Oi, oi, sou a Flávia, tenho 38 anos, sou casada, meço 1,78m, sou bem magra, faço esportes, pernas e bunda torneadas pra caramba, peito pequeno, cabelo longo cacheado preto, olhos castanhos.
Vou contar minha primeira traição, foi há um tempo, uns meses atrás. Era verão, muito calor, e eu e o Ciro, meu marido, estávamos esperando a chegada de um primo distante dele, que vinha de Jujuy. Eles não se viam há 30 anos, só pelas redes sociais.
Em casa estava tudo uma loucura esperando o Nestor chegar com a mãe dele, que a gente via com mais frequência. Umas 15h30, um carro estaciona na rua e eu saio pra ver se eram eles e se tinham finalmente chegado.
Eu já conhecia a mãe, mas o Nestor nunca tinha visto. Um cara normal, altura média pra alta, cabelo loiro, olhos claros, bem apresentável e uma coisa que me chamou muito a atenção, que vou explicar depois.
Bom, nos abraçamos todo mundo, normal, entramos em casa e já começamos com o mate, apesar do calor. Ficamos quase duas horas conversando no quintal, a Elisa, o Nestor, meu marido e eu. Umas 18h, o Ciro e o Nestor saem pro supermercado, a Elisa me pede pra levar ela na casa da irmã, que não via há um tempão e queria ver. Levo ela, porque a irmã mora a seis quadras de casa.
Bom, pra resumir um pouco as apresentações, chegou a noite e com um bom churrasco e umas Quilmes, já mais à vontade, dona Elisa vai embora com a irmã, que tinha jantado com a gente, e ia dormir na casa dela por questão de espaço. O Nestor já tinha o lugar dele no quarto em frente ao meu, já que meu filho estava em Córdoba com a namorada. Umas 12 da noite, o Ciro já não aguentava mais de tanta cerveja que tinha tomado, e além disso tinha acordado às 5 da manhã sem tirar um cochilo, apagou de cansaço. Eu e o Nestor carregamos ele no colo até a cama e ele ficou largado de bruços, liguei o ar condicionado e ele não se mexeu mais. O que vou contar agora vai explodir a cabeça de vocês. Lembram que eu falei que algo no Néstor me chamou poderosissimamente a atenção? Acertaram. Assim que ele desceu do carro, meus olhos grudaram naquele baita volume que ele tinha. Tentei disfarçar um pouco, mas fiquei olhando de novo pra ver se a calça se ajeitava com o tecido, talvez fosse só a calça, mas não, continuava durinho. Me deu um calorão e minha barriga tremeu. Bom, isso foi à tarde.
Com o Ciro, sempre na cama quando a gente tá transando, a gente fantasia com outro homem. Ele começou com a ideia e eu gostei, mas nunca realizamos. O problema é que eu tava tão, mas tão excitada que não sabia como abordar a situação. O único pensamento fixo que eu tinha era: esse animal eu vou foder, sim ou sim.
Mas como fazer o Néstor saber da minha puta vontade com ele, já que ele é daqueles caipiras típicos do campo, sem maldade nenhuma? E se eu assustasse ele ou algo assim? Por não conhecê-lo, não sabia qual seria a reação dele.
Já era 1 da madrugada, todo mundo deitado. Eu virava e revirava na cama, sabendo que tinha um pauzão na outra peça. Levantei e passei pelo quarto do Néstor, abri um pouco a porta e vi ele. Então desliguei o ar condicionado pra ele acordar e fui pra cozinha, de tanguinha, sem sutiã e com uma camisa do meu marido. Esperei um tempo, rezando pra ele se levantar. Não passaram nem 10 minutos e ele apareceu na cozinha, claro, morrendo de calor e todo suado. Ele tava com uma bermuda daquelas de jogador, com velcro, e de novo aquele volume enorme que não deixava o velcro fechar até em cima. Ele me olhou de cima a baixo. Claro, eu tava só com a camisa e dava pra ver meus peitos, e a tanguinha aparecia. Eu, com um olhar de puta nos olhos, não perdi tempo. Falei: "Néstor, quer água gelada?" Ele: "É, não sei o que aconteceu que o ar parou." Aí na hora eu falo: "Bom, vai pra cama que já te levo." Ele me encarou por 3 segundos, balançou a cabeça e foi pro quarto. Naquele Nesse momento me deu um cagaço danado, mas eu tava era toda tesuda, tinha minha buceta no rubro e toda molhadinha, a barriga tremia junto com as pernas, mas já tava tudo pronto. Entrei no quarto decidida a tudo, entreguei o copo d'água e sentei na cama. Ele bebeu e ficou me olhando, a gente se encarou e, enquanto se olhava, comecei a deslizar minha mão trêmula. Com a pontinha dos dedos fui subindo pela perna dele até tocar o volume dele e deixei minha mão apoiada ali, pra ver qual seria a reação. Dava pra sentir o Nestor tremendo igual uma folha, e eu pensei: é agora.MIOComecei a acariciar com as duas mãos aquele volume que já tava me deixando louca, me aproximei do ouvido dele (imaginem eu toda perfumada, de tanguinha vermelha, com um corpo escultural, e falo no ouvido): juro por Deus, Nestor, vou te foder tanto que tua pica vai doer e minha buceta vai ficar toda arrebentada. Soltei um suspiro e ele, gaguejando, disse: v-v-você é l-l-linda. Percebi que esse cara tinha zero experiência com mulher, mas não importava, me dava mais tesão saber que ele era meio bobo.
Aquele garanhão tava ali largado na cama e eu não sabia por onde começar a devorar ele, tipo, queria fazer de tudo e não sabia o que primeiro. Então me aproximei de novo do ouvido dele e falei: quer que eu chupe sua pica com a boca? S-s-sim, t-tudo bem, ele respondeu. Dei uns beijinhos no pescoço dele e, por Deus, como aquele cara tremia. Percebi que isso deixava ele mais louco, porque a pica dele já tava prestes a explodir. Aí eu, do lado da cama, me preparei pra finalmente ver aquela pica que tava me deixando maluca. Comecei a tirar a rola dele devagar, como se tivesse desembrulhando um doce, e a cabeça foi aparecendo. Pelo amor de Deus, que pedaço lindo de pica! Grossa, cheia de veias, eu calculei uns 22 cm, mas o impressionante era a grossura. Pensei: isso não vai caber nem na minha boca. Fiquei segurando com as duas mãos por um tempo, olhando pra ela, tava em êxtase. O Ciro tem uma grande, mas não tinha nada a ver com esse pedaço de carne. Me aproximei do ouvido dele e falei: mas, pai, com isso você vai me partir ao meio. E ele me beijou com tudo, eu enfiei a língua até a garganta dele enquanto masturbava ele. Falei pra ele esperar um pouquinho, que ia ver o Ciro. Bom, o Ciro tava do jeito que a gente tinha deixado, nem tinha se mexido. Então eu tinha a noite livre, hummmmm.
Comecei passando a pontinha da língua por todo o comprimento da pica, e quando chegava na cabeça, fazia círculos. Nisso, já tive meu primeiro orgasmo, sem nem ter enfiado um pouquinho. Tentei colocar na boca, mas era muito grossa, então fiquei lambendo ela toda. Todita, pedi pra ele passar a língua na minha buceta, e ele topou na hora. Deixei ele deitado de barriga pra cima e sentei na cara dele sem colocar todo o peso do meu corpo, fiquei esfregando minha ppk na cara toda dele, tava nas nuvens de tesão. Aproveitei a posição — ele de barriga pra cima e eu sentada na cara dele olhando pra perna dele —, o que mais eu ia fazer? Um 69 foda, então mergulhei de novo pra lamber a porra do pauzão dele que já tava no talo, comprido, grosso e durinho. Num momento, sinto ele começar a se contorcer e ficar rígido. "Aaaah", pensei, "esse aqui vai gozar". Então tampei a cabeça da rola dele com a boca e esperei o jato quente que, sem mentir, encheu minha boca de leite. O bicho continuava gozando, parecia que não comia há tempos. Engoli toda a porra, fiquei batendo uma pra ele apertando forte pra cima pra tirar todo o caldo. Virei e falei: "Mmm, não aguentou, neném? Espero que tenha mais pra mim." "Siiim, quero meter, vai, vai agora", ele disse. "Bom, bom, bom", pensei, "esse aí é um bosta no sexo". Mas claro, no campo não tem muita escolha, a não ser alguma campeira ou a punheta. Então falei: "Beleza, mas vou montar em você, ok? Deixa eu enfiar devagar." (Não ia ficar de quatro pra ele meter, nem louca, já vi que com pouca experiência ele enfia tudo de uma vez e me manda pro hospital). Então chupei mais um pouco o pau dele. Voltei pro meu quarto pegar vaselina (a gente usa com o Ciro pra... hum, bom, é outra história que conto depois). Passei vaselina na rola toda e encaixei de leve na entrada da minha ppk, comecei a pressionar, deixando o peso do corpo cair naquele pauzão vermelho. Senti uma ardência e senti minha buceta se abrindo, e a cabeça passou com um "AAAH" de prazer. Comecei a meter e tirar de leve, vocês não imaginam a sensação de domar um pau desse tamanho, o prazer era sem fim. Com a quarta rola dentro de mim, cheguei mais perto dele. No ouvido e digo: te juro, papi, que até eu não comer toda essa cock daqui de dentro, você não sai, e meu sobe e desce ficava cada vez mais rápido e meus gemidos já estavam cada vez mais fortes, que já nem ligava se o Ciro acordasse ou nada, tava empalada com uns 22 ou 23 cm de cock, dos quais só tinha uns 13 ou 14 cm pra dentro, o problema não era o comprimento, era a grossura, sentia como se tivessem me partindo por dentro, mas eu tava gostando, e como. Senti outro orgasmo chegando, me joguei em cima dele e comi a boca dele, enquanto meu sobe e desce ficava cada vez mais fundo, até sentir ele gozar dentro de mim, de novo, aquele jato quente, mas dessa vez dentro de mim, aaahhhhhhh que prazer imenso aaaaaaaaaaa, de vez em quando ele dava uns empurrões pra cima de tesão, e metia de prepinho um pouco mais, sentia que já tava no fundo, mas eu também queria mais pra dentro, sim, papi, você gosta de como sua puta Flávia te come? siiiim, gosto muito, ele dizia, mmmmmm e falta muito mais, papi, espero que você me aguente, já gastou dois cartuchos, siiiim, Flávia, vou te foder até o sol nascer, mmmmmm e você vai aguentar? Aí eu saio de cima dele e começo a lamber ele de novo, era incrível como ele ainda tava durinho, durinho, ele pede pra eu deitar que ele queria montar em cima de mim, eu deitei, abri bem as pernas e recebi ele, colocando a mão no peito dele pra ele não empurrar muito, porque ele é muito animal, então vi aquela cock descomunal abrindo minha pussy de novo, pedi pra ele se controlar porque ele tava do mesmo tamanho ou maior, ele começou o mete e tira curto, eu regulava, aahhhh por favor, queria que ele metesse tudo de uma vez do tesão que eu tava, mas não, meus gemidos já ecoavam enquanto aquele animal arrebentava minha pussy. E ele soltava uns gemidos de selvagem que me deixavam a mil, minha buceta se desfazia entre gozo e orgasmos, e eu deixei ele ir mais fundo e aos poucos mais, abracei ele com minhas pernas e deixei entrar até onde desse, abracei ele com as pernas na cintura dele. cintura e meus braços no pescoço dele, eu apertava meu rosto contra o pescoço dele pra aguentar a ardência e o grito de dor e prazer, eu tava me rasgando mas eu queria assim, criei coragem e desafiei ele mais, falava: vai, promíscuo, me dá tudo, vai, viado, arrebenta toda a minha pussy, ou não consegue? vai mais rápido, vai, senão amanhã eu conto pro Ciro, vai, aaaaaahhhhhhhhh o filho da puta foi fundo, acho, porque senti até no estômago. Ele tava com os olhos arregalados, fora de si, eu via na cara dele como ele gozava ao me ver atravessada pelo pau dele, deve ser pro homem o maior prazer ver uma mulher gozando ao máximo com o pau dele, e mais ainda se vê que tá partindo ela ao meio, achei que não ia aguentar muito o ritmo desse animal porque já tava me comendo com 100% do pau enfiado em mim, mas eu, puta que sou, não ia aliviar nada, não ia deixar ninguém me fazer dizer CHEGA, não, não, não, ele ia ter que dizer chega. Depois de uns 10 minutos mais ou menos, ele começa a se curvar, se arqueava igual uma tábua e aaaahhhhhhh me enche de porra a buceta de novo, mmmmmmmm ao mesmo tempo eu tenho um orgasmo mmmmm aaaaahhhhhh papaiiiiiii assim, me dá mais assim, assimiiiiii, nem percebi que minha voz tava alta, eu tava perdida entre meu orgasmo e o dele, de olhos fechados e a língua dele nos meus peitos, fiquei largada do lado dele lambendo o pau dele, deixando ele limpinho. Ficamos assim um tempão sem falar. Como pensando os dois... o que a gente fez? Mas logo a ideia saiu da minha cabeça, porque eu tava muito puta naquela noite e não ligava pra nada. Depois de um tempo, vou me levantar e sinto aquele barulhinho de quando a gente levanta descalço e os ossos estalam (cri), algo assim? Fico dura escutando, cagada de medo, pensando que o Ciro ia passar no banheiro ou algo assim... e nada, não ouço mais nada. Bom, me levanto pronta pra tomar banho e quando passo pelo corredor dos quartos em direção ao banheiro, piso com o pé em algo viscoso no chão, me agacho. Passo o dedo e cheiro, mmmmm, conheço esse cheiro e toco com a pontinha da língua, era porra no chão e na parede tinha porra, e isso só podia significar uma coisa, CIRO. Olhei toda tremendo na cama onde o Ciro estava, e ele tava em outra posição, aaaaiii, mamãe, esse viu tudoooooooo, tá fingindo que tá dormindo, o que eu façoooo, pensava e pensava e não vinha nada na cabeça. Esse viu a foda toda, e deve ter ficado com o pau duro, porque bateu uma aqui na porta do quarto enquanto nos espiava. A única coisa que restava fazer era esperar até amanhã pra ver o que o Ciro ia fazer. Mas isso é outra história.
Espero que tenham gostado da minha história, que eu repeti de novo, já conto mais.
Tchauuu. 🤤 🤤 🤤 🤤 🤤 🤤
Vou contar minha primeira traição, foi há um tempo, uns meses atrás. Era verão, muito calor, e eu e o Ciro, meu marido, estávamos esperando a chegada de um primo distante dele, que vinha de Jujuy. Eles não se viam há 30 anos, só pelas redes sociais.
Em casa estava tudo uma loucura esperando o Nestor chegar com a mãe dele, que a gente via com mais frequência. Umas 15h30, um carro estaciona na rua e eu saio pra ver se eram eles e se tinham finalmente chegado.
Eu já conhecia a mãe, mas o Nestor nunca tinha visto. Um cara normal, altura média pra alta, cabelo loiro, olhos claros, bem apresentável e uma coisa que me chamou muito a atenção, que vou explicar depois.
Bom, nos abraçamos todo mundo, normal, entramos em casa e já começamos com o mate, apesar do calor. Ficamos quase duas horas conversando no quintal, a Elisa, o Nestor, meu marido e eu. Umas 18h, o Ciro e o Nestor saem pro supermercado, a Elisa me pede pra levar ela na casa da irmã, que não via há um tempão e queria ver. Levo ela, porque a irmã mora a seis quadras de casa.
Bom, pra resumir um pouco as apresentações, chegou a noite e com um bom churrasco e umas Quilmes, já mais à vontade, dona Elisa vai embora com a irmã, que tinha jantado com a gente, e ia dormir na casa dela por questão de espaço. O Nestor já tinha o lugar dele no quarto em frente ao meu, já que meu filho estava em Córdoba com a namorada. Umas 12 da noite, o Ciro já não aguentava mais de tanta cerveja que tinha tomado, e além disso tinha acordado às 5 da manhã sem tirar um cochilo, apagou de cansaço. Eu e o Nestor carregamos ele no colo até a cama e ele ficou largado de bruços, liguei o ar condicionado e ele não se mexeu mais. O que vou contar agora vai explodir a cabeça de vocês. Lembram que eu falei que algo no Néstor me chamou poderosissimamente a atenção? Acertaram. Assim que ele desceu do carro, meus olhos grudaram naquele baita volume que ele tinha. Tentei disfarçar um pouco, mas fiquei olhando de novo pra ver se a calça se ajeitava com o tecido, talvez fosse só a calça, mas não, continuava durinho. Me deu um calorão e minha barriga tremeu. Bom, isso foi à tarde.
Com o Ciro, sempre na cama quando a gente tá transando, a gente fantasia com outro homem. Ele começou com a ideia e eu gostei, mas nunca realizamos. O problema é que eu tava tão, mas tão excitada que não sabia como abordar a situação. O único pensamento fixo que eu tinha era: esse animal eu vou foder, sim ou sim.
Mas como fazer o Néstor saber da minha puta vontade com ele, já que ele é daqueles caipiras típicos do campo, sem maldade nenhuma? E se eu assustasse ele ou algo assim? Por não conhecê-lo, não sabia qual seria a reação dele.
Já era 1 da madrugada, todo mundo deitado. Eu virava e revirava na cama, sabendo que tinha um pauzão na outra peça. Levantei e passei pelo quarto do Néstor, abri um pouco a porta e vi ele. Então desliguei o ar condicionado pra ele acordar e fui pra cozinha, de tanguinha, sem sutiã e com uma camisa do meu marido. Esperei um tempo, rezando pra ele se levantar. Não passaram nem 10 minutos e ele apareceu na cozinha, claro, morrendo de calor e todo suado. Ele tava com uma bermuda daquelas de jogador, com velcro, e de novo aquele volume enorme que não deixava o velcro fechar até em cima. Ele me olhou de cima a baixo. Claro, eu tava só com a camisa e dava pra ver meus peitos, e a tanguinha aparecia. Eu, com um olhar de puta nos olhos, não perdi tempo. Falei: "Néstor, quer água gelada?" Ele: "É, não sei o que aconteceu que o ar parou." Aí na hora eu falo: "Bom, vai pra cama que já te levo." Ele me encarou por 3 segundos, balançou a cabeça e foi pro quarto. Naquele Nesse momento me deu um cagaço danado, mas eu tava era toda tesuda, tinha minha buceta no rubro e toda molhadinha, a barriga tremia junto com as pernas, mas já tava tudo pronto. Entrei no quarto decidida a tudo, entreguei o copo d'água e sentei na cama. Ele bebeu e ficou me olhando, a gente se encarou e, enquanto se olhava, comecei a deslizar minha mão trêmula. Com a pontinha dos dedos fui subindo pela perna dele até tocar o volume dele e deixei minha mão apoiada ali, pra ver qual seria a reação. Dava pra sentir o Nestor tremendo igual uma folha, e eu pensei: é agora.MIOComecei a acariciar com as duas mãos aquele volume que já tava me deixando louca, me aproximei do ouvido dele (imaginem eu toda perfumada, de tanguinha vermelha, com um corpo escultural, e falo no ouvido): juro por Deus, Nestor, vou te foder tanto que tua pica vai doer e minha buceta vai ficar toda arrebentada. Soltei um suspiro e ele, gaguejando, disse: v-v-você é l-l-linda. Percebi que esse cara tinha zero experiência com mulher, mas não importava, me dava mais tesão saber que ele era meio bobo.
Aquele garanhão tava ali largado na cama e eu não sabia por onde começar a devorar ele, tipo, queria fazer de tudo e não sabia o que primeiro. Então me aproximei de novo do ouvido dele e falei: quer que eu chupe sua pica com a boca? S-s-sim, t-tudo bem, ele respondeu. Dei uns beijinhos no pescoço dele e, por Deus, como aquele cara tremia. Percebi que isso deixava ele mais louco, porque a pica dele já tava prestes a explodir. Aí eu, do lado da cama, me preparei pra finalmente ver aquela pica que tava me deixando maluca. Comecei a tirar a rola dele devagar, como se tivesse desembrulhando um doce, e a cabeça foi aparecendo. Pelo amor de Deus, que pedaço lindo de pica! Grossa, cheia de veias, eu calculei uns 22 cm, mas o impressionante era a grossura. Pensei: isso não vai caber nem na minha boca. Fiquei segurando com as duas mãos por um tempo, olhando pra ela, tava em êxtase. O Ciro tem uma grande, mas não tinha nada a ver com esse pedaço de carne. Me aproximei do ouvido dele e falei: mas, pai, com isso você vai me partir ao meio. E ele me beijou com tudo, eu enfiei a língua até a garganta dele enquanto masturbava ele. Falei pra ele esperar um pouquinho, que ia ver o Ciro. Bom, o Ciro tava do jeito que a gente tinha deixado, nem tinha se mexido. Então eu tinha a noite livre, hummmmm.
Comecei passando a pontinha da língua por todo o comprimento da pica, e quando chegava na cabeça, fazia círculos. Nisso, já tive meu primeiro orgasmo, sem nem ter enfiado um pouquinho. Tentei colocar na boca, mas era muito grossa, então fiquei lambendo ela toda. Todita, pedi pra ele passar a língua na minha buceta, e ele topou na hora. Deixei ele deitado de barriga pra cima e sentei na cara dele sem colocar todo o peso do meu corpo, fiquei esfregando minha ppk na cara toda dele, tava nas nuvens de tesão. Aproveitei a posição — ele de barriga pra cima e eu sentada na cara dele olhando pra perna dele —, o que mais eu ia fazer? Um 69 foda, então mergulhei de novo pra lamber a porra do pauzão dele que já tava no talo, comprido, grosso e durinho. Num momento, sinto ele começar a se contorcer e ficar rígido. "Aaaah", pensei, "esse aqui vai gozar". Então tampei a cabeça da rola dele com a boca e esperei o jato quente que, sem mentir, encheu minha boca de leite. O bicho continuava gozando, parecia que não comia há tempos. Engoli toda a porra, fiquei batendo uma pra ele apertando forte pra cima pra tirar todo o caldo. Virei e falei: "Mmm, não aguentou, neném? Espero que tenha mais pra mim." "Siiim, quero meter, vai, vai agora", ele disse. "Bom, bom, bom", pensei, "esse aí é um bosta no sexo". Mas claro, no campo não tem muita escolha, a não ser alguma campeira ou a punheta. Então falei: "Beleza, mas vou montar em você, ok? Deixa eu enfiar devagar." (Não ia ficar de quatro pra ele meter, nem louca, já vi que com pouca experiência ele enfia tudo de uma vez e me manda pro hospital). Então chupei mais um pouco o pau dele. Voltei pro meu quarto pegar vaselina (a gente usa com o Ciro pra... hum, bom, é outra história que conto depois). Passei vaselina na rola toda e encaixei de leve na entrada da minha ppk, comecei a pressionar, deixando o peso do corpo cair naquele pauzão vermelho. Senti uma ardência e senti minha buceta se abrindo, e a cabeça passou com um "AAAH" de prazer. Comecei a meter e tirar de leve, vocês não imaginam a sensação de domar um pau desse tamanho, o prazer era sem fim. Com a quarta rola dentro de mim, cheguei mais perto dele. No ouvido e digo: te juro, papi, que até eu não comer toda essa cock daqui de dentro, você não sai, e meu sobe e desce ficava cada vez mais rápido e meus gemidos já estavam cada vez mais fortes, que já nem ligava se o Ciro acordasse ou nada, tava empalada com uns 22 ou 23 cm de cock, dos quais só tinha uns 13 ou 14 cm pra dentro, o problema não era o comprimento, era a grossura, sentia como se tivessem me partindo por dentro, mas eu tava gostando, e como. Senti outro orgasmo chegando, me joguei em cima dele e comi a boca dele, enquanto meu sobe e desce ficava cada vez mais fundo, até sentir ele gozar dentro de mim, de novo, aquele jato quente, mas dessa vez dentro de mim, aaahhhhhhh que prazer imenso aaaaaaaaaaa, de vez em quando ele dava uns empurrões pra cima de tesão, e metia de prepinho um pouco mais, sentia que já tava no fundo, mas eu também queria mais pra dentro, sim, papi, você gosta de como sua puta Flávia te come? siiiim, gosto muito, ele dizia, mmmmmm e falta muito mais, papi, espero que você me aguente, já gastou dois cartuchos, siiiim, Flávia, vou te foder até o sol nascer, mmmmmm e você vai aguentar? Aí eu saio de cima dele e começo a lamber ele de novo, era incrível como ele ainda tava durinho, durinho, ele pede pra eu deitar que ele queria montar em cima de mim, eu deitei, abri bem as pernas e recebi ele, colocando a mão no peito dele pra ele não empurrar muito, porque ele é muito animal, então vi aquela cock descomunal abrindo minha pussy de novo, pedi pra ele se controlar porque ele tava do mesmo tamanho ou maior, ele começou o mete e tira curto, eu regulava, aahhhh por favor, queria que ele metesse tudo de uma vez do tesão que eu tava, mas não, meus gemidos já ecoavam enquanto aquele animal arrebentava minha pussy. E ele soltava uns gemidos de selvagem que me deixavam a mil, minha buceta se desfazia entre gozo e orgasmos, e eu deixei ele ir mais fundo e aos poucos mais, abracei ele com minhas pernas e deixei entrar até onde desse, abracei ele com as pernas na cintura dele. cintura e meus braços no pescoço dele, eu apertava meu rosto contra o pescoço dele pra aguentar a ardência e o grito de dor e prazer, eu tava me rasgando mas eu queria assim, criei coragem e desafiei ele mais, falava: vai, promíscuo, me dá tudo, vai, viado, arrebenta toda a minha pussy, ou não consegue? vai mais rápido, vai, senão amanhã eu conto pro Ciro, vai, aaaaaahhhhhhhhh o filho da puta foi fundo, acho, porque senti até no estômago. Ele tava com os olhos arregalados, fora de si, eu via na cara dele como ele gozava ao me ver atravessada pelo pau dele, deve ser pro homem o maior prazer ver uma mulher gozando ao máximo com o pau dele, e mais ainda se vê que tá partindo ela ao meio, achei que não ia aguentar muito o ritmo desse animal porque já tava me comendo com 100% do pau enfiado em mim, mas eu, puta que sou, não ia aliviar nada, não ia deixar ninguém me fazer dizer CHEGA, não, não, não, ele ia ter que dizer chega. Depois de uns 10 minutos mais ou menos, ele começa a se curvar, se arqueava igual uma tábua e aaaahhhhhhh me enche de porra a buceta de novo, mmmmmmmm ao mesmo tempo eu tenho um orgasmo mmmmm aaaaahhhhhh papaiiiiiii assim, me dá mais assim, assimiiiiii, nem percebi que minha voz tava alta, eu tava perdida entre meu orgasmo e o dele, de olhos fechados e a língua dele nos meus peitos, fiquei largada do lado dele lambendo o pau dele, deixando ele limpinho. Ficamos assim um tempão sem falar. Como pensando os dois... o que a gente fez? Mas logo a ideia saiu da minha cabeça, porque eu tava muito puta naquela noite e não ligava pra nada. Depois de um tempo, vou me levantar e sinto aquele barulhinho de quando a gente levanta descalço e os ossos estalam (cri), algo assim? Fico dura escutando, cagada de medo, pensando que o Ciro ia passar no banheiro ou algo assim... e nada, não ouço mais nada. Bom, me levanto pronta pra tomar banho e quando passo pelo corredor dos quartos em direção ao banheiro, piso com o pé em algo viscoso no chão, me agacho. Passo o dedo e cheiro, mmmmm, conheço esse cheiro e toco com a pontinha da língua, era porra no chão e na parede tinha porra, e isso só podia significar uma coisa, CIRO. Olhei toda tremendo na cama onde o Ciro estava, e ele tava em outra posição, aaaaiii, mamãe, esse viu tudoooooooo, tá fingindo que tá dormindo, o que eu façoooo, pensava e pensava e não vinha nada na cabeça. Esse viu a foda toda, e deve ter ficado com o pau duro, porque bateu uma aqui na porta do quarto enquanto nos espiava. A única coisa que restava fazer era esperar até amanhã pra ver o que o Ciro ia fazer. Mas isso é outra história.
Espero que tenham gostado da minha história, que eu repeti de novo, já conto mais.
Tchauuu. 🤤 🤤 🤤 🤤 🤤 🤤
16 comentários - me lo coji cuando dormia mi marido
gracias papi 😉
contame q dijo ciro por mp me quede con la pica
fijate que dijo
http://www.poringa.net/posts/relatos/2215247/mi-marido-me-desafio-y-acepte_.html