais queria. Tava super excitada, não fica bolado, meu love, mas se o seu pau é bom, os dos caras negros eram monstruosos. Me abriram igual uma novilha. Luis escolheu bem, te juro, me fizeram perder a cabeça.
- Então beleza, vamos curtir mais um pouco do seu tesão, te espero no carro na frente da entrada, revirei o quarto e acho que você não tem roupa, a calcinha toda suja de cum, seu vestido alguém deve ter levado como troféu, então você se vira, não demora.
Esther saiu do banho depois de se lavar, eu tinha levado as toalhas e os lençóis, só deixei um paninho de bidê pra ela se secar. Minha mulher não tava a fim de arrancar as cortinas, então pensou que não tinha jeito, tinha que sair como veio ao mundo. O pior pra ela foi não ter maquiagem, com o quanto ela é vaidosa, era pior sair de cara lavada do que pelada.
Ela deu muito azar, correu pelo corredor e quando o elevador abriu no 10º andar, viu dentro um grupo de três casais estrangeiros, todos na casa dos cinquenta, as mulheres ficaram escandalizadas e os homens olhavam de esguelha, arriscando levar um tapa das respectivas esposas a qualquer momento. Esther tava impressionante, com seus sapatos de salto, a bunda empinada e os peitos apontando pro teto do elevador, o cabelo molhado e penteado pra trás.
Ela saiu pelo corredor da garagem, evitando atravessar o hall, chegou rápido na rua e tentou subir no carro dela. Eu tinha travado as portas. Abri o vidro do carona uns centímetros, só o suficiente pra ela ouvir o que eu dizia.
— Então, sua putinha, ontem à noite você se divertiu mostrando tudo no bar, que não fique só nisso. Passa lá de novo e agradece ao garçom pelo que ele e os amigos fizeram com você. Agradece direito, e vai pelo meio do hall, senão não sobe no carro. Anda logo, antes que chamem a polícia falando que tem uma louca pelada por aqui. Já tem gente demais olhando.
Esther olhou ao redor, as pessoas estavam perplexas. Sem se importar com isso, atravessou o hall com passo firme. Os peitos e a bunda balançavam enquanto ela andava, ouviu assobios e risadas, finalmente entrou no bar.
Ela se aproximou do mulato, não era o garçom da noite passada, mas um dos amigos dele. Ela lembraria mais do gosto da pica dele do que da cara, mas mesmo assim o reconheceu. Entrou na... Ela se virou e deu no garçom impressionado um beijão de prêmio, remexendo a língua dentro da boca do moleque, enquanto apalpava o pacote e a bunda dele com as duas mãos. Depois pegou um guardanapo do balcão, passou na buceta suculenta dela, tirou a caneta do bolso da camisa do cubano e escreveu: "Adoro mulatos novinhos, se quiserem sentir esse cheiro de novo, direto da minha rata, liguem pra esse número... sou a vossa rabuda pro que vocês quiserem". Aí voltou pro carro, dessa vez conseguiu entrar. Ao dar a partida, se despediu da multidão que olhava pra ela, com toda a cara de pau, acenando a mão como uma das Infantas.
— O que você fez aí dentro?
— O que você me mandou, agradecer ao garçom como me comeram bem. Dei seu celular pra caso você aprove que me usem de novo. Tenho a impressão de que não vai demorar pra tocar.
— O que você quer? Você é louca.
— E você? Acha que pode me usar, me deixar com tesão feito uma puta, e depois nada? Preciso que você faça comigo qualquer coisa que vier na cabeça, tô pronta pra tudo. Agora sou a rabuda mais gostosa de Madri, metade do censo já viu minha buceta e a outra metade se jogou em cima de mim.
— Porra, gata, tá certo, vai ser um dia inesquecível. O que rolou essa noite passada vai parecer um passeio no carrossel comparado com o que tô bolando.
— Claro que sim, você me enlouquece, meu amor.
Luis entrou no quarto e viu a mulher dele, Amparo, com um pauzão de látex enfiado no cu, esfregando o clitóris com uma mão, e com a outra mexendo o megavibrador com violência.
— O que você tá fazendo, gata? Isso... tá enfiado no, no... seu cu?
— Sim!!!!, no meu cu de rabuda, olha que puta que eu sou...
Ela tirou a mangueira monstruosa do cu e lambeu ela toda sem deixar um pedacinho, depois enfiou de novo no mesmo buraco sem nenhum esforço.
— Caralho, você é mais vagabunda do que eu pensava. Achava que o Jorge tinha se acabado na punheta essa noite. que contigo eu teria dado uma trepada normal e só, mas vejo que foi bem demais pra ela.
- Nem imagina. Esse filho da puta tirou o pior de mim, nem eu achava que conseguia fazer isso, e eu adoro.
Luis aproveitou a situação e curtiu a mulher dele como se tivesse conhecido ela naquele momento. Pensou que tinha que agradecer ao amigo por essa descoberta incrível.
- Oi Jorge, como vocês estão?
- Ah, é o Luis! Esperava outra ligação. Estamos muito bem, tenho a Esther do meu lado, pelada, no carro. Decidi que como é verão e tá calor, roupa é demais pra ela. Vou levar ela pra todo canto assim, não merece outra coisa. Além disso, um dos seus amigos levou o vestido dela e ela acha que foi você quem gozou na calcinha dela, não tinha alternativa.
- Que filho da puta você é, a coitada tá passando por um fim de semana pesado demais.
- Vai tomar no cu, seu puto! Pesado demais é como eu fiquei de pau duro quando ela me contou o que você fez. Como eu tô dizendo, até cinco minutos antes de buscar nossos filhos no domingo à tarde, essa mina vai saber quem é o marido dela. Você dificultou pra caralho superar o que você organizou.
- Gostou de como eu emprestei ela pra aqueles 24 caras? Te garanto que sua mina aguenta até mais, é uma fera, e muito obediente, você treinou ela direitinho.
- 24? Ela não sabia o número exato. Agora entendi o título do DVD, seu filho da puta. Olha, hoje à noite vamos jantar na sua casa e depois sair. Prepara a Amparo pra combinar com a Esther. Tudo bem pra você se as duas curtirem o que eu tenho planejado?
- Não faço ideia do que seja, mas parece uma ótima ideia. A gente se vê lá pelas 21h na nossa casa.
- Jorge, meus peitos tão doendo, tô quase um dia sem sutiã.
- É que você tem uns peitões enormes, amor. E a buceta e o cu não tão doendo?
- Na verdade, não. Tô morrendo de vontade de enfiar mais paus, e quanto maiores, melhor.
- Então não tenho tempo de fazer um casting e começar a medi-las, mas não se preocupa, que quando tudo acabar vai doer até os seus cílios.
- Onde vamos comer? Tô morrendo de fome, e lembra que eu tô pelada. Pra mim já tanto faz quem me vê, mas não quero gozar na delegacia, presa por atentado ao pudor. Não ia te perdoar.
- Você não tem que perdoar nada, só obedecer. Vamos num restaurante de estrada que eu conheço, costuma ficar cheio de caminhoneiro. Eu entro e peço uns sanduíches e umas bebidas, pago e mando deixar preparado, falo que vai entrar uma mina bem chamativa pra pegar a sacola. Depois te conto.
Esther ficou no carro, eu peguei as chaves pra ela não ter a tentação de me fazer nenhuma sacanagem. Já dentro do restaurante, fiz o que acabei de contar pra minha docinha esposa, mas também perguntei pro dono do lugar, um cara enorme feito um armário, se ele se importava da mina entrar pelada. Que eu tinha gostos estranhos e curtia contratar uma puta de luxo pra exibir e emprestar, tirar fotos pra depois bater uma enquanto ela me contava o que tinha feito. No começo ele desconfiou, mas depois de mais umas explicações e uma nota verde, o cara achou de boa. Tinha que levar ela pra um escritório ou sala privada com a desculpa de não fazer escândalo. Depois, tanto ele quanto quem quisesse do bar, fossem funcionários ou clientes, podiam usar ela à vontade.
- Tratem ela o pior que puderem, mas sem machucar. Comam ela bem gostoso, quero que ela tenha coisas interessantes pra me contar.
Depois de tramar o plano, voltei pro carro, distraí a Esther tempo suficiente pra correr a fofoca dentro do restaurante sobre o que ia rolar, e os sanduíches ficarem prontos, e mandei ela ir buscar.
Esther entrou rapidão no restaurante, confiante em pedir a sacola, pegar e voltar pro carro o mais rápido possível, igual o marido tinha mandado. Quando entrou, viu que quase não tinha lugar no balcão pra poder Falar com o garçom. Todo mundo olhava pra ela como se esperasse a entrada dela. Dois caminhoneiros deixaram um pouco de espaço enquanto a olhavam de cima a baixo, fixando os olhos na bucetinha lisinha e pelada dela ou nas tetas duras.
- Com licença, preciso pegar uma sacola de sanduíches que...
De repente, sentiu uma mão apertando uma das nádegas e outra enfiando dois dedos na bocetinha dela, gemeu, sem saber se gritava e pedia ajuda, ou se ajoelhava ali mesmo e começava a chupar paus, e antes de decidir, sentiu que seguravam firme o pulso dela.
- Moça, por favor, me acompanhe. Não quero confusão no meu restaurante.
Esther, de certa forma, se sentiu aliviada por sair daquela situação, e olhou pro carro pra ver se eu tava observando ela. Os vidros refletiam e ela, contrariada, não soube se eu tinha visto quando o grandão a levava pra dentro do local. Não soube pra onde a levavam nem se eu poderia ajudar ela. Eu, enquanto isso, sentado no meu carro, atendia uma ligação muito esperada.
O grandão subiu com ela pro escritório dele, no andar de cima, e mandou ela sentar.
- Você tem duas opções, gatinha. Ou espera sentada enquanto aviso a guarda civil pra te prenderem por entrar pelada no meu restaurante, ou me convence a não fazer isso, e te aviso que sou muito difícil de convencer.
Esther entendeu na hora e se inclinou um pouco até alcançar a braguilha do cara, abriu com calma e puxou o pauzão enorme dele, já quase duro. Começou a chupar com gosto, até deixar ele duro como pedra, o cara pegou ela no colo e, depois de deitar ela na mesa, enfiou o pau até o fundo da buceta. Fodeu ela igual um selvagem e encheu a caverninha doce dela de porra grossa em questão de uns dois minutos.
- Queria ter aguentado mais um pouco, mas com você tão gostosa e com essa bocetinha tão quentinha, é muito difícil não gozar.
- Você me deixou no meio, grandão, nem senti nada. Vem aqui que vou deixar ele duro de novo.
- Não Querido, eu já gozei e se você gozar ou não, pouco me importa. Mas fica tranquila que você não vai sair de mãos abanando, espera aqui.
O cara saiu e imediatamente a porta se abriu de novo. Entraram os dois caminhoneiros que tinham feito espaço pra ela no balcão.
- Oi, gostosa. Disseram que tinha uma mulher aqui no pique, pronta pra tudo. O que você quer que a gente faça com você?
Esther continuava meio deitada na mesa, se tocando na buceta com as pernas bem abertas.
- Quero gozar, tirem esses paus pra fora e me fodam como uma puta, o que estão esperando? São viados ou o quê?
O último comentário teve o efeito que ela queria, enfiaram os paus na boca dela, puxando o cabelo e dando uns tapinhas, beliscaram os peitos dela e deram palmadas na bunda, apertaram e esticaram os mamilos, e depois de foder ela de várias maneiras e em todos os buracos, penetraram ela ao mesmo tempo, despejando o esperma em cada um dos dois buracos. Enquanto isso, Jorge no carro, atendia uma ligação que ele esperava.
Por mais de uma hora e meia, um cara atrás do outro foi entrando no escritório, até dar sete no total, ela provocava eles pra serem cada vez mais brutos, não se satisfazia, ansiava que assim que um saísse a porta se abrisse de novo. Todos usaram ela como o que ela era: uma puta. O último encontrou ela estirada na mesa, amordaçada com um pano de cozinha e com uma garrafinha de cerveja enfiada no cu, depois de soltar a boca dela pra chupar bem o pau dele, tirar o vidro e foder o cu dela sem piedade, entregou a sacola com os sanduíches.
- Esse era seu pedido, aproveita, coisa linda. Me falaram pra você descer por essa escada, que um amigo seu tá te esperando lá fora num carrão.
Esther se arrumou o pouco que pôde e saiu do restaurante, o sêmen escorria pelo cu e pela buceta dela e deslizava pelas coxas até os tornozelos, fazendo cócegas. Ela entrou no carro e Jorge deu a partida.
- E se um desses caras me passar alguma doença? Ruim?
Ele dizia isso sorrindo de forma maliciosa, enquanto lambia os dedos depois de acariciar a parte interna das coxas dela.
— Não pensa nisso, não te levei pra uma cadeia ou pra uma clínica de metadona, fica tranquila. Você gostou ou não?
— Sim, gozei três vezes. O último tinha uma rola bem grossa, adorei como ele comeu meu cu, parecia que nunca ia gozar.
— Você gostava deles? Eram bonitos?
— Tinha de tudo, o dono você já viu, o último era um garanhão. Mas acho, pelo jeito que me trataram, que os que mais gostei foram dois caminhoneiros jovens e um coroa de uns 50 anos, ele tinha um pau bem comum, mas me deu muita porrada, no geral todos foram muito safados comigo.
— Você não se importa de foder com caras que não são bonitos?
— Pra começar, tenho que gostar deles, mas quando tô com tesão, qualquer um serve.
— Você é uma putinha, querida...
— Sabe que sou um anjo, é você que me deixa malvada. No que tá pensando agora?
Esther se limpava com lenços umedecidos de bebê, que sempre levava no carro. Jorge tinha pegado um atalho por uma estrada de montanha, rumo ao condomínio dos amigos deles. Passaram por um lugar onde grupos de jovens costumavam acampar. Ele parou o carro perto de um deles.
— Olha aquele grupo de caras, convence eles a tirar umas fotos com você.
Os jovens ficaram chocados quando viram aquela mulherão, totalmente nua, saindo do carro. Acho que quanto mais semente entrava no corpo dela, por qualquer buraco, mais gostosa ela ficava.
Esther se aproximou deles sem nenhum pudor e se agachou pra falar com os caras, já que todos estavam sentados. Isso deu uma visão privilegiada da sua boceta molhada e brilhante. Ela ficava com o tronco ereto, os peitos, com os mamilos ainda duros e vermelhos de tanto beliscão, apontando pra cara dos garotos surpresos. Todos tinham entre 18 e 25 anos, tinha uma garota também, ruiva, muito... gostosa, que ficou encantada olhando pra minha mulher. Esther colocou geral a par:
- Esse aí descendo do carro é meu marido. Ele adora me exibir e quer tirar umas fotos minhas rodeada de vocês. Tudo bem pra vocês?
- Tudo bem pra caralho, tia. Se você é uma puta e seu marido é maluco, problema é de vocês... hahahaha
Outro dos caras falou, virando pra amiga:
- Silvia, o que você tá olhando? Hahahaha Você comeria essa mamãe? Quantos anos você acha que essa putona tem?
Esther respondeu sem problema nenhum, depois de ter três filhos, tava muito orgulhosa de estar tão gostosa pra idade dela.
- Tenho 37 anos. E a amiga ruiva de vocês, quantos tem?
- Ela tem 19, é prima desse aqui, e vem com a gente porque se sente mais à vontade entre amigos do que entre amigas, sacou?
Todo mundo caiu na risada e a mina ficou vermelha. Esther continuou:
- Então encontrei uma bucetinha linda. Quer que a gente proporcione uns momentos inesquecíveis pros seus amigos?
Mesmo sem a mina responder, Esther sabia que ela tava morrendo de vontade. Começou a beijar e acariciar ela enquanto alguns amigos esticavam cobertores no chão.
Eu não parava de filmar, os corpos das minas se enroscavam num turbilhão de paixão e safadeza, as línguas dentro das bucetas uma da outra, carícias que só elas sabem fazer, a raba de Esther empinada feito oferta irresistível pro mais ousado dos caras, vários deles batendo uma como convidados de honra de um show de luxo.
Enquanto durou o 69 apaixonado das minas, claro, Esther sentiu o corpo sendo penetrado com gana. Ela, concentrada no gostinho dos sucos da amiga, com a língua girando no clitóris dela, não sabia se era o mesmo pau ou vários que tavam fodendo a bocetinha castigada dela.
Não sobrou um sem gozar, e enquanto a ruiva ficou deitada se acariciando os peitos, Esther cuidou de deixar todas as estacas. ainda meio duras, bem brilhantes e limpas, com sua boca prodigiosa. Parecia não ter limites na hora de se comportar como uma puta.
Contente com o ensaio fotográfico, subi no carro e liguei pra ela. Enquanto Esther vinha na minha direção, eu contava mentalmente quantas pirocas ela tinha despachado em menos de um dia, e me perguntava quantos caras uma prostituta profissional comia num dia bom e a grana que ela ganhava com isso. Ela tava fazendo tudo de graça, que nem uma otária. Ainda tinha a noite de sábado e a manhã de domingo. Do que mais ela seria capaz? O que o sátiro do marido dela estaria planejando?
Chegamos na casa dos nossos amigos, Amparo abriu a porta vestida só com uns saltos altos, um avental branco bem curtinho e uma touca. Depois de dar uns amassos bem dados em cada um dos amigos, começou a andar na frente deles. Quando vi ela rebolando, percebi na hora que Amparo tava com o plug da minha mulher enfiado no cu, o Luis ia resgatar depois da festa do hotel. Nossa amiga tinha pegado gosto por essa parada de sexo anal, e pra nunca ter praticado antes daquele fim de semana, tinha começado com tudo.
Em vez de beijar o Luis, Esther pegou ele pela mão e sentou ele numa cadeira da sala, se ajoelhou na frente dele, abaixou a braguilha e fez o boquete que ele tinha negado horas antes. Engoliu a porra toda sem desperdiçar uma gota, diferente da mulher dele, que nunca fazia isso, e depois foi pra cozinha ajudar com o jantar. Esther não agiu por conta própria, só fez o que eu tinha mandado pra cumprimentar meu amigo, eu mandava e ela me obedecia. Me deu raiva que o Luis desprezou um boquete incrível da minha gostosa, e não sosseguei até ela fazer ele engolir.
Pensei que tinha perdido a noção, nada do que minha mulher pudesse fazer já me bastava. Meu cérebro bolava as piores situações possíveis pra humilhar ela e usar como uma puta barata. Enquanto o Luis falava comigo, eu, ausente, tinha acabado de planejar a noite mais brutal que teria tanto pra minha mulher quanto pra do meu amigo. Deixei ele falando sozinho e fui pro jardim atender o telefone, era uma ligação que tava louco pra fazer.
Depois de um tempo as minas chegaram com a janta, a Esther tava com um uniforme parecido, e a amiga dela tinha enfiado um aro grosso de plástico na bunda dela, que ficava escancarada, na buceta ela tava com umas bolinhas chinesas.
Nós três achamos divertido colocar ela de quatro na mesa e encher a bunda dela com um molho do cardápio. Enfiávamos os dedos lá dentro, depois chupávamos, a Amparo lambia o molho que escorria da buceta da amiga, se esbaldando com a língua em cada canto da virilha. Todo mundo bebeu espumante nos sapatos da Amparo, que acabou com meia garrafa enfiada na buceta, e eu fiz um gozadinho pra elas duas, gozando nos cafés delas.
Depois da janta subimos todos no carro do Luís. Elas duas iam quase peladas, sem calcinha, com botas altas e justas de salto agulha. A Amparo com uma coleira de couro com uma argola pra prender uma correntinha, e um vestidinho colado, que mais parecia uma camiseta, que deixava metade da bunda dela de fora. A Esther tava com uma minissaia tão curta quanto a da amiga, e uma camiseta justa e meio transparente, que deixava o umbigo de fora. Levamos elas pra uma ruela estreita e escura, perto da Gran Vía, e mandamos elas descer. Aí eu virei pra elas.
- Vamos brincar de uma coisa muito divertida, agora vocês são duas putas, é só olhar pra vocês, tão no papel direitinho. Eu e o Luís vamos voltar daqui a pouco, ganha quem conseguir se oferecer pelo maior valor, desde que seja aceito, claro. Até mais, lindas.
- Ei Jorge, não vai acontecer nada de ruim com elas, né?
- Não sei, esse bairro não é muito recomendável se você é uma mulher casada e fica andando sozinha por aí com a bolsa. Mas elas agora são duas putas, tão no lugar certo. As duas minas se refugiaram na entrada de um prédio. Não demorou pra parar o primeiro "cliente".
- Oi princesas, quanto vocês cobrariam por um boquete?
Amparo respondeu:
- 200 conto, amorzinho.
- As duas juntas, né? Que putinhas, 200 paus! Vai tomar no cu, vadias!
A rua tava bem movimentada. As duas comentaram que o único problema podia ser serem reconhecidas por algum vizinho ou amigo, ou um professor dos filhos delas, por exemplo. Na hora, dois estrangeiros se aproximaram, pareciam de algum país do leste, muito bombados, falavam pouco português mas se fizeram entender rapidinho. Dessa vez quem respondeu foi Esther, levantou a saia curta, mostrando a buceta lisinha e puxou a camiseta pra cima, deixando os peitos de fora. Enquanto se acariciava a xereca, disse:
- Essa mercadoria vocês podem curtir por 300 conto cada um, gatos.
Eles conversaram entre si e ofereceram 400 paus.
- Isso pra ficar com as duas.
- Mmmm, fechado, mas só meia hora (disse Esther).
Amparo rebateu:
- Cê tá louca, eles vão foder a gente de verdade!! E ainda tamo em promoção, né?
- Pois acho que sim, e adoro a ideia, vamos deixar nossos maridos de queixo caído. Eles não queriam que a gente brincasse de puta? O preço é o mesmo que você pediu pro velho ali atrás, então não reclama.
- Mas era por um boquete, agora vão nos comer de qualquer jeito, e a gente nem conhece eles!
- Relaxa, ultimamente tenho experiência nessa coisa de desconhecidos, depois te conto. Vamos, gatos! Vocês têm carro ou entramos no prédio?
Os caras agarraram elas pela cintura e entraram no pátio do prédio velho.
Na hora, mandaram elas se ajoelharem e puxaram os paus pra fora. Amparo, já sem vergonha, abria a bunda com as mãos implorando pra ser fodida, enquanto devorava a pica do mais alto até o fundo da garganta. A amiga dela não teve tempo de chupar, foi apertada contra a parede e com a pica do outro bruto enfiada na buceta dela, até bater no fundo. o colo do útero.
Os homens foram trocando, de tia e de buraco e no final gozaram nas caras lindas das duas amigas. Jogaram os 400 € no chão e deixaram elas lá se beijando, saboreando o esperma que escorria pelos rostos e acariciando os peitos, acalmando a tesão.
Encontramos elas na rua, no mesmo lugar onde deixamos. A gente vinha de tomar umas cervejas de boa, paramos na frente delas e pela janela falamos.
- Ei, vadias! Quanto custa uma foda com vocês?
- 200 € meia hora (respondeu Amparo enquanto as duas riam).
O Luis respondeu:
- Porra, que preços, ainda bem que são gostosas. Vamos, sobe no carro, acabou o assalto.
O Luis continuou:
- Esse é o preço mais caro que vocês aceitaram, Amparo?
- Sim, meu amor.
- E que desculpa você deu pra não fazer nada no final?
- Nenhuma, não pensei em nada.
- Mas então...
Esther interrompeu:
- A gente entendeu errado, achava que tinha que fazer de puta e foi isso que fizemos. Além disso, o preço foi o mesmo pras duas. O ruim é que não nos pagaram, nos comeram e enganaram como duas otárias.
- Porra, Jorge, essas minas são um par de putas medalha de ouro. Deram pra dois puteros de quebrada, e de graça.
Esther sussurrou no ouvido da amiga:
- Conheço uma loja de bolsas que você vai amar, a gente compra uma no próximo sábado com a renda da nossa buceta, kkkkkkkkk.
Chegamos de carro num bairro afastado da capital, e paramos numa rua qualquer. Desliguei o motor e me virei pras minas.
- Beleza, gatinhas, chegamos no lugar.
- Aonde? Que lugar?
- Uma sala de dança. Dão aula, acho.
As luzes do local piscavam no fim da calçada. Ao sair do carro, a gente ouviu a música que vinha de lá, era salsa, e pelo barulho de vozes que acompanhava, parecia que o clima era bem animado. Na porta, um grupo de três Os caras mulatos continuavam sentados no capô de um carro.
— Não sabia que você gostava de salsa. — disse Luis.
— Não gosto, mas elas parecem gostar, de qualquer forma o professor vai fazer com que gostem.
Fazia umas horas que eu tinha falado com Alfredo, o garçom cubano do hotel que comeu minha esposa e ficou com o guardanapo perfumado com a bucetinha dela, onde ela escreveu meu telefone. Ele me disse que não parou de contar o que aconteceu pra todos os amigos desde que saiu do quarto do hotel, e ainda mais desde que Esther chegou pelada no bar e deu um beijão nele enquanto passava a mão nas bolas dele por cima da calça. Era raro o amigo que acreditava no que Alfredo contava, embora todos pedissem pra ele apresentar aquela gostosa pra poderem comer ela. Quando a gente conversou pela segunda vez, ele já tinha recrutado os caras necessários pra organizar a festa privada que ele queria dar de presente pras minas.
Alfredo era um cara atraente e simpático, tinha muitos amigos, e muitos deles eram mulatos como ele, dominicanos e cubanos. Ele trabalhava na sala de dança dando aulas de salsa, e não foi difícil negociar com o dono o fechamento da sala pra celebrar naquela noite uma sessão especial, que é claro eu paguei generosamente. As condições que eu coloquei pro mulato eram bem simples: os convidados tinham que ser mulatos ou negros como ele e de confiança. Não queria problemas, gente noiada nem clima ruim. As minas tinham que ser bem tratadas no começo, depois era liberado, mas sem machucar elas.
Os caras na porta olhavam pras nossas mulheres, sorrindo com a cara toda, sem se importar que Luis e eu estávamos junto delas. Quando perceberam que a gente ia entrar, se levantaram e nos barraram a passagem. Um deles falou pra gente:
— Desculpa, mas tem uma festa privada rolando e hoje não dá pra entrar sem convite.
— Desculpa você, não me apresentei, sou Jorge.
— Jorge? Seu nome não me diz nada.
— Trouxe as minas. garotas, digam ao Alfredo que chegamos.
- Ah! As garotas! Porra, manos, chegaram as garotas! São muito mais gostosas do que esperávamos. Entrem, senhoritas, por favor. - ele disse enquanto dava palmadas nas bundas das nossas garotas.
Olharam pra mim e pro Luis e riram, murmurando algo que não deu pra entender, e deixaram a gente passar.
Entramos os quatro no local, Esther e Amparo perceberam na hora que eram as únicas mulheres ali dentro.
- Cadê que cêis nos trouxeram, seus cuzões? - Disse Amparo.
- A gente já falou de fantasias sexuais várias vezes. Sabemos bem que tanto a Esther quanto você adorariam dar pra um mulato, e também serem comidas por vários caras. Hoje à noite a gente junta as duas fantasias nessa festa da porra.
- Mas vocês são loucos, tem mais de 50 caras aqui! - Continuou Amparo.
- Com certeza, já perdi a conta - Interrompeu Alfredo.
- Oiiiiii gato, a gente se vê de novo - respondeu Esther. - Cê vai pagar uma bebida pra mim e pra Amparo?
- Claro que sim, princesa, pras duas. Vem que vou apresentar uns amigos.
Alfredo pegou elas pela cintura, mais pelo rabo, e levou pra uma área de sofás, onde vários caras estavam bebendo. Os caras nem levantaram dos lugares, então nossas garotas tiveram que se abaixar pra beijar eles.
Eu e Luis sentamos numa mesa, nós dois sozinhos, no fundo do salão, prontos pra ver o show.
Apresentaram elas pra doze mulatos, doze vezes que minha mulher gostosa e a amiga dela arreganharam a bunda e mostraram a bucetinha depilada. Esther, a safada, aproveitou o cumprimento pra beijar todos de língua, enfiando a língua até o fundo. Finalmente sentaram entre os caras, sem se preocupar em fechar as pernas, deixando à mostra as bucetas molhadas. Antes mesmo de trazerem as bebidas, já tinham mãos e línguas por todo lado.
Os mulatos nem se deram ao trabalho de conversar com elas, Alfredo já tinha explicado direitinho o que era. capaz de fazer a Esther, e acho que eles pensaram que a amiga dela seria tão promíscua quanto. Começaram a chupar a buceta delas e a acariciar os peitos sem nem tirar a roupa. Em poucos minutos, um monte de caras começaram a bater punheta esperando a vez enquanto olhavam pras duas vadias de pernas abertas, com os cuzinhos molhados de lubrificante e saliva, e chupando os paus escuros sem parar. Era difícil ver a pele branca da minha esposa ou da amiga dela no meio de tanto cara chocolate.
Não demorou muito pra começarem a foder elas, os paus iam de uma pra outra, pouco importava qual buraco. Amparo pegava as picas com a mão, tirava da buceta e guiava pro cu faminto dela. As duas pediam as gozadas na boca, famintas de esperma, mas alguns dos caras não conseguiam evitar gozar dentro dos buracos quentinhos delas.
Luis levantou e se aproximou da minha mulher, abriu espaço entre os morenos e começou a bater punheta na frente da cara da minha esposa, ela nem ligou, preferiu continuar curtindo os paus pretos, muito mais longos e grossos que o do Luis ou o meu. A humilhação que o Luis sentiu só deixou ele mais excitado e ele gozou na cara da Esther. Isso abriu a porteira das gozadas nas carinhas doces das duas garotas.
As putinhas se colocaram de quatro em cima de umas almofadas, e começaram a se beijar e a lamber o esperma que escorria pelos rostos delas. Enquanto isso, ofereciam as bundinhas bem abertas pra todo mundo.
Eu perdi o gang bang do hotel ao vivo, mas agora tinha um lugar privilegiado pra ver um monte de caras, com paus enormes, enchendo o cu da minha esposa de esperma.
Luis e eu decidimos sair pra tomar um ar pra esfriar a cabeça, mas antes de sair, a gente tranquilizou o Alfredo, falando que eles podiam continuar fazendo o que quisessem com elas até a festa acabar. Quando voltamos, depois de mais de duas horas, vimos o Alfredo sozinho, do lado das nossas mulheres deitadas nas almofadas, que estavam se divertindo. Lambendo o rosto e os peitos, a buceta, o cu e as coxas, uma da outra, engolindo qualquer resquício de porra que conseguiam encontrar.
Se vestiram e a gente levou elas pro carro. As vadias fizeram o estofamento ficar uma bagunça com tudo que saía dos buracos maltratados e dilatados delas. Era tarde e no dia seguinte tinham que voltar pra rotina.
Chegamos depois do jantar na casa dos nossos amigos Luis e Amparo, num condomínio de luxo, também em Madri.
Esther escolheu para a noite um vestido bonito, decotado e com saia bem curta, e uns saltos altos; por baixo do vestido, só uma fio dental. Não é porque é minha mulher, mas depois de ser mãe três vezes — vocês já viram nas fotos que mandamos — ela é uma mulher espetacular. O melhor de tudo é que, além de ser gostosa, ela é tudo de puta que eu quero que seja, sem limites, mas só quando eu desejo. Naquela noite, ela estava linda e provocativa demais; dava pra ver tudo só de se abaixar um pouquinho, mas como íamos de carro e não íamos sair de casa, também não era problema. Meu amigo ia adorar.
Antes de ela se vestir, lavei bem a bunda apetitosa dela, e depois enfiei um cone de látex. Queria que ela chegasse na festa bem dilatada e preparada para o que eu tinha planejado. Falei pra Esther guardar outro enema e umas bolas anais na bolsa dela, que mais tarde ela teria que usar com a amiga.
Amparo é sócia da minha mulher e a parceira perfeita pra ela num número lésbico. Loira, com uns peitos rosados lindos, uma periquita perfeitamente depilada e uma bunda tão bonita quanto a da minha garota. Também é muito submissa, segundo o marido dela. Nem tanto, eu pensava, já que ele nunca tinha conseguido comer o cu dela como ela merecia.
Amparo sempre estava lindíssima, e naquela noite não ia ser diferente: minissaia estampada, uma regata de alças e umas sandálias de salto alto. Fiquei de pau duro só de notar que ela não usava sutiã e sentir o cheiro do pescoço dela ao beijá-la, quando entramos na casa dela.
Já tínhamos compartilhado muitas noites de sexo, sem trocar de casais (pelo menos com eles), e naquela noite Luis e eu planejamos dar um passo a mais. No clima perfeito e depois de vários drinks, a conversa foi esquentando; finalmente, foi Luis Quem tomou a iniciativa:
- Então, Jorge, qual é esse jogo tão especial que você preparou?
- Amigos, vou ser bem direto, do jeito que vocês gostam nesse tipo de encontro. Vamos jogar e a regra é a de sempre: ninguém pode ficar puto se alguém sugerir algo, por mais louca que seja a ideia. Somos adultos e um "não" basta. De qualquer forma, se alguém achar que não tá afim o suficiente pra fazer qualquer coisa divertida, fala agora e a gente continua batendo papo. O que você acha, Amparo?
- B-b... bem. O que significa "qualquer coisa divertida"?
- Ah, tipo algo que você nunca fez antes.
Luis caiu na risada e Amparo ficou vermelha, se remexendo no sofá.
- E você, Esther, o que estaria disposta a fazer? - disse Luis.
- Se o Jorge concordar, qualquer coisa.
- Querida, e se eu pedir pra você obedecer, só essa noite, ao Luis? Dá pra imaginar um jogo mais excitante, amigo?
- Claro que não, embora eu ache que não vai parar por aí...
- Com certeza que não, não quero passar a noite sem comer a buceta gostosa da Amparo.
Por alguns segundos, o silêncio tomou conta.
- Duvido que você consiga, amigo. Faz anos que eu insisto, imploro, ela é muito teimosa com isso - respondeu Luis.
- Ei, vocês não acham que tão exagerando? - exclamou Esther, vendo a amiga perplexa e mais inquieta do que nunca.
- Desculpa, amor, você não acha que devia se preocupar com o que meu amigo vai te pedir, gostosa? Talvez isso seja um jogo de criança comparado com o que ele tem preparado pra você, né? Fica tranquila, você sabe por experiência que o que vou fazer com a Amparo vai agradar ela. Vai com ela e prepara ela do jeito que você sabe.
Esther pegou Amparo pela mão e a levou pro banheiro.
Luis e eu continuamos no sofá, rindo, bebendo e conversando.
- Ei, Luis, o que você pretende fazer com a Esther?
- Tenho algo planejado pra ela que vai adorar, se ela for tão foxy quanto eu acho. E quando eu te contar... Conta também, você vai gostar.
- Então me conta.
- Não me expliquei direito... quando ela te contar!
- Que filho da puta você é! Sabe perfeitamente o que quero fazer com a Amparo.
- Bom, tenho essa vantagem. O caso é que não te pedi pra revelar seus planos. Confia em mim, você vai ficar louco quando sua mulher voltar de manhã e te contar o que aconteceu com ela.
- Vocês vão sair? Pra onde?
- É segredo, mas não fica nervoso, não vai acontecer nada de ruim com ela. Embora, o que é ruim ou bom depende do ponto de vista, hahahahaha.
- Oi, galera, já estamos prontas! – Amparo interrompeu.
- Nossa, Amparo, que mudança. Você tomou alguma coisa?
- Não, Jorge, mas você treinou muito bem sua mulher. Ela me tratou com muuuuita delicadeza e, além disso, sozinhas, a gente conseguiu relaxar um pouco, hehehehe. Já estamos superquentes, assim economizamos o trabalho de vocês. Vamos começar?
- Claro, linda.
- Então até mais, Esther e eu vamos nessa – disse Luis.
Luis e Esther subiram no jipe e sumiram por Madri. Ele disse a ela que ia proporcionar a noite mais selvagem de prazer que ela pudesse imaginar. Ela riu, achando que, depois de várias trocas de casais, com sua coleção de brinquedos sexuais e tendo feito ménages com outros homens e mulheres, já tinha visto de tudo.
Ela disse a Luis que estava preocupada em sujar o estofamento do carro novo, estava muito molhada, e que o brinquedo que tinha enfiado no cu a deixava ainda mais excitada. A saia era tão curta que a bunda nua tocava direto no banco, e ela estava ficando cada vez mais tesuda. Tirou a calcinha, já molhada demais, e deu pra Luis. Ele cheirou, passou a mão entre as pernas da minha mulher, enfiou três dedos de uma vez na buceta dela, mexendo com várias sacudidas, depois acariciou o clitóris e os lábios suculentos com delicadeza. Esther colocou os pés no painel, abriu as pernas o máximo que pôde e começou a tirar e colocar. Várias vezes o plug até que o ânus dela dilatou o suficiente para que o cone, de um diâmetro muito maior que o de uma rola normal, saísse do cu dela se ela não sentasse em cima. Luis obrigou ela a parar num posto de gasolina com a desculpa de comprar um refrigerante.
- Pega ele na parte de baixo da geladeira, quero ver sua buceta daqui quando você se abaixar, e faz devagar, pra eu poder aproveitar um tempo.
Esther obedeceu. Ao descer do carro, vários caras ficaram olhando, comentando como ela era gostosa, o frentista ficou hipnotizado ao ver uma mulher daquelas, tão provocante, entrar sozinha na loja. Eles não imaginavam o show gratuito que iam presenciar.
Esther chegou na geladeira, abriu um pouco as pernas pra aparecer melhor tudo e se abaixou pelo tempo que foi necessário, pegava uma lata, largava, e fazia a mesma coisa de novo, com calma, pra dar uma visão clara da buceta depilada e do cu penetrado pelo brinquedo. Enquanto os moleques tiravam fotos com os celulares, Luis cheirava a calcinha e se esfregava a rola por cima da calça, nunca tinha ficado tão duro, achava que ia explodir.
Depois de pegar a bebida finalmente, Esther foi até o balcão, apoiou os peitos nele, deixando eles bem à mostra pela abertura do decote, e colocando o cu pra fora de novo disse:
- Esqueci o dinheiro, mas tô com muito calor e muita sede, me paga essa lata?
O cara do posto não conseguiu recusar, a cara dele era um poema. Esther mandou um beijo pra ele, e rebolando mais que o normal, saiu do posto rindo. Os caras dos carros aplaudiram e assobiaram, e continuaram tirando fotos com os celulares até perderem ela de vista.
Meu amigo guardou a calcinha no bolso e um pouco depois entrou no estacionamento de um hotel moderno perto da Castellana. Mandou Esther descer e esperar ele na recepção.
Esther sentia que estava sendo observada, tava acostumada e nem ligou, era só de um grupo de dez ou doze caras jovens, atletas que iam jogar algum jogo em Madrid com certeza. Eram bem gostosos, e ela pensou que adoraria chupar umas dessas pirocas pretas ou dar a buceta pra qualquer um deles. Um tinha uma Nikon digital, e não paravam de tirar fotos enquanto conversavam. O chão, preto, parecia um espelho, e minha mulher não percebeu o quanto os caras por ali estavam ficando de pau duro enquanto ela andava impaciente.
De repente, o Luis apareceu, saindo do elevador do estacionamento, e quando chegou perto dela, deixou cair as chaves do carro. Esther se abaixou pra pegá-las, mostrando sem querer um close do rabo lindo e empinado dela pra todos que tiveram a sorte de olhar. Ela sentiu uns flashes, mas achou que os caras continuavam na deles. Pegou as chaves devagar e devolveu pro Luis.
Luis disse pra ela:
- Esther, vai tomar uma taça de espumante no bar do hotel. Pede também pro garçom subirem o negócio do quarto 1014. Além disso, quero que você sente num banquinho do balcão com as pernas bem abertas, de vez em quando vira como se estivesse esperando alguém. Lembra, pernas bem abertas, quero ver sua buceta perfeitamente de longe e que você fique com tesão pensando que qualquer um pode ver o piranhão que você é. Eu vou estar te observando mesmo que você não me veja. Quando acabar a taça, sobe pro quarto, não antes de meia hora.
Minha garota obedeceu, falou com o garçom bonitão, que pelo sotaque parecia cubano. Ela estranhou o sorriso permanente dele. Depois pediu a taça e sentou com as pernas bem abertas, como o amigo tinha mandado, entre dois executivos mais velhos, que não paravam de olhar o decote dela e adivinhar os peitos nus e os bicos duros por baixo do vestido. A bunda linda dela aparecia na borda do banquinho. Ela, toda feliz em se exibir, passava o dedo na borda da taça e a língua nos lábios. deixando-os à beira de um infarto.
Atrás dela, como se quisessem a melhor vista, três dos caras que eu tinha visto no saguão se acomodaram, um deles o da câmera. Claro que foi coincidência que, durante a meia hora que a minha esposa ficou sentada no banquinho, se virando de vez em quando e mostrando tudo como uma foxy vulgar, o flash não parasse de disparar. Ela não notou a presença deles, estava meio nervosa e inquieta, e não via o amigo dela por perto. Depois de cumprir a ordem de se exibir e esperar como uma criada obediente, subiu para o quarto.
Enquanto isso, eu já tinha despido a Amparo, e depois de confirmar que a minha mulher tinha feito bem o trabalho dela, comecei a curtir a esposa do meu amigo. Não sei se foi por causa do jeito dela de boa moça, mas não consegui me segurar e, desde o começo e sem preliminares, tratei ela como a mais suja das putas, enfiei a pica até a garganta, segurando ela forte pelo cabelo, belisquei os bicos dos peitos e apalpei as tetas dela com vontade, e dei vários tapas na bunda enquanto enfiava a vara no lindo cuzinho dela até o talo das minhas bolas. Aproveitei a buceta dela, macia e rosadinha, como se fosse um bolo de aniversário.
Ela implorava por mais, dizendo que tava cansada do marido tratar ela com tanta delicadeza, nunca tinha pensado que precisava de um macho que desse isso pra ela. Dito e feito, enrolei o cinto da saia dela no pescoço dela, feito uma putinha, e obriguei ela a andar de quatro. Tirei e coloquei as bolas anais repetidamente, quando vi o cu dela bem relaxado, enfiei a pica com força, aumentando o ritmo até ouvir ela gritar como nunca.
Depois de meter com violência no cu virgem da minha amiga, tirei a pica escorrendo lubrificante e saliva e falei:
— Chupa, foxy, acabei de tirar do teu cu, me mostra o quão promíscua você é.
Amparo hesitou por uns instantes, mas finalmente envolveu meu pau com os lábios dela, gemendo de prazer por se sentir tão lasciva. Eu beijei ela com paixão enfiando minha língua até o fundo e voltei a foder o cu dela. Alternei entre a bunda e a boca dela até me cansar...
- Gostou, porca? Seu marido babaca nunca fez isso com você? Quer mais?
- Sim, filho da puta, arrebenta meu cu que eu guardei virgem pra você, sou sua puta.
Quando uma loira de cara angelical, com seus lindos olhos verdes bem abertos, se transforma numa safada e te implora por isso, só dá pra fazer uma coisa: satisfazer ela. Enfiei meu pau na bunda dela de novo, mas dessa vez, além disso, com as bolas de borracha. Não custou nada ela abrir o buraco dela o quanto precisava. Demorou pra gozar, e eu acompanhei, gozando dentro do túnel dilatado dela.
- O Luís disse que você nunca engoliu a porra dele, que tem nojo. Eu quero que você engula meu leite, e sei que vai me obedecer, vadia. Pega essa taça.
A Amparo obedeceu na hora, se agachou e expeliu o sêmen do buraco vermelho dela, derramando na taça. Depois, sorrindo, bebeu até a última gota do meu gozo.
- Leite gostoso, amor.
Ela se comportou como uma campeã. Levei ela puxando pelo cinto até o quarto dela, ela deitou na cama e começou a se acariciar a bunda, de onde saía um fiozinho de sangue. De repente, ela se sentou e tirou da mesinha um vibrador preto enorme. Imitava o pau de um africano como se fosse de verdade, mas num tamanho desproporcional, mais de 30 cm de comprimento e mais grosso que um copo americano.
- Vê se você consegue enfiar essa linguiça no meu rabo, meu marido não conseguiu nem meter na minha buceta, nunca me esquentou o suficiente, você me deixou mole que nem gelatina, acho que cabe qualquer coisa em mim, me fode bem, filho da puta.
Nunca pensei que meu pau pudesse ficar tão duro cinco minutos depois de ter gozado tão gostoso, as veias saltavam e a cabeça tava roxa. Satisfiz a Amparo e enfiei o consolador enorme no cu dela, quase sem esforço nenhum. Nem Nem mesmo minha mulher, com toda a experiência dela em sexo anal, tinha aberto a bunda daquele jeito. Fiquei brincando, enfiando a salsicha de borracha no cu dela e esfreguei minha pica na cara dela, enchi os olhos, o nariz e o cabelo dela de porra grossa, ela não desperdiçou nem um pingo, catou tudo com os dedos e ficou se lambendo toda, chapada com o gosto forte.
- Não tira isso do cu, quero que seu marido veja o que você foi capaz de fazer comigo.
De repente, quando mencionei o Luis, lembrei da minha mulher, e passei a mão na testa pra ver se já tinha brotado chifre. Mal imaginava o tamanho que iam ficar naquela noite.
Quase meio-dia, o Luis chegou, e veio sozinho.
- E aí, como foi com a Amparo? Nada, né?
- Bom, já que você gosta tanto de mistério, deixa ela te contar. Lá no quarto tá a santinha, hehehehe. E a Esther? Tá fora?
Ele me disse onde a Esther estava e mandou eu ir buscá-la. Encontrei ela dormindo no quarto do hotel. Acordei ela devagar.
- Oi, amor, essa noite fui muito safada, tá bravo comigo?
O cabelo dela, os lençóis, tudo cheio de porra seca, era o cheiro de sexo mais forte e excitante que eu já tinha sentido, minha pica ficou dura que nem pedra. Em cima da cama, achei um DVD com o título "Esther 24, vídeo e fotos", e as calcinhas fio-dental da Esther enfiadas parcialmente na buceta dela, com uma gozada recente.
- Me conta o que você fez, linda.
A Esther pegou o elevador pra subir pro quarto 1014, estranhou não ver o Luis. Antes da porta fechar, os três caras do bar entraram correndo. Um deles piscou o olho pra ela, mas a Esther nem ligou. Pararam no mesmo andar, os caras saíram primeiro e sumiram pelos corredores, ela hesitou um pouco sobre pra onde ir, mas no fim foi pro quarto.
Bateu na porta e o Luis atendeu.
- Oi, linda, a gente tava te esperando com muita vontade.
- A gente? Tem mais alguém?
Quando entrou na sala, viu o grupo de Homens no saguão, conversando e bebendo.
- Sim, gostosa, quinze caras só pra você, alguns amigos da minha academia e outros amigos deles, que não conheço, mas que também estavam afim de te foder. Você tem que satisfazer eles em tudo. A noite vai ser longa pra você.
- Tira essa roupa, gata! Vamos ver se você é tão gostosa quanto nosso amigo dizia.
Esther começou a tirar o vestido, se surpreendeu porque estava completamente excitada e não sentia nenhum medo nem vergonha. Nem lembrava do maridinho.
- Porra, é uma puta de primeira, não tá de calcinha, e tem a buceta toda depilada!! E tá uma delícia de gostosa.
- Isso não é o melhor (disse Luís), olha só...
Virou Esther, deixando ela de costas pra todos eles, segurou pelos ombros forçando ela a se abaixar também, e depois abriu o cu dela com as mãos pra que vissem que ela já estava preparada.
- Mas que cu danado!!!! Acho que vamos nos divertir, essa rabuda curte um putaria. E você disse que podemos fazer o que quisermos com ela? E de graça?, não é brincadeira?
- Tá parecendo brincadeira? Podem fazer o que quiserem com ela, dentro do que combinamos, ela é a putinha de vocês.
Esther, muito excitada, e pensando em agradar ele, começou a abaixar a calça de Luís.
- Quieta, se você se comportar vou deixar você chupar ele no final, agora tem outros quinze pra te entreter.
Esther se ajoelhou, todos os caras se pelaram e se aproximaram dela, beijavam ela, acariciavam ela. Ela ia de quatro de um pro outro, completamente nua, só com os saltos altos. Eles começaram a bater punheta deixando os paus duros pra que ela pudesse aproveitar bem. Ela fez com calma, se deliciando com tanta fartura de paus jovens. Levaram ela pro sofá, pra poder chupar a buceta linda dela, nenhum dos quinze deixou de meter o pau na boca dela, chupar a buceta ou amassar os peitos dela. Luís gravava tudo com uma câmera. De vez em quando tiravam e colocavam de novo. repetidamente o enorme cone no cu dilatado dela.
As quinze pirocas já estavam impacientes pra provar o resto dos buracos quentes da minha mulher. Os caras se revezavam sem parar, fazendo dupla penetração nela, e metendo alternadamente na buceta, no cu e na boca. Usaram ela como uma boneca inflável.
Brincaram com ela humilhando, deixaram as cortinas abertas pra quem tava do lado de fora ver tudo, obrigaram ela a ir na sacada do quarto e deixaram ela lá como uma puta enquanto eles bebiam. O que tava de fotógrafo se vestiu e acompanhou o Luis pra tirar ela da suíte, completamente nua obrigaram ela a andar de quatro pelos corredores do hotel, exposta pra qualquer hóspede ver, amarrada pelo pescoço com o cinto de um roupão; foi uma pena que por ser tão tarde não teve mais gente vendo, com aquele cuzao empinado e os peitos balançando. Enquanto ela chupava ele ou dava a buceta ou o cu pro fotógrafo, nos sofás do hall do andar, na frente dos elevadores, o Luis não parava de gravar tudo. Um casal saiu do elevador, foi aí que a Esther chupou com mais vontade, enfiando a piroca do fotógrafo até a garganta. A puta adorava quando viam ela reduzida a escrava e ficava ainda mais excitada.
Voltaram pro quarto e a bacanal continuou, o Luis sabia que a minha mulher amava sexo anal, e já tinha visto ela várias vezes comigo fodendo o cu dela de um jeito impressionante, mas segundo ele disse, nunca viu aquele cu tão aberto, era normal porque ela passou mais de quatro horas dando prazer com ele pra todos os caras. No decorrer da noite, exatamente como meu amigo mandou eles fazerem, foram um por um gozando na boca da minha mina, o Luis obrigou ela a engolir cada uma das gozadas, que foram mais de trinta. Os caras tiveram tempo de ficar duros várias vezes e os mais bem dotados encheram a boca dela de esperma até três vezes. Quase às 8 da manhã, meu amigo, que tinha desapareceu um momento, voltou pro quarto e mandou eles irem embora dizendo:
- Até a próxima. Quando quiserem aproveitar essa belezinha de novo é só me chamar, como vocês viram, ela é bem fácil.
Depois entrou no quarto. Esther disse pra ele:
- Você me deu o que eu sempre quis, realizou minha fantasia, ser possuída selvagemente por vários homens ao mesmo tempo, nem o Jorge sabia disso. Perdi a conta de quantas vezes gozei, tô exausta, vou tomar um banho e te agradecer como você merece.
- Não, quero que você fique assim, cheia de porra por todo lado, com o rímel e o batom borrados. E quero que seu marido te veja assim, e que você conte tudo pra ele com detalhes, que ele veja do que a puta com quem ele se casou é capaz. Com isso já fico satisfeito, eu não consigo fazer com a Amparo o que o Jorge faz com você, e isso é uma pequena vingança pelo manso que isso me faz sentir. Além disso, seu marido com certeza não conseguiu o que queria da Amparo, sou o vencedor certo hoje.
Bem, gostosa, antes de ir quero que você me conceda um último desejo.
- Pede o que quiser, seu filho da puta, sou sua slut.
O garçom foi muito legal com a gente, não faltou gelo nem bebida a noite toda. Tenho que agradecer ele de um jeito especial. Ele sabe que você é uma puta, ficou meia hora mostrando a buceta pra ele no bar, te viu aqui fodendo com todo mundo e tá puto, ele também quer te foder o cu.
- Tá bom, por um a mais... Além disso, ele era muito gostoso, vai ser um final perfeito.
- Não tão rápido, linda. O problema é que a notícia se espalhou entre o pessoal do hotel e um amigo dele também mulato, agora são seis caras, acho que nenhum passa dos 25 anos, falei que você é toda uma expert, embora eles já imaginassem. Você vai gostar deles, recusei três que não atendiam os requisitos, vou dar uma cópia do seu filme pra eles não ficarem bravos.
- Você é um filho da puta, sabe que devo te obedecer em tudo, não se passa.
- Cala a boca putona, e vai chupar pica que já tão aqui. Lembrem-se cavalheiros, todas as gozadas dentro do cu dela!
Apareceram finalmente nove homens, na última hora alguns que saíram da troca de turno se juntaram. Algum ainda com o uniforme. A Esther já tava nem aí, nos buracos dela cabia um ônibus, se sentiu mais puta do que nunca, deixou as picas bem limpinhas e depois de oferecer também a bucetinha doce dela, armazenou no reto as gozadas dos nove, entre risadas foram embora enquanto um dizia:
- Que vagabunda, olha, tá saindo porra do cu dela, de tão arrombado que tá. Que puta que ela é e como é gostosa. Você vai voltar mais vezes nesse hotel, gata? Deixa seu telefone na recepção, hahahahahahaha!!
- Satisfeito, Luis?
- Mulher, pois não. Acho que você não devia desperdiçar essa porra que tá escorrendo do seu cu. Alguns pela rapidez em gozar tinham cara de nunca terem transado. Você imagina o quão concentrada e gostosa deve ser a porra de um cara virgem? Hahahahahaha!
Esther não hesitou, usou os próprios dedos pra catar toda a porra, grossa e com um cheiro forte de macho, e engoliu tudo de gole em gole. Depois dormiu, tava exausta.
- Tá bravo, amor?
- Não, love, um pouco decepcionado porque isso eu podia ter curtido ao vivo, realizar sua fantasia, e vou ter que me contentar com o vídeo. O que eu tô mesmo é mais tarado que um macaco. Você fez tudo isso de verdade? Engoliu quase 50 gozadas?
- Sim, amor, e o pior é que quanto mais porra eu engolia, mais queria. Tava super excitada, não fica bolado, meu love, mas se o seu pau é bom, os dos caras negros eram monstruosos. Me abriram igual uma novilha. Luis escolheu bem, te juro, me fizeram perder a cabeça.
- Então beleza, vamos curtir mais um pouco do seu tesão, te espero no carro na frente da entrada, revirei o quarto e acho que você não tem roupa, a calcinha toda suja de cum, seu vestido alguém deve ter levado como troféu, então você se vira, não demora.
Esther saiu do banho depois de se lavar, eu tinha levado as toalhas e os lençóis, só deixei um paninho de bidê pra ela se secar. Minha mulher não tava a fim de arrancar as cortinas, então pensou que não tinha jeito, tinha que sair como veio ao mundo. O pior pra ela foi não ter maquiagem, com o quanto ela é vaidosa, era pior sair de cara lavada do que pelada.
Ela deu muito azar, correu pelo corredor e quando o elevador abriu no 10º andar, viu dentro um grupo de três casais estrangeiros, todos na casa dos cinquenta, as mulheres ficaram escandalizadas e os homens olhavam de esguelha, arriscando levar um tapa das respectivas esposas a qualquer momento. Esther tava impressionante, com seus sapatos de salto, a bunda empinada e os peitos apontando pro teto do elevador, o cabelo molhado e penteado pra trás.
Ela saiu pelo corredor da garagem, evitando atravessar o hall, chegou rápido na rua e tentou subir no carro dela. Eu tinha travado as portas. Abri o vidro do carona uns centímetros, só o suficiente pra ela ouvir o que eu dizia.
— Então, sua putinha, ontem à noite você se divertiu mostrando tudo no bar, que não fique só nisso. Passa lá de novo e agradece ao garçom pelo que ele e os amigos fizeram com você. Agradece direito, e vai pelo meio do hall, senão não sobe no carro. Anda logo, antes que chamem a polícia falando que tem uma louca pelada por aqui. Já tem gente demais olhando.
Esther olhou ao redor, as pessoas estavam perplexas. Sem se importar com isso, atravessou o hall com passo firme. Os peitos e a bunda balançavam enquanto ela andava, ouviu assobios e risadas, finalmente entrou no bar.
Ela se aproximou do mulato, não era o garçom da noite passada, mas um dos amigos dele. Ela lembraria mais do gosto da pica dele do que da cara, mas mesmo assim o reconheceu. Entrou na... Ela se virou e deu no garçom impressionado um beijão de prêmio, remexendo a língua dentro da boca do moleque, enquanto apalpava o pacote e a bunda dele com as duas mãos. Depois pegou um guardanapo do balcão, passou na buceta suculenta dela, tirou a caneta do bolso da camisa do cubano e escreveu: "Adoro mulatos novinhos, se quiserem sentir esse cheiro de novo, direto da minha rata, liguem pra esse número... sou a vossa rabuda pro que vocês quiserem". Aí voltou pro carro, dessa vez conseguiu entrar. Ao dar a partida, se despediu da multidão que olhava pra ela, com toda a cara de pau, acenando a mão como uma das Infantas.
— O que você fez aí dentro?
— O que você me mandou, agradecer ao garçom como me comeram bem. Dei seu celular pra caso você aprove que me usem de novo. Tenho a impressão de que não vai demorar pra tocar.
— O que você quer? Você é louca.
— E você? Acha que pode me usar, me deixar com tesão feito uma puta, e depois nada? Preciso que você faça comigo qualquer coisa que vier na cabeça, tô pronta pra tudo. Agora sou a rabuda mais gostosa de Madri, metade do censo já viu minha buceta e a outra metade se jogou em cima de mim.
— Porra, gata, tá certo, vai ser um dia inesquecível. O que rolou essa noite passada vai parecer um passeio no carrossel comparado com o que tô bolando.
— Claro que sim, você me enlouquece, meu amor.
Luis entrou no quarto e viu a mulher dele, Amparo, com um pauzão de látex enfiado no cu, esfregando o clitóris com uma mão, e com a outra mexendo o megavibrador com violência.
— O que você tá fazendo, gata? Isso... tá enfiado no, no... seu cu?
— Sim!!!!, no meu cu de rabuda, olha que puta que eu sou...
Ela tirou a mangueira monstruosa do cu e lambeu ela toda sem deixar um pedacinho, depois enfiou de novo no mesmo buraco sem nenhum esforço.
— Caralho, você é mais vagabunda do que eu pensava. Achava que o Jorge tinha se acabado na punheta essa noite. que contigo eu teria dado uma trepada normal e só, mas vejo que foi bem demais pra ela.
- Nem imagina. Esse filho da puta tirou o pior de mim, nem eu achava que conseguia fazer isso, e eu adoro.
Luis aproveitou a situação e curtiu a mulher dele como se tivesse conhecido ela naquele momento. Pensou que tinha que agradecer ao amigo por essa descoberta incrível.
- Oi Jorge, como vocês estão?
- Ah, é o Luis! Esperava outra ligação. Estamos muito bem, tenho a Esther do meu lado, pelada, no carro. Decidi que como é verão e tá calor, roupa é demais pra ela. Vou levar ela pra todo canto assim, não merece outra coisa. Além disso, um dos seus amigos levou o vestido dela e ela acha que foi você quem gozou na calcinha dela, não tinha alternativa.
- Que filho da puta você é, a coitada tá passando por um fim de semana pesado demais.
- Vai tomar no cu, seu puto! Pesado demais é como eu fiquei de pau duro quando ela me contou o que você fez. Como eu tô dizendo, até cinco minutos antes de buscar nossos filhos no domingo à tarde, essa mina vai saber quem é o marido dela. Você dificultou pra caralho superar o que você organizou.
- Gostou de como eu emprestei ela pra aqueles 24 caras? Te garanto que sua mina aguenta até mais, é uma fera, e muito obediente, você treinou ela direitinho.
- 24? Ela não sabia o número exato. Agora entendi o título do DVD, seu filho da puta. Olha, hoje à noite vamos jantar na sua casa e depois sair. Prepara a Amparo pra combinar com a Esther. Tudo bem pra você se as duas curtirem o que eu tenho planejado?
- Não faço ideia do que seja, mas parece uma ótima ideia. A gente se vê lá pelas 21h na nossa casa.
- Jorge, meus peitos tão doendo, tô quase um dia sem sutiã.
- É que você tem uns peitões enormes, amor. E a buceta e o cu não tão doendo?
- Na verdade, não. Tô morrendo de vontade de enfiar mais paus, e quanto maiores, melhor.
- Então não tenho tempo de fazer um casting e começar a medi-las, mas não se preocupa, que quando tudo acabar vai doer até os seus cílios.
- Onde vamos comer? Tô morrendo de fome, e lembra que eu tô pelada. Pra mim já tanto faz quem me vê, mas não quero gozar na delegacia, presa por atentado ao pudor. Não ia te perdoar.
- Você não tem que perdoar nada, só obedecer. Vamos num restaurante de estrada que eu conheço, costuma ficar cheio de caminhoneiro. Eu entro e peço uns sanduíches e umas bebidas, pago e mando deixar preparado, falo que vai entrar uma mina bem chamativa pra pegar a sacola. Depois te conto.
Esther ficou no carro, eu peguei as chaves pra ela não ter a tentação de me fazer nenhuma sacanagem. Já dentro do restaurante, fiz o que acabei de contar pra minha docinha esposa, mas também perguntei pro dono do lugar, um cara enorme feito um armário, se ele se importava da mina entrar pelada. Que eu tinha gostos estranhos e curtia contratar uma puta de luxo pra exibir e emprestar, tirar fotos pra depois bater uma enquanto ela me contava o que tinha feito. No começo ele desconfiou, mas depois de mais umas explicações e uma nota verde, o cara achou de boa. Tinha que levar ela pra um escritório ou sala privada com a desculpa de não fazer escândalo. Depois, tanto ele quanto quem quisesse do bar, fossem funcionários ou clientes, podiam usar ela à vontade.
- Tratem ela o pior que puderem, mas sem machucar. Comam ela bem gostoso, quero que ela tenha coisas interessantes pra me contar.
Depois de tramar o plano, voltei pro carro, distraí a Esther tempo suficiente pra correr a fofoca dentro do restaurante sobre o que ia rolar, e os sanduíches ficarem prontos, e mandei ela ir buscar.
Esther entrou rapidão no restaurante, confiante em pedir a sacola, pegar e voltar pro carro o mais rápido possível, igual o marido tinha mandado. Quando entrou, viu que quase não tinha lugar no balcão pra poder Falar com o garçom. Todo mundo olhava pra ela como se esperasse a entrada dela. Dois caminhoneiros deixaram um pouco de espaço enquanto a olhavam de cima a baixo, fixando os olhos na bucetinha lisinha e pelada dela ou nas tetas duras.
- Com licença, preciso pegar uma sacola de sanduíches que...
De repente, sentiu uma mão apertando uma das nádegas e outra enfiando dois dedos na bocetinha dela, gemeu, sem saber se gritava e pedia ajuda, ou se ajoelhava ali mesmo e começava a chupar paus, e antes de decidir, sentiu que seguravam firme o pulso dela.
- Moça, por favor, me acompanhe. Não quero confusão no meu restaurante.
Esther, de certa forma, se sentiu aliviada por sair daquela situação, e olhou pro carro pra ver se eu tava observando ela. Os vidros refletiam e ela, contrariada, não soube se eu tinha visto quando o grandão a levava pra dentro do local. Não soube pra onde a levavam nem se eu poderia ajudar ela. Eu, enquanto isso, sentado no meu carro, atendia uma ligação muito esperada.
O grandão subiu com ela pro escritório dele, no andar de cima, e mandou ela sentar.
- Você tem duas opções, gatinha. Ou espera sentada enquanto aviso a guarda civil pra te prenderem por entrar pelada no meu restaurante, ou me convence a não fazer isso, e te aviso que sou muito difícil de convencer.
Esther entendeu na hora e se inclinou um pouco até alcançar a braguilha do cara, abriu com calma e puxou o pauzão enorme dele, já quase duro. Começou a chupar com gosto, até deixar ele duro como pedra, o cara pegou ela no colo e, depois de deitar ela na mesa, enfiou o pau até o fundo da buceta. Fodeu ela igual um selvagem e encheu a caverninha doce dela de porra grossa em questão de uns dois minutos.
- Queria ter aguentado mais um pouco, mas com você tão gostosa e com essa bocetinha tão quentinha, é muito difícil não gozar.
- Você me deixou no meio, grandão, nem senti nada. Vem aqui que vou deixar ele duro de novo.
- Não Querido, eu já gozei e se você gozar ou não, pouco me importa. Mas fica tranquila que você não vai sair de mãos abanando, espera aqui.
O cara saiu e imediatamente a porta se abriu de novo. Entraram os dois caminhoneiros que tinham feito espaço pra ela no balcão.
- Oi, gostosa. Disseram que tinha uma mulher aqui no pique, pronta pra tudo. O que você quer que a gente faça com você?
Esther continuava meio deitada na mesa, se tocando na buceta com as pernas bem abertas.
- Quero gozar, tirem esses paus pra fora e me fodam como uma puta, o que estão esperando? São viados ou o quê?
O último comentário teve o efeito que ela queria, enfiaram os paus na boca dela, puxando o cabelo e dando uns tapinhas, beliscaram os peitos dela e deram palmadas na bunda, apertaram e esticaram os mamilos, e depois de foder ela de várias maneiras e em todos os buracos, penetraram ela ao mesmo tempo, despejando o esperma em cada um dos dois buracos. Enquanto isso, Jorge no carro, atendia uma ligação que ele esperava.
Por mais de uma hora e meia, um cara atrás do outro foi entrando no escritório, até dar sete no total, ela provocava eles pra serem cada vez mais brutos, não se satisfazia, ansiava que assim que um saísse a porta se abrisse de novo. Todos usaram ela como o que ela era: uma puta. O último encontrou ela estirada na mesa, amordaçada com um pano de cozinha e com uma garrafinha de cerveja enfiada no cu, depois de soltar a boca dela pra chupar bem o pau dele, tirar o vidro e foder o cu dela sem piedade, entregou a sacola com os sanduíches.
- Esse era seu pedido, aproveita, coisa linda. Me falaram pra você descer por essa escada, que um amigo seu tá te esperando lá fora num carrão.
Esther se arrumou o pouco que pôde e saiu do restaurante, o sêmen escorria pelo cu e pela buceta dela e deslizava pelas coxas até os tornozelos, fazendo cócegas. Ela entrou no carro e Jorge deu a partida.
- E se um desses caras me passar alguma doença? Ruim?
Ele dizia isso sorrindo de forma maliciosa, enquanto lambia os dedos depois de acariciar a parte interna das coxas dela.
— Não pensa nisso, não te levei pra uma cadeia ou pra uma clínica de metadona, fica tranquila. Você gostou ou não?
— Sim, gozei três vezes. O último tinha uma rola bem grossa, adorei como ele comeu meu cu, parecia que nunca ia gozar.
— Você gostava deles? Eram bonitos?
— Tinha de tudo, o dono você já viu, o último era um garanhão. Mas acho, pelo jeito que me trataram, que os que mais gostei foram dois caminhoneiros jovens e um coroa de uns 50 anos, ele tinha um pau bem comum, mas me deu muita porrada, no geral todos foram muito safados comigo.
— Você não se importa de foder com caras que não são bonitos?
— Pra começar, tenho que gostar deles, mas quando tô com tesão, qualquer um serve.
— Você é uma putinha, querida...
— Sabe que sou um anjo, é você que me deixa malvada. No que tá pensando agora?
Esther se limpava com lenços umedecidos de bebê, que sempre levava no carro. Jorge tinha pegado um atalho por uma estrada de montanha, rumo ao condomínio dos amigos deles. Passaram por um lugar onde grupos de jovens costumavam acampar. Ele parou o carro perto de um deles.
— Olha aquele grupo de caras, convence eles a tirar umas fotos com você.
Os jovens ficaram chocados quando viram aquela mulherão, totalmente nua, saindo do carro. Acho que quanto mais semente entrava no corpo dela, por qualquer buraco, mais gostosa ela ficava.
Esther se aproximou deles sem nenhum pudor e se agachou pra falar com os caras, já que todos estavam sentados. Isso deu uma visão privilegiada da sua boceta molhada e brilhante. Ela ficava com o tronco ereto, os peitos, com os mamilos ainda duros e vermelhos de tanto beliscão, apontando pra cara dos garotos surpresos. Todos tinham entre 18 e 25 anos, tinha uma garota também, ruiva, muito... gostosa, que ficou encantada olhando pra minha mulher. Esther colocou geral a par:
- Esse aí descendo do carro é meu marido. Ele adora me exibir e quer tirar umas fotos minhas rodeada de vocês. Tudo bem pra vocês?
- Tudo bem pra caralho, tia. Se você é uma puta e seu marido é maluco, problema é de vocês... hahahaha
Outro dos caras falou, virando pra amiga:
- Silvia, o que você tá olhando? Hahahaha Você comeria essa mamãe? Quantos anos você acha que essa putona tem?
Esther respondeu sem problema nenhum, depois de ter três filhos, tava muito orgulhosa de estar tão gostosa pra idade dela.
- Tenho 37 anos. E a amiga ruiva de vocês, quantos tem?
- Ela tem 19, é prima desse aqui, e vem com a gente porque se sente mais à vontade entre amigos do que entre amigas, sacou?
Todo mundo caiu na risada e a mina ficou vermelha. Esther continuou:
- Então encontrei uma bucetinha linda. Quer que a gente proporcione uns momentos inesquecíveis pros seus amigos?
Mesmo sem a mina responder, Esther sabia que ela tava morrendo de vontade. Começou a beijar e acariciar ela enquanto alguns amigos esticavam cobertores no chão.
Eu não parava de filmar, os corpos das minas se enroscavam num turbilhão de paixão e safadeza, as línguas dentro das bucetas uma da outra, carícias que só elas sabem fazer, a raba de Esther empinada feito oferta irresistível pro mais ousado dos caras, vários deles batendo uma como convidados de honra de um show de luxo.
Enquanto durou o 69 apaixonado das minas, claro, Esther sentiu o corpo sendo penetrado com gana. Ela, concentrada no gostinho dos sucos da amiga, com a língua girando no clitóris dela, não sabia se era o mesmo pau ou vários que tavam fodendo a bocetinha castigada dela.
Não sobrou um sem gozar, e enquanto a ruiva ficou deitada se acariciando os peitos, Esther cuidou de deixar todas as estacas. ainda meio duras, bem brilhantes e limpas, com sua boca prodigiosa. Parecia não ter limites na hora de se comportar como uma puta.
Contente com o ensaio fotográfico, subi no carro e liguei pra ela. Enquanto Esther vinha na minha direção, eu contava mentalmente quantas pirocas ela tinha despachado em menos de um dia, e me perguntava quantos caras uma prostituta profissional comia num dia bom e a grana que ela ganhava com isso. Ela tava fazendo tudo de graça, que nem uma otária. Ainda tinha a noite de sábado e a manhã de domingo. Do que mais ela seria capaz? O que o sátiro do marido dela estaria planejando?
Chegamos na casa dos nossos amigos, Amparo abriu a porta vestida só com uns saltos altos, um avental branco bem curtinho e uma touca. Depois de dar uns amassos bem dados em cada um dos amigos, começou a andar na frente deles. Quando vi ela rebolando, percebi na hora que Amparo tava com o plug da minha mulher enfiado no cu, o Luis ia resgatar depois da festa do hotel. Nossa amiga tinha pegado gosto por essa parada de sexo anal, e pra nunca ter praticado antes daquele fim de semana, tinha começado com tudo.
Em vez de beijar o Luis, Esther pegou ele pela mão e sentou ele numa cadeira da sala, se ajoelhou na frente dele, abaixou a braguilha e fez o boquete que ele tinha negado horas antes. Engoliu a porra toda sem desperdiçar uma gota, diferente da mulher dele, que nunca fazia isso, e depois foi pra cozinha ajudar com o jantar. Esther não agiu por conta própria, só fez o que eu tinha mandado pra cumprimentar meu amigo, eu mandava e ela me obedecia. Me deu raiva que o Luis desprezou um boquete incrível da minha gostosa, e não sosseguei até ela fazer ele engolir.
Pensei que tinha perdido a noção, nada do que minha mulher pudesse fazer já me bastava. Meu cérebro bolava as piores situações possíveis pra humilhar ela e usar como uma puta barata. Enquanto o Luis falava comigo, eu, ausente, tinha acabado de planejar a noite mais brutal que teria tanto pra minha mulher quanto pra do meu amigo. Deixei ele falando sozinho e fui pro jardim atender o telefone, era uma ligação que tava louco pra fazer.
Depois de um tempo as minas chegaram com a janta, a Esther tava com um uniforme parecido, e a amiga dela tinha enfiado um aro grosso de plástico na bunda dela, que ficava escancarada, na buceta ela tava com umas bolinhas chinesas.
Nós três achamos divertido colocar ela de quatro na mesa e encher a bunda dela com um molho do cardápio. Enfiávamos os dedos lá dentro, depois chupávamos, a Amparo lambia o molho que escorria da buceta da amiga, se esbaldando com a língua em cada canto da virilha. Todo mundo bebeu espumante nos sapatos da Amparo, que acabou com meia garrafa enfiada na buceta, e eu fiz um gozadinho pra elas duas, gozando nos cafés delas.
Depois da janta subimos todos no carro do Luís. Elas duas iam quase peladas, sem calcinha, com botas altas e justas de salto agulha. A Amparo com uma coleira de couro com uma argola pra prender uma correntinha, e um vestidinho colado, que mais parecia uma camiseta, que deixava metade da bunda dela de fora. A Esther tava com uma minissaia tão curta quanto a da amiga, e uma camiseta justa e meio transparente, que deixava o umbigo de fora. Levamos elas pra uma ruela estreita e escura, perto da Gran Vía, e mandamos elas descer. Aí eu virei pra elas.
- Vamos brincar de uma coisa muito divertida, agora vocês são duas putas, é só olhar pra vocês, tão no papel direitinho. Eu e o Luís vamos voltar daqui a pouco, ganha quem conseguir se oferecer pelo maior valor, desde que seja aceito, claro. Até mais, lindas.
- Ei Jorge, não vai acontecer nada de ruim com elas, né?
- Não sei, esse bairro não é muito recomendável se você é uma mulher casada e fica andando sozinha por aí com a bolsa. Mas elas agora são duas putas, tão no lugar certo. As duas minas se refugiaram na entrada de um prédio. Não demorou pra parar o primeiro "cliente".
- Oi princesas, quanto vocês cobrariam por um boquete?
Amparo respondeu:
- 200 conto, amorzinho.
- As duas juntas, né? Que putinhas, 200 paus! Vai tomar no cu, vadias!
A rua tava bem movimentada. As duas comentaram que o único problema podia ser serem reconhecidas por algum vizinho ou amigo, ou um professor dos filhos delas, por exemplo. Na hora, dois estrangeiros se aproximaram, pareciam de algum país do leste, muito bombados, falavam pouco português mas se fizeram entender rapidinho. Dessa vez quem respondeu foi Esther, levantou a saia curta, mostrando a buceta lisinha e puxou a camiseta pra cima, deixando os peitos de fora. Enquanto se acariciava a xereca, disse:
- Essa mercadoria vocês podem curtir por 300 conto cada um, gatos.
Eles conversaram entre si e ofereceram 400 paus.
- Isso pra ficar com as duas.
- Mmmm, fechado, mas só meia hora (disse Esther).
Amparo rebateu:
- Cê tá louca, eles vão foder a gente de verdade!! E ainda tamo em promoção, né?
- Pois acho que sim, e adoro a ideia, vamos deixar nossos maridos de queixo caído. Eles não queriam que a gente brincasse de puta? O preço é o mesmo que você pediu pro velho ali atrás, então não reclama.
- Mas era por um boquete, agora vão nos comer de qualquer jeito, e a gente nem conhece eles!
- Relaxa, ultimamente tenho experiência nessa coisa de desconhecidos, depois te conto. Vamos, gatos! Vocês têm carro ou entramos no prédio?
Os caras agarraram elas pela cintura e entraram no pátio do prédio velho.
Na hora, mandaram elas se ajoelharem e puxaram os paus pra fora. Amparo, já sem vergonha, abria a bunda com as mãos implorando pra ser fodida, enquanto devorava a pica do mais alto até o fundo da garganta. A amiga dela não teve tempo de chupar, foi apertada contra a parede e com a pica do outro bruto enfiada na buceta dela, até bater no fundo. o colo do útero.
Os homens foram trocando, de tia e de buraco e no final gozaram nas caras lindas das duas amigas. Jogaram os 400 € no chão e deixaram elas lá se beijando, saboreando o esperma que escorria pelos rostos e acariciando os peitos, acalmando a tesão.
Encontramos elas na rua, no mesmo lugar onde deixamos. A gente vinha de tomar umas cervejas de boa, paramos na frente delas e pela janela falamos.
- Ei, vadias! Quanto custa uma foda com vocês?
- 200 € meia hora (respondeu Amparo enquanto as duas riam).
O Luis respondeu:
- Porra, que preços, ainda bem que são gostosas. Vamos, sobe no carro, acabou o assalto.
O Luis continuou:
- Esse é o preço mais caro que vocês aceitaram, Amparo?
- Sim, meu amor.
- E que desculpa você deu pra não fazer nada no final?
- Nenhuma, não pensei em nada.
- Mas então...
Esther interrompeu:
- A gente entendeu errado, achava que tinha que fazer de puta e foi isso que fizemos. Além disso, o preço foi o mesmo pras duas. O ruim é que não nos pagaram, nos comeram e enganaram como duas otárias.
- Porra, Jorge, essas minas são um par de putas medalha de ouro. Deram pra dois puteros de quebrada, e de graça.
Esther sussurrou no ouvido da amiga:
- Conheço uma loja de bolsas que você vai amar, a gente compra uma no próximo sábado com a renda da nossa buceta, kkkkkkkkk.
Chegamos de carro num bairro afastado da capital, e paramos numa rua qualquer. Desliguei o motor e me virei pras minas.
- Beleza, gatinhas, chegamos no lugar.
- Aonde? Que lugar?
- Uma sala de dança. Dão aula, acho.
As luzes do local piscavam no fim da calçada. Ao sair do carro, a gente ouviu a música que vinha de lá, era salsa, e pelo barulho de vozes que acompanhava, parecia que o clima era bem animado. Na porta, um grupo de três Os caras mulatos continuavam sentados no capô de um carro.
— Não sabia que você gostava de salsa. — disse Luis.
— Não gosto, mas elas parecem gostar, de qualquer forma o professor vai fazer com que gostem.
Fazia umas horas que eu tinha falado com Alfredo, o garçom cubano do hotel que comeu minha esposa e ficou com o guardanapo perfumado com a bucetinha dela, onde ela escreveu meu telefone. Ele me disse que não parou de contar o que aconteceu pra todos os amigos desde que saiu do quarto do hotel, e ainda mais desde que Esther chegou pelada no bar e deu um beijão nele enquanto passava a mão nas bolas dele por cima da calça. Era raro o amigo que acreditava no que Alfredo contava, embora todos pedissem pra ele apresentar aquela gostosa pra poderem comer ela. Quando a gente conversou pela segunda vez, ele já tinha recrutado os caras necessários pra organizar a festa privada que ele queria dar de presente pras minas.
Alfredo era um cara atraente e simpático, tinha muitos amigos, e muitos deles eram mulatos como ele, dominicanos e cubanos. Ele trabalhava na sala de dança dando aulas de salsa, e não foi difícil negociar com o dono o fechamento da sala pra celebrar naquela noite uma sessão especial, que é claro eu paguei generosamente. As condições que eu coloquei pro mulato eram bem simples: os convidados tinham que ser mulatos ou negros como ele e de confiança. Não queria problemas, gente noiada nem clima ruim. As minas tinham que ser bem tratadas no começo, depois era liberado, mas sem machucar elas.
Os caras na porta olhavam pras nossas mulheres, sorrindo com a cara toda, sem se importar que Luis e eu estávamos junto delas. Quando perceberam que a gente ia entrar, se levantaram e nos barraram a passagem. Um deles falou pra gente:
— Desculpa, mas tem uma festa privada rolando e hoje não dá pra entrar sem convite.
— Desculpa você, não me apresentei, sou Jorge.
— Jorge? Seu nome não me diz nada.
— Trouxe as minas. garotas, digam ao Alfredo que chegamos.
- Ah! As garotas! Porra, manos, chegaram as garotas! São muito mais gostosas do que esperávamos. Entrem, senhoritas, por favor. - ele disse enquanto dava palmadas nas bundas das nossas garotas.
Olharam pra mim e pro Luis e riram, murmurando algo que não deu pra entender, e deixaram a gente passar.
Entramos os quatro no local, Esther e Amparo perceberam na hora que eram as únicas mulheres ali dentro.
- Cadê que cêis nos trouxeram, seus cuzões? - Disse Amparo.
- A gente já falou de fantasias sexuais várias vezes. Sabemos bem que tanto a Esther quanto você adorariam dar pra um mulato, e também serem comidas por vários caras. Hoje à noite a gente junta as duas fantasias nessa festa da porra.
- Mas vocês são loucos, tem mais de 50 caras aqui! - Continuou Amparo.
- Com certeza, já perdi a conta - Interrompeu Alfredo.
- Oiiiiii gato, a gente se vê de novo - respondeu Esther. - Cê vai pagar uma bebida pra mim e pra Amparo?
- Claro que sim, princesa, pras duas. Vem que vou apresentar uns amigos.
Alfredo pegou elas pela cintura, mais pelo rabo, e levou pra uma área de sofás, onde vários caras estavam bebendo. Os caras nem levantaram dos lugares, então nossas garotas tiveram que se abaixar pra beijar eles.
Eu e Luis sentamos numa mesa, nós dois sozinhos, no fundo do salão, prontos pra ver o show.
Apresentaram elas pra doze mulatos, doze vezes que minha mulher gostosa e a amiga dela arreganharam a bunda e mostraram a bucetinha depilada. Esther, a safada, aproveitou o cumprimento pra beijar todos de língua, enfiando a língua até o fundo. Finalmente sentaram entre os caras, sem se preocupar em fechar as pernas, deixando à mostra as bucetas molhadas. Antes mesmo de trazerem as bebidas, já tinham mãos e línguas por todo lado.
Os mulatos nem se deram ao trabalho de conversar com elas, Alfredo já tinha explicado direitinho o que era. capaz de fazer a Esther, e acho que eles pensaram que a amiga dela seria tão promíscua quanto. Começaram a chupar a buceta delas e a acariciar os peitos sem nem tirar a roupa. Em poucos minutos, um monte de caras começaram a bater punheta esperando a vez enquanto olhavam pras duas vadias de pernas abertas, com os cuzinhos molhados de lubrificante e saliva, e chupando os paus escuros sem parar. Era difícil ver a pele branca da minha esposa ou da amiga dela no meio de tanto cara chocolate.
Não demorou muito pra começarem a foder elas, os paus iam de uma pra outra, pouco importava qual buraco. Amparo pegava as picas com a mão, tirava da buceta e guiava pro cu faminto dela. As duas pediam as gozadas na boca, famintas de esperma, mas alguns dos caras não conseguiam evitar gozar dentro dos buracos quentinhos delas.
Luis levantou e se aproximou da minha mulher, abriu espaço entre os morenos e começou a bater punheta na frente da cara da minha esposa, ela nem ligou, preferiu continuar curtindo os paus pretos, muito mais longos e grossos que o do Luis ou o meu. A humilhação que o Luis sentiu só deixou ele mais excitado e ele gozou na cara da Esther. Isso abriu a porteira das gozadas nas carinhas doces das duas garotas.
As putinhas se colocaram de quatro em cima de umas almofadas, e começaram a se beijar e a lamber o esperma que escorria pelos rostos delas. Enquanto isso, ofereciam as bundinhas bem abertas pra todo mundo.
Eu perdi o gang bang do hotel ao vivo, mas agora tinha um lugar privilegiado pra ver um monte de caras, com paus enormes, enchendo o cu da minha esposa de esperma.
Luis e eu decidimos sair pra tomar um ar pra esfriar a cabeça, mas antes de sair, a gente tranquilizou o Alfredo, falando que eles podiam continuar fazendo o que quisessem com elas até a festa acabar. Quando voltamos, depois de mais de duas horas, vimos o Alfredo sozinho, do lado das nossas mulheres deitadas nas almofadas, que estavam se divertindo. Lambendo o rosto e os peitos, a buceta, o cu e as coxas, uma da outra, engolindo qualquer resquício de porra que conseguiam encontrar.
Se vestiram e a gente levou elas pro carro. As vadias fizeram o estofamento ficar uma bagunça com tudo que saía dos buracos maltratados e dilatados delas. Era tarde e no dia seguinte tinham que voltar pra rotina.
2 comentários - Fantasias de Jorge e Esther: Fim de semana louco
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@juanp0r0nga... excelente relato amigo... seguí así 👍