Olá, meus queridos leitores. A verdade é que é a primeira vez que escrevo algo, então espero que perdoem minha redação ruim e minha ortografia falha. Realmente, não vou usar quase nenhum acento porque meu teclado não está funcionando bem – peço desculpas desde já.
Bem, vamos começar me apresentando. Meu nome é Alejandro e acho isso muito importante, já que é a ideia que vocês vão ter de mim ao ler estas linhas. Vocês vão tentar imaginar alguém (pelo menos, eu faço isso) e é justo que deem um nome a esse ser incorpóreo que transmite seus segredos, aventuras, desejos mais ocultos escondidos entre estas letras e os sussurra sensualmente através do computador, tentando acender um pouco da luxúria de vocês e esperando que seja do agrado de todos.
Para dar alguns detalhes a mais, para dar forma e fazer com que seja algo mais do que um ser antropomórfico, podem me imaginar como um jovem de pele branca, olhos penetrantes quase negros, cabelo longo até o pescoço que forma cachos peculiares, pouco comuns na maioria dos homens. Minha compleição é magra, embora não tão atlética quanto eu gostaria. Quanto ao resto, vocês vão descobrindo com os relatos…
Deixando as apresentações de lado, vamos começar com o interessante. Esta história aconteceu – não direi quando, mas já faz bastante tempo – em um auditório de uma escola de ensino médio. Naquele dia, como em muitos outros, eu não estava com vontade de entrar na minha primeira aula, então estava procurando alguém para matar aula comigo, já que ficar às 7 da manhã sozinho e com frio não era a coisa mais atraente naquele momento. Depois de procurar entre todos os meus colegas, encontrei a garota que também não queria entrar e tinha que fazer tarefa, então propus ir ao meu esconderijo predileto para passar as horas livres sem sermos incomodados.
Essa jovem se chamava Zaida e eu quase não a conhecia – talvez tivéssemos uma semana de convivência. Ela era uma jovem de 18 anos, de estatura baixa, e embora não fosse meu tipo, tinha um ar de inocência que me atraía. Por quê? É algo que até hoje não consigo… entender bem... sempre fui atraído por garotas inocentes e, ao contrário do que podem imaginar, não sou um Don Juan empedernido. Na verdade, não sei chegar em alguém. Normalmente, são elas que dão o primeiro passo para quebrar o gelo; do contrário, nunca aconteceria nada.
Zaida, como comecei a descrever, é uma garota de baixa estatura, 1,65 no máximo, pele morena, com seios pequenos, copa B, com auréolas bem mais escuras que sua pele, que ficam arrepiadas ao primeiro toque, embora sem mamilos grandes o suficiente para se destacarem. Não sei os outros homens, mas a parte mais erótica de uma mulher, do meu ponto de vista, é sua cintura e ventre. Gosto que tenham uma cintura de pilão, ventre liso e macio ao toque, te incentivando a ser beijado. Ela também tinha uma bunda bastante impressionante e apetitosa que, usando uma calça meio rasgada que levava na cintura, era impossível não notar como ela se mexia. Suas feições faciais não ajudavam muito, sendo objetivas para atrair caras, e muito menos sua forma barulhenta de ser. Menciono isso porque ela era bastante barulhenta em todos os aspectos e quase nos metemos em muitos problemas por causa disso. Como também comentei, sua personalidade aparentava ser a de uma menina boazinha de casa que não aprontava, mas puta surpresa que essa, como eu gostava de chamá-la, "freirinha", me daria.
Deixando claro que sou um ano mais novo que ela, mas aparentemente com muito mais experiência em quase todos os aspectos, tínhamos uma conversa bastante divertida. Os dois estávamos sentados no chão do auditório, ela tentando fazer sua tarefa, e eu comecei a contar sobre os eventos que aconteceram dias antes com uma ex.
A razão, como mencionei, ainda desconheço, mas naquele momento senti um desejo de beijá-la, mas não sabia como começar. Então, fingi ouvir algo e me levantei para ver se não era um professor ou um inspetor. Quando voltei, ela ainda estava lendo algo em seu caderno, mas me posicionei atrás dela para ver o que ela lia enquanto... eu respirava no pescoço dela e encostava meus lábios no seu pescoço. Ela apenas tirou os óculos e me olhou com certa estranheza, ao que eu respondi puxando-a pelo pescoço e plantando um beijo nela enquanto a abraçava e encostava suas costas no meu peito para ficarmos mais confortáveis. Foi um beijo molhado e intenso, nossas línguas se entrelaçavam numa batalha sem trégua onde não há vencedor. Minhas mãos aproveitaram sua surpresa para tirar os óculos da mão dela, para que não os quebrasse, e depois pousaram sobre seu ventre, começando a subir por dentro da blusa até chegar na borda do sutiã e, esgueirando-se por baixo dele, começaram a acariciar seus seios. Nesse momento, eu só sentia sua respiração começar a acelerar e sentia o calor crescente de suas costas no meu peito. Comecei a ouvir seus gemidos abafados pelos meus lábios, mas ainda assim bastante audíveis pelo prazer que minhas mãos proporcionavam em seus mamilos e seios pequenos, enquanto minha outra mão deslizava até a fronteira da calcinha e da calça, acariciando o botão para abri-lo.
O desconforto da posição nos levou a ela se virar e me beijar com mais intensidade, enquanto eu descia pelo seu pescoço, lambendo os lóbulos de suas orelhas e ouvindo a doce melodia de gemidos que ela soltava. Desabotoei seu sutiã e levantei sua blusa para lamber seus seios nus. Sentir sua pele quente foi esplêndido, e para ela foi ainda mais sentir minha língua circulando suas auréolas enquanto eu tentava abrir sua calça. Como já mencionei, ela era uma suposta "menina direita", então pensou que eu a possuiria ali mesmo e tentou me deter quando soltei o botão da calça. Eu, lendo sua mente, apenas sussurrei que não planejava transar com ela no auditório, que só queria dar-lhe prazer. Surpreendentemente, ela apenas deixou que eu continuasse. Então, vendo o caminho livre, me aproveitei e abaixei sua calça e calcinha até os tornozelos, encontrando-me com uma selva de pelos e um fluxo bem forte que inundou meus fossas nasais e todo o cubículo do auditório onde estávamos em poucos instantes.
Continuei lambendo sua barriga até o umbigo enquanto começava a massagear sua vagina apertada e suculenta, procurando seu clitóris. Nesse momento, tive que largar seus seios por um instante, já que seus gemidos eram mais do que audíveis por todo o auditório e alguém poderia vir ver o que estava acontecendo. Cobrindo sua boca com uma mão e dizendo para ela tentar não fazer tanto barulho, dei a primeira lambida em sua buceta, coletando muito de seus fluidos, que eram grossos e um pouco amargos, mas adorei o sabor. Continuei lambendo por todos os lados enquanto ela fazia enormes esforços para não me morder e começar a gritar como uma possessa, o que aumentou quando minha língua começou a percorrer seu clitóris e meus dedos se infiltraram em sua gruta quente, profanando sua ppk até então virgem. Ela continuou se contorcendo de prazer, e eu abandonei minhas tentativas de cobrir sua boca e comecei a massagear seus seios enquanto continuava lambendo e começava a morder suavemente seu clitóris.
Alguns nascem com o dom da criatividade, outros com o dom da fala, mas eu, na minha perspectiva, tive o melhor dom de todos: o de saber como proporcionar prazer. Então, rapidamente encontrei aquela zona rugosa na parte superior da vagina que todo homem deveria saber encontrar e comecei um vai e vem frenético com as pontas dos meus dedos, enquanto aumentava a velocidade das minhas lambidas entre todos aqueles pelos e fluidos, até que aconteceu o esperado: uma pequena explosão em seu ser, seguida de convulsões e gemidos. Meus dedos dentro dela sentiam suas paredes se contraindo, e minha língua tentava coletar todos seus sucos sem muito sucesso. Como mencionei, seus gemidos já eram bastante audíveis, e depois disso se transformaram em verdadeiros gritos de prazer por não menos de 2 minutos, após os quais subi lambendo seus seios e continuei beijando-a apaixonadamente até que ela se acalmou. Por sorte, ninguém passou por perto, já que... Não teríamos muitas explicações para o que estávamos fazendo num canto escuro do auditório, ela semi-nua e eu com o rosto encharcado de fluidos, bem óbvio de onde tinham saído.
Quando ela conseguiu se sentar e arrumar a roupa, o sinal do intervalo tocou e ela disse que tinha que ir pra aula, que já estava na hora. Eu respondi num tom brincalhão, enquanto me apoiava na porta de saída, que eu ia faltar pra aproveitar. Ela só sorriu e disse "depois". Ao que eu retruquei, abrindo meu zíper e tirando meu pau bem duro por tudo que aconteceu, mostrando pra ela. Ela só abriu a boca e, surpresa, falou: "É enorme..."
Obrigado pelo seu tempo, espero seus comentários pra melhorar na redação e desenvolvimento de cenas. Como falei, é minha primeira vez escrevendo, então espero que tenham gostado. E se quiserem saber o resto da história, em breve posto mais relatos. Um beijo onde mais gostarem.
Bem, vamos começar me apresentando. Meu nome é Alejandro e acho isso muito importante, já que é a ideia que vocês vão ter de mim ao ler estas linhas. Vocês vão tentar imaginar alguém (pelo menos, eu faço isso) e é justo que deem um nome a esse ser incorpóreo que transmite seus segredos, aventuras, desejos mais ocultos escondidos entre estas letras e os sussurra sensualmente através do computador, tentando acender um pouco da luxúria de vocês e esperando que seja do agrado de todos.
Para dar alguns detalhes a mais, para dar forma e fazer com que seja algo mais do que um ser antropomórfico, podem me imaginar como um jovem de pele branca, olhos penetrantes quase negros, cabelo longo até o pescoço que forma cachos peculiares, pouco comuns na maioria dos homens. Minha compleição é magra, embora não tão atlética quanto eu gostaria. Quanto ao resto, vocês vão descobrindo com os relatos…
Deixando as apresentações de lado, vamos começar com o interessante. Esta história aconteceu – não direi quando, mas já faz bastante tempo – em um auditório de uma escola de ensino médio. Naquele dia, como em muitos outros, eu não estava com vontade de entrar na minha primeira aula, então estava procurando alguém para matar aula comigo, já que ficar às 7 da manhã sozinho e com frio não era a coisa mais atraente naquele momento. Depois de procurar entre todos os meus colegas, encontrei a garota que também não queria entrar e tinha que fazer tarefa, então propus ir ao meu esconderijo predileto para passar as horas livres sem sermos incomodados.
Essa jovem se chamava Zaida e eu quase não a conhecia – talvez tivéssemos uma semana de convivência. Ela era uma jovem de 18 anos, de estatura baixa, e embora não fosse meu tipo, tinha um ar de inocência que me atraía. Por quê? É algo que até hoje não consigo… entender bem... sempre fui atraído por garotas inocentes e, ao contrário do que podem imaginar, não sou um Don Juan empedernido. Na verdade, não sei chegar em alguém. Normalmente, são elas que dão o primeiro passo para quebrar o gelo; do contrário, nunca aconteceria nada.
Zaida, como comecei a descrever, é uma garota de baixa estatura, 1,65 no máximo, pele morena, com seios pequenos, copa B, com auréolas bem mais escuras que sua pele, que ficam arrepiadas ao primeiro toque, embora sem mamilos grandes o suficiente para se destacarem. Não sei os outros homens, mas a parte mais erótica de uma mulher, do meu ponto de vista, é sua cintura e ventre. Gosto que tenham uma cintura de pilão, ventre liso e macio ao toque, te incentivando a ser beijado. Ela também tinha uma bunda bastante impressionante e apetitosa que, usando uma calça meio rasgada que levava na cintura, era impossível não notar como ela se mexia. Suas feições faciais não ajudavam muito, sendo objetivas para atrair caras, e muito menos sua forma barulhenta de ser. Menciono isso porque ela era bastante barulhenta em todos os aspectos e quase nos metemos em muitos problemas por causa disso. Como também comentei, sua personalidade aparentava ser a de uma menina boazinha de casa que não aprontava, mas puta surpresa que essa, como eu gostava de chamá-la, "freirinha", me daria.
Deixando claro que sou um ano mais novo que ela, mas aparentemente com muito mais experiência em quase todos os aspectos, tínhamos uma conversa bastante divertida. Os dois estávamos sentados no chão do auditório, ela tentando fazer sua tarefa, e eu comecei a contar sobre os eventos que aconteceram dias antes com uma ex.
A razão, como mencionei, ainda desconheço, mas naquele momento senti um desejo de beijá-la, mas não sabia como começar. Então, fingi ouvir algo e me levantei para ver se não era um professor ou um inspetor. Quando voltei, ela ainda estava lendo algo em seu caderno, mas me posicionei atrás dela para ver o que ela lia enquanto... eu respirava no pescoço dela e encostava meus lábios no seu pescoço. Ela apenas tirou os óculos e me olhou com certa estranheza, ao que eu respondi puxando-a pelo pescoço e plantando um beijo nela enquanto a abraçava e encostava suas costas no meu peito para ficarmos mais confortáveis. Foi um beijo molhado e intenso, nossas línguas se entrelaçavam numa batalha sem trégua onde não há vencedor. Minhas mãos aproveitaram sua surpresa para tirar os óculos da mão dela, para que não os quebrasse, e depois pousaram sobre seu ventre, começando a subir por dentro da blusa até chegar na borda do sutiã e, esgueirando-se por baixo dele, começaram a acariciar seus seios. Nesse momento, eu só sentia sua respiração começar a acelerar e sentia o calor crescente de suas costas no meu peito. Comecei a ouvir seus gemidos abafados pelos meus lábios, mas ainda assim bastante audíveis pelo prazer que minhas mãos proporcionavam em seus mamilos e seios pequenos, enquanto minha outra mão deslizava até a fronteira da calcinha e da calça, acariciando o botão para abri-lo.
O desconforto da posição nos levou a ela se virar e me beijar com mais intensidade, enquanto eu descia pelo seu pescoço, lambendo os lóbulos de suas orelhas e ouvindo a doce melodia de gemidos que ela soltava. Desabotoei seu sutiã e levantei sua blusa para lamber seus seios nus. Sentir sua pele quente foi esplêndido, e para ela foi ainda mais sentir minha língua circulando suas auréolas enquanto eu tentava abrir sua calça. Como já mencionei, ela era uma suposta "menina direita", então pensou que eu a possuiria ali mesmo e tentou me deter quando soltei o botão da calça. Eu, lendo sua mente, apenas sussurrei que não planejava transar com ela no auditório, que só queria dar-lhe prazer. Surpreendentemente, ela apenas deixou que eu continuasse. Então, vendo o caminho livre, me aproveitei e abaixei sua calça e calcinha até os tornozelos, encontrando-me com uma selva de pelos e um fluxo bem forte que inundou meus fossas nasais e todo o cubículo do auditório onde estávamos em poucos instantes.
Continuei lambendo sua barriga até o umbigo enquanto começava a massagear sua vagina apertada e suculenta, procurando seu clitóris. Nesse momento, tive que largar seus seios por um instante, já que seus gemidos eram mais do que audíveis por todo o auditório e alguém poderia vir ver o que estava acontecendo. Cobrindo sua boca com uma mão e dizendo para ela tentar não fazer tanto barulho, dei a primeira lambida em sua buceta, coletando muito de seus fluidos, que eram grossos e um pouco amargos, mas adorei o sabor. Continuei lambendo por todos os lados enquanto ela fazia enormes esforços para não me morder e começar a gritar como uma possessa, o que aumentou quando minha língua começou a percorrer seu clitóris e meus dedos se infiltraram em sua gruta quente, profanando sua ppk até então virgem. Ela continuou se contorcendo de prazer, e eu abandonei minhas tentativas de cobrir sua boca e comecei a massagear seus seios enquanto continuava lambendo e começava a morder suavemente seu clitóris.
Alguns nascem com o dom da criatividade, outros com o dom da fala, mas eu, na minha perspectiva, tive o melhor dom de todos: o de saber como proporcionar prazer. Então, rapidamente encontrei aquela zona rugosa na parte superior da vagina que todo homem deveria saber encontrar e comecei um vai e vem frenético com as pontas dos meus dedos, enquanto aumentava a velocidade das minhas lambidas entre todos aqueles pelos e fluidos, até que aconteceu o esperado: uma pequena explosão em seu ser, seguida de convulsões e gemidos. Meus dedos dentro dela sentiam suas paredes se contraindo, e minha língua tentava coletar todos seus sucos sem muito sucesso. Como mencionei, seus gemidos já eram bastante audíveis, e depois disso se transformaram em verdadeiros gritos de prazer por não menos de 2 minutos, após os quais subi lambendo seus seios e continuei beijando-a apaixonadamente até que ela se acalmou. Por sorte, ninguém passou por perto, já que... Não teríamos muitas explicações para o que estávamos fazendo num canto escuro do auditório, ela semi-nua e eu com o rosto encharcado de fluidos, bem óbvio de onde tinham saído.
Quando ela conseguiu se sentar e arrumar a roupa, o sinal do intervalo tocou e ela disse que tinha que ir pra aula, que já estava na hora. Eu respondi num tom brincalhão, enquanto me apoiava na porta de saída, que eu ia faltar pra aproveitar. Ela só sorriu e disse "depois". Ao que eu retruquei, abrindo meu zíper e tirando meu pau bem duro por tudo que aconteceu, mostrando pra ela. Ela só abriu a boca e, surpresa, falou: "É enorme..."
Obrigado pelo seu tempo, espero seus comentários pra melhorar na redação e desenvolvimento de cenas. Como falei, é minha primeira vez escrevendo, então espero que tenham gostado. E se quiserem saber o resto da história, em breve posto mais relatos. Um beijo onde mais gostarem.
Atenciosamente, Alejandro Incubus
1 comentários - Cronicas del Auditorio