a enfermeira e o zelador"
Patricia é uma argentina muito gostosa, ela tem 25 anos, pele branca, cabelo escuro e comprido, tem uns peitões grandes, uma bunda redonda e bem apetitosa e umas pernas torneadas, toda uma beleza feminina. O marido dela, Claudio, é o contrário, ele é baixinho, obeso, 43 anos, mas ama muito a Patricia, daria a vida por ela e é por isso que Patricia está do lado dele.
Tudo começa assim:
Patricia fica em casa o dia inteiro fazendo o serviço de casa, as compras, a comida, lavar a roupa, a louça e, para se entreter, vê as novelas que passam na TV, aquelas novelas cheias de emoção onde as mulheres são felizes fazendo amor com o parceiro. No caso dela, não. Ela suspira desejando ter um pouco mais de emoção na vida. Espera o marido chegar para servir a comida e conversar um pouco sobre o dia dele, depois continua vendo TV, vai pra cama, faz amor, a posição do papai e mamãe (como sempre) e acorda... tudo de novo igual.
Uma vez, Patricia diz ao marido enquanto estão deitados:
— Meu amor, preciso falar com você.
— O que foi, linda?
— Sinto que não sou feliz, me sinto presa dentro dessa casa.
— Presa? Como assim?
— Sim, sempre faço a mesma coisa: o serviço de casa, esperar por você, ver TV, ficar sozinha e entediada o dia inteiro, e já não gosto mais disso. Queria fazer algo diferente, algo fora da rotina. Sei lá, talvez gostasse de trabalhar.
— E o que você pensa em fazer? Por acaso eu sou o problema?
— Não, não, meu amor, como você acha? Eu te amo, você é tão bonzinho e atencioso comigo. É só que quero fazer algo a mais. Queria arrumar um emprego e não ficar mais só cuidando da casa como sempre.
— Pe... mas como você pensa em trabalhar? Do quê ou como?
— Estava pensando em ser enfermeira. Lembra que eu estudei pra isso antes de casarmos?
— Não, não sei, meu amor, você me pegou de surpresa. Isso é novo pra mim.
— Do que você tem medo, meu amor? Por que não quer que eu trabalhe? Olha pelo lado positivo: assim vamos ganhar mais dinheiro juntos, poderíamos procurar uma... Casa melhor, tipo a que a gente sonhava quando casou, lembra? E então, a gente podia pensar em ter nosso primeiro filho. Um bebezinho, eu e você, meu amor, seria lindo. Meu amor, tá bom, mas se você não gosta de trabalhar, você sai, combinado? Aiiiiiiiiiiii, obrigada, meu amor. Te amo. Amanhã mesmo vou procurar emprego, não vou te decepcionar, meu bem. Vou ser a melhor enfermeira ao lado do melhor homem. Te amo, meu amor. Boa noite. Boa noite, amor.
Cláudio pensa: Só espero que ela não encontre outro homem. Não quero mesmo perdê-la.
No dia seguinte, Patrícia tomou banho, se perfumou, se vestiu com um vestido vermelho que batia abaixo das coxas e umas sandálias de salto preto bem finas e uma bolsa preta combinando para se entrevistar no hospital mais próximo.
— Bom dia, senhorita.
— Bom dia.
— Você veio pegar o emprego, né?
— Isso mesmo. Queria ser enfermeira.
— Hum, olha, aqui infelizmente estamos lotados durante o dia, então só poderia trabalhar no turno da noite. Podem ser só alguns meses, dependendo de como você se sair.
— Hum, ok. Aceito.
— Ok, você pode começar hoje mesmo. Vá para a sala da frente e peça pra moça te entregar o uniforme.
— Ok, muito obrigada.
Patrícia, ao sair, pega o celular e liga pro marido.
— Meu amor, o que houve? Como foi na entrevista?
— Muito bem, querido. Consegui o emprego, mas peguei o turno da noite.
— Noturno, você disse?
— Isso, amor.
— Aii, não. Não devia ter deixado você fazer isso. Quando é que a gente vai se ver?
— Meu amor, calma. Tenho folga nos fins de semana, igual você. A gente pode se ver o dia todo sábado e domingo.
— Ai, meu amor, você fala como se fosse fácil. Por favor, se cuida. Me liga toda noite, por favor. Eu vou fazer o mesmo.
— Meu amor, não se preocupa. Você fala como se não fosse me ver por um ano.
— Tá bom, é que a gente não vai mais dormir junto todo dia, e isso me deixa um pouco triste.
— Aii, meu amor, te amo. Te prometo que os fins de semana vão ser mais animados. Beijos, tchau.
O marido dela. Claudio, ao saber da notícia, ficou chocado, caiu como um balde de água fria. O medo interno dele é que outro homem roube sua esposa voluptuosa, aproveitando a ausência do marido durante 5 dias por semana. Ele não menciona isso para Patricia com medo de ofendê-la.
Naquela noite, Patricia entrou no banho. Ao sair, vestiu o uniforme: uma blusa de botões bem justa, que destacava seus seios proeminentes, uma saia que, com a bunda enorme de Patricia, só cobria o suficiente, mas que ao se abaixar um pouco subia, deixando ver aquelas calcinhas brancas combinando com o uniforme, meias-calças brancas e sandálias brancas de bico fino e salto bem alto, bem pontudas, levantando ainda mais a bunda dela. Patricia, ao se olhar no espelho, percebeu que estava parecendo bem puta, e mesmo assim gostou do que viu, se sentiu muito gostosa. Vestiu um casaco longo e saiu para o trabalho. Ao chegar, seus colegas a olhavam de cima a baixo, algo que encheu Patricia de orgulho, e por parte das colegas, a olhavam com inveja, também dando orgulho a Patricia. Um médico se aproximou e deu a primeira tarefa: dar o comprimido para Fulgencio no quarto 4. Patricia abriu o quarto, lá dentro havia dois idosos dormindo e um senhor não tão idoso, moreno, com uns 43 anos, cara de vagabundo. Patricia o acordou com um leve toque no ombro.
— Senhor, tenho que lhe dar seu comprimido.
— Abra bem a boca, isso mesmo, agora tome um pouco de água e engula.
— Hummm, nossa, você é nova, né?
— Sim, hoje é meu primeiro dia, e estou muito feliz, verdade.
— Hummm, adoro sua atitude, a maioria das enfermeiras são umas amargadas e, bom, não são tão gostosas quanto você, princesa.
— Haha, ayy, obrigada, senhor, pelo elogio, eu já queria trabalhar, estava entediada em casa o dia todo.
— Por quê? Seu marido te entedia, te deixa sozinha, ou você não é casada?
— Hummm, bom, eu ficava sozinha até as 6 da tarde, quando meu marido chegava.
— Então você não ficava tão sozinha, será que seu casamento também te entedia?
— Hummm, desculpe, tenho que ir.
— Tudo bem. Senhorita...
Ehh, Patrícia, interrompeu Patrícia, dizendo o nome dela
Patrícia sim, foi um prazer conhecê-la
Igualmente
Patrícia caminhou até a porta quando Fulgencio não conseguiu evitar gritar
Que gostosa você é, que rabão você tem, Patrícia, não tá com fome?
Patrícia saiu e ficou corada, ficou pensando no que Fulgencio disse sobre o marido dela, em parte ele tinha razão, ela amava tanto o marido, mas era óbvio que o casamento era entediante, também pensava naquele velho, o último comentário dele causou certa excitação nela, passaram 2 dias e Patrícia não viu Fulgencio de novo, até que
Patrícia, você podia trocar o curativo do Fulgencio
Claro
Patrícia foi até o quarto onde Fulgencio estava, dessa vez qual foi a surpresa dela ao ver Fulgencio se masturbando com uma revista pornográfica no auge do orgasmo de olhos fechados dizendo ohhh Patrícia que delícia você está, pega no meu pau que palpita de desejo por você, ohh queria te bombear encher cada espaço de porra, Patrícia fica muda ouvindo aquilo até que cria coragem, bate na porta e diz
Ohh Fulgencio me desculpe, volto em 10 minutos
Não não não Patrícia, me perdoa, é que quando um homem é safado, é safado
Sim, sem problema, só tinha que trocar seu curativo
Ahh sim
Fulgencio puxa o lençol de lado e mostra a perna com o curativo velho
Aqui, linda
Fulgencio, se não for muito incômodo, o que aconteceu com o senhor?
É de uma briga na rua, a gente ia brigar mas não contava que a outra pessoa tinha uma pistola
Ohh meu Deus, e por que ia brigar?
Peguei a mulher dele, dei pra aquela mulher o que o marido dela não podia dar, eu comia ela enquanto o marido ia trabalhar e um dia ele nos pegou no meio do sexo
Ohh meu Deus, o senhor é um safado, e o senhor trabalha com o quê, dom Fulgencio?
Eu hahaha trabalho aqui mesmo, sou o zelador, o zelador que serve à noite, é por isso que conheço todo mundo que trabalha aqui
Ahh hehe isso eu não sabia, dom Fulgencio, bom, vou indo, boa noite
Boa noite Boa noite, senhorita Patrícia.
Patrícia saiu. De manhã, quando voltou pra casa, não aguentou mais. Deitou-se pra se masturbar, pensando no que viveu, no que viu: aquela pica enorme balançando pra cima e pra baixo, aquele macho que rouba as mulheres dos outros, aquele macho que quer comer a Patrícia. Depois de um bom descanso, Patrícia toma banho, se perfuma, veste calcinha e sutiã vermelhos pra aparecer por baixo do uniforme sexy de enfermeira que tá usando, e vai pro trabalho. Ao chegar, passam 30 minutos sem nenhuma tarefa, até que:
— Patrícia, o comprimido do seu Fulgencio, por favor.
Patrícia, como um raio, vai pro quarto do seu macho.
Fulgencio dorme como um anjinho, e Patrícia acorda ele. Antes, desabotoa alguns botões pra ficar mais gostosa e ousada.
— Seu Fulgencio, hora do seu remédio.
— Ah, sim, claro, princesa.
— Abre. Muito bem, bebe um pouquinho d'água. Muito bem.
— Ficaram muito bons esses saltos que você tá usando.
— Muito obrigada, mas meus pés cansam muito.
— Quer uma massagem, lindeza?
Patrícia, claro que quer, e diz:
— Obrigada, acho que preciso de uma.
Patrícia tira os saltos e a meia-calça, deixando livres seus lindos pés bem cuidados, com as unhas pintadas de amarelo e a pele tão macia.
Fulgencio acaricia eles enquanto uma ereção se forma debaixo do cobertor.
— Que pés lindos você tem, Patrícia.
— Obrigada, cuido muito deles.
— Preciso te dizer que eu fico muito excitado vendo pés bonitos de mulher, e quando tão de salto, ficam mais gostosos ainda.
— Ayy, sério? Você gosta dos meus?
— Amo, são os mais lindos que já vi.
— O senhor é casado?
— Não, nunca. Eu adoro mulheres casadas, é outro fetiche que tenho.
— Kkkk, o senhor é muito fetichista.
— E você muito ousada. Quero te propor uma coisa, mas antes preciso saber a verdade.
— Como é a sexualidade no seu casamento?
— Mmm, que pergunta. Bom, não é muito boa, digamos. É comum e sem graça.
— Só fazem papai-e-mamãe?
— Isso mesmo, mas eu amo muito meu marido, não quero que ele sofra comigo botando chifre nele.
— Mas também não é justo você não ser feliz. Você ama ele, mas pode saciar sua fome de outro jeito. O que quero te propor é que quero ser seu macho. Em casa, você pode ser da sua esposa, mas aqui quero que você seja só minha. Sei que deseja isso, por isso aceitou que eu massageasse seus pés. Sabe que me deseja, deseja sentir meu corpo pertinho do seu. Precisa se aliviar, se sentir mulher.
— Dom Fulgencio, acho que o senhor está interpretando errado. Sabe, é melhor eu ir, não estou me sentindo bem.
— Pense bem, nena. Eu sei que você vai fazer o melhor.
Patricia sai alterada com a proposta do senhor Fulgencio. É verdade que ela o deseja, mas não quer machucar o marido.
Chega o fim de semana. Patricia relaxa em casa com o marido. Os dois estão juntos e ele diz:
— Meu amor, podia me mostrar como fica seu uniforme novo?
— Claro, meu bem.
Patricia se veste e o marido fica de boca aberta olhando.
— Ah, meu Deus, Patricia, você está maravilhosa.
Uma pontada no estômago Claudio sente ao saber que, com certeza, todos a observam desse jeito no trabalho, e tem mais medo ainda de perder a mulher. O que ele não sabe é que já estão tentando ela desde o primeiro dia, que outro homem já massageou os pés dela como se fosse o marido, e que ela conta mais coisas íntimas para Fulgencio do que para Claudio.
Patricia acorda Claudio do seu pesadelo quando diz:
— Meu amor, para de bobagem.
— Desculpa, é que você é linda demais.
— Obrigada.
— Patricia, esse fim de semana quero passar com você. Te amo, quero ficar com você o máximo de tempo possível.
Naquele fim de semana, Patricia e o marido ficaram juntos como nunca. Foram ao cinema, a um restaurante, à feira, aonde fosse. Em casa, se falavam bonito, faziam amor. No entanto, Patricia não conseguia evitar pensar em Fulgencio toda vez que faziam amor. Isso a preocupava. O marido se esforçava tanto, mas ela só queria Fulgencio entre as pernas. Ela amava o marido, ele era seu amor, mas Fulgencio era dono da excitação dela. Aquele fim de semana fez Patricia saber a verdade dos seus sentimentos. Sentimentos e tomo uma decisão. Na segunda-feira à noite, a Patricia tomou banho, se perfumou, vestiu a melhor calcinha branca, colocou o uniforme sexy, enfiou uns preservativos na bolsa e foi trabalhar. Quando chegou, foi até o quarto do Fulgencio. Ele tava dormindo. Patricia pegou uma cadeira, colocou perto da cama e sentou. Tirou a sandália de salto direita e enfiou o pé por baixo do lençol. Procurou a parte do pinto do Fulgencio e deu de cara com uma ereção monstra. Acariciou o pau dele com o pé, bem de leve. Fulgencio acordou e Patricia tava olhando pra ele, sorrindo. Ela tirou as duas meias-calças e começou a masturbar ele com os pés, enquanto falava:
— Como tá meu príncipe adormecido?
— Hahaha, bem excitado, gata. Já sabia que você ia tomar a melhor decisão.
— Isso mesmo, papai. Não posso mais me enganar. Preciso de um macho. Preciso de você. Meu marido não pode saber, lembra? Você é só sexo pra mim.
— Fica tranquila, gata. Ele não precisa saber. Só aprende a aproveitar.
Seu Fulgencio tava quase gozando e pediu pra ela parar. Patricia foi até ele, puxou o lençol e começou a chupar. Ela tava de pé, curvada, chupando o pau do zelador, deixando aquele rabão enorme bem à mostra. Chupava com muita vontade, a cabeça subindo e descendo rapidinho, curtindo o gosto de pinto. Dava beijinhos na cabecinha, deixando marca de batom, lambia, passava a língua nos pelos pubianos, nas manchinhas brancas que tinham ali, acariciava as bolas, lambia elas, até a parte debaixo das bolas onde tinha resto de porra velha de dias. Patricia tava dando a melhor limpeza de sabre naquele macho. Ele, por sua vez, acariciava a bunda dela, curtindo ter a mulher mais gostosa da vida dele, e mais ainda por ela ser casada. Pra ele, era como estar no céu. Tanto prazer fez seu Fulgencio gozar na boca da Patricia, que engoliu tudo com muito gosto. Ela adorava aquele elixir. cheiro branco que o pênis de Dom Fulgencio soltava.
Ohh, você é toda uma expert
Tem a maior rola que já toquei
É isso mesmo, gata, se acostuma a me dar prazer porque agora você é oficialmente minha mulher particular
Claro, papai
Agora empina bem porque quero encher teu útero de porra
Não, papai, é arriscado, não quero engravidar
Eu não quero usar camisinha, que nada, gata, esse jogo é assim
Dom Fulgencio, com toda confiança, se levantou, pegou Patricia pelos ombros, fez ela se empinar, abriu com as pernas dele as pernas de Patricia, e meteu. O corpo moreno dele e o corpo branco de Patricia. Patricia não fez nada a respeito, ela queria sentir ele com ou sem camisinha, não tinha volta. O prazer era imenso. Patricia, em vez de se preocupar, se deixou levar pelo prazer. Fulgencio desabotoou alguns botões e deixou os peitos dela à mostra pra chupar. O contato do pênis de Dom Fulgencio com a buceta de Patricia dava uma sensação molhada e quente que deixava o pré-orgasmo mais intenso. Era uma sensação muito gostosa. Eles acariciavam os sexos um do outro, pênis e buceta, buceta e pênis, entrava e saía, saía e entrava. Enquanto isso, na casa de Patricia, Cláudio estava com uma pontada no coração, como se tivesse o pressentimento de que Patricia estava sendo penetrada por um homem novo. O coração de Cláudio batia rápido, no ritmo das metidas que Fulgencio dava na mulher dele. Cláudio só se perguntava: "Patricia, o que você estará fazendo agora?" E enquanto isso...
Ahhh, gostosa, que apertada tá sua buceta
Ahhhh, ahh, siiiiiiiiiiiim, que delíciaaaaaaaaaaaa
Você adora ser minha putinha?
Siiiiiiiiiiiiim, papaiiiiiiiiiii, eu sou sua, ayyy, te amoooo
Os gritos de Patricia acordaram um dos 2 velhos do lado, que ao ver a cena sexual se masturbou debaixo do lençol. Patricia olhou pra ele e só sorriu. Ela adorava ser a estrela pornô, se sentia muito puta e feliz. Começou a gritar mais:
Ahhhhhhhhhhhh, siiiiiiiiiiiiii, ayyyy, papai, meu marido não é como você Seguuuuuu, seguuuuuu, ahhhhhhhhh
Ahhh, mamãe, você me encanta, é tão puta, que apertadinha você é
Nessa hora, o celular da Patrícia tocou
Não vai atender, gatinha?
Ahhh não, é meu marido, não tenho tempo, seguuuuuuuuuu
Hahaha puta, se não atender vai ter problema e você sabe
O telefone parou de tocar, um minuto depois tocou de novo, dessa vez Patrícia atendeu
Alôôô?
Patrícia, meu amor, por que não tava atendendo?
Aiiii é que eu tava atendendo um paciente, aiiii sim, isso
Patrícia, meu amor, o que tá rolando? Tá com a voz estranha? Quem tá aí com você?
Patrícia olhava ao redor, ela tava sendo fodida pelo Fulgencio, um velho se masturbava vendo a cena, ela falando no telefone com o marido, tudo era um filme pornô virando realidade, era tanto tesão junto
Patrícia?
Aiiii meu amor, tenho que ir, um paciente tá se desangrando
Tchau, te amo
Patrícia desligou
Ahhhhhhhhhhh
Muito bem, puta, devia ter dito que um paciente tava te comendo e que você tava adorando
Pensei em fazer, mas lembra que eu amo ele ahhhhhhhhhhhh mais, maaaaaais, maaaaaaaais
Ahhhhhhhhhhhh tô gozandooooooooooooooo ohhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhh
Ahhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhh
O prazer dos dois ficava cada vez mais forte, a umidade e o atrito aumentavam, deixando as estocadas mais rápidas e fazendo aquele barulhão de tapa tapa no quarto inteiro, Fulgencio enfiou o pau inteiro até bater nos ovos e deixou lá por uns segundos até gozar dentro do útero da Patrícia, Patrícia e Fulgencio gozaram juntos, deitaram uns minutos, trocavam beijos carinhosos, carícias mútuas, se tratavam como se fossem marido e mulher
Ahhh, você é uma deusa
E você é um expert, meu rei, o melhor sexo da minha vida, quero ser sua mulher noturna ouuu, papai, te quero
Mamãe, hoje você se decidiu a se sentir uma verdadeira mulher
Sim, papai, sua mulher
Patrícia se vestiu e saiu pra continuar trabalhando, isso é o começo de uma relação intensa.
Patricia é uma argentina muito gostosa, ela tem 25 anos, pele branca, cabelo escuro e comprido, tem uns peitões grandes, uma bunda redonda e bem apetitosa e umas pernas torneadas, toda uma beleza feminina. O marido dela, Claudio, é o contrário, ele é baixinho, obeso, 43 anos, mas ama muito a Patricia, daria a vida por ela e é por isso que Patricia está do lado dele.
Tudo começa assim:
Patricia fica em casa o dia inteiro fazendo o serviço de casa, as compras, a comida, lavar a roupa, a louça e, para se entreter, vê as novelas que passam na TV, aquelas novelas cheias de emoção onde as mulheres são felizes fazendo amor com o parceiro. No caso dela, não. Ela suspira desejando ter um pouco mais de emoção na vida. Espera o marido chegar para servir a comida e conversar um pouco sobre o dia dele, depois continua vendo TV, vai pra cama, faz amor, a posição do papai e mamãe (como sempre) e acorda... tudo de novo igual.
Uma vez, Patricia diz ao marido enquanto estão deitados:
— Meu amor, preciso falar com você.
— O que foi, linda?
— Sinto que não sou feliz, me sinto presa dentro dessa casa.
— Presa? Como assim?
— Sim, sempre faço a mesma coisa: o serviço de casa, esperar por você, ver TV, ficar sozinha e entediada o dia inteiro, e já não gosto mais disso. Queria fazer algo diferente, algo fora da rotina. Sei lá, talvez gostasse de trabalhar.
— E o que você pensa em fazer? Por acaso eu sou o problema?
— Não, não, meu amor, como você acha? Eu te amo, você é tão bonzinho e atencioso comigo. É só que quero fazer algo a mais. Queria arrumar um emprego e não ficar mais só cuidando da casa como sempre.
— Pe... mas como você pensa em trabalhar? Do quê ou como?
— Estava pensando em ser enfermeira. Lembra que eu estudei pra isso antes de casarmos?
— Não, não sei, meu amor, você me pegou de surpresa. Isso é novo pra mim.
— Do que você tem medo, meu amor? Por que não quer que eu trabalhe? Olha pelo lado positivo: assim vamos ganhar mais dinheiro juntos, poderíamos procurar uma... Casa melhor, tipo a que a gente sonhava quando casou, lembra? E então, a gente podia pensar em ter nosso primeiro filho. Um bebezinho, eu e você, meu amor, seria lindo. Meu amor, tá bom, mas se você não gosta de trabalhar, você sai, combinado? Aiiiiiiiiiiii, obrigada, meu amor. Te amo. Amanhã mesmo vou procurar emprego, não vou te decepcionar, meu bem. Vou ser a melhor enfermeira ao lado do melhor homem. Te amo, meu amor. Boa noite. Boa noite, amor.
Cláudio pensa: Só espero que ela não encontre outro homem. Não quero mesmo perdê-la.
No dia seguinte, Patrícia tomou banho, se perfumou, se vestiu com um vestido vermelho que batia abaixo das coxas e umas sandálias de salto preto bem finas e uma bolsa preta combinando para se entrevistar no hospital mais próximo.
— Bom dia, senhorita.
— Bom dia.
— Você veio pegar o emprego, né?
— Isso mesmo. Queria ser enfermeira.
— Hum, olha, aqui infelizmente estamos lotados durante o dia, então só poderia trabalhar no turno da noite. Podem ser só alguns meses, dependendo de como você se sair.
— Hum, ok. Aceito.
— Ok, você pode começar hoje mesmo. Vá para a sala da frente e peça pra moça te entregar o uniforme.
— Ok, muito obrigada.
Patrícia, ao sair, pega o celular e liga pro marido.
— Meu amor, o que houve? Como foi na entrevista?
— Muito bem, querido. Consegui o emprego, mas peguei o turno da noite.
— Noturno, você disse?
— Isso, amor.
— Aii, não. Não devia ter deixado você fazer isso. Quando é que a gente vai se ver?
— Meu amor, calma. Tenho folga nos fins de semana, igual você. A gente pode se ver o dia todo sábado e domingo.
— Ai, meu amor, você fala como se fosse fácil. Por favor, se cuida. Me liga toda noite, por favor. Eu vou fazer o mesmo.
— Meu amor, não se preocupa. Você fala como se não fosse me ver por um ano.
— Tá bom, é que a gente não vai mais dormir junto todo dia, e isso me deixa um pouco triste.
— Aii, meu amor, te amo. Te prometo que os fins de semana vão ser mais animados. Beijos, tchau.
O marido dela. Claudio, ao saber da notícia, ficou chocado, caiu como um balde de água fria. O medo interno dele é que outro homem roube sua esposa voluptuosa, aproveitando a ausência do marido durante 5 dias por semana. Ele não menciona isso para Patricia com medo de ofendê-la.
Naquela noite, Patricia entrou no banho. Ao sair, vestiu o uniforme: uma blusa de botões bem justa, que destacava seus seios proeminentes, uma saia que, com a bunda enorme de Patricia, só cobria o suficiente, mas que ao se abaixar um pouco subia, deixando ver aquelas calcinhas brancas combinando com o uniforme, meias-calças brancas e sandálias brancas de bico fino e salto bem alto, bem pontudas, levantando ainda mais a bunda dela. Patricia, ao se olhar no espelho, percebeu que estava parecendo bem puta, e mesmo assim gostou do que viu, se sentiu muito gostosa. Vestiu um casaco longo e saiu para o trabalho. Ao chegar, seus colegas a olhavam de cima a baixo, algo que encheu Patricia de orgulho, e por parte das colegas, a olhavam com inveja, também dando orgulho a Patricia. Um médico se aproximou e deu a primeira tarefa: dar o comprimido para Fulgencio no quarto 4. Patricia abriu o quarto, lá dentro havia dois idosos dormindo e um senhor não tão idoso, moreno, com uns 43 anos, cara de vagabundo. Patricia o acordou com um leve toque no ombro.
— Senhor, tenho que lhe dar seu comprimido.
— Abra bem a boca, isso mesmo, agora tome um pouco de água e engula.
— Hummm, nossa, você é nova, né?
— Sim, hoje é meu primeiro dia, e estou muito feliz, verdade.
— Hummm, adoro sua atitude, a maioria das enfermeiras são umas amargadas e, bom, não são tão gostosas quanto você, princesa.
— Haha, ayy, obrigada, senhor, pelo elogio, eu já queria trabalhar, estava entediada em casa o dia todo.
— Por quê? Seu marido te entedia, te deixa sozinha, ou você não é casada?
— Hummm, bom, eu ficava sozinha até as 6 da tarde, quando meu marido chegava.
— Então você não ficava tão sozinha, será que seu casamento também te entedia?
— Hummm, desculpe, tenho que ir.
— Tudo bem. Senhorita...
Ehh, Patrícia, interrompeu Patrícia, dizendo o nome dela
Patrícia sim, foi um prazer conhecê-la
Igualmente
Patrícia caminhou até a porta quando Fulgencio não conseguiu evitar gritar
Que gostosa você é, que rabão você tem, Patrícia, não tá com fome?
Patrícia saiu e ficou corada, ficou pensando no que Fulgencio disse sobre o marido dela, em parte ele tinha razão, ela amava tanto o marido, mas era óbvio que o casamento era entediante, também pensava naquele velho, o último comentário dele causou certa excitação nela, passaram 2 dias e Patrícia não viu Fulgencio de novo, até que
Patrícia, você podia trocar o curativo do Fulgencio
Claro
Patrícia foi até o quarto onde Fulgencio estava, dessa vez qual foi a surpresa dela ao ver Fulgencio se masturbando com uma revista pornográfica no auge do orgasmo de olhos fechados dizendo ohhh Patrícia que delícia você está, pega no meu pau que palpita de desejo por você, ohh queria te bombear encher cada espaço de porra, Patrícia fica muda ouvindo aquilo até que cria coragem, bate na porta e diz
Ohh Fulgencio me desculpe, volto em 10 minutos
Não não não Patrícia, me perdoa, é que quando um homem é safado, é safado
Sim, sem problema, só tinha que trocar seu curativo
Ahh sim
Fulgencio puxa o lençol de lado e mostra a perna com o curativo velho
Aqui, linda
Fulgencio, se não for muito incômodo, o que aconteceu com o senhor?
É de uma briga na rua, a gente ia brigar mas não contava que a outra pessoa tinha uma pistola
Ohh meu Deus, e por que ia brigar?
Peguei a mulher dele, dei pra aquela mulher o que o marido dela não podia dar, eu comia ela enquanto o marido ia trabalhar e um dia ele nos pegou no meio do sexo
Ohh meu Deus, o senhor é um safado, e o senhor trabalha com o quê, dom Fulgencio?
Eu hahaha trabalho aqui mesmo, sou o zelador, o zelador que serve à noite, é por isso que conheço todo mundo que trabalha aqui
Ahh hehe isso eu não sabia, dom Fulgencio, bom, vou indo, boa noite
Boa noite Boa noite, senhorita Patrícia.
Patrícia saiu. De manhã, quando voltou pra casa, não aguentou mais. Deitou-se pra se masturbar, pensando no que viveu, no que viu: aquela pica enorme balançando pra cima e pra baixo, aquele macho que rouba as mulheres dos outros, aquele macho que quer comer a Patrícia. Depois de um bom descanso, Patrícia toma banho, se perfuma, veste calcinha e sutiã vermelhos pra aparecer por baixo do uniforme sexy de enfermeira que tá usando, e vai pro trabalho. Ao chegar, passam 30 minutos sem nenhuma tarefa, até que:
— Patrícia, o comprimido do seu Fulgencio, por favor.
Patrícia, como um raio, vai pro quarto do seu macho.
Fulgencio dorme como um anjinho, e Patrícia acorda ele. Antes, desabotoa alguns botões pra ficar mais gostosa e ousada.
— Seu Fulgencio, hora do seu remédio.
— Ah, sim, claro, princesa.
— Abre. Muito bem, bebe um pouquinho d'água. Muito bem.
— Ficaram muito bons esses saltos que você tá usando.
— Muito obrigada, mas meus pés cansam muito.
— Quer uma massagem, lindeza?
Patrícia, claro que quer, e diz:
— Obrigada, acho que preciso de uma.
Patrícia tira os saltos e a meia-calça, deixando livres seus lindos pés bem cuidados, com as unhas pintadas de amarelo e a pele tão macia.
Fulgencio acaricia eles enquanto uma ereção se forma debaixo do cobertor.
— Que pés lindos você tem, Patrícia.
— Obrigada, cuido muito deles.
— Preciso te dizer que eu fico muito excitado vendo pés bonitos de mulher, e quando tão de salto, ficam mais gostosos ainda.
— Ayy, sério? Você gosta dos meus?
— Amo, são os mais lindos que já vi.
— O senhor é casado?
— Não, nunca. Eu adoro mulheres casadas, é outro fetiche que tenho.
— Kkkk, o senhor é muito fetichista.
— E você muito ousada. Quero te propor uma coisa, mas antes preciso saber a verdade.
— Como é a sexualidade no seu casamento?
— Mmm, que pergunta. Bom, não é muito boa, digamos. É comum e sem graça.
— Só fazem papai-e-mamãe?
— Isso mesmo, mas eu amo muito meu marido, não quero que ele sofra comigo botando chifre nele.
— Mas também não é justo você não ser feliz. Você ama ele, mas pode saciar sua fome de outro jeito. O que quero te propor é que quero ser seu macho. Em casa, você pode ser da sua esposa, mas aqui quero que você seja só minha. Sei que deseja isso, por isso aceitou que eu massageasse seus pés. Sabe que me deseja, deseja sentir meu corpo pertinho do seu. Precisa se aliviar, se sentir mulher.
— Dom Fulgencio, acho que o senhor está interpretando errado. Sabe, é melhor eu ir, não estou me sentindo bem.
— Pense bem, nena. Eu sei que você vai fazer o melhor.
Patricia sai alterada com a proposta do senhor Fulgencio. É verdade que ela o deseja, mas não quer machucar o marido.
Chega o fim de semana. Patricia relaxa em casa com o marido. Os dois estão juntos e ele diz:
— Meu amor, podia me mostrar como fica seu uniforme novo?
— Claro, meu bem.
Patricia se veste e o marido fica de boca aberta olhando.
— Ah, meu Deus, Patricia, você está maravilhosa.
Uma pontada no estômago Claudio sente ao saber que, com certeza, todos a observam desse jeito no trabalho, e tem mais medo ainda de perder a mulher. O que ele não sabe é que já estão tentando ela desde o primeiro dia, que outro homem já massageou os pés dela como se fosse o marido, e que ela conta mais coisas íntimas para Fulgencio do que para Claudio.
Patricia acorda Claudio do seu pesadelo quando diz:
— Meu amor, para de bobagem.
— Desculpa, é que você é linda demais.
— Obrigada.
— Patricia, esse fim de semana quero passar com você. Te amo, quero ficar com você o máximo de tempo possível.
Naquele fim de semana, Patricia e o marido ficaram juntos como nunca. Foram ao cinema, a um restaurante, à feira, aonde fosse. Em casa, se falavam bonito, faziam amor. No entanto, Patricia não conseguia evitar pensar em Fulgencio toda vez que faziam amor. Isso a preocupava. O marido se esforçava tanto, mas ela só queria Fulgencio entre as pernas. Ela amava o marido, ele era seu amor, mas Fulgencio era dono da excitação dela. Aquele fim de semana fez Patricia saber a verdade dos seus sentimentos. Sentimentos e tomo uma decisão. Na segunda-feira à noite, a Patricia tomou banho, se perfumou, vestiu a melhor calcinha branca, colocou o uniforme sexy, enfiou uns preservativos na bolsa e foi trabalhar. Quando chegou, foi até o quarto do Fulgencio. Ele tava dormindo. Patricia pegou uma cadeira, colocou perto da cama e sentou. Tirou a sandália de salto direita e enfiou o pé por baixo do lençol. Procurou a parte do pinto do Fulgencio e deu de cara com uma ereção monstra. Acariciou o pau dele com o pé, bem de leve. Fulgencio acordou e Patricia tava olhando pra ele, sorrindo. Ela tirou as duas meias-calças e começou a masturbar ele com os pés, enquanto falava:
— Como tá meu príncipe adormecido?
— Hahaha, bem excitado, gata. Já sabia que você ia tomar a melhor decisão.
— Isso mesmo, papai. Não posso mais me enganar. Preciso de um macho. Preciso de você. Meu marido não pode saber, lembra? Você é só sexo pra mim.
— Fica tranquila, gata. Ele não precisa saber. Só aprende a aproveitar.
Seu Fulgencio tava quase gozando e pediu pra ela parar. Patricia foi até ele, puxou o lençol e começou a chupar. Ela tava de pé, curvada, chupando o pau do zelador, deixando aquele rabão enorme bem à mostra. Chupava com muita vontade, a cabeça subindo e descendo rapidinho, curtindo o gosto de pinto. Dava beijinhos na cabecinha, deixando marca de batom, lambia, passava a língua nos pelos pubianos, nas manchinhas brancas que tinham ali, acariciava as bolas, lambia elas, até a parte debaixo das bolas onde tinha resto de porra velha de dias. Patricia tava dando a melhor limpeza de sabre naquele macho. Ele, por sua vez, acariciava a bunda dela, curtindo ter a mulher mais gostosa da vida dele, e mais ainda por ela ser casada. Pra ele, era como estar no céu. Tanto prazer fez seu Fulgencio gozar na boca da Patricia, que engoliu tudo com muito gosto. Ela adorava aquele elixir. cheiro branco que o pênis de Dom Fulgencio soltava.
Ohh, você é toda uma expert
Tem a maior rola que já toquei
É isso mesmo, gata, se acostuma a me dar prazer porque agora você é oficialmente minha mulher particular
Claro, papai
Agora empina bem porque quero encher teu útero de porra
Não, papai, é arriscado, não quero engravidar
Eu não quero usar camisinha, que nada, gata, esse jogo é assim
Dom Fulgencio, com toda confiança, se levantou, pegou Patricia pelos ombros, fez ela se empinar, abriu com as pernas dele as pernas de Patricia, e meteu. O corpo moreno dele e o corpo branco de Patricia. Patricia não fez nada a respeito, ela queria sentir ele com ou sem camisinha, não tinha volta. O prazer era imenso. Patricia, em vez de se preocupar, se deixou levar pelo prazer. Fulgencio desabotoou alguns botões e deixou os peitos dela à mostra pra chupar. O contato do pênis de Dom Fulgencio com a buceta de Patricia dava uma sensação molhada e quente que deixava o pré-orgasmo mais intenso. Era uma sensação muito gostosa. Eles acariciavam os sexos um do outro, pênis e buceta, buceta e pênis, entrava e saía, saía e entrava. Enquanto isso, na casa de Patricia, Cláudio estava com uma pontada no coração, como se tivesse o pressentimento de que Patricia estava sendo penetrada por um homem novo. O coração de Cláudio batia rápido, no ritmo das metidas que Fulgencio dava na mulher dele. Cláudio só se perguntava: "Patricia, o que você estará fazendo agora?" E enquanto isso...
Ahhh, gostosa, que apertada tá sua buceta
Ahhhh, ahh, siiiiiiiiiiiim, que delíciaaaaaaaaaaaa
Você adora ser minha putinha?
Siiiiiiiiiiiiim, papaiiiiiiiiiii, eu sou sua, ayyy, te amoooo
Os gritos de Patricia acordaram um dos 2 velhos do lado, que ao ver a cena sexual se masturbou debaixo do lençol. Patricia olhou pra ele e só sorriu. Ela adorava ser a estrela pornô, se sentia muito puta e feliz. Começou a gritar mais:
Ahhhhhhhhhhhh, siiiiiiiiiiiiii, ayyyy, papai, meu marido não é como você Seguuuuuu, seguuuuuu, ahhhhhhhhh
Ahhh, mamãe, você me encanta, é tão puta, que apertadinha você é
Nessa hora, o celular da Patrícia tocou
Não vai atender, gatinha?
Ahhh não, é meu marido, não tenho tempo, seguuuuuuuuuu
Hahaha puta, se não atender vai ter problema e você sabe
O telefone parou de tocar, um minuto depois tocou de novo, dessa vez Patrícia atendeu
Alôôô?
Patrícia, meu amor, por que não tava atendendo?
Aiiii é que eu tava atendendo um paciente, aiiii sim, isso
Patrícia, meu amor, o que tá rolando? Tá com a voz estranha? Quem tá aí com você?
Patrícia olhava ao redor, ela tava sendo fodida pelo Fulgencio, um velho se masturbava vendo a cena, ela falando no telefone com o marido, tudo era um filme pornô virando realidade, era tanto tesão junto
Patrícia?
Aiiii meu amor, tenho que ir, um paciente tá se desangrando
Tchau, te amo
Patrícia desligou
Ahhhhhhhhhhh
Muito bem, puta, devia ter dito que um paciente tava te comendo e que você tava adorando
Pensei em fazer, mas lembra que eu amo ele ahhhhhhhhhhhh mais, maaaaaais, maaaaaaaais
Ahhhhhhhhhhhh tô gozandooooooooooooooo ohhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhh
Ahhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhh
O prazer dos dois ficava cada vez mais forte, a umidade e o atrito aumentavam, deixando as estocadas mais rápidas e fazendo aquele barulhão de tapa tapa no quarto inteiro, Fulgencio enfiou o pau inteiro até bater nos ovos e deixou lá por uns segundos até gozar dentro do útero da Patrícia, Patrícia e Fulgencio gozaram juntos, deitaram uns minutos, trocavam beijos carinhosos, carícias mútuas, se tratavam como se fossem marido e mulher
Ahhh, você é uma deusa
E você é um expert, meu rei, o melhor sexo da minha vida, quero ser sua mulher noturna ouuu, papai, te quero
Mamãe, hoje você se decidiu a se sentir uma verdadeira mulher
Sim, papai, sua mulher
Patrícia se vestiu e saiu pra continuar trabalhando, isso é o começo de uma relação intensa.
6 comentários - A enfermeira e o zelador - Parte 1
Falta q se suma más
Falta q se suma más